• 2017-01-29 18:28:20 -0200 Thumb picture

    [Álbuns] #3 - In Rock (Deep Purple)

    E para combinar com um domingo tranquilo, o disco de hoje é uma porrada, Deep Purple com In Rock.

    Deep Purple In Rock é o quarto álbum de estúdio lançado por essa banda britânica de hard rock, sendo o disco que marcou a estreia da segunda e mais bem sucedida formação da banda, conhecida como "Mark II".

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    Ficha Técnica

    Lançamento: Junho de 1970

    Gravação: Agosto de 1969 - Maio de 1970

    Gênero: Hard Rock

    Duração: 41:46

    Gravadora: Harvest (UK), Warner Bros. Records (US)

    Produção: Deep Purple, Roger Glover

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    História

    A banda foi formada em 1968 pelo guitarrista Ritchie Blackmore e pelo tecladista Jon Lord, que chamaram o baterista Ian Paice, o baixista Nick Simper e o vocalista Rod Evans, e que tinha uma sonoridade mais próxima ao R&B dos anos 60.

    Entretanto tudo muda quando eles conhecem o Led Zeppelin, onde Blackmore se identifica com a sonoridade mais pesada e decide fazer algo parecido. Mas para isso, ele iria precisar de um vocalista com uma maior potência vocal, despedindo assim o vocalista e também o baixista, e chamando Ian fucking Gillan para os vocais e Roger Glover para o baixo.

    Antes do In Rock, eles ainda gravam um disco com a Royal Philharmonic Orchestra chamado Concerto for Group & Orchestra, feito inédito na época. 

    Mas só no ano seguinte, com o lançamento desse álbum, que os cinco músicos mostraram todo o estrondoso potencial em seus instrumentos, criando um som novo, único e influente.

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    Capa

    A capa é uma releitura da famosa escultura do Monte Rushmore, localizada próxima a Keystone, Dakota do Sul, nos Estados Unidos. Ao invés dos quatro antigos presidentes americanos George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln, há os cinco membros da banda.

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    Músicas

    O disco já começa com um soco no ouvido, Speed King, uma das minhas favoritas, já emendando com outra música excelente, Bloodsucker. O lado A ainda termina com um grande clássico da banda, Child In Time, onde Gillan mostra seu alto alcance vocal e Jon Lord mostra sua influência por música clássica, arrasando nos teclados.

    1. Speed King (5:53)

    2. Bloodsucker (4:13)

    3. Child In Time (10:13) (Que coisa linda)

    "Sweet child in time you'll see the line / The line that's drawn between the good and the bad"

    Apesar de um pouco mais fraco (na minha opinião) que o lado A, o lado B tem outras quatro músicas ótimas: Flight of the Rat; Into the Fire, que é  minha favorita; Living Wreck com vocais mais melódicos; e terminando com Hard Lovin' Man.

    4. Flight Of The Rat (7:55)

    5. Into The Fire (3:29) (Tenho a impressão que todo mundo nesse vídeo está meio chapado kkkk)

    6. Living Wreck (4:32)

    7. Hard Lovin' Man (7:11)

    O disco foi relançado em 1995 e, além de versões alternativas e outtakes, têm um famoso single que foi lançado na mesma época do lançamento original, Black Night.

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    Então é isso.

    Fiquem com esse clássico do hard rock, meu disco favorito de uma das três principais bandas que influenciaram o surgimento do heavy metal.

    Uma obra prima feita por cinco caras lembrados como mestres no que faziam (alguns ainda fazem). Extremamente recomendado!! Essencial.

    Rest In Peace mestre Jon Lord, um dos caras que mais me influenciaram a tocar teclado.

    Abraços.

