• jduartesn Jéssica Duarte
    2020-06-27 14:01:47 -0300 Thumb picture

    Novidades da Semana | Jessica UP

    Olá! Tudo bem? Se vocês gostam de novidades, trouxe alguns lançamentos de games bem legais. Quando estiverem com um tempinho sobrando, vocês podem assistir o vídeo? Agradeço de coração, beijos! 

    1
  • vinizard Vinícius Cherubino Kuster
    2020-06-18 15:41:12 -0300 Thumb picture

    Melhor fangame que já joguei do Pokémon!

    Medium 716286 3309110367

    Imagina todos os mundos do Pokémon conectados e online, sim esse é o PokéMMO! ♥️ 

    Proposta que a Pokémon Company tá devendo para a gente a muito tempo! 😠

    10
  • 2020-06-09 05:32:04 -0300 Thumb picture

    Pokémon versão desenho animado

    O canal japonês de Pokémon voltado para crianças lançou na semana passada essa animação muito carismática estrelando Scraggy e Mimikyu. Detalhe: basearam-se nos traços e trejeitos de desenhos antigos, como Looney Tunes, para dar vida a tudo isso. 

    Por mim podiam continuar!

    [@jvhazuki]

    Pokemon Black Version

    Platform: Nintendo DS
    3395 Players
    236 Check-ins

    12
  • rodrigockp Rodrigo
    2020-06-05 22:48:49 -0300 Thumb picture

    PaperToy & PaperArt

    Só se liguem nisso! parece impressão 3D né? mas é tudo de papel mano! o cara vai dobrando virando encaixando e sai essas artes poligonais sensacionais! link do insta dele no final da postagem

    Sigam o cara, ele merece! clique na imagem ou clique aqui para seguir esse trabalho foda!

    Pokémon Shield

    Platform: Nintendo Switch
    58 Players
    22 Check-ins

    43
    • Micro picture
      miguelpardal · about 1 month ago · 3 pontos

      compartilhado aqui o trampo do mano e foda demais ta de parabens

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      jvhazuki · about 1 month ago · 3 pontos

      Belezinhas low poly, curti. Pelo Insta dele fica lindão pra decoração. :D

  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-05-30 17:35:14 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Digimon Story: Cyber Sleuth

    Zerado dia 30/05/20

    Caraca, finalmente eu terminei esse jogo! Depois de tantas semanas me arrastando, a coisa finalmente andou e eu posso continuar os próximos em paz!

    Quando eu desbloqueei o Vita, um dos primeiros jogos que pensei em baixar foi Digimon Story: Cyber Sleuth. Ainda estava apanhando com toda a coisa de hackear o video game, mas fiquei muito feliz depois de passar um jogo tão grande pro meu portátil e ver que ele funcionava. Eu tinha finalmente um Vita propriamente desbloqueado e funcional!

    Desde então o jogo ficou lá, esperando a minha paciência de jogar longos RPGs hoje em dia. Cheguei a deletar ele umas vezes pra caber outros títulos no meu humilde cartão de 8GB, mas sempre o colocava de volta, pois sentia que ele merecia ficar por lá e ser jogado quando desse.

    Lembro que na época esse jogo era popular, e a vontade de jogá-lo cresceu um pouco quando soube que ele vinha pro Switch e quando vi pessoas o jogando e debatendo. Mas o fato é que eu queria liberar bastante espaço no Vita pra por outro jogo, então pulei de cabeça!

    O quão difícil pode ser jogar um RPG de colecionar monstrinhos? E eu amava Digimon na sua primeira temporada lá pra 2000, sabia todos os nomes, gravava os episódios em VHS diretamente da TV e chorava pra minha mãe comprar bonecos que se transformavam!

    Comecei esperando me animar um pouco mais e devo dizer que joguei umas 4 horas e deixei o Vita em modo de descanso. Estava curtindo. Mas no dia seguinte o meu save havia corrompido, o que se não em engano é um defeito de Vitas desbloqueados: nunca deixe jogos no sleep mode por horas!

    Recomecei e foi um pouco mais rápido. No início você escolhe entre 3 digimons pra ser o seu inicial e tal, as as semelhanças com Pokémon não vão muito além disso.

