• vinicios_santana_3 Vinicios Santana
    2018-10-17 22:56:54 -0300 Thumb picture

    Artbooks

    Faz algum tempo que adquiri 2 artbooks incríveis, e gostaria de compartilhar com vocês.

    The Art of Castlevania: Lords of Shadow, este comprei com o lucro das  Hunters que vendi, foi pouco, mas suficiente para adquirir esse livro.

    Uma bela surpresa, foi ver que o livro vinha com uma luva. o livro real, é todo preto, apenas com o símbolo do diário da irmandade da luz.

    Não é segredo pra ninguém que sou muito fan de Castlevania e a arte de Lords of Shadow, serviu de inspiração pra muitos quadros da minha obra.

    Gabriel, por mais polêmico que sejam os jogos, acabou se tornando um de meus protagonistas favoritos da franquia.

    O livro abrange os 3 jogos da série Lords of Shadow, com artes dos personagens, curiosidades e um bestiário digno de uma pokedex.

    Mas tudo em inglês.

    O segundo livro é, The Legend of Zelda: Art & Artifacts.

    Aproveitei a compra e trouxe mais este. 

    Sou aficionado por Zelda e não bastasse o Hyrule Historia, com todas as suas informações, um artbook é essencial para mim.

    O livro é imenso e está repleto de ilustrações originais, feitas na época, além de esboços.

    Há também algumas artes inéditas, feitas na época dos jogos, mas que não tinham sido divulgadas até então, como por exemplo, essa cena de batalha do Minish Cap e cenas demonstrativas do Ocarina ( não tenho certeza se essas estão no manual do jogo)

    Há bestiários, itens, galerias de personagens, além de um extra interessante, uma parte dedicada ao pixel art dos primeiros jogos da franquia.

    Um ponto negativo, o livro foi lançado bem próximo ao anuncio do Breath of the Wild e por isso, possui pouquíssimas imagens do mesmo, cerca de 5. Se o livro fosse lançado um mês depois, poderia ter vindo também com o bestiário e extras do BotW e seria o artbook definitivo da série. Não é assim um grande defeito, mas acho que poderia ter mais, até porque, as artes de BotW são fenomenais.

    No final do livro, há os únicos textos, entrevistas com os ilustradores responsáveis pelos trabalhos, por estar em inglês, ainda não animei ler, mas o farei, é bom ver o ponto de vista de artistas tão renomados.

    Foi uma das melhores aquisições que fiz recentemente, adoro desenhar, e ver o trabalho de outros artistas me inspira. Queria comprar o artbook da Ayami Kojima, mas esse é peça rara rs, outro artista que curto bastante, e influencia bastante meu trabalho é Sean Galloway, responsável pelo design da animação Espetacular Homem Aranha. Um dia ainda devo adquirir algum artbook dele.

    Bom, é isso, aqui vocês podem conferir o tamanho dos livros. Forte abraço pessoal e até um próximo post.

    Castlevania Lords of Shadow Collection

    Plataforma: Playstation 3
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  • maironw Mairon S. Wolniewicz
    2018-09-29 11:30:20 -0300 Thumb picture

    Desenvolvendo um jogo em um microcontrolador - Parte 1

    Medium 3675067 featured image

    Faz um tempo que eu não frequento o Alvanista. Da última vez em que estive por aqui com mais participação, eu meio que estava tentando fazer um jogo para computador. O mais legal? Na época eu não fazia ideia de como programar e devido aos mais diversos motivos o projeto nunca foi pra frente. Um deles foi minha entrada na faculdade, onde acabei tomando como minha área favorita justamente a programação.

    Uma das disciplinas optativas que curso é a de Microcontroladores. Pra quem não saca, um Arduino é um microcontrolador. E pra quem não conhece nem ele, dá pra dizer resumidamente que um microcontrolador é um dispositivo compacto com um processador e a opção de enviar e receber sinais, útil o suficiente para ser embarcado em muitos projetos de engenharia.

