• onai_onai Cristiano Santos
    2021-03-03 10:31:02 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-01-04 21:10:49 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Battletoads in Battlemaniacs

    Zerado dia 04/01/21

    Meu deus, essa pendência é ancestral! E quem conhece o jogo deve imaginar o porquê. Mas eu jurei terminar esse jogo um dia, e esse dia chegou. Não vou mentir que dei lá as minhas roubadas (vou citá-las em breve), mas ao menos eu fui o mais honesto possível em balancear a experiência entre original e jogável.

    Eu conheci esse jogo na minha época de (pré) adolescência. Meu primo do RJ tinha um zilhão de jogos originais de SNES em casa e eu passava dias e mais dias jogando coisas diferentes e testando outras. Eu queria ter uma coleção daquelas!

    Como eu curtia jogos do gênero beat'em up, não foi de se estranhar que eu curtisse Battletoads in Battlemaniacs. O visual era bonito, as músicas eram viciantes e dava pra sair dando golpes absurdos em um monte de monstro. O jogo era meio difícil e até injusto, mas eu curtia o desafio e isso me deixava ainda mais viciado!

    Pegando o jeito da coisa, fomos mais longe de pouco em pouco até chegar numa fase de navinha em que você deve desviar de mil e um obstáculos na velocidade da luz. Não dava. O jogo dá Game Over com pouquíssimas mortes e o desafio exigia demais e treinar o estágio era tenso já que a cada Game Over voltávamos pro início da aventura e lá eram coisas demais para memorizar. O jogo ficou de lado.

    Anos depois, eu nunca me esqueci de BiB. Eu e um amigo daqui de Brasília emulávamos jogos cooperativos do tipo no meu PCzão e terminamos títulos como Battletoads & Double Dragon, o que fez a chama de Battlemaniacs ser acesa mais uma vez.

    Jogamos e não fomos longe. Cheguei à conclusão infeliz de que não se tratava das minhas habilidades, mas o jogo que era extremamente difícil! Nessa época nem sabia que existia uma versão de NES e que essa versão de SNES é quase que uma reimaginação ou tentativa de manter o legado de dificuldade que se popularizou no primeiro jogo da série para consoles.

    Voltei em seguida para BiB com a pretensão de terminá-lo sozinho e com a ajuda de savestates. Eu fui UMA fase além. Uma fase, usando savestates. Não dava. As vidas e continues são muito limitados.

    Só se eu salvasse a todo momento e recarrega-se a cada falha, mas aí nem estaria jogando. Fora que num jogo que não há regeneração de HP, quando eu devo dar load? Quando tomo uma porradinha?

    Mais uma vez o jogo ficou de lado e acabei esquecendo. Isso desde 2009 ou 2010.

    Agora que lembrei de sua existência e zerei a bomba do Battletoads (2020), fui atrás do desafio final, o último da série que estava devendo. Fora que ando zerando tanto jogo tenso que devia estar preparado. Dark Souls, Demon's Souls e uns jogos bizarros, quebrados e chatos. Agora vai!

    A primeira coisa que fiz foi buscar por códigos. Tem um que aumentava a quantidade de vidas e continues que é bem legal e pode ajudar bastante caso você esteja jogando no hardware original. Mas não era o bastante, eu acho.

    Pensei então em baixar um save e começar da fase que nunca passei pois já joguei tanto as anteriores que cansei (seria a quarta fase, das serpentes, sendo que o jogo tem um total de 6). Não achei saves mas também comecei a achar a ideia besta. Era melhor ir do início ao fim (mas sério, sei as 3 primeiras fases de cor até hoje de tanto jogar, fora que as joguei com amigos recentemente).

    Nessa busca de saves e tal, acabei lendo um post de um fórum que um cara perguntava se alguém já tinha zerado o jogo e até apareceram umas pessoas falando que sim e um outro cara mencionou que usava códigos via Game Genie/Shark. Será que há algo assim no emulador de SNES?

