• kahmundongo Karla Pinheiro
    2020-06-18 13:56:41 -0300 Thumb picture

    Um Dia/Um Game - Jogos Curtos, Porém Memoráveis

    Medium 3806966 featured image

    E se te restasse somente um dia para jogar qualquer coisa? Seja porque você vai ficar um tempo longe dos consoles devido alguma viagem, estudos ou por.. sei lá… o fim do mundo talvez? Er.. Nunca se sabe. De qualquer forma, você só pode escolher um game, mas entre tantos bons títulos disponíveis, seria muito provável que você começasse algum jogo mas não conseguisse terminá-lo, não usufruindo da experiência completa, entretanto, alguns games podem ser terminados em apenas um dia, alguns até em uma tarde, são games curtos porém com alguma história (ou intenção dela), para os aprofundar satisfatoriamente e com um bom uso da jogabilidade em prol da mesma.

    Pegue uns snacks, aquela água ou suco para matar a sede durante a jornada, se aconchegue bem no sofá e aproveite a experiência.

    Brothers: A Tale of Two Sons

    O game tem como subtítulo “Um Conto de Dois Filhos” não por acaso, nele jogamos com esses dois personagem e temos que nos reimaginar a cada instante, levando em conta com quem estamos jogando e o cenário em qual estamos no momento, pois se jogamos com o irmão mais velho somos mais fortes e hábeis para desafios físicos, já com o menor, nos tornamos mais úteis para puzzles, abrindo passagens para ambos ao se utilizar do nosso peso ou estatura. E o visual do game é realmente charmoso, apelando para um tom mais sóbrio e fantasioso.

    Prometendo a época uma jogabilidade um tanto incomum, ao nos fazer controlar durante todo o game, ambos os protagonistas ao mesmo tempo, Brothers, surpreende também entregando uma narrativa solida sobre perdas e amadurecimento durante o tempo que nos é oferecido por ele, entregando uma junção muito coesa e em determinado momento do jogo, genial, de como usar a jogabilidade proposta, em prol da sua história e do sentimento que se quer passar.

    Disponível para PC, Xbox 360 e One, Playstation 3 e 4, IOS, Android e Windows Phone.

    Trailer:

    Rime

    Pra quem gosta de direção de arte colorida e minimalista, Rime, se torna um prato cheio. O game é visualmente muito bonito, só devendo bastante na sua versão de Nintendo Switch onde não foi muito bem portado. E não é só de beleza que é feito Rime, em sua jornada cheia de exploração e puzzles, há espaço para uma interessante e tocante narrativa da qual é possível ir juntando as peças conforme nos aproximamos do seu fim, teorizando o que teria acontecido e sobre o que o game se trata.

    Rime tem em sua essência, beleza similar a seus visuais e design. Sua arte é minimalista, sua mensagem e história são minimalistas, mas como dizem, as vezes menos é mais e o jogo consegue trazer na delicadeza de pequenos grandes momentos, um bom exemplo desse feito.

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4 e Nintendo Switch.

    Trailer:

    Inside

    Também minimalista, porém mais sombrio e introspectivo. Tem uma história e atmosfera única, mantendo sempre a tensão e a sua curiosidade e se mostrando cada vez mais bizarro conforme se avança ao nos entregar diversos momentos mind blowing, deixando a seu cargo interpretar o que está sendo mostrado em tela. Somado a isso, o jogo possui ótimos efeitos sonoros e uma das melhores coisas animadas em games do tipo em sua reta final.

    Inside, consegue ser muito bonito dentro do que lhe é proposto, sendo bem brutal quando quer, tanto pelas suas animações muito bem polidas quanto pelo seu visual macabro. Algo que é de bom tom ressaltar, pois o game no geral não poupa nas mortes, que são até bem gráficas, podendo causar desconforto para aqueles que são mais sensíveis a isso, para todos os outros, apenas joguem!

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4 e Nintendo Switch.

    Trailer:

    What Remains of Edith Finch

    Ganhador da melhor narrativa no The Game Awards de 2017, What Remains of Edith Finch é um jogo de aventura em primeira pessoa, tendo a condução dos acontecimentos e a inserção dos textos em suas telas como um diferencial.

