• andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-04-09 10:15:04 -0300 Thumb picture

    30 DIAS DE GAMES!

    DIA 11: COMPANION FAVORITO

    Vou ter que escolher 2... um deles é o simpático e amável TRICO, que lhe dedica a própria vida em prol da sua. Luta pelo que ama, ou seja, você!😍

    O mesmo vale para ELLIE: uma pré adolescente extremamente madura e valente, que tenta ser divertida (vide aquelas piadas bestas que vive contando...)

    DIA 12: PERSONAGEM CRUSH.

    Bora fazer MALE and FEMALE. Uma eterna CRUSH seria...

    E o que dizer do homem maduro e sexy JOEL de THE LAST OF US? Sempre quando vejo essa cena eu me imagino em seus braços...😎

    DIA 13: JOGO MAIS ASSUSTADOR

    Não adianta, apesar do "mi mi mi" envolto desse game, ele definitivamente é assustador com seus gráficos aprimorados...

    Mas gostaria de deixar registrado que qualquer passeio por SILENT HILL também é assustador...😈

    DIA 14: DARIA UM BOM FILME.

    DIA 15: PIOR JOGO QUE JÁ JOGOU.

    Vamos parar de falar mal "do gatinho"? Se você achava o game de luta WAY OF THE WARRIOR para o 3DO ruim, experimente SHADOW - WARRIOR OF SUCCESSION também para o 3DO.

    A cada dia, um POST. Todos convidados a participar do @ desafio. Eu em particular estou adiantando 5 dias = um POST.

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
    762 Players
    111 Check-ins

    33
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-06 23:02:57 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shadow of the Colossus (2018)

    Zerado dia 05/01/19

    Seguindo as jogatinas dos jogos emprestados pra devolver rápido, fui de Shadow of the Colossus, o remake do jogos de Playstation 2 exclusivo do PS4, pois pareceu ser a escolha certa entre os demais, ainda mais depois de jogar The Last Guardian.

    Quero deixar claro duas coisas de antemão: eu joguei a versão original de duas gerações atrás, mas há apenas uns 6 anos atrás eu realmente terminei o jogo. O fato é que eu conheci SotC por volta da sua época de lançamento, mas não dava a mínima pro jogo ou pro console que um amigo próximo tanto gostava. Eu realmente só o joguei depois quando resolvi experimentar todos os jogos relevantes de videogame e descobri que esse título era importante (mas não tinha noção de que as pessoas o amam tanto).

    Em segundo lugar, o meu primeiro playthrough durou cerca de 8 horas na época, na casa de um outro amigo e depois de fechar a aventura, eu achei a experiência bem "ok". Cheguei a jogar o começo da versão HD do PS3 porque a Sony o deu pra mim, mas logo larguei por não ver nada demais.

    Bom, eu provavelmente teria até ignorado esse jogo (e mesmo esquecido pois não vejo ninguém mais falar desse remake) mas um vídeo que a Sony soltou no Facebook na época de seu lançamento: lindo!

    A verdade é que eu acredito que SotC tem uma ambientação bacana e que os visuais gráficos definitivamente fazem diferença pra imersão e aproveitamento de seu mundo.

    O começo se abre com uma cena que me deixou em dúvida se era uma CG ou realmente uma cena renderizada na engine do jogo. Não que seus visuais tenham me confundido com a realidade, mas a forma como essas cenas foram dirigidas parece bastante com as cinemáticas de jogos do passado que nos faziam sonhar em como os jogos seriam um dia.

    A estória é obviamente a mesma, e contada do mesmo jeito. Wander carrega uma donzela em seu cavalo até um santuário repleto de estátuas com o intuito de conseguir a alma dela de volta e assim, trazê-la de volta à vida. A voz do santuário explica que para conseguir fazer seu desejo realidade, o nosso protagonista deverá derrotar todos os Colossus do vale e que isso custará um preço alto (que só descobriremos qual é nos momentos finais do jogo). Wander concorda imediatamente e segue sua aventura para derrotar os gigantes inimigos.

    Nesse ponto do enredo eu já até havia esquecido que estava jogando um remake. Sabe quando você só percebe a diferença quando compara as duas versões de algo? Pois é, e eu me vi constantemente me fazendo lembrar que o jogo era um remake e prestar atenção em cada detalhe para poder falar sobre a experiência.