    21
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      igor_park · almost 3 years ago · 2 pontos

      Tá aí uma banda que merecia minha atenção, mas nunca parei para ouvir sério, eu até ouvi algumas músicas com David Coverdale e Gleen Hughes e viajei no som, eu amo melodias vocais, e curto demais bandas com mais de um vocalista e com melodias vocais fodas tipo Alice in Chains, essa fase do cantor original nunca ouvi nada ,só smoke on the water que você escuta até sem querer kkkk.

      3 replies
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      onai_onai · almost 3 years ago · 2 pontos

      Uma das minhas bandas favoritas, mas ainda não cheguei a ouvir a discografia completa.

      3 replies
  • 2017-01-27 12:39:08 -0200 Thumb picture

    [Biografia Musical] #2 - Jimi Hendrix

    "O blues é fácil de tocar. Mas não é fácil de sentir."

    E aí pessoas, para o nosso segundo post biográfico decidi falar um pouco sobre a curta e extremamente influente carreira dele, que é considerado por muitos o maior guitarrista de todos os tempos, Mr. James Marshall "Jimi" Hendrix.

    Nascido em Seattle em 27 de novembro de 1942, viveu parte da infância com sua avó índia e ganhou sua primeira guitarra aos 12 anos do pai. Após tocar com algumas bandas locais, serviu o exército americano como paraquedista, tendo sido dispensado por uma torção no tornozelo (na verdade há outra história sobre isso, mas não vamos entrar em detalhes).

    Desde cedo possuía muito carisma no palco e inicialmente tocava em bandas de apoio de músicos de Blues e Soul, incluindo nomes famosos como Curtis KnightB.B. King e Little Richards.

    Logo formou sua própria banda e foi para Nova York, onde conheceu Frank Zappa que o apresentou ao recém-criado pedal de “wah-wah”, elemento que se tornou uma das principais características de sua música. Durante esse período conhece também Chas Chandler, baixista do The Animals, que o leva para a Inglaterra e o ajuda a formar sua nova banda, o The Jimi Hendrix Experience.

    Logo começa a ganhar fãs e ser visto por grandes personalidades como Pete Townshend, Eric Clapton e Jeff Beck, que se surpreendem com seu estilo performático e "distorcido".

    Começa a gravar singles que chegam rapidamente no Top 10 britânico, lançando logo em seguida seu primeiro disco "Are You Experienced?" em 1967, o ano auge do Rock Psicodélico. O álbum é considerado um dos melhores discos de estreia da história.

    Curiosidade: Esse disco possui diferentes versões na Europa e na América, a diferença se dá em algumas músicas exclusivas de cada uma, sendo "Red House" na primeira e "Purple Haze" na segunda.

    No mesmo ano, volta para os Estados Unidos e toca no Monterey Pop Festival, graças ao apoio de Paul McCartney, que se ofereceu como produtor do evento caso aceitassem Hendrix. Uma das cenas mais famosas desse show é a em que Jimi incendeia a própria guitarra (não pela primeira vez).

    Enquanto isso, na Inglaterra, sua imagem de “selvagem” e de cheio de recursos para chamar atenção (como tocar a guitarra com os dentes e com ela às costas) continuava a trazer-lhe notoriedade. Entretanto, Jimi se sentia frustado pela maior atenção dada pela mídia e pelo público à sua performance do que à sua música.

    Seu segundo álbum "Axis: Bold as Love" quase não é lançado, pois Hendrix esquece a fita com a gravação final do lado 1 do LP em um táxi, perdendo-a. Com a proximidade do prazo de lançamento, os produtores são forçados a fazer às pressas uma remixagem a partir das gravações multi-canais, versão esta lançada em dezembro de 1967, e que não agradou Hendrix por ser inferior à original.

    (Algumas músicas são difíceis de se encontrar no YouTube por questões de direitos autorais. Então essa próxima vai acabar sendo só um trecho do filme "Easy Rider" em que a música é tocada)

    -- Gostaria de recomendar também a música 'Bold as Love', que não encontrei no YouTube --

    A terceira gravação da banda, o álbum duplo "Electric Ladyland" de 1968, era mais eclético e experimental, incluindo uma longa seção de blues, elementos de jazz e um cover de “All Along the Watchtower” de Bob Dylan.

