• 2019-08-12 14:12:11 -0300 Thumb picture

    PS3 LIGA E LOGO DEPOIS APAGA

    Boa tarde pessoas. Tava aqui jogando SH3 e do nada o PS3 desligou. Achei que tivesse sido alguma coisa na tomada. Logo depois fui olhar a vi que a luz dele não tava acesa. Tirei da tomada e botei novamente e a luz vermelha voltou, sendo que logo quando liguei a luz ficou verde e depois apagou. 

    Queimado eu sei que ele não tá pq a luz tá acesa. O modele é o super slim. 

    Já aconteceu isso com algum de vocês?

    Qualquer ajuda é bem vinda e desde já eu agradeço!

    17
    • Micro picture
      le · 11 days ago · 2 pontos

      Provavelmente, fonte. O meu (slim), ligava, dava três apitos e desligava. Até funcionou por um tempo insistindo assim. Não chegou a desligar durante o funcionamento; mas foi ficando cada vez mais difícil ligar até que parou de vez.

      Aí mandei pra uma assistência técnica, e o cara trocou a fonte. Deu uns 200 reais. Achei um negócio razoável, já que um usado tá entre 400 e 500, e o meu eu sei que cuidei muito bem dele pelo menos.

      4 replies
  • 2019-08-11 03:50:59 -0300 Thumb picture

    Novos amiguinhos na PSN :D

    É tanta coisa acontecendo que fica até difícil manter ritmo de postagem por aqui, ainda mais dependendo apenas do computador pra isso... mas ao invés de usar a oportunidade de hoje para um checkin dos que tô devendo, queria fazer algo diferente. Tô achando minha PSN tão deserta, tenho tão poucas pessoas adicionadas e as poucas que tenho logam tão raramente... queria dar um pouco de movimentação pra lá, sendo o PS3 o console que mais uso e meu favorito, e logo logo no futuro também tenho fé que será o PS4 também \o/

    Então queria pedir pros amiguinhos aqui que toparem ter esse jovem rapaz na lista de amigos de vocês, poderiam comentar o usuário de vocês para eu adicionar? Valeu pela atenção até aqui, amigxs!

    Quem puder compartilhar agradeço muito <3

    23
    • Micro picture
      yabuki · 11 days ago · 3 pontos

      Não sei se verão isso daqui... mas obrigado aí a todos que compartilharam a publicação! ^u^

      1 reply
    • Micro picture
      gennosuke6 · 10 days ago · 3 pontos

      Opa, tô tendo que postar de novo, pq coloquei errado. kkkkkkkkkkk. Foi mal.
      O certo é: onemanjobtm.

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 12 days ago · 2 pontos

      Kkkk..."tô achando minha PSN deserta".
      Já eu acho bem cheia... principalmente pra quem raramente joga online.
      ...
      Não tenho PS3, mas o 4. De qualquer forma, adiciona lá:
      TheGamerClubber

      3 replies
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-07-31 14:02:04 -0300 Thumb picture

    LIXO?

    É bem comum haters da Sony (e aqui na Alvanista é o que mais tem 😅) a chamarem de lixo...mas comercialmente falando é uma das empresas de videogames mais bem sucedida da história dos videogames (sucesso comercial desde 1994 com seu primeiro PLAYSTATION).😎

    Em 30 de junho de 2019, o PlayStation 4 atingiu a marca de 100 milhões de unidades vendidas, números que tornam o console da Sony como a plataforma que mais rápido chegou à marca.

    A velocidade das vendas desbancaram o recordista anterior, o PlayStation 2 também da Sony. Lançado originalmente em novembro de 2013 o PlayStation 4 levou 5 anos e 7 meses para chegar à marca dos 100 milhões, dois meses a menos do que o PlayStation 2. 

    O console não deverá, no entanto, passar as vendas totais de 155 milhões do PS2 antes do lançamento do PlayStation 5.