    O game é composto por mini histórias, cada uma contada de uma maneira diferente, tanto narrativamente quanto visualmente, cabendo alternar até a estética artística empregada, tendo o significado e a interpretação das coisas muitas vezes cabendo a você, pois cada história é abordada de um jeito. Podendo ser direto, lúdico, metafórico e até, poético.

    Atualmente disponível para PC, Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

    Trailer:

    Sayonara Wild Hearts

    Sayonara Wild Hearts, trás no cerne da sua belíssima direção artística, uma coletânea de referencias da cultura pop como Sailor Moon, F-Zero, Punch Out e tantas outras inspirações perceptíveis. O game tem a proposta de ser como um álbum de música Pop interativo, em que nós não só podemos escutá-lo como jogá-lo, sendo quase como se o nosso gameplay fosse a sua coreografia e com uma narrativa sutil, nos oferece a experiência de mergulhar no subconsciente para enfrentarmos o medo de lidar com a dor de se ter o coração partido.

    O jogo oferece uma mescla de mecânicas diferentes que mudam o tempo todo, para exigir novas habilidades logo em seguida, nunca ficando cansativo ou deixando diminuir seu ritmo. Somado a um excelente level design, que te faz experimentar diversos tipos de intensidades a todo instante. Sayonara Wild Hearts se torna um jogo neon psicodélico, mecanicamente eletrizante, artisticamente estonteante e surpreendentemente, tocante.

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4, Nintendo Switch e IOS.

    Trailer:

    Todos os jogos acima, cada um à sua maneira, cumprem o requisito de ser fechado em si mesmo, oferecendo poucas, mas boas horas de jogatina, tanto em mecânicas quanto em narrativa, junto a um level design quase sempre bem equilibrado e de acordo com o tempo oferecido. Experiências únicas e completas, podendo ainda ficar na sua memória, por bastante tempo.

    Brothers: A Tale of Two Sons

    Platform: PC
    934 Players
    95 Check-ins

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      andre_andricopoulos · 19 days ago · 2 pontos

      Brothers e Rime...obras de arte ❤️

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      artigos · 19 days ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      arakisan · 19 days ago · 1 ponto

      Brothers: A Tale of Two Sons é um jogo dos que mais gostei de jogar. Sua simplicidade e gameplay condizem muito

  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-05-14 21:23:50 -0300 Thumb picture

    FINALIZADO!!!

    Dia de tristezas e alegrias, a iniciar pelas tristezas, minha placa mãe terá que ser substituída, como já falei em uma postagem anterior e um amigo meu que não vejo a tempos mas que considerava gente fina acabou falecendo. Ele estava a alguns dias na UTI e não resistiu ao Covid.

    Esse meu amigo se chamava Anderson, vulgo Anderson Pancinha, e o conheci quando houve o boom dos RPGs de livros na Barra do Ceará, um bairro que eu morava em Fortaleza. Nessa época conheci muita, mas muita gente legal.

    Tá certo que já faz um bom tempo que não jogo Vampiro, a Máscara, mas as divertidas tardes de sábado que a galera se reunia ficará para sempre em minha memória. E agora a alegria! Finalmente terminei as Aventuras de Lolo! Que jogo difícil, eu já estava ficando doido! Haha...

    Parei de contar quando já estava pirando mas creio que foram umas cinquenta fases. Algumas fáceis mas outras extremamente difíceis. Eu achei que haveria uma batalha final mas o Lolo deu apenas um chega pra lá no último desafio! Hehe...

    O legal é que para o Nintendo ainda há o Adventures of Lolo II e III, então ainda haverá muitos puzzles para eu resolver. Hoho...

    Adventures of Lolo

    Platform: NES
    115 Players
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      andre_hirosaki · about 2 months ago · 2 pontos

      F

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      sophos · about 2 months ago · 2 pontos

      minhas condolencias.

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      volstag · about 2 months ago · 2 pontos

      Recomendo a versão do Game Boy também, tem fases diferentes e tals, então conta como um outro jogo.