    Para deixar claro, o microcontrolador que eu estou usando é um Tiva C Launchpad. Entrarei no mérito de suas configurações quando necessário.

    Diferente de programar software simples para um sistema operacional qualquer, ao programar em um microcontrolador você tem a preocupação de resolver problemas utilizando registradores. Sabe quando alguém fala que computação se resume a 0 e 1? O que a gente faz aqui é praticamente dizer para o processador o que vai valer 0 e o que vai valer 1, e ter como resposta toda uma lógica de ações que ele vai realizar.

    Como intermediário entre um código escrito na linguagem C dizendo para a placa o que fazer e esses comandos binários que ela interpreta, o algoritmo é lido na linguagem Assembly, mais próxima de como o computador entende as coisas do que como o ser humano faz.

    Sabe o que também era programado em Assembly? Jogos de Game Boy. Seja Super Mario Land, Pokémon Red/Blue e Zelda Link's Awakening. Todos foram criados do zero com essa linguagem em mente.

    O desafio proposto a mim foi, utilizando o Tiva C, uma matriz de botões 4x4 e uma tela do clássico celular Nokia 5110, montar um jogo convincente o suficiente para ser aprovado na disciplina. Nada mais justo, partindo de critérios como simplicidade, nostalgia e principalmente semelhança, eu criar minha própria versão de um jogo de Game Boy para o microcontrolador. O escolhido foi The Legend of Zelda.

    Essa é a tela que eu devo utilizar. Ela possui duas grandes limitações: sua resolução é de apenas 84x48 pixels e ela é monocromática, mostrando apenas os pixels ligados ou desligados. Comparando ao GB, ele possui resolução de 160x144 pixels e consegue mostrar 4 escalas de cinza na tela.

    O intuito inicial do jogo é fazer algo o mais próximo de The Legend of Zelda Link's Awakening, mas provavelmente apenas sendo possível atacar e perder vida para os inimigos, sem dungeons.

    Primeiro vou falar da parte mais legal: mostrar as coisas na tela.

    Como parâmetro, utilizei o spritesheet original de Link's Awakening e de ambos os Oracles.

    Meu código, escrito em C, não consegue carregar uma imagem no formato bmp e simplesmente colocar ela na tela. O processo vai um pouco além disso.

    Primeiro, é necessário remover as cores da imagem. Apenas as cores preto e branco serão interpretadas.

    Para minha tela, o que tiver a cor preta, valerá como 0, enquanto branco valerá como 1. Essa lógica também serve para dizer quais pixels da tela estarão desligados (0) e ligados (1).

    Portanto, se eu quero que um sprite apareça com seus contornos em preto na tela, devo desenhá-lo ao contrário no computador.

    Essa é a imagem que eu devo reproduzir, num formato bitmap de 16 bits. Para minha tela interpretar, contudo, eu devo transformá-la em um vetor hexadecimal com as informações de pixel ligado ou desligado. A imagem do Link olhando para a esquerda é usada no meu código na forma:

    Sem entrar no mérito do processo de como a função da tela trata esses números, basta dizer para ela mostrar "link_left_1" nas posições x e y desejadas, e meu personagem aparece na tela.

    Em outros posts eu pretendo explicar um pouco mais da lógica por trás tanto do gameplay e dos botões quanto da própria disposição de coisas na tela, que devido ao pequeno tamanho, se torna um desafio.

    No momento eu tenho como versão de testes a seguinte aplicação:

    The Legend of Zelda: Link's Awakening

    Plataforma: Gameboy
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      emphighwind · 19 dias atrás · 2 pontos

      Massa, programação não é o meu forte, mas eu sempre acho interessante de ver estes projetos DIY, não conhecia este Tiva C ai, os únicos microcontroladores que eu mexi direito e arranho alguma coisa foram o próprio ATmega do arduino e o ESP8266.