    E não é que tinha? Pesquisei os códigos, adicionei no menu do emulador e deu mais ou menos certo. Esses códigos são meio limitados ou coisas bizarras tipo começar a aventura com menos vidas. Adicionei um de vidas e continues infinitos.

    Os puristas que me desculpem, mas era isso ou nada.

    Mas nem tudo é um mar de flores. O código de vidas infinitas mesmo funcionou bem no primeiro estágio, que é um beat'em up, mas ele não funcionava para mortes por cair em buracos. Até então, ok, mas os próximos estágios praticamente só te matam assim ou outros meios de morte instantânea (acho que o cheat se aplicava a mortes em que o jogo continua, diferente dessas outras que requerem um "respawn" ou recarregamento da tela).

    Mas o cheat dos continues infinitos estava dando certo, aparentemente. Sinceramente, BiB seria muito melhor se os continues fossem infinitos. Você ainda tem que recomeçar a fase e o nível de dificuldade ainda é gigante! Não tem porque limitá-los assim. Quer dizer, imagina jogos como Castlevania: Rondo of Blood que são tensos já com continues infinitos e requerem muita paciência e treino por tempos até serem terminados. Imagine esse jogo com continues limitados! Ninguém merece...

    O Battletoads ainda disponibiliza apenas 2 continues.

    Enfim, a primeira fase lembra a primeira do jogo de NES.

    A segunda você desce verticalmente mantando monstros e muito lembra a segunda fase do jogo de NES.

    A terceira é uma reimaginação da famosa Turbo Tunnel do NES.

    A quarta é de ficar pulando de cobra em cobra, escalando, pegando o timing e evitando a morte. Cara, nada aqui é realmente original.

    A quinta fase, a mais difícil do jogo, requer que você fuja do seu perseguidor apertando as direções do trajeto assim que os alcançar. Exatamente como naquela fase da motinha do NES!

    A sexta fase é uma corrida contra um castor, ou sei lá, descendo verticalmente e evitando as plataformas para chegar primeiro à bomba e a desarmar!

    Caraca, esse jogo é uma espécie de cópia ou homenagem ao jogo de Nintendo e eu realmente não sei dizer se amo ou odeio isso. Mas o fato é que quase todos os desafios chatos voltaram para encher o saco aqui.

    As duas primeiras fases são ok. Acho que já joguei tanto que não tem problema. Mas elas são mesmo bem mais piedosas.

    A terceira, do Turbo Tunnel, que me impediu de progredir na infância. Requer muita tentativa e erro e memorização para usar os reflexos e comandos rápidos. A maioria desistirá aqui, principalmente com um provável e rápido Game Over.

    A quarta fase, das cobras, é a mais famosa na internet por "eu nunca passei daquela fase". É um estágio tenso e cheio de armadilhas desonestas e requer muita memorização, porém imagino que ninguém tenha saco de morrer e voltar do início, além de ter que sobreviver ao Turbo Tunnel novamente. Tive que usar savestates quando conseguia.

    A quinta fase eu tive que roubar depois de tanto me frustrar. Nessa fase tem um bicho te perseguindo e você está numa "bicicleta". Segure para a esquerda para ir para a esquerda, mas se o trajeto começar a subir, você deve segurar pra cima, ou para baixo se ele continuar para baixo e assim por diante. Se você não apertar o comando no momento certo ou apertar o botão errado, sua bicicleta perde velocidade e o bicho te mata caso te alcance, o que é bem fácil. O pior é que não dá pra ter noção se eu apertei certo ou não, se estou indo bem ou mal, mas chega um momento que a morte parece inevitável. Nem savestate salva.

    Nessa fase eu tive que ativar um comando no emulador para diminuir a velocidade do jogo em uns 50% e conseguir por os comandos no tempo certo, e ainda assim perdi umas vezes, mas ficou muito melhor. Depois disso o jogo fluiu melhor até o final.

