• memoriabit Memória BIT
    2015-09-10 18:10:30 -0300 Thumb picture

    Review Stakes Winner (Neo-Geo): diversão curta como um páreo

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    Infelizmente pra mim e grande parte da população mundial, ter um Neo-Geo no auge era um sonho distante — a não ser que você topasse vender um rim no mercado negro. O console era caro pra burro; pra ter acesso a delícias como Samurai Shodown, King of Fighters e Metal Slug, restavam máquinas montadas em locadoras, pra jogar por hora (mesmo assim, nem todas tinham) ou as versões arcade dos jogos distribuídas por aí.

    Com isso, só os títulos top ou de mais destaque apareciam, enquanto outros passaram à beira do anonimato, acessíveis só para uns pobres ricos mortais.

    Entre tais "anônimos" há alguns que vale a pena conhecer, coisas que fazem a gente perceber que o Neo-Geo era mais que tiro, porrada e bomba, como diria a poetisa; jamais passou pela minha cabeça, naquele tempo, que existia um game de turfe (corrida de cavalos)!

    Produzido pela Saurus, second-party que também reprogramou Art of Fighting 2 e World Heroes 2, e lançado em 1995, Stakes Winner não é exatamente o ápice da qualidade, ou daqueles que a gente fala "nossa, que clássico", mas pode render uns momentos de diversão. Especialmente se você for fã da matéria, já que é algo pouquíssimo explorado na história dos games.

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    Stakes Winner: G1 Kanzen Seihahe no Michi

    Platform: Arcade
    1 Players

    2
  • 2015-01-14 13:28:36 -0200 Thumb picture

    SUPER RETROREVIEW: FATAL FURY - KING OF FIGHTERS

    Medium 2965225 featured image

    Fala galera!!

    Sentiram minha ausência? Fiz muita falta por aqui?

    Temporada sem PC mais férias me afastaram, mas já estou de volta, e com gás total!!

    Como alguns devem saber, agora também faço parto do @machinecast, o novo podcast que chegou na área para falar de games antigos! NO nosso Espisódio #1, falamos sobre Terry Bogard, protagonista da série Fatal Fury. Então, nada mais justo que entrar no clima com um super review do primeiríssimo game da franqui, né não?

    Então se achega mais, que está caprichada a parada! E não deixem de ouvir ao MachineCast#1 - Escolha Seu Personagem: Terry Bogard


    NASCEM DUAS LENDAS: O LOBO SOLITÁRIO E O REI DOS LUTADORES

    Fatal Fury é uma das mais conhecidas séries de games de luta da década de 90. Desenvolvido pela SNK (o primeiro game de luta de sua história!), o game inovou com sistemas de luta dinâmicos em dois planos, foco nos timings dos goleps e especias, perosnagens carismáticos, uma história simples e cativante, trilha sonora caprichada e gráficos bem definidos para a época.

    A série, que conta com inúmeros títulos, serviu de inspiração também para outra grande franquia da SNK: a série The King of Fighters!



    A HISTÓRIA

    Southtown...Uma cidade com uma grande atividade industrial e, acima de tudo, bem conhecida por sua vida noturna apaixonante e pelas lutas interessantes que ocorrem nos becos da cidade pequena. Porque, basicamente, essa é a vida, o fluxo que alimenta as veias de Southtown. Lutar deixou de ser um passatempo para se tornar um modo de vida, um modo para sobreviver em uma cidade furiosa. Até mesmo se você escolhesse outro caminho, no final das contas, sua vida o levaria cedo ou tarde à batalha na arena. Em resumo, isto reflete a natureza violenta dos cidadãos de Southtown. Porém, isto se tornou mais evidente desde a chegada de um homem misterioso chamado Geese Howard.

    Geese Howard se estabeleceu logo como o homem mais poderoso em Southtown, graças às operações ilegais com armamento e processamento de drogas. Suas riquezas pessoais cresceram além do que qualquer pessoa poderia imaginar, ultrapassando até mesmo a do prefeito de Southtown. Embora ele não fosse o prefeito da cidade, Geese começou a inserir o fluxo de corrupção e temor nos corações da política de Southtown. Alcançou tais níveis que os policiais não só foram bem liquidados, mantendo a boca fechada, como também temem por suas vidas. As pessoas em Southtown não eram diferentes. As operações ilegais de Geese não puderam ser paradas de qualquer forma. E até mesmo se eles tentassem, seriam logo castigados violentamente pelas forças de Geese. Mas Geese não era um homem que precisava de proteção pessoal todo o dia. Geese é um mestre na escola de artes marciais chinesas Hakkyokuseiken e a sua força é tão terrível que ninguém tinha sobrevivido estando na frente dele. Ele emite um poder incrível de suas mãos.

    Geese aprendeu o estilo com o mestre Tung Fu Rue, juntamente com Jeff Bogard, muitos anos atrás. O mestre Tung, porém, se recusou a passar à Geese as técnicas secretas do estilo, considerando-o como um homem de má índole, e passando os ensimanentos para Jeff. Corroído com a inveja e a humilhação, Geese desafia e mata Jeff Bogard, se tornando o herdeiro do estilo.

    Jeff deixou para trás dois filhos, os irmãos Terry e Andy, que foram criados pelo mestre Tung. Com o passar dos anos, e após treinar muito, os irmãos viajam pelo mundo para aprimorar suas técnicas, em busca de um dia lutar contra Geese e vingar a morte de seu pai.

    Geese regeu Southtown com mão de ferro, realmente. Porém, para se manter entretido e eliminar alguma possível oposição, Geese criou o torneio "The King of Fighters". A competição envolvia um grupo de lutadores se enfrentando para ver verdadeiramente quem é o mais poderoso e desafiar Geese no campeonato. Porém, ninguém nunca chegou a isso, desde que Geese colocou o seu número um como guarda-costas pessoal, o mestre do bastão Billy Kane, da Inglaterra. A habilidade dele com o bastão era admirável. Ele fez um trabalho rápido com qualquer um que o desafiou. Por isso Geese quase nunca lutou com qualquer pessoa.

    Contudo no início de outro torneio, competidores novos entraram. Tudo parecia praticamente normal, com exceção de uma coisa, um certo par de irmãos que entrou para tornar as coisas mais difíceis para Geese e seus homens. Os dois filhos de Jeff, Terry Bogard e Andy Bogard, junto com um amigo, o kick boxer japonês Joe Higashi, vieram para vingar-se de Geese. Então, o campeonato ficou sério. Era notável a facilidade deles em ganhar as batalhas, até mesmo do grande Billy Kane. Geese viu nisso a oportunidade perfeita para esmagar os vermes. Porém, ele ficou surpreso com a incrível força do irmão mais velho, Terry Bogard. Ele usava todas as técnicas de seu pai, mas ele tinha algo que o diferenciava de Jeff: o fato de ele na verdade gostar de lutar e derrotar os oponentes mais fortes. Geese não ficou entusiasmado com aquele homem, mas ficou surpreso por ele saber mais técnicas. Na agonia de sua derrota, Geese foi batido para fora da janela no topo da torre onde ele e Terry estavam lutando. Foi presumido que Geese estava morto.


    OS PERSONAGENS

    O game conta com um elenco de 11 personagens, sendo 3 jogáveis (Terry, Andy e Joe), 5 adversários (Tung Fu Rue, Richard Meyer, Duck King, Michael Max e Hwa Jai) e 3 chefes (Raiden, Billy Kane e Geese).


    Os Selecionáveis

    Terry Bogard - Depois da morte do seu pai, Jeff Bogard, que era um grande lutador, Terry parte de sua cidade natal Southtown para embarcar sozinho em uma jornada de artes marciais. Ele se fortaleceu com diversas técnicas combinadas com as de seu falecido pai, o mestre que foi reconhecido como o mais forte.

    Viajando por vários lugares, Terry ganhou experiencia em luta de rua, eventualmente criando o seu próprio poderoso estilo. Agora, ele retornou para derrotar o seu antigo inimigo, Geese, como um lobo faminto caçando a sua presa.

    Andy Bogard - Irmão de Terry Bogard, juntos foram criados por Jeff. Andy sempre sofreu por ter um corpo menor e nunca conseguiu superar o seu irmão. Ele também deixou Southtown e partiu numa jornada para aumentar os seus poderes, entretanto ele foi derrotado um dia por um japonês misterioso ainda menor que ele.

    Andy então começa a treinar sob a tutela desse homem, aprendendo a arte marcial do Koppou. Não é preciso dizer que ele ainda tem um desejo ardente de acabar com Geese e vingar a morte do seu pai, entretanto ele também espera pelo dia que vai encarar o seu irmão de frente numa batalha mortal. Aonde será que vai acontecer a batalha final dos irmãos?

    Joe Higashi - Joe nasceu no japão mas sempre foi treinado na doutrina do Muay-Thai e sozinho viajou até a Tailândia. Sua alta velocidade e chutes precisos o fizeram uma lenda num piscar de olhos, um campeão indefensável no Muay-Thai.

    Porém o seu status e fama por ter sido o campeão mais jovem em sua classe não foram o bastante para ele e mesmo sendo ameaçado de ser excomunado da organização de Muay-Thai, ele vai atrás de um outro tipo de torneio que irá presentia-lo com oponentes mais fortes. Poderá ser o seu talento a causa da sua demonição?


    Os Adversários

    Duck King - Luta o seu próprio estilo dançante da arte do Koppou. Era claramente inspirado pelo MC Hammer, porém com um moicano e um pouco mais pardo.

    Michael Max - Antigo campeão dos pesos pesados no boxe, seu soco carrega consigo uma técnica fatal. Esse é um dos personagens sub-utilizados que nunca mais apareceram em outros jogos da SNK.

    Richard Meyer - Um expert em capoeira, um estilo de luta que apresenta um trabalho excelente de pernas. Depois desse primeiro jogo, as únicas aparições dele seriam cuidando de um bar em pequenas imagens no Fatal Fury 2 e como personagem controlável no jogo "The King of Fighters 2006" para PlayStation 2. Seu bar ficou famoso e apareceu também no jogo "The King of Fighters '94, porém trocaram a sua localização para o México ao invés de Estados Unidos.

