• anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-06 23:02:57 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shadow of the Colossus (2018)

    Zerado dia 05/01/19

    Seguindo as jogatinas dos jogos emprestados pra devolver rápido, fui de Shadow of the Colossus, o remake do jogos de Playstation 2 exclusivo do PS4, pois pareceu ser a escolha certa entre os demais, ainda mais depois de jogar The Last Guardian.

    Quero deixar claro duas coisas de antemão: eu joguei a versão original de duas gerações atrás, mas há apenas uns 6 anos atrás eu realmente terminei o jogo. O fato é que eu conheci SotC por volta da sua época de lançamento, mas não dava a mínima pro jogo ou pro console que um amigo próximo tanto gostava. Eu realmente só o joguei depois quando resolvi experimentar todos os jogos relevantes de videogame e descobri que esse título era importante (mas não tinha noção de que as pessoas o amam tanto).

    Em segundo lugar, o meu primeiro playthrough durou cerca de 8 horas na época, na casa de um outro amigo e depois de fechar a aventura, eu achei a experiência bem "ok". Cheguei a jogar o começo da versão HD do PS3 porque a Sony o deu pra mim, mas logo larguei por não ver nada demais.

    Bom, eu provavelmente teria até ignorado esse jogo (e mesmo esquecido pois não vejo ninguém mais falar desse remake) mas um vídeo que a Sony soltou no Facebook na época de seu lançamento: lindo!

    A verdade é que eu acredito que SotC tem uma ambientação bacana e que os visuais gráficos definitivamente fazem diferença pra imersão e aproveitamento de seu mundo.

    O começo se abre com uma cena que me deixou em dúvida se era uma CG ou realmente uma cena renderizada na engine do jogo. Não que seus visuais tenham me confundido com a realidade, mas a forma como essas cenas foram dirigidas parece bastante com as cinemáticas de jogos do passado que nos faziam sonhar em como os jogos seriam um dia.

    A estória é obviamente a mesma, e contada do mesmo jeito. Wander carrega uma donzela em seu cavalo até um santuário repleto de estátuas com o intuito de conseguir a alma dela de volta e assim, trazê-la de volta à vida. A voz do santuário explica que para conseguir fazer seu desejo realidade, o nosso protagonista deverá derrotar todos os Colossus do vale e que isso custará um preço alto (que só descobriremos qual é nos momentos finais do jogo). Wander concorda imediatamente e segue sua aventura para derrotar os gigantes inimigos.

    Nesse ponto do enredo eu já até havia esquecido que estava jogando um remake. Sabe quando você só percebe a diferença quando compara as duas versões de algo? Pois é, e eu me vi constantemente me fazendo lembrar que o jogo era um remake e prestar atenção em cada detalhe para poder falar sobre a experiência.

    Para encontrar seu alvo, segure o botão R1 e Wander apontará sua espada aos céus no maior estilo He-Man. Uma luz sairá da espada em direção ao seu alvo, mas sem especificar rotas para lá chegar, mas dando uma ótima noção (e geralmente é bem tranquilo de chegar em cada Colosso).

    Saindo do santuário e tendo um pouco de dificuldade com os controles (mais diferentes de The Last Guardian do que eu lembrava), o jogo demonstra mais da sua beleza. Cavalgar pelos campos, com a câmera descentralizada do personagem em direção à montanhas e construções grandonas é super cinematográfico e passa aquela sensação de inferioridade do personagem afrente um mundo tão grande e com oponentes que naturalmente tem toda a vantagem de te derrotar em batalha.

    Eu tava um pouco preocupado em enfrentar os Colossus por medo de ter dificuldade em descobrir como os derrotar e pelos traumas com a jogabilidade de SotC. Eu lembro do perrengue que tinha em ficar agarrado a oponentes que ficam se mexendo constantemente enquanto a sua estamina acaba e você tem que o escalar novamente com o personagem mais molenga e controles que não gostavam tanto de responder.

    Pra minha surpresa, eu derrotei o primeiro super rápido, assim como o segundo e só demorei um pouco no terceiro e dali em diante foram quase todos bem rápido. Eu levei 5 horas para fechar a campanha de SotC dessa vez.

