• luchta Ewerton Ribeiro
    2021-03-03 18:58:05 -0300 Thumb picture
  • 2021-02-25 15:28:02 -0300 Thumb picture
  • frohlich Gabri
    2021-02-25 12:36:10 -0300 Thumb picture

    Jogos que eu espero jogar esse ano

    AVOWED
    Rez a lenda que esse jogo vai sair esse ano, eu quero muito acreditar que sim, a obsidian é um estúdio fantástico, estou esperando um trabalho sensacional dos caras, se for  um rpg estilo skyrim, vai ser animal!



    SCORN
    Esse jogo parece ter uma vibe bem tensa, curti muito a estética do jogo e o estilo da ambientação, com certeza é um game que merece atenção



    Pokemon Diamond and Pearl remake
    Esse ia ser legal se fosse bem feito, eu espero não ser um novo lets go ou ter o tratamento porco que sword and shield recebeu

    TUNIC
    Jogo simples, mas parece muito divertido!

    STALKER 2

    Uma franquia consagrada já, tem uma vibe fallout,  curti demais, peguei os antigos no pc e gostei muito, se sair esse ano o 2 , vai ser incrível




    the legend of zelda wind waker
    Se vir pro switch vai ser massa, mas não vou pagar 60 doletas nem fodendo xD


    HALO INFINITE
    Esse jogo tem tudo pra ser foda, não vejo a hora de juntar a galera e zerar no lendário essa parada, só vem halo

    Avowed

    Platform: Xbox Series X
    5 Players

    13
    • Micro picture
      gan0nd0rf · 9 days ago · 2 pontos

      Vai ter pokémon direct amanhã, pra anunciar o remake do diamante/pérola, usando a arte gráfica do link aweking do switch.

      2 replies
    • Micro picture
      _gustavo · 9 days ago · 1 ponto

      Stalker 2 só lá pra 2023 (ou mais) de acordo os devs

  • 2021-02-24 13:37:38 -0300 Thumb picture
    7
  • 2021-02-21 21:14:59 -0300 Thumb picture

    35 anos de The Legend Of Zelda

    Medium 762700 3309110367

    21 de Fevereiro 1986

    35 anos de uma lenda. Nesta data, era lançado o primeiro jogo daquela que se tornaria a mais grandiosa e a mais épica franquia da Nintendo até hoje. The Legend Of Zelda era lançado no Japão para Famicom Disk System.

    Arte feita por mim

    Link: https://www.instagram.com/arthur.luna.designer/

    The Legend of Zelda

    Platform: NES
    2914 Players
    157 Check-ins

    3
  • 2021-02-18 01:43:37 -0200 Thumb picture

    Resumo da Nintendo Direct (17/02/2021)

    Medium 3852721 featured image

    Nesta quarta-feira (17/02), a Nintendo apresentou a sua Nintendo Direct, a primeira depois de 2 anos, e ela foi recheada de novidades e surpresas. Confira: 

    A apresentação começou surpreendendo a todos, anunciando Pyra e Mythra de Xenoblade Chronicles 2 como novas personagens para o Super Smash Bros. Ultimate. No jogo, é possível alternar entre as duas personegans durante a luta, sendo assim um "2 em 1".

    Sensação de 2020, Fall Guys: Ultimate Knockout vai ganhar uma versão para Nintendo Switch. Até então, o jogo estava disponível para PC e Playstation 4, e seu lançamento para o console da Nintendo pode abrir uma possibilidade para uma possível versão do jogo para Xbox.

    Outro jogo que chega ao Switch é Outer Wilds, jogo publicado pela Annapurna Interactive (Sayonara Wild Hearts, Donut County), no qual o jogador navega pelo espaço por 22 minutos.

    Famicom Detective Club é uma série de jogos estilo visual novel que surgiu em 1988 para Famicom (NES japonês), e os dois jogos da série vão receber remakes para Switch. Famicom Detective Club: The Missing Heir e Famicom Detective Club: The Girl Who Stands Behind serão lançados no dia 14 de Maio.

    A Koei-Tecmo marcou presença na apresentação da Nintendo, anunciando Samurai Warriors 5.

    Legend Of Mana, jogo de RPG do Playstation feito pela Square vai chegar ao Switch com várias melhorias gráficas e sonoras. O jogo chega ao console no dia 24 de Junho.