    Apesar de não estar achando o jogo lá muito interessante, duas coisas me incomodavam no momento: serrilhados, exclusivos da versão Vita. Os modelos são bonitos e tudo mais, mas quando condensados na telinha do portátil, algumas coisas ficam esquisitas, como linhas de prédios, escadas e até roupa e calçadas e árvores. Em segundo lugar, o protagonista é uma bagunça de estilos, roupas e cores, enquanto os demais personagens são normais (com exceção de alguns personagens secundários). Parece que você tá jogando com uma pessoa fazendo cosplay!

    Acho que meio que todo mundo sabe, mas Cyber Sleuth é meio que uma mistura de Digimon com Persona. Fica meio óbvio que a Bandai deu uma leve copiada na fórmula da Atlus, mas também sabemos que toda série de sucesso ganha versões por outras empresas.

    O lado Persona do jogo envolve o seu cotidiano como assistente numa agência de detetives. As pessoas vão lá e deixam casos pra você resolver, tanto relacionados a campanha principal quanto sidequests. "Houveram sumiços de pessoas em Akihabara. Quero que você vá lá e descubra o que pode ter acontecido". Você vai lá, fala com as pessoas de interesse e as vezes resolve rapidinho, as vezes mandam pra outros mapas, e pra outros e outros.

    Porém, diferentemente da Atlus, a Bandai fez essas situações super desinteressantes e nada imersivas. Pessoas sumiram? Poderia ser algo pesado ou ao menos com um clima mais tenso e misterioso, mas acaba que você procura as pistas num dia feliz qualquer sem menor contexto e chega na conclusão do caso de forma mais sem sal possível. Me fez sentir que eu estava lendo aqueles diálogos pra nada e que poderia ignorar tudo sem perder nada da experiência.

    E eu nem cheguei a falar nas sidequests, que envolvem coisas idiotas como achar um item perdido de um digimon, que está praticamente ao lado dele.

    Não tem como defender nem a campanha quase nunca, pois em pelo menos metade do jogo, cada capítulo do jogo se baseia em casos independentes, com começo, meio e fim, ao invés de terem algo em comum para um mal maior. Houveram situações em que eu deveria explorar o mundo digital (que é meio que uma dungeon de 4 andares que você fica revisitando o jogo inteiro), enfrentar uns inimigos chatos e um chefe forte e quando achava que a coisa iria decolar, o próximo episódio da campanha era levar os monstrinhos para comer em diversos restaurantes.

    Cyber Sleuth é um verdadeiro mestre em cortar o seu barato, te obrigando a deixar o lado RPG de lado para andar nas limitadíssimas cidades ou ficar re-explorando mil vezes cada canto dos 4 andares do shopping onde fica a agência de detetives atrás da pessoa que vai te permitir continuar a campanha.

    Agora, pra mim, o pior eram os diálogos. O texto do jogo é terrível em ir direto ao ponto e toda conversa se estende demais! Definitivamente não souberam contar uma estória.

    Rodeios, enrolações e verdadeiras viagens dos personagens fazem com que cada diálogo seja arrastado e muito sem graça. Em diversos momentos eu acabava apertando X como louco pra voltar a jogar, mas os parágrafos não paravam de vir e tudo isso pra te dizer pra ir pra certo lugar. Chegando lá, mais uma porção de parágrafos, dezenas de palavrinhas com aquela fonte branca e, com sorte, a cada mil uma verde ou vermelha pra chamar a atenção ou dublados em japonês, coisa que não acontece com muita constância.

    Pra complementar isso, os desenvolvedores optaram por raramente fazer cutscenes, então fizeram assim: os heróis vêm o vilão e andam até ele, daí a tela congela e vira background enquanto os modelos aparecem na frente, um do lado esquerdo da tela, outro do lado direito. Eles conversam meia hora, batalham e tudo e a "print screen" congelada continua lá! As vezes a câmera ainda tenta mudar a perspectiva e gira em volta dos personagens durante a conversa, mas a imagem estática continua lá. Em certas partes, ao invés de fazer a cutscene com a engine do jogo, os desenvolvedores optaram pela imagem estática com o personagem 3D interagindo como se estivesse lá. Super estranho!

