• anikabonny Anika Bonny
    2020-02-17 10:43:11 -0300 Thumb picture

    Sky Racket (PC)

    Mais um ótimo jogo brasileiro para vcs conhecerem!

    Sky Racket é um jogo que mescla shmup com Arkanoid.

    Controle a RacketGirl ou o RacketBoy e salve a galáxia do terrível Korrg! Sua missão é rebate os tiros dos inimigos, fazendo com que eles voltem e os derrube.


    Review completo: https://nerdtrash.com.br/sky-racket-pc/

    17
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-02-05 23:49:20 -0200 Thumb picture

    Gaijin Charenji 1: Kiss or Kill (Xbox One)

    Esse jogo começou a ser desenvolvido em 1998 por Yoshiro Takashi e sua equipe, para o Dreamcast. No entanto, como o console foi descontinuado, esse projeto foi abortado. Em 2017, Yosuke Takashi (o filho de Yoshiro) decidiu terminar o projeto de seu pai, juntamente com o overGame Studio.

    Gaijin Charenji 1: Kiss or Kill é um shmup super bizarro, no qual você tem o poder de matar ou beijar os inimigos que aparecem.
    A história é sobre você e o desenvolvedor do jogo e o final dependerá do seu karma.

    Review completo: https://nerdtrash.com.br/gaijin-charenji-1-kiss-or-kill-xbox-one/

    4
    • Micro picture
      mastershadow · 13 days ago · 2 pontos

      "Beijar ou matar" Bem diferente as escolhas kkkkk

  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-10-03 18:28:40 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Super E.D.F. - Earth Defense Force

    Zerado dia 02/10/19

    Esperando um amigo vir me visitar ontem e jogar umas coisinhas com ele e conversar antes do trabalho, resolvi passar o tempo no Switch, já preparando a plataforma que ficaríamos. Sem saber no que investir e sem querer fazer mais pendências, resolvi abrir algum jogos de SNES do Switch Online e a escolha que pareceu fazer mais sentido foi Super E.D.F. - Earth Defense Force por ser um shmup que provavelmente demoraria apenas o tempo de ele chegar lá em casa.

    Só passo adiantar que pela dificuldade da experiência, perdi umas 3 horas da minha manhã no jogo e mal conseguimos jogar alguma coisa multiplayer.

    Super E.D.F. é um jogo da Jaleco (o que pra mim já representa qualidade duvidosa) que eu nunca tinha ouvido falar e que acredito que, assim como outros jogos da mesma, só apareceram no serviço da Nintendo pois a mesma deve ter tido problemas em conseguir franquias maiores de companhias mais conhecidas.

    O jogo em si é bonito e simples e pareceu não ter nenhum atrativo por muito tempo. Você escolhe o tipo de tiro e sai nas fases atirando e esquivando das coisas. Logo percebi que sua dificuldade é relativamente alta: você tem 3 pontos de vida e se perder todos, volta ao início do estágio, gastando um dos poucos continues.

    Depois de insistir um bocado, fui ficando melhor (apesar de ser acertado por coisas que não enxergava aqui e ali) e chegando mais longe. Foi aí que eu percebi uma coisa interessante: conforme você destrói inimigos, uma barrinha se enche e ao chegar no final, você "passa de nível" e seus tiros ficam maiores e mais fortes.

    Além disso, mesmo morrendo, você mantém o nível adquirido e se quiser trocar de arma antes de (re)iniciar o estágio, além de ser possível, ainda irá transferir o nível de poder para a nova escolha.

    Apesar disso tudo, as armas se diferenciam bastante em poder, cadência e velocidade de ataque, e de 8 opções, eu só curti umas duas ou três, sendo a Homing (ataque que segue os oponentes) a minha predileta.

    São apenas 6 estágios e com pouca variedade de inimigos, mas com temáticas levemente diferentes e chefes grandões no final. Meu amigo chegou lá pela metade da aventura e disse que jogos da época eram bem mais bonitos. Eu concordei, mas Super E.D.F. definitivamente é simplório em animações e os cenários não tem o menor efeito de profundidade. Os oponentes são poucos inspirados e o design geral é medíocre.

