• bbl Bruno Lima
    2018-08-13 14:13:12 -0300 Thumb picture

    Chegaram os livros /o/

    Medium 576110 3309110367

    (Só de sacanagem o "A realidade em jogo" veio danificado, mas a Amazon vai mandar outro :) )

    9
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      gus_sander · 6 meses atrás · 2 pontos

      Ótimas aquisições!! Parecem ser muito bons, também amo livros relacionados a filosofia e, no caso de jogos, não consigo achar muitos, infelizmente.

      1 resposta
  • bbl Bruno Lima
    2018-07-24 14:03:04 -0300 Thumb picture

    Livro

    Pessoal a um tempo atrás alguém compartilhou fotos de um livro sobre games e filosofia, mas não tenho certeza de quem (acho que pode ser o @kawens ) nem do titulo do livro...

    Mas aproveitando o post. Alguém sabe me recomendar livros sobre games e filosofia, ou games e psicologia...

    Ou livros de filosofia e psicologia que tenham uma leitura mais tranquila e dinâmica...

    São duas áreas que ando querendo estudar e conhecer, mas é sempre chato começar em um novo assunto com conteúdo maçante.

    11
  • rafaschiabel Rafael Augusto Schiabel
    2016-08-30 17:35:05 -0300 Thumb picture

    Como vencer a timidez com Itsuki e Tsubasa ;)

    "Não é apenas sobre cantar e dançar. Conectar-se com as pessoas é importante para um ídolo também."

    No período intermission do capítulo 2 Tsubasa me pediu uma ajuda bem pessoal: ajudá-la  com a interação com os fãs no meet-and-greet que a agência estava organizando. 

    Para quem não está por dentro, os personagens de Tokyo Mirage Sessions #FE são cantores e artistas e o jogo se passa na agência de entretenimento deles, do qual você, Itsuki, também faz parte. Então, quando não se está matando demônios, você interage com esses Idols e passa a conhecê-los mais pessoalmente.

    Pode parecer bobo um medo como o dela de não conseguir cumprimentar as pessoas com um simples aperto de mãos, mas, transpondo para a nossa realidade, inúmeras pessoas se enquadram nessa ansiedade social que ela comenta com Itsuki, pelos mais diversos motivos além do citado: trocar de olhares, falar "bom dia" para desconhecidos, abanar ou só erguer a mão (famoso "opa!" -eu uso) ao ver um conhecido na rua, passar do lado de um conhecido e não conseguir cumprimentar, além, é claro, de interações maiores como abraços, flertes, conversas etc. 

    O que para uns é muito trivial, para outros pode custar a vida (metaforicamente falando). Eu sei, pois eu mesmo tenho trabalhado bastante sobre como lidar com esses tipos de situações. E sei que muitos de vocês também passam por isso.

    Achei tão interessante essa quest, que tirei vários prints (confira abaixo)!

    E como você pode perceber, Itsuki dá a dica matadora para ela: "Vá lá e se exponha. Interaja com pessoas!" Apenas entrando em contato mais e mais com o que nos trava é que vamos criar repertórios próprios para lidar com tais situações no futuro. É assim que tenho feito e tem dado certo, acredite. Não é de um dia para o outro (jamais, nada é assim :[ ), porém é cumulativo, então, quanto mais tentar, mais se expor, melhor vai se sair!

    Esse foi o Vencendo a timidez com Itsuki e Tsubasa. Nos vemos na próxima (se tiver).

    "Então, parece que a companhia está preparando um meet-and-greet (encontro com fãs) para comemorar a minha estreia dessa vez..."

    "Mas... eu não consigo apertar as mãos das pessoas..."

    "I-Isso normalmente não é um problema. 
    Mas quando eu penso em fazer isso num evento público, eu fico nervosa."

    "Eu tenho... ansiedade social..."

    "Hrgh...
    Ei, Itsuki. Você tem alguma ideia de como eu posso ganhar mais confiança?"

    "Provavelmente... é melhor se você tentar interagir com a maior quantidade de pessoas possível."

    "Você poderia apenas não pensar muito sobre isso e lidar com isso normalmente."

    "Lidar normalmente... Lidar normalmente..."

    "Ótimo. Continue assim.
    ...Dessa vez, tente mudar como você vai agir, dependendo da pessoa."

