• jimmyramalho Jimmy
    2019-11-11 16:29:24 -0200 Thumb picture

    A Passagem Pela Vida

    Jogo finalizado n° 22

    Passage é um game indie do gênero Art Game desenvolvido por Jason Rohrer e lançado em 2007 para PC. Caso preferir, ele roda diretamente no nagedor sem precisar baixar nada.

    Jogabilidade

    No jogo, o jogador passa cinco minutos experimentando a vida inteira de um personagem, com resultados que muitos comentaristas descreveram como emocionalmente poderosos.

    Osjogadores controlam um avatar masculino que pode se mover da esquerda para a direita à medida que o tempo avança. O ambiente é um labirinto bidimensional com baús de tesouro espalhados que ao serem coletados nos dão pontos.

    À medida que o jogo avança, a posição relativa do avatar na tela muda gradualmente para a direita, com menos visibilidade para a direita e mais visibilidade para a esquerda. A velocidade do jogador também diminui à medida que o tempo avança, e a representação do avatar e da esposa visivelmente envelhece.

    Durante o game, seu personagem encontra uma personagem feminina e ao tocá-la, vocês se casam e seguem juntos durante o game e isso defini a dificuldade de avançar pelos labirintos, pois alguns lugares que você poderia passar sozinho são limitados quando está com ela e isso nos passa a visão das escolhas que você faz na vida e algumas coisas que abrimos mão para manter outras e isso trás uma energia muito emociona pro game, ainda mais quando a personagem morre e você percebe que seu personagem começa a ficar pior mais rápido.

    Gráficos

    Os gráficos do jogo são simples demais, porém o que conta mais pra mim em jogos indies é a direçao artística e o que essa arte consegue passar para nós. Passage com certeza conseguiu atender aos aspectos e pontos certos com base na direção.

    Enredo

    O jogo é desprovido de uma trama tradicional, permitindo que as escolhas do jogador sejam autoras de uma representação abstrata de uma vida. O protagonista pode optar por maximizar sua vida como um caçador de tesouros, ficando sozinho, ou optar por se casar e isso durará até a morte eventual da personagem. Independentemente das escolhas que o jogador faz, a duração fixa do jogo e o envelhecimento do protagonista também garantem a morte do personagem.

    Som

    O jogo tem apenas uma música, obviamente por ser uma jogabilidade rápida. A música em si fica repetindo nesses 5 minutos, mas ela foi feita tão bem que isso se torna bom para o jogo, até pelo fato da composição dela dar um peso a mais pro jogo, transforma um game simples em uma trama triste, pensativa e ao mesmo tempo emocionante.

    Passage

    Platform: PC
    22 Players
    2 Check-ins

    10
  • jimmyramalho Jimmy
    2019-11-10 06:43:35 -0200 Thumb picture

    MELHOR JOGO DE LUTA DA SNK

    Jogo finalizado n° 21

    The King of Fighters '98 é um jogo lançado em 1998 pela SNK. É o quinto jogo da série The King of Fighters e o primeiro jogo da série a não ter história. 

    O game reúne 38 lutadores, que estiveram presentes nos quatro jogos iniciais, os quais dividem-se em trios e lutam entre si para decidir qual time enfrentará o primeiro chefe da história da série, Rugal Bernstein.

    Gráficos 

    Os gráficos do jogo seguem a linha do jogo anterior, com sprites bem detalhados e coloridos. 

    A qualidade com que os personagens são feitos é sensacional, estão bem detalhados, porem alguns sprites foram reutilizados do KOF '97 por conta do curto tempo de desenvolvimento. Os cenários evoluíram bastante se comparado aos do KOF anterior, com mais animações e detalhes, e com alguns efeitos de profundidade impressionantes.

    Som

    O som do jogo melhorou muito. As vozes do jogo estão muito mais nítidas e as músicas são verdadeiras obras-primas.

    The King Of Fighters 98

    Platform: Playstation
    2312 Players
    8 Check-ins

    9
    • Micro picture
      onai_onai · 3 days ago · 2 pontos

      Definitivamente é meu The King of Fighters favorito, mas gosto do 99 também apesar dos pesares...

      1 reply
  • 2019-10-23 11:49:37 -0200 Thumb picture
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2019-09-18 22:51:34 -0300 Thumb picture

    E a internet continua me surpreendendo...

    Eis que estou aqui de boa, pensando na minha vida, quando de repente me mandam esse link do fórum outerspace, de uma thread sobre Chrono Cross (ou para os ouvintes do @grindingcast: AQNDSN) de 2016...

    https://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/...