    E tudo bem não gostar da Sony...ou Nintendo...ou Microsoft...e outras empresas relacionadas a games mas...chamá-las de lixo tendo em vista respectivos êxitos na indústria...ae já é demais 😕

    Spider-Man

    Platform: Playstation 4
    640 Players
    323 Check-ins

    35
    • Micro picture
      thraphik · 23 days ago · 8 pontos

      Nunca entendi o ódio da galera entre as marcas.
      Eu queria ter dinheiro e tempo pra jogar todos os exclusivos da Sony, Microsoft e Nintendo hahaha.

      28 replies
    • Micro picture
      mastershadow · 23 days ago · 4 pontos

      Que bizarro, o PS4 ta velho ja, pra min é ainda é algo muito novo. Mas é que eu parei na geração PS2 e nao me interessei mais em consoles e nos jogos a partir do PS3, nao curti muito o rumo mais realista que os jogos tomaram, nem as frescuras dos consoles. Então pra min ainda até o PS3 é algo super moderno e e nao consigo considerar ele velho ou retrô,muito menos o PS4 kkkkkk

      5 replies
    • Micro picture
      ryou · 23 days ago · 3 pontos

      Fiquei interessado é nesse Dualshock preto e branco. Que coisa linda!
      Por falar nisso, você ainda tem aquele azul que veio a mais?

      1 reply
  • leonardocubas Leonardo Cubas
    2019-07-13 20:13:45 -0300 Thumb picture

    Por que sentimos tanto?

    Medium 3733466 featured image

    *Esse é um roteiro em vídeo de minha autoria que sofreu alterações para ser postado aqui. Se quiser ter uma experiência mais imersiva, ou simplesmente quiser ajudar o autor, peço que assista ao conteúdo.


    A arte surge para demonstrar aquilo que as palavras não conseguem dizer. Compartilhar nossa experiência interior é claramente difícil; o vocabulário as vezes parece insuficiente.

    Descrever o desespero é complicado. Mas não tanto com uma pintura:

    Definir harmonia também é. Mais fácil com as músicas.

    E como você acha que um artista poderia abordar a pequenez humana frente a indiferença do mundo? Talvez com um jogo:

    Devia ser lá por 2008. Não era sensível à arte e muito menos pensava em cursar psicologia.

    Lembro de estar jogando com meu primo quando ele mencionou Shadow of the Colossus.

    Na hora dei pouca importância.

    Algum tempo depois, procurando jogos para dar de presente, me lembrei da menção, e acabei dando ele e mais um de aniversário.

    No início da festa ele logo colocou o jogo para rodar e...

             Era tudo estranhamente vazio exceto por um diálogo incompreensível.

    O que Shadow demonstra bem é que as palavras limitam demais os sentimentos. O minimalismo e o mistério, entretendo, alimentam a abstração.

    Um personagem pequeno de canto num mundo gigantesco preenchido de nada.

    Um nada muito antigo e bonito.

    Na ausência das coisas a importância delas se intensifica. Você sente algo especial e as vezes não sabe dizer o que é, não sabe definir, colocar em palavras.

    Esse clima capta justamente esses aspectos da experiência tão difíceis de verbalizar. Chamo isso de Efeito Lo-Fi.

    Aquela atmosfera é totalmente carregada de significado, embora seja difícil dizer precisamente que significado é esse.

    Lembro de olhar a paisagem e pensar “Quando a luz fica assim, eu sinto isso e aquilo”.

    Como no fim de tarde num domingo nublado quando se lembra da infância.

    É a vida passando, não há nenhum drama, nenhuma expectativa de desfecho final, nenhuma sensação de se chegar a algum lugar. Capta uma parte não especificamente verbal.

    Enfim...

    A ideia de se derrotar monstros para salvar uma donzela em perigo já não era novo na história dos videogames.

    Mas assim como demonstra o mito do herói, o clichê pode ser subvertido se adotado com uma fórmula original. De que jeito fazer isso?

    Inimigos em excesso foram tentados diversas vezes.