    Então chega o tal dia e... SUCESSO!

    http://i.imgur.com/9salrUQ.jpg

    (clica aí no link, o Alva limita 10 imagens, mas não consegui montar o post com menos de 11 hehehe)

    Tokyo Mirage Sessions #FE

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      bakujirou · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Cara, que bacana issow

  • 2016-03-21 13:37:47 -0300 Thumb picture

    O quarteto fantástico da imersão

    Medium 3284329 featured image

    Saudações leais leitores da melhor persona do alva !

    Como prometido no último post sobre flow, hoje quero discutir quais são as principais características e decisões de design que um game precisa ter para imergir o jogador ao máximo e colocá-lo in the Zone.

    Existem quatro características que podem ser aplicadas a praticamente qualquer jogo que aumentam consideravelmente a imersão do jogador no game.

    Primeiramente, o jogador precisa saber o que fazer, precisa ter Objetivos Concretos. Mas cuidado, o jogo não precisa ser linear para ter objetivos claros, por exemplo, não quer dizer que porque Minecraft é um jogo de mundo aberto ele não tenha objetivos concretos, o principal objetivo é :

    Não Morra

    E esse não é um objetivo tão fácil quanto parece... :P

    O jogo também não precisa ter um só objetivo, alguns jogos até te dão a liberdade de escolher seu próprio objetivo. Mas o importante é que você saiba claramente qual o seu objetivo no game.

    O quão frustrante é quando um jogo não te dá nem pista de o que diabos você tem que fazer nele e você fica perdido ? Não há nada mais anti-climático...

    Outra característica importante para criar uma experiência de flow para o jogador é uma que listei no último artigo. A dificuldade do jogo precisa estar em alinhamento com a habilidade do jogador. O alinhamento não precisa ser perfeito, um pouco a mais de dificuldade do que o jogador consegue lidar pode até ser saudável (principalmente em jogos de terror), mas o problema aparece quando o jogo é exageradamente mais difícil do que as habilidades do jogador, o que causa frustração e ansiedade, ou exageradamente mais fácil, o que causa tédio. (como vimos no gráfico do último post)

    Mas aqui temos um cenário interessante, porque jogos como Super Meat Boy ou Dark Souls também são imersivos mesmo sendo dolorosamente difíceis ? Bom, minha teoria é que isso é uma questão de investimento por parte do jogador. Veja bem, eu tenho certeza de que suas 10 primeiras mortes em super meat boy passaram longe de serem imersivas, mas o jogo sempre teve um objetivo bastante claro e o desafio te fez continuar jogando. Até que suas habilidades foram se aprimorando cada vez mais ao ponto de que você sem mesmo saber como atravessava o cenário que nem manteiga totalmente imerso no game. Mas isso só foi possível porque o jogador investiu as primeiras mortes frustrantes no jogo até que alcançasse um nível de habilidade equivalente a dificuldade do jogo. Me responda você, quando é mais fácil entrar em estado de flow em Dark Souls, quando você morre incessantemente para hordas de inimigos genéricos, ou quando você está prestes a derrotar o Boss depois de ter morrido tantas vezes ?

    *ahem* Bom, de qualquer maneira, acho que eu me desviei um pouco hahaha. Vamos a próxima característica; o jogador precisa ter um feedback em tempo real de como está indo. O melhor exemplo que consigo pensar para esta característica é a série Guitar Hero, Se você vai mal, o jogo te avisa estragando sua música com notas desafinadas, se você vai bem, o jogo te avisa deixando você curtir o som que está fazendo. xD

    O jogador precisa saber se está indo bem ou mal tanto para o processo de aprendizado quanto para uma noção de controle sobre o jogo, para que o jogador mergulhe e se misture com o jogo.

    Mas novamente, esta característica pode variar muito de jogo pra jogo mas sempre está presente de uma forma ou outra em jogos que conseguem colocar o jogador em flow.

    A quarta e última característica é uma das mais intuitivas e se apoia tanto no jogo quanto no jogador. Eliminar distrações. Se você é daqueles que antes de jogar prepara sua "caverna" pra se focar somente no jogo, meus parabéns, você vai ficar aí uma semana HSUASHUA.

    Mas eliminar distrações não vem somente do jogador mas também do jogo, por exemplo não ficar jogando informações importantes na tela durante uma batalha intensa (estou olhando pra você navi ¬¬)

    Enfim, esse texto ficou um pouco maior do que eu esperava, mas acho que eu PERDI A NOÇÃO DO TEMPO HAUHAUHA (sacou ? tempo... flow... deixa pra lá ¬¬) Portanto se você leu tudo até o final, Parabéns, você merece um beijo na bunda !