    Outra surpresa foi que, de 16 Colossus, eu ainda lembrava de 14 e me cérebro só apagou duas batalhas da minha memória: uma cobra marítima elétrica e um javali que tem medo de fogo (me refiro aos designs dos inimigos e cenários mesmo, pois tive que descobrir como matar quase todos do zero).

    Pois é, cada Colosso é diferente, baseado em criaturas diferentes, com movimentos e fraqueza únicas. As vezes você precisa esperar um ataque deles para achar uma brecha de escalar ou os acertar e fazer com que se aproximem, as vezes você tem que achar uma fraqueza com sua movimentação ou atacá-los quando estiverem em uma posição específica ou ainda usar do mapa contra eles.

    Basicamente, cada luta é um puzzle e varia de duração de acordo com o seu raciocínio e habilidade, até porque a grande maioria exige que você os escale em determinado momento e os ataque em um ponto específico e as vezes isso demora para acontecer e enquanto você sobe o se mantém agarrado em seus pelo, o monstro está fazendo de tudo para que você o deixe em paz e sua estamina acabe. Demorar um pouquinho na luta faz com que a voz dê uma dica de como prosseguir.

    Saber poupar energia e recarregá-la quando possível é essencial, mas logo isso fica óbvio, como a maior parte do jogo fica.

    Apesar da aventura ser curta e rápida, logo eu comecei a a achar repetitiva, sensação que não tive quando joguei no PS2. Você mata um Colosso, é transportado de volta ao santuário, a estátua daquele inimigo se destrói, a voz fala alguma coisa sobre seu próximo objetivo e em seguida você estará cavalgando de novo em direção à luz da sua espada e enfrentando outro Colosso.

    Aquela coisa de achar o cenário bonito começou a desaparecer na metade do jogo pra mim, pois você anda tanto pelos mesmos lugares ou outros parecidos que acaba perdendo um pouco da graça. O mapa em si não é muito grande e é bem limitado. Além disso, é tudo meio morto, ainda mais depois de jogar Breath of the Wild e Xenoblade Chronicles 2, entre outros. Nada acontece, árvores só numa floresta ou outra, várias áreas desérticas, nenhuma vila ou outro personagem. Sei que tudo isso é pra reforçar a sensação de solidão mas acredito que o cenários poderia ser um pouco mais vívido e imersivo enquanto pra mim foi mais como se o mapa fosse um intervalo ou descanso para a próxima batalha.

    Sinto que muita coisa do PS2 se deu por conta de limitação de hardware e que eles poderiam ter aprimorado além dos visuais. Lembra quando eu falei sobre o visual da propagando ter me convencido? Era uma floresta e passando por lá no meu humilde PS4 Slim, não achei nada demais e só jogando pra você perceber que não tem muita graça fica parado pela fase fazendo anda ao invés de ir jogar de verdade.

    Resumindo: Shadow of the Colossus é um remake bacana e que não saiu muito do que o jogo era no PS2, sendo exatamente o que eu esperava quando joguei a versão HD do PS3. Pra quem curte o jogo original, esse remaster é uma boa pedida, mas vou lembrar que eu definitivamente me senti jogando o mesmo jogo, como se eu já tivesse o jogado sem mudar nada 6 anos atrás. Comparando as versões, esse aqui humilha o outro, mas por si só, não é nada exuberante (como achei que seria).

    De bom:  agradável aos olhos. Eu senti bastante o fim da estória e meu amigo me disse que é porque essa versão tem legendas e a gente entende melhor o enredo, coisa que não tinha no PS2 (não tinha mesmo não? Não me lembro). Fiel ao original. Batalhas diferentes e exigem que você explore os chefes e os cenários.

    De ruim: jogabilidade meio zoada, como já esperado. Me estressei muito com isso e com o personagem não escalando pro lado desejado, não pulando pra onde eu queria e tal.  Outro exemplo disso é que o d-pad pra esquerda equipa o arco e pra direita a espada. Por quê não simplesmente apertar qualquer um pra mudar visto que não há outros equipamentos e nem a possibilidade de tirá-los da mão? Em várias batalhas eu tinha que trocar rápido e eu acabava "trocando pro mesmo" e as vezes você nem percebe a confusão porque o corpo do personagem escondeu a arma ou no calor do momento e a falta de um ícone dizendo o que você está usando não permitem distinguir bem. A câmera não gosta de responder aos seus comandos, muitas vezes em troca da cinematografia do jogo. Cenários meio vazios e nada impedindo você de chegar ao próximo inimigo, nem um puzzle, um inimigo, sei lá, reforçando o boss rush que SotC é.