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      tiagotrigger · 19 dias atrás · 2 pontos

      Que demais, tá ficando legal. Quero ver pronto, boa sorte com o projeto. o/

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      msvalle · 19 dias atrás · 2 pontos

      Parabéns pelo projeto, e sucesso no desenvolvimento!
      @alvadevs

  • 2018-09-17 22:38:19 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 30 dias (Dia 18)

    Dia 18 do @desafio

    Dia 18 - Protagonista Favorito

    Heróis têm aos montes, entretanto, assim como no desafio passado, poucos deles entram para a história desse universo eletrônico. Por isso, escolhi um personagem que evoluiu e tornou-se um marco para o os jogos e para o seu gênero, Link.

    Link é o típico herói clássico, aquele das obras românticas que atende ao chamado pela aventura. Ele é mudo, contudo esbanja carisma, já que a Nintendo se esforça para trazer emoções para o personagem em sua expressão facial e gestos durante a aventura.

    A ideia de Miyamoto sempre foi fazer um link entre o jogo e o jogador, mas depois de 32 anos de franquia o personagem tornou-se um marco para como montar um protagonista. Não só sua persona é marcante, mas suas vestes, as roupas e gorro verde, e o seu arsenal de bugigangas "looteadas" nas dungeons.

    O meu Link favorito é do Skyward Sword, pelo fato de que pela primeira vez na saga o game intimiza a relação da Zelda e do Link. Aqui os dois são amigos de infância e o motivo do Link entrar na sua aventura é para ajudar a sua melhor amiga. Skyward Sword é uma gema, que não costuma ser muito comentado por ser lançado no final da geração do Wii e precisar do Motion Plus, nada calibrado. Torço por seu remaster para o Switch, porque o joycon possui esse sistema de movimentos no controle melhorado que ajudaria muito para a jogabilidade.

    Dias anteriores : Dia 1 , Dia 2, Dia 3,Dia 4, Dia 5, Dia 6, Dia 7, Dia 8,Dia 9,Dia 10,Dia 11,Dia 13,Dia 14,Dia 15,Dia 16,Dia 17

    The Legend of Zelda: Skyward Sword

    Plataforma: Nintendo Wii
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  • martnelli Isis Martinelli
    2018-08-30 13:19:35 -0300 Thumb picture

    Verdades sejam ditas

    Medium 581343 3309110367

    "Podemos falar sobre o quão legal é que o Link faz drag em Zelda, Breath of the Wild? Honestamente, vale o preço do Nintendo Switch".

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Plataforma: Nintendo Switch
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      palomaref · 2 meses atrás · 3 pontos

      Melhor missão hahahahahaha

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      joanan_van_dort · 2 meses atrás · 3 pontos

      Fica pior ainda quando ele leva cantadas (no plural) dos caras achando ele uma linda e inocente mocinha hahaha As missões dele vestido com a roupa das mulheres Gerudo são sensacionais xD

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      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 2 pontos

      kkkkkkkkkk

  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-28 11:48:16 -0300 Thumb picture

    Desafio - Top 20 Músicas de Games

    Decidi fazer por conta própria esse @desafio. Sou fascinada por soundtracks e estava caçando algum desafio relacionado.

    As regras são as seguinte:

    1 - Poste uma música de um jogo por dia por 20 dias (total de 20 jogos);
    2 - Não pode repetir o jogo;
    3 - A música precisa estar no jogo (OF COURSE!);
    4 - Vale versão remix ou música licenciada no jogo;
    5 - Marque um amigo por dia e a persona desafio;
    6 - Não explique nada, só poste.

    Dia 2

    Dia 1

    The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D

    Plataforma: Nintendo 3DS
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  • 2018-08-07 14:46:57 -0300 Thumb picture

    Breath of the Wild no fim da timeline

    Site oficial japonês da série coloca Breath of the Wild no fim da timeline e muda a posição de Link's Awakening.

    A cada novo título da série The Legend of Zelda, os fãs fervorosos tentam imaginar sua posição na linha do tempo da franquia. Por muito tempo especulada pelos fãs, a timeline oficial de Zelda foi revelada no livro Hyrule Historia em 2011 e nem assim deixou de ser tema de discussão.