    Resumindo: Battletoads in Battlemaniacs é um jogo super difícil. Não existe Dark Souls ou coisas do tipo próximo de jogos antigos assim, que requerem muita paciência e jogar e rejogar para progredir um pouco e treinar a memória muscular. No caso de BiB, adicione muitos fatores injustos e limitações que impedem o seu progresso e a frustração é garantida. É um jogo completamente quebrado.

    De bom: visuais legais. Trilha sonora muito boa. Inclui multiplayer para dois jogadores.

    De ruim: difícil demais e injusto. Muitas fases lotadas de partes com armadilhas de morte instantânea. Vidas e continues muito limitados, sendo que ao menos os continues poderiam ser infinitos, o que deixaria o jogo bem melhor. Não existem opções ingame para facilitar a experiência nem códigos que realmente façam uma diferença (nem o Game Genie foi de muita ajuda). BiB não tem um gênero e cada fase é uma coisa diferente (deveriam ter seguido o estilo da primeira fase, a melhor).

    No geral, prepare o savestate e se você consegue zerar o jogo nu e cru, eu gostaria de ver num stream ou coisa do tipo (de verdade). Acredito ainda que BiB seja tão desafiador quanto a sua versão de NES e já vi gente o terminar sem roubar, então deve existir alguém que faça isso com ele também. Eu sinceramente não recomendo o jogo a ninguém, apesar de ele ter batido na trave de ser uma experiência divertida. Pra mim, não existe motivo para jogá-lo, para se estressar com ele nem para insistir em ir até o final, pois nem o zeramento compensou e como um todo o jogo é bem sem graça. Passe longe.

    Battletoads in Battlemaniacs

    Platform: SNES
    1565 Players
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    • Micro picture
      gamerroots · 6 months ago · 2 pontos

      Hahahaahaha
      Cara, eu amo esse jogo. Quando era moleque o máximo que cheguei foi na fase dos trilhos com 1 vida e morri, é claro. Mas já adulto eu consegui treinar com ajuda dos save states e hj eu já consigo zerar do início ao fim sem macetes ou save states(claro que nos dias que não tô inspirado eu morro algumas vezes). Comprei o cartucho original pois sempre quis ter na coleção, e a trilha sonora é fantástica. Fiz um Review bem-humorado nele no meu canal, e vc me deu ideia de stremar numa Live quakquer dia.. Mas ri bastante com sua análise pq conheço bem o jogo hahaha
      Se quiser ver meu vídeo, o link é esse:

      https://youtu.be/KTvNpWfiLrA
      Valeu

      4 replies
    • Micro picture
      santz · 5 months ago · 1 ponto

      Jogar com continue infinito é uma boa, mas na época que eu tentei zerar essa joça, foi no cartucho mesmo. Meu amigo, como penei para entender aquela fase da cobra, deu muito e muito GameOver, mas com a prática, consegui decorar tudo e fui para a próxima fase. Ali, eu perdia tudo. Não sabia o que fazer, como controlar nem nada. O cara me cortava no meio sem eu nem entender a fase. Teve uma vez que eu perdi 1 Continue inteiro só nessa primeira parte da fase, sem sobreviver 5 segundos. Ali eu fiquei puto e nunca mais toquei no jogo.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-12-07 00:39:40 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Battletoads (2020)

    Zerado dia 06/12/20

    Ah, Battletoads! Uma série um pouco nostálgica para mim, que a conheceu no SNES e voltava a jogar na casa de um primo volta e meia, mesmo nunca indo muito longe. Mais tarde descobri que a série se originou no Arcade e NES e, graças principalmente a esse último, era famosa por ser bem difícil. Tentei jogar novamente a versão do Super Nintendo, mas não dava! Que jogo zoado e impossível!

    Há uns anos atrás, graças à coletânea Rare Replay no Xbox One, pude jogar a versão de NES e até terminar graças à algum conhecimento que adquiri pela internet e a função de "rebobinar" inclusa.