    No geral, o jogo é legal, nem fede nem cheira, apesar de um curtir o conceito e a ambientação e odiar a jogabilidade. Ele começa e termina meio do nada e não me pareceu muito memorável. Bacana, mas vou deixar aqui as palavras de um amigo que me viu matar os 3 últimos Colossus ontem: "Esse povo era muito carente pra ter um Zelda no PS2".

    Shadow of The Colossus

    Plataforma: Playstation 4
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      filipessoa · 1 mês atrás · 3 pontos

      Parabéns pela finalização @anduzerandu!

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      andre_andricopoulos · 1 mês atrás · 3 pontos

      Encaixe perfeito dos games engatados pra jogar...
      ...

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      jclove · 1 mês atrás · 2 pontos

      Putz, não lembro como mata praticamente nenhum dos colossus mais.hehe
      Sobre a sensação de vazio e de "tudo morto" faz parte do conceito do jogo mesmo, a idéia é passar a solidão da jornada loka do Wander. Gosto muito do conceito e história dele, mas não rejogaria o remake tão cedo.

      1 resposta
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-01 23:33:38 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Last Guardian

    Zerado dia 01/01/19

    Olha aí o primeiro jogo terminado do ano! A verdade é que eu corri pra terminá-lo ontem antes do Ano Novo e de certa forma eu consegui, mas ainda rolou zeramento e tal depois da hora e no fim das contas, o jogo acabou mesmo hoje, logo após os fogos estourarem nos céus.

    The Last Guardian é um dos 4 jogos que peguei emprestado com um amigo, Lucas. Ele vem pensando em vender o Playstation 4 e tem um bom bocado de jogo, sendo que vários deles eu nem me preocupei em comprar porque já sabia que pegaria com ele. Fiz uma jogatina aqui em casa e pedi que o dito cujo os trouxesse. Resultado: tô jogando esses jogos pra zerar logo e devolver rápido, como gosto de fazer.

    Como eu havia acabado de fechar o God of War, escolhi algo mais diferente e rápido pra começar. The Last Guardian (TLG) é outro título criado pelo Team ICO, de ICO e Shadow of the Colossus. Eu já disse isso no passado, mas não sou muito fã desses jogos.

    TLG começa com um garoto conhecendo uma fera gigante que é basicamente um cachorro com orelhas e agilidade de um gato, penas ao invés de pelo, um rabo meio que de roedor, asas, um focinho parecido com o de um pastor alemão e com um formato meio que de bico, patas de pássaro e um par de chifrinhos. Apesar de toda a estética bizarra misturada, a criatura é basicamente um dogão.

    O começo totalmente aleatório numa caverna com o primeiro encontro deles depois de acordar é tão... forçado. Ou foi o que eu achei no início.

    Essa parte serve como um tutorial dos comandos e coisas básicas que você pode fazer, como alimentar a fera jogando barris brilhosos perto dela ou chamá-la para perto. Os comando ainda incluem puxar alavancas, escalar e essas coisas.

    Se você jogou ICO, já pode imaginar um jogo bem semelhante: cheio de ruínas e áreas verdes aqui e ali com um pouco de árvore e grama. Cada lugar alcançado é como um puzzle. Como sair dali? Pra onde eu vou?

    O jogo flui bem no início mas logo fica repetitivo, com cenários parecidos e poucos elementos novos. Mas TLG se torna frustrante a partir do ponto que a jogabilidade e os controles do personagem parecem não funcionar e você se sente controlando uma ragdoll zoada. As vezes parece que os botões não respondem nas partes de plataforma. Pula! PULA!

    Logo cedo você aprende a escalar na fera, que se chama Trico, para alcançar áreas mais altas ou mesmo ser levada por ela para outros lugares. Imagine um mini-você em cima de um gato que pula em cima da pia, depois em cima da geladeira. É tipo isso.

    A parte de subir em Trico chega a ser frustrante como em Shadow of the Colossus. Que jogabilidade TENSA! Sobretudo quando ele está inquieto.

