• anduzerandu Anderson Alves
    2019-04-08 23:37:55 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Red Dead Redemption 2

    Zerado dia 08/04/19

    MEU DEUS DO CÉU! QUE JOGO FOI ESSE?

    Eu amo o primeiro Red Dead Redemption desde que eu o terminei lá pra 2013. Recomendo toda hora aos amigos fanzetes de GTA e Rockstar em geral, mas infelizmente o fato do jogo não ter saído pra PC dificulta um pouco para os curiosos de hoje em dia. Ninguém vai comprar um PS3 ou Xbox 360 só pra isso, né?

    Um dia, anunciam RDR2. WTF? Só deus sabia quando eu o jogaria e com a minha má vontade de dar tanto dinheiro em lançamentos AAA, deixei ele um pouco de lado quando o vi ser lançado. Na minha cabeça foi tão rápido! Vi uma galera falando que o jogo tava meio sem graça e tal e o hype de todo mundo foi caindo.

    Mas o que seria de mim sem os amigos? Um deles postou nos stories do Instagram que tinha comprado o jogo e logo eu fiz questão de dizer que eu já estava na fila pra pegar com ele. "A fila é só você." Semanas e semanas depois, devolvi os jogos que tinha emprestado e perguntei o que tinha disponível. Peguei o Red Dead!

    Começando o jogo, você faz parte de um grupo que está sobrevivendo em meio à uma nevasca. É tudo muito lento. MUITO mesmo. Bom, eu sabia que era a introdução ao jogo e tal. Tava achando o visual legal, mas o jogo meio linear e paradão. Por outro lado, mantive na cabeça que eu também não curti muito o início do GTA V, mas acabou sendo importante mais pra frente.

    O capítulo 1 é basicamente um monte de tutorial disfarçado de estória. Aprenda a atirar, a caçar, se habitue aos comandos básicos. Neve, neve e mais neve. Eu tava odiando a falta de liberdade e o branco constante e missões desinteressantes. E isso levou algumas horas, a ponto que depois da minha segunda jogatina, eu estava achando o jogo meio insuportável. Deixei ele de lado por uns bons dias e a vontade de voltar não vinha. Zerei Crypt of the Necrodancer etc nesse tempo.

    Quando me forcei a voltar, cheguei ao capítulo 2. Nenhum personagem era muito interessante e as cosias estavam sempre sérias demais, mas ao menos agora o cenário era verde e eu tinha mais liberdade de vagar por aí, conhecer cidades e tal.

    Nesse poto eu ainda não via motivos pra continuar jogando RDR2. A série havia deixado de ser cowboys no velho oeste, bebendo e atirando em trens em movimento para ser um bocado de caipira vivendo num acampamento. O protagonista deixara de ser um cara que faz os corres pra um tiozão de uma gangue que apenas vive a sua vida. Isso é um simulador de caipira?

    Leve a carroça até tal lugar, leve meu filho pra pescar, cobre dinheiro de um devedor. RDR2 tenta ser o mais realista possível, mas as vezes o real é simplesmente chato. Se eu quisesse isso, eu iria ali no parque ficar andando.

    No capítulo 1 eu já estava oficialmente decepcionadíssimo com o jogo. Ele é bonito, mas com umas mecânicas e comandos duros e lentos, personagens sem personalidade (com exceção do chefão da gangue) e missões sem ação nenhuma.  Fui conversar com um amigo que pagou caro no seu lançamento e ele disse que tinha largado e se arrependido da compra. O que diabos foi que a Rockstar fez?

    Virei meio hater do jogo que precisou de dois "cds" para instalar mais de 100GB no meu PS4 e com os boatos de Red Dead Redemption 2 vindo pro Switch (o que nem tem como acontecer), cheguei a postar num grupo do Facebook que preferiria que fosse o 1 ao invés dessa bomba. Rolou um bocado de reações concordando com o que eu disse.

    Eu havia me convencido que a série tinha sido estragada e que as pessoas diriam no futuro: "pô, eu até curto o 2". Também já havia preparado meu discurso de ódio e argumentos pra dizer pros amigos que não valia a pena jogá-lo e que o 1 era insuperável.

    Capítulo 2 e o mapa se abre mais, mas ainda assim. É tudo muito igual, eu nunca sei onde estou quando estou fora dos pontos de interesse, como cidades e o acampamento. E parece que 2/3 do tempo eu só estou cavalgando deu m lado pra outro.

    Missões memoráveis? Um aqui e outra ali. Fui no gamefaqs.com ver quantos capítulos tinham à frente, pois eu não desisto de jogo assim. São 6 no total, mais o epílogo. Meu deus, eu ainda estou no 2! Esse jogo vai demorar 100 horas de muito tédio.