    Até aí nada de mais, tirando o fato que o autor do tópico copicolou a minha review de Cross aqui do alva inteirinha:

    http://alvanista.com/games/playstation/chrono-cros...

    Eu deveria ficar puto? Pois não estou, estou dando risada pra caralho desse tanto de gente xingando o cara que copiou minha review, sendo que nem foi ele quem escreveu, HUAHAUHAUA

    O engraçado é que até mesmo algumas respostas que dei pra uma galera aqui da rede ele reutilizou... É uma pena, queria estar lá na época pra responder um por um adequadamente... 

    De acordo com o google, postei ela em junho de 2016 e o cara em dezembro do mesmo ano

    E afinal, se tem até gente copiando ela pra lugares ermos da internet, quer dizer que ruim ela não está, hauhauahuahuahua

    Chrono Cross

    Platform: Playstation
    5267 Players
    154 Check-ins

    43
  • jimmyramalho Jimmy
    2019-09-18 22:04:53 -0300 Thumb picture

    O Dragão Mais Foda dos Games

    Jogo finalizado n° 17

    Spyro the Dragon é um jogo de plataforma lançado pela Insomniac Games para o PlayStation em 1998. Este jogo marca a estreia do personagem Spyro e o primeiro da série de jogos de mesmo nome. Ele narra as aventuras de um pequeno dragão chamado Spyro e o seu amigo libélula Sparx.

    Enredo

    Ambientado num mundo mágico, o Mundo dos Dragões é o lar de cinco raças de dragões cada qual vivendo em harmonia em cada um dos cinco reinos (Artisans, Peace Keepers, Magic Crafters, Beast Makers e Dream Weavers). Spyro é um pequeno dragão do reino dos Artisans que tinha uma vida calma até a invasão do terrível ogro Gnasty Gnorc que transforma todas as jóias em gnorcs e congela todos os dragões em cristais, exceto Spyro que por seu tamanho passa por despercebido aos olhos de Gnasty Gnorc e consegue escapar passando a receber a missão de salvar seus amigos e recuperar todas as joias para poder derrotar Gnasty Gnorc e salvar o mundo dos dragões.

    Jogabilidade

    O jogador controla como personagem principal o dragão Spyro que deve percorrer através de fases interligadas por portais em cada reino. Spyro é capaz de cuspir fogo, dar chifradas e dar um impulso no ar além de ser acompanhado de uma pequena libélula brilhante chamado Sparx, que segue Spyro por onde ele vai ajudando-o a coletar os itens pelo caminho. Com seus poderes Spyro pode quebrar caixas, derrotar inúmeros inimigos e até mesmo atacar animais indefesos como cordeiros e galinhas para ganhar mais cristais para poder avançar nos reinos. A principal missão de Spyro é a de salvar seus amigos dragões descongelando-os apenas encostando neles recebendo dicas dos mesmos e permitindo o jogador salvar o jogo a partir do local de salvamento dos dragões com fadas. Spyro perde pontos de vida sempre que é encostado por um inimigo ou cai na água caindo tonto no chão. A medida que o jogador avança as fases vão se dificultando sendo possível acesso de cada reino por um balão.

    Gráficos

    Os gráficos do jogo são incríveis para época. Alguns inimigos são meio zoados, mas dá pra perdoar. É impossível jogar esse game e não achar bem bonito e cheio de vida. Seria muito bom que as pessoas conhecessem esse game antes de jogar o Remake do Playstation 4.

    Som

    Se vocês não sabem o significado de nostalgia é por que não conhecem o som desse game. As músicas trazem uma sensação de infância. É como se eu tivesse sentado no chão jogando em meu PS1. São tempos bons que muitos não entendem.

    Os efeitos sonoros do game são muito bem elaborados e bem feitos, cada som foi muito bem pensado e colocado de forma certa no game. Na minha humilde opinião o jogo é perfeito, mesmo não tendo alcançar a nota máxima.

    Spyro the Dragon

    Platform: Playstation
    3303 Players
    26 Check-ins

    12
  • jimmyramalho Jimmy
    2019-09-18 16:57:13 -0300 Thumb picture

    Luta Épica

    Jogo finalizado n° 16

    Marvel Vs. Capcom: Clash Of Super Heroes é um jogo de luta lançado em 1999 para o Playstation.