    Mais pra frente você aprende a dar comandos específicos à ele, como pular pra cima de um lugar que estiver olhando, sentar e deixar o rabo pendurado e mesmo atacar, embora ele já faça isso sozinho de qualquer forma.

    Pois é, há combate no jogo pois em diversas partes armaduras possuídas tentam te pegar e levar para um portal, fazendo você perder o jogo, aparentemente (é bem fácil se livrar delas quando elas conseguem te pegar). Apenas Trico pode destruir esses inimigos e há várias partes onde você estará sozinho e precisará abrir um portão pro seu amigo entrar e acabar com todos, mas é um saco puxar alavancas enferrujadas e carregar peso pra fazer sua missão com os inimigos no sue pé.

    Mais tarde você consegue um escudo que projeta uma luz e faz com que raios saiam do rabo do dogão e destruam o que quer que você estiver mirando.

    Eu joguei basicamente metade do jogo em uma longa sentada e dei uma enjoada. Não aguentava mais tantas ruínas, jogabilidade zoada, esperar meia hora pra Trico executar uma ação que mandei (depender de IA é sempre uma bosta) e o visual que é quase sempre como um remaster de PS3 de um jogo de PS2.

    No segundo dia, eu voltei e com uns 10 minutos de jogatina, eu quase desliguei o PS4. Esse jogo já tinha me cansado de um jeito inédito.

    Mas uma coisa que não vou mentir é que fui me apegando a amizade dos personagens e principalmente ao Trico (sou meio fanzete de animais). Chegam partes que eles estão escalando torres, correndo por pontes quebradas e sobrevivendo por um fio que faziam meu coração disparar. Hummmm... inesperado.

    Todas essas ruínas e cenários estão dentro de um vale, como um vulcão gigante (mas sem lava) e de vez em quando você acaba voltando de alguma forma para uma área visitada há bastante tempo. "Cacete! Eu lembro desse lugar! A gente tinha passado por essas portas, e agora caímos aqui pelo teto depois de um acidente!"

    Chegou um momento que, apesar da jogabilidade estranha, eu tava gostando de pra onde a estória estava indo. Cinemáticas lindas são mostradas e contam a estória das coisas, inclusive o início de tudo e como eles foram parar lá. Nesse momento eu já estava dizendo: esse jogo é bom, apesar de eu ainda ter preferido Shadow of the Colossus.

    Inimigos e acontecimento ameaçam a vida da dupla. Muitas vezes achei que Trico iria morrer e eu estava sentindo como se um cachaceiro da rua tivesse chutado o meu cachorro de estimação e o deixado bem mal no veterinário. Uma mistura de dó e raiva e... pera, é só um jogo. Um jogo esquisito.

    Tem uma parte que nós chegamos num lugar bonito e o seu amigão até deita e tira um cochilo. Umas duas horas depois nós despencamos lá depois de uma feroz batalha por "coincidência" e dessa vez Trinco está completamente acabado. Que contraste legal e que só jogando pra saber.

    Vamos ajudá-lo a se recuperar dando mais barris para comer! Ele te salvou taaaantas vezes, esse lindo!

    Amigos, no último "capítulo" do jogo, a dupla estará próximo de seu objetivo, numa torre bacana. Inclusive os momentos finais são os graficamente mais bonitos de todo o jogo.

    É ainda que as últimas revelações são feitas e os ares ficam muito ruins. Ambos são judiados e injustiçados tentando ajudar um ao outro e depois de fazer o último puzzle no calor do momento, entram as cenas finais.

    A partir daí, TLG se tornou uma EXPERIÊNCIA INCRÍVEL. Eu não conseguia piscar com tudo o que estava acontecendo e como a estória estava sendo levada. Segurei as lágrimas e já tava até quase me dando dor de cabeça. Mas não, nem jogando você consegue imaginar o final surpreendente desse título. Esse zeramento fez tudo valer a pena, cada parte fez sentido! Depois de tudo isso, entram os créditos com uma música bonita e relembrando várias partes da aventura. EU ESTAVA ACABADO. Que experiência, senhores!

    Depois dos créditos, há uma cena que resolve e explica o que faltou. Aí eu não aguentei. Chorei mesmo, como uma garotinha! Que estória bem contada!!