    Agora é a hora que vocês leitores continuam o texto nos comentários !

    Como as novas tecnologias de hardware podem aumentar a chance de um jogador entrar In The Zone durante uma jogatina ?

    Deixe sua opinião nos comentários ! Conte uma piada !Diga o que achou do texto ! Discorda ? Concorda ? Muito pelo contrário ? Então manda bala !

    Inspiração

    @doctorlarry

    27
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      armkng · quase 3 anos atrás · 5 pontos

      um outro bom exemplo e você jogando Pump It Up ou Dance Dance Revolution, com a poluição visual e as setas subindo freneticamente, fora que o jogador aumenta sua percepção meio a música tocando e entra no ritmo para começar a acertar as setas e não perder o combo que vai subindo, mostrando que você já esta imerso e em alta concentração...

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      redbomber · quase 3 anos atrás · 3 pontos

      Não sou sadomasoquista, logo não gosto de Dark Souls e outros. Num sei contar piada :x. Curti o texto. Concordo. Sim, condordo. Gostei como está.

      Embora eu me feche pra jogar até que da pra sair da caverna
      http://www.relatably.com/m/img/my-eyes-memes/a99176f17f98d40c567bce80a2707a2090dddb5e93468bca673bcc1b69c4ecf8.jpg

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      santz · quase 3 anos atrás · 2 pontos

      Cara, seus textos são muito gostosos de ler. Ficar perdido num jogo é uma das coisas que me deixa mais frustrado. Antigamente eu tinha tempo e paciência, hoje em dia, se não recebi pistas de onde ir, abro o detonado e foda-se. A questão da dificuldade é isso mesmo, jogos muitos fáceis nem podem ser considerados jogos.

      1 resposta
  • 2016-03-16 11:38:03 -0300 Thumb picture

    Go with the Flow

    Medium 3283547 featured image

    Bom dia leais leitores !

    Hoje quero explorar mais um conceito da psicologia que se relaciona intimamente com os games; o conceito de Flow.

    Você alguma vez jogou um jogo tão imersivo que quando parou de jogá-lo viu que eram 3 da manhã e você estava jogando fazia 72 horas ? ok talvez nem tanto, mas você entendeu o que quero dizer...

    Flow, em uma tradução literal, significa corrente, fluxo, correnteza. Um estado de consciência em que sua experiência da atividade parece fluir facilmente e prazerosamente (prazerosamente... isso parece errado...).

    O estado de flow é essencial para uma jogabilidade satisfatória, e basicamente pode ser representado usando o seguinte gráfico :

    Como podem ver através de minhas incríveis habilidades artísticas quando a dificuldade do desafio se iguala a habilidade do jogador, o jogador está em flow. 

    Mas você deve estar se perguntando "o que diabos é flow ?"

    Bom, ao contrário do que você pensa, não são diabos, mas vou listar algumas características que alguém experiencia enquanto no estado de flow :

    - Nível de foco e concentração alto

    - Perda de noção de tempo

    - Perda de consciência de si mesmo (de certa forma você se funde com o game)

    - Uma fusão entre ação e pensamento (você age no mesmo momento em que pensa em agir)

    Soa familiar ?

    Alguns games conseguem criar uma experiência perfeita para que flow aconteça, outros nem tanto. Então, quais são as características e escolhas de design que um game precisa ter para criar uma experiência de total imersão com o jogador ? Isso é o que vamos explorar no próximo post ;D

    Mas até lá, o que vocês acham ser essas características ?

    Mandem bala nos comentários ! xD

    Inspiração

    @doctorlarry

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      marcusmatheus · quase 3 anos atrás · 4 pontos

      Flow pode ser traduzido como Estado de Imersao. Foi algo que vi numa revista de psicologia seculos atras e ate hoje levo ao pe da letra.
      Meu computador fica no meu quartinho gamer: Quando inicio um jogo, feicho a porta, apago as luzes, ponho o fone de ouvido e aumento o som ao maximo e... pimba!
      Pouco tempo depois estou em flow!
      Esse estado pode ser alcançado tanto em jogos tipo Super mario quando em jogos de guerra no estilo Call Of Duty, mas o flow é indispensavel para jogar Survivor Horrors: Os sustos e a ambientaçao do game sao TOTALMENTE DEPENDENTES de fatores externos para conseguir fazer valer sua proposta de imersao.

