• luchta Ewerton Ribeiro
    2020-07-21 13:24:24 -0300 Thumb picture

    O fim de Yandere Simulator?

    E lá vamos nos de novo falar do babacão do Yandere Dev, que não contente em ficar sete anos enrolando para terminar o jogo (até agora ele nem implementou a primeira rival), o cara ainda quer boicotar outro desenvolvedor que quer fazer um jogo semelhante, só que sério. No caso é o desenvolvedor de Watashi No Mono, que ao contrario de Yandere Simulator, tem personagens modelados pelo criador e não assets roubados. Bom, mais detalhes da treta no vídeo. Só fico pasmo como tem gente que ainda acredita que esse jogo vai sair, e pior da dinheiro até hoje para esse imbecil ai (que não investe no jogo, só gasta com besteira)!

    Yandere Simulator

    Platform: PC
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      tecnologgamer · 19 days ago · 1 ponto

      De acordo com o programador da Tiny Build o código deve era muito amador, o cara basicamente spawna vários modelos na escola com um script que gera todas as características dos personagens aleatoriamente no maldito Update() da Unity, em suma, ele tá mandando pro processador do PC X modelos aleatórios para serem processados AO mesmo tempo no processador e sabe se lá que tipo de variável ele tá usando (Int e Float são pesadas as fuck na memória). Ou seja, era muito melhor ter criado um objeto que gerasse um por um, mas não, ele deixa um código gigante para CADA ESTUDANTE.

      Parei de seguir esse cara quando vi que o jogo não saia e desde de 2016 tava planejado pra primeira rival e nada até agora. Não é nem por causa do passado dele.

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  • eduardo_wrzecionek Eduardo Wrzecionek
    2020-02-02 20:29:12 -0200 Thumb picture

    Humor acido

    Cara tem horas que esse jogo é muito noiado, mas mesmo assim tem um humor peculiar tem umas partes que racho de rir como uma dessas. Eu acredito se fosse lançado esse jogo nos dias atuais ia dar merda gigante pra Nintendo de tanto mimimi por que o humor dele não é para qualquer um.

       

    Mother 3

    Platform: Gameboy Advance
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      manoelnsn · 6 months ago · 1 ponto

      Ah, as máquinas de oxigênio, hauhauhauhauahuaha

  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2019-08-09 11:27:42 -0300 Thumb picture

    2K confirma que enviou investigadores a casa de Youtuber por vazamento

    Supmatto é um dos maiores Youtubers relacionados ao conteúdo de Borderlands no site.

    Em 2018, ele divulgou diversas informações reais sobre Borderlands 3 meses antes de sua revelação. Aparentemente ele conseguiu tais dados (que foram disponibilizados para um grupo seleto) graças a uma falha do Twitch, e por conta disso a 2K Games decidiu iniciar uma investigação.

    Tal assunto ganhou mais força na última quarta-feira (7), quando a hashtag #BoycottBorderlands3 começou a ter destaque no Twitter. Ela foi criada pelo youtuber após comentar em um vídeo que recebeu a visita de dois investigadores da parte da Take-Two questionando sobre alguns materiais presentes em seu canal.

    “Acho que não tenho nada a esconder. Eles me questionaram sobre coisas relacionadas ao meu canal, a transmissão que foi levantada nele... e eles me disseram que eram da Take-Two”, comentou SupMatto em um vídeo publicado em seu canal (e que você pode conferir na sequência, em inglês):

    O IGN descobriu que a 2K Games e a Take-Two estão, de fato, realizando algumas investigações referentes ao assunto. Esse processo já está se desenrolando por mais de dez meses, mas as empresas ainda não estão processando ou tomando nenhuma medida legal contra o streamer.

    A distribuidora confirmou a existência dos investigadores, alegando que o influenciador estaria prejudicando a experiência dos jogadores.

    Apesar de o youtuber alegar que não usou nenhum meio ilegal para conseguir tais informações (nas palavras dele, isso aconteceu por conta “da revelação de uma extensão do Twitch que estava ligada ao vídeo de revelação com o nome de algumas contas de teste que foram expostas nele”), ele acabou apagando muitos desses vídeos contendo informações sobre Borderlands 3. Entretanto, isso não ajudou no caso de sua conta no Discord, que acabou apagada como é possível ver na imagem a seguir:

    Sob investigação tanto no Discord quanto na Twitch, e tendo alguns de seus vídeos tirados do YouTube, SupMatto deletou sua conta do Twitter e afirmou que dará uma pausa na criação de conteúdo, refletindo os próximos caminhos a serem tomados.

