• clovisalmeida Clóvis Almeida
    2020-06-30 13:37:09 -0300 Thumb picture

    Days Gone: não é perfeito, mas tava no caminho certo (review)

    Medium 3810395 featured image

    Fazer algo novo dentro do cenário pós-apocalíptico de zumbis é um desafio. Mas que bom que a Bend Studio topou encara-lo.

    Days Gone começa de maneira simples, tímida, quase que uma repetição de títulos já conhecidos da temática. Mas que no desenrolar ganha escopo, forma e personalidade. E bota personalidade nisso! Deacon St. John é o catalisador de todo o carisma contido neste game, com poucas cenas e linhas de diálogo o personagem te ganha e diverte com suas doses de sarcasmo e deboche. Algo muito bem trabalhado até mesmo nas linhas de comentários durante o mundo aberto, o personagem nunca para de falar sozinho, ou melhor, falar conosco. Traçando piadas e comentários ácidos para com as situações e aquele mundo em geral criando uma ligação afetiva com o personagem.

    A busca pela amada e também de um lugar naquele mundo é intrigante, Deacon parece não querer se encaixar na construção de uma nova sociedade e busca apenas por sobrevivência. Ainda que a sua jornada insista em cruzar caminhos e objetivos, moldando a personalidade do herói de acordo com a jornada a ele proposta. A ponto de discutir as linhas das quais se deve cruzar ou não, assim como o peso que a morte de um zumbi aqui frenético,  tem para o indivíduo.

    Um vivo mundo morto. O escopo aberto de Days Gone aborda diversos elementos já conhecidos, postos de controle, acampamentos inimigos, caçada de recompensa, restauração de linhas de suprimento, ninhos e hordas. Tudo bem distribuído e encaixadinho para terem um sentido na narrativa. Em quantidades suficientes pra agradar, mas não a ponto de tornar repetitivo ou genérico.

    A beleza está nos detalhes. Explorar ambientes em busca dos escassos suprimentos é essencial no gênero e é onde o jogo mostra sua beleza. Cada canto explorado tem detalhes, tem vida e teve vida. As casas, os estabelecimentos comerciais, os acampamentos abandonados.. todos tem uma história pra contar se você acompanhar a disposição dos objetos e móveis, de como estão as cenas de morte nos ambientes. Você praticamente é convidado a descobrir o que aconteceu naquele lugar durante o surto. 

    Tudo tem um preço. Paredes invisíveis, problemas de colisão, missões que não se ativam, NPCS que desaparecem do mapa, texturas que não carregam... o pacote todo está presente. Mesmo 1 ano depois, mesmo com todos os patchs e correções. 

    Days Gone tem uma variedade generosa de armas, dispositivos e consumíveis. Tudo personalizável, com comportamentos e funções diferentes contribuindo para um sistema de progressão robusto onde nada é obrigatório. Tudo é uma questão de como você se adapta e como você aborda a situação. A essencialidade da motocicleta que parte como proposta de sobrevivência, o clima é dinâmico e faz diferença na gameplay. Ótimas mecânicas de combate dão uma identidade própria para o game e o coloca no radar do gênero. A Bend Studio foi ambiciosa no projeto, os eventuais problemas ocorrem e você se vê revoltado mais pela quebra de imersão, do que pelo problema em geral. Talvez mais tempo de forno pudesse ter feito mais pelo game e diminuído o marketing negativo que afasta desavisados dessa ótima experiência.

    Days Gone

    Platform: Playstation 4
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    16
  • tinahorta Tina
    2020-06-30 00:18:42 -0300 Thumb picture

    Estou jogando TLOU2!

    Aqui não citarei nada sobre a narrativa ou jogabilidade. Apenas farei um desabafo de quem está prestes a terminar o jogo. Um breve comentário: sinto falta de algo mágico... Talvez possa ser o clima que este vídeo que compartilho traz. Possivelmente sim. Adoro esse vídeo! Se estou frustrada? Sim. Mas estou torcendo para ser surpreendida. Alguém mais?

