• 2020-06-07 12:01:06 -0300 Thumb picture
    Post by dinosauridertt: <p>#img#[713222]</p><p>Ergam suas pás!</p><p>Shovel

    Ergam suas pás!

    Shovel Knight lá no canal daqui a pouco!

    twitch.tv/dinosaurider

    Shovel Knight

    Platform: PC
    475 Players
    148 Check-ins

    0
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-02-04 11:37:26 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shovel Knight Showdown

    Zerado dia 03/02/20

    Depois de lançar Shovel Knight há uns anos atrás, a produtora Yacht Club surpreendeu com o anúncio de DLCs gratuitas com o tempo e como eu tinha amado a proposta do jogo desde seus primeiros anúncios, passando pela jogatina em si e até o momento que o terminei, eu obviamente fiquei interessado. Por outro lado, não esperava muito do conteúdo extra até saber que seriam aventuras adicionais.

    Quando joguei o primeiro DLC lançado, já sabendo que seriam 3 no total, eu achei maneiro. O problema é que grande da aventura me pareceu muito similar ao jogo base, mas com pequenas mudanças aqui e ali para se encaixar com a jogabilidade do novo protagonista, incluindo a remoção de certos objetos para dificultar a sua vida. E foi assim por bastante tempo até eu finalmente terminar a DLC e perceber que realmente foi algo a mais. E isso se confirmou mais ainda ao terminar o segundo pacote lançado mais tarde.

    Agora com os três jogos terminados, faltava apenas o último chegar um dia. Nesse momento eu já estava amando a série e não via a hora de fechar todas as campanhas. Entretanto, a última DLC, King of Cards, levou um século para ser lançada, fora os muitos adiamentos que aconteceram, a ponto de me fazer esquecer um pouco do jogo.

    A produtora então finalmente deu uma nova data, se desculpou pela demora e ainda colocou mais uma expansão no pacote! Essa surpresa, diferentemente das outras campanhas, seria um jogo de luta bem party game e seria lançado junto à King of Cards e se chamaria Showdown.

    Showdown (SD) foi lançado apenas para as versões de "tela grande" por ser um jogo mais voltado ao multiplayer, ou seja, nada de 3DS ou Vita apesar do Wii U e PS3 estarem incluídos (e serem plataformas menos relevantes atualmente).

    A melhor notícia de SD foi entrar no eshop e ver que ele, assim como os demais DLC até então, foi lançado numa versão standalone no Nintendo Switch. Isso quer dizer que eu não teria que comprar o pacotão (caro) para ter acesso ao Showdown, até porque eu já cansei de jogar as demais campanhas. Ficou apenas uns R$15 e eu poderia não só curtir a campanha como teria no console mais voltado pro multiplayer e portabilidade atualmente!

    Jogando ainda umas urgências, SD foi ficando pra depois. Ou pelo menos até uns amigos me visitarem e a gente resolver testar o multiplayer. Jogamos mais ou menos uma horinha e cansamos. Quer dizer, o jogo é divertido e parece um Smash Bros mais casual (e bem mais barato), ótimo para jogar com pessoas que curtam o visual mais 8bit e menos técnico, mas acho que a pequena quantidade de personagens disponíveis e modos, além de sua simplicidade e a grande variedade de jogos nos nossos consoles meio que fez a gente querer ir logo pro próximo.

    Um dos meus visitantes chegou a pesquisar e achar um código que desbloqueava tudo permanentemente, incluindo personagens, skins, cenários. Isso resultou num jogo muito mais interessante e até jogamos mais um bocado!

    Hoje, querendo algo mais rápido pra jogar, lembrei da existência de SD, então resolvi tentar zerá-lo. A ideia foi excelente, pois a campanha durou 20 minutos e foi bem tranquila até chegar na última fase. E agora posso dizer que estou em dia com a série completa!