    Mas que tal tentar simplesmente não ter inimigo nenhum?

    Bem, era o que tudo dava a entender, já que o jogo compreendeu como poucos antes o caráter da arte. Quando o jogo diz pouco, ele faz o jogador sentir muito.

    Era a sensação de um walking simulator antes dos walking simulators. Mas era maior do que isso. O jogo dominou tanto sua mídia que aperfeiçoou os dois aspectos mais extremamente opostos da jornada, a introspeção e o épico.

    Eu nunca esqueço a minha reação quando vi o primeiro colosso pela primeira vez. E a cada novo que surgia a surpresa era melhor ainda.

    Aquilo era maior do que tudo que existia na época. Bem... literalmente.

        É preciso dizer que cada mídia apresenta suas próprias particularidades e limitações.

    Perfeitas são aquelas produções que conseguem compreender a sua mídia ao extremo, criando obras incapazes de existir fora dela (ex quadrinhos como Maus e Watchmen).

    Bem. Shadow of the Colossus é uma delas.

    A ação, peça fundamental dos videogames, é definitivamente, uma faca de dois gumes. É a mídia que mais consegue tocar sentimentalmente o jogador, mas também produzir uma frustração grande o suficiente para arruinar essa imersão.

    Fumito Ueda, mente por trás do jogo, admite que para ele a capacidade própria dos videogames é gerar empatia.

    Você assiste um filme e pensa “Ok, anos de cinema já me condicionaram a saber que personagens na mesma situação já venceram isso por diversas vezes, não há dúvida de que vão conseguir de novo.”

    Mas com Shadow é diferente.

    Lembro de jogar pela primeira vez e pensar “eu nunca vou conseguir derrotar isso”. Eu duvidada da minha própria capacidade como jogador.

    Não era uma pessoa muito mais capaz que eu enfrentando os gigantes enquanto eu apenas observava, era eu e apenas eu, e tinha que aprender aquilo com minhas próprias capacidades.

    Não tinha uma HUD bem elaborada e nem chamarizes no mapa que me auxiliassem no combate. Eu com uma pequena espada contra monstros 30 vezes maiores.

    Bem, ele tem razão. A empatia é altamente influenciada por sentimentos, não palavras, e os videogames conseguem produzir a sua demonstração máxima por meio de criação de atmosfera, quando não há uma linha limite entre o “você” e o “outro”. Isso é capaz de transmitir um sentimento mais realista de presença. Eu era aquele personagem no final das contas.

    Tudo isso emergia o jogador naquele mundo, eu era parte dele.

    Exemplos recentes demonstram como é menos imersivo batalhas épicas numa tela poluída. Você perde o reconhecimento no personagem quando todo o resto grita que você está num jogo.

    No Shadow o cavalo não obedece, os controles demoram para corresponder, a movimentação é lenta.

    A consequência disso supera suas aparentes limitações.

    Essa escolha torna tudo mais real, aumentando o peso de quando algo fantasioso acontece.

    (Propósito esse que parece não cair bem para todos os jogos).

    O mapa grande e vazio também contribui para isso, criando um forte sentimento de jornada, de grandiosidade, até as distâncias são colossais.

    Tendo sido divulgado pela primeira vez com 24 gigantes, a redução para 16 parece bastante relevante.

    Um mapa grande e vazio também torna-se misterioso, surge o desejo por algo a mais. Não há NPCS, objetivos na tela e localizações que mostram os inimigos, no fim você sente que deixou algo para trás.

    Isso faz com que jogadores até hoje busquem entender o jogo para compreender seus segredos, e possíveis monstros ainda não descobertos.

    O escopo de tudo é tão grande que parece realmente mais provável existir coisas escondidas.

    Esse é o sentimento de uma obra de arte que não se esgota por si mesma. Afinal, quantos vídeos de segredos você já viu por ai sobre a Monalisa?