    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
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    14
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 11 days ago · 2 pontos

      Não fiquei frustrado não...
      Achei o game massa❤️
      Os combates mais fluídos, a ousadia das decisões perante certos personagens...os gráficos 😘

      2 replies
    • Micro picture
      volstag · 11 days ago · 2 pontos

      Eu por ter jogado o The Last of Us 1 a menos de um mês pela primeira vez, não tive tempo de juntar nostalgia, o segundo pra mim está melhor em tudo até agora.

      3 replies
  • renanlima1118 Renan Lima
    2020-06-26 10:38:54 -0300 Thumb picture
    Post by renanlima1118: <p>Desafio: Top 20 Músicas de Games</p><p><strong>D

    Desafio: Top 20 Músicas de Games

    DIA 17 - Trilha de  The Last of Us Part II (2020 - PlayStation 4)

    Eu esperei tanto por esse jogo! Eu esperei muito, e a espera valeu a pena. Por cada segundo que eu tive jogando The Last of Us Part II.

    Mas bem estamos aqui pela trilha sonora e ela não decepciona! Esse jogo provavelmente tem o dobro de músicas que aproveita parte e músicas licenciadas também.

    As músicas originais cumprem muito bem o papel de deixar o jogar mais imersivo na jogabilidade e historia. E como esse jogo consegue me deixar tenso a cada momento!

    A equipe da NaughtyDog conseguiu, se superou e muito e trouxe ao mundo dos jogos uma trilha maravilhosa e única!

    The Last of Us Part II

    The Last of Us Part II Soundtrack

    As regras são as seguintes:

    1 - Poste uma música de um jogo por dia por 20 dias (total de 20 jogos);

    2 - Não pode repetir o jogo;

    3 - A música precisa estar no jogo;

    4 - Vale versão remix ou música licenciada no jogo;

    Finalizo agradecendo quem me desafiou @andre_andricopoulos. Desafio qualquer outro lendo e interessado em participar.

    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
    661 Players
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    1
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-06-10 14:07:24 -0300 Thumb picture

    Maneater (PlayStation 4)

    Maneater é um basicamente um simulador de tubarão. Mas diferente de outros do gênero (leia-se Hungry Shark), ele é um jogo mais bem trabalhado, com visão em terceira pessoa (ou seria em terceiro tubarão?) e uma aura de AAA.

    Análise completa: http://bit.ly/2UvyKMW

    Maneater

    Platform: Playstation 4
    Players

    8
  • leonardopietroniuk Leonardo Cubas
    2020-06-04 15:30:33 -0300 Thumb picture

    DAYS GONE vencendo o preconceito

    Medium 3803563 featured image

    *Esse é um roteiro em vídeo de minha autoria que sofreu alterações para ser postado aqui. Se quiser ter uma experiência mais imersiva, ou simplesmente quiser ajudar o autor, peço que assista ao conteúdo.



    Na E3 2016 a SONY apresentou Days Gone e a comparação foi inevitável: era muito The Last of Us.

    Se ser comparado ao que muitos consideram o melhor jogo da década não fosse suficiente, era mais um jogo de zumbi. E eu não aguentava mais jogos de zumbi.

    Até após o lançamento essa ideia afastou muita gente da experiência do jogo, e essas pessoas, elas infelizmente têm razão em pensar dessa forma, já que nem a própria SONY ou os desenvolvedores fizeram questão de desmentir essa ideia e descrever sobre o que, de fato, era o jogo. Durante uma entrevista, ao ser perguntado do por que ser mais um jogo de zumbi, o diretor criativo da Bend Studios respondeu que não era um jogo de zumbi, era um jogo de “freakers”. Obviamente que a estratégia de mudar o nome dos infectados não mudou a percepção geral de que, de fato, se tratava de um jogo de zumbi.