    Para encontrar seu alvo, segure o botão R1 e Wander apontará sua espada aos céus no maior estilo He-Man. Uma luz sairá da espada em direção ao seu alvo, mas sem especificar rotas para lá chegar, mas dando uma ótima noção (e geralmente é bem tranquilo de chegar em cada Colosso).

    Saindo do santuário e tendo um pouco de dificuldade com os controles (mais diferentes de The Last Guardian do que eu lembrava), o jogo demonstra mais da sua beleza. Cavalgar pelos campos, com a câmera descentralizada do personagem em direção à montanhas e construções grandonas é super cinematográfico e passa aquela sensação de inferioridade do personagem afrente um mundo tão grande e com oponentes que naturalmente tem toda a vantagem de te derrotar em batalha.

    Eu tava um pouco preocupado em enfrentar os Colossus por medo de ter dificuldade em descobrir como os derrotar e pelos traumas com a jogabilidade de SotC. Eu lembro do perrengue que tinha em ficar agarrado a oponentes que ficam se mexendo constantemente enquanto a sua estamina acaba e você tem que o escalar novamente com o personagem mais molenga e controles que não gostavam tanto de responder.

    Pra minha surpresa, eu derrotei o primeiro super rápido, assim como o segundo e só demorei um pouco no terceiro e dali em diante foram quase todos bem rápido. Eu levei 5 horas para fechar a campanha de SotC dessa vez.

    Outra surpresa foi que, de 16 Colossus, eu ainda lembrava de 14 e me cérebro só apagou duas batalhas da minha memória: uma cobra marítima elétrica e um javali que tem medo de fogo (me refiro aos designs dos inimigos e cenários mesmo, pois tive que descobrir como matar quase todos do zero).

    Pois é, cada Colosso é diferente, baseado em criaturas diferentes, com movimentos e fraqueza únicas. As vezes você precisa esperar um ataque deles para achar uma brecha de escalar ou os acertar e fazer com que se aproximem, as vezes você tem que achar uma fraqueza com sua movimentação ou atacá-los quando estiverem em uma posição específica ou ainda usar do mapa contra eles.

    Basicamente, cada luta é um puzzle e varia de duração de acordo com o seu raciocínio e habilidade, até porque a grande maioria exige que você os escale em determinado momento e os ataque em um ponto específico e as vezes isso demora para acontecer e enquanto você sobe o se mantém agarrado em seus pelo, o monstro está fazendo de tudo para que você o deixe em paz e sua estamina acabe. Demorar um pouquinho na luta faz com que a voz dê uma dica de como prosseguir.

    Saber poupar energia e recarregá-la quando possível é essencial, mas logo isso fica óbvio, como a maior parte do jogo fica.

    Apesar da aventura ser curta e rápida, logo eu comecei a a achar repetitiva, sensação que não tive quando joguei no PS2. Você mata um Colosso, é transportado de volta ao santuário, a estátua daquele inimigo se destrói, a voz fala alguma coisa sobre seu próximo objetivo e em seguida você estará cavalgando de novo em direção à luz da sua espada e enfrentando outro Colosso.

    Aquela coisa de achar o cenário bonito começou a desaparecer na metade do jogo pra mim, pois você anda tanto pelos mesmos lugares ou outros parecidos que acaba perdendo um pouco da graça. O mapa em si não é muito grande e é bem limitado. Além disso, é tudo meio morto, ainda mais depois de jogar Breath of the Wild e Xenoblade Chronicles 2, entre outros. Nada acontece, árvores só numa floresta ou outra, várias áreas desérticas, nenhuma vila ou outro personagem. Sei que tudo isso é pra reforçar a sensação de solidão mas acredito que o cenários poderia ser um pouco mais vívido e imersivo enquanto pra mim foi mais como se o mapa fosse um intervalo ou descanso para a próxima batalha.

    Sinto que muita coisa do PS2 se deu por conta de limitação de hardware e que eles poderiam ter aprimorado além dos visuais. Lembra quando eu falei sobre o visual da propagando ter me convencido? Era uma floresta e passando por lá no meu humilde PS4 Slim, não achei nada demais e só jogando pra você perceber que não tem muita graça fica parado pela fase fazendo anda ao invés de ir jogar de verdade.