    Foi a primeira vez que senti que o combate não era o mais importante.Simplesmente encontrar o monstro, ver ele, é parte significativa do prêmio, ver sua forma, descobrir seu comportamento, é uma aventura silenciosa. No silêncio do caminho a mente começa a relembrar o que acabamos de fazer, o que acabamos de enfrentar.

    Nunca pensei que por trás daquele mundo tudo se resume a linhas de código. Eu vejo as montanhas ao longe, os colossos caminhando, indiferentes à nossa existência, como se com a cabeça distante, pensando. Aquilo parece tão real, tão vivo.

    As vezes eu ligava o videogame e ficava olhando o colosso se mexer, como se fosse um aquário, uma caixinha com vida dentro que transmite tranquilidade, indiferença, quando tudo está indo rápido demais.

    Como naquelas noites que ficamos sensíveis a tudo que nos cerca e transbordamos aquela sensação de reflexão, de contemplação.

    Ele me lembra que os problemas de longe parecem colossais, mas que segurando um pouquinho aqui, subindo um pouquinho ali, eles podem ser vencidos, mesmo que sejamos pequenos e frágeis demais.

    E que as vezes, o melhor jeito de vencer é aceitar e simplesmente não lutar, compreender que certas coisas são inevitáveis.

    No fim nós acabamos superando tudo;

    eu só nunca superei ter vendido o meu play2.

    Shadow of the Colossus

    Platform: Playstation 2
    16401 Players
    210 Check-ins

    0
  • 2019-07-03 09:36:21 -0300 Thumb picture
    4
    • Micro picture
      montanaro · about 2 months ago · 1 ponto

      Não fosse o mês apertado, o RE7 completo estaria já baixando... o preço está ótimo.

      2 replies
  • 2019-06-24 11:21:07 -0300 Thumb picture
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-06-22 18:32:22 -0300 Thumb picture

    CHECK IN DO BUNDÃO III (SHARE)

    Caçando uma passagem secreta no CHÂTEAU...

    Provavelmente após esse puzzle a passagem se abrirá...

    CAPÍTULO 7: FIQUE NA LUZ. ✨✨✨

    É na luz, FDP...e não no fogo! 🔥 🔥 🔥

    CAPÍTULO 8: A CIDADELA

    Na Síria, é mão boba aqui e mão boba ali! 😎

    Drake vislumbra as antiguidades desse monumento...

    Como faz muito frio no local, Drake esquenta os ovos sob o holofote!

    Sempre que eu conseguir um close gostoso da bunda do DRAKE, o título será alterado.😍🥰😘🤩

    O amiguinho ali atrás até "passou mal" observando o bundão do DRAKE...😏🤗

    Trailer:

    Uncharted: The Nathan Drake Collection

    Platform: Playstation 4
    982 Players
    165 Check-ins

    26
  • leonardocubas Leonardo Cubas
    2019-06-18 23:36:29 -0300 Thumb picture

    O filme Cyberpunk 2077

    Medium 3728501 featured image

    Este é um artigo adaptado, produzido como roteiro para um vídeo ensaio, também de minha autoria. Confira na íntegra no final do post.

    A CD Projekt Red é, sem dúvidas, um dos estúdios mais respeitados da indústria.

    Mesmo quem nunca teve contato com o subgênero cyberpunk já pode olhar com bons olhos o que está por vir, já que o último trailer mostrado é simplesmente um resumo perfeito do que se trata a mais nova produção do estúdio.

    O que em outros casos poderia ser considerado um cinematic trailer que nada diz sobre o projeto, se mostrou um dos aspectos mais esclarecedores dele.

    Eis o porquê:

    O ser humano adora ouvir e contar histórias.

    O cyberpunk viu no cinema uma forma muito frutífera de fazer isso.

    Nos jogos não é diferente. Muitos utilizam-se das técnicas dos filmes para estabelecer um jogo mais focado em narrativa, adotam então essa forma para desenvolver-se.

    Eis que surge Cyberpunk 2077.

