• salvianosilva Salviano Silva
    2019-11-16 20:30:21 -0200 Thumb picture
    salvianosilva checked-in to:
    Post by salvianosilva: <p>Ontem finalmente zerei o remaster/remake do Shad
    Shadow of The Colossus

    Platform: Playstation 4
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    Ontem finalmente zerei o remaster/remake do Shadow of the Colossus no ps4.

    O ultimo Colosso até que foi tranquilo, mas a câmera do jogo resolvia atrapalhar bastante de vez em quando. Eu estava esquecido do quanto o final é triste e feliz ao mesmo tempo, ainda mais pela queda do cavalo no ultimo chefe.

    Incrivel como esse jogo é fascinante, um dos melhores da história.

    O remake deixou a desejar nos controles da câmera e do personagem, em quase todo Colosso o Wander caia e se desprendia do nada, e isso era bem frustrante.

    Agora vou tentar platinar \o/

    17
  • leonardocubas Leonardo Cubas
    2019-07-13 20:13:45 -0300 Thumb picture

    Por que sentimos tanto?

    Medium 3733466 featured image

    *Esse é um roteiro em vídeo de minha autoria que sofreu alterações para ser postado aqui. Se quiser ter uma experiência mais imersiva, ou simplesmente quiser ajudar o autor, peço que assista ao conteúdo.


    A arte surge para demonstrar aquilo que as palavras não conseguem dizer. Compartilhar nossa experiência interior é claramente difícil; o vocabulário as vezes parece insuficiente.

    Descrever o desespero é complicado. Mas não tanto com uma pintura:

    Definir harmonia também é. Mais fácil com as músicas.

    E como você acha que um artista poderia abordar a pequenez humana frente a indiferença do mundo? Talvez com um jogo:

    Devia ser lá por 2008. Não era sensível à arte e muito menos pensava em cursar psicologia.

    Lembro de estar jogando com meu primo quando ele mencionou Shadow of the Colossus.

    Na hora dei pouca importância.

    Algum tempo depois, procurando jogos para dar de presente, me lembrei da menção, e acabei dando ele e mais um de aniversário.

    No início da festa ele logo colocou o jogo para rodar e...

             Era tudo estranhamente vazio exceto por um diálogo incompreensível.

    O que Shadow demonstra bem é que as palavras limitam demais os sentimentos. O minimalismo e o mistério, entretendo, alimentam a abstração.

    Um personagem pequeno de canto num mundo gigantesco preenchido de nada.

    Um nada muito antigo e bonito.

    Na ausência das coisas a importância delas se intensifica. Você sente algo especial e as vezes não sabe dizer o que é, não sabe definir, colocar em palavras.

    Esse clima capta justamente esses aspectos da experiência tão difíceis de verbalizar. Chamo isso de Efeito Lo-Fi.

    Aquela atmosfera é totalmente carregada de significado, embora seja difícil dizer precisamente que significado é esse.

    Lembro de olhar a paisagem e pensar “Quando a luz fica assim, eu sinto isso e aquilo”.

    Como no fim de tarde num domingo nublado quando se lembra da infância.

    É a vida passando, não há nenhum drama, nenhuma expectativa de desfecho final, nenhuma sensação de se chegar a algum lugar. Capta uma parte não especificamente verbal.

    Enfim...

    A ideia de se derrotar monstros para salvar uma donzela em perigo já não era novo na história dos videogames.

    Mas assim como demonstra o mito do herói, o clichê pode ser subvertido se adotado com uma fórmula original. De que jeito fazer isso?

    Inimigos em excesso foram tentados diversas vezes.

    Mas que tal tentar simplesmente não ter inimigo nenhum?

    Bem, era o que tudo dava a entender, já que o jogo compreendeu como poucos antes o caráter da arte. Quando o jogo diz pouco, ele faz o jogador sentir muito.

    Era a sensação de um walking simulator antes dos walking simulators. Mas era maior do que isso. O jogo dominou tanto sua mídia que aperfeiçoou os dois aspectos mais extremamente opostos da jornada, a introspeção e o épico.

    Eu nunca esqueço a minha reação quando vi o primeiro colosso pela primeira vez. E a cada novo que surgia a surpresa era melhor ainda.

    Aquilo era maior do que tudo que existia na época. Bem... literalmente.

        É preciso dizer que cada mídia apresenta suas próprias particularidades e limitações.