    Ainda no site, acabei lendo um pouco da descrição que o escritor fez antes de cada capítulo: "Capítulo 4, não há tanta coisa pra fazer como no 2 e 3. Capítulo 5, linear e curto. Capítulo 6, só fechar umas pontas e terminar..."

    Eu me convenci que os primeiros capítulos eram os maiores, cosia comum em muitos jogos. Até dei uma animada.

    No final do capítulo 2 eu já estava mais interessado no jogo. Os personagens começaram a atuar mais no jogo, as missões fazerem mais sentido, áreas mais bacanas mostrando um lado mais "Rockstar" de se fazer esses jogos e principalmente: imersão. Sério, se há uma palavra impostante para essa experiência, é "imersão".

    RDR2 foi virando cada vez mais o jogo que eu esperava desde o início, e se mostrando que toda a parte lenta foi só uma grande e lenta apresentação, como o intuito de mostrar a vida normal daquela gente, sobrevivendo de qualquer forma. A imersão finalmente veio e eu estava tendo prazer de conhecer o mapa e rever as coisas e as pessoas.

    Agora eu queria saber qual era o próximo passo da gangue e como eles se livrariam de um novo problema ou de como eles usufruiriam de uma pessoa que se mostrara importante ou de algo que eles acharam ou roubaram.

    Os personagens, que antes só pareciam ninguém de mais, foram se mostrando partes importantes do jogo. Tem 20 pessoas no bando? Criança, mulheres, briguentos, ladrões, indíos etc? Você vai gostar deles cedo ou tarde e quando alguém morrer, aquela pessoa vai fazer falta! UAU!

    No capítulo 3 eu finalmente estava viciado no jogo, como se fosse um outro jogo, não o RDR2 que conheci e joguei por umas horas sofridas.

    Já no 4, o jogo tomou proporções astronômicas! Eu estava realmente preocupado com o bando e os rumos que os problemas vinham tomando. Um bando rival ameaçando de perto, as autoridades na cola, problemas corriqueiros e o grupo vendo a constante necessidade de se mover para um novo lugar onde ninguém os acharia enquanto planejavam e executavam os próximos golpes.

    Roubar um banco? Um trem? Executar uns trabalhos sujos? Tanto faz, eles precisavam de dinheiro para sair daquela vida ou talvez daquele país e quando finalmente surge a oportunidade, algo inoportuno acontece, como alguém ser preso, morto ou o golpe não resultar em lucro nenhum.

    Agora já temos um mapa bem mais explorado, muitas localidades diferentes e vários aliados por aí. Desculpe ser repetitivo, mas a imersão, amigos! A imersão estava uma delícia naqueles cenários incrivelmente realistas, nas pequenas cidades do interior com poeira subindo, com detalhes que você não consegue imaginar. Algumas missões mais dramáticas terminam com você cavalgando no maior estilo cinemático e com música de fundo cantada. UAU mais uma vez!

    Depois o jogo toma uma direção bem inusitada, focando ainda mais nos personagens, torturando-os e deixando seu coração na boca. Parte do grupo vai parar em outro mapa, incluindo você, e foi aí que eu tive a certeza que RDR2 não é um jogo pra qualquer um. Não é um jogo casual. Não é um jogo para crianças. É uma obra pra ser apreciada, feita com um cuidado excepcional, que mostra onde jogos podem chegar, saindo da zona de conforto dos jogos e mostrando o que é a geração atual é, bem diferente da anterior.

    O título encarna o espírito do cinema de décadas atrás, com um americano, de pele suja e queimada, cabelo meio loiro vivendo numa ilha tropical em meio à uma guerra civil. Imagine aquele americano estilo Indiana Jones ou qualquer caras desses, preso num lugar como esse, cheio de plantas e mosquitos, ajudando nativos a enfrentar um exército ao por do sol. Armas e canhões disparando, explosões e um protagonista mudado. Os caras capturaram uma essência indescritível nessa parte, que apenas a experiência pode proporcionar. E que experiência!

    O final do jogo é similar aos dos jogos comuns da Rockstar, mas de uma forma muito lógica. Rolam uns plot-twists bem loucos e uma partes FORTES, de deixar emocionado mesmo. O respeito pelo jogo foi só crescendo e a felicidade pelo jogo ter se passado tranquilamente ao invés de correr a estória toda.

    O que estava acontecendo com todos os personagens que eu amava? E como os caras são azarados! Quando finalmente resolvem um problema, aí vem outro, e sempre de uma forma injusta e surpreendente, inclusive doença. É um caso sério e triste a situação dos caras.

    O líder continuamente busca um jeito de resolver as coisas mas a crise deixa a galera cada vez mais preocupada e o grupo começa a se dissolver de um jeito ou outro.