    Resumindo: Shadow of the Colossus é um remake bacana e que não saiu muito do que o jogo era no PS2, sendo exatamente o que eu esperava quando joguei a versão HD do PS3. Pra quem curte o jogo original, esse remaster é uma boa pedida, mas vou lembrar que eu definitivamente me senti jogando o mesmo jogo, como se eu já tivesse o jogado sem mudar nada 6 anos atrás. Comparando as versões, esse aqui humilha o outro, mas por si só, não é nada exuberante (como achei que seria).

    De bom:  agradável aos olhos. Eu senti bastante o fim da estória e meu amigo me disse que é porque essa versão tem legendas e a gente entende melhor o enredo, coisa que não tinha no PS2 (não tinha mesmo não? Não me lembro). Fiel ao original. Batalhas diferentes e exigem que você explore os chefes e os cenários.

    De ruim: jogabilidade meio zoada, como já esperado. Me estressei muito com isso e com o personagem não escalando pro lado desejado, não pulando pra onde eu queria e tal.  Outro exemplo disso é que o d-pad pra esquerda equipa o arco e pra direita a espada. Por quê não simplesmente apertar qualquer um pra mudar visto que não há outros equipamentos e nem a possibilidade de tirá-los da mão? Em várias batalhas eu tinha que trocar rápido e eu acabava "trocando pro mesmo" e as vezes você nem percebe a confusão porque o corpo do personagem escondeu a arma ou no calor do momento e a falta de um ícone dizendo o que você está usando não permitem distinguir bem. A câmera não gosta de responder aos seus comandos, muitas vezes em troca da cinematografia do jogo. Cenários meio vazios e nada impedindo você de chegar ao próximo inimigo, nem um puzzle, um inimigo, sei lá, reforçando o boss rush que SotC é.

    No geral, o jogo é legal, nem fede nem cheira, apesar de um curtir o conceito e a ambientação e odiar a jogabilidade. Ele começa e termina meio do nada e não me pareceu muito memorável. Bacana, mas vou deixar aqui as palavras de um amigo que me viu matar os 3 últimos Colossus ontem: "Esse povo era muito carente pra ter um Zelda no PS2".

    Shadow of The Colossus

    Platform: Playstation 4
    336 Players
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      lipherus · 4 months ago · 3 pontos

      Parabéns pela finalização @anduzerandu!

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 4 months ago · 3 pontos

      Encaixe perfeito dos games engatados pra jogar...
      ...

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      jclove · 4 months ago · 2 pontos

      Putz, não lembro como mata praticamente nenhum dos colossus mais.hehe
      Sobre a sensação de vazio e de "tudo morto" faz parte do conceito do jogo mesmo, a idéia é passar a solidão da jornada loka do Wander. Gosto muito do conceito e história dele, mas não rejogaria o remake tão cedo.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-01 23:33:38 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Last Guardian

    Zerado dia 01/01/19

    Olha aí o primeiro jogo terminado do ano! A verdade é que eu corri pra terminá-lo ontem antes do Ano Novo e de certa forma eu consegui, mas ainda rolou zeramento e tal depois da hora e no fim das contas, o jogo acabou mesmo hoje, logo após os fogos estourarem nos céus.

    The Last Guardian é um dos 4 jogos que peguei emprestado com um amigo, Lucas. Ele vem pensando em vender o Playstation 4 e tem um bom bocado de jogo, sendo que vários deles eu nem me preocupei em comprar porque já sabia que pegaria com ele. Fiz uma jogatina aqui em casa e pedi que o dito cujo os trouxesse. Resultado: tô jogando esses jogos pra zerar logo e devolver rápido, como gosto de fazer.

    Como eu havia acabado de fechar o God of War, escolhi algo mais diferente e rápido pra começar. The Last Guardian (TLG) é outro título criado pelo Team ICO, de ICO e Shadow of the Colossus. Eu já disse isso no passado, mas não sou muito fã desses jogos.

    TLG começa com um garoto conhecendo uma fera gigante que é basicamente um cachorro com orelhas e agilidade de um gato, penas ao invés de pelo, um rabo meio que de roedor, asas, um focinho parecido com o de um pastor alemão e com um formato meio que de bico, patas de pássaro e um par de chifrinhos. Apesar de toda a estética bizarra misturada, a criatura é basicamente um dogão.

    O começo totalmente aleatório numa caverna com o primeiro encontro deles depois de acordar é tão... forçado. Ou foi o que eu achei no início.

    Essa parte serve como um tutorial dos comandos e coisas básicas que você pode fazer, como alimentar a fera jogando barris brilhosos perto dela ou chamá-la para perto. Os comando ainda incluem puxar alavancas, escalar e essas coisas.