    A capa original desse disco foi censurada, pois era uma foto de 19 mulheres nuas, sendo substituída por essa imagem meio alaranjada de Hendrix. (Sim, eu censurei a imagem, por precaução)

    Frustrado pelas limitações da gravação comercial, Hendrix decide por voltar aos EUA e criar seu próprio estúdio em New York, no qual teria espaço ilimitado para desenvolver sua música. Mesmo com a gravação problemática, muitas das faixas do álbum mostram a visão de Hendrix se expandindo além da sonoridade original do trio, fato que acabou acompanhado pelo fim da banda em 1969.

    --- Desse álbum também acrescento a 'Gypsy Eyes', outra que não se encontra no YouTube ---

    Em agosto do mesmo ano Hendrix forma uma nova banda para tocar no Festival de Woodstock. Sua performance sofre atraso e só ocorre na segunda-feira de manhã, com menos da metade do público dos dias anteriores presente (boa parte só de corpo ainda, a alma estava longe rsrs). 

    Apesar de notoriamente sem ensaio e desigual,  a apresentação ficou marcada por uma extraordinária versão instrumental improvisada, distorcida e quase irreconhecível do hino nacional norte-americano, The Star Spangled Banner, acompanhada de sons de guerra, como metralhadoras e bombas, produzidos por Hendrix em sua guitarra. A criação desses efeitos na época foi inovadora, expandindo para além das técnicas tradicionais das guitarras elétricas.

    Em Agosto toca no Festival da Ilha de Wight e expressa desapontamento no palco em face do clamor de seus fãs por ouvir seus antigos sucessos em lugar de suas novas ideias.

    Em 18 de Setembro de 1970, Jimi Hendrix morre em Londres, em circunstâncias que nunca foram completamente explicadas.

    Segundo os primeiros depoimentos de sua namorada Monika (que em outras declarações teve detalhes alterados e se tornaram contraditórios), Hendrix teria tomado (sem que ela soubesse), na noite anterior, nove comprimidos de um remédio para dormir que ela utilizava.

    Entretanto o médico John Bannister, que o atendeu inicialmente, informou em uma entrevista ao The Times:

    "A quantidade de vinho que estava sobre ele era fora do comum. Seus cabelos e sua camisa estavam embebidos, também seus pulmões e estômago estavam completamente cheios de vinho. Eu nunca tinha visto tanto vinho".

    Além disso, declarações publicadas no um livro de um ex-roadie de Hendrix, afirmam que o empresário do guitarrista, Mike Jeffrey, teria confessado ter contratado um grupo que teria invadido o quarto de hotel e forçado Jimi a tomar vinho e soníferos. O empresário, que tinha uma apólice de seguro no nome de Hendrix no valor de US$ 2 milhões, morreu em 1973 em um acidente de avião.

    (Uma das últimas fotos tiradas de Hendrix, pouco antes de sua morte)

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    Então é isso.

    Esse foi um resumo da história de um dos mais importantes guitarristas da história.

    Algumas pessoas costumam usar a seguinte associação para definir a sua influência: "A guitarra já existia e era usada muito antes de Hendrix, mas foi ele que a ligou na tomada"

    Abraços.

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      joanan_van_dort · almost 3 years ago · 3 pontos

      Pude ler com calma, agora. Excelente! Obrigado por essa biografia resumida mas muito cheia de conteúdo, ao mesmo tempo! =D

      1 reply
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      jhonatasantos · almost 3 years ago · 3 pontos

      Muito boa publicação. Obrigado por @sound_and_vision ter feito, e pelo @caramatur por ter compartilhado.