    O mais incrível é como esse jogo vai terminado e se ligando à Red Dead Redemption 1. Muitos personagens do 2 voltam no 1 e você vai amar ainda mais cada um deles, até vilões. Eu terminei o jogo com uma vontade LOUCA de rejogar o 1 agora e ver como as coisas se desenrolam.

    O que posso dizer? Terminei o jogo de boca aberta, emocionado e feliz por ter experimentado um jogo tão bom, e que achei que fosse ruim. Cheguei atrasado no serviço porque estava assistindo aos créditos e cá estou eu, escrevendo um texto gigante que não mencionado nada da jogabilidade enquanto ouço a OST do jogo.

    Resumindo: Red Dead Redemption 2 começou devagar, mas foi muito compensador de insistir e terminar. O jogo definitivamente é uma versão "adulta" desse tipo de entretenimento, ao contrário da bagunça e protagonismo de um GTA, por exemplo. Definitivamente não é algo casual, corrido ou feito para um público que curte explosões e ação contínuos. Quanto mais você adentra nesse mundo, mais ele te compensa e mais ele mostra que videogame não é só uma coisa que você usa só pra passatempo. RDR2 é uma EXPERIÊNCIA que nenhuma imagem que eu postar ou palavra que disser vai justificar.

    De bom: visuais incríveis. Imersão muito bacana depois de um tempo (acredito que uma TV maior teria me ajudado nisso há mais tempo) e a possibilidade de jogar em diferentes ângulos de câmera, incluindo em primeira pessoa. Modo online e missões paralelas, além de caças e melhorias para quem quiser ir além (terminei com 62%). Variações no cenário, como florestas, desertos, montanhas geladas e cidades originais. Um enredo de cair o queixo, incrível dentro do jogo e como ele se encaixa com o do primeiro RDR. Personagens que "crescem em você" de uma forma rara. Emocionante. Trilha sonora muito boa e excelente em diversas partes específicas. Ambientação muito foda, sobretudo em partes específicas, como a da ilha, na cidade industrializada à noite e numa parte que você tem que cuidar de uma fazenda.

    De ruim: início lento e que desmotivaria a maioria a continuar. Comando e movimentação geral meio lenta. Cavalos burros que caem fácil ou batem a cabeça contra pedras e troncos, te jogando pre frente e causando dano. Sem fast travel prático e obrigação de cavalgar bastante por conta disso.

    No geral, eu amei o jogo e fico dividido em relação a ambientação meio "forçada" dele nas primeiras horas. Por um lado é legal ir se acostumando que nem todo jogo é corrido e com tudo acontecendo ao protagonista, por outro lado, é só um jogo, podendo ir mais direto ao ponto e dependendo menos de realismo. Meu conselho é: se você gosta de RDR, da Rockstar, de Velho Oeste, de jogos de mundo aberto e de uma boa estória, esse jogo é obrigatório na sua vida. Só aguenta um pouco se as primeiras horas forem meio chatinhas. QUE FINAL FODA!

    Red Dead Redemption 2

    Platform: Playstation 4
    487 Players
    201 Check-ins

    35
    • Micro picture
      0blivion · 11 days ago · 2 pontos

      Eu tava tão hypado pra esse jogo que até a neve eu curti, ainda mais que senti uma vibe oito odiados do tarantino, aliás se não viu, assista! ele começa parado igualzinho ai vira uma parada mto loca. Quanto ao jogo realmente sem palavras cada vez mais pesando a perda de personagens

    • Micro picture
      bebessauro · 11 days ago · 2 pontos

      Esse jogo é bom de mais, as vezes lembro do final e bate uma bad.

  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-04-02 09:10:13 -0300 Thumb picture

    TÃO MEIGO...(SHARE)

    Desafio: ache o protagonista "qualirinha"...

    IOTA (nome do protagonista) parece viver num mundo paralelo...

    Mas o "garoto" até que se diverte (e no fim das contas é isso que importa, não?).

    "É SÓ SEGUIR O FLUXO"😎

    Pra onde agora?

    "Uma mensagem não entregue. Uma mensagem não lida. Atravesse as corredeiras e ache o caminho..."

    É a sua história. Você é a mensagem, IOTA.

    "E ela tem que ser lida, senão não inspirará ninguém."

    "E há quem precise dessa inspiração."

    🙅POSE 💁 pra foto 🙆!

    TEARAWAY UNFOLDED resgata em cada um de nós aquele sentimento gay meigo de criança. É um game fofo e delicado perfeito para crianças. É aquele jeito MEDIA MOLECULE de ser (Little Big Planet) Mas sendo bem sincero? Após tanta zoação... eu estou curtindo sim!