    Anunciado em 2020, Monster Hunter Rise ganhou um novo trailer mostrando mais sobre a história e os monstros do novo jogo da franquia da Capcom. O jogo teve a data de seu lançamento divulgada: 26 de Março. O Nintendo Switch vai receber uma versão tematizada do Monster Hunter Rise, assim como o Controller Pro do console.

    Mario Golf, um dos muitos spin-offs do Super Mario, vai ganhar um novo jogo. Mario Golf: Super Rush ganhou um trailer de anúncio e foi apresentada diversas maneiras de jogar com os Joy-Cons, além dos modos de jogo. Mario Golf: Super Rush vai ser lançado no dia 25 de Julho.

    Tales From Bordelands, jogo da TellTale do universo de Bordelands chega ao Switch em 24 de Março. Capcom Arcade Stadium, coletânea de clássicos dos arcades da Capcom já está disponível. Stubbs The Zombie in Rebel Without A Pulse, jogo onde você controla um zumbi, chega ao Switch no dia 16 de Março. 

    No More Heroes 3, novo jogo da icônica série criada pelo Suda51, ganhou um novo trailer mostrando toda a maluquice e insanidade que o protagonista Travis Touchdown irá enfrentar. O jogo será lançado no dia 27 de Agosto.

    Neon White é o novo jogo da Annapurna Interactive, criado por Ben Esposito (Donut County). O jogo é de gênero ação em primeira pessoa, onde você usa cartas para executar seus ataques.

    Sim, houve tempo para anunciar um jogo da DC Super Hero Girls. DC Super Hero Girls: Teen Power é um jogo de aventura com elementos de beat' em up, onde você joga com as principais personagens da série animada, como Batgirl, Mulher-Maravilha, Super Girl, entre outras. O jogo chega ao Nintendo Switch no dia 4 de Junho.

    O jogo mais recente da franquia Plants Vs Zombies (Electronic Arts/PopCap) vai chegar ao Switch. Plants Vs Zombies: Battle For Neighborville chega em 19 de Março com toda a destruição nesta eterna batalha entre plantas e zumbis.

    Miitopia é um jogo estilo RPG, onde os personagens são seus Miis, avatares da Nintendo. O jogo foi lançado originalmente para Nintendo 3DS em 2016, e agora ele vai receber uma versão melhorada para o Switch no dia 21 de Maio.

    Ainda em clima de comemoração aos 35 anos do Super Mario, o jogo Animal Crossing: New Horizons vai receber uma atualização no dia 25 de Fevereiro, que vai trazer roupas e decorações temáticas do Super Mario.

    Chamado de Project Triangle Strategy, o novo jogo da Square-Enix nos moldes de Octopath Traveler foi anunciado com um trailer. Foi mostrado também a história e as mecânicas do jogo, e ao que parece, cada decisão sua pode trazer consequências ao longo da campanha. A demo já está disponível para jogar.

    Star Wars Hunters é um jogo de combate em equipe que está sendo desenvolvido pela Zynga (Farmville) e será um dos primeiros jogos publicados pela LucasFilm Games, nova divisão de jogos da LucasFilms, dona dos direitos de Star Wars. O jogo vai ser lançado ainda em 2021.

    Knockout City é o novo jogo da Electronic Arts da linha EA Originals, divisão indie que trouxe jogos como Fe e Sea Of Solitude. O jogo se assemelha a um jogo de queimada, onde duas equipes jogam bolas em direção ao seus adversários.

    A NIS America, estúdio responsável pela série Disgaea, anunciou seu mais novo jogo. World's End Club é um jogo estilo visual novel inspirado na série Danganronpa, onde um grupo de jovens ficam presos em um parque temático e, ao descobrirem o que aconteceu lá fora, devem sobreviver a todo custo. O jogo chega no dia 28 de maio.

    Hades, jogo premiado na Game Awards 2020 na categoria Melhor Jogo Independente e Melhor Jogo de Ação, vai ganhar uma versão física para o Nintendo Switch no dia 19 de Março. O roguelike da Supergiant Games (Transistor, Bastion) vai também incluir um código para baixar a trilha sonora do jogo.

    Outro anúncio da Koei-Tecmo foi uma coletânea chamada Ninja Gaiden: Master Collection, que vai incluir: Ninja Gaiden Sigma (2007), Ninja Gaiden Sigma 2 (2009) e Ninja Gaiden 3: Razor's Edge (2012). A coletânea vai ser lançada no dia 10 de Junho.