    Ainda mais para a frente, a Microsoft/Rare soltou que a série estaria voltando para um jogo novo! Ninguém esperava por essa! O novo artstyle fez muita gente torcer o nariz, inclusive eu, que até esqueci que esse jogo existia.

    Agora mais recentemente jogando com amigos, estamos sempre buscando jogos multiplayer para zerarmos juntos, ainda mais se forem para três pessoas! Zeramos o Trine 3 há algumas semanas e lembrei dos Battletoads recentemente. Um deles não tinha interesse pela fama negativa, mas estávamos meio sem muitas opções e o jogo estava disponível no Gamepass de PC, que ele assina.

    Assisti um trailer ou outro e até me interesse. Andamos jogando coisas muito piores. Ontem, sábado, eu cheguei na casa do meu amigo na hora do almoço e passamos a maior parte do dia tentando conectar os nossos Pro Controllers de Switch no PC. Até estava dando, mas o Gamepass ou o jogo estavam completamente zoados, um problema que nunca havia passado. Horas depois o problema meio que se resolveu "sozinho" e tudo funcionou como esperado. É por motivos assim que não sou do tipo "PC gamer" mas, apesar de sábado quase todo perdido, nos jogamos no novo Battletoads.

    Abrindo o jogo já é tocado um dos temas clássicos da série na guitarra. Legal!

    Já os menus e tal são bem diferentes, mas não me surpreendi pois já conheci o novo estilo artístico. Mas será que apenas o visual tinha sido modificado e o jogo estaria recebendo todo o rage injustamente.

    Selecionando "Novo Jogo", escolhemos o nível Normal (aqui chamado de Sapo) e cada um de nós selecionou um dos heróis clássicos: Pimple, Zitz e Rash.

    O jogo se inicia com personagens conversando em inglês, mas com balões traduzidos pro português. Tentei mudar e deixar ambos na mesma linguagem, mas não foi possível fazer isso (pelo menos não pelo jogo). Após umas piadinhas bestas, a aventura começa e  eu estava dividido. Parte de mim tinha esperanças que o jogo seria para seus antecessores exatamente o que Streets of Rage 4 foi para os seus antecessores. Outra parte minha estava começando a acreditar que aquele era um jogo mega infantil.

    Testamos nossos movimentos e eles são diferentes de personagem para personagem, ao menos visualmente, mas os comandos são os mesmos. Além disso achei a quantidade de botões e ações um pouco grande demais:

    -O analógico anda (nada de d-pad);

    -B pula e os outros três são ataques, sendo um deles para os golpes normais, um para um golpe meio que para cima e outro um golpe forte que o personagem deve carregar por uns 2 ou 3 segundos. Existem vários combos de acordo com o que você aperta;

    -O gatilho da direita corre, mas em partes em que a tela fica travada, serve para usar um dash/desvio, como contra chefes;

    - O gatilho da esquerda deixa o personagem numa pose estranha e cada um dos botões meio que faz uma ação com a língua, incluindo cuspir nos oponentes e os deixar paralisados, puxar coletáveis do background ou interagir com certos objetos que te trocam de plano, indo para o fundo ou frente, quando disponível;

    -O d-pad é praticamente inútil, mas há partes em que você só pode o usar para controlar ações especiais (como puzzles em um computador). Apertar para cima no d-pad faz com que o personagem provoque com uma animação, o que não serve para nada até onde sei.

    Os primeiros cenários me divertiram um bocado. Apesar de sentir falta do estilo Rare e da estética que misturava tantos elementos anos 80 e 90, do Rock às Tartarugas Ninjas.

    Houve a clássica porradaria, um estágio de "moto" que era basicamente a infame Turbo Tunnel em 3D e assim por diante. Até comecei a elogiar o jogo. Outra coisa bacana é que havia um desafio e estávamos morrendo, mas o sentimento era de que era mesmo a nossa culpa e tentativa e erro, bem ao estilo dos jogos da época 16bits.