    Sobre a campanha, basta selecionar "Historia" no menu principal entre a muitas opções e logo você tem uma cutscene bem ao estilo da série. Muito massa! Depois disso escolha seu personagem e você vai ter mais algumas cinemáticas voltadas à ele, o que traz muita variedade visto que são muitos lutadores. A minha escolha foi o King Knight por ainda ter sua jogabilidade meio fresca no cérebro, e apesar de ter parecido uma boa escolha, tive algumas dificuldades no final da campanha por conta de suas mecânicas: como ele ataca dando ombrada e isso o joga pra cima, fora que ele quica nos lugares, eu estava me jogando nos ataques inimigos ou me afastando muito de onde deveria chegar rapidamente graças aos meus ataques e suas habilidades de me afastarem.

    Depois de zerar, pensei qual personagem poderia ter sido melhor e dos protagonistas, provavelmente o Shovel Knight tivesse sido ainda mais difícil (ou não) e a jogabilidade do Plague Knight pode não ser a melhor, mas acredito que o Specter Knight poderia ser incrivelmente apelão. Além disso, com certeza outros personagens devem ser ainda melhores.

    O modo Historia se desenrola em cerca de 10 estágios e usa de diferentes tipos de jogo para alcançar a vitória. Os mais comuns são o de derrotar seus inimigos até que percam sua última vida e o modo de coletar um determinado número de rubis antes que todos os outros.

    No modo mais voltado pro combate, cada personagem tem 4 pontos de HP e deve usar de seus golpes clássicos para não apenas acertam um ao outro como também evitar armadilhas do cenário, como lava e espinhos, como também golpes dos oponentes e itens lançados contra você. Há ainda coletáveis que restauram pontos de vida de quem os pegar primeiros e frames de invencibilidade depois de golpes e morte.

    Já no modo de coleta, as coisas não mudam muito, mas o foco é na coleta e, teoricamente, você pode até ficar distante dos outros. A questão é que inimigos derrotados ficam um tempo fora do jogo e ainda derrubam dois rubis ao morrer, o que pode adiantar bem o seu lado.

    Se levar em conta o modo multiplayer, há ainda outras variações, mas no single-player, além das descritas, eu ainda passei por fases "bônus", como uma que eu tinha que destruir vários objetos dentro de um tempo enquanto evitava bombas e ainda focasse em objetos que destruíssem tudo na tela ou me dessem mais tempo.

    A campanha foi bem tranquila e até fácil de mais por grande parte do tempo. Na primeira fase, de coleta, meu oponente quase não fazia nada e nem corria atrás das pedras preciosas. Já na fase 8 ou 9, eu esperava um desafio muito maior, mas os dois inimigos, clones das sombras meus, ficaram apenas indo de um lado pro outro no nível inferior enquanto eu ficava acima, esperando o aparecimento de rubis, coletando-os e esperando a próxima leva.

    Ainda assim, houve desafio. Um cenário de luta contra 3 me fez me preocupar bastante com as minhas habilidades e o último chefe, exclusivo desse jogo, foi bem chato. Eu não havia perdido nenhum Continue no jogo até então, mas nele eu gastei todo e só o venci quase morrendo a minha última vida!

    Foi nessa parte que eu percebi que a escolha do King Knight pode ter sido bem ruim e que a dificuldade de SD se mostrou bem. Felizmente consegui vencer, ver o final do meu personagem e ainda ganhei um troféu. Da próxima vez vou de Hard!

    Resumindo: Shovel Knight Showdown é bem maneiro e simples como dá pra imaginar pelos trailers. É uma boa alternativa de party game multiplayer e num preço excelente, mas que definitivamente não é lá muito viciante. Se você e seus amigos costumam jogar outros jogos, como Smash Bros. Ultimate, dificilmente vão ter motivos pra jogar isso aqui. Já se você não curte Smash ou não tem o jogo e quer algo simples e casual, mesmo com os priminhos, SD pode ser uma boa pedida.

    De bom: visual muito bonito igual ao resto da série. Músicas, personagens e muitas referências aos anteriores. Bastante variação de lutadores (contando que todos estejam desbloqueados). Alguns modos de jogo diferentes. Jogabilidade simples, sendo que um botão pula, um ataca, um usa um golpe especial e há um contra-ataque (aparentemente apenas em fases específicas). Muitas fases e itens, bem ao estilo Smash.