    Hwa Jai - Apesar de ter sido expulso da organização de Muay-Thai, o seu chute feroz ainda é uma ameaça. Ele é um daqueles típicos casos de lutadores que perdiam a cabeça e recorriam a esteróides para vencer campeonatos, coisa comum na Tailândia. Foi um dos mais personagens sub-utilizados da SNK, que retornaria apenas 20 anos depois como um personagem controlável em "The King of Fighters XIII".

    Tung Fu Rue - Um mestre no estilo chines "Punho das Oito Extremidades". Sua especialidade é o chute giratório. Ele era mais ou menos baseado no Mestre Kame, aonde ele tinha um poder que aumentava bastante a sua massa muscular para aumentar o seu poder de ataque, porém quando nesse modo ele perdia a cabeça e não sabia muito bem o que tava fazendo.


    Os Chefes

    Billy Kane - Um adepto da luta com bastões. Será que o seu bastão hexagonal o fará invencível? Se tornou um personagem regular em Fatal Fury como sub-boss em várias edições e fez aparições esporádicas na série "The King of Fighters".

    Raiden - Um maldoso wrestler que expele uma bruma venenosa. Voltaria em Fatal Fury 2 sem a máscara e com outro nome, mas ainda sob o nome de Raiden fez uma aparição em "Capcom vs SNK 2: Millionaire Fighting 2001" e reprisando o seu papel em Fatal Fury: Wild Ambition.

    Geese Howard - O antigo campeão da Associação Nacional de Artes Marciais da América, antes mesmo de ser campeão foi apelidado de "Lobo Solitário Matador Geese" no underground e é temido até os dias de hoje. Ele gradualmente foi ganhando status e autoridade por meios ilicitos até que conseguiu o controle de Southtown.

    Ele assassinou Jeff Bogard, o único homem cujo ele temeu, e depois usou o seu dinheiro sujo para seu próprio treinamento nas artes marciais. Ele se torna um matador frio quando irritado, revelando sua verdadeira face. Ele nunca irá parar até ter destruido o seu oponente usando suas técnicas sujas. Surgiram até rumores que ele é forte como um demônio...

    OS CENÁRIOS

    Southtown é dividida em 7 áreas, cada uma servindo de palco para as batalhas. Lutas de rua ocorrerão no meio de multidões de espectadores que se juntaram para assistir. Em ordem de chegar até Geese Howard, o verdadeiro tirano da cidade que está no topo do próprio torneio, um deve ganhar todas lutas até o fim! Os estágios tem variações de dia, tarde e noite.

    Pao Pao Cafe - O maior restaurante de Southtown, esse estabelecimento é dirigido por Geese. O licor é ótimo mas a comida é horrivel.

    West Subway - Um lugar inesperadamente animado que é considerado um bairro pobre. Entretanto, quase 70% dos habitantes nessa área são usuários de drogas devido a influência de Geese.

    Howard Arena - Na superfície, parece que Geese construiu essa arena como um presente para a cidade, mas na verdade ela serve de escola de treinamentos para os seus assassinos.

    Sound Beach - Lugar bem agitado, sempre cheio de gente e coisas acontecendo. Uma bela vista da cidade pode ser obtida daqui.

    The Happy Park - Com uma bela fonte de água no centro, o parque é um lugar tranquilo para relaxar e recuperar as forças. Várias construções podem ser vistas daqui.

    Dream Amusement Park - Um parque de diversões com vários vendedores de drogas ilegais que negociam em plena luz do dia. A roda gigante ganhou popularidade pela sua vista panorâmica da cidade.

    Southtown Village - A área litoranea que serve de local para encontro de casais. Geese mantém seus olhos bem abertos nesse lugar, uma vez que seus capachos tendem a desaparecer por aqui.

    Geese Tower - para demonstração de seu poder, Geese mandou construir uma torre com as mais derivadas estátuas de colecionadores. É um grande empreendimento que fica nos limites da cidade.


    A JOGABILIDADE

    A jogabilidade não foge muito do convencional, e era baseada mais ou menos na jogabilidade do Street Fighter original: 2 botões para atacar porém foi introduzido um terceiro botão para um agarrão. Os golpes especiais eram desferidos como qualquer outro jogo de luta, mas ao invés de seus comandos virem colados junto à máquina (prática muito comum naquela época), você ficava sabendo dos comandos apenas depois de vencer uma luta.

    O aspecto mais notável do jogo foi a introdução de 2 planos nas lutas. A maioria dos estágios contém esses 2 planos, o central e o de fundo - porém apenas personagens controlados pela CPU podem "circular" entre esses planos livremente, você só vai pro outro se desferir um ataque na hora em que o oponente trocou de plano. Porém, utilizando de um comando, em certos estágios de apenas 1 plano você pode atirar o oponente na multidão fazendo ele perder um pouco mais de life que um golpe normal.

    A cada duas lutas, o jogador participa de um bonus game envolvendo uma quebra de braço contra a CPU. Para vence-lo, basta apertar o botão A rapidamente. Sua dificuldade ia aumentando gradativamente a medida que o jogo passava.

    AS VÁRIAS VERSÕES

    Fatal Fury: King of Fighters (SNK, Neo Geo) - Lançado em 20 de Dezembro de 1991 para arcades e plataformas caseiras, é um típico jogo de luta vs criado pela SNK. Foi o seu primeiro jogo de luta lançado para Neo Geo, que inaugurou a franquia Fatal Fury e também o primeiro jogo que havia menção ao campeonato "King of Fighters", que em breve se tornaria uma base para os jogos da série The King of Fighters.

    O designer do jogo foi Takashi Nishiyama, o criador do primeiro Street Fighter de 1987. Enquanto estava supervisionando esse projeto, ele também estava fazendo em paralelo Street Fighter II. Embora sejam do mesmo produtor, os dois jogos tem focos totalmente diferentes: SFII era mais focado em combos, enquanto Fatal Fury tinha ênfase no timing dos golpes especiais e uma forte história de fundo.

    Cerca de um ano depois, em 27 de Novembro de 1992, foi lançada a versão para Super Nintendo que foi desenvolvida pela Takara. Essa versão descartou os dois planos, trocou o bônus game da quebra de braço por um desafio de acertar pneus em Sound Beach e as batalhas 2 vs 1 não estão presentes. Novidades por conta do modo VS aqui: apenas o Player 2 pode controlar os outros personagens além de Terry, Andy e Joe e há a possibilidade de escolherem personagens iguais. As cutscenes foram trocadas por pequenas imagens recortadas com legendas embaixo.

    Em 23 de Abril de 1993 foi a vez do Mega Drive receber a sua versão. Os personagens Hwa Jai e Billy Kane foram removidos e viraram apenas cameos nos cenários e ao invés deles você enfrenta os outros 2 personagens que não escolheu. No modo VS os dois jogadores podem escolher qualquer personagem, incluindo Geese através de códigos. Os 2 planos foram mantidos e as ilustrações se parecem mais com as originais.

    Já em 21 de Maio de 1993, o computador Sharp X68000 receber um port bem próximo do Arcade, apenas com uma pequena limitação no tamanho dos sprites e na jogabilidade lançado pela Magical Company. E pra fechar, em 9 de Setembro de 1994, o Neo Geo CD recebeu sua versão, com várias vozes e músicas re-arranjadas com melhor qualidade.

    Você ainda pode encontrar essa versão de Fatal Fury nos seguintes formatos: como parte da coletânea Fatal Fury: Battle Archives Vol. 1 p/ PlayStation 2, na coletânea SNK Arcade Classics Vol. 1 p/ PlayStation 2, PSP e Nintendo Wii, uma versão no Virtual Console do Nintendo Wii lançada pela D4 Software e também na NeoGeo Station p/ PlayStation 3 e PSP.

    CURIOSIDADES

    >Apesar de aparecer neste jogo no papel de adversário, Tung Fu Rue é na verdade o mestre de Terry e Andy e deseja apenas testar as habilidades de seus alunos. Tung também foi o mestre de Cheng Sinzan, Geese Howard e Jeff Bogard.

    >De acordo com a história oficial, Geese Howard assassinou Jeff Bogard quando Terry e Andy ainda eram crianças, devido ao mestre Tung tê-lo desprezado por ser maligno e ensinado apenas a Jeff os segredos de sua arte marcial.

    >Este jogo foi o 1º jogo de luta em que um lutador (Michael Max se você ficar fugindo muito e Geese Howard) podia provocar o adversário.

    >Fatal Fury: The King Of Fighters foi lançado antes de Street Fighter II e conta com ex-programadores que trabalharam no Street Fighter I.

    >Este jogo foi originalmente nomeado como Real Bout, mas depois os produtores mudaram de idéia. Porém, pode-se ver essa inscrição em alguns estágios do jogo. Curiosamente, a série foi renomeada de volta para Real Bout a partir de sua quarta edição (Real Bout Fatal Fury)

    >O capoeirista brasileiro Richard Meyer aparece neste jogo pela única vez como um personagem de luta. Porém, na sequência da série de jogos, seu aprendiz Bob Wilson passa a representá-lo e ele faz cameos nos cenários.

    >O boxeador afro-americano da categoria peso-pesado Michael Max é uma homenagem da SNK a um dos maiores lutadores de boxe de todos os tempos: Mike Tyson.

    >O DJ/Mixer profissional, rapper e dançarino profissional Duck King é uma homenagem meio tonta da SNK ao rapper afro-americano MC Hammer (Stanley Kirk Burrell), usando suas calças de paraquedista e usando breakdance como estilo de luta.

    >O brasileiro mestre de Capoeira e proprietário da rede de restaurantes, bares e boates Pao Pao Café Richard Meyer é uma homenagem (ainda que tonta) da SNK ao comediante, ator, cantor e escritor estadunidense Richard Pryor.

    >O último mestre do Hakkyokuseiken, um antigo estilo de kung fu incomum com base nas artes marciais, Tai chi chuan e Bājíquán, conhecido como Holy Fist of Eight Ways (八極聖拳, Hakkyokuseiken?), o lendário mestre ancião da China Tung Fu Rue é uma homenagem da SNK ao personagem Mestre Kame da série de mangá e anime Dragon Ball.