    Logo me ficou óbvio o quanto Cyber Sleuth é um jogo de otaku/adolescente. O enredo é de uma temporada ruim de Digimon, mais numa versão não necessariamente para criança já que o fanservice é muito apelativo nas personagens femininas, com roupas curtas e decotadas, se insinuando e etc. Pra mim, uma tentativa bem imatura de prender otaku no jogo.

    O outro lado do jogo, é o do Digimon em si. Colecionar, treinar, batalhar. Essa parte é bem legal e eu ficava rezando pra voltar pra ela sempre que pudesse. Na real, poderiam acelerar toda a parte "social" do jogo cortando um bocado dos diálogos bestas.

    As batalhas funcionam como de muitos RPGs, mas diferente de Pokémon, por exemplo, conseguir mais digimons é mais fácil, de certa forma, e mais difícil de outras.

    pra começar, são cerca de 250 deles, e isso é bastante! Eu mesmo terminei a campanha com uns 150 e poucos capturados e mais uns 180 vistos, e olha que casualmente tentei pegar o máximo possível!

    Cada vez que você encontra um digimon, sua porcentagem individual cresce cerca de 15%. Ao chegar em 100%, você pode sintetizá-lo e trazê-lo pro seu time desde o nível 1 e treiná-lo para ficar mais forte, aprender novas habilidades e coisas do tipo, além de adicioná-lo à sua "pokédex". Apesar de 100% ser o mínimo necessário para criar um digimon, a porcentagem vai até 200%, o que garante um digimon melhor do que numa porcentagem mais baixa.

    A parte que eu mais curti de criar digimons, senão do jogo inteiro, foi o processo evolutivo, coisa que pra mim sempre foi meio confuso na série, desde o Greymon virando Skullgreymon ou Metalgreymon no anime ou o meu Agumon virar um ovo com duas pernas lá na época do Digimon World de PS1.

    No mesmo lugar em que você confecciona digimons, você pode os evoluir ou involuir. Diferentemente de Pokémon, onde todo mundo tem sua árvore genealógica fixa, aqui você tem várias opções tanta para subir na linha evolutiva quanto para voltar como o Greymon, por exemplo, que tem 4 evoluções possíveis, cada uma dependendo de níveis e atributos mínimos. Dependendo do seu time, pode ser que você possa evoluir para todos, então basta escolher o que preferir (eu geralmente tinha digimons em mente pro time, mas pros outros que ficavam treinando na fazenda eu priorizava aqueles que não tinha.

    Voltar também é sempre possível para todos os digimons que você já tiver ao menos visto. Imagine na imagem acima que o Patamon tem 4 evoluções possíveis. Uma delas é o Birdramon, que tem mais 4 e assim por diante. O Patamon ainda pode involuir pra outros, o que faz com que as possibilidades cheguem longe!

    Alguns digimons requerem níveis altos ou mesmo dois digimons de altos níveis na cadeia evolutiva e em níveis altos e atributos para serem conseguidos, como é o caso do Omnimon, que é a fusão do Wargreymon com o Metalgarurumon. Vale ainda dizer que apenas evoluir diretamente pode não fazer o digimon possível, pois o jogo recompensa digimons que evoluam e involuam e herdem habilidade de diferentes linhas evolutivas. Inclusive, há um atributo, ABI, que é obrigatório para conseguir certos digimons de alta patente. Para aumentar a ABI do seu monstrinho, evolua-o ou involua-o para conseguir pontos.

    A parte cruel é que ambos os casos o digimon volta pro nível 1, o que me fez jogar muitas horas no final pra treinar um monstro até o nível mínimo pra evoluir, só pra depois ele voltar pro nível 1 e eu ter que treiná-lo até o nível desejado novamente.

    Resumindo: Digimon Story: Cyber Sleuth é um jogo ok e uma verdadeira montanha-russa de sentimentos. Quando eu treinava meus monstrinhos, evoluía, revisitava memórias do anime e das criaturas que já havia esquecido e todo o fanservice e me sentia no mundo digimon, eu curtia, porém, quando eu andava pela cidade conversando sem fim os papos mais desinteressantes do mundo, eu cansava muito rápido e chegava a desligar o Vita 10 minutos depois de tê-lo ligado, para então passar dias sem voltar à aventura.

