• 2020-07-04 18:11:54 -0300 Thumb picture

    Grindingcast 030 - Fire Emblem: Awakening


    Sejam bem-vindos a mais um Grindingcast! Nessa semana vamos falar do nosso primeiro SRPG, um jogo cheio de Waifus, Husbands, fanfics, guerras e Barbie, sim ele mesmo, Fire Emblem: Awakening!

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    Fire Emblem: Awakening

    Platform: Nintendo 3DS
    2279 Players
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      santz · 2 days ago · 3 pontos

      Finalmente um cast com RPG tático, mas é bem curioso vocês começarem por este jogo da franquia. Tá que ele meio que salvou a série, mas o mais lógico, ao meu ver, seria começar pelo de GBA ou até o primeirão de NES. Ao jogar um game mais recente, os antes dele acabam perdendo um pouco a magia, vocês não acham?
      Enfim, o cast ficou excelente, apesar de eu nunca ter jogado nenhum game da série, sempre fiquei curioso em conhecer, especialmente esse lance de casar e gerações, parece bem viciante.
      PS: galera, tentem dar uma resumida na explicação sobre as notas qualitativas, mas não é algo que atrapalhe muito, pois bastar pular essa parte do cast.

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      kalini · 7 days ago · 2 pontos

      Eu nem sabia que ainda rolava piadas. Achei o podcast do kotor o mais serio que fizeram, então achei que seria assim desde então, aí não fui no Fire Emblem.

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      wcleyton · 7 days ago · 2 pontos

      opa, waifus? quero...

  • 2020-06-15 09:37:46 -0300 Thumb picture
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      ramonex · 18 days ago · 2 pontos

      Mais um machineiro de plantão retirando a poeira do Perfil do Alvanista pra acompanhar mais de perto o podcast mais sensacional do solo BR.

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      santz · 25 days ago · 1 ponto

      Essa arte tá genial. O Terry girando ficou show.

  • 2020-05-25 08:31:57 -0300 Thumb picture
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      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Um que me impressionou na época foi o Wrestlemania de SNES. Ele era totalmente diferente dos jogos de luta que tinha jogado até então e nunca tinha ouvido falar de luta livre. Detestei o jogo no começo, mas aos poucos, fui começando a gostar até ficar apaixonado pelo game.

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      riki_samejima · about 2 months ago · 1 ponto

      Toda vez q eu vejo a capa dessa revista dá uma p#t@ saudade da época que a editora escala tava no auge de popularidade. Uns tempos atrás eu fui até pesquisar pra ver se ela ainda tava viva.

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  • 2020-05-11 08:15:50 -0300 Thumb picture
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-05-10 23:26:33 -0300 Thumb picture

    [Grindingcast] Manoel saiu da party

    Infelizmente foi a única imagem sugestiva que achei, e tinha que ser com a droga da Luca...

    Eu particularmente acho coisas como despedidas bem bregas - que a pessoa suma e pronto - mas nesse caso, como eu vejo o Alvanista como uma casa pra mim na internet (a outra era o Orkut, e ela foi demolida) e como só conheci a equipe por causa da rede, me vejo na obrigação de esclarecer a minha decisão de sair do Grindingcast - o podcast de RPG -  do qual fiz parte durante meses.

    Para deixar a leitura mais agradável postarei algumas imagens agradáveis no decorrer do texto, huahua

    Não foi uma decisão arbitrária. Não foi algo que pensei de uma hora pra outra. É algo que venho pensando desde o final do ano passado, mas sempre decidi por continuar no projeto porque gosto de RPG e porque gosto muito das galera de lá, mas só gostar não é o suficiente para continuar em um projeto, e nesse meio tempo outras coisas passaram a me incomodar. O objetivo do podcast, desde quando o Muriel me chamou para participar dele ano passado, sempre ficou claro pra mim: "fomentar o público a jogar mais RPG eletrônico" e, quem gosta de RPG sabe que esse não é um gênero que agrada todo mundo e é difícil achar pessoas que gostem da mesma coisa que você. Portanto, vi no podcast, um lugar para conversar sobre algo que eu gosto, de instigar as pessoas a jogarem mais e de divulgar bons jogos que não possuem o reconhecimento que merecem (os famosos underated, teve até um podcast recente sobre isso). 