    O jogo teve o gameplay lançado há quase um ano, com uma abordagem informal; um narrador comentando os aspectos de exploração e mecânicas. Nesse caso, a história se vê em segundo plano, já que se faz necessário antes mostrar os aspectos jogáveis.

    Como tinham divulgado um teaser do que estava por vir muitos anos antes, agora os jogadores precisam ver aquilo na prática, rodando após tantos anos de incerteza, de fato perceber como o projeto se manifesta na mão do jogador.

    Estava, agora, na hora de desenvolver a história, e para um gênero tão amado no cinema, não era difícil imaginar de que forma um estúdio apaixonado a apresentaria.

    Logo nas duas primeiras cenas o trailer já define o gênero.

    Megacorporações, repressão, violência e neon.

    O carro mostra como foi o campo de batalha, e quem sai dele é o vencedor.

    O quão badass o protagonista precisa ser para vencer tudo isso? 

    Um contrabandista freelancer, que trabalha para um cara com braço de ouro.

    O protagonista lava o rosto, o maior símbolo do “acordar”, que faz perceber que na verdade perdeu tudo.

    Parecia ter ganhado, mas é o que mais perdeu. O amigo do protagonista já apareceu antes como companhia do jogador, a sua morte é uma surpresa mútua tanto para jogador quanto ao personagem.

    No fim, o protagonista que parecia de início badass se mostra um homem que falha no plano, perde o amigo, o chip, o dinheiro, é procurado pela polícia, baleado e acorda no lixão.

    Isso, meus amigos, são as consequências de um mundo cyberpunk.

    Bem, talvez na verdade o personagem seja apenas uma pessoa comum no fim do dia. Bem, pelo menos ainda.

    Um filme foi mostrado, por amantes de cinema que compreendem a importância da mídia para o gênero. E a ideia não podia ser mais clara.

    O prêmio, a catarse de um público que acaba de presenciar um trailer perfeito e a segurança de perceber que o estúdio entende completamente o que está fazendo.

    Cyberpunk 2077

    Platform: PC
    166 Players
    3 Check-ins

    0
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-06-18 19:30:56 -0300 Thumb picture

    CHECK IN DO BUNDA QUADRADA III (SHARE)

    Seguindo pro CAPÍTULO 5: METRÔ DE LONDRES. Gostei muito dos personagens e o entrosamento entre eles...

    Sempre que possível, chegue no STEALTH.

    Mas se precisar "meter bala", fique a vontade. Ganhei troféu e ultrapassei a amiga "sucodelarangela" no "HEADSHOTs em sequência" (nem procuro fazer essas conquistas...acabam acontecendo mesmo).

    E na falta da bala, vale empurrão, porrada ou puxão de cabelo.😎

    Pneu furou. Bora pro CAPÍTULO 6: O CHATEAU

    Cheio de pernilongo nesse caralho de mata...

    Espero que lá tenha bastante tesouro porque...

    ...o risco não está valendo a pena! 💀

    Beleza...vim até aqui pra ver uma pipoqueira velha? 😣😕😞😤

    TRAILER:

    Uncharted: The Nathan Drake Collection

    Platform: Playstation 4
    982 Players
    165 Check-ins

    26
    • Micro picture
      kratos1998 · 2 months ago · 2 pontos

      O irmão da minha namlrada comprou ele por indicação minha, já que ele acabou de zerar o 4. Mas eu n pretendo jogar a versão do PS4 até platinar o 1 e o 3 no PS3, n quero ter dois jogos iguais na minha conta sem platina kkkk

    • Micro picture
      filipessoa · 2 months ago · 2 pontos

      Uma pipoqueira velha é demais kkkkkk

      1 reply
  • leonardocubas Leonardo Cubas
    2019-06-18 11:28:14 -0300 Thumb picture

    Cyberpunk 2077 - O filme

    Um vídeo ensaio que fiz com considerações sobre o Cinematic Trailer apresentado na E3 2019 na conferência da Microsoft.

    Cyberpunk 2077

    Platform: PC
    166 Players
    3 Check-ins

    0

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