    Entretanto, desde antes de seu lançamento, The Legend of Zelda: Breath of the Wild tem instigado a ânsia dos fãs em posicioná-lo na timeline. Seria no fim da linha do tempo da Era Criança? Uma nova fragmentação na linha após The Wind Waker? Talvez no fim na timeline unindo as três linhas do tempo?

    Questionado pela revista japonesa Famitsu, o produtor Eiji Aonuma e o diretor Hidemaro Fujibayashi comentaram sobre a linha do tempo da série Zelda. Novamente sem especificar a posição de Breath of the Wild, confirmaram que a aclamada aventura lançada para Wii U e Nintendo Switch está posicionada no fim da timeline. Ambos reforçaram que a cada novo The Legend of Zelda, a história da série é remodelada e que, internamente, a Nintendo tem trabalhado com uma "Nova Tradução" conforme novas informações são adicionadas à franquia.

    Eiji Aonuma: Bem, é claro que é bem no fim. Mas eu entendo o que você está perguntando, no fim de qual linha do tempo?

    Hidemaro Fujibayashi: Isso é... por conta da imaginação do jogador, não é?

    Aonuma: A história de Hyrule muda com o tempo. Quando pensamos no próximo jogo e o que queremos fazer com ele, podemos pensar "Oh, isso vai se encaixar bem", e colocá-lo perfeitamente na linha do tempo, mas às vezes pensamos "Ah droga" e temos que mudar o posicionamento. Na verdade, a história foi ajustada mutas vezes. [risos]

    Fujibayashi: Ultimamente, dentro da companhia, surgiu um novo termo chamado 'Nova Tradução'. [risos] Estritamente falando, nós não mudamos isso, mas novas informações e verdades vêm à luz.

    Famitsu: Entendo, então a maneira de interpretar o folclore de Breath of the Wild ainda está em debate acadêmico. [risos]

    Fujibayashi: É por isso que você deve prestar atenção aos futuros estudos também! Por favor, fique atento. [risos]

    Reforçando o que Aonuma e Fujibayashi disseram na entrevista, o site japonês de The Legend of Zelda foi atualizado e exibe Breath of the Wild no fim da linha do tempo, sem qualquer vínculo com as Eras divisórias e com outros jogos da franquia.

    Além disso, há uma mudança interessante na timeline do Fallen Hero (Herói Derrotado). Pela nova linha do tempo no site japonês da série, The Legend of Zelda: Link's Awakening (GB) está posicionado entre A Link to the Past (SNES) e Oracle of Ages & Oracle of Seasons (GBC). Seria essa alteração uma maneira de refutar a teoria de que o Link de A Link to the Past morreu no mar?

    Fonte: https://www.nintendoblast.com.br/2018/08/nintendo-confirma-posicao-breath-of-wild-timeline-zelda-linha-do-tempo.html

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Plataforma: Nintendo Switch
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  • 2018-08-07 11:01:18 -0300 Thumb picture

    Breath of the Wild (Switch/Wii U): os 10 templos mais desafiantes

    Relembre as 10 shrines que fizeram de The Legend of Zelda: Breath of the Wild uma jornada árdua, intensa e, às vezes, mais frustrante do que gostaríamos.

    Não foram poucos os motivos para The Legend of Zelda: Breath of The Wild receber o prêmio de Game of The Year de 2017. Alguns dirão que sua maior qualidade está na sensação de uma nova Hyrule imersiva e revigorada; outros, em seu combate dinâmico, que consegue ser simples e estratégico ao mesmo tempo, agradando assim gregos e troianos.

    Na minha humilde opinião, a magia do game de lançamento do Nintendo Switch está em seus numerosos e divertidos templos. Eles funcionam como uma versão mais concisa das velhas dungeons dos jogos de Zelda, dando uma renovada na franquia sem mudar a sua fórmula.