    Se você jogou ICO, já pode imaginar um jogo bem semelhante: cheio de ruínas e áreas verdes aqui e ali com um pouco de árvore e grama. Cada lugar alcançado é como um puzzle. Como sair dali? Pra onde eu vou?

    O jogo flui bem no início mas logo fica repetitivo, com cenários parecidos e poucos elementos novos. Mas TLG se torna frustrante a partir do ponto que a jogabilidade e os controles do personagem parecem não funcionar e você se sente controlando uma ragdoll zoada. As vezes parece que os botões não respondem nas partes de plataforma. Pula! PULA!

    Logo cedo você aprende a escalar na fera, que se chama Trico, para alcançar áreas mais altas ou mesmo ser levada por ela para outros lugares. Imagine um mini-você em cima de um gato que pula em cima da pia, depois em cima da geladeira. É tipo isso.

    A parte de subir em Trico chega a ser frustrante como em Shadow of the Colossus. Que jogabilidade TENSA! Sobretudo quando ele está inquieto.

    Mais pra frente você aprende a dar comandos específicos à ele, como pular pra cima de um lugar que estiver olhando, sentar e deixar o rabo pendurado e mesmo atacar, embora ele já faça isso sozinho de qualquer forma.

    Pois é, há combate no jogo pois em diversas partes armaduras possuídas tentam te pegar e levar para um portal, fazendo você perder o jogo, aparentemente (é bem fácil se livrar delas quando elas conseguem te pegar). Apenas Trico pode destruir esses inimigos e há várias partes onde você estará sozinho e precisará abrir um portão pro seu amigo entrar e acabar com todos, mas é um saco puxar alavancas enferrujadas e carregar peso pra fazer sua missão com os inimigos no sue pé.

    Mais tarde você consegue um escudo que projeta uma luz e faz com que raios saiam do rabo do dogão e destruam o que quer que você estiver mirando.

    Eu joguei basicamente metade do jogo em uma longa sentada e dei uma enjoada. Não aguentava mais tantas ruínas, jogabilidade zoada, esperar meia hora pra Trico executar uma ação que mandei (depender de IA é sempre uma bosta) e o visual que é quase sempre como um remaster de PS3 de um jogo de PS2.

    No segundo dia, eu voltei e com uns 10 minutos de jogatina, eu quase desliguei o PS4. Esse jogo já tinha me cansado de um jeito inédito.

    Mas uma coisa que não vou mentir é que fui me apegando a amizade dos personagens e principalmente ao Trico (sou meio fanzete de animais). Chegam partes que eles estão escalando torres, correndo por pontes quebradas e sobrevivendo por um fio que faziam meu coração disparar. Hummmm... inesperado.

    Todas essas ruínas e cenários estão dentro de um vale, como um vulcão gigante (mas sem lava) e de vez em quando você acaba voltando de alguma forma para uma área visitada há bastante tempo. "Cacete! Eu lembro desse lugar! A gente tinha passado por essas portas, e agora caímos aqui pelo teto depois de um acidente!"

    Chegou um momento que, apesar da jogabilidade estranha, eu tava gostando de pra onde a estória estava indo. Cinemáticas lindas são mostradas e contam a estória das coisas, inclusive o início de tudo e como eles foram parar lá. Nesse momento eu já estava dizendo: esse jogo é bom, apesar de eu ainda ter preferido Shadow of the Colossus.

    Inimigos e acontecimento ameaçam a vida da dupla. Muitas vezes achei que Trico iria morrer e eu estava sentindo como se um cachaceiro da rua tivesse chutado o meu cachorro de estimação e o deixado bem mal no veterinário. Uma mistura de dó e raiva e... pera, é só um jogo. Um jogo esquisito.

    Tem uma parte que nós chegamos num lugar bonito e o seu amigão até deita e tira um cochilo. Umas duas horas depois nós despencamos lá depois de uma feroz batalha por "coincidência" e dessa vez Trinco está completamente acabado. Que contraste legal e que só jogando pra saber.

    Vamos ajudá-lo a se recuperar dando mais barris para comer! Ele te salvou taaaantas vezes, esse lindo!

    Amigos, no último "capítulo" do jogo, a dupla estará próximo de seu objetivo, numa torre bacana. Inclusive os momentos finais são os graficamente mais bonitos de todo o jogo.