    >O lutador tailandês de Muay Thai (Boxe Tailandês) Hwa Jai é uma homenagem da SNK ao personagem Tong Po (intepretado pelo autor belga de origem marroquina Michel Qissi, nascido Mohammed Qissi, e mestre de boxe, caratê shotokan, kickboxing e muay thai) do filme Kickboxer - O Desafio do Dragão (1989).

    >O lutador australiano de Luta Livre Profissional (Pro Wrestling) Raiden/Big Bear é inicialmente uma homenagem da SNK ao lutador estadunidense de Luta Livre Profissional (Professional Wrestling ou Pro Wrestling) Big Van Vader (Leon Allen White), muito famoso nos anos 1980 e 1990 no Japão.

    >O mestre de artes marciais japonesas Geese Howard é possivelmente baseado no vilão Souther da série de mangá e anime Hokuto no Ken (Fist of The North Star).

    >Duck King, Michael Max e Richard Meyer são amigos e rivais de longa data.

    >Bill Kane, Raiden/Big Bear e Hwa Jai são os principais guarda-costas pessoais e os lutadores mais fortes a serviço de Geese Howard.

    >Geese Howard é o principal chefe do crime organizado de South Town. É o criador e o primeiro anfitrião do torneio de artes marciais mistas chamado de The King of Fighters, organizado na cidade estadunidense de South Town no ano de 1992.

    >Neste jogo, caso o jogador queira desafiar um outro jogador (jogar contra), primeiro os dois devem derrotar juntos o personagem controlado pelo jogo (2 contra 1). Isso somente não pode acontecer ao se enfrentar Geese Howard.

    >A música ouvida quando dois jogadores se enfrentam é retirada da 1ª fase de outro jogo produzido pela SNK: Street Smart.

    >A versão japonesa possui uma jogabilidade melhor sendo os movimentos os mesmos do Fatal Fury 2. A versão americana possui comandos difíceis de se fazer.


    REFERÊNCIAS E PESQUISAS


    Canal Nostalgia Brasil

    Wikipedia

    Blog Nostalgia Brasil

    MachineCast - O Podcast que vai te levar de volta no tempo

    Fatal Fury: King of Fighters

    Platform: Arcade
    173 Players
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  • 2014-07-18 13:12:04 -0300 Thumb picture

    RETROREVIEW: FINAL FANTASY V

    Post: @setzer_eduardo

    Sugestão: @bluedragon

    Fontes: WikipediaFinal Fantasy Brasil

    Plataformas: Super Famicom (Snes) , Playstation, Game Boy Advance

    Lançamento Japonês: 1992 (6 de Dezembro)

    Lançamento Americano: 1999 (19 de Março, na compilação Final Fantasy Anthology).

    Foi o primeiro Final Fantasy a implantar o uso de Kanjis (escrita japonesa). Antes dele, todos os jogos da série usavam o alfabeto Hiragana por causa da limitação de espaço pros personagens. O jogo está para ser lançado para Game Boy Advance, ainda em 2006. O anime Final Fantasy: Legend of the Crystals serve como uma seqüência dos eventos do jogo.

    O sistema de jobs está mais presente do que nunca em FFV, com diversos jobs, onde você podia trocar a qualquer momento que quisesse para outro job qualquer. No total eram 22 jobs. Conforme a história ia avançando, novos jobs iam sendo habilitados. Uma forma separada de experiência foi adicionada, o ABP foi criado para o desenvolvimento do level de cada job. O sistema de luta usado foi o ATB, agora pela primeira vez com uma barra onde o tempo poderia ser visto.

    O jogador tem a chance de personalizar cada guerreiro com as perícias desejadas. O sistema foi tão apreciado que pedaços dele estão presentes nos episódios VI, VII, IX , X, XI, além de ser reproduzido na íntegra em Final Fantasy Tactics e Tactics Advance.

    Com um elenco pequeno, o quinto jogo apresenta seus protagonistas logo no início do jogo.

    Originalmente, esse jogo estava com lançamento previsto para os EUA na forma de Final Fantasy III, mas a sexta versão estava muito próxima de ser lançada o que dividiria o trabalho dos tradutores.

    Depois a SquareSoft tentou relançar o jogo nos EUA com o título Final Fantasy Extreme em 1995, mas foi cancelado porque a Square não queria atrasar o lançamento de Chrono Trigger e também porque julgavam que o público americano não iria gostar de ver um jogo pior que FFVI. Em 1997 a Eidos se prontificou na produção do jogo para PC caso FFVII vendesse bem, o jogo seria feito pela Top Dog Software e seria vendido a um custo baixo, mas o projeto foi cancelado por motivos desconhecidos. Somente em 1999 ele seria lançado no ocidente para o Playstation.

    Trazendo quatro personagens para as batalhas, o jogo conta a história de Bartz e seu amigo Boko que encontram um meteoro que caiu no planeta. Chegando no local eles conhecem Reina,uma princesa que está atrás de seu pai, e Galuf, um velho que perdeu a memória.

    No decorrer da trama eles conhecem Faris, o líder dos piratas que se torna parte da equipe e desenvolve um papel fundamental durante o jogo. Juntos, eles partem para encontrar o pai de Reina, o rei Tycoon que foi em busca do motivo pelo qual os ventos pararam.

    Este game foi avançado demais para ser lançado no Wonderswan Color. Foi também o primeiro a botar chefes opcionais mais fortes quanto o chefe final, eram eles Omega e Shinryu.

    ENREDO

    As correntes de vento do mundo param. Preocupado, o rei de Tycoon decide viajar para o Santuário do Vento no seu dragão para investigar, deixando preocupada sua filha, Princesa Lenna. Ao chegar no santuário, o rei vê o cristal se destruir diante de seus olhos. Ao mesmo tempo, um viajante chamado Bartz, que descansa na floresta próxima de Tycoon, vê um meteorito cair próximo do castelo. Indo investigar, encontra Lenna inconsciente de um ataque de monstros. Em seguida os dois encontram próximo do meteorito um idoso com amnésia chamado Galuf, que decide acompanhá-los quando Lenna explica que estava indo para o Santuário do Vento. No percurso, todas as rotas por terra estão bloqueadas pelos problemas causados pelo meteorito. Viajando por uma caverna subterrânea, encontram um grupo de piratas liderados pela capitã Faris, que decide ajudar o trio. Lá encontram os estilhaços do cristal, que emitem uma imagem do Rei e os designam como "Guerreiros da Luz", encarregados de proteger os cristais remanescentes.

    PERSONAGENS

    Butz/Bartz Klauser

    Personagem principal. Bartz perdeu sua mãe, Stella, ainda criança, e seu pai, Dorgann, três anos antes dos eventos do jogo. Seguindo um conselho de seu pai - um dos guerreiros que selaram Exdeath em uma caverna - se tornou um aventureiro nômade.

    Lenna Charlotte Tycoon

    Lenna, filha do rei de Tycoon, é a mais nova da equipe. Conhece Bartz após ser atacada por monstros, indo atrás de seu pai que desapareceu indo investigar o que aconteceu com o Cristal do Vento.

    Faris Scherwiz

    Faris é uma capitã pirata, que na verdade é a irmã mais velha de Lenna, Sarissa, que após se perder no mar quando criança foi criada por piratas, crescendo em meio a seus companheiros graças a uma parceria com um monstro marinho, Syldra.

    Galuf Halm Baldesion

    Um guerreiro idoso encontrado com amnésia após a queda de um meteoro. É revelado que vem de outro mundo, onde é rei de Bal, e foi um dos que ajudaram a selar Exdeath no novo mundo.

    Krile Mayer Baldesion:

    É a neta de Galuf. Quando o avô morre em uma luta contra Exdeath, ela o substitui no grupo, possuindo as mesmas habilidades.

    Exdeath:

    O antagonista do jogo. Originalmente uma árvore que ganhou senciência pelo alto número de almas malignas aprisionadas em seu interior, criou uma forma humana e convocou um exército de monstros para destruir seu mundo. Eventualmente quatro guerreiros - que incluíam Galuf e Dorgann - o selaram em outro mundo com a ajuda dos cristais do poder. Eventualmente Exdeath começa a drenar a energia dos cristais para se libertar.


    O SISTEMA DE JOBS

    Final Fantasy já esteve em várias épocas, medieval, algumas coisas mais futuristas como em FFVIII, mas em todos os jogos seus personagens exerciam “profissões”. Em alguns jogos temos claramente a distinção de qual “classe” pertence cada personagem, em outros jogos como FFVII, FFVIII, FFX não são tão explícitos, mas se sub-entende que cada personagem tenha sua “profissão”, os chamados “jobs”.

    Job é a profissão literalmente, que seu personagem exerce, é a classe, como fazendeiro, leiteiro, padeiro, no caso de FF, guerreiro, arqueiro, escudeiro. Os “jobs” são extremamente importantes no jogo, na diversão, e até mesmo na história em alguns casos, como em FFIX onde o personagem principal Zidane exercia um papel de ladrão. Um jogador veterano de Final Fantasy deve estar mais do que acostumado a ouvir falar de jobs e classes. O primeiro Final Fantasy já trazia um grupo de classes para escolher, e que mais tarde “evoluíam”. Classes como Fighter, White Mage, Thief, Monk, Red Mage, Black Mage. O jogo mais marcante, contudo, foi Final Fantasy Tactics, onde os jobs eram em grande variedade e eram partes essenciais para a diversão do jogo.

    Alguns conceitos mudaram com os anos, inúmeras classes foram adicionadas ao longo dos jogos, outras esquecidas pelo tempo. Mas todas lembradas na mente de cada um com grande carinho. Afinal, quem não tem seu “job” favorito?