      1 resposta
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      joanan_van_dort · quase 3 anos atrás · 3 pontos

      Muito bacana! Posso dizer que antigamente os jogos proporcionavam mais essa imersão/fusão jogador-jogo. Era só o jogador e o jogo. Hoje tem online, dezenas de pessoas conversando durante as partidas e ainda tem milhões de menus pra acessar... Isso distrai do jogo em si, e a imersão acaba sendo na periferia e não no centro do game em sua totalidade.
      Lembro de perder essa noção da realidade durante a jogatina, com Half Life 1 e 2, Chrono Trigger e Zeldas, por exemplo...
      Gostei.

      2 respostas
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      katsuragi · quase 3 anos atrás · 3 pontos

      Olha...
      Eu peguei Project X Zone 2 pra jogar pela primeira vez...
      E quando fechei o jogo fui ver...
      Tava com 11h já, seguidas. <.<
      Então... é. HUAHIUOAEAEIIAEUIAEUIEA
      Se eu gosto do jogo, eu fico perdidaço no tempo. Isso acontece muito com minhas franquias favoritas, MegaTen, Mega Man, Resident Evil, Castlevania e Danganronpa.
      Passo das 5 horas facinho sem nem perceber, seguidas.

      1 resposta
  • 2016-03-08 17:04:10 -0300 Thumb picture

    O efeito das cores no nosso cérebro !

    Já pensou que antes mesmo de começar uma partida de Team Fortress 2, você pode ter uma grande vantagem ou desvantagem dependendo do time que escolheu ? Deixe me explicar melhor...

    Recentemente vi um vídeo do canal Game Theorists que me inspirou a escrever um artigo pra persona.

    Durante a era das cavernas, nossos primos macacos tiveram que aprender a detectar qualquer sinal de perigo pra se prepararem para o combate. A cor vermelha é a cor do sangue, a cor de uma boca faminta, e por isso, ao ver a cor nossos ancestrais imediatamente mudavam seu estado emocional, se tornavam mais agressivos e se preparavam para lutar ou correr.

    Mas a parte interessante é que este mecanismo continua funcionando no que restou de nosso cérebro de macaco. Algumas empresas de publicidade usam deste fenômeno para alterar o estado emocional de seus compradores. E não só o vermelho, existe uma variedade de cores que causam respostas emocionais diferentes no cérebro:

    O Vermelho promove a agressividade, o poder, a força e o desejo.

    O Azul promove a calma, o pensamento crítico e a estratégia.

    O Verde promove otimismo e abundância.

    O Preto promove a depressão, a força e o mistério.

    e por aí vai...

    Portanto, se for jogar um jogo baseado em estratégia como LOL, Dota, AoE, escolha uma cor mais calma, mais fria, como o azul, o roxo...

    Mas se for jogar um FPS frenético onde velocidade e agressividade são o que conta, trate de escolher logo o vermelho ! :D

    aqui está o vídeo pra quem quiser assistir 

    Deixe sua opinião nos comentários ! =]

    @doctorlarry

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      bakujirou · quase 3 anos atrás · 2 pontos

      Muito interessante o texto @ssa

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      trueskillbroo · quase 3 anos atrás · 2 pontos

      Altos estudos, será que isso funciona de verdade?

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      dantedias · quase 3 anos atrás · 1 ponto

      Vou colocar no perfil daqui meia hora

  • maironw Mairon S. Wolniewicz
    2015-03-19 00:34:00 -0300 Thumb picture

    As Cinquenta parada lá - Parte Um (sim)

    Já que a @mach me desafiou, to fazendo saqui.

    A foto abaixo está explicada no número 23 da lista. Então leiam tudo bonitinho até lá.

    1 - Eu não escrevia a palavra cinquenta há quase 10 anos

    2 - Meu nome é Mairon de Souza Wolniewicz. Mairon é um anagrama de Marino (aquele que vem do mar). Souza é um nome que todo mundo tem, remete a uma região e a um rio de Portugal. Wolniewicz é polonês, sendo wicz um sufixo de descendência, siginifica "filho de Wolnie"; Wolnie remete a liberdade. 