    É ainda que as últimas revelações são feitas e os ares ficam muito ruins. Ambos são judiados e injustiçados tentando ajudar um ao outro e depois de fazer o último puzzle no calor do momento, entram as cenas finais.

    A partir daí, TLG se tornou uma EXPERIÊNCIA INCRÍVEL. Eu não conseguia piscar com tudo o que estava acontecendo e como a estória estava sendo levada. Segurei as lágrimas e já tava até quase me dando dor de cabeça. Mas não, nem jogando você consegue imaginar o final surpreendente desse título. Esse zeramento fez tudo valer a pena, cada parte fez sentido! Depois de tudo isso, entram os créditos com uma música bonita e relembrando várias partes da aventura. EU ESTAVA ACABADO. Que experiência, senhores!

    Depois dos créditos, há uma cena que resolve e explica o que faltou. Aí eu não aguentei. Chorei mesmo, como uma garotinha! Que estória bem contada!!

    Logo depois a família entra no meu quarto desejando tudo de bom e eu só ouvia, todo sensível, com medo de falar e repararem no meu estado emocional. No final das contas eu respirei, peguei a capa do jogo e apreciei a arte. Uau!

    Resumindo: The Last Guardian, criado pelo mesmo time que produz uns jogos que nem sou muito fã, me surpreendeu MUITO. Comecei com a expectativa de ser melhor que ICO e terminei pessoalmente achando a experiência muito superior à minha em Shadow of the Colossus (PS2).

    De bom: visuais imersivos. Trilha sonora orquestrada (sobretudo em partes cheias de ação) de altíssima qualidade. Personagens amáveis, sobretudo a besta, Trico. Enredo surpreendente e depois, incrível, assim como o final do jogo. As vezes o jogo "se joga sozinho" quando você demora, o que é muito bom pra partes com seu dogão.

    De ruim: alguns comandos não são muito claros (segura R1 e aperte triângulo para mandar Trico pular) e nunca há a certeza que ele ouviu. Dependência da IA chata e as vezes ela demora um século para executar uma ação. As vezes não há a certeza de pra onde ir e você fica tentando fazer algo impossível. Não dá pra confiar na jogabilidade, principalmente os pulos. Em certas situações você só quer descer de Trinco mas o garoto fica se grudando nele ou nas paredes e EU SÓ QUERO IR PRO CHÃO!

    No geral, eu super recomendo a aventura, que deve durar umas 10 horas, sobretudo se você gosta dos jogos do Team ICO. Já tô até buscando miniaturas da dupla depois desse enredo. Uau! Fazia tempo que um jogo não mexia tanto comigo...

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
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      gossouza · 4 months ago · 3 pontos

      Quem não quer ter um trico em ksa? ^^

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      gossouza · 4 months ago · 2 pontos

      A experiência desse jogo é realmente muito profunda.... no começo a gente fica frustado com o andamento, pensa em largar pra lá, mas isso é tudo proposital porque no final tudo faz sentido, recebemos um soco na cara e choramos igual uma criança... kkk

      1 reply
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      lipherus · 4 months ago · 2 pontos

      E já começou com um jogão! Parabéns! Acho que é consenso que todo mundo diga que o começo é frustrante, mas quase ninguém mantém esse argumento até o fim de jogo kk

      2 replies
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-12-30 23:36:46 -0200 Thumb picture

    ACABOOOOOUUUU...

    ...o ano ainda não. Estou falando desse carai de desafio imenso (quem foi o fdp que criou? kkkkk. Zoeira, curti muito!).

    DIA 29: GAME QUE ACHAVA QUE NÃO IA GOSTAR, MAS A AMOU.

    COUNTERSPY (PS3)

    Modéstia a parte, eu sempre foco em games que imagino que irei gostar. Porém às vezes um TRAILER engana, ou meras imagens e também críticas contraditórias. Eu não imaginava, mas acabei amando esse game:

    DIA 30: JOGO FAVORITO DE TODOS OS TEMPOS.

    Fudeu... eu amo muita coisa (inclusive pessoas). Eu posso citar séries que amo (não dá pra citar um game em específico)...