    Já uma coisa que começou a me incomodar eram as cutscenes entre as fases. Essas cinemáticas são como assistir um mini episódio de um desenhos desses modernos da Cartoon Network ou coisa do tipo. Há um apelo humorístico estranho, uns diálogos nonsense. Parece que todos os personagens tem 6 anos de idade.

    Com tantas cenas que eu não sabia se deveria prestar atenção na história contada ou focar nas piadas ou na animação, eu comecei a ficar entediado e sonolento.

    Uma coisa que é meio interessante é que, se algum dos jogadores morrer, basta ir até seu corpo e o levantar e, caso você não consiga a tempo, ele será revivido no próximo dos muitos checkpoints que os estágios oferecem. Em cenários em que não há essa possibilidade, como a fase da "motinha", seus aliados voltam a vida depois de cerca de 20 segundos falecidos.

    Depois de uma sequência de fases legais, veio uma que estávamos numa espécie de trenó, pulando buracos e obstáculos (tipo as fases do carrinho de mina do Donkey Kong). Nessa fase a gente começou a morrer muito. Havia algo nos perseguindo e cada trilho tinha uma cor referente à um botão. Se uma pessoa sequer errasse o botão a ser apertado, a gente perdia velocidade e com pouco erro, perdíamos.

    Acabei dormindo e deixamos pro dia seguinte.

    No dia seguinte, pela manhã, estava no clima de continuar e quando voltamos pro jogo, eu fui lentamente começando a desgostar da experiência que meus amigos já pareciam não apreciar há algum tempo.

    Primeiro que o lado beat'em up que tanto caracteriza a série foi sendo deixado de lado completamente! As fases que tinhas novas mecânicas e jogabilidade não era um intervalo entre as brigas de rua, mas um novo rumo que a aventura tomou.

    Vieram fases de plataforma, puzzle, shmup, tudo o que você imaginar. Houveram ainda diversos trechos lentos, de exploração e jogando com personagens tosquíssimos que nada se assemelham à série e tudo isso ligado por cenas longas e que cortavam completamente qualquer ritmo que o jogo tivesse.

    Imagina jogar Mario World e depois de uma fase normal, vem uma fase com o Yoshi, uma controlando o Mario balão, depois Mario com kart. Tudo ok. Em seguida vem um shmup ao estilo Axelay, mas bem mais pobre. A próxima fase é um puzzle de Mario's Picross, mas bem tosco e sem graça. É por aí. O sentimento de saudade de voltar ao que Battletoads era nas primeiras fases era gigante! Eu nem sabia mais o que eu estava jogando! Que bagunça!

    A fase mais bizarra e que ao mesmo tempo eu gostei foi uma em que a tela era dividida em três partes com puzzles diferentes, como se estivéssemos jogando em primeira pessoa e olhando para telas diferentes. O jogo estão começa um contador de tempo decrescente e temos que ver qual o símbolo, achar quem tem aquele símbolo na tela e cumprir um minigame rapidamente, passando assim pro próximo símbolo e assim por diante.

    Esses minigames são meio que de raciocínio lógico e lembram um pouco Keep Calm and Nobody Explodes. Se alguém vacilasse, era Game Over e tínhamos que recomeçar tudo novamente, mas com minigames difererentes, ordens diferentes e símbolos diferentes. Havia inclusive um minigame impossível de ser resolvido pois aparentemente precisávamos da função de sensibilidade de gatilho disponível apenas nos controles do Xbox One e Series, impossibilitando o progresso no nosso controle do Switch, teclado ou controles de Xbox 360 (e outros).

    Chegamos a pesquisar no Youtube e muitos relatos eram de pessoas que não conseguiam passar da parte ou que desistiram do jogo nesse ponto.

    Depois de completar essa parte, vieram versões mais difíceis e longas. Aliás, o jogo começa a fazer isso cada vez mais, reciclando mecânicas e fases em versões mais longas e difíceis. Um saco!