    De ruim: poucos personagens abertos de início. Poucos modos de jogo e de jogabilidade similar podem cansar rápido. Pela simplicidade, vencer uma partida raramente passa aquela sensação de triunfo sobre os demais jogadores. Pouco estratégico, o que pode ser bom pra jogar contra quem não manja muito de video game e só quer se divertir numa festa, mas não sei mesmo dizer se o jogo faria um público rir como em outros party games.

    No geral, se você tem o pacote Treasure Trove e não está no 3DS e Vita, você tem esse jogo, então está tudo bem e vale uma jogatina casual, sem dúvidas, aqui e ali. Se você é como eu, jogou o resto e gostou e quer só ele, vale sim o preço e até a experiência da campanha. Se você jogou uma das aventuras ou outra mas curtiu o trailer, ok. Agora se você não conhece a série e só quer um multiplayer a mais, cuidado! Com outros jogos no console, talvez nem valha a pena. Já se você quer um Smash simples, é esse daqui mesmo!

    Shovel Knight Showdown

    Platform: Nintendo Switch
    3 Players

    19
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-12-12 17:30:34 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shovel Knight: King of Cards

    Zerado dia 12/12/19

    Versão do Vita aparentemente não está cadastrada no Alvanista!

    Depois de comprar Shovel Knight bem perto do lançamento lá pra 2014 no meu Wii U, eu fiquei muito feliz em saber que o jogo receberia 3 expansões gratuitas com o tempo, até porque esse era um dos jogos mais antecipados pra mim e que felizmente cumpriu muito bem o prometido. Anos depois, mais especificamente em 2017, joguei as duas primeiras DLCs: Plague of Shadows e, pouco depois, Specter of Torment.

    Cara, como esses jogos são bem feitos! O capricho é surreal! Valeu muito bem os 30 e poucos reais que paguei na época, embora eu tenha na verdade jogado esses DLCs no 3DS pirateado, pois meu Wii U já foi vendido há muito tempo. 

    Enquanto isso, King of Cards, a última DLC, vinha sendo adiado de tempos em tempos. Anunciavam pra tal mês e depois de muita espera, anunciavam pra muitos meses depois. E infelizmente isso aconteceu várias vezes e eu até acabei desapegando do hype e deixando pra lá.

    Séculos depois, a Yacht Club Games resolve finalmente dar uma data final e ainda incluíram mais um jogo no pacote, que meio que funciona como um Super Smash Bros. no universo dessa franquia. Bem legal!

    O dia chegou sorrateiramente e eu deixei umas coisas de lado pra jogar logo King of Cards (KoC), pois a espera foi muito longa! Com pouco tempo de jogo descobri que essa era possivelmente a aventura mais longa de todo o pacote e bom, fez sentido. São 3 mundos com muitas fases, coletáveis e tanta coisa pra fazer que...meu deus!

    KoC, assim como os seus irmãos, conta com um protagonista diferente: King Knight, que era um vilão na aventura principal, do Shovel Knight. E, mais uma vez, com um personagem diferente vem mecânicas diferentes. Dessa vez, a jogabilidade é mais balanceada e mais no nível do protagonista da série, sendo mil vezes mais fácil de jogar que o Plague Knight e menos overpower que o Specter Knight.

    A produtora chegou a afirmar que a jogabilidade de KoC foi influenciada pela série Wario Land, em que o personagem corre e dá ombrada nos inimigos, e é bem isso mesmo, mas com algumas coisinhas a mais que deixam tudo mais interessante. E você TEM que dominar essa mecânica que é mandatória para conseguir terminar a aventura como se deve.

    É importante saber que usar a ombrada em inimigos ou objetos causa dano à eles e te joga pra cima, como se fosse um segundo pulo. Quando o personagem estiver caindo desse "segundo pulo", ele gira no ar, e isso conta como um ataque e te joga pra cima mais uma vez assim que você acertar alguma coisa, como o mesmo inimigo, balas de canhão, velas nas paredes etc.

    Em teoria, você pode dar uma ombrada num inimigo, depois descer rodando em cima dele e ficar quicando e causando dano infinitamente. Mas a maioria morre com dois hits ou tem alguma forma de impedir que você fique causando dano infinitamente. Se você jogou Shovel Knight e lembra do ataque da pá pra baixo, deve saber como os inimigos evitam que você fique quicando.