    SILENT HILLs

    RESIDENT EVILs

    ASSASSINS CREEDs

    UNCHARTEDs

    FALLOUTs

    GAMES COM "BICHINS FOFINS"

    GAMES SEM MEDO DE INOVAR como WHITE NIGHT

    BIOSHOCKs

    Muitos outros nem deu pra mencionar como THE LAST OF US, THE EVIL WITHIN, UNRAVEL, UNTIL DOWN (adoro esses estilos de games / filmes), INFAMOUS, os clássicos dos anos 80 e 90... Não dá mesmo pra escolher UM, sorry!

    Quem animar, está convidado à fazer o desafio: há cada dia, um post.
    Já antecipando um excelente 2019, caso não voltar nesses dias...

    CounterSpy

    Platform: Playstation 3
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      reasel · 4 months ago · 3 pontos

      quem é esse gostoso na sua foto?

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      santosmurilo · 4 months ago · 3 pontos

      Mostra essa delícia desse caraio aí!

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      lipherus · 4 months ago · 3 pontos

      Desde já desejo um Feliz Ano Novo, André! Eu entendo essa angústia de ter que escolher um jogo favorito, a gente joga muita coisa diferente, o que dificulta bastante uma resposta definitiva, mas curti sua sinceridade em sair botando tudo o que gosta, é o certo kkkk

      6 replies
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-12-23 14:10:11 -0200 Thumb picture

    CHECK OUT EMOCIONANTE (SHARE)

    Continuando com esse belíssimo game repleto de simbolismos do início ao fim, e mais um CHECK OUT do ano 2018.

    Parte desses simbolismos vem da enigmática torre que lhe faz subir e, à cada nível, desenhos nas escadas são iluminados e também lhe passa para outros níveis de fases.

    O nível de tristeza e melancolia é muito grande nos momentos finais do game, e isso inclui as trilhas (eu me segurei pra não chorar só com a trilha e desespero do menino...com suas expressões faciais e corporais).

    Se por ventura ficar perdido, acompanhe o feixe de luz em direção ao céu...

    O personagem é muito meigo e simpático (me apaixonei)

    "Raposinha...por favor...não se vá". Por que esses games ficam nos deixando apreensivos colocando esses "bichins fofins" em risco? "TÁ LOKO!

    Gente... EXORCISTA agora?

    "Alguém me ajuda?"

    Quais segredos serão revelados perante o GAROTO, A ILHA e tudo que os cercam?

    Pronto, devidamente ZERADO.
    Só uma palavra: EMOCIONANTE.
    Pera, mais outra palavra: JOGUEM!

    RIME é um excelente game multi, gênero AVENTURA com PUZZLES, lançado em 2017 pela TEQUILA WORKS e TANTALUS MEDIA.

    Inspirado nos jogos de Fumito Ueda como Ico, Shadow of the Colossus e The Last Guardian. Da mesma forma, você também irá se apaixonar por essa obra. RECOMENDO!

    Rime

    Platform: Playstation 4
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      msvalle · 4 months ago · 3 pontos

      Jogão com um final emocionante.

      1 reply
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      matheusps92 · 4 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é lindo mesmo, não tava esperando muito dele e fui bastante surpreendido.

      4 replies
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      lipherus · 4 months ago · 2 pontos

      Mandou bem! Mas e aí, já está com saudades? :-(

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-11-27 13:02:41 -0200 Thumb picture

    EMOCIONANTE (SHARE)

    E ae amigão...

    ...bora continuar essa mágica e incrível aventura?

    Mais uma vez o MENU mudando de acordo com seus avanços...

    "Eita carai...tem mais dele!" O personagem, aproximando - se do final, continua sem entender praticamente nada (e isso é genial para o jogador, que tenta deduzir os reais acontecimentos).

    Não me resta outra opção senão acompanhá-los.

    Atravesso o oceano em meio à tempestade sob sua cabeça...

    Mas que diabos será que "JOURNEY" deseja comigo?

    Nos momentos finais o game vai ficando extremamente triste, assustador e melancólico: a ambientação, a chuva, o medo no personagem...

    É muito importante encontrar as FECHADURAS para ter pistas do que aconteceu com o garotinho (consequentemente o ambiente à sua volta)...

    "Sai dae raposinha...carai...vai se machucar!" É uma agonia grande ver a raposa lhe ajudando e consequentemente "uivando" (na realidade é um lamento que parece uivo) de tristeza e sofrimento

    RIME é um excelente game multi, gênero AVENTURA com PUZZLES, lançado em 2017 pela TEQUILA WORKS e TANTALUS MEDIA.