    Perfeitas são aquelas produções que conseguem compreender a sua mídia ao extremo, criando obras incapazes de existir fora dela (ex quadrinhos como Maus e Watchmen).

    Bem. Shadow of the Colossus é uma delas.

    A ação, peça fundamental dos videogames, é definitivamente, uma faca de dois gumes. É a mídia que mais consegue tocar sentimentalmente o jogador, mas também produzir uma frustração grande o suficiente para arruinar essa imersão.

    Fumito Ueda, mente por trás do jogo, admite que para ele a capacidade própria dos videogames é gerar empatia.

    Você assiste um filme e pensa “Ok, anos de cinema já me condicionaram a saber que personagens na mesma situação já venceram isso por diversas vezes, não há dúvida de que vão conseguir de novo.”

    Mas com Shadow é diferente.

    Lembro de jogar pela primeira vez e pensar “eu nunca vou conseguir derrotar isso”. Eu duvidada da minha própria capacidade como jogador.

    Não era uma pessoa muito mais capaz que eu enfrentando os gigantes enquanto eu apenas observava, era eu e apenas eu, e tinha que aprender aquilo com minhas próprias capacidades.

    Não tinha uma HUD bem elaborada e nem chamarizes no mapa que me auxiliassem no combate. Eu com uma pequena espada contra monstros 30 vezes maiores.

    Bem, ele tem razão. A empatia é altamente influenciada por sentimentos, não palavras, e os videogames conseguem produzir a sua demonstração máxima por meio de criação de atmosfera, quando não há uma linha limite entre o “você” e o “outro”. Isso é capaz de transmitir um sentimento mais realista de presença. Eu era aquele personagem no final das contas.

    Tudo isso emergia o jogador naquele mundo, eu era parte dele.

    Exemplos recentes demonstram como é menos imersivo batalhas épicas numa tela poluída. Você perde o reconhecimento no personagem quando todo o resto grita que você está num jogo.

    No Shadow o cavalo não obedece, os controles demoram para corresponder, a movimentação é lenta.

    A consequência disso supera suas aparentes limitações.

    Essa escolha torna tudo mais real, aumentando o peso de quando algo fantasioso acontece.

    (Propósito esse que parece não cair bem para todos os jogos).

    O mapa grande e vazio também contribui para isso, criando um forte sentimento de jornada, de grandiosidade, até as distâncias são colossais.

    Tendo sido divulgado pela primeira vez com 24 gigantes, a redução para 16 parece bastante relevante.

    Um mapa grande e vazio também torna-se misterioso, surge o desejo por algo a mais. Não há NPCS, objetivos na tela e localizações que mostram os inimigos, no fim você sente que deixou algo para trás.

    Isso faz com que jogadores até hoje busquem entender o jogo para compreender seus segredos, e possíveis monstros ainda não descobertos.

    O escopo de tudo é tão grande que parece realmente mais provável existir coisas escondidas.

    Esse é o sentimento de uma obra de arte que não se esgota por si mesma. Afinal, quantos vídeos de segredos você já viu por ai sobre a Monalisa?

    Foi a primeira vez que senti que o combate não era o mais importante.Simplesmente encontrar o monstro, ver ele, é parte significativa do prêmio, ver sua forma, descobrir seu comportamento, é uma aventura silenciosa. No silêncio do caminho a mente começa a relembrar o que acabamos de fazer, o que acabamos de enfrentar.

    Nunca pensei que por trás daquele mundo tudo se resume a linhas de código. Eu vejo as montanhas ao longe, os colossos caminhando, indiferentes à nossa existência, como se com a cabeça distante, pensando. Aquilo parece tão real, tão vivo.

    As vezes eu ligava o videogame e ficava olhando o colosso se mexer, como se fosse um aquário, uma caixinha com vida dentro que transmite tranquilidade, indiferença, quando tudo está indo rápido demais.

    Como naquelas noites que ficamos sensíveis a tudo que nos cerca e transbordamos aquela sensação de reflexão, de contemplação.

    Ele me lembra que os problemas de longe parecem colossais, mas que segurando um pouquinho aqui, subindo um pouquinho ali, eles podem ser vencidos, mesmo que sejamos pequenos e frágeis demais.

    E que as vezes, o melhor jeito de vencer é aceitar e simplesmente não lutar, compreender que certas coisas são inevitáveis.