    Não posso fazer um comparativo entre ele no VITA e ele no PS4, mas segue um REVIEW com essa menção

    Vale lembrar que a mesma criativa empresa está por trás de DREAMS, game que permite "CRIAR SONHOS"...

    ... ou "JOGAR OS SONHOS DOS OUTROS"...

    Tearaway Unfolded

    Platform: Playstation 4
    199 Players
    43 Check-ins

    26
  • vaojogar Vão Jogar!
    2019-04-02 08:20:09 -0300 Thumb picture

    Jogos gratuitos da PlayStation Plus - Abril de 2019

    Conan Exiles e The Surge são os jogos oferecidos este mês para os assinantes da PlayStation Plus.

    Nos acompanhe também pelo Telegram, acesse https://t.me/vaojogar e inscreva-se!

    Conan Exiles

    Platform: Playstation 4
    37 Players
    18 Check-ins

    10
  • palomaref Paloma Cristini
    2019-03-22 11:43:00 -0300 Thumb picture

    Minhas memórias - PS4 (Parte 26)

    Continuando com a postagens dos meus screenshots do PS4, relembrando as jogatinas. (não terá sábado e domingo, volto na segunda)

    Game: Resident Evil Remake ( HAPPY BIRTHDAY ♥)

    Hoje essa minha franquia linda e preferida está completando 23 aninhos, e nada melhor que comemorar postando essas imagens ♥
    Essa foi minha primeira jogatina com o Chris Redfield no RE Remake e amei, de verdade ♥

    Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7 - Parte 8- Parte 9 - Parte 10 - Parte 11 - Parte 12 - Parte 13 - Parte 14 - Parte 15 - Parte 16 - Parte 17- Parte 18 - Parte 19 - Parte 20 - Parte 21- Parte 22 - Parte 23 - Parte 24Parte 25

    Resident Evil HD Remaster

    Platform: Playstation 4
    875 Players
    192 Check-ins

    15
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-03-11 22:23:41 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Fallout 4

    Zerado dia 10/03/19

    Aleluia! Finalmente eu terminei esse jogo, o último dos 4 que peguei emprestado há uns meses.

    Entre ele, Shadow of the Colossus (Remake), The Last Guardian e Horizon Zero Dawn, Fallout 4 foi a última escolha, justamente por já saber que provavelmente se tratava de um título longo, e foi mais ou menos isso mesmo.

    Além disso, esse jogo não tem lá a melhor fama, e pra dizer a verdade, mal vejo alguém falando dele, quase como se fosse um jogo irrelevante. Na época de seu lançamento, lembro de ter visto muito interesse no personagem andando pelas ruas destruídas com seu cachorro e depois muito meme com Settlements e Deathclaws. Todo o alvoroço e uns amigos felizes me fizeram ir atrás da série e comprar Fallout 3, que só jogaria cerca de um ano depois.

    Bom, eu amei o 3, de verdade, mas me decepcionei muito com o New Vegas, que muita gente defende. Eu achei o jogo um porre. Mas e o 4? Eu já estava me preparado para achar o jogo fraco.

    No começo da aventura você cria seu personagem e vive uma vida bacana ao estilo da década de 1950 (mas o jogo se passa muito depois disso). É legal ver  como a Bethesda chegou na nova geração, embora visualmente o jogo nem seja tão bonito e que poderia ser facilmente algo de Xbox 360.

    Definitivamente é um Fallout. Outro Fallout. Será que isso é bom? Será que o jogo vai me surpreender ou cair na mesmice? Não que a fórmula seja ruim, mas a impressão que as vezes dá é que jogando qualquer um deles, você já conheceu tudo o que precisava.

    De volta o jogo, o começo é bem legal e eu estava bem animado. Logo rola um plot-twist e a coisa fica cada vez mais interessante. Por outro lado, se no 3 você procurava seu pai e no NV um assassino, aqui você vai atrás de seu filho.

    Sem dar spoiler, você basicamente acorda no futuro depois de anos congelado e tudo fora destruído. O que diabos aconteceu com a sociedade? As pessoas estão tentando sobreviver se unindo ou se aproveitando das outras numa realidade onde tudo é escasso ou radioativo.

    Logo você faz seu primeiro parceiro: um cão. Se você gosta de cães como eu, vai adorar essa amizade. Em seguida, somos apresentados a um grupo de pessoas que deseja povoar a Comunidade, mapa do jogo. Juntar pessoas, montar bases, trabalhar juntos. Legal!

    É aí que o jogo começou a ficar chato pra mim. Um bocado de missão que abre outra e outra e logo meu menu estava repleto delas. Eu já nem sabia em qual ficar, então comecei a fazer a que estivesse mais próximo de onde quer que eu estivesse. Ao mesmo tempo, as descrições delas ou as circunstâncias na estória faziam todas parecerem missões principais, e de certa forma eram mesmo, mas isso só ficou claro nas minhas últimas horinhas de aventura e foi bem confuso antes disso.