    3 - Já tentei tirar cidadania Europeia Polonesa, mas meu bisavô embabacou tudo, tendo nascido na maldita Berlim com um sobrenome Polonês. Aí eu não consigo provar nem que eu sou descendente de alemão, nem de polonês.

    4 - Tenho descendência Tchecoeslovaca também. Contudo, não sei em que diabos meus antecessores nasceram e viveram, se foi na atual Eslováquia ou na República Tcheca.

    5 - Meu signo é Libra. E puta merda, ele sempre está de acordo. To sempre numa vibe sossegada, com tudo fluindo em perfeito equilíbrio.

    6 - Decorei o alfabeto com 1 ano e uns meses de idade (sim '-'). Aprendi a ler e escrever com 4 anos e minha primeira história desenvolvida foi "O Macaco que Soltou um Pum". Qualquer dia eu posto aqui no alva.

    7 - Desde a primeira série do ensino fundamental fui o melhor aluno da classe. Foi daora conquistar esse título desde o começo até minha formatura do ensino médio sem falhar nenhum ano. Me orgulho dessa parada.

    8 - Estudei num colégio que oferecia Curso Técnico junto do Ensino Médio, mas decidi não fazer o técnico. Como o colégio não era tão focado no vestibular, tive de estudar em dobro pra passar no vestibular. Foi raspando, mas consegui entrar na Federal de SC. Começo as aulas em agosto.

    9 - Tenho alguns certificados aleatórios guardados. Office, Web Design, Proerd, manutenção de computadores, e o que eu mais gosto, Astrofísica Geral. Sim, adoro astronomia, adoro física. No momento estou cursando Cosmologia em casa, enquanto a faculdade não começa. Não vou falar o curso que farei por que vai demorar explicar, mas resumindo, Eng de Mobilidade, e quero fazer foguete.

    10 - Aproveitando meu tempo livre também produzindo um joguin daora, mas isso eu já falo toda semana no alva.

    11 - Quanto a jogos, meu gênero favorito beira entre RPG e Survival Horror. Mas Zelda is love e Dragon Quest is life. Silent Hill is cagaço mesmo e adoro levar susto pra rir depois.

    12 - Fiquei 10 anos com o mesmo PC, desde 2003 até 2013, não fiz upgrade nenhum na minha máquina. Ah como eu curtia meu XPzin, tá até hoje de enfeite no meu quarto. Hoje meu PC é bacana, roda tudo as parada e tal.

    12 - Pra acompanhar tenho um PS2 slim que funciona, DSlite com a tela de cima estragada, DSi com LR e o mic estragados, PSP emprestado, carcaça de PS2 fat que meu avô achou na rua, GameCube com leitor fodido, SNES sem fonte, 3DS 8/10 que ta resistindo desde 2011 na ativa e Wii U edição do Wind Waker que todo mundo tem 10/10. Ah, tenho um GameBoy também, e uns jogos de N64 que consegui com o ex da minha irmã.

    13 - Tenho 12 jogos originais de PS2. Lidem com isso.

    14 - Tenho uma irmã modelo. Velho... Magrão... é foda. Pra não me incomodar decidi o caminho da paz do "faça o que quiser, não é problema meu, mas se der merda não diga que não avisei" xD

    15 - Curto muitos estilos musicais. Contando que não seja sertanejo universitário/arrocha ou qualquer música depressiva, qualquer coisa eu aceito. Sim, samba é maneiro, pagode é divertido, forró é dançante, tecnobrega se você canta junto não tem como não dar risada. Agora qualquer coisa que derive de sertanejo eu abomino. Contudo, sertanejo raíz é daora.

    16 - Curto música gaúcha. Não danço merda nenhuma, mas me dá um feeling daora. Curto Punk, Folk, quase qualquer vertente do Rock, música clássica, mpb, hip-hop, new wave, putz, muita coisa. Quem usa meu celular pra ouvir música em shuffle não aguenta de tanta bagunça.  To numa vibe de eletrônica pra fritar ultimamente: quanto mais BOOM BOOM BOOM quebrando a mente do cara melhor. Essa é uma das minhas favoritas, pois me lembra do dia mais loco da minha vida: https://soundcloud.com/chapeleiro/chapeleiro-feat-zuri-jon-mesquita-the-indian

    17 - Não vou falar do dia mais loco da minha vida. Mas vou falar do dia em que tomei uma overdose de xarope pra tosse quando eu tinha uns 12 anos. Cara... velho... eu pirei demais magrão! Pensa num mlk magrelo, que nunca jogava futebol, jogando futebol chapado com xarope.