      2 replies
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      riihpeter · almost 3 years ago · 3 pontos

      Qualquer coisa relacionada à música é bem vinda! Recomendo uma publicação de Joy Division :DDD

      3 replies
  • 2017-01-19 13:22:41 -0200 Thumb picture

    [Álbuns] #2 - Who's Next (The Who)

    --Antes de começar: se você é uma pessoa que frequenta bastante o YouTube, e não sabe de onde vem ISSO... Bom, fica aqui que você descobre--

    Eu já tinha feito um OFFMusic falando sobre a banda, mas esse álbum é tão bom, que decidi coloca-lo nessa série de posts e falar mais só sobre ele. Então...

    O álbum de hoje é o grande clássico do The Who:  Who's Next.

    Quinto álbum de estúdio da banda, é considerado um dos melhores álbuns do The Who e um dos melhores da história, estando em 13º lugar na lista de melhores álbuns feita pelo canal VH1, e em 28º na lista feita pela revista Rolling Stone.

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    Ficha Técnica

    Lançamento: 2 de agosto de 1971

    Gravação: Março a maio de 1971

    Gênero(s): Rock, Hard Rock

    Duração: 43:38

    Gravadora: Decca Records (US); Polydor Records (UK)

    Produtor(es): The Who, Glyn Johns

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    Produção

    O álbum surgiu das cinzas de um álbum chamado Lifehouse, um projeto de Pete Townshend para uma nova, complicada e desastrosa ópera rock, que devido a diversos problemas de produção foi cancelada. A banda decide então esquecer toda essa ideia e recomeçar do zero.

    Para a sorte deles, o novo álbum pôde ser produzido em uma época em que ocorriam grandes avanços no setor de engenharia de som. Isso permitiu que as músicas formassem uma "parede sonora", dando ainda mais destaque para a bateria de Moon e o baixo de Entwistle, além da introdução de piano e sintetizadores em algumas músicas. O resultado foi um som absolutamente espantoso para a época.

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    Capa

    A capa, uma fotografia dos quatro membros da banda acabando de urinar em um bloco de concreto, além de ser uma óbvia referência ao monolito do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço, é também uma metáfora ao seu passado, com o grupo mostrando  que estava em busca de novos caminhos.

                                                      ----------------//--------------

    Músicas

    Finalmente vamos para o que mais importa, as músicas.

    1. Baba O' Riley (5:09)

    Já começando com um dos maiores clássicos da banda, dono de um dos melhores introduções de teclado do rock e um refrão cantado como hino nos shows. Tenho nem o que falar dessa maravilha.

    "Don't cry / Don't raise your eye / It's only teenage wasteland"

    2. Bargain (5:33)

    Minha favorita do álbum, uma verdadeira explosão sonora no estilo The Who. Destaque para o trecho mais lento cantado pelo Pete Townshend por volta dos 2 minutos, onde o baixo do John Entwistle reina. Simplesmente demais.

    "I'd pay any price just to get you / I'd work all my life and I will / To win you I'd stand naked, stoned and stabbed"

    3. Love Ain't For Keeping (2:10)

    A mais curta do álbum, tem um violão acústico no comando, sem sintetizadores, tendo um clima levemente mais puxado pro folk e country devido a isso.

    "Lay down my darling me / Love ain't for keeping"

    4. My Wife (3:41)

    A única música do álbum que não foi composta pelo Pete Townshend, e sim pelo John Entwistle, que usou de um humor tão ácido quanto o de Pete nessa curiosa letra e melodia. Assim como algumas outras, essa seria parte do "Lifehouse", contando a velha história de um cara que bebeu demais, não consegue voltar para casa e começa a inventar soluções para fugir do sermão de sua esposa.

    "Gonna buy a fast car / Put on my lead boots / And take a long, long drive"

    5. The Song Is Over (6:41)

    Uma bela peça cantada parte por Pete parte por Roger, com várias camadas de piano, sintetizadores e guitarra, somada com a já clássica cozinha e uma das minhas letras favoritas da banda.