    - DAYS GONE: VENCENDO O PRECONCEITO -

    Eu era uma dessas pessoas e justamente por isso só joguei ele recentemente, um ano após o lançamento, por ter pego emprestado. E olha que eu tenho um carinho imenso pela Bend Studios, já que eles fizeram um dos jogos favoritos da minha infância (Syphon Filter, 1999). E mesmo assim é engraçado pensar agora, depois de ter terminado o jogo, que se não fosse pelo empréstimo eu provavelmente nunca tivesse jogado.

    Mas o que eu não conseguia entender é: por que depois de ter feito um jogo de VITA (um console que vendeu pouco em relação às expectativas e ao próprio PSP), e de uma produção intelectual que não é a sua (Uncharted: Golden Abyss, 2011), receberam um investimento gigantesco da Sony para uma criação própria e decidiram por um jogo de zumbi?

    Por todo esse tempo parecia uma ideia idiota. Mas o que só pude descobrir depois de ter jogado, é que essa não é a ideia. Days Gone não é um jogo de zumbi, é um jogo com zumbi. E essa é a diferença principal que separa ele dos demais jogos do gênero. Mas se ele não é um jogo de zumbi, afinal, sobre o que é Days Gone?

    - AFINAL, SOBRE O QUE É DAYS GONE? –

    O mundo é destruído por uma infecção que transforma pessoas em monstros e o protagonista interage com esse mundo após ser definido por uma perda no passado. Embora isso aconteça em Days Gone e The Last of Us, as propostas são opostas e surpreendentemente diferentes.

    Days Gone é sobre um mundo pós apocalíptico. E esse mundo, diferente dos demais jogos do gênero, é o protagonista, tudo gira em torno dele. A moto, a principal companheira nessa jornada, por exigir combustível, faz com que tenhamos que interagir com o mundo para conseguir gasolina. Como também é difícil, você precisa vasculhar o mundo a procura de mantimentos, que as vezes são escassos e, de novo, você precisa procurar no mundo as áreas de infestações para facilitar as travessias entre missões.

    A escolha pelo mundo aberto, nesse caso, é essencial. A ideia por trás de The Last of Us é desenvolver uma história sobre personagens, pessoas, e o mundo destruído é apenas uma forma de contextualiza-las, de desenvolver essa relação. Para isso, parece preferível uma estrutura linear; o jogo precisa saber precisamente quando, como e o quanto você vai sentir aquilo que eles querem que você sinta. O mundo aberto, nesse caso, por deixar o jogador livre, iria contra essa filosofia, já que a experiência ficaria mais à cargo do jogador do que dos próprios desenvolvedores.

    Days Gone, ao contrário, por ser justamente sobre esse mundo destruído, se utiliza de um mundo aberto da forma mais eficiente que eu já vi. Ele é totalmente coerente com a proposta.

    Nesses muitos momentos que temos que interagir com o mundo, é extremamente tenso. Sempre que eu tinha que ir de um ponto ao outro de moto tive medo de cair, acabar o combustível ou esbarrar em algum animal que me derrubasse. O indicador no canto da tela fica vermelho ao estar próximo de algum inimigo, e ele está vermelho praticamente o tempo todo.

    Seja no início do jogo porque suas armas são ruins e a moto muito lenta, ou no meio pro final que os tipos de inimigos são mais fortes e mais numerosos, eu me peguei diversas vezes dando pausas e enxugando as mãos suadas de tanta tensão, e eu nunca senti isso com um jogo antes, já que nele eu fugia mais do que lutava.

    Há colecionáveis que, dependendo da escolha do jogador, aumentam a vida, a energia ou o foco do personagem, e esses colecionáveis ficam em estações de pesquisa muito próximas de hordas de infectados. Cabe a você achar e desligar cada autofalante dos lugares antes de religar a energia para conseguir pegar esses acréscimos de atributos. Vez ou outra você não encontra todos os autofalantes e quando sai da estação uma horda inteira está te esperando do lado de fora. E como você está em combate, o fast travel não funciona. O que fazer? Nesses casos, como eram muitos inimigos, lutar quase nunca foi uma opção.