    No fim nós acabamos superando tudo;

    eu só nunca superei ter vendido o meu play2.

    Shadow of the Colossus

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  • rodrigockp Rodrigo
    2019-04-21 22:01:43 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 30 dias - Dia 21!

    DIA 21 - PASSOU MUITA RAIVA JOGANDO!

    SHADOW OF THE COLOSSUS! JOGO FILHO DUMA PUTA! O jogo em quesito historia e gráficos é impressionantemente espetacular, mas a câmera... ah essa maldita câmera, me fez desistir de jogar ele na época do PS2 e, mesmo no remake DE DUAS GERAÇÕES DEPOIS, CONTINUOU UMA MERDA! Puta que pariu que câmera cagada, serio, esse jogo me fez querer cometer suicídio umas 84 vezes! Ele não é nada difícil, mas a câmera atrapalha extremamente! 

    @desafio

    Shadow of The Colossus

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      manoelnsn · 7 months ago · 2 pontos

      Eu joguei o dvd dessa coisa pela janela... Sério

      1 reply
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      pessanho · 7 months ago · 2 pontos

      Joguei a versão de PS4 recentemente e tava tentando lembrar se a câmera ruim era desde o PS2 ou se foi coisa do remake

      1 reply
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      mastershadow · 7 months ago · 2 pontos

      Engraçado, a camera nunca em incomodou nesse game, acho ele tão bom que nada nele me desagrada, e joguei no PS2 apenas haha

      3 replies
  • rodrigockp Rodrigo
    2019-04-14 17:19:13 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 30 dias - Dia 14!

    DIA 14 - DARIA UM BOM FILME!

    SHADOW OF THE COLOSSUS! Sim, o jogo é lindo, mas nas mãos dos gênios do Studio Ghibli seria sem duvida uma das melhores animações que o cinema já viu!

    @desafio

    Shadow of The Colossus

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-06 23:02:57 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shadow of the Colossus (2018)

    Zerado dia 05/01/19

    Seguindo as jogatinas dos jogos emprestados pra devolver rápido, fui de Shadow of the Colossus, o remake do jogos de Playstation 2 exclusivo do PS4, pois pareceu ser a escolha certa entre os demais, ainda mais depois de jogar The Last Guardian.

    Quero deixar claro duas coisas de antemão: eu joguei a versão original de duas gerações atrás, mas há apenas uns 6 anos atrás eu realmente terminei o jogo. O fato é que eu conheci SotC por volta da sua época de lançamento, mas não dava a mínima pro jogo ou pro console que um amigo próximo tanto gostava. Eu realmente só o joguei depois quando resolvi experimentar todos os jogos relevantes de videogame e descobri que esse título era importante (mas não tinha noção de que as pessoas o amam tanto).

    Em segundo lugar, o meu primeiro playthrough durou cerca de 8 horas na época, na casa de um outro amigo e depois de fechar a aventura, eu achei a experiência bem "ok". Cheguei a jogar o começo da versão HD do PS3 porque a Sony o deu pra mim, mas logo larguei por não ver nada demais.

    Bom, eu provavelmente teria até ignorado esse jogo (e mesmo esquecido pois não vejo ninguém mais falar desse remake) mas um vídeo que a Sony soltou no Facebook na época de seu lançamento: lindo!

    A verdade é que eu acredito que SotC tem uma ambientação bacana e que os visuais gráficos definitivamente fazem diferença pra imersão e aproveitamento de seu mundo.

    O começo se abre com uma cena que me deixou em dúvida se era uma CG ou realmente uma cena renderizada na engine do jogo. Não que seus visuais tenham me confundido com a realidade, mas a forma como essas cenas foram dirigidas parece bastante com as cinemáticas de jogos do passado que nos faziam sonhar em como os jogos seriam um dia.

    A estória é obviamente a mesma, e contada do mesmo jeito. Wander carrega uma donzela em seu cavalo até um santuário repleto de estátuas com o intuito de conseguir a alma dela de volta e assim, trazê-la de volta à vida. A voz do santuário explica que para conseguir fazer seu desejo realidade, o nosso protagonista deverá derrotar todos os Colossus do vale e que isso custará um preço alto (que só descobriremos qual é nos momentos finais do jogo). Wander concorda imediatamente e segue sua aventura para derrotar os gigantes inimigos.