    "The song is over / Excepting one note, pure and easy / Playing so free, like a breath rippling by"

    6. Getting In Tune (4:50)

    Uma música que brinca com as palavras, onde a primeira vista parece uma metalinguagem sobre música, mas que na verdade é mais metafórica. Uma belíssima introdução de piano feita por Nicky Hopkins, que é quebrada pela vibrante bateria de Moon.

    "I'm singing this note 'cause it fits in well / With the way I'm feeling / There's a symphony that I hear in your heart / Sets my head a-reeling"

    7. Going Mobile (3:43)

    Peça sobrevivente do "Lifehouse", mostra a força que o The Who tinha mesmo como trio, já que a música não possui a participação do Roger Daltrey, sendo cantada inteiramente por Pete. Uma música que evidencia a grande energia da banda mesmo com a guitarra sem amplificação. 

    "Well, I'm gonna find a home / And we'll see how it feels / Goin' mobile / Keep me movin"

    8. Behind Blue Eyes (3:42)

    Ahh e o que falar dessa música? Composta originalmente para o "Lifehouse", teve que ter seu contexto adaptado para funcionar fora da ópera-rock, e acabou se tornando uma madura e poderosa performance sobre a dupla natureza de um homem. 

    Uma curiosidade que, pelo menos eu quando entendia menos de inglês acabei me confundindo, é o fato de "Blue" ser utilizado para se referir à tristeza, e não necessariamente olhos azuis (apesar de que tanto Pete quanto Roger possuírem olhos azuis).

    "But my dreams, they aren't as empty / As my conscience seems to be / I have hours, only lonely / My love is vengeance, that's never free"

    9. Won't Get Fooled Again (8:32)

    E para fechar, SÓ essa música, que é simplesmente um épico. ( Quem conhece já sabia que era dela que eu estava falando no começo do post... E quem não sabia descobriu agora rsrs)

    Enfim, resumindo uma história longa e complexa, a letra da música se relaciona com alguns acontecimentos do começo dos anos 70, durante a queda do movimento "Flower Power", onde as ações de luta e protesto pareciam não ter mais efeito. Assim Pete passa, de certo modo, sua visão sobre o cenário: "[...] há pouco que podemos fazer para mudar o sistema, o poder irá inevitavelmente corromper até mesmo o mais nobre, e assim, em vez de mudar o mundo ao nosso redor, talvez precisamos começar mudando à nós mesmos [...]" (Trecho tirado de uma review, em inglês, sobre a música, no site allmusic.com)

    "Change it had to come / We knew it all along / We were liberated from the fall that's all"

    (Apesar do Keith Moon já não estar nos seus melhores dias, essa versão ao vivo dessa música continua sendo sensacional.)

    Para os mais fanáticos, assim como eu, ainda há a versão remasterizada (disponível no Spotify) que possui sete faixas bônus, algumas sendo demos do Lifehouse: Pure and Easy, Baby Don't You Do It, Naked Eye (ao vivo), Water (ao vivo), Too Much of Anything, I Don't Even Know Myself, e uma versão alternativa de Behind Blue Eyes. 

                                                           ----------------//--------------

    Então é isso.

    Se você curte Rock, curte música boa tocadas por três monstros em seus instrumentos, e nunca ouviu esse álbum inteiro... O que você fez da sua vida até hoje?

    Abraços.

    17
  • memoriabit Memória BIT
    2016-11-10 16:55:51 -0200 Thumb picture

    Games com bandas e músicos nos anos 80 e 90

    Ver no Memória BIT →

    No começo dos videogames, aqueles bips eletrônicos e quadrados toscos na tela faziam tudo parecer um brinquedo bobo. Mas a partir do fim dos anos 80, a coisa começou a ficar séria. Mais recursos gráficos e de áudio atraíram olhos na mídia, seduzidos pela novidade que ganhava adeptos sem parar. 