    Logo depois a família entra no meu quarto desejando tudo de bom e eu só ouvia, todo sensível, com medo de falar e repararem no meu estado emocional. No final das contas eu respirei, peguei a capa do jogo e apreciei a arte. Uau!

    Resumindo: The Last Guardian, criado pelo mesmo time que produz uns jogos que nem sou muito fã, me surpreendeu MUITO. Comecei com a expectativa de ser melhor que ICO e terminei pessoalmente achando a experiência muito superior à minha em Shadow of the Colossus (PS2).

    De bom: visuais imersivos. Trilha sonora orquestrada (sobretudo em partes cheias de ação) de altíssima qualidade. Personagens amáveis, sobretudo a besta, Trico. Enredo surpreendente e depois, incrível, assim como o final do jogo. As vezes o jogo "se joga sozinho" quando você demora, o que é muito bom pra partes com seu dogão.

    De ruim: alguns comandos não são muito claros (segura R1 e aperte triângulo para mandar Trico pular) e nunca há a certeza que ele ouviu. Dependência da IA chata e as vezes ela demora um século para executar uma ação. As vezes não há a certeza de pra onde ir e você fica tentando fazer algo impossível. Não dá pra confiar na jogabilidade, principalmente os pulos. Em certas situações você só quer descer de Trinco mas o garoto fica se grudando nele ou nas paredes e EU SÓ QUERO IR PRO CHÃO!

    No geral, eu super recomendo a aventura, que deve durar umas 10 horas, sobretudo se você gosta dos jogos do Team ICO. Já tô até buscando miniaturas da dupla depois desse enredo. Uau! Fazia tempo que um jogo não mexia tanto comigo...

    The Last Guardian

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      gossouza · 2 meses atrás · 3 pontos

      Quem não quer ter um trico em ksa? ^^

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      gossouza · 2 meses atrás · 2 pontos

      A experiência desse jogo é realmente muito profunda.... no começo a gente fica frustado com o andamento, pensa em largar pra lá, mas isso é tudo proposital porque no final tudo faz sentido, recebemos um soco na cara e choramos igual uma criança... kkk

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      filipessoa · 2 meses atrás · 2 pontos

      E já começou com um jogão! Parabéns! Acho que é consenso que todo mundo diga que o começo é frustrante, mas quase ninguém mantém esse argumento até o fim de jogo kk

      2 respostas
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-06-28 15:42:48 -0300 Thumb picture

    TRICO e EU (SHARE)

    Pensando junto de TRICO num puzzle...

    TRICO não é muito fã de água...abriu um "berrero" quando o pedi para mergulhar!

    Mas o poder da amizade falou mais alto e ele veio!

    Problema é que quase morri afogado com esse gigante dentro dágua...

    Recompensa por ter entrado na água comigo.

    "Te amo pra carai TRICO... tu sabe né?"

    Explorando cautelosamente sem o TRICO. Esse menino é um verdadeiro acrobata!

    PERAE!

    "Corre carai"...

    "Ahm...TRICO...tem como dar uma ajudinha aqui?"

    THE LAST GUARDIAN me despertou a atenção desde seu anúncio para o PS3. Esse foi um caso onde meu HYPE não decepcionou. Sabia desde o início que iria curtir e muito essa emotiva aventura entre esses dois solitários personagens perdidos num local desconhecido... desbravando aos poucos o caminho à seguir!

    Enquanto IGN foi um pouco mais cruel em sua REVIEW (7/10) enfatizando os problemas de câmeras (algo que muito provavelmente atualizações podem ter melhorado um pouco...)

    GameSpot (9/10) exaltou as qualidades do comportamento da criatura sobre os problemas de câmera (eles existem, mas não é uma grave problemática):

    The Last Guardian

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      mateusfv · 8 meses atrás · 3 pontos

      Bem pra quem deu 7.5 pra Pokémon por "ter muita aguá" é difícil de concordar com a IGN uhsauhsa

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      mastermune · 8 meses atrás · 2 pontos

      Trico representando todos os cachorros do mundo :3

      1 resposta
  • vaojogar Vão Jogar!
    2018-05-29 20:45:44 -0300 Thumb picture

    Fumito Ueda e Mosanobu Tanaka são novas figuras confirmadas para a BGS

    Game designers amplamente conhecidos pelos seus trabalhos em Shadow of the Colossus estarão presentes nos dois primeiros dias do evento.