    O fato é que o jogo não quer ser linear como o 3, então tenta ser mais como o NV, mas enquanto este último fazia você escolher facções no final, aqui meio que as coisas já estão abertas desde cedo e as vezes te obrigam a fazer missões de facções inimigas para poder prosseguir. De certa forma, você é obrigado a conhecer todas uma hora ou outra e essa ideia, no fim das contas, foi legal.

    A questão, é que eu estava confuso a maior parte do jogo e isso foi me desmotivando. A ponto de eu ter preguiça de voltar a jogar e quando voltava, só queria fazer logo o que quer que me levasse à conclusão do jogo. Pra piorar, cheguei a avançar bastante em uma das facções com pouco nível e estava fazendo missões bem difíceis antes do que deveria, bem como aconteceu com Horizon Zero Dawn. A frustração estava me assombrando.

    Em certo momento, o jogo me fez usar uma de suas mecânicas novas por obrigação (o que aconteceria muitas outras vezes na campanha): construir.

    -Vá até tal lugar;

    -Elimine todas as ameaças;

    -Construa uma torre de rádio.

    Parece simples, e é mesmo, depois que você aprende como funcionam as coisas. Para construir, tem que estar num local delimitado que permita isso (o jogo deixa bem claro onde) e de lá, acessar um menu com o touchpad do controle, só para construções.

    Nesse menu há várias categorias e subcategorias. Quer fazer paredes? Vá em construções, depois paredes, depois escolha o tipo de parede. E etc aí que está. Eu tenho que construir uma antena, mas qual exatamente? Fecha menu, abre menu, verifica, fecha menu, abre menu, procura pelo menu de antenas, procura a antena por nome.

    Ao selecionar o que deseja construir, você verá os materiais necessários, como 5 de aço, 3 de alumínio, 2 de tecido ou qualquer coisa do tipo (existem vários tipos de recursos no jogo). Como tê-los? Colete sucata pelo jogo. Sabe Skyrim que pode meio que pode pegar qualquer coisa dos cenários e guardar? É isso aí! Mas pra ter recursos específicos, você deve ter pego coisas que os tenham. Não espere achar aço num ursinho de pelúcia!

    Junte isso ao fato de que certas coisas são meio raras de achar, com o fato de que tudo pesa e você são pode sair coletando qualquer porcaria e se encher de coisas sendo que você tem que ter espaço para equipamentos, armas, munição, com mais o fato de que uma construção imbecil requer várias unidades de um recurso mais chato de encontrar e mais o fato de que as coisas não mostram o que elas contém até você as pegar e ir olhar no inventário ou se já souber de cor.

    O jogo começou a me obrigar a parar de avançar pra ir atrás de coisas assim e foi TENSO! E mesmo quando eu conseguia fazer o que era necessário, o menu de construção é bizarro. Você ainda tem que construir geradores que consigam abastecer aquela coisa E ligar fios. Tudo é mal explicado e grande parte eu tive que ter a paciência de dar uma estudada ou sair testando e procurando lógica. Depois fica bem fácil, mas eu vou dizer que não é atoa que todo mundo vê o jogo super barato, mesmo sendo bem completo. Não é algo pra um jogador mais casual. O jogo não explica nada direito!

    Enquanto isso, voltando ao jogo uma vez por semana e fazendo missões de exterminar pessoas em determinados lugares. Você começa a apreciar o caótico mapa do jogo e sua imersão. Você começa a aprender as localidades e a se localizar sem abrir o mapa. Um prédio que parece inútil já foi ou será o cenário de uma missão importante.

    Fui coletando armas e mais confusão: uso uma Pistola e acho Pistola+. Deve ser melhor. Abro o menu e ambas estão ocupando a mesma linha no inventário: Pistola[2]. Mando soltar e uma delas vai pro chão. Será que ele ficou com a melhor ou o quê? O mesmo com todo equipamento.

    Depois munição. Existe uma gama gigante de armas e munições. Saia coletando tudo mas minhas armas, que basicamente eram diferentes e ocupavam todos os 12 atalhos do menu rápido e ainda assim eu sofri muito com falta de balas.

    Matar inimigos, arrombar trancas, terminar missões e descobrir novas localidades te dá XP, que faz com que passe de nível e possa alocar um ponto por nível em diferentes habilidades, como dar mais dano com certos tipos de armas, recuperar mais HP com itens de cura, ter maior furtividade etc. O menu de alocação tem MUITAS skills. Tipo, umas 100 talvez e cada uma com diferentes níveis.