    Esse é só um exemplo, mas o jogo o tempo todo cria esses obstáculos para não facilitar a vida do jogador enquanto ele faz as tarefas mais triviais nesse mundo e isso é incrível, o que mais se poderia esperar de um mundo pós apocalíptico com zumbis?

    Como o mapa é relativamente pequeno, você percorre os mesmos lugares repetidas vezes, criando familiaridade com o cenário, não dando aquela impressão de que tudo está ali só para ser visto no caminho, inúmeros lugares para encher os olhos, mas completamente sem vida. Diversas vezes, como num battleroyale, eu ficava sem itens entre as missões e quando via alguma construção e estacionava e procurava itens no interior. Depois de fazer isso tantas vezes em tanto lugares, aquelas paisagens passavam a ter significados, histórias.

    - Cara aquela casa ali eu fiquei meia hora loteando e não adiantou nada, porque quando voltei tinha um urso esperando do lado da minha moto. Pra matar ele eu tive que gastar todos os itens que eu tinha conseguido.

    Mas nem todos tiveram a mesma experiência que eu tive, por isso ele parece ser um jogo de extremos: uns adoram e outros odeiam, e eu entendo quem chega as duas opiniões. Joguei após instalar um patch de 15 GB, e mesmo assim ele tinha, de fato, muitos problemas, os bugs, a narrativa, os combates e as performances técnicas em geral são coisas que podem arruinar a sua experiência, dependendo de quanto delas você experiência. Mas existe outro jogo que também sofre dos mesmos problemas e tem uma das maiores notas de toda a história da indústria dos jogos.

    Ambos têm foras da lei como protagonistas, um opressivo mundo aberto que por não querer sua presença nele te força a adaptar o gameplay conforme as coisas vão surgindo, câmera lenta para disfarçar quão ruim é a mecânica de tiro, um companheiro fixo que te guia pela jornada e um sistema de confiança conforme você interage com os acampamentos. A diferença aparece na tolerância que a Rockstar tem em relação aos jogadores pelo nível de detalhe das produções, provavelmente por ter dinheiro, funcionários e tempo quase infinitos.

    Não digo que não seja frustrante em Days Gone pensar o tempo todo: que mentira eu acertei esse tiro! Mas digo que, como em Red Dead, isso não deveria ser um empecilho para se apreciar e admirar todo o resto.

    A história pode ser simples, mas é também misteriosa e cinematográfica, se pensar em como ela diz, ao invés de o que ela diz. Há personagens incríveis, que você se importa, como um dos personagens mais carismáticos e engraçados que eu já tinha visto. O desenrolar do roteiro segue quatro acampamentos com líderes de diferentes filosofias. Uma mulher que oferece segurança em troca de trabalho escravo. Um político idealista que tem o programa de rádio que escutamos sempre ao terminar uma missão. Um pacifista que acredita na união dos humanos para enfrentar os infectados e um general ditador que usa a bíblia para justificar suas ações condenáveis. Mesmo simples, a história tem personalidade, você decide qual se adequa mais àquele mundo e decide que missões fazer em seguida, já que quanto mais missões você faz para um mesmo acampamento maior a confiança que eles têm em você.

    A frustração que senti nas vezes que a legenda simplesmente sumia ou quando, nas cutscenes finais, meu jogo ficou sem textura, não apaga a sensação que tive nas cinco últimas horas quando tudo era tão grandioso que eu me pegava nervoso e apreensivo com o que ia acontecer em seguida. Você leva menos em conta a técnica, ou a falta dela, quando sente o coração. Eu terminei a história recentemente, e já não vejo a hora de voltar.