    A mecânica vai além no caso de você dar a ombrada, cair rodando e quicar em alguma coisa, pois se você assim o fizer, poderá dar mais uma ombrada no ar e se acertar alguma coisa, como uma parede ou inimigo novamente, começará a cair girando e poderá quicar e assim por diante. 

    Infelizmente não achei que KoC exigiu muito do uso extremo da mecânica e sempre era algo relativamente fácil de fazer, ou no máximo exigia que eu ficasse quicando sem parar em cima de algo em movimento. E isso mesmo na hora de coletar os 3 selos de cada estágio, que geralmente estavam mais escondidos em paredes falsas do que exigiam alguma habilidade para coletá-los.

    Definitivamente eu fiquei bem esperto à dificuldade que a série poderia cobrar depois de Plague of Shadows, que demorei a me acostumar no início e que alguns conhecidos inclusive desistiram de zerar.

    Outra grande diferença do jogo e que o faz durar mil vezes mais é a introdução ao jogo de cartas Joustus, que meio que funciona como o Gwent em The Witcher ou aquele do Final Fantasy VIII.

    O jogo é bem opcional, mas pela curiosidade e pelo fato de que tenho certeza que o desenvolvimento do jogo demorou também por causa dele, acabei indo ver de qual era. Além disso, tem fases nos mapas totalmente dedicadas ao jogo e que você, que gosta de ver tudo bonitinho, vai morrer agoniado se não as terminar.

    O jogo é esquisito no começo, mas depois fica bem óbvio, depois fica tenso de novo com todas as possibilidades, estratégias e as surras que eu estava tomando. Basicamente, Joustus consiste em um tabuleiro de poucos espaços, de 4 a 9 (as vezes até mais). Alguns desses espaços tem jóias verdes, e isso também varia de desafiante pra desafiante.

    Você escolha uma das 3 cartas na sua mão (o baralho só pode ter 16) e a põe num espaço vazio (não pode ter pedra) ou a usa contra outra carta, sua ou do oponente. O jogo acaba quando todos os espaço da mesa estiverem ocupados e o jogador com mais cartas em cima das pedrinhas vence.

    Veja na imagem acima. É um jogo de 9 espaços. O jogo acaba assim que todos eles forem preenchidos.

    É o meu turno, visto pela medalha estar ao lado do meu avatar. Normalmente eu teria 3 cartas, mas vamos fingir que só são essas duas aí. Eu posso colocar qualquer uma das duas em qualquer um dos espaços vazio, o que não afetaria a disposição das cartas que já estão em jogo, então vamos tentar mexer nas coisas de forma que me dê alguma vantagem. Ah, lembre-se de olhar as cartas do oponente e tentar adiantar seus movimentos.

    A carta do dragão pode empurrar pra cima ou pra baixo, então eu poderia empurrar aquele meu besouro em jogo pra cima ou pra baixo e tomar o seu lugar Para baixo tiraria o besouro do tabuleiro, mas criaria uma parede que impediria que outras cartas fossem empurradas pra baixo (para fora do tabuleiro) naquela posição. Poderia ainda empurrar o esqueleto pra cima, o que também empurraria o cavalo do oponente pra fora. Ou poderia deixar o esqueleto e empurrar apenas o cavalo vermelho.

    Já na terceira coluna, eu não poderia mexer na formação das cartas, pois o dragão tem uma seta pra cima e o slime pra baixo e você nunca pode usar uma seta onde tem uma pro lado oposto (o dragão impede que eu empurre pra baixo e o slime impede que eu mexa pra cima).

    Quando alguém ganha, escolhe uma das cartas em jogo do oponente e a pega para si e no seu caso, ainda recebe uma grana e um dos 135 selos do jogo (tem 3 em cada fase e mais um bocado de missões assim).

    Conforme você avança no jogo, acha carta pelas fases e coleta outras bacanas de oponentes, mas o jogo fica bem tenso. Beeeeem tenso. Alguns oponentes me venceram inúmeras vezes e roubaram muitas cartas minhas, o que só piora meu baralho e deixa as cosias mais difíceis. Felizmente depois eu descobri que tem como comprar todas as cartas, ou apenas algumas específicas, de volta.