    A então poderosa banda Journey, famosa por hits como Don't Stop Believin' e Who's Crying Now, estrelou um game bizarro para arcade, e pouco depois o pobríssimo Escape para Atari 2600. Frankie Goes to Hollywood, do pegajoso Relax, um dos hinos gays mais reconhecidos da década, virou tema de um jogo para Commodore, ZX Spectrum e Amstrad CPC em 1985. No fim dos anos 80 e ao longo dos 90, mais tentativas variando do sólido Moonwalker para arcade, Mega Drive e Master System, aos medianos Revolution X com Aerosmith, o pinball (Motley) Crüe Ball, e a horrorosa série de criação de videoclipes Make My Video para o Sega CD.

    Relembre alguns games com bandas e músicos que divertiram ou atormentaram o público entre os anos 80 e 90.

    Ver no Memória BIT →

    Michael Jackson's Moonwalker

    Platform: Arcade
    197 Players
    7 Check-ins

    2
  • tiagohardco Tiago Matias Escobar
    2016-10-07 18:32:56 -0300 Thumb picture
  • 2016-07-13 08:14:01 -0300 Thumb picture

    Mesmo eu admito, BlazBlue é muito rock n' roll

    HIRONOBU KAGEYAMA - Omae no Tettsui ni Kugi wo Ute (theme of Bang's Furinkazan mode)

    JAMISON BOAZ - Rebellion (theme of Ragna - vocal version)

    BlazBlue: Calamity Trigger

    Platform: PC
    187 Players
    38 Check-ins

    0
  • pauloaquino Paulo Aquino
    2016-07-13 07:08:08 -0300 Thumb picture

    Adivinha que dia é hoje

    Spread the Wings (tema de Rock Howard)

    Confrontation (tema de Rock em Soul Calibur 3)

    QUIET RIOT - Cum On Feel the Noise

    NIRVANA - Smells like Teen Spirit

    TWISTED SISTER - I Wanna Rock

    MOTORHEAD - The Ace of Spades

    AC/DC - If You Want Blood You've Got It

    Rock 'n Roll Racing

    Platform: SNES
    4774 Players
    50 Check-ins

    5
  • typhonite Linck's Roberto Ripka Siqueira
    2016-06-08 02:17:17 -0300 Thumb picture

    Boa noite :)

    Apesar do nome, pode assistir o clipe de boas, não tem nada creepy. 

    O nome, inclusive, poderia ser facilmente trocado por "Dreams" ao invés de "Nightmare", mas whatever.
    Conheci faz pouco tempo a banda e tô curtindo muito, é tudo instrumental!
    Excelente pra estudar, programar ou liberar aquele block na criatividade.

    Guitar Hero

    Platform: Playstation 2
    4213 Players
    24 Check-ins

    2
  • 2016-03-22 19:49:53 -0300 Thumb picture

    Ringtone

    Esse game causou e causa emoções até hoje, use como toque no seu celular essa versão 16-bit de Radar Love, da banda Golden Earring.

    segue abaixo a música em sua versão original para você ouvir.

    Rock 'n Roll Racing

    Platform: Genesis
    645 Players
    14 Check-ins

    1
  • pauloaquino Paulo Aquino
    2015-12-29 02:13:29 -0200 Thumb picture

    OFF - Valeu, Lemmy Kilmister

    Não sei se isso vai merecer destaque. 

    Estava eu assistindo WWE Monday Night Raw, quando fui pego de surpresa pela notícia da morte do mestre roqueiro (que outra forma eu poderia chamá-lo?) Lemmy Kilmister, do Motorhead.

    http://g1.globo.com/musica/noticia/2015/12/lemmy-k...

    Logo um roqueiro com um estilo só dele, um roqueiro tão genial, e que infelizmente a plebe, a não-casta, o ignora, preferindo chafurdar na mediocridade, vide o lixo musical que eles preferem. Por que eles não se põem onde é o lugar deles?...

    3

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