    Eu acho que todos deveriam dar uma chance a Days Gone, ele não é para qualquer um, mas também não é qualquer coisa.

    Days Gone

    Platform: Playstation 4
    413 Players
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    22
    • Micro picture
      kess · about 1 month ago · 3 pontos

      É mais um jogo de zumbi, mimimi... Gente chata do caramba. Excelente jogo, e sinceramente, os desafios me prenderam. Quando a história já foi, esse extra foi ainda mais bem vindo para manter viva a chama com o Oregon

    • Micro picture
      cowtonete666 · about 1 month ago · 3 pontos

      adorei o video,mais um inscrito \o

    • Micro picture
      igor_park · about 1 month ago · 2 pontos

      Gostei do texto, vou ver o vídeo depois e opino

      1 reply
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-05-26 11:54:35 -0300 Thumb picture
    17
    • Micro picture
      supernova · about 2 months ago · 2 pontos

      Este zero zero zero zero, é para sadomasoquists se louco kk deste ai passo longe.

      1 reply
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-05-08 13:40:50 -0300 Thumb picture

    Curious Expedition (PlayStation 4)

    Todo fã de Civilization sabe o porre que é os primeiros turnos, onde o mapa é todo fog e você tem que calcular os movimentos sem saber ao certo pra onde ir pra arrumar recursos ou se vai dar de cara com um acampamento bárbaro e ter que começar de novo.
    Pensando no público que gosta desse início incerto, que tal um jogo inteiro nessa mecânica? Curious Expedition é exatamente isso: um roguelite de exploração com combate em turnos e personagens consagrados como Darwin, Marie Curie e HP Lovecraft (sim, você não leu errado).

    Se você jogou Oregon Trail, certamente irá gostar desse jogo.

    Análise completa: https://nerdtrash.com.br/curious-expedition-playstation-4/

    Curious Expedition

    Platform: Nintendo Switch
    Players

    18
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2020-04-03 20:52:57 -0300 Thumb picture

    I LOVE NEW YORK! 🌃 (SHARE) 🕷️🕸️

    O combate segue violentamente...

    ...no alto da OSCORP INDUSTRIES.

    Achei foda esse combate vertical...fez lembrar umas fases do ouriço azul (SONIC).

    Uma batalha triste, tendo em vista que eram amigos e parceiros de trabalho...😬

    CHECK OUT! Um jogo tão bom que tú se pega pensando: "Tá, vou jogar o quê agora?". By the way, que CRÉDITOS foda, não?

    Pós créditos bem legais também...

    Quero muito outro ARANHA na Nova Geração...❤️

    Vai deixar saudades...😭

    "Acharam que eu ia embora, né?"

    "Aqui pra vocês! Ainda tenho muito o que mostrar..." 😈😈😈

    Um game open world de super herói muito impressionante com belos gráficos, trilhas e jogabilidade. Extremamente divertido, capta com fidelidade o universo MARVEL e impressiona nos mínimos detalhes. Faça um favor a si mesmo e jogue:

    Pra quem não tem PS4, saiba que THE AVENGERS está em desenvolvimento, terá "a mesma pegada" e será multi:

    VOCÊ SABIA que foram necessários 3 anos até o desenvolvimento final do movimento do personagem com suas teias de aranha para atingir a fluidez encontrada nesse game?

    Spider-Man

    Platform: Playstation 4
    882 Players
    424 Check-ins

    26
    • Micro picture
      hanzy · 3 months ago · 2 pontos

      Tu viu que teve uns vazamentos de algumas imagens que parecem ser o Spider - Man 2 e tão falando que talvez role em 2021 pra ps5. Eu nem joguei o primeiro ainda mas parece bom demais, tu jogou as DLC?