    Borderlands 3

    Platform: PC
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      tiagodantas · almost 1 year ago · 2 pontos

      Eu li meio por cima sobre assunto e até está rolando um # para boicote de border 3

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      igor_park · almost 1 year ago · 1 ponto

      Eu vi no yongyea a informação completinha ele os leaks para os membros que pagassem no youtube kkkk deu mole

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      kleber7777 · almost 1 year ago · 1 ponto

      Se não bastasse toda babaquice do Randy Pitchford e da ganância dessa produtora, ainda vem uma dessas. Eles estão indo fundo no marketing inverso. rs
      O boicote é muito justo.

  • eduardo_wrzecionek Eduardo Wrzecionek
    2019-07-21 15:33:02 -0300 Thumb picture

    Parte mais polemica do jogo

    Acredito que se fosse lançado hoje em dia iria dar uma merda grande para a Activision.

    Call of Duty: Modern Warfare 2

    Platform: PC
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      le · about 1 year ago · 3 pontos

      Cara, aí depois nego não entende por que eu critico tanto essas traduções de jogos pra PT-BR.

      "Nada de russos."?!

      Cacete, o cara avisa pra ele NÃO FALAR RUSSO! "No Russian!"

      MESMO que o tradutor tivesse traduzido sem contexto, uma frase solta, é um erro grosseiro, porque ignorou que tava no singular e traduziu como se estivesse no plural.

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      le · about 1 year ago · 2 pontos

      É impressionante como TODA postagem com jogo em PT-BR tem uma imagem com erro grosseiro de tradução ou de português.

      Imagino como são os jogos no total, se capturando imagens de 2 segundos deles você já encontra erros bizarros.

      1 reply
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2019-07-18 09:18:44 -0300 Thumb picture

    "Baixe pirata, mas não compre no G2A"

    Nova guerra entre desenvolvedores indies e a empresa de revendas de chaves.

    A G2A, que já possui quase 10 anos de mercado, é constantemente alvo de críticas de desenvolvedores e também jogadores, principalmente após adotar o sistema de marketplace, há cerca de cinco anos. Enquanto negócios como a brasileira Nuuvem fazem parcerias com estúdios e publishers para vender games de PC mais baratos fora de plataformas como Steam e GOG, a G2A (e o Kinguin) aceita que qualquer pessoa comercialize chaves de ativação de jogos em seu site, ao estilo Mercado Livre e eBay.

    A competitividade entre vendedores acaba gerando preços mais atraentes, mas como a empresa não é restritiva quanto a origem dos produtos, que podem ser adquiridos de formas ilegais ou antiéticas pelos revendedores, seu serviço não é bem visto por membros da indústria e costuma gerar revolta em desenvolvedores independentes. E foi isso que aconteceu na treta que tomou o mês de julho.

    Vários desenvolvedores uniram-se para dizer que preferem que os jogadores pirateiem seus jogos ao invés de comprá-los na G2A, plataforma online para venda de games através de chaves oferecidas por terceiros. Tudo começou quando Mike Rose, criador de "No more robots" e "Descenders", publicou no Twitter um vídeo mostrando uma busca no Google pelo jogo de sua empresa. Segundo a publicação, os resultados mostravam apenas anúncios da revendedora e era impossível fugir das propagandas.

    "No último episódio de Fuck G2A:

    A G2A publicou anúncios patrocinados no Google, o que significa que quando você busca por nossos jogos, a G2A aparece acima dos nossos próprios links - e não ganhamos dinheiro nos nossos jogos se as pessoas comprarem através destes anúncios.

    E quando você tenta desativar os anúncios ..."

    Rose pediu que os jogadores que buscam por meios mais baratos de conseguir games optem por baixar torrents. "Os desenvolvedores não vêem um centavo de qualquer maneira, então preferimos que a G2A também não veja esse dinheiro", disse ele.

    Depois da reclamação pública, muitos outros desenvolvedores manifestaram-se a favor de Rose, como a Squid Games, e Rami Ismail, de "Vlambeer".

    "Por favor, baixe nossos jogos com Torrent em vez de comprá-los no G2A"

    "Se você não puder pagar ou não quiser comprar nossos jogos pelo preço integral, pirateie-os em vez de comprá-los de um revendedor de chaves. Estes sites nos custam muito tempo de desenvolvimento no atendimento ao cliente, investigando solicitações de chave falsas, analisando estornos de cartão de crédito e muito mais"

    Como Rami Ismail ressaltou, os problemas que os desenvolvedores enfrentam parecem ir muito além de "apenas" não receber o dinheiro. Existem acusações contra a G2A dizendo que o site utiliza cartões de crédito falsos para comprar chaves de jogos, e quando a fraude é descoberta já é tarde demais. Além disso, os desenvolvedores precisam fornecer suporte extra ao cliente que acabou com chaves falsas ou desativadas.