    Enredo

    O jogo se baseia nos quadrinhos da Marvel Comics. O Professor Charles Xavier chamou os heróis para uma emergência: eles tinham que detê-lo, pois ele estava sucumbindo à consciência do Magneto e estava vindo à se tornar um perigoso vilão, chamado de Onslaught, o chefe final do jogo.

    Jogabilidade

    Enquanto a jogabilidade permanece a mesma da série, Clash Of Super Heroes trouxe duas inovações: a habilidade de chamar assistentes diferentes e o Duo Team Attack.

    O modo Duo Team Attack, permite ao jogador controlar os dois lutadores, simultaneamente, por um curto período, e os mesmos, neste tempo, possuem uma barra de especial infinita. 

    Gráficos

    Os gráficos do jogo são muito bonitos, tem um estilo meio cartunizado e isso trás um diferencial para o jogo.

    Som

    As músicas e efeitos sonoros do jogo são muito bons, porém alguns são bem repetitivos, por isso não dei uma nota maior.

    Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes

    Platform: Playstation
    7463 Players
    14 Check-ins

    10
    • Micro picture
      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Um dos melhores jogos de luta disparado. Zerei a versão de PS1 com todos os personagens para poder abrir os secretos, bão demais!

      1 reply
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Jogão! 🤩

  • jimmyramalho Jimmy
    2019-09-15 21:03:23 -0300 Thumb picture

    Inferno dos Games

    Jogo finalizado n° 14

    Animorphs: Shattered Reality é jogo para PlayStation lançado em 2000. É baseado na série de livros Animorphs, escrita por K. A. Applegard.

    Me refiro a esse jogo como o inferno do mundo dos games pelo fato de causar uma primeira impressão até que boa, mas quando você adentra na jogabilidade já está ferrado. Eu finalizei o jogo por ele ser muito rápido e também pra sair vitorioso por ter acabado um jogo tão ruim.

    Enredo

    Como eu disse, o jogo é "baseado" na série de livros Animorphs, porém eu acho muito nada a ver você precisar ler uma série inteira de livros para entender a história no jogo.  O jogo não passa nem um pouco de clareza e quando vem o game over aparece um centauro azul com antenas do lado das crianças e aí que fica mais louco ainda.

    Jogabilidade

    Jogando com quatro dos Animorphs, o jogador deve coletar pedaços de cristal usando seus morphs animais diversos. A jogabilidade consiste em plataforma de salto-e combate com monstros, com "tempo reservado para a transformação animal". O jogo alterna entre jogabilidade 2D e 3D e como o jogo já é cagado, isso piorou mais ainda.

    Gráficos

    Os gráficos são bem bugados, você não sente nem um pouco da profundidade do jogo. Um exemplo disso é o fato do personagem ter sombra, mas os coletáveis não. Isso atrapalha muito, pois você fica pulando pra lá e pra cá pra conseguir pegar as coisas. Fora isso, os personagens parecem ter todos o mesmo modelo de corpo e são muito mal desenhados. O fundo até que é legal, paisagens, cores, mas o resto... Uma verdadeira bosta.

    Som

    Os efeitos sonoros e música pra completar não tiveram grande ênfase no game, com certeza os desenvolvedores tiveram preguiça em tudo.

    Animorphs: Shattered Reality

    Platform: Playstation
    37 Players

    17
    • Micro picture
      fonsaca · about 2 months ago · 3 pontos

      Enredo 0??? Mas tu é amigo do @santz que dá nota pra tudo, menos pro enredo? Hahahaha! Sei lá, acho q 0 só se tivesse ausência total de algo. O simples fato de existir não merece um 0,1 ao menos? Hahahaha!

      6 replies
    • Micro picture
      filipessoa · about 2 months ago · 3 pontos

      Mano parece o Freddy Kruger com poucos bit em cima daquela rocha heuheuheuheue

      2 replies
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Rapaz...nunca ouvi falar!

      2 replies
  • jimmyramalho Jimmy
    2019-09-10 00:57:47 -0300 Thumb picture

    Terror de Qualidade

    Jogo finalizado n° 13

    Obscure: The Aftermath é um jogo de Survivor Horror lançado em 2008 para o PSP como uma versão alternativa do jogo intitulado Obscure II.