    Inspirado nos jogos de Fumito Ueda como Ico, Shadow of the Colossus e The Last Guardian. Da mesma forma, você também irá se apaixonar por essa obra. RECOMENDO!

    Rime

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  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-10-22 18:33:41 -0200 Thumb picture

    EMOCIONANTE (SHARE)

    Também caminhando para um CHECK OUT. E a dúvida que não quer calar...o que será que o "bichim" de JOURNEY quer nos contar?

    Por essa razão (tentar entender a trama) é importante coletar todos os colecionáveis.

    Aproximando se do final as coisas vão ficando um pouco mais mórbidas, sinistras e ainda mais misteriosas...

    O personagem principal canta / assobia para a raposinha caso você pressionar o botão de interação. Ela dá uma "rodopiada" e...

    ...o simpático protagonista cai na gargalhada!

    Quem será "ELES"?

    Assustado... vou adentrando esses locais desconhecidos (pelo menos estou com minha parceira ao lado).

    Sinto que algo está prestes a acontecer... e a raposinha some novamente!

    É a rave do "DJ ALOK"...

    Finalizo o post soltando um "hadouken" nesses capetas tentando sugar minha alma!

    RIME é um excelente game multi, gênero AVENTURA com PUZZLES, lançado em 2017 pela TEQUILA WORKS e TANTALUS MEDIA.

    Inspirado nos jogos de Fumito Ueda como Ico, Shadow of the Colossus e The Last Guardian. Da mesma forma, você também irá se apaixonar por essa obra. RECOMENDO!

    Rime

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      sergiosamsa · 6 months ago · 2 pontos

      como eu chorei nesse final...feito uma little girl hahaha!

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-10-10 23:00:30 -0300 Thumb picture

    DESAFIO 30 DIA DE GAMES

    DIA 9: CENA MAIS TRISTE.

    Não é uma cena em específico mas todo o simbolismo...

    ... por trás desse game lindo.

    O game como um todo, a jornada e seu final - todos esses elementos juntos - tornam a experiência incrível.

    Foi o game que me fez chorar... kkkkkkkkkk

    Rime

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  • renanlima1118 Renan Lima
    2018-07-16 14:53:13 -0300 Thumb picture
    Post by renanlima1118: <p>Desafio: Top 20 Músicas de Games</p><p><strong>D

    Desafio: Top 20 Músicas de Games

    DIA 1 - Trilha de The Last Guardian (2016 - PS4).

    The Last Guardian é uma experiencia única e sua tilha sonora reflete muito bem essa característica do jogo. Mais uma bela obra de arte do  Fumito Ueda.

    Florest

    Composer's Choice Soundtrack


    Making Of

    Trailer

    As regras são as seguintes:

    1 - Poste uma música de um jogo por dia por 20 dias (total de 20 jogos);

    2 - Não pode repetir o jogo;

    3 - A música precisa estar no jogo;

    4 - Vale versão remix ou música licenciada no jogo;

    Finalizo agradecendo quem me desafiou @andre_andricopoulos. Desafio qualquer outro lendo e interessado em participar.

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
    762 Players
    111 Check-ins

    2
  • shadowofheart Rodrigo
    2018-07-04 20:15:58 -0300 Thumb picture

    Desafio das 20 músicas! Dia 7

    Continuando com o desafio!

    Não sei se perceberam, mas eu fico comentando sobre a vida aqui, já que não pode comentar sobre a música e o jogo. 

    Mas hoje pensei em uma lista de jogos que eu sempre quis jogar (ou ir até o fim) e iria atrás se me falassem que eu tenho meses de vida (trágico hahahaha).

    Alguns por curiosidade, outros por ter certeza que iria gostar bastante.

    A lista é:

    The Legend of Zelda: Wind Waker e Breath of the Wild

    Metroid Prime (meio que a trilogia inteira, porque eu joguei faz tempo)

    Shovel Knight

    Star Wars KOTOR (terminar)

    Resident Evil VII

    Persona 3

    Zerar algum JRPG gigante do PS2 que eu parei no meio: FF XII  e DQ VIII sendo os principais.

    Final Fantasy Tactics

    Deus Ex (o primeiro)

    System Shock 2

    Shenmue (algum deles)

    Diablo (algum deles)

    E vocês, tem algum jogo assim que você sempre quis jogar mas não deu ainda?

    E quem quiser fazer o desafio (o de música), fique a vontade?

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
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