      1 reply
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-05-12 19:49:58 -0300 Thumb picture

    As Aventuras de Lolo

    Levei meu PC pro conserto semana passada e estava achando estranho que o técnico ainda não havia me ligado, nem peguei o telefone dele pois ele mora duas ruas aqui de casa, nisso resolvo ir lá saber o que havia ocorrido.

    Chegando lá vejo uma placa na porta informando que o atendimento estava temporariamente suspenso, bato na porta e nada. Falando com um vizinho descubro que o cara está muito doente, possivelmente Covid mas só vou ter certeza quando falar com ele.

    Nisso volto pra casa e vou deixar pra ir lá só na sexta mesmo. Só espero que meu PC não seja infectado e nem que o cara faleça obviamente. E por falar em falecimento, o irmão de um amigo meu faleceu e outro conhecido está na UTI, ambos de Covid, esses seu que foi mesmo.

    Nisso continuo no notebook e peguei esse joguinho pra ver como era. Estou gostando muito. É um puzzle bem simples porém muito divertido. A única coisa que eu poderia reclamar é da música que se repete infinitamente...

    Força Lolo!

    Adventures of Lolo

    Platform: NES
    115 Players
    5 Check-ins

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      kalini · about 2 months ago · 1 ponto

      Fofo.

      3 replies
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      fonsaca · about 2 months ago · 1 ponto

      Caramba! =O
      Meus pêsames pelos conhecidos. T_T
      Tá tenso, enquanto isso a galera "nem aí".

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      santz · about 2 months ago · 1 ponto

      Caraca, que situação.

  • anikabonny Anika Bonny
    2020-05-03 22:39:25 -0300 Thumb picture

    Mickey's Ultimate Challenge (Mega Drive)

    Mickey estava confortavelmente acomodado em sua cama, lendo um livro sobre João e o pé de feijão. Durante a leitura acabou pegando no sono e quando abriu seus olhos estava no universo do livro.Sua missão nesse jogo é ajudar os personagens, para que ele consiga voltar ao seu mundo.
    Mickey’s Ultimate Challenge é um jogo de plataforma misturado com puzzle.
    Análise completa: https://bit.ly/3aV11Ss
    Mickey's Ultimate Challenge

    Platform: Genesis
    79 Players
    2 Check-ins

    11
  • 2020-04-06 17:36:27 -0300 Thumb picture

    ​Por mais da Nintendo de Captain Toad // .TXT

    Medium 699129 3309110367

    Mesmo no 3DS esse mix de puzzle e plataforma esbanja carisma, capricho e mostra uma faceta da casa de Mario Bros. que merece ser mais explorada. Tragam uma continuação pra ontem!

    ▼ https://daibokem.blogspot.com/2020/04/por-mais-da-...

    [@jvhazuki

    Captain Toad: Treasure Tracker

    Platform: Nintendo 3DS
    50 Players
    14 Check-ins

    14
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      supernova · 3 months ago · 2 pontos

      Ótimo jogo mesmo , pena que ate hoje n terminei kk, mas é um jogo simples e bom

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  • anikabonny Anika Bonny
    2020-03-18 21:53:30 -0300 Thumb picture

    Yoshi (NES)

    Apesar do nome, você não controla o Yoshi nesse jogo e sim o Mario!
    Esse é um jogo de puzzle, no qual você deve mover os pratos e agrupar as peças (que são inimigos dos jogos do Mario) em pares.
    Há dois modos de jogo, um onde o obejtivo é acumular score e outro onde você deve deixar a tela sem nenhum inimigo.

    Review completo: https://nerdtrash.com.br/yoshi-nes/

    Yoshi

    Platform: NES
    80 Players
    4 Check-ins

    10
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-03-10 14:19:16 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Hue

    Zerado dia 10/03/20

    Fui escolher o próximo jogo da minha lista de prioridades e as opções agora são poucas. Tem um que não tô muito no clima de jogar, outro que é do Wii e não animei de instalar o console aqui na TV (desde que mudei há um ano e meio o Wii e o Xbox 360 ficaram na caixa). A escolha foi um jogo que comecei no PS4 de um amigo e joguei quase metade (e tô rezando pro save estar na nuvem e ser recuperado agora no meu Vita), mas o problema é que eu estou sem espaço no portátil, então resolvi dar uma olhada no armazenamento e escolher algo que liberasse os 400MB necessários.