    Resumindo: esse Battletoads começou bem, mas foi caindo e caindo e caindo. Que decepção! O jogo tenta ser um pouco de tudo, mas acaba não acertando em nada! Por outro lado, a variedade bagunçada da aventura e seus novos visuais para a série podem ser uma boa ideia para jogadores novatos e mais jovens. Nesse aspecto super casual, diria que a experiência é válida, como se fosse um jogo legal, mas um péssimo Battletoads. Se você busca uma experiência multiplayer para até três pessoas, ok. Se você busca nostalgia e uma sequência à nível dos jogos antigos, passe longe!

    De bom: qualquer pessoa consegue jogar pelo seu apelo mais "besta" e jogabilidade. Inclusive o jogo possibilita que você ative um modo invencível se morrer demais (recomendo desativar se for jogar com outras pessoas e quiser aproveitar o jogo a fundo pois meus amigos ativavam assim que recebiam a possibilidade e acabei não jogando algumas partes como deveria). O nível de dificuldade é interessante até e, sem auxílios, pode ser um bom desafio e imagino que no nível difícil seja um inferno (e o easy uma boa ideia, provavelmente, e digna de ser considerada na sua jogatina).

    De ruim: não é nada do que você espera de um jogo da série. Infantilizado demais. Enredo zoado. Cinemáticas a todo tempo e muito longas. O jogo é de um gênero diferente por fase e todos deixam a desejar pela superficialidade. Senti que 20% da experiência foi beat'em up. Visuais confusos com tantas cores e pouca distinção do que é inimigo ou cenário, além de que os próprios heróis se confundem (sobretudo o Zitz com Rash). Odiei a reformulação de alguns personagens, como a Dark Queen que deixou de ser algo do tipo X-Men para ser algo do tipo Kim Possible.

    No geral, esse título pode ser uma boa ideia para deixar os priminhos/filhos que curtem uma porradaria jogarem juntos, mas para nós que jogamos os clássicos, é algo bem diferente, BOBO e chato. 4 horas e meia perdidas da minha vida (com pouquíssimas ressalvas).

    Battletoads

    Platform: PC
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  • danilodlaker Danilo Rodrigues
    2020-08-20 09:46:12 -0300 Thumb picture

    Sapos Lutadores Set!

    Termine o primeiro Ato do novo Battletoads e garanta seu set em Sea of Thieves!

    Sea of Thieves

    Platform: Xbox One
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    17
  • rafa9000 Rafael Gazola Ghedini
    2020-07-18 19:57:01 -0300 Thumb picture
    Post by rafa9000: <p><strong>WARNING!! A WILD GAME APPEARS!!!</strong

    WARNING!! A WILD GAME APPEARS!!!

    Não resisti e comprei Yooka-Laylee: The Impossible Lair na eshop do Nintendo Switch, a tempos estava de olho nele e o preço de 14,99 Trumps me fez finalmente comprar essa belezura e eu tb não resisti e já comecei a jogar e PQP!!! QUE JOGO BOM!! No melhor estilo dos clássicos Donkey Kong Country, inclusive esse foi o fator de eu estar de olho nesse game desde o anuncio afinal o game foi desenvolvido por ex-menbros da RARE que trabalharam tb em DKC e não só isso o game conta com a MARAVILHOSA trilha sonora do mestre David Wise que tambem assina a trilha dos classicos DKC e de Tropical Freeze e olha só o ''pouco'' que joguei de já posso dizer que a trilha que ele fez não deve nada pros classicos DKC(ou pra classica stickerbrush symphony de DKC 2), muito pelo contrario consigo imaginar varias musicas do jogo em qualquer um dos 3 jogos da trilogia DKC ou mesmo em novos jogos e elas tb são uma delicinha de ouvir mesmo fora do jogo(me viciei no Spotify em Frantic Fountains - Frozen).O jogo pega muito das mecanicas classicas de DKC como coletar penas(bananas),  achar 5 moedas escondidas pelas fase(letras KONG são vocês?), cordas, espinhos pra todos os lados e até ''barris'' que saem atirando Yooka e Laylee no ar e ao mesmo tempo inova ao fazer um world map alá The Legend of Zelda com puzzles para resolver e até inimigos para enfrentar, por falar nisso uma das coisas mais legais do world map é que atraves de itens e mudanças que vc faz nele você pode alterar completamente as fases do jogo tornando-as as vezes completamente diferentes da fase que você acabou de passar(jogue uma bomba de gelo em uma fase de agua antes de entrar nela e a fase fica toda congelada e MUITO diferente) essa sacada dos desenvolvedores foi genial.