    Você pode aumentar a sua Agilidade até 8 pontos, por exemplo. Algumas poucas outras só tem 1, 2 níveis. Quanto mais pra baixo na árvore de habilidades, maior será o requisito básico para desbloqueá-la, como Força 3, 4, 5.

    Uma grande parte da identidade do jogo estar de volta, como esperado, que é o sistema de VATS, que você pode ativar de acordo com a Aramina disponível no momento (que se gasta quando você corre ou usa o sistema de VATS mesmo). Ao usar esse sistema, o jogo fica em super câmera lenta e você poderá escolher em qual parte do(s) inimigo(s) irá mirar seus ataques, com a possibilidade de errar cada um deles.

    Esse sistema de super legal em jogo anteriores, fazendo inimigos derrubarem suas armas ao tomarem dano nos braços (com sorte), fazer eles caírem ao tomar tiro nas pernas e ficarem desorientados ao tomar dano na cabeça. E com mais sorte ainda, esses membros explodiam e eles os perdiam para sempre. Aqui eu não vi nada disso, só uma skill que se comprada poderia fazer eles derrubarem as armas das mãos.

    Resultado: muito tiro na cabeça pelo simples fato de dar mais dano (embora a porcentagem de acerto fosse bem menor) e explosões de membros quando a os inimigos tomavam o último dano.

    Fallout 4 te presenteia com uma Power Armor desde o começo da aventura. What? Pois é, e ainda me deu mais umas outras 2 ou 3 pela campanha, mas agora elas funcionam com um núcleo que as abastece e ao acabar, as roupas ficam tão lentas que são praticamente inúteis.

    Sofrendo dano, suas partes vão se estragando até quebrarem e quando finalmente descobri como consertar, advinha como? 4 aços, 2 alumínios etc. Nããão!

    Você ainda vai ver que esses recursos são necessário também para melhorar roupas e armas, o que eu basicamente nunca fiz no jogo.

    Com base na falta de energia para usar Power Sempre, acabava nem.usando também senão em partes que você é quase que obrigado, como num deserto tóxico que você fica tomando radiação constantemente, mas ignora esse efeito usando a roupa do robozão (radiação nesse jogo diminui o seu HP máximo mais e mais).

    O jogo foi ficando melhor conforme eu fui o entendendo, ganhando novas companhias e aprendendo sobre como funciona tanto o mapa como Fallout 4 em si.

    Logo a estória foi fazendo mais sentido e ficando interessante. Facções vão ficando cada vez mais importantes (uma quer roda a tecnologia pra ajudar a humanidade a sobreviver, outra quer salvar os Sintéticos, robôs quase tão humanos quantos os próprios humanos, etc). E por mais que cada grupo queira algo, eles acabam tendo que sacrificar outra coisa para ter aquilo, e nem sempre é algo simples.

    A quem você quer ajudar? Bom, o melhor é ajudar a todos e conhecer suas motivações o máximo que será antes de tomar qualquer decisão no final. O bom é que ainda garante uns níveis com tanta quest feita! Por outro lado, é importante saber largar uma quest se ela estiver muito difícil pro seu nível. Eu não cheguei a fazer isso por teimosia, mas acredito que o jogo tenha essa intenção para com o jogador.

    Resumindo: Fallout 4 é um grande jogo, com uma ótima estória, muita área a ser explorada e missão para ser feita, além dos muitos personagens para conhecer e mesmo tornar seus parceiros. Mesmo sem nenhuma DLC, o jogo é muito completo e demoraria um bom bocado para conhecê-lo completamente, ainda mais porque as missões finais dependerão de qual facção você decidir ajudar.

    De bom: muito a se fazer, ótimo enredo com um plot-twist muito bom no fim. O jogo valoriza o "role play", que você joga como quiser e vive como quiser. O mapa é grande, mas não muito, o que facilita a familiarização de tudo. Muitos personagens bons. O designer do jogo como um todo é muito bom, desde as armas até os robôs e roda tecnologia envolvida. Rádios muito boa, já que enquanto nos outros jogos eu gostava de uma música ou outra, eu amei uma estação completa daqui (deve ter mais de 10 músicas). O jogo me deixou muito intrigado e me perguntando a todo momento se fiz a escolha certa no final. Sabes automáticos me salvaram de fazer cagadas aqui e ali. Possibilidade de jogar em primeira ou terceira pessoa. Jogo em português (só não dublado).

    De ruim: tudo muito confuso, desde as muitas missões disponíveis, às armas e o que vale a pena carregar ou não, o que é obrigatório ou não. O jogo em si não é muito revolucionário, é mais um Fallout, só que com a possibilidade de construir, que inclusive eu odiei. Necessidade de carregar tralha para fazer várias missões, mas elas pesam no seu inventário e não dizem do que são compostas até serem devidamente coletadas e analisadas. Grande parte do jogos é composto por missões monótonas ou sem originalidade. Sistema VATS, embora muito útil, ficou mais sem graça. Muita informação e conteúdo que julguei desnecessário e só dá uma sensação gigante de confusão ou de que o jogo será muito complexo. A estória se estica um pouco demais as vezes. Visual um bocado datado, principalmente as animações de faces e cabelo. Jogo nada intuitivo.