    Depois de um tempo já haviam cartas de nível maior, com mecânicas diferentes, como bombas que explodem a carta ao lado, setas de nível maior que podem ser empurradas contra setas de nível inferior opostas e mais um bocado de coisas.

    Eu cheguei num oponente num campeonato que mesmo o vencendo, a bandeirinha não subia, como se a gente nunca tivesse batalhado. Isso impediu meu avanço no progresso dos campeonatos e eu acabei deixando de lado, apesar que ainda joguei Joustus aqui e ali contra NPCs pela diversão e recompensa. Acredito que o problema é um bug do jogo, que foi lançado recentemente e nem tem patches e um amigo disse que o problema é eu estar pirateando no Vita, mas a versão é baixada diretamente da Sony, então acho que realmente é algo do jogo. Ainda bem que isso não me impediu de continuar a campanha!

    De inovação o jogo conta a estória de vários personagens secundários da série que vão se juntando ao King Knight para ajudá-lo no reinado que tenta criar.

    A maior parte desses caras estão em fases no mapa que só podem ser acessadas pagando um certo número de selos, então trate de procurá-los! Essas fases incluem sempre alguma habilidade secundária e se baseiam em usar apenas elas, como um treinamento/tutorial. Completando os rápidos estágios, você ganha a habilidade e mais um tripulante no seu navio voador, que geralmente vai ter alguma serventia, como vender melhorias, itens opcionais e até boosters de cartas de Joustus!

    Pelo mapa temos ainda, além dos estágios comuns, estágios de coleta de dinheiro (que é tão abundante em KoC, e casas de jogo de cartas, personagens andando pra lá e pra cá ao maior estilo daqueles de Super Mario Bros 3. Esses inimigos incluem tanto aqueles esquisitões que já existiam da mesma forma no jogo base quanto outros chefes da série, como Polar Knight, Mole Knight e Treasure Knight, por exemplo, que basicamente não tem papel nenhum na aventura, enquanto outros, tipo o Propeller Knight, são vilões importantes.

    Resumindo: Shovel Knight: King of Cards é um jogo muito bom e um ótimo fechamento para o jogo. Além de muito mais conteúdo que o convencional, o jogo ainda traz extras e mais muitos motivos para jogar Shovel Knight. Somando os quatro jogos (e excluindo o Showdown, que ainda não joguei), você tem jogo e coisas demais pra fazer, meu deus! Pra quem quiser jogar mais normalmente e só zerar, o desafio é perfeito e o enredo surpreendentemente bom. Mas vale dizer que a experiência é muito melhor jogada na ordem de lançamento, ou pelo menos depois de fechar o jogo base Shovel Knight (Shovel of Hope).

    De bom: visual excelente. Trilha sonora incrível. Jogabilidade perfeita. Muito conteúdo, de fases comuns, fases de objetivos diferentes e desafios extras. Muitos desbloqueáveis, desde roupas que te dão habilidades passivas e podem ajudar na sua jornada ou em partes específicas quanto armas e demais melhorias, mesmo que estéticas no seu navio. Joguinho Joustus muito maneiro e que já dá vontade de adaptar fisicamente e jogar com amigos (e que felizmente é opcional pra quem não tiver interesse nesse tipo de coisa). Cada estágio tem uma temática e mecânica original, incrível.

    De ruim: achei alguns poucos checkpoints bizarramente longe e depois de você fazer vários desafios chatos (tipo, "pra que fazer isso de novo?"). Bug no segundo campeonato de cartas me impediu de continuar pros próximos. Batalhas contras chefes no mapa não te recompensam e nem sei pra que existem.

    No geral, amei a expansão como amei tudo relacionado a Shovel Knight até o momento. Por um lado fico feliz em ter tido pausas entre cada título para não enjoar, mas por outro, acabei esquecendo um bocado de coisas e deixando detalhes passar, com certeza. Mas vou dizer, esse é o momento perfeito para começar (ou terminar) a série!

    Shovel Knight: King of Cards

    Platform: Nintendo 3DS
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  • cyberwoo Diogo Batista
    2019-12-12 11:00:59 -0200 Thumb picture
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-11-16 21:34:59 -0200 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Os criadores de <strong>Shovel Knight</strong>,

    Os criadores de Shovel Knight, estão exagerando já, vi uns seis jogos novos da franquia em tão pouco tempo. Isso que eu chamo de espremer até a ultima gota.