    Hyrule Warriors: Age Of Calamity teve um trailer curto anunciando a Expansion Pass do jogo, que vai adicionar novos conteúdos. As expansões vão ser lançadas em 28 de Maio, Junho e Novembro de 2021 respectivamente.

    Bravely Default 2 recebeu um trailer mostrando mais do seu gameplay e será lançado em 26 de Fevereiro, e sua demo já está disponível na Nintendo eShop.

    Um dia antes, 25 de Fevereiro, será lançado Ghosts 'n' Goblins Ressurection, remake do clássico da Capcom lançado originalmente para NES. O jogo ganhou um trailer mostrando mais da gameplay.

    SaGa Frontier, RPG lançado em 1997 pela Square, vai ganhar uma versão remasterizada para o Nintendo Switch no dia 15 de Abril.

    Apex Legends, jogo estilo battle royale desenvolvido pela Respawn Entertainment (Titanfall, Star Wars Jedi: Fallen Order), estará chegando ao Nintendo Switch em 9 de Março.

    Muitos esperavam novas informações sobre a continuação de The Legend Of Zelda: Breath Of The Wild. Mas, o produtor da franquia, Eiji Aonuma, pediu desculpas por não ter ainda material pronto para ser apresentado sobre o jogo. Mas a surpresa veio com o anúncio de The Legend Of Zelda: Skyward Sword HD, versão em alta definição do jogo original lançado em 2011 para Nintendo Wii. O jogo terá melhorias quanto aos controles, adaptando os comandos do Wii Mote para os Joy-Cons. O jogo também será compatível para o Switch Lite. A data do lançamento de Skyward Sword HD está marcada para 16 de Julho, assim como os Joy-Cons temáticos do jogo.

    A Nintendo Direct encerrou com o anúncio bombástico de Splatoon 3, que está previsto para ser lançado em 2022, 5 anos depois de seu antecessor Splatoon 2 (2017).

    2
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-02-16 01:17:02 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D

    Zerado dia 15/02/21

    Quando eu era moleque, via The Legend of Zelda em toda revista de games. Revistas novas, velhas, revistas focadas em Nintendo ou não. Eu acabei conhecendo os personagens de tanto vê-los pelas páginas, mas nem imaginava exatamente qual seria a sensação de jogar a série, e curiosamente não era louco para jogá-los, apenas bastante curioso, até porque eu era criança e sem dinheiro. Não conseguia me imaginar comprando esses jogos e as plataformas mais modernas da época.

    Eu finalmente conheci o famoso Ocarina of Time graças a uns primos que já pareciam entender tudo sobre o jogo enquanto eu só admirava a riqueza de coisas para fazer num jogo e sua complexidade! O jogo era incrível em cada detalhe e muito além do meu mundinho de Super Mario World e mais uns títulos que ninguém liga de SNES.

    Graças a influência deles eu conheci também a série Pokémon dos jogos. Eu era louco pelo anime naqueles tempos que era uma super febre, mas jamais imaginei como poderia curtir ainda mais os monstrinhos graças aos jogos, que estavam na segunda geração até então.

    Quando voltei para Brasília, acabei indo correndo atrás de Pokémon Crystal, que comprei falsificado na feira (mas curiosamente nunca deu problema, nem de save). Meses depois achei Zelda: Oracle of Ages e o comprei também, e foi aí que começou o meu amor pelo que se tornaria a minha franquia favorita de video games. Joguei demaaaaais no meu velho GBC roxo transparente!

    Na minha volta a visitar meus primos no ano seguinte, lembro que fomos a uma locadora (que parecia o paraíso pra mim) e eles alugaram uns jogos de N64 e me lembro vividamente de eles terem trazido Donkey Kong 64 e The Legend of Zelda: Majora's Mask para casa.

    Nessa época eu já amava Donkey Kong pelo DKC3 e curti bastante o de 64, mesmo seguindo um gameplay bem diferente. Já o Majora's Mask foi um misto de amor e decepção. Ele parecia um bocado com o Ocarina of Time, mas não conseguíamos dar continuidade ao jogo pois andávamos e andávamos pela cidade e depois de um tempo o mundo acabava  e era isso. Eles deixaram o jogo meio de lado mas eu insistia em jogá-lo quando a TV estava livre pois o jogo era carismático e bonito, fora que era uma chance de jogar N64 pra mim!