    A melhor opção e que provavelmente seria o mais curto e tranquilo foi Hue. Pesquisei no howlongtobeat.com e confirmei que seria uma curta aventura de 4 horas e que não atrapalharia a minha maratona de pendências (ainda não acredito que fechei Morrowind, Demon's Souls e Jedi Outcast).

    Eu conheci Hue na casa desse mesmo amigo que citei há algum tempo atrás e chuto que ele o tinha porque a PS Plus deve tê-lo oferecido de graça em algum momento.

    Na época, o vi jogando um pouquinho antes de ele o fechar e partirmos para algum multiplayer, e tenho que dizer que o jogo não me despertou interesse nenhum. Eu nunca tinha ouvido falar naquele indie e parecia um jogo bem descartável e simplório.

    Em outra ocasião, o vi jogar um pouco dos níveis finais e achei até bacana, mas o jogo só entrou mesmo para a gigante lista de "to-play" quando eu vi que ele foi lançado no Nintendo Switch! Já sabia que o mesmo estava também disponível no PS Vita, então fui lá baixar e curtir o que imaginava ser um título bem tranquilo.

    Começando a aventura, Hue tem aquele ar indie. É um sidescroller monocromático meio melancólico e que até lembra um pouco Limbo.

    Nessa início não tem muito o que fazer senão acompanhar os diálogos dublados e explorar um pouco a cidade e talvez falar um pouco com os NPCs. As possibilidades são poucas.

    Após acessar a primeira área e conhecer um pouco mais do triste enredo, eu finalmente desbloqueei a primeira cor: o azul claro. Essa cor fica disponível numa roleta que você abre ao mover o analógico da direita. Suponhamos que a cor fique na parte de cima da roleta. Sempre que você mover o analógico pra cima, a roda se abre com um cursor indicando qual cor você está selecionando.

    Com apenas uma cor, não há muito ainda o que fazer senão ir seguindo por onde der. Eu tinha acessado uma caverna que tinha um cristal azul claro na frente de um homem. Voltei lá e ativei a única cor que eu possuía. Agora o cenário e o cristal, de mesma cor, se unificam em uma coisa só, removendo o obstáculo.

    Logo o jogo foi rapidamente me levando Às próximas áreas e desbloqueando mais cores. Acredito que na minha jogatina de pouco mais de 2 horas ontem a noite eu tenha feito 70-80% do jogo.

    Com mais cores, Hue realmente mostra o seu potencial. Agora você vai ter mais salas com mais puzzles e a constante necessidade de trocar entre as cores. Use essa para desobstruir um caminho ou ative para fazer com que algo exista e bloqueie um raio mortal ou simplesmente sirva de ponte.

    Na imagem acima, com apenas três cores desbloqueadas, há uma parede azul na minha frente, mas ao trocar pro azul o teto da mesma cor ali atrás vai soltar pedras que rolarão em minha direção, mas é o certo a ser feito. O próxima passo seria correr o mais próximo possível da próxima parede e trocar pro laranja e continuar correndo.

    Por outro lado, se eu ativar o laranja ao invés do azul no começo, o meu chão desaparece e eu morro nos espinhos! Além disso, quando eu ativar o laranja ali na frente, as coisas de outras cores voltam a existir, incluindo a primeira parede, azul, o que pode servir para bloquear alguma cosia que venha de traz.

    Já com o espectro de cores completo e cada vez mais próximo do final, Hue começa a adicionar cada vez mais mecânicas e puzzles que demoram para serem feitas. Não que cheguem a ser completamente difíceis, mas depois de tantas salas sendo jogadas com velocidade, o parar, pensar e voltar em sala depois de sala é levemente cansativo. Eu mesmo, quando terminava uma sala, cheguei a achar que o jogo estava enrolando demais pra acabar ao ver mais salas de puzzle vindo em seguida.

    Além da simples troca de cores, você vai encontrar lasers, plataformas em movimento, caveiras que despencam em cima de você, caixas para mover de um lado pro outro e as malditas mangueiras que trocam as cores das coisas. O legal delas é que não te matam, mas trocam as cores de qualquer coisa que passar por baixo, como caixas, caveiras e até as pedras rolantes! Certos cenários requerem que você troque as cores de determinados objetos múltiplas vezes num ir e vir maluco!