    Senti falta de coletáveis como itens de cura, vida e mesmo de pontos só pra me dar mais motivos para se mover pela tela. Bom, tudo depende da barrinha e o quanto você a enche, já que a partir do nível 5, você passa a ganhar vida ao invés de melhorias de ataque.

    Outra coisa meio bizarra é que as fases são bem mais difíceis que os seus chefes, pelo menos durante 90% do jogo. No final as coisas ficam horríveis, tanto pra cenários confusos que você não entende o que te machuca quanto pro super apelativo último chefe, que só conseguir vencer graças ao poder do constante savestate.

    O jogo é DIFÍCIL, e não é pouco mas, infelizmente, por ser muito mal-feito.

    Resumindo: Super E.D.F. - Earth Defense Force é um shmup bacana de se jogar e até criativo com seu sistema de "level up", mas sua simplicidade e dificuldade forçada (ao menos no nível Normal) deixaram a  experiência muito rasa. Em resumo: vale a pena conhecer o jogo, mas zerar, não vale nem o tempo gasto.

    De bom: visuais ok. Sistema de escolha de armas. Poucas fases para um título repetitivo. Níveis de dificuldade diferentes nas opções. Opções de combate diferente apertando A para desacoplar 2 partes da sua nave para que te sigam ou ajam independentemente, por exemplo.

    De ruim: dificuldade exagerada no final do jogo. Difícil de enxergar em algumas fases por conta de tantos tiros grandes e inimigos e texturas parecidas. Quedas de frame bruscas em diversas partes. Repetitivo. Música sem graça. Animações sem graça. Apenas single player.

    No geral, prepare o savestate ou tente o Easy pra tentar uma experiência no nível certo. Existem experiências do gênero muito superiores no console, então definitivamente é um título para ser passado, mas ficarei de olho em suas sequências.

    Super E.D.F. -- Earth Defense Force

    Platform: SNES
    50 Players
    1 Check-in

    19
    • Micro picture
      santz · 5 months ago · 2 pontos

      Tu ficou 3 horas esperando seu amigo enquanto passava aperto com esse jogo?

      1 reply
  • thiones Sebá Oliveira
    2019-04-11 10:21:04 -0300 Thumb picture

    Relançamento de Gley Lancer

    A Columbus Circle vai relançar Advanced Busterhawk Gley Lancer pro Meguinha.


    O jogo que foi desenvolvido, publicado e lançado pela Masaya em 1992 não é um Shmup tão popular pois não saiu do Japão(além de raro e caro) , mas vale bem a pena conhecer. 


    A capa e label ganharam nova arte:



    Fonte da notícia :

    http://www.nintendolife.com/news/2019/04/one_of_re...







    Gley Lancer

    Platform: Genesis
    27 Players
    3 Check-ins

    24
    • Micro picture
      le · 10 months ago · 3 pontos

      Que capa feiosa, cara. A original, só com a nave, era muito mais bonita.

      Mas essa é pra pegar fanático por lolitinha mesmo.

      É um bom jogo, mas nada além disso. Não entraria nem num Top 20 de shmups meu de todos os tempos. Não entendi qual é a de relançar justamente esse jogo (e com uma capa que destoa tanto da original).

      11 replies
    • Micro picture
      johnny_bress · 10 months ago · 1 ponto

      nunca joguei, mas parece ser daora.

  • 2019-03-08 00:14:08 -0300 Thumb picture

    STAGE 14 - A última década dos "jogos de navinhas" (SHMUPs) // .VID

    Medium 622219 3309110367

    Com muito do seu sucesso visto graças a arcades clássicos como o de Space Invaders os SHMUPs, ou shoot 'em ups, continuam bastante  vivos. Esse é um STAGE para destacar algumas das suas interpretações e facetas mais interessantes entre 2009-2019.

    ▼ https://daibokem.blogspot.com/2019/03/a-ultima-dec...