    Yourself

    Knight

    Monk

    Thief

    Dragoon

    Ninja

    Samurai

    Berserker

    Hunter

    Sorcerer

    White Mage

    Black Mage

    Time Mage

    Summoner

    Blue Mage

    Red Mage

    Trainer

    Chemist

    Geomancer

    Bard

    Dancer

    Mime

    Necromancer

    Lista de Jobs

    AS VERSÕES

    Super NES

    Uma equipe de 45 pessoas liderada pelo criador da série, Hironobu Sakaguchi, desenvolveu o jogo. Antes do lançamento de Final Fantasy IX, Sakaguchi descrevia V como seu favorito da série.2 3 O compositor Nobuo Uematsu criou 56 peças musicais para o jogo.4

    Pouco após o lançamento no Japão começou a tradução para o inglês, mas o projeto, que receberia o nome "Final Fantasy III" na América do Norte, foi cancelado.5 O tradutor Ted Woolsey declarou que o jogo "simplesmente não era acessível para o jogador comum".6 Versões anunciadas e canceladas para Microsoft Windows apenas estimularam fãs a desenvolver uma tradução caseira.5

    Essa versão se tornou disponível em 2011 para download no Virtual Console do Wii no Japão.

    PlayStation

    Em 1998, uma conversão de Final Fantasy V para PlayStation feita pela TOSE foi lançada no Japão. A conversão mantinha os gráficos do SNES, sendo adicionadas Cutscenes em computação gráfica com cenas do enredo do jogo. Um ano depois essa versão era incluída na compilação Final Fantasy Collection, junto com Final Fantasy IV e Final Fantasy VI.7

    Nos EUA, o jogo foi lançado em 1999 junto com Final Fantasy VI na compilação Final Fantasy Anthology.8 Em 2002, uma versão de Anthology com FFIV e FFV foi lançada na Europa e Austrália.9

    Algumas alterações foram a adição de CGs na abertura e no final do jogo e a alteração de alguns nomes, como o da personagem Lenna, que agora chama-se Reina. Foi a primeira versão original em inglês a ser lançada nos EUA. Tais conversões saíram em um tempo em que as pessoas estavam curiosas em saber o que a Square havia feito lá fora, e nesta época muitas pessoas estavam jogando Final Fantasy VII.

    Essa versão foi lançada como jogo baixável na PlayStation Network em 2011.10

    Game Boy Advance

    Em 2006, a Square Enix e a TOSE lançaram uma versão do jogo para Game Boy Advance, Final Fantasy V Advance. Além de melhoras em imagem e som, o jogo teve a adição de bestiário, novos chefes, locais para visitar, e classes para os personagens .

    THE LEGEND OF THE CRYSTALS – O OVA DE CONTINUAÇÃO

    Dirigido por: Jack Fletcher

    Produzido por: Mataichiro Yamamoto

    Escrito por: R.D Makepeace

    Lançado em: 24 de Dezembro de 1998

    A história se passa no mundo de Final Fantasy V, chamado Planeta R, 200 anos no futuro, onde três dos quatro cristais foram roubados. Os heróis de Final Fantasy V agora são lendas do passado, e um novo inimigo, Deathgyunos surge. O fantasma de Mid (filho de Cid) contata um novo herói e uma nova heroína: Prettz e Linaly. Eles conhecem um pirata dos céus Rougue e o comandante Valcus, comandante da Iron Wing.

    Final Fantasy: Legend os The Crystals tem uma história uma história curta e simples, comum nos OVAs de fantasia. Pouco tempo se passa entre o inicio e o fim quando derrotando o “último chefe”. Isso é bastante diferente dos jogos, e também da maioria das séries de animes, como em Dragon Quest: Daí No Daibouken (conhecido aqui como Fly).

    O jogo só mostra uma summon a de Chocobos, como uma magia envocados por Linaly. Chocobos são usados em invocação de Final Fantasy, mas invocação de baixo level. Significa que o poder de Linaly talvez represente um baixo level, mas foi suficiente para causar dano razoável ao “chefe FINAL”.

    Dubladores:

    Rica Matsumoto: Prettz

    Yuko Minaguchi: Linaly

    Shigeru Chiba: Valkus

    Wakana Yamazaki: Rouge

    Etsuko Kozakura: Queen Lenna (ancestral de Lenna/Reina original)

    O ator que fez a voz de Valkus (John De Mita no americano) também fez as vozes de Luzzu, Barthello, Hypello e Graav em Final Fantasy X e Final Fantasy X-2 mais as vozes dos soldados BCR da estação espacial em Final Fantasy The Spirits Within.


    A OPINIÃO PESSOAL DESTE QUE VOS FALA

    FFV é lindo, bonito, divertido e simples!

    O game se foca na típica "jornada do herói", com poucos personagens (se comparado com seu antecessor e sucessor diretos.

    O sistema de Jobs deixa o jogo muito mais dinâmico e divertido, levando o número de estratégias possíveis ao alto!

    Há muitos vilões memoráveis, cenas marcantes e uma trilha sonora cativante e envolvente!

    Final Fantasy V

    Platform: SNES
    1739 Players
    58 Check-ins

    25
    • Micro picture
      edufilhote · about 5 years ago · 0 pontos

      @bluedragon valeu mano!!

    • Micro picture
      rickard_beelzebub · about 5 years ago · 0 pontos

      Pra mim, eles estavam fazendo um remake do jogo e acabaram se desviando tanto q se transformou em Bavely Default

    • Micro picture
      edufilhote · about 5 years ago · 0 pontos

      @rickard_beelzebub hahahahahahaha!!!
      Bravely default é um daqueles games que ainda não joguei pelo simples azar de não ter um 3DS...

  • 2014-07-17 13:11:59 -0300 Thumb picture

    RETROREVIEW DE VOLTA AMANHÃ!!!!

    Post: @setzer_eduardo

    Fala galera!!

    Notaram que dei uma leve sumidinha da persona, né? Faz tempos que não posto uma retroreview, hehehehe!

    Bom, sem delongar muito, passei pos uns perrengues, machucados, falta de PC e mais uma pá de coisas, resultando tudo em um leve desânimo de escrever... o que resultou em deixar vocês, nossos fiéis seguidores, na mão também...

    Peço desculpas a todos os nossos seguidores, à todos os membros da persona, e em epsecial ao BigBoss @bluedragon! E agradeço demais pela compreensão de todos vocês, pelo apoio nessa fase ruim (que já passou!! \o/) e anuncio: estou de volta com o gás todo!!!

    Já falei aqui de Sonic, Alex Kidd, Mario, Yoshi, clássicos como Rock'n Roll Racing, Halloween e outros!

    Mas a gora o mais importante: qual game retro merece um post especial para amanhã?

    Tive algumas idéias legais para mudar o esquema do retroreview, uma coisa um pouco meno técnica (e chata) e um pouco mais dinâmica (e divertida).

    Mandem suas sugestões, suas histórias, suas críticas e qualquer coisa que vier na cabeça!

    E amanhã: RETROREVIEW ESTARÁ DE VOLTA!!!!

    Bejundas a todos!

    o/

    19
    • Micro picture
      edufilhote · about 5 years ago · 0 pontos

      FF VI foi umas primeiras! Nesse caso, rola do V!!

    • Micro picture
      fredson · about 5 years ago · 0 pontos

      Cadillacs and Dinossaurs, heheheh.

    • Micro picture
      edufilhote · about 5 years ago · 0 pontos

      @fredson esse depois que formos no bar jogar e beber! ahuAHUhauhUAHUhua!
      E será uma retroreview conjunta!

  • 2014-03-22 15:47:27 -0300 Thumb picture
    Post by finalfantasy: <h4>Originalmente postad na Persona @flashback</h4>

    Originalmente postad na Persona @flashback

    Post por: @setzer_eduardo


    GAME: Final Fantasy VI (Japão) / Final Fantasy III (USA)


    CONSOLE: Snes (original), PSX (port), GBA (remake)


    EMULADORES: Todas as versões podem ser facilmente
    emuláveis em PC's, PSP. As versões GBA e Snes podem ser emuladas em
    Tablets, Androids, iOS.

     série Final Fantasy, obra-prima da ex Squaresoft e atual
    Square-Enix dispensa qualquer tipo de comentário. Todos os gamers do
    mundo, novos ou antigos, já ouviram pelo menos o nome da franquia em
    algum lugar. Muitos dos seus personagens, adversários, temas musicas e
    temas de arte circulam mundo afora. A série é um sucesso absoluto, que
    além de games, já rendeu dois longas de cinema, uma série de animação e
    um sem fim de outros materiais. Ao todo são 14 capítulos oficiais,
    vários spin-offs e continuações, e muitos outros apenas inspirados no
    cenários da franquia. Dentre eles, há um capítulo em especial que chama
    atenção: ganhou um port para PSX acrescido de belíssimas cenas em CG, e
    depois um remake para GBA de altíssima qualidade, possui um dos maiores
    vilões que o mundos dos games já conheceu, e um acervo de personagens
    icônico. Seu nome é Final Fantasy VI.


    Lançado originalmente no Japão sob o título de Final Fantasy VI, o
    game é o sexto capítulo da franquia no oriente, mas foi o terceiro
    capítulo a migrar para o ocidente, recebendo nos USA o título de Final
    Fantasy III, originalmente lançado para Snes. Já nas versões
    posteriores, de PSX e GBA, o game veio para o ocidente com seu título e
    numeração oficiais japoneses, ou seja, FFVI.

     TRAMA


    A trama se passa em um planeta bem semelhante à Terra, mil anos após
    o evento conhecido como War of the Magi. Após essa guerra,
    misteriosamente a magia desapareceu do mundo, e o ser humano continuou a
    evoluir. Sem a magia, a humanidade desenvolveu a tecnologia. Logo,
    armas de fogo, máquinas a vapor e vários outros tipos de tecnologia
    começaram a surgir.


    Porém, ambicioso, o ser humano não parou por aí. O terrível
    Gestahlian Empire, sob o comando do Emperor Gestahl, estava tramando,
    secretamente, trazer de volta à magia ao mundo, custe o que custar.