      1 reply
    • Micro picture
      rafael_mingato · 3 months ago · 2 pontos

      Mas como gosta de deixar o Miranha despido hein! hehe =P

      2 replies
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2020-04-03 11:58:53 -0300 Thumb picture

    Sonhe!🛌😴💭🍩

    DREAMS é um espetacular game para PLAYSTATION 4 com a possibilidade de se manter no PLAYSTATION 5 e também a intenção de suporte VR, desenvolvido pela MEDIA MOLECULE e que permite incríveis criações. É um game infinito e uma maravilha da tecnologia moderna pra quem curte criar / programar. Conheça...

    RUCKUS - JUST ANOTHER NATURAL DISASTER

    Com links televisivos ao vivo da cidade Princeps City, a estrela do show é um Kaiju estranhamente fofinho. Numa homenagem aos games RAMPAGE, você controla a criatura rumo a uma destruição em massa. Pegue um navio em alto mar (triângulo) e devore-o (quadrado) com o simples apertar de botões.

    Escale torres, multiplique pontos e tente a destruição total até o próprio exército acabar com a sua graça num ataque nuclear contra a própria cidade como visto em RACOON CITY.💥

    Aclamado um dos jogos mais charmosos em DREAMS...

    Review IGN:

    Review Gamespot:

    Dreams

    Platform: Playstation 4
    33 Players
    11 Check-ins

    25
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-03-05 01:41:21 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Sonic Forces

    Zerado dia 04/03/20

    Não curto pular a ordem que os jogos foram lançados, mas no caso de Sonic a bagunça está instaurada. Nos últimos anos tentei dar uma consertada nisso, mas os títulos de Wii e da geração Xbox 360 eu estou devendo quase todos, enquanto jogos mais atuais, como os de Wii U e até uns de 3DS eu já terminei.

    O lance é que você pode dizer que Sonic é uma série bem "whatever" em continuidade e que isso importa tanto quanto de um Final Fantasy pra outro, e é verdade. Eu só tento manter os jogos que obviamente continuam de um pro outro em ordem, como foi os casos com os Rush ou Boom e será com Black Knight e Secret Rings algum dia.

    Como não sou lá o maior fã da série (curtia um bocado na pré-adolescência os Adventure no Dreamcast), estava dando um tempo e jogando pingado. Zerei o Mania ano passado e nem lembro qual joguei antes dele, mas sei que ainda tem um bocado. Ao mesmo tempo os jogos são muito parecidos e a jogabilidade nunca me apetece muito, sobretudo nos jogos 3D, que sempre são mega frustrantes (ainda estou traumatizado por causa do Adventure 2 e Heroes).

    Assim como Kirby, parece que sempre que jogo um Sonic, um novo é anunciado e logo eu estou vários jogos atrasado.

    Da última vez foi Sonic Forces, mais um jogo 3D com cara de genérico que foi anunciado junto com o Mania! Claro que a galera pirou no jogo 2D e alguns, assim como eu, ficaram curiosos pela nova entrada 3D da série. Eu, pessoalmente, sentia que a SEGA estava colocando as coisas de volta aos trilhos e que ambos mereciam atenção.

    Tempos depois, Mania fez muito sucesso e Forces meio que bombou. Não fez feio como Boom: Rise of Lyric, mas era justamente o que eu temia: mais um Sonic genérico. Lembro que cheguei a ver uns vídeos explicando porque o jogo era fraco etc.

    O lance é que eu sabia que jogaria um dia. E como sempre, mantive a esperança, pois visualmente o jogo era agradável e o pouco que tinha visto da jogabilidade, parecia ok!

    Eu queria Forces e queria barato e felizmente a PS Plus finalmente o incluiu como jogo do mês de graça pros assinantes. Eu geralmente não assino e nem teria assinado por conta deles (já perdi jogos maiores por não assinar recentemente), mas como eu ainda tinha duas semanas por conta de um mês que peguei pra poder jogar The Division 2 com os amigos, aproveitei a chance.