    Nos acompanhe também pelo Telegram, acesse https://t.me/vaojogar e inscreva-se!

    Shadow of The Colossus

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  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-05-16 18:42:17 -0300 Thumb picture

    TRICO e EU (SHARE)

    Não importa o quão desgastado "o bichim" (o adorável TRICO) estiver, ele sempre estará disposto a se sacrificar por você...

    TRICO quando vê comida parece meu cachorro quando eu pego o saquinho de BISCROCK...

    "Sinto muito garoto... temos que nos despedir...". Muito triste deixá-lo para trás por não poder me acompanhar devido seu tamanho...

    Sigo sozinho por essas terras encantadoras...

    Aquela sensualizada básica para as câmeras...

    Reencontrando meu amigão...

    Carai, imagine o bafo de TRICO! Esse inimigo ae quase desmaiou...

    Ajude TRICO  nos combates subindo sobre os inimigos... ou dando lhes cabeçadas!

    TRICO e suas curiosidades básicas acerca do mundo... o que também lhe indica muitas dicas!

    Só pra constar, peguei TRICO no ato "fazendo nº 2" e...bem... isso rende troféu! kkkkkkk

    THE LAST GUARDIAN me despertou a atenção desde seu anúncio para o PS3. Esse foi um caso onde meu HYPE não decepcionou. Sabia desde o início que iria curtir e muito essa emotiva aventura entre esses dois solitários personagens perdidos num local desconhecido... desbravando aos poucos o caminho à seguir!

    Enquanto IGN foi um pouco mais cruel em sua REVIEW (7/10) enfatizando os problemas de câmeras (algo que muito provavelmente atualizações podem ter melhorado um pouco...)

    GameSpot (9/10) exaltou as qualidades do comportamento da criatura sobre os problemas de câmera (eles existem, mas não é uma grave problemática):

    The Last Guardian

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  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2018-04-27 13:37:53 -0300 Thumb picture
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-02-20 16:13:15 -0300 Thumb picture

    TRICO e EU (SHARE)

    Vamos seguindo nesse game maravilhoso... curtindo o visual!

    Sempre me pergunto como vou chegar do ponto A até o ponto B sem ficar longe do meu "bichano" ou sem expô-lo aos perigos?

    Mas assim como na vida, o perigo constantemente nos ronda. E a minha aflição em ver lanças cravadas em seu corpo?

    Tente sempre deixar TRICO calmo após batalhas tensas...

    Então fica a dica: faça carinho por todo seu corpo e observe suas distintas reações / manifestações.

    TRICO e sua curiosidade perante o fogo... Não fique chamando - o como um débil mental, deixe o "bichim" ter os seus momentos.

    Mas isso não significa que ele não está atento. O amor dele por você é incondicional: como de um cão perante seu humano.

    Literalmente "cabeças vão rolar".

    Trico é uma figura... gosta de me imitar também!

    Mas não fique triste meu enigmático amigo... voltaremos num outro check in.

    THE LAST GUARDIAN me despertou a atenção desde seu anúncio para o PS3. Esse foi um caso onde meu HYPE não decepcionou. Sabia desde o início que iria curtir e muito essa emotiva aventura entre esses dois solitários personagens perdidos num local desconhecido... desbravando aos poucos o caminho à seguir!

    Enquanto IGN foi um pouco mais cruel em sua REVIEW (7/10) enfatizando os problemas de câmeras (algo que muito provavelmente atualizações podem ter melhorado um pouco...)

    GameSpot (9/10) exaltou as qualidades do comportamento da criatura sobre os problemas de câmera (eles existem, mas não é uma grave problemática):

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      mateusfv · 12 meses atrás · 2 pontos

      Na 3° imagem ele tá meio bizarro, parece que tá sugando a alma de algo huasuhasuh

      3 respostas
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      slashgoodboy · 12 meses atrás · 2 pontos

      Um dia ainda jogarei :3

      1 resposta
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      claujr · 12 meses atrás · 2 pontos

      Eu não consegui terminar ess jogo . Perdi a paciência com o controle, câmera e a dificuldade de controlar trico. Haha não costumo concordar muito com a ign, mas nesse caso, acho 7/10 justo :)

      6 respostas
  • 2017-07-01 15:26:30 -0300 Thumb picture

    Fumito Ueda fala sobre o Remake de Shadow of the Colossus

    Medium 3510222 featured image

    E Ueda-San se pronuncia! O lendário diretor, produtor, freelancer e pai de uma das maiores obras da 10ª arte já produzidas, falou recentemente sobre "o seu" novo velho jogo!