    Porém, o que não me veio na mente na hora em que aceitei entrar no projeto, e o que veio me matutando na cabeça há meses foi o meu outro objetivo (que é o motivo pelo qual eu já tenho mais de 150 reviews): atiçar o senso crítico das pessoas e gerar discussões. Quando fico o dia inteiro fazendo uma review de um Persona 3 da vida eu não quero irritar fãs do jogo ou simplesmente  causar polêmica e sim plantar uma semente, instigar a dúvida, colocar a pulga atrás da orelha, fazer o leitor pensar "nossa, como eu não pensei nisso antes?"  Também fazer com que, aqueles discordantes saiam do ostracismo (ou do dislike) e queiram debater a respeito. Claro que nem sempre o debate é frutífero (já tive vários, inclusive aqui na rede, que não levaram a lugar algum), mas ao menos neles você estará defendendo suas ideias,  e nos que realmente valem a pena vai estar aprendendo coisas novas ou mesmo evoluindo seus próprios conceitos (seja reforçando-os ou renovando-os). 

    E, quando me dei conta, de que o objetivo do podcast que eu estava participando era bem diferente do meu, comecei a me indagar: será que eu consigo mesclar ambos, sem que um afete o outro? E como vocês sabem, o Grindingcast cresceu. E continua crescendo. E com ele, planos pra expansões pra outras redes sociais, construção de artigos, projetos futuros, tipos diferentes de RPGs (como os ocidentais, que viraram pauta esse ano), um site, novos quadros e afins também vieram, e tudo isso realmente me divertia, me agradava, eu me sentia motivado, instigado a continuar com esse projeto. Mas aquela dúvida lá no começo se manteve, e em vários momentos as ações que o podcast tomou começaram a me incomodar. 

    Um exemplo recente foi o drops de Final Fantasy VII Remake: desde o começo, quando foi anunciado que o jogo seria action e em partes eu já deixei claro o meu pensamento sobre ele: isso é um pedaço de lixo que não só desrespeita a obra original como também vomita em cima dos fãs, entregando a eles um jogo totalmente diferente daquele que amam, só que com um verniz familiar. Porém, o drops ainda saiu. E isso não é um problema do podcast, pois isso faz jus ao objetivo principal dele: de fazer com que mais pessoas joguem RPG e FF7 Remake é uma boa chance de ajudar nesse quesito. E eu, em nenhum momento, questionei ou fui contra lançarem esse episódio (até tivemos umas discussões a respeito, mas o assunto foi o jogo em si e não um drops dele), ou seja: eu estava sendo conivente com a divulgação de um jogo cuja existência eu considero abominável. 

    Pode parecer besteira ou frescura eu falando assim, mas é como se eu tivesse me contradizendo e eu estivesse me tornando algo diferente apenas pelo bem do podcast e isso se sucedeu em algumas outras ocasiões: sejam escolhas de pauta, gravações, podcasts inteiros (os quais eu participando ou não, sentia um grande desconforto ao ouvir) e isso foi me incomodando cada vez mais, e chegou a um ponto onde eu não me sentia mais motivado, empenhado e animado pra participar do projeto. Simplesmente parei de me importar. Também tentei escutar mais podcasts, sejam os nossos ou outros pela net aí, e cheguei a uma outra conclusão contraditória: eu não gostava de podcast! No tempo livre dos meus ouvidos eu gosto de escutar música (sertanejo, principalmente) e estar ouvindo pessoas falando no meu ouvido enquanto faço outra coisa me dá uma sensação de estranheza, começo a falar sozinho no meio da rua como se quisesse conversar também, mas não dá: é tipo um rádio só que com o locutor a todo momento... E sempre odiei locutores nos meus tempos de escutar FM no meu radinho de pilha o qual apelidei de Mumm-Ra - Na esperança que ele tivesse vida eterna, mas acabou se desintegrando igual o desenho antigo de Thundercats.