    Paul Kilduff-Taylor, do Mode 7, e Chet Faliszek, do Stray Bombay, somaram-se aos desenvolvedores que reclamaram sobre o revendedor de jogos. Durante a última grande onda de críticas, a G2A assumiu o compromisso público de melhorar seu comportamento.

    Em um tuíte mais recente de Rose, o desenvolvedor disse que a G2A fez um monte de seus streamers patrocinados lerem declarações explicando por que eles não são maus. "Espero que muitas pessoas não acreditem nessa merda que eles vomitaram".

     Para tentar acabar com a guerra civil contra os desenvolvedores, a G2A fez uma longa publicação em seu site no dia 5 de julho explicando o funcionamento do seu serviço, apresentando soluções de segurança para seus clientes e respondendo diretamente os estúdios que criticaram a plataforma.

    A empresa admite que já cometeu erros no passado e merece ser criticada por alguns de seus serviços, mas ressalta que também possui formas de ajudar os desenvolvedores, como o programa de parceria G2A Direct. A firma garantiu que está investindo para evitar fraudes em sua plataforma e sugeriu uma solução que vai compensar estúdios que tiveram prejuízo por causa de fraudes no marketplace. “Não estamos fazendo isso porque somos os únicos culpados, mas porque queremos finalmente parar com as acusações que recebemos”, diz a loja em sua publicação.

    Para começar, a empresa prometeu que vai pagar aos desenvolvedores 10 vezes o valor do prejuízo gerado por chargebacks. Ou seja, se os criadores de games comprovarem que o cliente adquiriu no marketplace da G2A um jogo originalmente comprado em outro meio ilicito, a companhia cobrirá os custos e ainda dará um bônus gigante para o estúdio.

    E as promessas não param por aí: a G2A também disse que vai contratar uma firma de auditoria independente para garantir transparência em todo o processo de análise dos casos. A atitude é uma ótima forma de compensar desenvolvedores independentes que perderam dinheiro por causa do marketplace, mas, segundo a empresa, isso não acontece com frequência.

    De acordo com dados divulgados pela G2A, as reclamações mais raras, que ocupam uma parcela de 0,02% de todas as transações mensais, seriam casos em que o jogo some da conta da Steam do cliente, algo que ocorre quando o título é comprado com cartão de crédito roubado, gerando chargebacks. Ou seja, se os números da companhia estiverem corretos, os casos em que desenvolvedores vão solicitar o dinheiro perdido no marketplace seriam raros.

    Por outro lado, um cálculo feito pelo pessoal da Wube Software, criadora do indie Factorio, mostrou que os casos de ilegalidade no marketplace podem ser mais recorrentes e a promessa deve pesar no bolso da companhia. No dia 12 de julho, os desenvolvedores disseram que apoiam o movimento “piratear é melhor que G2A” e mostraram dados revelando fraudes durante o lançamento do seu game, em 2016. E alguns deles ocorreram na polêmica loja.

    O time alega ter recebido cerca de 300 reclamações sobre chaves de ativação adquiridas com cartões de crédito roubados e revendidas na internet. “Com uma taxa de estorno média de US$ 20, estimamos o valor total das tarifas que pagamos devido a chargebacks em algo na casa de US$ 6,6 mil”. A Wube Software diz que possui todas as chaves que foram “devolvidas” e e-mails comprovando que a origem de alguns dos produtos fraudulentos (não todos) vieram da G2A. Até o momento a empresa ainda não havia respondido o estúdio sobre a promessa de pagar 10 vezes os prejuízos provenientes de seu marketplace, mas comentou que está “conversando” com desenvolvedores e aprendendo com os feedbacks recebidos. 

    Para conseguir preços mais baixos, alguns revendedores compram o jogo na Europa e enviam como presente para outros lugares do mundo.

    Além de reclamar dos casos de fraude, a equipe de Factorio tocou em outro ponto mais abrangente que costuma irritar alguns desenvolvedores independentes: o fato de seus jogos simplesmente serem revendidos na G2A, mesmo quando são obtidos de forma legal. De acordo com os desenvolvedores, algumas pessoas aproveitam aberturas como mudanças de preços regionais e promoções em revendedoras oficiais para lucrar em cima dos estúdios. “Recomendamos fortemente que as pessoas comprem de nós ou de um dos nossos parceiros oficiais”, explica a Wube Software, que comercializa Factorio na Steam e no site oficial do game.