    A história então tem-se início quando Terra, guerreira dominada
    mentalmente por Kefka, general do império, ataca a cidade de Narshe em
    busca de uma criatura conhecida como Esper, que segundo as lendas, era
    capaz de controlar a magia. Após um incidente envolvendo os Espers,
    Terra retoma o controle sobre si própria, porém tem sua mente apagada
    graças à Slave Crown. Fugindo dos soldados que a perseguiam, é ajudada
    por Locke, um caçado de tesouros que trabalha para os Returnes, a força
    de resistência contra o império. A dupla busca a ajuda de Edgar, rei de
    Figaro, e falso aliado do império. Começa então a trama, cheia de
    reviravoltas, dramas profundos e muito romance.


    Ao todo são 12 personagens obrigatórios, mais 2 personagens
    secretos. Ao fim, cada um apresenta sua justificativa de querer dar uma
    bela lição em Kefka, um dos vilões mais cruéis dos games!

     ELENCO


    Seria terrível falar do jogo, sem falar de um dos
    atrativos mais importantes do jogo: seu elenco!! Ao todo são 11
    personagens normais (Terra, Locke, Edgard, Sabin, Strago, Relm, Setzer,
    Gau, Cyan e Celes), 1 semi-secreto (Shadow, para ele continuar na
    equipe, é necessário esperar o tempo quase zerar antes de fugir de
    Floating Continent) e 2 secretos (Umaro - após a destruição do mundo, vá
    com Mog na equipe até as cavernas em Narshe; e Gogo - para pegá-lo,
    seja sugado pelo verme gigante em uma ilha com formato de triângulo no
    nordeste do mapa mundi após a destruição do mundo, com uma equipe de 3
    pessoas).


    Além dos mocinhos jogáveis, há o vilão: Kefka. Certamente, um dos
    vilões mais cruéis do mundo dos games, Kefka é insano, genocida,
    psicopata, mesquinho, traiçoeiro, infantil, genial, mal e tudo o que há
    de ruim!! Ele é tão ruim que no fim, ele se torna um próprio Deus!!!
    Claro que os heróis conseguem, depois de muito, mas muito esforço mesmo,
    derrota-lo, mas somente depois que o mesmo destruiu o mundo inteiro!!!
    Certamente, um vilão digno!!"

    OS SONS


    A trilha sonora mais fantástica dos jogos de RPG pode ser encontrada
    nesse jogo! Simplesmente fantástica! Em especial, a belissima Aria di Mezzo Carattere, tema
    da Opera House. essa cena é uma das mais belas de todos os games!! É
    romantica, divertida, delicada e por incrível que pareça, totalmente bem
    colocada no cenário do game! Fantástico!!


    Outras músicas também ficaram magníficas. Os efeitos sonoros das
    magias e dos ataques são simples, porém eficazes e cumprem o papel muito
    bem.


    OS GRÁFICOS


    O game é belíssimo! Ainda no velho formato SD característico da
    série até então, os personagens estão muito bem desenhados. São cômicos
    os efeitos de gargalhada, ou as piscadinhas e mechidas de dedos que os
    personagens dão. Cada um tem seu trejeito próprio, o que é brilhante e
    magnífico!


    Os cenários são muito bonitos e bem trabalhados. Os cenários de luta
    muito bem desenhados, e realmente parecem uma versão com mais qualidade
    do cenário normal.


    Não houve nenhuma alteração gráfica para a versão de PSX, mas foram
    acrescidas duas cenas em CG. Para a versão de GBA houve uma ligeira
    melhora na filtragem dos gráficos.


    A JOGABILIDADE


    O game segue a clássica jogabilidade da série até
    então: estágios de batalha, barra ATB, controle de menus. O diferencial é
    que cada personagem tem habilidades únicas (Locke tem Steal/Capture
    para roubar; Sabin usa técnicas especiais com Blitz; Cyan pode usar
    golpes de espadas com SwdTch/Bushido...), fazendo com que cada grupo que
    você montar tenha suas qualidades e defeitos. Dessa forma, as
    estratégias de batalha se tornam muito variadas.


    Em certos momentos, é necessário criar mais de uma equipe, e ir
    alterando entre elas para abrir caminho. É importante escolher bem os
    membros de cada equipe, para que nenhuma fique em desvantagem.

    OR QUE JOGAR?


    Porque o jogo é a obra-prima dos FFSD!!


    Os personagens são carismáticos, a trama é profunda, o vilão é terrível!


    Tudo o que uma história precisa para se tornar um épico, está aqui!

    Final Fantasy III (US)

    Platform: SNES
    2652 Players
    101 Check-ins

    15
    • Micro picture
      ederpezawm · over 5 years ago · 0 pontos

      Excelente jogo, um dos meus favoritos.

    • Micro picture
      mastershadow · over 5 years ago · 0 pontos

      Sou suspeito em comentar desse jogo, pra min não é só o melhor Final Fantasy como também o melhor jogo que já joguei,ficando empatado com Xenogears.

    • Micro picture
      edufilhote · over 5 years ago · 0 pontos

      Eu sou muito mais que suspeito pra dizer...
      Pra mim é o melhor de todos os games da série, com os melhores personagens e o melhor vilão da história dos games!!!

  • 2014-03-07 15:37:11 -0300 Thumb picture

    Retroreview#24 - Por que jogar Parasite Eve???

    GAME: Parasite Eve

    PLATAFORMA: Playstation

    LANÇAMENTO: 1998

    GÊNERO: Action RPG

    EMULAÇÃO: Facilmente emulável em PS2, PSP, PC, iOS, Android

    POST POR: @setzer_eduardo

    Ano de 1998.

    Um ano cheio de lançamentos quentes, jogos ótimos, e o Playstation da Sony se firmando como o líder da geração 32bits. A Square havia feito seu "pé de meia" com o revolucionário Final Fantasy VII, a Capcom bombava com Resident Evil 2, e a Konami estava prestes a lançar Silent Hill.

    Nessa época, a Squaresoft resolve ir além de seus já tradicionais jogos no estilo RPG e se aventura em um game que foca na trama cinematográfica digna de filmes de terror. Nascia assim Parasite Eve, um dos games mais sombrios já produzidos pela empresa da série Final Fantasy até hoje!

    A TRAMA (CONTÉM SPOILERS)

    Dia 1 - Ressonance

    "A Estátua da Liberdade, localizada na cidade de Nova York, parecia chorar naquela noite... Parecia sentir, como um ser humano, o que estaria por vir... E naquele Natal, ninguém esperava por aquilo. Nem mesmo Aya Brea, que só queria se distrair um pouco e deixar sua conturbada vida policial um pouco de lado. Ela não imaginava... Ninguém imaginava."

    Uma tragédia em plena véspera de Natal estava para acontecer...
    Dentro do Carnegie Hall, todos pareciam fascinados com a dramática peça. Em especial, a fascinação era voltada para a atriz no palco. Esta última, começara a cantar uma canção de ópera, em um timbre forte e misterioso. Durante a triste canção, os olhos penetrantes da atriz, encontraram no meio da platéia, os olhos de Aya Brea. Ninguém sabia o que estaria por vir. Mas Aya sentiu algo estranho... Não sabia explicar. Mas sentiu. Os olhos da atriz mudaram... E os atores começaram a queimar. Sim... Fogo! O fogo começou a consumi-los... Instantaneamente. A platéia parecia achar que aquilo fazia parte do show. Em poucos segundos, até mesmo a platéia, começou a queimar... Aya ainda não tinha percebido ainda, mas apenas ela estava imune ao show. E a atriz... Estranhamente continuava cantando em seu palco, cheio de flamejantes efeitos especiais. A policial Brea teve que tomar alguma atitude. E daquele jeito, a ação daquele primeiro dia de puro terror, começara...

    Dia 2 – Fusion
    “As palavras da misteriosa EVE ecoavam na cabeça da policial Aya. Ela tinha de procurar suas respostas. A melhor parte de tudo era que Aya tinha total apoio de seus companheiros de trabalho, para seguir em frente com sua investigação. A pior parte... Era que Aya era obrigada a correr atrás destas respostas... O que estaria para despertar? Como assim, se correspondiam?”
    Depois de conversar com seus companheiros, Aya rumou para a conferência que a aguardava na própria delegacia. A imprensa estava muito interessada em como a policial Brea fora a única sobrevivente do acidente no dia anterior... Aya revela mais do que deveria. E a conferência logo se acaba.
    A heroína então ouve que poderia tirar algumas dúvidas sobre mitocôndrias, se fosse ao Museu de Nova York, e procurasse pelo doutor Hans Klamp. Determinada, seguiu para o local junto de seu companheiro Daniel. O cientista anti-social os recebe e tira muitas dúvidas sobre mitocôndrias. Bem como desperta lembranças estranhas em Aya. Contudo, ela tinha de voltar para a delegacia. E chagando lá, a policial fica sabendo que sua inimiga, Eve, ou melhor, Melissa Pierce, teria um concerto no Central Park, seguindo o roteiro de suas apresentações como “ex-atriz”...
    Daniel entra em desespero, pois sua família foi para lá para se descontraírem na noite de Natal.
    Aya viu nisso a oportunidade única de ajudar seu amigo, e ainda ter a chance de poder encontrar EVE novamente...

    Dia 3 – Selection

    “A cidade fora evacuada. Eve era mais perigosa do que alguém poderia imaginar.
    Um japonês causava dor de cabeça para policiais que bloqueavam as ruas. Ele era estranho, mas era mais preciso do que alguém poderia imaginar.
    Aya acordava em uma espécie de quarto. Despertou. Mas não do pesadelo o qual vivia. Um pesadelo que ninguém imaginaria viver...
    As pessoas no Central Park... A garotinha... O passeio na carruagem... Mas, onde estaria?”

    Aya notou-se salva por um estranho. Um cientista japonês de nome Kunihiko Maeda. ‘Na verdade ele achou você’ – disse Daniel, seu companheiro de trabalho. A apresentação foi culta, direta e interessante. O cientista parecia ter motivos pessoais e profissionais para estar ali. E seria de grande ajuda.
    Mas Aya não conseguia parar de se perguntar, se era um monstro como a Eve...
    Enquanto isso, o filho de Daniel, o pequeno Ben, era apresentado na delegacia à Sheeva, uma cadela treinada, que se apegara muito ao garotinho. Sheeva... Deusa hindu da destruição...
    Rumando para o Museu, Aya pôde ter uma parte de sua resposta, quanto à última dúvida. Entretanto, as revelações foram interrompidas pela chegada do Dr. Klamp. Ele surpreende ao trio com seu desprezo, e se recusa a dar mais informações que poderiam ajudar os “intrusos”.
    Regressando à delegacia, o trio tem uma baita surpresa...