    Enfim...sem mais delongas esse jogo tem tudo pra se tornar um dos meus plataformers favoritos junto com DKC 2, Tropical Freeze e Super Mario Bros 3, e apesar de telo digital penso seriamente em comprar a versão física um dia tanto pro Switch quanto pro PS4 pra ter ele bonitão na estante.

    PS: As referenzas do jogo a cultura pop, as tiradas sobre o jogo anterior, a outros games são hilarias.

    PS2: Ja joguei o primeiro Yooka-Laylee(tenho ele no PS4) mas não cheguei a zerar, mais um motivo pra dar uma segunda chance(alem da trilha do David Wise)

    Yooka-Laylee and the Impossible Lair

    Platform: Nintendo Switch
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  • supernovas SUPERNOVAS
    2020-02-20 23:09:43 -0300 Thumb picture

    DONKEY KONG COUNTRY, O PODCAST DEFINITIVO


    EDIÇAO ESPECIAL


    OUÇA O PODCAST GRATUITAMENTE: https://supernovas.com.br/podcast/donkey-kong-coun...


    Atenção! Se você gostou deste podcast e deseja que continuemos o trabalho, compartilhe este post (aqui no alvanista mesmo). Isso faz MUITA DIFERENÇA e garante que continuemos o conteúdo retrô!

    Confesse: Donkey Kong é um personagem que tornou-se destacado de verdade somente depois daquele natal de 1994. Naqueles tempos, a sua ânsia por um video-game de CD era altíssima, mas este título desenvolvido por uma produtora britânica acalmou o seu coração e fez do seu Super NES velho e guerreiro um artigo de motivo de orgulho.

    As informações documentais apresentadas nesta edição foram extraídas de entrevistas recentes com os desenvolvedores.

    Nossa edição anterior (Mortal Kombat) fora gravada no último trimestre de 2019, e desta vez tivemos tempo de organizar nossas ideias e deixar as cosias bem enxutas, assim como nossos debates mais afiados. Bon apetit.

    Estamos no Spotify, iTunes, Google Podcasts, Pocket Casts, Cast Box Deezer e muitas outras plataformas agregadoras de podcast. Basta procurar por "Supernovas" e se inscrever!

    Donkey Kong Country

    Platform: SNES
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      kess · about 1 year ago · 1 ponto

      Adorei o envolvimento com a produção das músicas. A empolgação de vocês foi cativante. Baita jogo, e bom que mencionaram a série inteira no SNes. E esse era para ser o #14?

      2 replies
  • thejosephkorso Helton Carvalho
    2019-11-21 14:24:54 -0200 Thumb picture

    Donkey Kong Country e seus 25 aninhos

    Foi no dia 21 de novembro de 1994 que saiu o game desenvolvido pelo studio britânico subsidiado da Nintendo, Rare. Nessa época, os studios ocidentais produzindo jogos para consoles era regra de exceção. O Japão dominava o mercado desde então.

    Trazendo de volta uma franquia esquecida pela Nintendo há mais de uma década, o studio focou em conhecimento e tecnologia para fazer algo que a grande maioria dos desenvolvedores não fazia à época: buscar novas técnicas estéticas para sobressairem-se e contornarem as imensas limitações de hardware.