    Resumindo: Hue é uma mistura muito bacana de Limbo com BoxBoy! e Runbow que funciona muito bem. No quesito single player, eu me diverti mais com ele do que com todos esses outros. A campanha é curta, os puzzles são legais e a jogabilidade muito boa, fazendo dessa experiência obrigatória pra quem curte puzzles e sidescrolling. Ser multiplataforma também ajuda bastante!

    De bom: premissa muito legal. Jogabilidade funcional. Tem uma mensagem bacana. Existem motivos pra jogar mesmo depois de terminar a campanha, como os coletáveis que estão por todo o mundo (e você poder ver quais áreas ainda os tem apertando Select). 

    De ruim: enfrentei bugs, como trocar a cor de um objeto pra mesma do fundo e ela continuar tangível. Outro deles me prendeu dentro de uma caveira, impossibilitado de sair. Alguns puzzles, como em quase tudo que envolve puzzle e sidescrolling, são confusos a ponto de não deixarem claro se você tem que ser inteligente, rápido ou os dois e acaba que você tenta (e as vezes sucede em) burlar o jogo. Pelo menos no Vita o jogo é 100% em inglês. As caixas de texto quase sempre são muito pequenas no Vita.

    No geral, uma curta experiência muito bacana e responsável e funcional. Recomendo a jogatina por um precinho camarada!

    Hue

    Platform: Playstation Vita
    25 Players
    2 Check-ins

    25
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      kleber7777 · 4 months ago · 2 pontos

      Eu tentei jogar Hue no PsVita. Não me adaptei ao controle. Algo me incomodava. E acabei desistindo.
      Com o seu texto, fiquei com vontade de dar uma nova chance. Mas no PS4 dessa vez.

      1 reply
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      zandryx · 4 months ago · 2 pontos

      joguinho bem legal, joguei ele assim que saiu na plus, bem curto mesmo, mais até do que eu esperava, fiz o 100% de trofeus deles quase sem querer tbm

      1 reply
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-03-08 15:24:45 -0300 Thumb picture
    33
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      gusgeek · 4 months ago · 3 pontos

      Quanto mais Ellen Ripley na minha Vida melhor!! Amo essa mulher!! :D

      2 replies
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      seufi · 4 months ago · 1 ponto

      Mais homem que todos nós juntos!

      1 reply
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-03-04 00:42:20 -0300 Thumb picture

    Never Alone (Kisima Ingitchuna) (Xbox One)

    O jogo conta a história de Kunuuksaayuka, um conto tradicional Inupiat (povo nômade do Alaska, que existe desde tempos pré-históricos). É sobre uma nevasca que põe em risco a vida de uma aldeia inteira.
    A parte mais interessante do game é que a narrativa inteira é feita no idioma nativo dos Inupiat, nos dando uma imersão muito boa!

    Você controla uma menina chamada Nuna e uma raposa, e deve utilizá-los de forma estratégica para passar pelas fases. O jogo mistura puzzle com plataforma, trazendo uma jogabilidade bem peculiar.
    Conforme você vai avançando, vai encontrando personagens de lendas desse povo e desbloqueando vídeos gravados pela própria comunidade Inupiat.

    Review completo: https://nerdtrash.com.br/never-alone-kisima-ingitchuna-xbox-one/

    Never Alone

    Platform: Xbox One
    182 Players
    40 Check-ins

    8
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-02-13 11:38:13 -0200 Thumb picture

    Mekabolt (PC)

    Mekabolt é um jogo com uma proposta e jogabilidade bem simples, que a primeira vista pode parecer sem graça mas na verdade é um ótimo jogo casual.
    Mesclando a jogabilidade de um jogo de plataforma com puzzle, seu objetivo é chegar até a bateria (que fica escondida em algum lugar da fase). Para isso você vai utilizar uma arma chamada Mekabolt, que serve para atirar nos objetos e robôs que aparecem.

    Review completo: https://nerdtrash.com.br/mekabolt-pc/

    Mekabolt

    Platform: Nintendo Switch
    0 Players

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