    Nesse ponto do enredo eu já até havia esquecido que estava jogando um remake. Sabe quando você só percebe a diferença quando compara as duas versões de algo? Pois é, e eu me vi constantemente me fazendo lembrar que o jogo era um remake e prestar atenção em cada detalhe para poder falar sobre a experiência.

    Para encontrar seu alvo, segure o botão R1 e Wander apontará sua espada aos céus no maior estilo He-Man. Uma luz sairá da espada em direção ao seu alvo, mas sem especificar rotas para lá chegar, mas dando uma ótima noção (e geralmente é bem tranquilo de chegar em cada Colosso).

    Saindo do santuário e tendo um pouco de dificuldade com os controles (mais diferentes de The Last Guardian do que eu lembrava), o jogo demonstra mais da sua beleza. Cavalgar pelos campos, com a câmera descentralizada do personagem em direção à montanhas e construções grandonas é super cinematográfico e passa aquela sensação de inferioridade do personagem afrente um mundo tão grande e com oponentes que naturalmente tem toda a vantagem de te derrotar em batalha.

    Eu tava um pouco preocupado em enfrentar os Colossus por medo de ter dificuldade em descobrir como os derrotar e pelos traumas com a jogabilidade de SotC. Eu lembro do perrengue que tinha em ficar agarrado a oponentes que ficam se mexendo constantemente enquanto a sua estamina acaba e você tem que o escalar novamente com o personagem mais molenga e controles que não gostavam tanto de responder.

    Pra minha surpresa, eu derrotei o primeiro super rápido, assim como o segundo e só demorei um pouco no terceiro e dali em diante foram quase todos bem rápido. Eu levei 5 horas para fechar a campanha de SotC dessa vez.

    Outra surpresa foi que, de 16 Colossus, eu ainda lembrava de 14 e me cérebro só apagou duas batalhas da minha memória: uma cobra marítima elétrica e um javali que tem medo de fogo (me refiro aos designs dos inimigos e cenários mesmo, pois tive que descobrir como matar quase todos do zero).

    Pois é, cada Colosso é diferente, baseado em criaturas diferentes, com movimentos e fraqueza únicas. As vezes você precisa esperar um ataque deles para achar uma brecha de escalar ou os acertar e fazer com que se aproximem, as vezes você tem que achar uma fraqueza com sua movimentação ou atacá-los quando estiverem em uma posição específica ou ainda usar do mapa contra eles.

    Basicamente, cada luta é um puzzle e varia de duração de acordo com o seu raciocínio e habilidade, até porque a grande maioria exige que você os escale em determinado momento e os ataque em um ponto específico e as vezes isso demora para acontecer e enquanto você sobe o se mantém agarrado em seus pelo, o monstro está fazendo de tudo para que você o deixe em paz e sua estamina acabe. Demorar um pouquinho na luta faz com que a voz dê uma dica de como prosseguir.

    Saber poupar energia e recarregá-la quando possível é essencial, mas logo isso fica óbvio, como a maior parte do jogo fica.

    Apesar da aventura ser curta e rápida, logo eu comecei a a achar repetitiva, sensação que não tive quando joguei no PS2. Você mata um Colosso, é transportado de volta ao santuário, a estátua daquele inimigo se destrói, a voz fala alguma coisa sobre seu próximo objetivo e em seguida você estará cavalgando de novo em direção à luz da sua espada e enfrentando outro Colosso.

    Aquela coisa de achar o cenário bonito começou a desaparecer na metade do jogo pra mim, pois você anda tanto pelos mesmos lugares ou outros parecidos que acaba perdendo um pouco da graça. O mapa em si não é muito grande e é bem limitado. Além disso, é tudo meio morto, ainda mais depois de jogar Breath of the Wild e Xenoblade Chronicles 2, entre outros. Nada acontece, árvores só numa floresta ou outra, várias áreas desérticas, nenhuma vila ou outro personagem. Sei que tudo isso é pra reforçar a sensação de solidão mas acredito que o cenários poderia ser um pouco mais vívido e imersivo enquanto pra mim foi mais como se o mapa fosse um intervalo ou descanso para a próxima batalha.