    Shovel Knight: Treasure Trove

    Platform: PC
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      lukenakama · 9 months ago · 2 pontos

      Plano da Yatch Club se ela estiver precisando de dinheiro:
      1- Novo jogo de Shovel Knight
      2- Colocar Shovel Knight em um jogo que não é deles
      3- Fazer um boneco do Shovel Knight

      O que ela não faz quando precisa de dinheiro
      1- Shovel Knight 2
      2- um novo jogo

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      xch_choram · 9 months ago · 1 ponto

      são meio que expansões na verdade, fora o da Dig que é da Nitrome

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      santz · 9 months ago · 1 ponto

      Minha mente leu seis como "seios" e espremer como "esperma" Meo Deos.

      1 reply
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-11-14 09:36:20 -0200 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Até hoje não sei como se transforma no <strong>S

    Até hoje não sei como se transforma no Shovel Knight nesse jogo...

    Bloodstained: Ritual of the Night

    Platform: PC
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      _gustavo · 9 months ago · 2 pontos

      Tem uns inimigos de armadura na parte do subsolo parecidos com ele, eles dropam ela aí vc equipa e se transforma

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      emphighwind · 9 months ago · 2 pontos

      se não me engano tu droppa a armadura que te transforma neles.

      1 reply
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      ggreed · 9 months ago · 2 pontos

      Referência ao Castlevania Symphony of the Night, quando o Alucard veste a Axe Lord Armor ele se transforma

  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-10-29 00:58:25 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Revenge of the Bird King

    Zerado dia 28/10/19

    *Jogo não listado no Alvanista*

    Revenge of the Bird King é mais um dos jogos que aparecem na minha linha do tempo do Facebook graças à um grupo de Nintendo Switch que estou incluído. Vi uma galera recomendando o lançamento na plataforma por ser praticamente de graça.

    Mais uma vez dei uma estudada no YouTube e o título me convenceu, pois apesar da imagem acima ser bem tosca, o visual do jogo em si remete à era 8-bits e ao NES mais especificamente, assim como o seu gameplay. Já estou até acreditando que sua capa tosca também é uma referência às capas da época.

    Mesmo com minhas pendências acabei começando e jogando dois dias, e até que valeu a pena!

    Revende of the Bird King (RotbK) começa mesmo bem ao estilo de jogos de NES, e eu estava curtindo a primeira fase, que funciona meio que como um tutorial. percebe-se logo que a aventura é do gênero platformer.

    Pular buracos e usar a sua grande espada para cortar vinhas é legal, apesar de não ser nada muito novo, não é mesmo? O lado mais bizarro é que o meu ataque não matava os inimigos, mas apenas os empurrava e, além disso, ao apertar A o personagem jogava uma semente que logo virava uma árvore de revolver no chão. WTF?

    Tentei entender pra que servia aquilo e até cheguei a jogar nos inimigos antes de finalmente descobrir que você deve apertar A novamente estando na frente de uma árvore plantada para coletar a arma e finalmente sair matando geral. Todas as armas tem um limite de munição e se você ficar sem balas, deve simplesmente plantar uma nova árvore em qualquer chão e coletar.

    Logo a estória se desenvolve e você conhece os vilões, que são meio que no mesmo esquema dos grandes inimigos dos Mega Man clássicos. Os caras querem acabar com seu mundo e você, President Eagle, vai à caça dos malditos que ameaçam a sua paz.

    Em seguida o jogo se mostra funcionar de forma bem parecida com Zelda II: você anda pelo mapa e pode ir onde bem quiser. Enquanto isso inimigos aparecem pelo cenário e se você encostar neles, irá para uma fase com alguns inimigos comuns, sendo que você pode os matar pra ganhar dinheiro ou mesmo ignorá-los e simplesmente chegar ao limite da fase, para então voltar ao mapa geral.

    As fases podem ser feitas quase que em qualquer ordem, sendo que algumas ficam um pouco mais escondidas e algumas demandam certas habilidades conquistadas para serem acessadas.