    E como um dos jogadores que sobreviveu essa saga de Link pelos desafios dos anciões, decidi listar aqui os 10 templos mais desafiantes de The Legend of Zelda: Breath of The Wild, levando em consideração tanto o jogo base quanto os DLCs, para ilustrar os momentos mais árduos que vivi ao atravessar as terras de Hyrule mais uma vez.

    10) Fateful Stars - Templo Keo Ruug

    Pra começar já com um templo de quebrar a cuca, temos aqui um caso clássico da frase “uma vez que você sabe, parece óbvio”. Mas cá entre nós, a gente sabe que não é nada fácil. O templo de Keo Ruug te presenteia com um enigma que mistura um texto críptico (“Olhe para as estrelas para se guiar; as constelações são a chave”, tradução livre do inglês) com uma série de desenhos na parede que à primeira vista, não fazem sentido algum.

    Os sabichões podem até falar que sacaram o truque nos primeiros segundos, mas para os outros reles mortais, como eu, que penaram para chegar à conclusão de que era preciso contar o número de vezes que cada constelação aparece na parede para descobrir o código secreto da sala, fica aqui a minha saudação. Fateful Stars é um teste feito para os mais sábios (e observadores), sendo facilmente o templo que dá mais satisfação ao desvendar o segredo sem recorrer ao caminho fácil de um detonado.

    9) The Lost Pilgrimage - Templo Daag Chokah

    Missões de escolta: como não odiar? Normalmente conhecidas por serem entediantes e repetitivas, em The Lost Pilgrimage é mais uma questão do quanto você precisa ser cuidadoso para não colocar tudo a perder. Para chegar até o templo de Daag Chokah, Link deve ajudar um pequeno Korok chamado Oaki a atravessar a floresta de um dos Korok Trials, só que, claro, sem o próprio perceber que está sendo ajudado.

    Ou seja, não é apenas para escoltá-lo e defendê-lo, mas também ser furtivo fazendo isso, e nossa, como é fácil ser pego por essa peste. Oaki para toda santa hora e se você der um passo em falso, lá se vai todo o progresso. Quando você finalmente vislumbra o maravilhoso brilho laranja do templo de Daag Chokah, nem pense em sair correndo; as chances de Oaki perceber que está sendo escoltado antes do gatilho do fim da missão ser ativado é considerável. É, Daag Chokah, ao chegar no seu templo, eu com certeza já provei o meu valor.

    8) Melting Ice Hazard - Templo Kuh Takkar

    Perdido nas terras geladas da Gerudo Highlands, você dá de frente com um templo preso dentro de um imenso bloco de gelo. Depois de gastar suas flechas de fogo e acender algumas fogueiras, você finalmente consegue derreter o bloco e entrar no templo. Serviço completo? Longe disso.

    Logo de cara, a voz de Kuh Takkar avisa que para que Link receba sua benção, será preciso que ele presenteie o ancião com um bloco de gelo no final de um caminho cheio de pilares de fogo. A partir daí, prepare-se para ver o seu gelo escorregar para fora das rampas quando você menos espera ou levar dano dos pilares e morrer pouco antes de chegar ao seu objetivo. Uma dica? Use sua armadura de fogo (de preferência com todos os aprimoramentos) para tornar esse teste um pouco menos frustrante.

    7)The Crowned Beast - Templo Mezza Lo

    Oh, as velhas músicas dos Rito. Desvendá-las foi provavelmente uma das partes mais enigmáticas e divertidas de Breath of The Wild para mim. E no caso da canção que indica o templo de Mezza Lo, a letra é até bem clara: você deve domar um cervo e subir com ele no pedestal mágico para completar a missão. Mas encontrar o bendito animal e conseguir montá-lo? Um pesadelo.

    Não há muitos cervos dando sopa em Hyrule e quando você os encontra, chegar perto dele sem que o mesmo saia correndo é uma dor de cabeça. Depois disso ainda é preciso fazer o desafio do templo em si, um teste para medir as suas habilidades com o timing de bombas. Como se decifrar a musiquinha e pegar o cervo já não fosse o suficiente...