    O jogo se abre com uma cinemática bonita e tal com os vilões e tal e assim, do nada, você está jogando com o Sonic nas Green Hill Zones da vida. Eu achei isso esquisito demais, mas depois fez sentido a maneira como foi escolhida essa apresentação.

    A jogabilidade e os cenários até então me lembram um bocado Generations e Unleashed, respectivamente, mas não há nada de errado.

    Depois Sonic toma uma surra para vários vilões clássicos, como Metal Sonic, Shadow, Zavok (Lost World) e Chaos! Cara, eu fiquei bem feliz de ver o Chaos sendo lembrado!

    Daí o plot segue com o fato de que Sonic desapareceu e muitos temem que tenha morrido. Dr Eggman toma o mundo e fica um verdadeiro caos. Essa é a desculpa usada para uma das maiores novidades da série: customização!

    Sonic Forces te faz criar um personagem que represente os seus gostos e meio que o torne um protagonista (daqueles mudos nas conversas).

    Você pode escolher um animal, como lobo, coelho, ouriço, pássaro etc. Além disso, escolher entre uma grande variedade de olhos, vozes, cores de diversas partes do corpo e afins. Geralmente eu faço personagens bizarros, mas aqui tentei fazer algo diferente, mas que fizesse sentido. Foquei em um animal diferente e com cores que se sobressaíssem dentro os tantos personagens do jogo (ele junta gente de tudo quanto é Sonic, um verdadeiro fanservice).

    O resultado final do meu personagem foi um coelho alaranjado e ficou bem mais bacana do que pode soar. Na verdade eu fui mexendo de cor em cor até sair algo bonito e deu muito certo!

    Em seguida você vai estar jogando com a sua criação e aprendendo suas mecânicas. Ele usa um gancho para balançar em certos objetos e usa uma arma que você pode trocar e equipar conforme desbloqueia outras novas. De começo eu tinha um lança-chamas muito bom pra matar muitos inimigos na tela e à distância, mas acabei testando muitos outros, como uma furadeira e outra que lançava projéteis.

    Logo o enredo vai se aprofundando e você vai estar jogando com outros personagens, como o Sonic clássico, pequenininho e gordinho da época do Mega Drive! Quem jogou Generations meio que já sabe o que esperar: fases mais lentas, mais plataforma, planejamento e tal. É bem interessante essa jogabilidade um pouco mais cuidadosa, mas quando você fica indo e vindo do Sonic moderno pro clássico em certas fases, percebe que o ritmo do jogo é meio confuso.

    O Sonic moderno é uma loucura de velocidade em fases que você mais assiste do que joga e com aqueles espíritos do Sonic Colors, fica uma loucura total de velocidade e mil inimigos morrendo em algo que parece um Musou. De repente o estágio seguinte é com o Sonic clássico e chega a ficar tedioso, embora a jogabilidade seja muito mais como videos games devem ser.

    Terminando um cenário você desbloqueia mil e um apetrechos pra equipar no seu personagem criado, por  pura estética. Chapéus, óculos, camisetas, luvas, acessórios e mais. Com Rank S em cada estágio você desbloqueia o dobro de coisas! A grande maioria eu ignorava, mas acabei botando um monte de coisas no meu coelho e logo ele estava irreconhecível!

    Em relação as fases, você as escolhe num globo e há a possibilidade de voltar nelas quando quiser, até pra conseguir Ranks melhores e conseguir as roupas que faltarem ou entrar nas pontuações mundiais (inclusive há um achievement pra isso).

    Além das fases da campanha, que se abrem conforme você termina a anterior, há ainda missões opcionais e acesso ao guarda-roupas do seu personagem e aos objetivos opcionais a serem feitos pelas fases, inclusive desafios diários.