    Depois de sua oferta de paz e os esforços para acabar com fraudes, a G2A também tentou agradar aos desenvolvedores que querem impedir a venda de seus produtos por pessoas não autorizadas. No dia 12, a empresa sugeriu a criação de uma ferramenta para “bloquear games” em seu marketplace. Assim, companhias como a Wube Software poderiam, em tese, impedir que seus títulos fossem revendidos na plataforma. De acordo com a loja, os estúdios poderão acessar um formulário e cadastrar keys geradas para análises e sorteios, que serão identificadas pelo sistema e não poderão ser anunciadas por terceiros.

    A empresa disse que só vai criar a novidade, se existir interesse por parte dos estúdios, já que a criação da solução seria “cara e demandaria tempo”. Por causa disso, a G2A lançou um formulário e espera que pelo menos 100 desenvolvedores apoiem a iniciativa dentro de um mês. Após a divulgação da ideia, porém, a companhia voltou a ser criticada por especialistas do mundo dos games.

    Apesar de o bloqueador de keys da G2A permitir que os incomodados diminuam a circulação de seus games no mercado cinza, a ferramenta foi vista como uma forma da empresa passar a responsabilidade dos problemas de sua plataforma para os desenvolvedores, já que os estúdios teriam que inserir manualmente todas as chaves de ativação que não queiram ser comercializadas no marketplace.

    O desenvolvedor Mike Bithell, responsável por John Wick Hex, comentou a atitude no Twitter dizendo que não trabalha para a G2A e que a empresa deveria cuidar melhor do seu negócio. A solução do marketplace também foi vista como um risco de segurança por sites como o Polygon, já que a firma teria um banco de dados imenso com chaves de ativação de games em suas mãos, o que colocaria seu serviço na mira de cibercriminosos.

    A G2A só vai divulgar se recebeu apoio suficiente dos desenvolvedores para criar seu bloqueador de keys na metade de agosto. Logo, teremos que esperar um tempo para ver o desdobramento da mais recente oferta de paz da companhia para ficar de boas com os estúdios que fazem games. Isso não quer dizer, porém, que a firma vai deixar de gerar manchetes polêmicas nesse meio tempo.

    Enquanto estava tentando tranquilizar os desenvolvedores, a empresa também se meteu em outra confusão. A assessoria da loja enviou um e-mail para alguns veículos de mídia oferecendo dinheiro para a publicação de um artigo falando bem do marketplace, mas com um detalhe: o post não deveria ser marcado como patrocinado.

    No meio de toda a confusão, a G2A enviou um e-mail oferecendo dinheiro para a mídia falar bem do marketplace

    A companhia respondeu oficialmente dizendo que a mensagem, emitida no dia 8 de julho, foi enviada por um funcionário sem autorização e chegou em apenas 10 sites especializados. No final das contas, se a campanha foi acidental ou não, isso só acabou colaborando ainda mais para a má fama da empresa, que além de desagradar os desenvolvedores independentes, também acabou ficando mal vista por internautas.

    Fontes : ODV

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      luchta · about 1 year ago · 2 pontos

      Eu já pensei em comprar na G2A, disseram que dava para comprar créditos da Google Play mais barato pelo site, mas eu desconfiei da inidoneidade e se realmente receberia pelo pagamento. Nunca comprei nada lá, nunca vi a G2A com bons olhos e pelo jeito tinha razão. Já tinha ouvido falar desses casos de chaves falsas no site, mas parece que nimguém dava muita bola para isso, finalmente os desenvolvedores decidiram se mexe contra eles. Vamos ver no que vai resultar isso.

      1 reply
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      kleber7777 · about 1 year ago · 2 pontos

      "a companhia cobrirá os custos e ainda dará um bônus gigante para o estúdio". Nenhuma empresa séria diria algo assim, sem detalhar planos.
      Não é de hoje que esse site dá problemas. E existem outros sites similares fazendo o mesmo.
      Os jogadores precisam sim repudiar esse tipo de comércio. Pagar menos e fuder um estúdio é muita sacanagem.

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      firerockbird · about 1 year ago · 2 pontos

      Primeiro a epic games store enfiando a faca nos fãs de Shenmue (junto com o criador da franquia) e agora a G2A com esse esquema!? sinceramente, eu to vendo que esse tal de google stadia vai ser que nem o anakin skywalker, de início é bom mas depois vai pro lado ruim. eu torço para que a steam dure por anos (tipo, no futuro talvez ser a única empresa de distribuição de jogos online, ou no mínimo a mais "poderosa" do mercado) para não dar chance a empresas pilantras como essas de f*dem a vida de criadores e jogadores ao mesmo tempo.