    No geral, acabei achando o jogo legal mais perto do final, mas tava achando um saco o tempo quase todo, sem diversão. Mais surpreendente foi ver meu tempo no final: apenas 25 horas! Eu jurava que já tinha perdido umas 60h! Depois de tudo, acho que jogaria as missões que faltaram e faria os outros finais, coisa que jamais pensei que falaria. Por outro lado, Fallout 3, minha primeira experiência, continua sendo o definitivo e ainda acho que outros jogos da série só meio que servem para continuar jogando a série, mas pouco adicionam ao universo senão mais lugares, missões e estórias a serem contadas. Se eu recomendaria F4? Talvez. Pra quem nunca jogou a série, pode ser uma boa ficar só nele. Mas eu definitivamente achei melhor que o New Vegas. Maneiro.

    Fallout 4

    Platform: Playstation 4
    684 Players
    289 Check-ins

    18
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      Achei esse game (3 e 4) sensacional.
      É um mundo gigantesco...e tu vai onde quiser...se relaciona com quem quiser (seus parceiros de viagens...elevando a relação...o que concede vantagens), decide o que fazer (missões ou sub missões).
      ...
      Ansioso pra uma sequência...
      ...
      Já zerei tem tempos...mas ainda tenho 150 fotos pra fazer posts...😬😬😬

      7 replies
    • Micro picture
      0blivion · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu acho o 4 maravilhoso até mais que o 3, já o new vegas tenho péssimas lembranças com ele mas preciso finalizar um dia

      3 replies
    • Micro picture
      kevinryman · about 1 month ago · 1 ponto

      Dá pra entender a história do três sem as dlcs?

      1 reply
  • vaojogar Vão Jogar!
    2019-03-05 11:09:02 -0300 Thumb picture

    Jogos gratuitos da PlayStation Plus - Março de 2019

    The Witness e Modern Warfare Remastered chegam hoje aos assinantes da PlayStation Plus, que pela primeira vez não terá títulos para PlayStation 3 e PlayStation Vita.

    Nos acompanhe também pelo Telegram, acesse https://t.me/vaojogar e inscreva-se!

    The Witness

    Platform: Playstation 4
    108 Players
    16 Check-ins

    7
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-02-18 18:52:17 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Ninja Senki DX

    Zerado dia 17/02/19

    Zeramos Black Ops 3 e meu amigo e eu estávamos olhando os jogos comprados/ganhados na biblioteca do PS4 e discutindo o que ainda tínhamos que jogar, o que valia a pena e tal. Me deparei com esse tal de Ninja Senki DX que pela fonte, me remeteu à um certo jogo do DS. Joguei no Youtube pra ver e era bem diferente de qualquer coisa que eu tinha imaginado: um platformer 2D pixelado. Baixei em 5 segundos e resolvi jogar. 

    Como eu nunca tinha ouvido falar, imaginei que seria curtinho e daria pra fechar rapidamente antes de chamar o Uber. Bom, o jogo durou um pouco mais do que o esperado, mas deu pra curtir bem até o final e até passar por uns apertos.

    Pelo sprite acima, do protagonista, dá pra perceber a semelhança com Mega Man. Ninja Senki DX (NS) é bem isso mesmo: uma homenagem aos jogos do blue bomber do NES.

    A diferença aqui é que a dificuldade é bem mais baixa, não há respawn de inimigos e pouquíssimas armadilhas sem vergonha. Além disso, a jornada é linear (sem escolha de cenários), você não ganha habilidades e o jogo no geral é bem mais simples e rápido.

    Você pode pular (e dar um segundo pulo no ar), jogar shurikens (estrelas ninja) e andar. É isso. Controlar é fácil, mas a dificuldade se encontra pelas fases e seus inimigos e a necessidade de aprender seus padrões e como os enfrentar (basicamente, eu descrevi qualquer platformer bem feito haha).

    Começando a aventura, foram me dadas opções de ter punição pro caso de eu dar Game Over e selecionar entre a trilha sonora clássica ou remixada. Fiquei na dúvida e deixei tudo como estava, no default.

    O visual de ND lembra bastante os jogos de Game Boy Color e suas pequenas resoluções e sprites grandes, coloridos e bem animadinhos, o que eu amei!