    [@jvhazuki]

    Space Invaders

    Platform: Arcade
    22 Players

    11
  • 2019-01-01 19:19:35 -0200 Thumb picture
    Post by jvhazuki: <p>Começando os trabalhos de 2019 com mais um shmup

    Medium 607726 3309110367

    Começando os trabalhos de 2019 com mais um shmup da alemã Shin'en. Preciso saciar mais minha sede pelos meus jogos de navinhas, um queridismo desde Astro Warrior do Master System.

    Nano Assault EX

    Platform: Nintendo 3DS
    61 Players
    7 Check-ins

    5
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-08-23 18:34:04 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Nano Assault EX

    Zerado dia 23/08/18

    Curto muito os jogos da Shin'en. Joguei bastante Nanostray, FAST, Art of Balance e tenho outros na lista, como os Jett Rocket. Essa dev veio a tona pra mim com o primeiro FAST, já no fim da vida do Wii. O jogo era lindo! A partir daí eu comecei a confiar e me interessar em tudo que veio depois, mas não nego que as expectativas pelos seus títulos dificilmente são correspondidas.

    Ah, quem nunca manteve grande hype por indies pouco populares?

    Nano Assault Ex é um dos jogos dessa dev, basicamente um sucessor espiritual de Nanostray do mesmo gênero, ou seja, um shmup. Eu ouvia falar dele na época que o 3DS quase não tinha jogo e o achava bem abaixo da média no Mercado Livre, junto aos Bust-A-Move, Dead or Alive, Steeldiver e Crush3D da vida. Me seduziam pelo preço baixo e eu chegava a cogitar adquirir, mas sempre chegava à conclusão que não deveria valer a pena.

    Feitiço da Nintendo: te faz pensar em comprar jogos de 60/70 reais por estarem baratos, mas baratos só em relação aos jogos maiores da plataforma.

    Sendo um gênero mais tranquilo pra se jogar pausadamente no trabalho, resolvi dar uma chance pro jogo, que sabia que não era nada demais.

    Em Nano Assault EX (NAE) você controla uma nave microscópica que vaga por células destruindo vírus. Pela temática já dá pra imaginar que a coisa toda tem um aspecto bem psicodélico. Ao invés de cenários épico, espaciais e afins com inimigos monstruosos ou robóticos, nós temos um monte de forma simples, criaturas sem olhos ou dentes e muitas coisas que remetem a melecas de nariz ou amoebas (sim, a massinha colorida).

    Além disso, o jogo não tem auto-scroll e te dá a opção de ir e vir pelas células (fases) como quiser, bem ao estilo de Mario Galaxy. Na verdade, depois de um tempo a impressão que dá é que você move mais a câmera ao redor da fase do que realmente controla a nave, que parece só seguir o seu movimento, sei lá.

    A jogabilidade muda um pouco em alguns estágios: as vezes você tem a câmera em cima do veículo, as vezes ao lado enquanto voa ao redor de um chefe (muitos jogos do Sonic fazem isso, como um cenários circular ao redor de um inimigos e a câmera te segue enquanto você o circula) e até tem partes obviamente inspiradas por Star Fox, com a câmera atrás, mira livre e desviando de pilares e lasers.

    Com exceção desse último, os controles normalmente são basicamente se mover com o analógico e atirar com ABXY. O botão que você segurar faz você atirar naquela direção. Fica óbvia a necessidade de um circle pad pro aqui, mais ou menos como foi em Snake Eater 3D.

    Apesar disso, foi bem tranquilo jogar no meu XL normal.

    Seu objetivo normalmente é derrotar todos os inimigos e é isso. Alguns cenários são tão rápidos que nem dão graça e a monotonia se instaura bem rápido com a falta de carisma de tudo, fases similares e inimigos que pouco mudam.

    Sabe quando você termina uma fase sem a menor compensação, sem o menor prazer e se pergunta o porquê de ainda estar jogando? É por aí.

    NAE incentiva a exploração de seus pequenos mapas com 3 coletáveis em cada. Acredito que eu tenha pegada tudo, mas nem ganhei nada por isso, aparentemente. Deve ter aberto algumas cosias no museu do jogo ou sei lá, mas quem se importa?

    Além disso, o jogo conta com sub-armas que são abertas com o tempo e podem tem maiores utilidades de acordo com a fase, mas acabei usando mais a primeira mesmo.