    Sinto que muita coisa do PS2 se deu por conta de limitação de hardware e que eles poderiam ter aprimorado além dos visuais. Lembra quando eu falei sobre o visual da propagando ter me convencido? Era uma floresta e passando por lá no meu humilde PS4 Slim, não achei nada demais e só jogando pra você perceber que não tem muita graça fica parado pela fase fazendo anda ao invés de ir jogar de verdade.

    Resumindo: Shadow of the Colossus é um remake bacana e que não saiu muito do que o jogo era no PS2, sendo exatamente o que eu esperava quando joguei a versão HD do PS3. Pra quem curte o jogo original, esse remaster é uma boa pedida, mas vou lembrar que eu definitivamente me senti jogando o mesmo jogo, como se eu já tivesse o jogado sem mudar nada 6 anos atrás. Comparando as versões, esse aqui humilha o outro, mas por si só, não é nada exuberante (como achei que seria).

    De bom:  agradável aos olhos. Eu senti bastante o fim da estória e meu amigo me disse que é porque essa versão tem legendas e a gente entende melhor o enredo, coisa que não tinha no PS2 (não tinha mesmo não? Não me lembro). Fiel ao original. Batalhas diferentes e exigem que você explore os chefes e os cenários.

    De ruim: jogabilidade meio zoada, como já esperado. Me estressei muito com isso e com o personagem não escalando pro lado desejado, não pulando pra onde eu queria e tal.  Outro exemplo disso é que o d-pad pra esquerda equipa o arco e pra direita a espada. Por quê não simplesmente apertar qualquer um pra mudar visto que não há outros equipamentos e nem a possibilidade de tirá-los da mão? Em várias batalhas eu tinha que trocar rápido e eu acabava "trocando pro mesmo" e as vezes você nem percebe a confusão porque o corpo do personagem escondeu a arma ou no calor do momento e a falta de um ícone dizendo o que você está usando não permitem distinguir bem. A câmera não gosta de responder aos seus comandos, muitas vezes em troca da cinematografia do jogo. Cenários meio vazios e nada impedindo você de chegar ao próximo inimigo, nem um puzzle, um inimigo, sei lá, reforçando o boss rush que SotC é.

    No geral, o jogo é legal, nem fede nem cheira, apesar de um curtir o conceito e a ambientação e odiar a jogabilidade. Ele começa e termina meio do nada e não me pareceu muito memorável. Bacana, mas vou deixar aqui as palavras de um amigo que me viu matar os 3 últimos Colossus ontem: "Esse povo era muito carente pra ter um Zelda no PS2".

    Shadow of The Colossus

    Platform: Playstation 4
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      filipessoa · 11 months ago · 3 pontos

      Parabéns pela finalização @anduzerandu!

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 11 months ago · 3 pontos

      Encaixe perfeito dos games engatados pra jogar...
      ...

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      jcelove · 11 months ago · 2 pontos

      Putz, não lembro como mata praticamente nenhum dos colossus mais.hehe
      Sobre a sensação de vazio e de "tudo morto" faz parte do conceito do jogo mesmo, a idéia é passar a solidão da jornada loka do Wander. Gosto muito do conceito e história dele, mas não rejogaria o remake tão cedo.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-01 23:33:38 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Last Guardian

    Zerado dia 01/01/19

    Olha aí o primeiro jogo terminado do ano! A verdade é que eu corri pra terminá-lo ontem antes do Ano Novo e de certa forma eu consegui, mas ainda rolou zeramento e tal depois da hora e no fim das contas, o jogo acabou mesmo hoje, logo após os fogos estourarem nos céus.

    The Last Guardian é um dos 4 jogos que peguei emprestado com um amigo, Lucas. Ele vem pensando em vender o Playstation 4 e tem um bom bocado de jogo, sendo que vários deles eu nem me preocupei em comprar porque já sabia que pegaria com ele. Fiz uma jogatina aqui em casa e pedi que o dito cujo os trouxesse. Resultado: tô jogando esses jogos pra zerar logo e devolver rápido, como gosto de fazer.

    Como eu havia acabado de fechar o God of War, escolhi algo mais diferente e rápido pra começar. The Last Guardian (TLG) é outro título criado pelo Team ICO, de ICO e Shadow of the Colossus. Eu já disse isso no passado, mas não sou muito fã desses jogos.