    Então, chamei o Muriel pra uma conversa ontem, e falei com o resto da turma hoje, que a minha permanência no podcast não seria boa pro projeto - já que não consumo aquilo que estou produzindo (é como se eu tivesse fazendo reviews sem gostar de jogos) e portanto não posso contribuir com uma especialização maior nesse quesito - e também não seria bom pra mim, já que continuar almejando que pessoas se divirtam e joguem RPG é bem diferente de possivelmente esculachar o objeto de adoração delas porque concluí que era um pedaço de merda. Também tiveram outros pontos (desta vez mais técnicos mesmo, que até poderiam ser resolvidos com uma reunião ou algo do tipo, mas apenas estaria adiando o inevitável mesmo), mas resumidamente foi isso: saí porque minha permanência estava me incomodando e dificilmente algo positivo sucederia se eu permanecesse, tanto pra mim quanto pro Grindingcast.

    Não tiveram brigas, xingamentos, baixarias, processos (como acontece com separações de duplas sertanejas), foi simplesmente uma estrada, a qual andamos juntos por um tempo (nos divertimos, fizemos piadas, falamos de coxas, zoamos mães de cientistas, inventamos novas fobias), que de repente se bifurcou e cada um seguiu o seu rumo. Eu continuarei com minhas reviews, o Grindingcast vai continuar com os podcasts descontraídos pra conversar sobre RPG, e como os considero bastante ,mesmo que eu dificilmente vá consumir o que fazem (já que não sou fã de podcasts), desejo todo o sucesso para a equipe e boas horas de diversão pros ouvintes que me escutaram durante todo esse tempo. E pescaria e silêncio pra todos nós!

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      zefie · 2 months ago · 4 pontos

      Parabéns pela coragem. É super difícil sair do "conforto" da rotina de alguma coisa e as pessoas normalmente não notam isso. E essas imagens realmente não tiveram absolutamente nada a ver com o post ahahuahuuha eu esperava que fosse ter ao menos a mínima relação

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      wcleyton · 2 months ago · 4 pontos

      Tetas conseguem melhorar até um texto de despedida...

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      jokenpo · 2 months ago · 3 pontos

      pelo cast falar de RPG achei que vc tava gostando pq vc só joga esse genero kkkk mas entendi o seu ponto!

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  • supernovas SUPERNOVAS
    2020-04-30 18:51:33 -0300 Thumb picture
  • 2020-04-27 08:19:23 -0300 Thumb picture
  • supernovas SUPERNOVAS
    2020-04-15 00:36:49 -0300 Thumb picture

    INSCRIÇÕES ABERTAS


    Também temos vagar pra retro gaming. Interessado? Deixa no comentário ou mande um email direto para contato@supernovas.com.br

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  • 2020-03-30 23:09:27 -0300 Thumb picture

    Grindingcast 026 - Baldur's Gate

    Sejam bem-vindos a mais um Grindingcast! Nessa semana vamos falar de um dos jogos mais importantes dentro do gênero CRPG, Baldur’s Gate! Jogo que vem com a proposta de trazer da forma mais fiel possível a experiência de uma partida de mesa para um RPG Eletrônico, como será que ele se saiu nessa primeira entrada na série? Quais foram os pontos fortes? O que ele precisa melhorar? Tudo isso discutimos no podcast.

    Link: https://geekquest.org/2020/03/31/grindingcast-026-...

    Não esqueçam de dividir a experiencia de vocês com o jogo o/

    Baldur's Gate

    Platform: PC
    510 Players
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      wilford_fernandes · 3 months ago · 2 pontos

      itxaaaaaaa

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      santz · 3 months ago · 2 pontos

      Mano do céu, que cast grande da porra. Minha experiência com Baldur's Gate foi bem curta. Depois que meu grupo todo morreu no primeiro inimigo do segundo mapa, deixei pra lá. Esse lance de pausar nos combates e escolher a estratégia eu não entendi nada e nem quis entender. A estratégia do Manoel de enviar uma isca e trazer parte dos inimigos para o grupo descer o cacete me pareceu muito inteligente. Também não gosto muito de jogos com muito texto, cansa mesmo sendo em português. E como vocês conseguiram se acostumar com esse lance de Level máximo 10? Nem dá pra fazer upgrade direito com tão pouco, dá? Por fim, o cast ficou excelente e é bom saber que ele é um péssimo game para entrar no mundo dos WRPG. Galera, poderiam encurtar um pouco as impressões na hora da nota. Fica meio repetitivo. Falow o/

      2 replies
  • supernovas SUPERNOVAS
    2020-03-17 01:13:02 -0300 Thumb picture

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