    Resumindo: Nano Assault EX é um shmup simples e bacaninha, mas dificilmente eu recomendaria o jogo. Ele é curto, repetitivo e nada recompensador. Não é o pior jogo do portátil e infelizmente é dos poucos do gênero, mas tem muita coisa melhor pra gastar seu tempo.

    De bom: visual legal, acima da média pra aquela época, apesar da simplicidade. Efeito 3D bem legal e que ajuda em algumas batalhas tendo maior noção de profundidade, tipo aqueles filmes que esbanjam desse efeito por terem sido os primeiros a o utilizar. Jogabilidade simples. Modos de jogos adicionais fora a campanha, incluindo Arcade com itens exclusivos. As batalhas contra chefes são maneiras.

    De ruim: repetitivo e fácil (já vi gente falando que é difícil, mas NAE tem checkpoint em todo lugar). Meio monótono e monocromático. Atirar com ABXY não é lá tão bacana e preciso. As vezes é confuso o bastante de você morrer e nem saber como.

    No geral, foi bom passar o tempo com ele, principalmente por ele ter facilitado a minha vida com checkpoints (mesmo perdendo todas as vidas) e uma campanha curta. Não me arrependo da experiência, mas o jogo é completamente descartável.

    Nano Assault EX

    Platform: Nintendo 3DS
    61 Players
    7 Check-ins

    12
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-02-16 13:36:26 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Velocity Ultra

    Zerado dia 16/02/18

    Comecei esse jogo ontem a noite por imaginar que seria uma experiência como a do Resogun (fora que eu já zerei Velocity Ultra 2), mas acabei terminando só no início da madrugada. Sempre fico na dúvida de qual dia dizer que terminei haha.

    Velocity Ultra é um shmup moderno em que você mesmo move a tela na velocidade desejada (e pode inclusive voltar a pontos anteriores nesses estágios onde você colocar um aparelho de teletransporte).

    Diferente de outros jogos do gênero, o foco não é apenas destruir inimigos e sobreviver até o final da fase finalmente chegar.

    Pra ser sincero, você pode até acelerar direto para a saída, mas isso geraria péssimas avaliações.

    Destruir naves inimigas e desviar de tiros são mecânicas chaves para se alcançar principalmente um objetivo: salvar cápsulas humanas. Essas cápsulas estão por todo o cenário, desde voando paradas em qualquer lugar, atrás de inimigos ou dentro de escudos que devem ser desativados.

    Um contador no canto da tela indica quantas dessas cápsulas já foram coletadas e quantas faltam. Junte isso ao vício de ficar acelerando pra terminar a fase perfeitamente em pouco tempo e aí que a coisa complica.

    O jogo avalia o número de inocentes salvos, tempo de fase e score por inimigos destruídos. 

    Em meio a tanta velocidade, é comum confundir comandos no início ou sair se jogando em inimigos e se destruindo. Cada fase te dá 3 vidas antes que você tenha que refazê-la do começo.

    Os comandos são os seguintes:

    -Analógico esquerdo pra se mover. A nave deixa uma feixe de luz pelo caminho pra te ajudar a não se perder;

    -X atira. Eu achei esse comando pouco útil durante o jogo, pois mesmo com os upgrades, ele se mantém fraco;

    -R faz com que o auto-scroll vá ainda mais rápido;

    -Quadrado põe uma mira na tela e onde você mirar e soltar, a nave se teletransportará. Essa é uma das mecânicas mais importantes do jogo, pois caminhos sem saída são comuns, e basta você se transportar para outro próximo;

    -Analógico direito joga bombas nas direções cima, baixo, esquerda e direita. Como basicamente não tem cooldown para uso e as bombas explodem em área, eu usei muito mais esse ataque;

    -Triângulo marca dispositivos no mapa e o L abre um mapa pra você escolher um deles para voltar. Isso é muito importante no último 1/3 do jogo, que você fica indo e vindo nas fases sem parar.

    O jogo começa a mostrar sua identidade lá pela metade, onde fases com pouco tempo são comuns e exigem aceleração máxima, esquiva e muito teleporte (uso da mira preciso) sem parar.