    TLG começa com um garoto conhecendo uma fera gigante que é basicamente um cachorro com orelhas e agilidade de um gato, penas ao invés de pelo, um rabo meio que de roedor, asas, um focinho parecido com o de um pastor alemão e com um formato meio que de bico, patas de pássaro e um par de chifrinhos. Apesar de toda a estética bizarra misturada, a criatura é basicamente um dogão.

    O começo totalmente aleatório numa caverna com o primeiro encontro deles depois de acordar é tão... forçado. Ou foi o que eu achei no início.

    Essa parte serve como um tutorial dos comandos e coisas básicas que você pode fazer, como alimentar a fera jogando barris brilhosos perto dela ou chamá-la para perto. Os comando ainda incluem puxar alavancas, escalar e essas coisas.

    Se você jogou ICO, já pode imaginar um jogo bem semelhante: cheio de ruínas e áreas verdes aqui e ali com um pouco de árvore e grama. Cada lugar alcançado é como um puzzle. Como sair dali? Pra onde eu vou?

    O jogo flui bem no início mas logo fica repetitivo, com cenários parecidos e poucos elementos novos. Mas TLG se torna frustrante a partir do ponto que a jogabilidade e os controles do personagem parecem não funcionar e você se sente controlando uma ragdoll zoada. As vezes parece que os botões não respondem nas partes de plataforma. Pula! PULA!

    Logo cedo você aprende a escalar na fera, que se chama Trico, para alcançar áreas mais altas ou mesmo ser levada por ela para outros lugares. Imagine um mini-você em cima de um gato que pula em cima da pia, depois em cima da geladeira. É tipo isso.

    A parte de subir em Trico chega a ser frustrante como em Shadow of the Colossus. Que jogabilidade TENSA! Sobretudo quando ele está inquieto.

    Mais pra frente você aprende a dar comandos específicos à ele, como pular pra cima de um lugar que estiver olhando, sentar e deixar o rabo pendurado e mesmo atacar, embora ele já faça isso sozinho de qualquer forma.

    Pois é, há combate no jogo pois em diversas partes armaduras possuídas tentam te pegar e levar para um portal, fazendo você perder o jogo, aparentemente (é bem fácil se livrar delas quando elas conseguem te pegar). Apenas Trico pode destruir esses inimigos e há várias partes onde você estará sozinho e precisará abrir um portão pro seu amigo entrar e acabar com todos, mas é um saco puxar alavancas enferrujadas e carregar peso pra fazer sua missão com os inimigos no sue pé.

    Mais tarde você consegue um escudo que projeta uma luz e faz com que raios saiam do rabo do dogão e destruam o que quer que você estiver mirando.

    Eu joguei basicamente metade do jogo em uma longa sentada e dei uma enjoada. Não aguentava mais tantas ruínas, jogabilidade zoada, esperar meia hora pra Trico executar uma ação que mandei (depender de IA é sempre uma bosta) e o visual que é quase sempre como um remaster de PS3 de um jogo de PS2.

    No segundo dia, eu voltei e com uns 10 minutos de jogatina, eu quase desliguei o PS4. Esse jogo já tinha me cansado de um jeito inédito.

    Mas uma coisa que não vou mentir é que fui me apegando a amizade dos personagens e principalmente ao Trico (sou meio fanzete de animais). Chegam partes que eles estão escalando torres, correndo por pontes quebradas e sobrevivendo por um fio que faziam meu coração disparar. Hummmm... inesperado.

    Todas essas ruínas e cenários estão dentro de um vale, como um vulcão gigante (mas sem lava) e de vez em quando você acaba voltando de alguma forma para uma área visitada há bastante tempo. "Cacete! Eu lembro desse lugar! A gente tinha passado por essas portas, e agora caímos aqui pelo teto depois de um acidente!"

    Chegou um momento que, apesar da jogabilidade estranha, eu tava gostando de pra onde a estória estava indo. Cinemáticas lindas são mostradas e contam a estória das coisas, inclusive o início de tudo e como eles foram parar lá. Nesse momento eu já estava dizendo: esse jogo é bom, apesar de eu ainda ter preferido Shadow of the Colossus.

    Inimigos e acontecimento ameaçam a vida da dupla. Muitas vezes achei que Trico iria morrer e eu estava sentindo como se um cachaceiro da rua tivesse chutado o meu cachorro de estimação e o deixado bem mal no veterinário. Uma mistura de dó e raiva e... pera, é só um jogo. Um jogo esquisito.