    De bom: as batalhas são bonitas e os modelos dos digimons e suas muitas animações de ataque são super legais. Sistema muito legal de conseguir digimons e te fazer continuar insistindo a ir atrás de mais, muito melhor do que o do Pokémon e ficar jogando pokébola ou esperando criaturas chegarem nos níveis. Demorei pra perceber, mas tinha um NPC que ajudava a saber o que fazer em seguida, pois em muitos momentos eu simplesmente passava as dezenas de páginas de conversa e perdia o próximo passo. O fanservice é bacana (no final mesmo tem uma torre que praticamente só aparecem os vilões da primeira temporada (Piedmon, Pinocchimon, Metalseadramon e Machinedramon). Depois de muito tempo descobri que poderia ter cortado umas boas horas eliminando as animações de batalha repetitivas nas opções.

    De ruim: estória sem graça e muito arrastada. Diálogo demais pra falar nada (menos é mais)! Fanservice sexualmente apelativo tosco. As batalhas raramente dependem de estratégia e de fato eu zerei o jogo quase todo literalmente só apertando select pra ativar o auto-battle (os digimons apenas usam seu ataque mais forte e raramente curam). O jogo só começou a parecer uma coisa só encorpada depois da metade, sendo que antes eu era basicamente um estagiário resolvendo problemas toscos. A versão do Vita tem uns probleminhas visuais com texturas e serrilhados (vi o trailer da versão do Switch e o jogo é muito mais bonito). Odeio como não tem atalhos para coisas que usamos constantemente, como abrir as mensagens que as pessoas e digimons ficam te mandando a todo tempo, que além de serem tosquíssimas, me fazem abri um menu, mover até o ícone e o abrir (o d-pad mesmo só serve pro seu personagem andar super lento, coisa que não tem o menor sentido e desperdiça várias possibilidades). O jogo em si é super repetitivo em todos os quesitos, desde as batalhas até os personagens, diálogos, cenários e temáticas.

    No geral, gastei 50 e poucas horas no jogo (umas 12h a mais do que o howlongtobeat.com dizia) e com umas 10 eu já estava cansado, mas os últimos capítulos foram mais interessantes e eu acabei os maratonando quase que sem querer. Cyber Sleuth não é o pior jogo do mundo, mas me decepcionou um bocado e só deu sabe quando jogarei sua sequência agora. Eu só recomendaria o jogo pra quem é bem otaku e fã de Digimon, mas não espere o melhor jogo do mundo!

    Digimon Story: Cyber Sleuth

    Platform: Playstation Vita
    137 Players
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      santosmurilo · about 1 month ago · 2 pontos

      eu jopgguei esse game no lançamento no PSVitta. De fato ele é bem enfadonho ee desinteressante a maior parte do tempo, fica melhor a partir do capitulo 10. só pra quem é fã msm. Como sou um dessess fãs, finalizei no Vita em 2016 e salvei meu save na nuvem pra rejogar no pss4, coissa q fiz aggora em 2020, há um mes attras...

      1 reply
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      xch_choram · about 1 month ago · 1 ponto

      Eu tinha jogado umas 3 4 horas, isso do exesso de dialogos sem graça me desanimou bastante. Assim como não saber pra onde ir depois de sair pulando os dialogos.
      Quem é esse NPC que te ajuda com pra onde ir?

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      fonsaca · about 1 month ago · 1 ponto

      Pior que eu curto Digimon e sempre quero jogar os jogos, mas eles sempre tem essas sacanagens de resetar leveis. O World Re:Digitize do PSP estava bem legal, mas é triste o digimon morrer por culpa do tempo e ter que evoluí-lo tudo de novo. Muita ansiedade nesses Worlds (que resolveram manter a dinâmica do World 1 do PS1).
      Sidequests inúteis é um "mal" dos RPGs que começaram desde, sie lá, a época do PS2 e vieram importados de MMOs. Não suporto isso, hahaha!
      A evolução dos monstrinhos é uma loucura nos jogos mesmo. Não sei se é canônico isso ou só pros jogos, mas realmente eles evoluem para "coisas nada a ver". Hahaha! Lembro disso do Digimon World 2 e 3.
      Bem, lendo sua análise noto que não jogarei esse Digimon, mas ainda fico interessado eu achar algum jogo mais novo da série para encarar.