    Além disso, aparecerão barreiras de cores diferentes que devem ser desativadas para liberarem passagem ou coleta de itens. Para desativá-las, devemos destruir os botões da mesma cor, mas em ordem específica. E é nessas fases que o teletransporte fica tão importante, pois as vezes a fase começa com um botão de número 9, enquanto o 1 está no meio do caminho e o 3 no final. Você fica indo e voltando como um bobo, ainda mais quando temos várias cores e números espalhados em vários lugares, onde um abre pro outro e por aí vai.

    Os estágios tem um teletransporte fixo no começo, e mesmo se você esquecer de por mais, não ficará preso no final da fase, mas definitivamente vai perder um tempo acelerando de lá até onde desejar chegar.

    Boas avaliações rendem maiores números de experiência, fator obrigatório para abrir as próximas fases.

    Resumindo: Velocity Ultra é um jogo frenético de tiro de naves, mas com uma pegada de exploração de fases e domínio de seus controles. Você vai querer jogar como speedrunner, acelerando, destruindo tudo e a todos e coletando todas as cápsulas humanas. Pra quem curte uma disputa, rankings farão você treinar e jogar sem parar e mesmo após zerar, tenho vontade de fazer PERFECT em todas as fases.

    De bom: bonito e fluído, com ótima trilha sonora. Desafio no ponto certo. Cutscenes bacanas. Mecânicas originais muito divertidas. Fator replay muito bom. Jogo super carismático.

    De ruim: queria mais enredo. As vezes é difícil mirar o teletransporte em corredores apertados, e eu acho que o jogo poderia ajudar um pouco nisso. Tiro principal meio inútil. Faltaram chefes, e cenários um pouco mais diferentes.

    No geral, amei o jogo. Fiquei com medo de sentir falta das partes sidescroller do 2, mas acho que prefiro assim, sem as pausas para descer e subir na nave. Mais um excelente jogo do gênero. Recomendadíssimo (se é que mais alguém ainda não jogou nenhum Velocity hoje em dia).

    Velocity Ultra

    Platform: Playstation Vita
    202 Players
    7 Check-ins

    12
  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-09-16 18:14:04 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Xevious

    Terminado dia 16/09/17

    Comecei a jogar esse jogo no 3DS uns dias atrás por curiosidade e esperando algo simples e casual. Quebrei a cara.

    Xevious é um dos precursores do gênero shmup no NES. Você controla a nave, se esquiva de tiros e atira nas outras naves na tela. Parece fácil, mas passa longe disso. Esse jogo é do diabo!

    A ideia é a que é mantida desde sempre no gênero, mas muitos detalhes ainda não tinha sido devidamente polidos e o resultado é: um jogo bem difícil!

    O jogo começa com o apertar do botão na tela inicial e já te joga num cenário super verde, com algumas árvores e água aqui e ali. Logo os inimigos aparecem: argolas voadoras, rodas com serras e esferas no chão.

    Pode parecer que estou implicando com os gráficos da época e que deveria usar mais imaginação, mas isso não é Atari! Sem contar que a sua nave é simples, mas muito legal, assim como alguns inimigos mais raros e uns "chefes". Definitivamente não é divertido destruir mil inimigos bizarros assim, fora os terrestres, como mini bases e tanques de guerra que sequer te atacam.

    Para os inimigos no chão, usamos as bombas, que são ilimitadas, mas só podem ser lançados com uma frequência muito menor. Mas pra quê destruir as coisas no chão? Bom, algumas delas, como umas bolas, e uns tanques diferentes podem atirar em você e tudo te dá pontos nesse jogo, o que gera vidas.

     Você sempre quer destruir tudo, pois quando inimigos vem, eles vem em ondas e se juntam de todo lado atirando, sendo difícil de esquivar e um único projétil te destrói.

    Xevious não conta com upgrades de defesa ou de ataque, como tiros diferentes. Pois é, você fica atirando micro bolinhas e bombinhas e se esquivando o tempo todo. É muito monótono!

    Quando você resolve relaxar, um tiro vem do nada e te acerta. Como tudo é muito pequeno, é fácil não perceber ataques inimigos ou vê-los tarde demais e perder sua nave.