    Tem uma parte que nós chegamos num lugar bonito e o seu amigão até deita e tira um cochilo. Umas duas horas depois nós despencamos lá depois de uma feroz batalha por "coincidência" e dessa vez Trinco está completamente acabado. Que contraste legal e que só jogando pra saber.

    Vamos ajudá-lo a se recuperar dando mais barris para comer! Ele te salvou taaaantas vezes, esse lindo!

    Amigos, no último "capítulo" do jogo, a dupla estará próximo de seu objetivo, numa torre bacana. Inclusive os momentos finais são os graficamente mais bonitos de todo o jogo.

    É ainda que as últimas revelações são feitas e os ares ficam muito ruins. Ambos são judiados e injustiçados tentando ajudar um ao outro e depois de fazer o último puzzle no calor do momento, entram as cenas finais.

    A partir daí, TLG se tornou uma EXPERIÊNCIA INCRÍVEL. Eu não conseguia piscar com tudo o que estava acontecendo e como a estória estava sendo levada. Segurei as lágrimas e já tava até quase me dando dor de cabeça. Mas não, nem jogando você consegue imaginar o final surpreendente desse título. Esse zeramento fez tudo valer a pena, cada parte fez sentido! Depois de tudo isso, entram os créditos com uma música bonita e relembrando várias partes da aventura. EU ESTAVA ACABADO. Que experiência, senhores!

    Depois dos créditos, há uma cena que resolve e explica o que faltou. Aí eu não aguentei. Chorei mesmo, como uma garotinha! Que estória bem contada!!

    Logo depois a família entra no meu quarto desejando tudo de bom e eu só ouvia, todo sensível, com medo de falar e repararem no meu estado emocional. No final das contas eu respirei, peguei a capa do jogo e apreciei a arte. Uau!

    Resumindo: The Last Guardian, criado pelo mesmo time que produz uns jogos que nem sou muito fã, me surpreendeu MUITO. Comecei com a expectativa de ser melhor que ICO e terminei pessoalmente achando a experiência muito superior à minha em Shadow of the Colossus (PS2).

    De bom: visuais imersivos. Trilha sonora orquestrada (sobretudo em partes cheias de ação) de altíssima qualidade. Personagens amáveis, sobretudo a besta, Trico. Enredo surpreendente e depois, incrível, assim como o final do jogo. As vezes o jogo "se joga sozinho" quando você demora, o que é muito bom pra partes com seu dogão.

    De ruim: alguns comandos não são muito claros (segura R1 e aperte triângulo para mandar Trico pular) e nunca há a certeza que ele ouviu. Dependência da IA chata e as vezes ela demora um século para executar uma ação. As vezes não há a certeza de pra onde ir e você fica tentando fazer algo impossível. Não dá pra confiar na jogabilidade, principalmente os pulos. Em certas situações você só quer descer de Trinco mas o garoto fica se grudando nele ou nas paredes e EU SÓ QUERO IR PRO CHÃO!

    No geral, eu super recomendo a aventura, que deve durar umas 10 horas, sobretudo se você gosta dos jogos do Team ICO. Já tô até buscando miniaturas da dupla depois desse enredo. Uau! Fazia tempo que um jogo não mexia tanto comigo...

    The Last Guardian

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    • Micro picture
      gossouza · 11 months ago · 3 pontos

      Quem não quer ter um trico em ksa? ^^

      1 reply
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      gossouza · 11 months ago · 2 pontos

      A experiência desse jogo é realmente muito profunda.... no começo a gente fica frustado com o andamento, pensa em largar pra lá, mas isso é tudo proposital porque no final tudo faz sentido, recebemos um soco na cara e choramos igual uma criança... kkk

      1 reply
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      filipessoa · 11 months ago · 2 pontos

      E já começou com um jogão! Parabéns! Acho que é consenso que todo mundo diga que o começo é frustrante, mas quase ninguém mantém esse argumento até o fim de jogo kk

      2 replies
  • juca87 João Manoel da Silva
    2018-10-19 00:23:27 -0300 Thumb picture

    Parabéns e continue assim lindo!!!

    Hoje é aniversário desta Obra prima, o divisor de água do PS2!

    Dia 18 de outubro de 2005, completando 13 anos de "AGROOOOO" seguido por aquele assobio bonito!

    Obrigado Fumito Ueda por nos proporcionar essa aventura incrível!