    18 - Sou meio alto. Não me considero tão alto. Tenho 1,88. As pessoas me olham e "whoa! parece de crescer! hurdurr". Aí eu falo que já estou nesse tamanho faz uns 3 anos e que não vou ficar maior. Faço uma cara de chateado e quase entro em depressão quando percebo que meus amigos, antes todos menores do que eu, estão ficando maiores :c

    19 - Faço academia há mais ou menos 1 ano e meio. Pensa num magrão magrão, mas magrão mesmo, muito magrão! Era eu antes. Agora pensa num magrão com uma leve lordose causada pelo tempo no PC, mas elegante. Pelo menos elegante, com mais massa e tal, só não to bombado por que não como direito.

    20 - Tenho 1/3 da facilidade das outras pessoas de sentir fome. Eu só vou atrás de comida quando minha barrica roncar até me encher o saco.

    21 - Jogo basquete. Jogo desde os 9 anos, com alguns períodos de pausa que me custaram a atual ferrugem que estou lutando para tirar. Como tenho tempo, estou jogando cerca de 2h de basquete por dia durante a semana, está sendo produtível e agradável.

    22 - Sou uma negação com qualquer outro esporte.

    23 - MEU CABELO! CARA! MEU CABELO! Eu tinha um cabelão, já ia esquecendo. Desde criança eu mantive o cabelo entre médio e comprido. Aí ano passado era fevereiro, com o cabelo meio comprido, fiz a maldita barba e quando me olhei no espelho eu disse: chega, só vou fazer a barba e cortar o cabelo em novembro! A imagem do cabeçalho exemplifica.

    24 - Esse cabelo + cavanhaque me renderam alguns apelidos, vide Salsicha (o mais clichê. Clichê demais, sério). Jesus. Profeta. E enquanto eu estava com esse visual vivi o dia mais loco da minha vida, que resultou, não me pergunte por que diabos de motivo que nem eu lembro, no apelido Babilônia. Os mais chegados me chamam de Babilônia.

    25 - Já me fantasiei de Salsicha pra ir numa festa de Halloween. Ganhei o prêmio de terceiro lugar de melhor fantasia masculina, que me renderam dois meses do curso de inglês free.

    Li o listão do @tchulanguero além do da @mach, então vou marcar só pra ter mais alguém pra ler isso aqui uahsuahu

    Esse negócio ficou tão grande que o Alva cortou no 27 e continuou do 44. Vai virar dois posts:

    http://alvanista.com/maironw/posts/3026723-as-cinquenta-parada-la-parte-dois-e

    The Legend of Zelda

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      solidrenan · quase 4 anos atrás · 2 pontos

      Essa história do macaco que soltou um pum deve ser legal kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Me lembrou as histórias que eu escrevia na infância. Achei uma uns dias atrás e duvidei que tinha sido eu mesmo que escrevi tamanha falta de noção

      1 resposta
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      felipefabricio · quase 4 anos atrás · 2 pontos

      Eita, você parecia o Salsicha mesmo O.o
      E, wow, primeira pessoa que eu vejo com jogos originais de PS2 eahueahueahuea Acho que eu nunca vi um... Até nas lojas de games aqui era tudo pirata QQ

      1 resposta
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      aryel · quase 4 anos atrás · 2 pontos

      HHAUEHUAE Apelidos clichês. O meu pra sempre será "sereia". Eu lembro que quando comecei a te seguir cê era cabeludo memo owo

      2 respostas
  • onizukaa Felipe Lins
    2013-07-26 23:29:11 -0300 Thumb picture

    A psicologia das promoções do Steam [artigo traduzido]

    O texto do link é a tradução livre do texto The Psychology of Steam Summer Sales, de Jamie Madigan, feita por Felipe Lins.

    http://megapotion.com.br/pc-mac/a-psicologia-das-promocoes-do-steam-artigo-traduzido/

    Quem foi vítima das vendas?

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      onizukaa · mais de 5 anos atrás · 0 pontos

      Eu consegui me controlar e comprei só algumas coisas que eu já estava querendo e esperando. Não comprei nada que apareceu baratinho do nada. Ufa.