  • vinix Vinix
    2020-05-09 16:57:00 -0300 Thumb picture
  • nanaeljustice Alexandre
    2020-04-16 22:18:13 -0300 Thumb picture
    nanaeljustice checked-in to:
    Post by nanaeljustice: <p><strong>Revisitando Save!</strong></p><p>#img#[7
    Pokemon Stadium 2

    Platform: N64
    3806 Players
    18 Check-ins

    Revisitando Save!

    Dentre as coisas que eu guardo por motivo nenhum, uma das minhas favoritas é meu save de Stadium 2, que botei muito tempo nele para criar umas opções legais dentro do jogo.

    Nada mais justo do que começando mostrando meu quarto da versão principal, né? Para quem não sabe, diariamente você pode fazer um link com uma NPC do Stadium enquanto seu cartucho de Pokémon G/S/C estiver conectado ao jogo, isso te permite conseguir diversos items, entre eles mobilhas que te permitem modificar o seu quarto (que inclusive também vai mudar dentro do jogo base!).

    Admito que eu negligenciei muito meu quartinho, ele é bem sem graça por eu ficar tirando apenas bonequinhos pra por na mesa e nunca ter conseguido uma plantinha, cama diferente ou aqueles pelúcias enormes que eu morro de vontade de ter... não dá pra vencer todas.

    Quem jogou deve manjar que os Rental são horríveis, o jogo é muito sadista com você, mons com golpes fortes são fracos, mons fortes tem uma move pool de dar pena, você não pode usar held items decentes (enquanto você verá o oponente com uns Leftovers da vida), então eu fiz questão de assimilar três jogos diferentes nele, Pokémon Crystal (com o nome de Kanbaru), Pokémon Yellow (com o nome de Xandy) e Pokémon Crystal Clear (com o nome de Nanael).

    No save "Kanbaru" é onde eu guardo TODOS meus mons de nível 50, pra facilitar a escolha deles em um lugar só. Como dá pra ver, eu gastei bastante tempo nos 3 jogos correndo atrás de mons que eu gostava e até fiz questão de treinar uns memes, tipo Unown e Magikarp até o lv 50 (A coloração parece, mas o Lance NÃO é um Shiny).

    Os 5 escolhidos aí, são meus shinies. Eu sempre tive um azar terrível com essas coisas, mas até que a sorte brilhou pro meu lado algumas vezes. Vou falar um pouquinho sobre cada um deles.

    Oresky: Ele é muito incrível e sabe disso. Treinei desde uma pequena Magikarp que dei sorte de ser shiny. (Sim, eu também peguei o do Lake of Rage, que é chamado de Dracossack... o file do Crystal Clear tem um terceiro, também do Lake of Rage)

    Riko: Capturei essa belezinha treinando um pouco antes da Victory Road, fazendo meus mons chegar no lv 50 pra poder usar nesse jogo.

    Milk: Ela é uma vaca irritante e ainda é roxa, o nome veio pronto. O moveset é o mais competitivo que você poderia esperar, é muito legal de usar pra punir o jogo e suas táticas escrotas. Capturei de um evento do Crystal Clear.

    Hime: Ela é fofa, azul e inútil... de longe meu shiny favorito. Capturei enquanto andava aleatoriamente e dei sorte do Corsola vir shiny. 

    Fluffy: Nome totalmente sem criatividade, mas foi encontrado no mesmo lugar da Riko, enquanto eu upava meus mons. Ironicamente no mesmo dia que encontrei a Riko... imagina um cara feliz.

    Saindo um pouco dos shiny, esses 4 selecionados são meus lendários mais usáveis. Kaiba é bem sólido, Chibiusa é escrotíssima, Kotori é basicamente minha única escolha decente pra um mon de gelo e Choppy não precisa de introduções.

    Como eu consegui eles? As aves são todas do Yellow (Acabo de notar que o Moerumba, meu Moltres não saiu na print ;3;) Os cães, Ho-Oh e Lugia são do Crystal. Celebi é de evento do Crystal Clear e o Mew foi pego com o famoso glitch (Eu inclusive tenho um Dragonite ilegal lv 7 pego pelo mesmo método, se um dia passar pelo meu save do Yellow eu mostro ele).