    Shadow of the Colossus

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  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-09-03 22:18:34 -0300 Thumb picture

    THE LAST GUARDIAN (SHARE)

    Continuando meu caminho... mas sem tirar os olhos de meu "bichinho".

    Um exército oculto de cavaleiros não para de nos "atazanar"...

    É um desespero muito grande ver as lanças cravadas no corpo do "meu amigão" (TRICO é seu nome)

    Não posso imaginar o fim dessa jornada sem ele!

    O caminho será árduo...

    ...e simplesmente insuportável sozinho!

    Tudo que faço, ele observa! E tudo que ele faz, eu também observo!

    Ele sabe que nunca o abandonarei, mas mesmo assim ele fica extremamente preocupado quando nos separamos...

    Juntos somos fortes!

    TRICO... EU TE AMO!

    THE LAST GUARDIAN me despertou a atenção desde seu anúncio para o PS3. Esse foi um caso onde meu HYPE não decepcionou. Sabia desde o início que iria curtir e muito essa emotiva aventura entre esses dois solitários personagens perdidos num local desconhecido... desbravando aos poucos o caminho à seguir!

    Enquanto IGN foi um pouco mais cruel em sua REVIEW (7/10) enfatizando os problemas de câmeras (algo que muito provavelmente atualizações podem ter melhorado um pouco...)

    GameSpot (9/10) exaltou as qualidades do comportamento da criatura sobre os problemas de câmera (eles existem, mas não é uma grave problemática):

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
    829 Players
    125 Check-ins

    47
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-08-11 14:52:36 -0300 Thumb picture

    TRICO e EU (SHARE)

    Seguindo com esse jogo lindo... apesar da sombra da dúvida perante nosso futuro juntos!

    Contando enquanto TRICO se esconde (se é que é possível tendo em vista o pequeno tamanho da criatura...)

    "TRICO, CADÊ VOCÊ?"

    "De novo não, TRICO!". Esse enigmático artefato deixa - o um tanto desconfortável...

    Pelo menos temos FLASHBACKS dessa curiosa e amável criatura.

    Mas afinal, que diabos será TRICO?

    Isso pouco importa, só sei que amo demais esse "bichim"!

    Perecebe-se que é recíproco. TRICO fará de tudo para defendê-lo.

    "Carinha...tu vai rasgar minha roupa!"

    Bora continuar nossa jornada em busca duma saída daqui...

    THE LAST GUARDIAN me despertou a atenção desde seu anúncio para o PS3. Esse foi um caso onde meu HYPE não decepcionou. Sabia desde o início que iria curtir e muito essa emotiva aventura entre esses dois solitários personagens perdidos num local desconhecido... desbravando aos poucos o caminho à seguir!

    Enquanto IGN foi um pouco mais cruel em sua REVIEW (7/10) enfatizando os problemas de câmeras (algo que muito provavelmente atualizações podem ter melhorado um pouco...)

    GameSpot (9/10) exaltou as qualidades do comportamento da criatura sobre os problemas de câmera (eles existem, mas não é uma grave problemática):

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
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    34
    • Micro picture
      filipessoa · over 1 year ago · 3 pontos

      Apesar de ainda não ter tido a oportunidade de jogá-lo, sempre me pareceu um jogo 9 do que 7, mas né... num sei. Quanto ao Trico, se eu fosse chutar o que ele é, diria que trata-se de um texugo nascido e criado nas ruínas de alguma cidade do universo expandido de Fallout :v

      1 reply
    • Micro picture
      reasel · over 1 year ago · 2 pontos

      Doido pra jogar esse

      1 reply
    • Micro picture
      fabiorsodre · over 1 year ago · 2 pontos

      comecei mas guardei pra uma outra oportunidade! o pouco que vi, achei muito bom!

      1 reply
  • shadowofheart Rodrigo
    2018-07-22 09:23:01 -0300 Thumb picture

    Desafio das 20 músicas! Dia 20

    E agora ACABOU!

    Demorei, fui bem inconstante nas postagens, mas sempre que pude, postei aqui. Espero que tenham gostado das músicas escolhidas.

    Nos vemos no próximo desafio (podem me marcar em mais!)

    E para quem quiser fazer o desafio, claro, fique a vontade!

    Shadow of the Colossus

    Platform: Playstation 2
    16494 Players
    212 Check-ins

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