      2 replies
  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2018-08-13 10:48:07 -0300 Thumb picture

    Vamos falar sobre plágio?

    Semana passada rolou uma treta envolvendo a toda-poderosa IGN gringa e um review plagiado de Dead Cells.

    Como jornalista de games e editor do Arkade, decidi escrever um artigo sobre plágio, tema que é meio que um tabu da profissão.

    Quem quiser ler, clica aí embaixo:

    Dead Cells

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      s7ephano · almost 2 years ago · 2 pontos

      Salvando para ler mais tarde. xD

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      igor_park · almost 2 years ago · 2 pontos

      Muito bom

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      andre_andricopoulos · almost 2 years ago · 2 pontos

      "BAFÃO' aquela parada lá...e o cidadão se fez de vítima ainda... kkkkkkkk

      2 replies
  • 2018-08-11 14:26:29 -0300 Thumb picture

    Bethesda | The Evil Within 2 | Treta

    ...Bethesda ameaça legalmente usuário que estava vendendo The Evil Within 2 no mercado de usados nos EUA.

    O mercado de usados nos EUA é grande, com lojas como GameStop tendo metade de seus lucros vindos desse negócio. Mas, da mesma forma que o Brasil, usuários também vendem seus jogos em sites online, como o eBay e o marketplace da Amazon.

    Ryan Hupp, da Filadélfia, mandou ao site Polygon a informação do que ocorreu com ele. Basicamente, Ryan comprou The Evil Within 2 para PS4 sem ter o console. Ele tinha planos de comprar um, mas acabou decidindo melhorar o seu computador. Por causa disso, anunciou a cópia lacrada no mercado de usados da Amazon.

    A empresa Vorys, que representa legalmente a Bethesda, enviou um aviso a Ryan dizendo que seu anúncio deveria ser removido ou caso contrário sofreria ações legais por não obedecer a ordem. A Vorys disse que a venda não é de um revendedor autorizado e por isso seria fora da lei. A Bethesda também reclamou do uso da palavra “novo” no anúncio de Ryan, dizendo que isso é propaganda enganosa.

    Ryan fez o que mandaram, mas em resposta, disse que a revenda de produtos, como livros, jogos, DVDs, é protegida por lei nos EUA. A Bethesda, por sua vez, diz que não está protegida por lei porque ele não está vendendo o jogo em sua forma original, que incluiria uma garantia. A falta disso torna o produto diferente dos que são vendidos pelos canais oficiais.

    Há muita coisa nessa história que não sabemos. Por exemplo: por que o anúncio de Ryan foi o alvo disso, sendo que há inúmeros outros de The Evil Within 2, tanto novos quanto usados, no marketplace da Amazon dos EUA? O fato dele vender como lacrado talvez gerou a ação da Bethesda? Ou o que exatamente está acontecendo?

    O maior problema que surge disso tudo é que, em tese, a Bethesda pode usar o argumento de que o “material difere dos produtos genuínos que são vendidos pelos canais oficiais” para qualquer venda usada. Imagine a situação: você anuncia no Mercado Livre o seu jogo lacrado que não abriu (ou usado de fato) e, mais tarde, recebe um aviso legal da Bethesda para tirar o anúncio do ar?

    Como dito, essa história ainda dará o que falar.

    ==================

    PSXBRASIL.COM.BR

    ==================

    The Evil Within 2

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      rshadowss · almost 2 years ago · 3 pontos

      Onde tem Bethesda tem treta.

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      d_ · almost 2 years ago · 3 pontos

      Legal. Se é que comprarei, agora será só usado.

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      andre_andricopoulos · almost 2 years ago · 3 pontos

      Carai...sem sentido, não?

  • 2018-07-19 20:18:12 -0300 Thumb picture
  • akromvaleth Álvaro Vieira
    2018-01-24 17:27:36 -0200 Thumb picture
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  • luchta Ewerton Ribeiro
    2018-01-17 19:26:34 -0200 Thumb picture

    A treta não pode parar!

    Medium 517129 3309110367

    Só faltou uma chamas no fundo da Saber, para representar bem a AMD.

    Fate/Hollow Ataraxia

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      _gustavo · over 2 years ago · 5 pontos

      Porra, mas essa piada da AMD aquecer é muito anos 2000 cara kkkkkkkk

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      ghostsnakin · over 2 years ago · 3 pontos

      Pior que a primeira coisa que pensei quando vi essa protagonista do Violet Evergarden foi na saber XD
      É muito igual o rosto.

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      manoelnsn · over 2 years ago · 2 pontos

      porngames everywhere

      5 replies

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