    A grande questão é que há um bom bocado de lugares a serem visitados no mapa, sendo que alguns são as fases com os grandes inimigos como chefe, enquanto outras só existem para pegar algum item importante ou mesmo upgrades ou um baú cheio de dinheiro.

    Foi tendo jogar alguns níveis pra no final nem ser um estágio necessário para fechar o jogo, mas bem, quanto mais forte, melhor.

    termine uma fase e você é transportado de volta para uma sala no começo do mapa, onde poderá manualmente salvar seu progresso e usar a máquina de vendas para comprar armas de munição limitada (geralmente, cada fase importante terminada libera uma arma nova e seu poder poderá ser usada para acessar alguma área previamente inacessível).

    Uma coisa chata é que o jogo não demarca estágios completados, então pode ser que você revisite alguns sem a certeza de que você o completou anteriormente.

    Isso também significa que você não sabe quais fases não foram terminadas e acabe tendo que memorizar algumas coisas, tipo qual daquelas fases necessitava desse item para poder continuar. Isso também se aplica as várias cavernas do jogo, sendo que elas quase sempre necessitam de uma habilidade específica para conseguir algum item opcional ou até continuar a campanha.

    Por outro lado a movimentação no mapa é bem rápida e mesmo os encontros com inimigos nele são bem tranquilos, além da possibilidade de sair de um estágio a qualquer momento. Nesse último caso há duas opções no menu de pausa: sair da fase e sair do jogo.

    RotBK tem uns bugs aqui e ali e aconteceu de ele me impossibilitar de sair da fase, então eu ia em sair do jogo, função que também usei quando acessei lugares que não deveria em cavernas, que não contam como fase. Nesse caso, muito cuidado! Cheguei a fazer algumas coisas importantes e não salvar e perdi progresso pelo jogo não ter nenhum tipo de save automático.

    Depois de algum tempo jogando e ficando bom no jogo, fui percebendo cada vez mais que na verdade ele é do tipo que quer ser um Shovel Knight e embora ele não seja tão incrível como o gigante da Yacht Games, é um jogo bem bacana e de dificuldade um pouco mais elevada, digna de jogos mais antigos em determinadas partes.

    Eu me viciei em RotBK!

    Logo você aprende a jogar rápido, dando dash e pulos loucos, começa a aprender algumas mecânicas e como usar outras armas e começa a explorar até segredos no mapa e coletar itens opcionais que aumentam sua vida, poder e defesa. É bem legal.

    Aprendi ainda a apreciar o seu lado levemente repetitivo e mesmo sua crueldade a te mandar pro início das fases quando você morre (mas os estágios também não são muito longos, além de que os chefes servem como checkpoint). Hoje, quando erei, fiquei meio decepcionado com o final e com algumas escolhas bizarras de design, mas valeu muito a pena jogar isso daqui, ainda mais pelos R$4 que paguei.

    Descobri ainda que ele faz parte de uma série (Gunworld), o que é interessante, mas vou ficar só nesse mesmo.

    Resumindo: Revenge of the Bird King é um platformer pra quem curte o gênero e principalmente pra quem curte jogos da época do NES. O jogo é um mix de Mega Man com elementos de Shovel Knight e Contra, o que é bem curioso. Eu definitivamente esperava muito menos.

    De bom: o visual e o pixel art são bem bacanas e raramente vacilam. A trilha sonora é bem legal, apesar que as vezes cansa no caso de você morrer demais em um estágio (a faixa volta do início). Muitas localidades para se explorar, tanto as fases comuns, lugares extras e segredos, sendo que não cheguei a descobrir como acessava alguns lugares. Boa variedade de armas. Dificuldade interessante.

    De ruim: alguns bugs, como ficar preso no chão ou em paredes. Difícil controlar as áreas que já foram terminadas pois não há nada no inventário e os estágios no mapa são meio genéricos. Sem save automático. Chefes muito fáceis, ainda mais se você plantar várias torretas em suas salas. Encontros com inimigos no mapa geram quase sempre a mesma fase. Poderia rolar um checkpointzinho no meio das fases, hein? A pouca fama do jogo impossibilitou usar a internet para buscar informações, como itens que eu havia pegado em algum lugar mas perdido por ter saído do jogo sem salvar. Armas secundárias tem munição muito limitada e você tem que ficar comprado constantemente (além de ter que andar até algum lugar que venda), o que basicamente impede que você as use casualmente.