    Pra fechar, o save "Nanael" é onde guardo meus mons de level máximo. A maioria deles clonados do Crystal original para que eu possa usar meus mons tanto nas cups de lv 50 quanto nas de lv 100. Admito que eu queria ter bem mais, só que... bom, upar até o level máximo demoooora. Destaquei os lendários faltando que estavam nesse save (esqueci de mencionar o Mewtwo, né? Ele foi pego normalmente no Yellow).

    Revisitando acabei fazendo várias free battles pra testar meu pessoal e foi impossível impedir um sorrisinho de aparecer. Pokémon Stadium 2 é um daqueles jogos que mesmo me frustrando muito quando moleque, vai sempre ter um espaço no meu coração que me faz aguentar os contras pra aproveitar o que é bom dele ao máximo.

    7
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-04-15 17:02:19 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Yo-kai Watch

    Zerado dia 15/04/20

    Olha aí o jogo que eu venho jogando há umas duas semanas: Yo-kai Watch! Tenho outros jogos em progresso e outros na lista de urgências, mas acabei começando esse daqui pois tenho falado muito com uma amiga da adolescência e ela tem amado a série, tendo começado no 2. Daí ela resolveu voltar e jogar desde o primeiro e tivemos a ideia de jogar juntos e tal. Curti!

    Sabendo dos outros títulos mais obrigatórios, pesquisei no howlongtobeat.com e descobri que sua campanha durava menos de 20 horas! Perfeito!

    Por conta disso joguei com um certo cuidado pois queria contar a ela os detalhes da minha experiência, entender o que ela me dissesse e me preparar pros jogos seguintes da série. No final foram apenas 16 horas de jogo, mas eu acabei estendendo por tantos dias por conta de algumas dificuldades que tive com o jogo.

    Eu estava bem empolgado com YW por conta da fama que ele teve na época, chegando a desbancar Pokémon e virar uma febre, sobretudo no Japão. Eu queria muito saber o que ele tinha de novo, conhecer os personagens e conhecer o sistema de batalha, que já vi uns conhecidos reclamarem de ser esquisito.

    Começando o jogo, ele tem mesmo um ar de Pokémon, cidadezinha japonesa e tudo mais. É bem o tipo de coisa que eu curto nesses RPGs e um conceito que a gigante da Game Freak abandonou com o tempo (pra mim, a partir da quinta geração). Eu amo a ambientação mais bucólica e as trilhas sonoras simples, mas chiclete e nostálgicas, diferente da onda cibernética/espacial/multiverso que jogos similares tem seguido.

    Você anda pela cidade e ela é viva! Há pessoas andando, pessoas sentadas, carros passando e mais mil coisas acontecendo. 

    O cuidado com detalhes de ambiente é muito legal, ao invés de ser tudo quadrado e repetindo as mesmas casas e tal, há muitos prédios diferentes e ruas verticais, horizontais e diagonais, com árvores, estacionamentos, mercados, cercas, ar condicionados, portões e até ruas mais altas que passam por penhascos e que você pode ver a cidade lá em baixo!

    Infelizmente, imagens de 3DS nunca fazem jus aos jogos e sempre são meio difíceis de achar, mas o jogo é bonito pra caramba!

    Ele tem uma visão mais aérea como os Pokémons mais antigos e um feeling bem Inazuma Eleven (DS), o que é bem bacana. Enfim, amo mapas japoneses assim e ele faz um trabalho muito legal em apresentar uma cidade viva.

    Depois de navegar pelas ruas, falar com o povo, caçar uns insetos em minigames e achar baús, finalmente o jogo chegou onde eu queria: a apresentação do primeiro yo-kai. Eu tava muito com o conceito de monstrinhos colecionáveis na cabeça, e tá certo, mas tem uma coisa que você tem que lembrar sobre eles: eles são espíritos/monstros, e não animais! Sendo assim, você vai ver uns bem bizarros, muitos humanóides e que se assemelham a criaturas conhecidas, como Kappas e Oni. Ah, eles falam!

    O conceito dos yo-kais vai além e é bem legal: enquanto alguns deles são de bem com tudo, outros gostam de ver o caos e são justamente esses malignos que causam problemas comuns na nossa rotina.