    No final do período de aluguel de Majora's Mask, eu finalmente fiz algum progresso! Para quem conhece o jogo, eu cheguei até a parte que o Link recupera a ocarina. Eu era horrível com inglês e lembro que o jogo fez uma pergunta (que agora sei que era "Deseja voltar no tempo?"), eu escolhi "Yes" e estávamos de volta ao início do jogo, eu e meus primos, todos em frente à TV. Mas o quê? Foi aí que eu desisti do jogo, nada fazia sentido e eu não queria ter que fazer tudo só para chegar naquela parte e escolher a outra opção (o certo é escolher "Yes" mesmo).

    Anos depois, com meu primeiro computador, consegui emular o jogo e outros, uma grande novidade pra época. Resolvi então voltar a jogar Majora's Mask e ver se eu o terminaria, agora sabendo bastante inglês. Consegui e curti muito! Lembro ainda que em seguida fui para o Ocarina o Time (não tinha menor noção de ordem de lançamentos) e, olha só, nem achei tão legal como o Majora's!

    Agora, mais uma porrada de anos depois, voltei a jogar Majora's, mas a versão do 3DS, lançada em 2015 (eu lembro tanto da revelação do remake numa E3 que parece muito mais recente). O jogo está no meu portátil há séculos, mas resolvi jogar agora para liberar um espaço legal no cartão de memória e contando que eu o terminaria rapidamente.

    Eu estava empolgado em jogar MM. Primeiro que eu amo o jogo, segundo que o remake do Ocarina of Time, também de 3DS, é sensacional (joguei em 2012) e até pelo fato de usar funcionalidades extras do New 3DS que ainda não tive a oportunidade de testar de verdade, como aquele segundo "analógico".

    Pois bem, começando a aventura, percebe-se que MM ganhou uma modernizada nesse remake. O jogo tem uma roupagem mais "pop" e colorida e menos medonha que a versão original do N64, o que dá pra entender visto o que a série se tornou e por ser um jogo de 3DS com um público até meio diferente.

    É um jogo bonito sem dúvidas. E se você comparar as duas versões me vídeo, vai ver que o salto era bem maior do que imaginávamos.

    O efeito 3D é legal. Não tanto quanto um A Link Between Worlds da vida, mas ainda assim bacana e charmoso e com o cuidado que os jogos mais relacionados a Nintendo tem.

    A jogabilidade é excelente já de cara e tudo parece muito familiar. O c-stick permite controlar a câmera, mas ainda é possível jogar usando o L para trazê-la para trás do Link. Acabei me acostumando bastante à usar apenas o c-stick.

    Já na cidade inicial, eu fiz tudo aquilo que levamos dias para descobrir na época da locação em minutos! Em parte porque eu já sabia o que fazer (mas não lembrava de tudo) e em parte por agora saber inglês. Os personagens deixam bem claro o que fazer em diálogos.

    Definitivamente é um jogo para quem sabe a língua pois a sua missão as vezes é tão simples mas pode levar muitas horas para fazer algo específico por não ler uma caixa de diálogo.

    Agora a parte ruim de saber sempre o que fazer e já conhecer o jogo é que a exploração de uma primeira jogatina não existe mais. Digo isso pois esse jogo se passa em três dias e os NPCs da cidade seguem uma rotina nesse tempo e é muito legal acompanhá-los e seus diálogos e ações na preparação do Carnaval/Fim do Mundo, algo bem Shenmue. Pra dizer a verdade, a cidade é a minha parte predileta do jogo até hoje e é tanta coisa acontecendo/para se fazer que é fácil entender que alguém que não saiba ler os textos infelizmente acabe se perdendo, da mesma forma como eu me perdia e que achava que poderia estar próximo do final da aventura quando consegui fazer alguma coisa.

    A minha jogatina estava programada para ser casual. Eu não iria atrás de itens desnecessários nem das mil e uma sidequests e máscaras que conseguimos indo e voltando no tempo, sendo que algumas coisas são exclusivas de dias ou horários específicos, inclusive as vezes tendo que obter algo no último dia e levar para a pessoa no primeiro. Sei que muitas dessas sidequests devem ser acompanhadas mais de perto e com mais foco, o que eu não queria ter que fazer de novo (o ruim é que fiquei sem ver o Fierce Deity Link).