  • fredacp Frederico Albano
    2013-04-21 13:21:00 -0300 Thumb picture
    Artigo escrito por David Wong, do Cracked.com sobre - Alvanista

    Artigo escrito por David Wong, do Cracked.com sobre as estratégias que os jogos utilizam para nos viciar e manter jogando mesmo quando não há muito mais diversão. É meio antigo, mas muito bom.
    Esse é um assunto pouco discutido aqui no Alva, então acho que isso seria uma boa.
    Sugestão do amigo @razikain.
    http://www.cracked.com/article_18461_5-creepy-ways-video-games-are-trying-to-get-you-addicted.html

    Resumindo os pontos:
    #5. Putting You in a Skinner Box
    #4. Creating Virtual Food Pellets For You To Eat
    #3. Making You Press the Lever
    #2. Keeping You Pressing It... Forever
    #1. Getting You To Call the Skinner Box Home

    Eu já sabia que jogos como WoW usavam algumas estratégias para nos viciar, mas nunca havia refletido tanto sobre o assunto para entender a profundidade do problema.
    Um dos trechos que mais me impressionaram foi esse:

    "#3. Making You Press the Lever
    So picture the rat in his box. (...)
    If you want to make him press the lever as fast as possible, how would you do it? Not by giving him a pellet with every press--he'll soon relax, knowing the pellets are there when he needs them. No, the best way is to set up the machine so that it drops the pellets at random intervals of lever pressing. He'll soon start pumping that thing as fast as he can. Experiments prove it.
    They call these "Variable Ratio Rewards" in Skinner land and this is the reason many enemies "drop" valuable items totally at random in WoW. This is addictive in exactly the same way a slot machine is addictive. You can't quit now because the very next one could be a winner. Or the next. Or the next."

    Algumas referências interessantes:
    Wikipedia sobre Skinner Box:
    http://en.wikipedia.org/wiki/Operant_conditioning_chamber
    Jonathan Blow criticando a ética desse tipo de jogos:
    http://www.smh.com.au/news/articles/ethical-dilemmas/2007/09/19/1189881577195.html
    Mike Fahey (do Kotaku) falando sobre seus dias de vício e como isso destruiu sua vida (e deixou de fazer sexo com a namorada pra pegar level 40 no Everquest):
    http://kotaku.com/5384643/i-kept-playing--the-costs-of-my-gaming-addiction
    Reflexão de Mike Fahey sobre o artigo de David Wong:
    http://kotaku.com/5488596/the-disturbing-ways-our-video-games-addict-us

    E aí, o que acham desse assunto?
    Vocês conseguem se dominar bem e parar de jogar exatamente quando querem e não deixam isso atrapalhar a sua vida?

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      fredacp · quase 6 anos atrás · 0 pontos

      Pois é, acho que o grande desafio desse tipo de jogos é conseguir balancear a vida real com a virtual. O jogo nos prende muito e tem pessoas dependendo de nós ali, não dá simplesmente pra dar pause e voltar depois.

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      fredacp · quase 6 anos atrás · 0 pontos

      Exatamente. Auto-controle é essencial.
      Ahh e parabéns pelo site, achei muito legal. =D

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      coja · quase 6 anos atrás · 0 pontos

      @fredacp Infelizmente desde que o homem teve ciência e o conhecimento de como fazer as pessoas serem dominadas elas usam isso, temos casos mais graves como o Nazismo e coisas mais simples como o Wow, mas por exemplo o Mc Donald's usa uma combinação de Pão, gordura, queijo e refrigerante que vicia a maiora das crianças a comer isso (não que eu não coma :P), se você por exemplo pega a quantidade de vezes que um pai fala pra criança comer algo saudável (quando a família tem ciência) comparado com a TV por exemplo é fora de cogitação, a família fala ao ano cerca de 10k enquanto a TV fala pra criança comer Mc, cerca de 1 milhão de vezes (fonte documentário Super Size-me). OU seja o importante é você saber que é viciado isso já é um grande passo. A @donasdecasawow mesmo sabe que se eu não logar 1 dia se quer é que aconteceu alguma coisa do tipo o coja morreu :P.
      Mas ter ciência de aproveitar o seu tempo é essêncial, falando nisso deixa eu ir arrumar a casa porque senão eu realmente vou tá atrapalhando a minha vida com o Wow :) ótimo post, parabéns.

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