    Dia 4 – Conception
    “A delegacia começara a ser reconstruída e reformada. Contudo, a heroína não poderia ficar para ajudar por muito tempo. Depois de ouvir as histórias de Maeda, sobre incidentes parecidos que ocorreram no Japão, Aya decide ir até o Hospital.”

    Aya tinha de ser rápida. Se a história sobre o “Ultimate Being” fosse mesmo verdade, ela tinha que impedir Eve o mais rápido possível!
    O Hospital traz novamente lembranças estranhas para Aya... Bem como, algumas surpresas e respostas...

    Dia 5 - Evolution
    “Muitas conversas, muito lugares, muita investigação... Onde estaria Eve? Por que ela ‘sumiu’, e como os monstros continuavam a aparecer? Todos se perguntavam a todo instante.
    Contudo, não podiam ficar ali parados. Muita desgraça já havia ocorrido. Aya tinha que se colocar em ação. Ela era a única capaz de conseguir enfrentar Eve cara a cara... E faria isso!”

    Aya busca em muitos lugares pela cidade deserta, pistas sobre Eve e o seu paradeiro. Mesmo sentindo que talvez já pudesse ser tarde demais para detê-la com a gestação, ela tinha de fazer alguma coisa!
    Por todos os caminhos visitados, Aya só acha o que procura no ultimo deles... Mas, o que a aflige, é o fato daquele lugar estar infestado de dinossauros... Sim, dinossauros. E é confrontando esses dinossauros que Aya consegue se aproximar da verdade...
    A verdade. As pessoas do Central Park. A inseminação... Tudo parecia estar planejado desde o inicio. Não só por Eve, mas por outra pessoa também.
    Ao final deste longo dia... A batalha mais esperada ocorre...

    Dia 6 – Liberation

    “Aya finalmente consegue o que todos esperavam desde que tudo começara. Contudo, algo ainda a afligia. Não só a mensagem que a sua mais terrível inimiga conseguira passar depois de tudo, mas também, algo que ninguém tinha notado ainda...”

    Quando pensam que tudo acabou... A batalha final apenas começa!
    Muita adrenalina em combate espera por Aya... Bem como, a última chance de acabar com tudo de uma vez por todas!

    Fonte: Parasite Eve Brasil

    OS GRÁFICOS

    Para os padrões gráficos da época, o game é bem agradável.

    Toda a trama se situa na cidade de New York, e estão ali retratados grandes marcos da cidade, como a Estátua da Liberdade, o Central Park, Manhattan  e outros pontos.

    Todo o trabalho delicado da equipe pode ser percebido no detalhamento para recriar a cidade como um cenário digital do game, um trabalho fantástico!

    O design dos personagens é bem criativo e condizente com o cenário, o que é maravilhoso!

    OS SONS

    O game tem uma excelente trilha sonora!

    Yoko Shimomura compos a trilha sonora do jogo, incluindo a introdução "Primal Eyes" e o encerramento "Somnia Memorias", ambas tocadas por Shani Rigsbee. As avaliações mostravam que os críticos gostaram dela, sendo conhecida até como uma das melhores trilhas sonoras originais em jogos de videogame, usando influências que iam de ópera até música eletrônica. Uma versão separada, chamada Parasite Eve Remix foi lançada mais tarde, ela tinha 10 faixas que foram remixadas e remasterizadas do jogo original por vários DJs.

    Fonte: Wikipedia

    POR QUE JOGAR??

    Parasite Eve é quase um daqueles games obrigatórios para fãs de um determinado gênero.

    Unindo RPG com Survival Horror e um pouco de Action, o game surpreende pela jogabilidade e pela história maluca!

    É também uma ótima oportunidade de se aprender algo a mais de biologia, visto que o inimigo são mitocôndrias, hehehehe!

    Parasite Eve

    Platform: Playstation
    3193 Players
    118 Check-ins

    56
  • 2014-02-19 13:06:46 -0300 Thumb picture

    Retroreview#23 - Por que jogar Xenogears???

    GAME: Xenogears

    PLATAFORMA: Playstation

    LANÇAMENTO: 1998

    EMULADORES: Facilmente emulável em PC's, Android, Tablets, iOS. Disponível na PSN para Vita, PS3 e PSP.

    AUTOR: @setzer_eduardo

    Fala galera do Alvanista, e os queridos e queridas seguidores da @flashback! E também meus queridos e queridas seguidores!!!! Depois de uma "tempestade nebulosa" de começo de ano, hora de juntar as energias e voltar à ativa! Andei um tempinho sumido (é gente, o mês de fevereiro não está fácil...) mas estou de volta! E como prometido, com XENOGEARS!!!!!!

    Xenogears é um clássico JRPG da Squaresoft (antes de se fundir com a Enix e se tornar a Square-Enix) que lida com assuntos polêmicos e intrigantes. Religião, política, filosofia permeiam por toda a complexa história do game. Além de contar com um dos melhores enredos já feitos para um JRPG, o game também tem personagens carismáticos em bem construídos, um sistema inovador de batalha, e lhe permite controlar enormes Mechas, chamados aqui de Gears.

    Então, sem mais delongas, vamos à crítica!!!

    A HISTÓRIA

    "O mundo de Ignas é divido entre dois grandes reinos: Kislev, no hemisfério norte; e Aveh, no hemisfério sul. Ambos os reinos estão em uma guerra há muito e muitos anos, tanto tempo que as pessoas já nem sabem qual o motivo da guerra. A única coisa que as pessoas conhecem são os horrores causados pelas batalhas.

    Além dos dois reinos, existe também a Ethos, uma instituição que lembra as Igrejas do mundo real. A missão dos Ethos é escavar e encontrar antigas tecnologias de eras passadas, e reconstruir a história da humanidade. Foram eles os responsáveis por encontrar antigas máquinas de batalhas, conhecidas como Gears, fato este que alterou o equilíbrio da guerra entre Kislev e Aveh.

    Após séculos em guerra, o reino de Kislev estava em leve vantagem, até que a misteriosa força militar conhecida como Gebler entra em cena, aliando-se ao reino de Aveh, desestruturando assim mais uma vez a guerra entre as duas nações. Nesse momento, pouco a pouco o reino de Aveh começa a se apossar dos territórios do reino de Kislev.

    A trama se inicia quando a vila onde mora Fei Fong Wong é pega no meio de uma batalha entre Kislev e as forças de Gebler. Nessa ocasião, um misterioso Gear chamado Weltall aparece na vila. Desesperado para ajudar a todos, Fei entra no Gear e participa da batalha, mesmo sendo alertado por seu amigo Citan Uzuki a não lutar na vila. Despreparado e sem conhecimentos técnicos, Fei é rapidamente colocado em uma situação de risco. É nessa hora que algo estranho acontece, e Fei perde o controle sobre si mesmo e sobre o Gear, desmaiando. Quando acorda, Fei descobre que foi responsável por matar várias pessoas da vila, incluido seus melhores amigos que estavam prestes a se casar.

    Diante de tanto horror, Fei é aconselhado por Citan a abandonar a vila. Ele parte então, pela primeira vez, para o grande e desconhecido mundo além dos limites de sua vila."

    Com uma história profunda e complexa, o game flerta o tempo todo com muitos assuntos polêmicos e considerados tabu.

    Logo no início do game, somos apresentados à uma frase que pose ser encontrada no Antigo Testamento da Bíblia Cristã (Eu sou Alfa e Ômega, o início e o fim, o primeiro e o último). Além disto, muita filosofia pode ser encontrada na trama e nos diálogos do game. Friedrich Nietzsche, Sigmund Freud, e Jacques Lacan (esse último até emprestando seu sobrenome a um dos personagens) são apenas alguns dos grandes nomes que tem seus trabalhos citados ou utilizados como referência no game.

    Uma matéria muito interessante do site GameWorld fala sobre a filosofia do Xenogears, vale muito a pena dar uma conferida!!

    Somado a tudo isso, o game conta com um leque de personagens invejável, com histórias profundas, personalidades vivas e marcantes.

    OS GRÁFICOS

    O jogo segue o estilo anime. São muitas cenas em animação muito bem trabalhadas e dirigidas.

    Os cenários, que vão de desertos áridos e sem vida à florestas exuberantes e cheias de vida, são ricos em detalhes. O design do mundo de Ignas lembra bastante o "mundo real" em, que vivemos.

    Os personagens são bem desenhados, levemente caricatos em alguns quesitos, o que era típico da Square na época.

    Mesmo para os padrões de hoje, jogar Xenogears com os recursos de melhoramento gráfico que o PSP/PSVita/PS3 oferecem é uma atividade de deixar os olhos cheios d'água de tanta belezura!!!

    OS SONS

    Xenogears tem uma das mais belas trilhas sonoras de RPG. Pode até ser que ele não tenha músicas "chicletinho" de tão ótimas como One Winged Angel (FFVII), mas certamente o game tem uma trilha sonora emotiva e cativante.

    As músicas das batalhas, principalmente contra os chefes, é contagiante! Na adrenalina, é possível se concentrar nos sons para elaborar melhor as estratégias.

    Show de bola, simples assim!!!!

    A JOGABILIDADE

    Um dos pontos fortes, sem dúvidas, é o sistema de batalhas de Xenogears. Misturando um sistema de combos (como o de Legend of Legaia) com um sistema de AP (como visto em Chrono Cross), as batalhas ficam super estrategizadas (inventei essa palavra agora, hahahahaha). No início, os personagens tem pouco AP para os ataques, que podem consumir 1, 2 ou 3 pontos de AP. Determinadas sequencias, quando repetidas várias vezes, permitem ao personagem aprender uma "técnica especial", uma espécie de super golpe que arranca mais dano, porém consome mais AP.