    Ueda, que está trabalhando em um projeto vindouro que muito pouco se sabe até o momento (clique aqui para saber mais sobre o assunto), como já havíamos adiantado em meados de Junho (quando do anúncio oficial do remake durante conferência da Sony na E3), está sim "envolvido" com esta nova abordagem ao clássico de Playstation 2.

    Em entrevista dada pelo próprio Ueda à Eurogamer, ainda que esconda mais do que revele, o mestre dá alguns recados em entrelinhas para quem quiser entender.

    Em resumo, ele diz que não está envolvido diretamente com a equipe que está trabalhando nesta releitura (Bluepoint Games), entretanto atua mais como um tipo de consultor especial (por motivos óbvios) sugerindo uma coisa ou outra. 

    "Transmiti à equipe minha petição sobre o conteúdo e o ajuste, mas não sei se a implementação será exatamente como a sugeri"

    Ele continua e diz que gostaria de mudar algumas coisas, 

    "Essas coisas do remake que eu gostaria de mudar, não posso mencionar, porque se eu disser uma coisa e ela não estiver na versão final, é um problema"

    Entendo que quando ele se refere a "é um problema", quis apenas situar/ponderar que em caso de divergências/discrepâncias entre a opinião do criador de Shadow of the Colossus e o estúdio responsável pela readaptação da obra homônima, sugeriria uma suposta falta de comando ou problemas de relacionamento. O que em realidade não seria o caso já que apesar de ser o criador do jogo, Ueda não tem mais autoridade total sobre a obra. A mesma tem seus direitos comerciais atrelados à Sony e, portanto, poderia ela fazer com o jogo o que bem lhe calhasse. Mas talvez os fãs não entendessem ou entendessem de maneira superficial e errada.

    Para fechar, e corroborar aquilo que ressaltamos em nosso artigo inicial sobre este remake, que você pode ler clicando aqui, Fumito deixa subentendido apenas uma coisa: Que não seria certo acrescentar novos Colossi, pois o jogo original e principalmente sua história foram desenvolvidos com os 16 Colossi em mente. Alterar isso significaria mudar toda a essência incutida originalmente!

    "Neste jogo, existem 16 inimigos e há uma história sobre 16 inimigos",

    "para mudar essa história ... Não penso em mudar essa história. Está terminado com 16 inimigos. Está tudo bem desta forma". 

    Ao menos para mim, essa declaração evidencia muito mais o elo entre Shadow of the Colossus e The Last Guardian do que qualquer outra coisa! Afinal, se fosse apenas pela história do SotC, seria muito simples alterar as falas originais dos personagens incluindo 24 inimigos onde hoje são 16, criar mais 8 estátuas em um shrine of worship remodelado, encaixar as "feras" "numa" Forbidden Lands também remodelada e Voilà! Teria-se o remake que "todos" querem.

    O problema é que a referência feita em The Last Guardian seria violentamente destruída e acredito que ela é a prova de que ainda que a trilogia seja altamente interpretativa e desapegada de uma cronologia oficial, existe sim uma ordem básica nos eventos que deve ser respeitada e que se soubermos ler mais aprofundadamente isso, descobriremos toda a história que Fumito Ueda e equipe quiseram contar desde o início! 

    Acredito que a intenção de Ueda é/era permear esta nova abordagem com sutis referências aos outros dois jogos da trilogia. No SotC original existem muitas áreas inacessíveis ou com níveis de exploração baixos. Este remake seria uma oportunidade para inserir pequenos "Mistérios" que apontassem a direção oficial da história.

    Não ficaria surpreso em ver uma antiga estátua de um Trico quebrada em um lugar em que não havia nada no jogo original, apenas para exemplificar. Acho mesmo que essa era a intenção de Fumito!

    Em outras palavras, ele não definirá os rumos desta obra ainda que possa ser consultado formalmente sobre como fazê-la da maneira mais justa. Entretanto deixou claro que ainda que tenha vontade de opinar, não o fará, ao menos não de forma incisiva e/ ou definitiva e apenas não acha que a história do jogo deva ser alterada no sentido de acrescentar novos gigantes! Isso ficou MUITO CLARO para mim!