    Um exemplo disso é mostrado logo no início, quando um casal está brigando e logo descobrimos que o conflito é causado por uma yo-kai que está deprimida por estar sem seu marido.  Tem espíritos que deixam as pessoas doentes, sempre com fome, muito esquecidas e assim por diante. Eu realmente amei esse conceito de como cada um deles afeta o mundo e dá até pra lembrar deles na vida real sempre que determinada coisa acontece. Maneiro demais!

    Além disso, essas criaturas são invisíveis às pessoas, mas não há todas. Você mesmo consegue enxergar os principais deles, mas sempre que há algo novo, tem que recorrer ao seu relógio yo-kai (yo-kai watch), que tem uma lente que revela os fantasmas onde você mirar.

    O yo-kai watch serve também como um radar pra quando você estiver andando por aí. Ele tem uma agulha tipo de bússola que fica mais forte conforme você se aproxima de uma criatura. Se o pulso for vermelho, interaja com alguma objeto para começar um minigame em que você move o cursor (lente do relógio) por algum cenário buscando um yo-kai. Tendo o encontrado, basta manter o cursor em cima dele enquanto ele foge e tenta se esconder até que finalmente o revele e comece uma batalha. Vencendo aquele yo-kai, há uma chance de ele pedir pra se juntar a você.

    Já se o pulso for roxo, quer dizer que o yo-kai está no cenário e você só precisa abrir sua lente e escanear a área (geralmente são criaturas de quests).

    Mais pra frente você vai subindo de rank e encontrando melhores fantasmas. O relógio, além de mostrar o pulso e a distância entre você e o monstro, mostra também o rank daquele yo-kai pra você não ficar entrando em confronto com fracotes que não interessem.

    As batalhas são um pouco diferentes do convencional mesmo. Estranhas no início, mas logo você pega o jeito e ficam bem legais.

    Você pode ter até 6 yo-kai com você e quanto começa a batalha, três iniciarão na linha de frente. Se você quiser colocar outro deles na luta, tem que girar uma roleta na tela de toque de modo que sua imagem fique entre as três superiores. Obviamente, ao girar para a esquerda, por exemplo, o espírito que estiver mais a esquerda sairá de cena e o primeiro abaixo do da direita irá entrar em jogo.

    Essa roleta é muito importante, inclusive na hora de equipar seus yo-kais. Se um deles for focado em cura, ele só cura aqueles que estiverem com ele em ação e como só podem 3 em batalha por vez, ou ele vai ter um adjacente de cada lado, ou dois adjacentes na direita ou dois adjacentes na esquerda. Basicamente, se ele for o yo-kai "3", ou você terá a sequência 2-3-4 ou 1-2-3 ou 3-4-5. Isso significa que o 6 nunca vai estar com ele em campo, pois estão em lados opostos da medalha.

    Pra completar, yo-kais de tipos diferentes que estejam agindo adjacentes ganham bônus, então é bom saber encaixar a galera.

    Fora isso, os yo-kai atacam sozinhos, mas há muita coisa pra você fazer, sobretudo em batalhas mais árduas.

    A primeira coisa é cuidar dessa roleta. Tirar quem está perto de morrer, colocar quem tem vantagem etc.

    A segunda é baseada nos quatro botões na tela de toque: Soultimate, Target, Purify e Item.

    -Soultimate é um ataque especial que cada yo-kai vai recarregando dentro da batalha. Alguns mais rápidos, outros mais lento. Tendo carregado, toque nele para começar um pequeno minigame na tela de baixo, enquanto a ação continua na tela superior. Seja rápido! Ao fazer o que é pedido quantas vezes forem necessárias (como tocar em alvos, desenhar padrões e fazer círculos rapidamente), aquele yo-kai usa um ataque especial, que pode incluir muito dano ou cura.

    -Target serve para concentrar todos os ataques de seu grupo em um determinado alvo. Como as batalhas são geralmente 3x3, você pode optar por eliminar o mais forte primeiro. Em batalhas de chefe, muitas vezes você tem que mirar em pontos fracos antes de finalmente desbloquear a área que o monstro toma dano.

    -Purify serve para curar seus monstros de status negativos, como confusão, causados pelos oponentes. Também são minigames que envolvem bater várias vezes na tela pra quebrar um vidro, estourar bolhas e esfregar pra tirar a fumaça.