    Assim que consegui a Ocarina, toquei logo uma das músicas que não são ensinadas pelo jogo: Song of Reverse Time. Essa música faz com que a passagem de tempo fique muito mais lenta e que você tenha muito mais tempo para jogar sem se preocupar com fim do mundo. Essa é obrigatória (nem lembrava do relógio)!

    Assim que fiz as coisas iniciais, parti em direção a primeira dungeon das quatro do jogo. No meio do caminho rolam sempre vários desvios, a necessidade de ter itens conseguidos em outros lugares e até mesmo mini dungeons. Foi tranquilo. Lembrava que a primeira dungeon era grande (para compensar serem apenas 4 contra as tantas de OoT), mas foi bem rápido.

    As coisas começaram a desandar no mapa da segunda masmorra. A entrada do mapa era cercada por gelo e procurei uma forma de derretê-lo, explodi-lo ou sei lá. Não achei.

    Dentro do próprio jogo, lá onde você inicia, há uma pedra que te dá dicas, então fui lá. Não sei se tinha isso no original, mas essa pedra dá dicas detalhadas de como prosseguir no jogo. Quer dizer, nem sei se podemos chamar de dicas pois ela abre um menu separados por diferentes seções (como uma seção apenas do mapa da segunda dungeon) e lá ordena os eventos que devem ser feitos para prosseguir na campanha. No caso da parte que eu tinha, era o primeiro evento, algo como "Adentre as geleiras!"

    cada evento desses é um botão e ao apertar A em cima deles, o jogo reproduz um vídeo resumindo com quem falar, o que comprar, onde ir, o que coletar e o que usar. No meu caso ele mostrou o Link saindo da cidade, depois subindo a rampa para o local onde estava, depois mirando com o arco-e-flecha e atirando numa espécie de estalactite, que caía e quebrava o gelo da entrada. Eu nunca iria lembrar disso, que bizarro!

    Mas esses vídeos estão aí para facilitar e muito a vida de qualquer um e fazer até uma criancinha terminar Majora's Mask. Há ainda dicas de conseguir itens opcionais, como os de aumento de vida etc.

    E falando em dicas, eu não lembro como era originalmente, mas o diário de missões que você consegue detalha muito bem as sidequests conseguidas, o que fazer e até em quais dias eles estão disponíveis etc. Ou seja, qualquer um consegue fazer 100% no jogo, se assim desejar.

    Nos mapas seguintes a minha jogatina foi mais fluída, apesar de ter usado a pedra mais umas duas vezes em que eu realmente não tinha ideia do que fazer. Mas foi bem legal reviver várias coisas do jogo, muitas que eu realmente não lembrava (como o mapa da quarta dungeon que é tão demorado e eu lembrava como se não tivesse quase nada para fazer).

    O finalzão foi bacana, bem bonito nessa versão do 3DS. O último chefe me deu bastante trabalho, mesmo sendo uma das partes que eu mais lembrava do jogo, pois da última vez que o zerei, salvei antes e refiz a batalha inúmeras vezes por achar legal, mas meio fácil demais. Dessa vez eu apanhei bastante mesmo na primeira forma, o que foi até legal e acho que por não ter o Fierce Deity

    Esse chefe não tem nem jarros de recuperação de vida e se você morrer e voltar para a batalha, voltará com apenas 3 corações. Tive até que voltar no tempo, me preparar e tal.

    Resumindo: The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D é um bom remake com muitas melhorias e que ainda me faz lembrar de como eu amo a série nessa época do N64/GBC. Mas é a versão definitiva? Eu não saberia responde exatamente, mas eu diria que não, ao contrário de OoT 3D. O fato é que eu sinto que MM foi feito para ser muito imersivo com toda a sua temática e exploração e que nesse caso, jogar na televisão grande faz a diferença, inclusive com mais calma e aproveitamento do que como joguei. Além disso, os visuais desse remake me pareceram meio estranhos as vezes, quase como aqueles vídeos de remakes de fãs que tiram um pouco da ideia e essência originais , fora o fator nostálgico. Fiquei me perguntando se recomendaria à um amigo que amou Breath of the Wild mas não jogou títulos pré-Switch e fiquei bem dividido. Os visuais, mecânicas facilitadoras e portabilidade são muito bem-vindas, mas acho que algumas mudanças podem tirar um pouco da experiência, inclusive toda essa coisa mais casual e acelerada ao invés de exploração com calma e imersão. As vezes sinto que seria como a diferença entre avançar por conta própria num point-&-click ou RPG depois de um bom tempo perdido, mas determinado, e jogar os mesmos jogos acompanhado vídeos ou textos de detonado depois de não saber o que fazer por 5 minutinhos.