    Enredo

    A história do game se passa dois anos após os acontecimentos do primeiro game. Kenny e sua irmã Shannon, que foram dois dos cinco sobreviventes dos incidentes no Colégio Leafmore, agora estão na Faculdade de Fallcreek, mas estão sofrendo consequências das experiências que sofreram de Herbert Friedman, que os contaminou. Kenny está mais agressivo e perde o controle fácil, enquanto que Shannon recebeu um poder de controlar a Aura Negra, e sua personalidade e aparência mudaram muito. Nesta faculdade, os jovens, entre eles Corey, Mei, Jun, Amy e Sven, descobriram uma nova planta que usam como droga. Só que essas plantas envolvem os experimentos de Friedman, e fazem com que Kenny se torne uma criatura bizarra. Sua irmã Shannon, desesperada, pede ajuda a Stan, outro sobrevivente de dois anos atrás, que agora virou um entregador de pizza. Agora eles, junto com os outros estudantes, terão que enfrentar novamente uma vasta quantidade de criaturas e parar a propagação da contaminação antes que ela chegue ao seu estado crítico. Fora isso, deverão também enfrentar Kenny agora como monstro, e um sujeito de aparência terrível com uma moto-serra.

    Gráficos

    Eu fiquei muito surpreso com os gráficos do game, ainda mais vendo a qualidade de imagem que roda no PSP. Eu nunca joguei ele no PS2, mas acho que o PSP trouxe sim uma grande obra para nossas mãos. Recomendo a todos os fãs de Survivor Horror.

    Jogabilidade

    A jogabilidade é bem diferente dos jogos que já vi. Durante as fases, você sempre alterna o controle entre dois personagens, cada personagem tem uma habilidade que nos ajuda a prosseguir no jogo.

    A única coisa que achei esquisito é o sistema de troca de armas, mas isso eu superei kkkkk.

    Som

    As músicas do jogo são sensacionais, tanto que estão na playlist do meu celular. As melodias te passam um ar de agonia e te deixa atento a todo tempo. Os efeitos sonoros são bem legais e acredito que seja um dos melhores nesse gênero.

    Obscure: The Aftermath

    Platform: PSP
    125 Players
    5 Check-ins

    9
    • Micro picture
      santz · 2 months ago · 2 pontos

      Eu joguei a versão de PS2 com meu irmão. Só ficava na arma que não gasta munição, como bastões e a pistola elétrica.

      5 replies
  • jimmyramalho Jimmy
    2019-09-08 15:11:50 -0300 Thumb picture

    A Parábola de Stanley

    Jogo finalizado n° 12

    The Stanley Parable é um jogo de ficção interativa desenvolvido por Davey Wreden e lançado em julho de 2011 para o PC.

    Enredo

    A história é apresentada para o jogador por meio da voz de um narrador (que também é personagem da história), ele explica que o protagonista, chamado Stanley, trabalha em um prédio de escritórios e é encarregado de monitorar os dados que surgem na tela de um computador e pressionar os botões apropriados. Um certo dia o computador parou de enviar informações. Stanley, sem saber o que fazer, começa a explorar o edifício e logo nota que ele está praticamente sem nenhum sinal de vida.

    Nesta fase, a história se divide em inúmeras possibilidades, todas elas são baseadas nas escolhas que o jogador decide tomar. O narrador continua a história, porém quando o jogador entra em uma área onde é necessária fazer uma escolha, o narrador sempre irá sugerir à Stanley qual delas ele deve escolher. O jogador também pode optar por escolher algo contra a escolha do narrador, e este vai reagir forçando a narração para explicar essa nova decisão que pode fazer o jogador retornar ao ponto em que tinha que fazer as escolhas anteriores ou criar toda uma nova narração. Por conta disso, grande parte da história é considerada instigante sobre a natureza das escolhas e decisões. A narração também quebra a quarta parede em diversas ocasiões ao lidar com as decisões do jogador, principalmente quando elas são contrárias as do mesmo.

    Jogabilidade

    O jogo é apresentado ao jogador na perspectiva em primeira pessoa. O jogador pode se movimentar e interagir com determinados elementos presentes no ambiente, tais interações são simples ações como apertar botões ou abrir portas, porém não existem outros controles além destes.

    Gráficos

    O motor gráfico do game é bem simples, mas até que ficou bom levando em conta que é um jogo indie.

    Som

    A parte sonora não é lá grande coisa, porém em alguns lances as músicas criar um ambiente legal de suspense e adrenalina.

    The Stanley Parable

    Platform: PC
    886 Players
    61 Check-ins

    8
    • Micro picture
      filipessoa · 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Esse é um joguinho muito interessante, na verdade não me lembro de ter tido qualquer experiência pelo menos semelhante a ele.

      1 reply
  • 2019-08-26 14:07:25 -0300 Thumb picture

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