    6) Into the Vortex - Templo Ritaag Zumo

    "Que linda espiral é essa no mapa? Acho que vou descer para dar uma olhadinha...” - Melhor pensar duas vezes. Esse “ponto turístico” tão convidativo no mapa é na verdade uma das mais longas e irritantes missões de escolta (sim, mais uma delas) que Legend of Zelda: Breath Of The Wild esconde.


    Dessa vez seu trabalho é escoltar uma bola através de um longo caminho cheio de Moblins, Lizalfos, Bokoblins e numerosos Octoroks (ah, esses malditos polvinhos cuspidores de semente!). Não espere uma voltinha na praia; chegar até o centro da espiral vai demorar muito, muito mais do que você gostaria.

    5) Joloo Nah Apparatus – Templo Joloo Nah

    A região da Death Mountain já é difícil devido às suas altas temperaturas, agora imagina que para chegar ao templo de Joloo Nah, um grupo de Gorons te desafie a sentir esse calor com um pouquinho mais de intensidade. Não ficou claro para você? Muito bem, eu quis dizer um teste que envolve agonizar em uma zona de calor excruciante sem usar nenhuma de suas armaduras.

    Tudo bem, essa primeira parte se torna relativamente fácil se você tiver bastante comida em seu estoque, mas quando Link finalmente passa pelo desafio e chega a hora de enfrentar o templo... Ai, ai. Aqui, temos uma série de puzzles divididos em três partes principais, todos eles girando em torno de controles de movimento (ah, motion controls, pra que tanta dificuldade?). O desafio atinge o seu ápice ao chegar na última seção do templo, aonde você precisa acender as tochas de todos os lados de um cubo flutuante sem deixar os jatos de água apagar nenhum deles. Tá certíssimo, Joloo Nah. Não é pra dar a sua benção para qualquer heroizinho de meia-tigela.

    4) Stop to Start – Templo Rotah Chigah

    Quando achamos que já havíamos passado pelo pior em Breath of The Wild, o DLC Champion’s Ballad nos traz o templo Rotah Chigah, um dos testes que mais exigem da sua destreza no game. Nesse templo, Link precisa passar por uma longa corrida de obstáculos cheia de plataformas pontiagudas prontas para te matar ao menor descuido.

    Cada seção de Stop to Start é mais exigente que a anterior, com desafios que vão desde criar uma passarela com plataformas metálicas, que tremem a cada solavanco das armadilhas do chão, até um extenso e traiçoeiro corredor bem ao estilo Tomb Raider. É um daqueles templos que, se você não for cuidadoso, vai ter que repetir, repetir e repetir...

    3)Ketoh Wawai’s Blessing - Templo Ketoh Wawai

    Quando o lugar tem um visual tão ameaçador quanto o de Thyphlo Ruins, você sabe que é melhor deixar essa aventura para pelo menos depois da metade do jogo. Ao chegar nessa terra rodeada por uma densa névoa, logo de cara você é avisado que por ali não há nenhuma luz – um desafio aterrorizante para os que têm medo de escuro.

    Seu único guia para chegar ao templo Ketoh Wawai está no brilho laranja perdido no meio da escuridão. Mas até você chegar ao seu destino, terá que utilizar muito bem seu estoque de flechas de fogo, prestar atenção em todos os barulhos ao seu redor e, claro, enfrentar um imenso Hinox no escuro, porque obviamente teria que ter mais alguma coisa guardando a chave para você poder entrar no templo. Sem ele ficaria fácil demais, né? Não.

    2) Eventide Island – Templo Korguh Chideh

    Um famoso artifício que os videogames utilizam para chacoalhar a confiança do jogador está naquela hora em que o jogo decide subitamente te impedir de usar todos os seus aprimoramentos e itens no meio de um ambiente hostil. E Breath of The Wild, como uma obra que se tornou notória por brincar com as convenções da indústria, não poderia deixar de abordar essa ideia.