    Com o uso das máquinas da Silicon Graphics, já reconhecidas mundialmente pelos feitos em computação gráfica de blockbusters do cinema, como O Segredo do Abismo e Exterminador do Futuro 2, extrapolaram as possibilidades, lidando com modelos tridimensionais renderizados como a base gráfica do jogo. Após o lançamento de DKC, logicamente que a técnica foi muito reproduzida por outros studios. A Sega tentou algo parecido com Vectorman 1 e 2, mas devido a forte restrição de cores simultâneas e processamento do Mega Drive, o resultado nunca foi sequer próximo. Nem mesmo no Super Nintendo outros studios conseguiram um feito próximo ao demonstrado em DKC. Talvez Super Mario RPG seja um exemplo aproximado do que fizeram de positivo ao usar a técnica de renderização em CGi.

    O desenvolvimento de DKC foi feito às sombras e todos foram pegos de surpresa no lançamento, pois nada havia de concreto a respeito do jogo em previews e demonstrações. Um dos motivos foi a Nintendo não querer concorrência direta durante a produção do game.

    Muitos se mostraram céticos ao ver o game rodando, alegando que se tratava de um novo hardware. Argumentavam que o Super Nintendo não era capaz de processar tamanho desempenho gráfico sem atualizações em seu poder de processamento.

    O grande trunfo de DKC foi se basear completamente na escola clássica de jogos de plataforma, em especial a série Super Mario Bros, no que se refere a jogabilidade e mecânicas de jogo. Aliando esse fundamento com novas técnicas e caminhos trilhados na parte estética e de trilha sonora, DKC foi um gigantesco sucesso de vendas, patrocinando assim o desenvolvimento do seu sucessor, de maior sucesso ainda no ano seguinte, exatamente na mesma data do primeiro lançamento.

    Donkey Kong Country

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      thiagoreis · over 1 year ago · 2 pontos

      Obra prima dos games !!

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      old_gamer · over 1 year ago · 2 pontos

      Esse foi o game que mais me marcou em toda minha vida gamer !

      4 replies
  • mysteron Rafael Faria da Costa
    2019-10-16 14:54:33 -0300 Thumb picture
    mysteron checked-in to:
    Post by mysteron: <p>E chegou a nova atualização do Sea of Thieves. P
    Sea of Thieves

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    E chegou a nova atualização do Sea of Thieves. Pelo trailer, os caras vão, de novo, querer mudar o comportamento dos jogadores. Mas pelo jeito, com essas viagens mais longas e com o forte no final, podem ter certeza de que o PvP vai estar mais forte do que nunca. Querer colocar todos os jogadores de um servidor em um ponto específico do mapa? É treta na certa! Só vem!

    5:22: "E ouvimos seus pedidos por um novo Banjo, então aqui está!" A Rare é muito sacana....

    14
  • onai_onai Cristiano Santos
    2019-08-15 16:23:39 -0300 Thumb picture
  • 2019-08-15 12:49:27 -0300 Thumb picture

    Venda de jogos de Super Nintendo (SFamicom)

    Estou vendendo meus jogos de Super Famicom.

    Estão todos em condições excelentes.

    Trilogia DKC

    https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1296949760...

    STAR Fox

    https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1296945373...

    Street Fighter II

    https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1296942631...

    Só vendo através do ML.

    Caso o frete esteja muito alto eu posso negociar o valor através da seção de perguntas do anúncio.

    Obrigado, gente.

    Se tiver alguma persona de venda pra ajudar eu agradeço se compartilhar.

    Donkey Kong Country

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      cacotives · almost 2 years ago · 2 pontos

      Caracas!
      É a primeira vez que eu vejo os jogos do DKC nas caixas e ao mesmo tempo.

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      realgex · almost 2 years ago · 2 pontos

      Preços até que justos, considerando que estão em excelente estado de conservação e completos. Bem diferente do que eu vejo por aí, povo pedindo 4 rins por um jogo. Vou republicar na JogosBaratos pra te ajudar amigo :) !

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      themarineplayer · almost 2 years ago · 1 ponto

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