    No decorrer do game, é possível fazer uma combinação de ataques especiais devastadora, causando grande dano com um único ataque!

    A câmera é flexível, e pode ser controlada ao bel prazer do jogador. Há uma bússola que fica no canto inferior direito da tela, permitindo aproveitar mais dos recursos do game.

    Quando dentro dos Gears, a jogabilidade passa a ser em escala gigante. É possível ver os personagens em versão super miniatura fora dos Gears quando alguns estão dentro e outros não.

    As batalhas com os Gears seguem um padrão semelhante ao das batalhas fora deles. A diferença é que os Gears necessitam de Fuel para executar ataques e magias.

    OPINIÃO PESSOAL

    Xenogears é um clássico dentre os clássicos.

    Misturando filosofia (que não posso negar: é minha maior paixão!!!), religião (assunto que eu amo conversar/discursar/debater), psicologia (ah, vá lá né, tem muito haver com filosofia também) e uma jogabilidade incrível, o game é praticamente obrigatório para quem gosta de JRPG.

    Me lembro de, quando consegui esse game emprestado, foi só ligar o PSOne que o canhão parou de girar. Foi uma semana desenvolvendo altas gambiarras para jogar o game, que valeu cada minutinho!!!

    O game é simplesmente lindo, maravilhoso e genial! Personagens como Citan, Rico, Id, Bart e Billy são o tipo de personagens que eu sempre espero encontrar em uma boa trama. Ao lado de FFVI, este game tem o melhor roteiro de games que tive o sedutor prazer de jogar!!! Foi vício imediato!!!!


    Xenogears

    Platform: Playstation
    1911 Players
    241 Check-ins

    13
    • Micro picture
      edufilhote · over 5 years ago · 0 pontos

      @bluedragon este game (tirando os FFs da vida...) é disparado o melhor RPG que já joguei!!!!

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      mattbewolf · over 5 years ago · 0 pontos

      Ótima análise, sempre li sobre o mesmo só que superficialmente. Deu pra ter uma noção do que é o mesmo, gostei da história inicial \o
      Lembro de ver a capa dele pra comprar na locadora, nunca catei :/
      Saiam várias matérias sobre ele nas revistas da época

    • Micro picture
      edufilhote · over 5 years ago · 0 pontos

      @bluedragon nas pesquisas que eu fiz por aqui via Google, encontrei algumas artworks de capas que diziam que o game estava traduzido para o PT-BR. Com certeza deve ser fácil de encontrar via torrent!!
      @mattbewolf muito obrigado, meu caro! O game realmente é muito bom. A história dele é o ponto alto da trama, mas como não queria dar spoiler nenhum da trama, narrei apenas os eventos da abertura e introdução do game. Pode ter ceretza que muitas reviravoltas acontecem depois que Fei sai da vila!!!
      Se conseguir encontrar, no fim dos anos 90, saiu uma edição da Gamers Book falando exclusivamente de Xenogears!!

  • edufilhote Eduardo Filhote
    2014-02-19 13:03:03 -0300 Thumb picture

    Retroreview#23 - Por que jogar Xenogears???

    GAME: Xenogears

    PLATAFORMA: Playstation

    LANÇAMENTO: 1998

    EMULADORES: Facilmente emulável em PC's, Android, Tablets, iOS. Disponível na PSN para Vita, PS3 e PSP.

    AUTOR: @setzer_eduardo

    Fala galera do Alvanista, e os queridos e queridas seguidores da @flashback! E também meus queridos e queridas seguidores!!!! Depois de uma "tempestade nebulosa" de começo de ano, hora de juntar as energias e voltar à ativa! Andei um tempinho sumido (é gente, o mês de fevereiro não está fácil...) mas estou de volta! E como prometido, com XENOGEARS!!!!!!

    Xenogears é um clássico JRPG da Squaresoft (antes de se fundir com a Enix e se tornar a Square-Enix) que lida com assuntos polêmicos e intrigantes. Religião, política, filosofia permeiam por toda a complexa história do game. Além de contar com um dos melhores enredos já feitos para um JRPG, o game também tem personagens carismáticos em bem construídos, um sistema inovador de batalha, e lhe permite controlar enormes Mechas, chamados aqui de Gears.

    Então, sem mais delongas, vamos à crítica!!!

    A HISTÓRIA

    "O mundo de Ignas é divido entre dois grandes reinos: Kislev, no hemisfério norte; e Aveh, no hemisfério sul. Ambos os reinos estão em uma guerra há muito e muitos anos, tanto tempo que as pessoas já nem sabem qual o motivo da guerra. A única coisa que as pessoas conhecem são os horrores causados pelas batalhas.

    Além dos dois reinos, existe também a Ethos, uma instituição que lembra as Igrejas do mundo real. A missão dos Ethos é escavar e encontrar antigas tecnologias de eras passadas, e reconstruir a história da humanidade. Foram eles os responsáveis por encontrar antigas máquinas de batalhas, conhecidas como Gears, fato este que alterou o equilíbrio da guerra entre Kislev  e Aveh.

    Após séculos em guerra, o reino de Kislev estava em leve vantagem, até que a misteriosa força militar conhecida como Gebler entra em cena, aliando-se ao reino de Aveh, desestruturando assim mais uma vez a guerra entre as duas nações. Nesse momento, pouco a pouco o reino de Aveh começa a se apossar dos territórios do reino de Kislev.

    A trama se inicia quando a vila onde mora Fei Fong Wong é pega no meio de uma batalha entre Kislev e as forças de Gebler. Nessa ocasião, um misterioso Gear chamado Weltall aparece na vila. Desesperado para ajudar a todos, Fei entra no Gear e participa da batalha, mesmo sendo alertado por seu amigo Citan Uzuki a não lutar na vila. Despreparado e sem conhecimentos técnicos, Fei é rapidamente colocado em uma situação de risco. É nessa hora que algo estranho acontece, e Fei perde o controle sobre si mesmo e sobre o Gear, desmaiando. Quando acorda, Fei descobre que foi responsável por matar várias pessoas da vila, incluido seus melhores amigos que estavam prestes a se casar.

    Diante de tanto horror, Fei é aconselhado por Citan a abandonar a vila. Ele parte então, pela primeira vez, para o grande e desconhecido mundo além dos limites de sua vila."

    Com uma história profunda e complexa, o game flerta o tempo todo com muitos assuntos polêmicos e considerados tabu.

    Logo no início do game, somos apresentados à uma frase que pose ser encontrada no Antigo Testamento da Bíblia Cristã (Eu sou Alfa e Ômega, o início e o fim, o primeiro e o último). Além disto, muita filosofia pode ser encontrada na trama e nos diálogos do game. Friedrich Nietzsche, Sigmund Freud, e Jacques Lacan (esse último até emprestando seu sobrenome a um dos personagens) são apenas alguns dos grandes nomes que tem seus trabalhos citados ou utilizados como referência no game.

    Uma matéria muito interessante do site GameWorld fala sobre a filosofia do Xenogears, vale muito a pena dar uma conferida!!

    Somado a tudo isso, o game conta com um leque de personagens invejável, com histórias profundas, personalidades vivas e marcantes.

    OS GRÁFICOS

    O jogo segue o estilo anime. São muitas cenas em animação muito bem trabalhadas e dirigidas.

    Os cenários, que vão de desertos áridos e sem vida à florestas exuberantes e cheias de vida, são ricos em detalhes. O design do mundo de Ignas lembra bastante o "mundo real" em, que vivemos.

    Os personagens são bem desenhados, levemente caricatos em alguns quesitos, o que era típico da Square na época.

    Mesmo para os padrões de hoje, jogar Xenogears com os recursos de melhoramento gráfico que o PSP/PSVita/PS3 oferecem é uma atividade de deixar os olhos cheios d'água de tanta belezura!!!

    OS SONS

    Xenogears tem uma das mais belas trilhas sonoras de RPG. Pode até ser que ele não tenha músicas "chicletinho" de tão ótimas como One Winged Angel (FFVII), mas certamente o game tem uam trilha sonora emotiva e cativante.

    As músicas das batalhas, principalmente contra os chefes, é contagiante! Na adrenalina, é possível se concentrar nos sons para elaborar melhor as estratégias.

    Show de bola, simples assim!!!!

    A JOGABILIDADE

    Um dos pontos fortes, sem dúvidas, é o sistema de batalhas de Xenogears. Misturando um sistema de combos (como o de Legend of Legaia) com um sistema de AP (como visto em Chrono Cross), as batalhas ficam super estrategizadas (inventei essa palavra agora, hahahahaha). No início, os personagens tem pouco AP para os ataques, que podem consumir 1, 2 ou 3 pontos de AP. Determinadas sequencias, quando repetidas várias vezes, permitem ao personagem aprender uma "técnica especial", uma espécie de super golpe que arranca mais dano, porém consome mais AP.

    No decorrer do game, é possível fazer uma combinação de ataques especiais devastadora, causando grande dano com um único ataque!

    A câmera é flexível, e pode ser controlada ao bel prazer do jogador. Há uma bússola que fica no canto inferior direito da tela, permitindo aproveitar mais dos recursos do game.

    Quando dentro dos Gears, a jogabilidade passa a ser em escala gigante. É possível ver os personagens em versão super miniatura fora dos Gears quando alguns estão dentro e outros não.

    As batalhas com os Gears seguem um padrão semelhante ao das batalhas fora deles. A diferença é que os Gears necessitam de Fuel para executar ataques e magias. 

    OPINIÃO PESSOAL

    Xenogears é um clássico dentre os clássicos.

    Misturando filosofia (que não posso negar: é minha maior paixão!!!), religião (assunto que eu amo conversar/discursar/debater), psicologia (ah, vá lá né, tem muito haver com filosofia também) e uma jogabilidade incrível, o game é praticamente obrigatório para quem gosta de JRPG.

    Me lembro de, quando consegui esse game emprestado, foi só ligar o PSOne que o canhão parou de girar. Foi uma semana desenvolvendo altas gambiarras para jogar o game, que valeu cada minutinho!!!