    No geral, curti bastante a curta experiência e pelo baixo preço que comprei, recomendo demais. Aparentemente o preço normal dele agora é U$5, o que eu não pagaria, mesmo que provavelmente até valha sim isso (ando meio murrinha, sobretudo com indies desconhecidos). Outra coisa interessante é que ele saiu também pra Vita, fato que se eu soubesse, teria provavelmente adquirido por lá de graça, mas estou contente com a aquisição, embora eu não planeje mais jogá-lo. Bem legal!

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  • rafa9000 Rafael Gazola Ghedini
    2019-10-27 18:35:10 -0200 Thumb picture
    Post by rafa9000: <p>E ae galerinha! Oque vocês estão jogando atualme

    E ae galerinha! Oque vocês estão jogando atualmente?? Eu tinha voltado a jogar Destiny 2(PS4) agora que ele ficou F2P e rezerei a campanha principal com um caçador exo(alem de fazer todas as coisas nos planetas iniciais e a bandeira de ferro/crisol) mas dei uma parada agora.

    Atualmente mesmo eu estou jogando Bleach: The Blade of Fates(DS) um jogo de luta baseado no famoso anime muito bem feito com graficos estilo 16 bits(amo jogos de luta nesse estilo) com uma boa variedade de lutadores; Shovel Knight: Treasure Trove(3DS) na qual estou rezerando a campanha principal e finalmente vou pegar e jogar as DLC's do Plague e do outrola que esqueci o nome, ambos os games estou jogando no 3DS.

    Alem desses dois estou jogando as vezes Overwatch(PS4) pra ver se consigo pegar alguma skin de Halloween mas até agora nada e de vez em quando Asphalt 9 e Tetris 99 no Nintendo Switch.

    Shovel Knight

    Platform: Nintendo 3DS
    297 Players
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      jesspras · 9 months ago · 1 ponto

      Luigis mansion 3 e o assassins creed odyssey

      4 replies
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      onai_onai · 9 months ago · 1 ponto

      Entre outros jogos estou jogando The Banner Saga III do PC.

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      msvalle · 9 months ago · 1 ponto

      Terminei recentemente The Witcher 3 e estou jogando a expansão Hearts of Stone.

      2 replies
  • wildwolf Rafael Trindade
    2019-08-28 16:20:57 -0300 Thumb picture

    A YACHT CLUB GAMES TÁ MALUCAAAAAAA!

    TRÊS novos jogos de Shovel Knight, sendo DOIS gratuitos pra quem possui qualquer versão de Shovel Knight em qualquer plataforma (exceto 3DS e Wii U, sinto a sofrência de vocês aí)

    MAS PUTZGRILA CARA, SHOVEL KNIGHT EM 16 BITS AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

    EU AMO ESSA SÉRIE DEMAIS

    Shovel Knight: Treasure Trove

    Platform: PC
    25 Players
    1 Check-in

    29
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      a2 · 11 months ago · 1 ponto

      AAAAAAAAAAEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO AEUHAUEHAUEHAUHEUAH AEEEEEEAEEEEEEEEEEEEHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

    • Micro picture
      thecriticgames · 11 months ago · 1 ponto

      Mano, eu joguei e zerei e rezerei tudo de SK recentemente, oficialmente meu novo jogo favorito, é um otimo dia pra se ter Shovel Knight como novo jogo favorito, e mds, Mona jogavel no Showdown, que dia maravilhoso.

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      thecriticgames · 11 months ago · 1 ponto

      É estranho eu me apaixonar por uma empresa de games?

      2 replies
  • wildwolf Rafael Trindade
    2018-10-04 10:16:49 -0300 Thumb picture
    17
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      gus_sander · almost 2 years ago · 1 ponto

      Primeiro a surpresa do Ray Man e agora ele aaaaa <3

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      jcelove · almost 2 years ago · 1 ponto

      Ok, agora vou jogar isso.hehe

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      xch_choram · almost 2 years ago · 1 ponto

      então é só skin?

      1 reply

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