    De bom: visuais melhorados (só não curti umas cores e texturas aqui e ali). Não deixou de ser Majora's Mask. Jogabilidade muito boa, inclusive coma adição da possibilidade de usar o outro analógico e usar controle de movimentos para facilitar a mira dos itens. Pequenas mudanças foram feitas e que são bem-vindas, como a localização do banco de rupees e a batalha dos Twinmold. Jogo muito interessante de todas as formas. Muitas coisas para fazer e conhecer. Conteúdo demais!

    De ruim: algumas ações para dar continuidade no jogo me parecem meio sem lógica nenhuma. Senti que parte da imersão se perde por jogar esse jogo em específico numa tela pequena. Ter que tocar a música de deixar o tempo devagar sempre que voltar pro primeiro dia. perder certos itens ao voltar no tempo sempre atrapalha um bocado. Requer entendimento da língua para uma jogatina decente.

    No geral, foi uma delícia reviver esse jogo, que na minha opinião complementa muito bem o OoT. Tem gente que reclama do "limite de tempo", mas acho isso bem infundado pois o jogo tem muitas mecânicas baseadas em acontecer em 3 dias e ter que ir e voltar no tempo, e se o problema for o fato do mundo acabar, basta deixar o tempo mais lento com a música certa e volta e meia voltar pro primeiro dia (tipo quando terminar uma dungeon). Jogaço!

    The Legend Of Zelda Majora's Mask 3D

    Platform: Nintendo 3DS
    1136 Players
    337 Check-ins

    19
    • Micro picture
      fonsaca · 18 days ago · 1 ponto

      Interessante mesmo esse negócio da cidade ter vários detalhes e ser bem viva. Como vc mesmo comparou, lembra Shenmue nesse aspecto. Todo mundo paga pau pro Zelda BoftW, mas ele têm um grande defeito para mim: o mundo aberto padrão GTA. Ali o cenário é grande, mas não existe essa imersão tão grande, com personagens progredindo e afins. Não que sejam ruim as situações (são melhores do que outros jogos de mundo aberto), só não é tão grande quanto de um Majora's. Apesar de mais recente, parece que a série regrediu nesse aspecto.

      Outra coisa engraçada é que na época desciam o cacete pelo jogo ser feito na mesma engine do Ocarina. Engraçado como hj em dia quase todos jogos são feitos nas mesmas engines e, agora, "não dá nada".

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-11-25 00:35:38 -0200 Thumb picture
    luchta checked-in to:
    Post by luchta: <p><strong>Check-Out</strong></p><p><a href="https:
    The Legend of Zelda: Twilight Princess HD

    Platform: Wii U
    306 Players
    115 Check-ins

    Check-Out

    Acredita que ao mexer nas "settings.xml" o emulador deu um BUG e deu um reset nas configurações dos jogos. E eu tive que configurar de novo, mas o jogo The Legend of Zelda: Twilight Princess HD voltou a funcionar depois desse reset, vai entender...

    Esse jogo é perfeitamente jogável no emulador, mas o ruim é que ainda não tem todos os efeitos do Wii U! Ele é bonito, mas sem os efeitos de luz e sombra ele parece mais datado do que deveria...

    6
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-11-24 01:36:27 -0200 Thumb picture
    luchta checked-in to:
    Post by luchta: <p>Esse jogo deixou de funcionar no <strong>CEMU 1.
    The Legend of Zelda: Twilight Princess HD

    Platform: Wii U
    306 Players
    115 Check-ins

    Esse jogo deixou de funcionar no CEMU 1.22.0k o único que deu problema até agora!

    6
    • Micro picture
      tassio · 3 months ago · 1 ponto

      Vou só observar o progresso disso, mas não vou usar essa 1.22 não. O CEMU tá já muito bom aqui pra mim.

      5 replies
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-11-21 05:47:49 -0200 Thumb picture
    Post by luchta: <p><a href="https://pbs.twimg.com/media/EnT2e2uXcAE

    Achei mais um artista talentoso para seguir no TwitterLogan Cure art!

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Platform: Nintendo Switch
    979 Players
    421 Check-ins

    8

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...