    Para mais fontes, clique aquiaqui.

    Espero que tenham gostado e lembrando que esta é a opinião do autor e não representa o grupo SPAGHETTI DIGITAL como um todo.

    Comente, debata de maneira sadia e nos siga no Twitter e no Facebook. Obrigado!

    Por @vitalbianck em 01 de Julho de 2017.

    Shadow of The Colossus

    Plataforma: Playstation 4
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  • 2017-06-15 11:52:53 -0300 Thumb picture

    Shadow of the Colossus / PS4 - Remake ou Remaster?

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    Bom, logo de cara tentaremos desconstruir duas polêmicas criadas desde o anúncio desta nova versão de SotC, na conferência da SONY na E3/2017.

    Apesar do título deste artigo, também não vou entrar no mérito do que é Remaster e Remake. Vou desenvolver um raciocínio baseado apenas no que a dona dos direitos do jogo julga ser. E para ela:

    1 -  Sim. É de fato um Remake. E você pode confirmar isso clicando aquiaquiaqui.

    2 - Sim. Fumito Ueda está envolvido com o projeto, mas desta vez como supervisor. E você também pode confirmar isso clicando aqui e aqui.

    Nestes últimos dias percebi alguns fãs reclamando de uma declaração de Shuhei Yoshida (Presidente da Sony Worldwide Studios) para a conceituada revista nipônica Famitsu onde disse, em outras palavras, que o jogo não terá a inclusão dos 8 Colossi cortados originalmente no jogo do Playstation 2, de 2005.

     Eu, particularmente,  concordo que não devam ser inseridas coisas que não estavam na obra original. O jogo, exceção feita às características técnicas, deve sim permanecer essencialmente o mesmo! Inserir algum Colossi que fora cortado (por qualquer razão que seja), no caso de SotC,  alteraria o enredo e a estória. 

    Até uma conexão/alusão muito explícita feita no The Last Guardian (as 16 estátuas situadas à borda da cratera onde o jogo se desenvolve) seria prejudicada! 

    Remake não tem obrigação alguma de imputar elementos ausentes originalmente!Pode fazê-lo, mas não é regra nem obrigação!

    Okay que possa ser uma questão de liberdade poética e isso acontece muito em adaptações de filmes antigos, mas, ao menos para mim, se colocaram o próprio criador do jogo para supervisionar é pq querem se certificar que ninguém vai fazer "loucuras" com um dos maiores clássicos da 10ª arte.

    Logo, essa "liberdade" poética deve se limitar a questões puramente técnicas. E não é segredo para ninguém que o grande problema de SotC (talvez o único) era a jogabilidade. E quanto a isto, Yoshida também disse que apesar da evolução e adaptação nos controles do jogo para os padrões atuais, poderemos jogar com a configuração (leia-se jogabilidade) original!

    O que concordaria é em inserir primeiramente os 8 Colossi que ficaram de fora do jogo do PS2 e depois outros completamente novos via DLCs. Mas todos eles em uma opção alheia ao modo principal. 

    Algo do tipo time attack (ou time trial). Quem sabe até um modo Boss parecido com aquele que temos na franquia TLoZ em que vamos enfrentando hordas de inimigos (aqui no caso todos os 24 colossi + os descarregados via DLC) em sequência e sem poder "recuperar" o sangue! 

    Agradaria a todos e não tocaria na estória oficial (ainda que ela seja altamente interpretativa).

    Eu fiquei muito contente, pois para mim SotC só fica atrás de TLoZ: OoT na lista de maiores da história!

    Torço para que Sony, GenDESIGN e Bluepoint Games futuramente façam uma nova versão de ICO e lancem as três obras em um steelbook épico para fechar esta trilogia com chave de ouro!

    Espero que tenham gostado e lembrando que esta é a opinião do autor e não representa o grupo SPAGHETTI DIGITAL como um todo.

    Comente, debata de maneira sadia e nos siga no Twitter e no Facebook. Obrigado!

    Por @vitalbianck em 15 de Junho de 2017.

    Shadow of The Colossus

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  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2017-06-14 15:13:32 -0300 Thumb picture

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