    Morrer aqui significa frustração. Isso se dá porque a trilha sonora é um looping maluco de 1 ou 2 segundos que te deixa louco!

    Xevious não tem fases, mas um único mapa infinito. Esse mapa tem checkpoints em certas partes, como se tudo se dividisse em várias seções. Ao morrer, você volta ou pro início da última parte ou pra próxima, se tiver feito ao menos 70% daquela seção.

    O ruim de voltar pro início, é que você tem que destruir todos os inimigos de novo e aguentar a lentidão do jogo. Por outro lado, morrer no final, te passa pra próxima, mas você vai deixar de fazer pontos pois não destruiu algumas coisas.

    E sabe, você VAI QUERER CADA VIDA POSSÍVEL!

    É o tipo de jogo que você leva uns 20 minutos pra ver tudo, antes que ele recomece em dificuldade maior, mas chegar nesse "final" requer muita prática, repetição e paciência. O mapa sempre segue as mesmas seções numa ordem, mas os inimigos voadores são sempre aleatórios. Qualquer um deles pode aparecer em determinadas partes e dependendo da situação, é praticamente impossível sobreviver.

    Você ganha vidas baseado na pontuação alcançada e seguindo uma lógica: 20 mil pontos, 60 mil pontos, 120 mil, 200 mil e por aí vai. Ou seja, ganha nos primeiros 20 mil, depois quando fizer mais 40 mil, depois quando fizer mais 60 mil e assim por diante. Fica tenso juntar vidas.

    Pra facilitar sua vida, o jogo tem bandeiras escondidas nos cenários e que aparecem pra ate dar uma vida se você conseguir acha-las e se jogar uma bomba no pixel certinho, coisa que nem sempre eu conseguia. Como eu disse, é um jogo de decoreba.

    Resumindo: Xevious é um jogo com espírito Arcade, sem fim, baseado em pontuação e ranking. Difícil pra caramba, mas até viciante, justamente por não ser feito pra ser terminado, mas te deixando curioso pra ver se algo novo aparece ou até onde você vai.

    De bom: divertido na medida do possível e dá um gostinho de quero mais. 3D muito legal na versão de 3DS.

    De ruim: repetitivo no cenário, inimigos, música, ataques e estratégia. Difícil demais, mesmo na versão 3D Classics que nem sequer deixa você mexer no jogo e dar uma facilitada ou melhorada, como geralmente os jogos 3D da Sega fazem pra jogadores novos ou casuais. Jogo sem fim, pra questionar pra que você está perdendo tempo ali (coisa que só descobri depois de muito morrer). Sem power-ups. Muitas partes injustas ou quase impossíveis pela aleatoriedade do jogo. Bandeiras difíceis de serem acertadas/achadas, mesmo quando você sabe mais ou menos onde estão.

    No geral, é apenas mais um jogo no mundo. Existem 1 zilhão de shmups melhores e com um objetivo e variedade de verdade. Vale a pena a experiência pra conhecer, e depois nunca mais tocar nele. De qualquer forma, a versão de NES permite cheats e afins, enquanto até bandeira era difícil de achar no 3DS.

    Xevious

    Platform: NES
    96 Players
    1 Check-in

    9
  • 2017-01-14 09:19:40 -0200 Thumb picture

    Navinhas + RPGs = Sigma Star Saga

    Medium 387955 3309110367

    Uma combinação inusitada e muito apreciada da desenvolvedora de Shantae.

    ► Random Encounter no DaiBokém!

    [@jvhazuki]

    Sigma Star Saga

    Platform: Gameboy Advance
    34 Players
    3 Check-ins

    18
    • Micro picture
      manoelnsn · about 3 years ago · 5 pontos

      Detalhe que, da primeira vez, li "Novinhas" ao invés de "Navinhas", aheuaheuhauhea

    • Micro picture
      manoelnsn · about 3 years ago · 2 pontos

      interessante

    • Micro picture
      jcelove · about 3 years ago · 2 pontos

      Vish, esse não conhecia. Se é da Wayforward é qualidade.

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