    O game é simplesmente lindo, maravilhoso e genial! Personagens como Citan, Rico, Id, Bart e Billy são o tipo de personagens que eu sempre espero encontrar em uma boa trama. Ao lado de FFVI, este game tem o melhor roteiro de games que tive o sedutor prazer de jogar!!! Foi vício imediato!!!!


    Xenogears

    Platform: Playstation
    1911 Players
    241 Check-ins

    8
  • 2014-02-06 16:02:30 -0200 Thumb picture

    RESPOSTAGEM: RETROREVIEW#12 - Por que jogar Sonic The Hedgehog??

    Aproveitando a "semana Sonic" aqui na @flashback, respostando a reviews deste que é, pra mim, o melhor game do ouriço!!!

    RETROREVIEW#12 - Por que jogar Sonic The Hedgehog??

    GAME: Sonic The Hedgehog

    PLATAFORMA: Master System

    EMULADOR: perfeitamente emulável em PSP, PC, PS2, Android, iOS, Tablets

    AUTOR: @setzer_eduardo

    Na saudosa era onde o poder dos consoles era medido em bits, os jogos vinham em cartuchos bacanudos, tinham sua categoria medida em mega, as empresas brigavam para colocar títulos no mercado, consoles de 8 e 16bits conviviam lado a lado, e muitas vezes com lançamentos de jogos simultâneos, e muitos dos gamers de hoje estavam nascendo e tendo seus primeiros contatos com as futuras grandes empresas e grandes franquias.

    Nessa época, era um pirralhinho irritante, que era viciado em vídeo-games, e somente saia da frente do meu extinto Atari 2600 com muito choro (ou dormindo). Foi então que conheci o poderoso Master System quando fui passar férias na casa de um primo, e conheci o incrível Alex Kidd in the Miracle World, um jogo absolutamente difícil e empolgante!

    Claro que chorei, fiz pirraça, fiz promessa e muito mais para conseguir o meu de natal! E então ganhei o bacanudo Master System Sem Fio, o que na época foi revolucionário. Fiquei ansioso por ligar logo o console e jogar Alex Kidd, que era o jogo da memória no console do meu primo. E qual não foi minha surpresa em descobrir que na verdade eu tinha um jogo diferente, com um bicho esquisito azul que eu nunca tinha visto antes???

    E a surpresa só foi melhorando, quando liguei o console e comecei a jogar! Foi meu primeiro game de MS, o primeiro game na vida que eu detonei, e um dos que eu tenho mais carinho toda vez que jogo: Sonic The Hedgehog!!!

    A TRAMA

    Muitos anos antes de ser conhecido como Eggman, o malvado Dr. Robotnik, em sua ânsia por tecnologias, escravizou toda uma ilha, transformando seus habitantes em terríveis mechanicks. Eis então que surge o veloz ouriço Sonic. Equipado com sapatos especiais que lhe concediam super velocidade, Sonic parte em resgate de seus amigos, passando por vários locais da ilha, até se infiltrar no esconderijo de Robotnik e dar fim de uma vez por todas aos planos do vilão.

    OS SONS

    A trilha sonora do game é uma das que mais marcaram os games! Até os dias de hoje, músicas como Green Hill Theme e The Labyrinth Theme são reaproveitadas em vários outros jogos do ouriço azul!

    Os efeitos de pulo, matar monstros, e até mesmo de morte, são super fluidos e perfeitamente sincronizados com o game!

    OS GRÁFICOS

    O game teve versões para Mega-Drive, Master System e Game Gear. Em cada console, porém, o jogo é diferente! Não é o mesmo console, apesar dos jogos serem muito parecidos entre si.

    Dos três, o de MS é o que tem os piores gráficos, mas mesmo assim, os gráficos são surpreendentes!! Ver como a movimentação do Sonic é fluida, as facetas do Dr. Robotnik, os animais que fogem das capsulas, tudo foi muito bem trabalhado e desenhado.

    As fases são caprichadas, bem coloridas e caprichadas. Os efeitos de luz e sombra, principalmente em The Labyrinth Zone, onde se pode ficar fora d'água ou submerso.

    A JOGABILIDADE

    O jogo tem uma das jogabilidades mais fluidas dos games!! Usa-se apenas um comando, pulo. O resto é andar, utilizar plataformas, combater inimigos, e tudo em alta velocidade (para a época).

    Mesmo com poucos comandos, controlar o Sonic é bem fluído e preciso. É empolgante pular certinho nas plataformas, ou tentar aquele salto mais longo!

    As batalhas contra Robotnik exigem paciência e estratégia, são bem elaboradas, e algumas até bem difíceis!!

    POR QUE JOGAR??

    Muitos gamers modernos conhecem apenas o Sonic 3D, aquele com visual cool e muitas habilidades, mas poucos conhecem a origem de tudo, quando o ouriço ainda era um baixinho gordinho sem muitas habilidades, lutando contra um inimigo que ainda se chamava de Dr. Robotnik.

    Claro que a versão de Mega-Drive é mais famosa, maior e mais bonita. Mas essa versão é fascinante demais!!! É sempre bacana conferir a origem de personagens famosos, e esta marcou toda uma geração de gamers!!!

    As esferas do Caos estão presentes no game, desde o início, apesar de que aqui elas ainda não permitem ao Sonic se transformar em um Super Sayajin, mas são parte fundamental da trama, e somente é possível conferir o final verdadeiro encontrando todas as 6, uma em cada zona.

    Sonic the Hedgehog (1991)

    Platform: Master System
    5103 Players
    76 Check-ins

    14
    • Micro picture
      loiltonjc · over 5 years ago · 0 pontos

      Este post está muito bom mesmo! Parabéns ao autor @setzer_eduardo e @flashback

    • Micro picture
      neilson1984 · over 5 years ago · 0 pontos

      pra min essa versão de Master System melhor do que a do megadrive!

    • Micro picture
      typhonite · over 5 years ago · 0 pontos

      Primeiro jogo que eu joguei :')

  • edufilhote Eduardo Filhote
    2014-02-05 15:51:10 -0200 Thumb picture

    Retroreview#22 - Por que jogar Sonic The Hedgehog 2 (Master System)???

    GAME: Sonic The Hedgehog 2

    PLATAFORMA: Master System/Game Gear

    LANÇAMENTO: 1992

    EMULADORES: Facilmente emulável em PC's, Android, Tablets, iOS, PS2, PSP

    AUTOR: @setzer_eduardo

    Na era de ouro dos video-games, os consoles de 8bits e 16bits andavam lado a lado. Não era raro algum game ganhar versão para as duas gerações de consoles. Foi nessa época que Sonic se tornou mascote oficial da Sega, tendo seu primeiro jogo estabelecido um incrível sucesso nos consoles Mega-Drive, Master System e Game Gear.

    Porém, antes mesmo que o Mega-Drive ganhasse seu segundo jogo do ouriço, ele já mostrava toda sua velocidade em um game super foda de Master System. Apesar de receber o nome de Sonic The Hedgehog 2 como seu irmão de 16bits, o game foi lançado bem antes, e sua versão mais velha é bem diferente.

    O mais incrível deste game é que nele aparece pela primeira vez o melhor amigo do nosso tão querido ouriço: a raposa de duas caudas Miles "Tails" Prower!

    A HISTÓRIA

    O game se passa logo após as aventuras de Sonic em seu primeiro game. Dr. Robotnik está de volta (sim, ele ainda não se chamava Eggman nessa época...), e sequestra o melhor amigo de Sonic, a raposa Tails.

    Mais que irado, Sonic parte em altíssima velocidade atrás do bandidão para resgatar seu amigo, e no caminho, libertar outros que foram capturados pelo vilão oval.

    É aqui que somos apresentados pela primeiríssima vez à Sonic e Metal Sonic, dois personagens mais que consagrados na mitologia do ouriço.

    A JOGABILIDADE

    Nesse novo game, a jogabilidade super funcional está de volta. Temos os mesmos movimentos e a mesma velocidade. Bem, a mesma não, acho que o ouriço está um pouquinho mais veloz.

    Dentre as novidades, está a habilidade de quebrar alguns tipos de rochas, abrindo assim novos caminhos. Durante o trajeto, Sonic também pode pegar carona em um carrinho de minério ou em uma asa delta, super legal!

    As fases continuam tendo 3 acts cada, dois de fase e o final para o chefão. Dessa vez, porém, apenas a batalha final é contra Robotnik, todos os outros chefes são "novidades" no jogo!

    OS GRÁFICOS

    O game usa e abusa da capacidade do Master System em todos os sentidos. A sensação de velocidade é legal, os cenários bem desenhados e dinâmicos.

    Coisas como chuva de fundo, efeitos de "debaixo d'agua" e coisas assim deixaram o jogo belíssimo!

    Cores vibrantes, loopings delirantes e muita velocidade!!

    OS SONS

    Acho que esse é o único defeito do game. Em relação ao primeiro, ouve uma leve queda na qualidade das músicas. Nada que seja digno de dizer que a trilha é ruim, pelo contrário! Mas o primeiro game teve uma trilha tão marcante, que essa acabou ficando ofuscada...

    POR QUE JOGAR?

    Você gosta de jogos de plataforma e adventure? Gosta de Sonic? Procura um game difícil? Então é por isso que deve jogar!

    Sonic 2 de 8bits foi considerado por muito tempo pelos fãs como o game mais difícil da franquia. Fazer o final verdadeiro (e abrir um estágio com 3 acts secretos) requer a conquista de 5 das Chaos Emeralds. Assim, na última zona oficial conquista-se a última esmeralda e vamos atrás de Robotnick em seu Death Egg (daí o nome Eggman futuramente, será??) e salvar Tails.

    Foi a primeira vez que um game lhe concedia dois finais diferentes: um bom e um ruim, de acordo com seu desempenho durante o game!

    Vale a pena demais jogar, né?

    CURIOSIDADES

    > Nessa época, o Dr. Eggman ainda era conhecido como Dr. Ivo Robotnik

    >O nome Miles "Tails" Prower é a junção do trocadilho "miles per hour" e a palaqvra caudas em inglês (Tails).

    Sonic the Hedgehog 2

    Platform: Master System
    2069 Players
    30 Check-ins

    24

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