    Quando você terminar o jogo, terá passado por 30 níveis. A maioria deles é super curto e fácil. Alguns são apenas pra chefe também. Como o jogo não tem sistema de vidas, você pode morrer a vontade e voltar ao último checkpoint (mas o tempo continua contando e seu Rank caindo). Basicamente, zerar Sonic Force é só uma questão de tempo. 4 horas, pra ser mais específico, pois foi o tempo que fiquei a tarde sentado em frente à TV jogando a aventura do início ao fim.

    Eu não me senti exatamente jogando Sonic em Forces. Mesmo com toda a velocidade, depois de um tempo parece só um jogo genérico qualquer, com cinemáticas muito bonitas e trilha sonora maneira. Eu senti que esse título tem todo o enredo, piadas e personagens que um moleque de 12 anos curtiria, e não há nada de errado com isso, na minha opinião. 

    Eu que tenho mais do que o dobro disso e já joguei um bocado de Sonic, tenho que admitir que a experiência foi até relaxante, principalmente com o histórico de frustração de final dos jogos 3D do ouriço azul. Talvez os estágios não tenham sido lá muito memoráveis e a estética levemente soviética não tenha me atraído, mas acho que tivemos dois Sonic de uma vez e que essa metade aqui tenha sido mesmo voltada pra nova geração e que um moleque de 12 anos se divertiria com isso sim. 

    Inclusive o fato do outro jogo da Plus ser Shadow of the Colossus só reforça que tentara agradar à dois perfis de jogadores.

    Pro meu gosto, Forces é um jogo ok, nem fede, nem cheira. De certa forma, acho que eles acertaram sim.

    Resumindo: Sonic Forces é só mais um jogo do Sonic, mas com visuais melhores, um enredo do que poderia se rum desenho do ouriço em alguns episódios e de jogabilidade funcional, coisa rara pros jogos 3D do azulão. Acredito que Forces seja um jogo bem infanto-juvenil e definitivamente não focado no público que eu faço parte. É o tipo de jogo que vários dos meus alunos gritariam de felicidade em ver tanta velocidade e música upbeat acontecendo.

    De bom: gráficos muito bonitos 90% do jogo, ao ponto de eu ter achado estranho ver meu protagonista em uma CG e então perceber que na verdade era uma cutscene feita na engine do jogo. Jogabilidade apesar de eu me confundir um pouco com os botões de uso dos espíritos, uso da arma e habilidades que você só pode usar com a barra delas cheia. Fanservice bacana, com vários personagens de vários jogos da série. Há motivos pra um rejogar. Trilha sonora muito boa.

    De ruim: pouca variedade de chefes, sendo que um ou outro eu nem enfrentei, como o próprio Chaos (nem sei o que aconteceu com ele). O jogo se joga por si mesmo em diversas partes e você não sabe nem se o analógico que você está segurando faz mesmo alguma diferença. algumas dessas partes poderiam incluir comando sim, como ativar a corda que balança o personagem, coisa que ele faz sozinho. QTE servem como Elite Beat Agents e o personagem vai executar a ação mesmo errando, mas quanto mais perto do timing perfeito, maior a sua pontuação, que conta pro seu Rank. O jogo pouco inova e o lance do personagem original é bem besta (fora que jogar com ele nem é muito legal). Level design muito simples e previsível. Muito foco em velocidade e quase nada em exploração. O DLC gratuito só acrescenta mais três fases curtinhas. O vilão original parece tanto com outros do passado que eu jurava que era um personagem que estava retornando.

    No geral, é um jogo simplório, mas divertido. De um lado de uma das séries mais famosas de video game que não é exatamente voltada aos jogadores mais antigos dela. Repito: jogar ou não Forces não faz diferença, mas tenho certeza que o jogo tem seu público. Jogo ok.

    Sonic Forces

    Platform: Playstation 4
    123 Players
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    30
    • Micro picture
      topogigio999 · 4 months ago · 2 pontos

      Ótima análise, irei experimentar...

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 4 months ago · 2 pontos

      Achei super divertido e as notas no lançamento bastante injustas...

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