    -Item é o óbvio. Onde você usa cura, ressuscitar e outros que ajudam a aumentar força ou defesa temporariamente. Mas cuidado, pois há um intervalo entre poder usar um item e outro.

    Resumindo: Yo-kai Watch é um RPG de monstrinhos colecionáveis voltado para um público mais infantil ou simples e que ousa em mudar um pouco a fórmula original quando o assunto é combate. É um jogo quase sempre bem fácil e tranquilo, mas há um enorme gosto em explorar as diferentes partes da cidade ouvir sua música e curtir seus visuais, que foram muito bem cuidado em seus detalhes. A experiência foi curta, mas muito mais divertida que os últimos jogos da franquia Pokémon me proporcionaram. Tô com bastante vontade de já pular pro 2!

    De bom: a mistura de simplicidade e nostalgia. As pequenas cidades e rotinas japonesas me levam direto pra infância. Combate diferente e muito estratégico em tempo real que me fez fazer "multitasking" no final. Cada capítulo do jogo é voltado pra uma situação com começo, meio e fim, seguido de um "To Be Continued", o que é muito legal, pois há sempre focos de narrativa diferentes e permitem que você jogue de pouco em pouco. Curti muito os yo-kais principais, principalmente o Jibanyan e Komasan (que já vou pedir miniaturas pro quarto). O jogo te permite jogar apenas com botões, apenas no touchscreen ou meio a meio (como eu joguei) e nem precisa configurar, só jogar como preferir. Muitas missões secundárias e extras post-game que vão te fazer jogar muuuuito. É possível usar moedas encontradas no jogo ou aquelas por andar com o 3DS para desbloquear monstros aleatórios pro seu time todos os dias. Efeito 3D bacana. Cinemáticas legais e que me fizeram querer assistir o anime.

    De ruim: sei que as limitações do 3DS dificultam, mas a câmera é um pouco próxima demais do personagem e isso dificulta um pouco na visualização do cenário e imersão. O jogo faz todas as marcações no mapa da touchscreen e nada na de cima e o resultado é que eu jogava mais pelo mapa que pelo jogo em si. Algumas missões te fazem ir atrás de yo-kais específicos e derrotá-los, mas é quase sempre muito difícil encontrar as localizações, pois muitas delas não estão indicadas no mapa, apenas quando você está nelas, e isso me fez procurar soluções online.

    No geral, curti pacas a experiência mais casual do jogo, que teve um nível de dificuldade bacana, sobretudo nas última missões (uma vez ou outra parei pra upar, mas cada nível faz bastante diferença). Recomendo pra quem curto jogos do estio e quer algo pra se explorar e fazer mil sidequests e curte uma atmosfera que em parte é muito tranquila ao mesmo tempo que mistura um pouco a temático um tanto Halloween. No geral é óbvio que seu público alvo seja crianças, assim como muitos jogos excelentes são. Vendo a versão de Switch, parece bem superior também (do primeiro jogo mesmo). Muito bacana!

    Yo-kai Watch

    Platform: Nintendo 3DS
    120 Players
    23 Check-ins

    20
    • Micro picture
      lukenakama · 3 months ago · 2 pontos

      Acho Yokai Watch bem divertido, pena que só joguei o primeiro kkkkkkkkkkkk

      1 reply
    • Micro picture
      supernova · 3 months ago · 2 pontos

      Fiquei surpreso que existam tantos , so conhecia ate o segundo.

      4 replies
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-04-02 01:23:36 -0300 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Pantufa para os Nintendistas fãs de <strong>Poké

    Pantufa para os Nintendistas fãs de Pokémon ai!

    Pokémon Sword & Pokémon Shield Double Pack

    Platform: Nintendo Switch
    Players

    19
    • Micro picture
      a2 · 3 months ago · 3 pontos

      parece que o snorlax fez cirurgia de ponte safena.

      1 reply
    • Micro picture
      ysmechoes · 3 months ago · 2 pontos

      Essas barrigas tem uma aparência duvidosa

    • Micro picture
      santz · 3 months ago · 2 pontos

      Fez cesárea.

  • daisuke Daisuke Vieira
    2020-03-05 12:50:15 -0300 Thumb picture
    13

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