    Logo se percebe a necessidade dar pulo duplo para alcançar lugares altos, usar shurikens pra matar inimigos rápido e ser esperto com plataformas e pulos mais longos. Normalmente você tem 5 de HP, mas o personagem fica pouco tempo invulnerável depois de tomar dano e pode facilmente tomar uma sequência. Além disso, buracos e espinhos resultam em morte instantânea. Há checkpoints aqui e ali, mas no caso do Game Over, você volta para o começo dos estágio (ao menos os continues são infinitos).

    São apenas 16 estágios e eles são até bem curtos. O jogo ainda possibilidade você fazer um speedrun (o que não é muito difícil) caso conheça os estágios e ignore uns inimigos e coletáveis.

    A cada duas fases, há um chefe no final da segunda. As vezes é apenas uma porta que você facilmente consegue sobreviver, outras vezes são inimigos maiores e mais complicados e que requerem paciência e entendimento de seus padrões. Adorei mais uma vez.

    Alguns deles me deram trabalho, sobretudo o último chefão, que tem uns ataques chatos e que demorei pra entender. O pior era morrer rápido e sem treinar e ter que refazer a fase toda depois do Game Over. Essa fase, assim como outras, tem partes mais complicadas também, fácil de morrer em espinhos.

    Pra quem acha que o jogo é basicamente destruir inimigos e evitar armadilhas, há "objetivos" opcionais em cada nível, que dificultam um bocado a jogatina.

    Eles incluem:

    -coletar todas as moedas "koban";

    -destruir todos os inimigos;

    -terminar o estágio dentro de um curto período de tempo.

    Como tudo deve ser feito de uma única vez, você tem que virar um mestre de Ninja Senki DX para conseguir e assim, desbloquear o melhor zeramento e conquistas do jogo. Achei bem legal e totalmente rejogável casualmente.

    Resumindo: Ninja Senki DX é simples e delicioso. Uma agradável surpresa que eu nunca tinha ouvido falar. Chega a ser uma pena que um joguinho desses seja desconhecido. Ótimo pra você e até pro filhinho ou sobrinho jogar por ser piedoso, mas não exatamente fácil.

    De bom: visual muito bacana estilo GBC, bem pixelado. Jogatina na dificuldade perfeita, subindo o desafio conforme você avança e sendo bem desafiador pra quem for fazer 100%. 3 finais diferentes. Grande variedade de inimigos e colecionáveis. Desbloqueia o modo Boss Rush no final, um motivo pra dar mais uma jogada.

    De ruim: poderia ter mais variedade de músicas e chefes.

    No geral, uma experiência bacana e simples. Ótimo pra quem quer algo de uma horinha de duração e sem se estressar muito. Recomendável para fãs do gênero!

    Ninja Senki DX

    Platform: Playstation 4
    48 Players
    5 Check-ins

    13
    • Micro picture
      marlonfonseca · 2 months ago · 2 pontos

      Me interessei demais nesse

      2 replies
    • Micro picture
      vinicios_santana_3 · 2 months ago · 2 pontos

      Que interessante,se não fosse dito que era um jogo moderno, acharia que era um vindo do Nes, a homenagem foi bem feita.

  • palomaref Paloma Cristini
    2019-02-04 10:49:58 -0200 Thumb picture

    Minhas memórias - PS4 (Parte 19)

    Continuando com a postagens dos meus screenshots do PS4, relembrando as jogatinas.

    Game: Resident Evil 5

    O game que mais amo jogar com os amiguinhos ♥

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    Resident Evil 5

    Platform: Playstation 4
    137 Players
    14 Check-ins

    14
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-02-03 10:49:53 -0200 Thumb picture

    PREÇO DE BANANA!

    Na França, os supermercados possuem CHECK OUT próprio, ou seja, o consumidor quem passa, embala e paga suas mercadorias.

    Pois bem, um jovem teve a brilhante idéia de trocar a etiqueta do valor de um PLAYSTATION 4 por um referente peso de frutas.

    Isso fez com que o valor do PLAYSTATION 4 ficasse 37 vezes mais barato do valor original. 

    Não satisfeito com sua proeza, decidiu retornar no dia seguinte e fazer novamente, porém dessa vez foi preso! Ligeira sensação que "SELF CHECK OUTS" não vão funcionar muito bem por aqui...

    Super Bases Loaded 3: License to Steal

    Platform: SNES
    7 Players
    1 Check-in

    40
  • palomaref Paloma Cristini
    2019-01-30 11:07:55 -0200 Thumb picture

    Minhas memórias - PS4 (Parte 16)

    Continuando com a postagens dos meus screenshots do PS4, relembrando as jogatinas.

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    Segundo game no PS4. Acabei ganhando ele junto com o console, tratei de aproveitar e ir testar a função de Share ♥

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    The Last of Us Remastered

    Platform: Playstation 4
    3324 Players
    671 Check-ins

    15

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