    O desafio do templo de Korguh Chideh recicla essa antiga artimanha dos games, criando uma das ilhas mais difíceis de Hyrule. Logo que o Link pousa nesse pequeno lugar afastado de todo o continente, somos avisados que, para chegarmos até o templo, será necessário sobreviver as várias ameaças da ilha utilizando apenas o que a ilha tem a oferecer – o que significa que todas as armaduras, itens e armas que você trabalhou tanto para conseguir sumirão do nada e só serão devolvidas assim que a tarefa for cumprida. Definitivamente um dos momentos mais angustiantes do jogo.

    1)Myahm Agana Apparatus - Templo Myahm Agana

    https://1.bp.blogspot.com/-6TzX0Kexft4/W2HyHjZ6ZCI/AAAAAAAAASM/aOXsomeQYv4wLRjMho9QkW9Gxmi4qYbsACEwYBhgL/s1600/Legend%2Bof%2BZelda%2B11.jpg

    Uma batalha épica? Não. Um quebra-cabeça que torraria os neurônios até de um Holmes ou Poirot? Quem dera. O maior desafio encontrado em um templo de Legend Of Zelda: Breath the of Wild tem como grande obstáculo... mais uma vez, os controles de movimento. No templo de Myahm Agana, é preciso manipular uma bola dentro de uma plataforma guiada através dos controles de movimento e admito que ao olhar para imagem desse maldito labirinto flutuante já tenho flashbacks nada saudosos.

    Só a dificuldade que foi conduzir a bolinha sem deixá-la cair bem na abertura da saída (adicione pelo menos umas 10 tentativas frustradas só nessa parte!) já me convence que esse foi, definitivamente, o teste de destreza mais angustiante que vivi em minha jornada.

    fonte:https://www.nintendoblast.com.br/2018/08/zelda-breath-of-wild-templos.html

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Plataforma: Nintendo Switch
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  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-06 10:39:50 -0300 Thumb picture

    Desafio: 30 Dias - Minha Vida nos Jogos

    Vou adaptar um pouco esse @desafio para meu cotidiano agitado, pra eu conseguir postar todos os dias hahahaha.

    Falarei um pouco de cada dia dele e tentarei seguir o máximo possível sem repetir os jogos.

    DAY 18 - FAVORITE PROTAGONIST: para não ficar muito repetitivo essa lista, escolhi para esse dia a Princesa Zelda ♥ (meu primeiro Amiibo foi o dela sem ao menos ter como usar rs)

    Por que não ela né? Me apaixonei pela franquia através dela, então mais que merecido colocar ela aqui ♥ (e antes que venham me falar, o jogo tem o nome dela, então ela é protagonista sim u.u ! )

    DAY 1 - DAY 2 - DAY 3 - DAY 4 - DAY 5 - DAY 6 - DAY 7 - DAY 8 - DAY 9- DAY 10 - DAY 11 - DAY 12 - DAY 13 - DAY 14 - DAY 15 - DAY 16DAY 17

    Hyrule Warriors

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  • 2018-08-05 08:30:51 -0300 Thumb picture

    Algum interessado em criar conteúdo para @thelegendofzelda

    Como eu @marcoslink não tenho Nintendo Switch e nem mais tempo de criar para a alvanista gostaria de saber se há algum interessado em criar conteúdo para a persona principalmente o mais recente Zelda o Breath of the Wild

    Se aparecer algum interessado talvez demore um pouco mas será muito bem vindo.

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

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    • Micro picture
      thecriticgames · 2 meses atrás · 2 pontos

      Republicando

      10 respostas
    • Micro picture
      darleysantos676 · 2 meses atrás · 2 pontos

      Caramba @marcoslink, faz tempo que não te via! Fui ver aqui e só tava seguindo a persona, mas tô seguindo agora. The Legend of Zelda, o jogo mais memorável da minha vida! Pena que não posso colaborar, por motivos de tempo e o vício da procrastinação...

    • Micro picture
      katsuragi · 2 meses atrás · 2 pontos

      Republicado.

  • muser Rafael Nogueira
    2018-07-26 13:59:16 -0300 Thumb picture

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