• andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2020-01-04 13:35:23 -0200 Thumb picture

    Espirro! (CHECK-OUT/SHARE).

    Seguindo com esse game mágico que marcou a infância e adolescência de muitos ALVANISTAS aqui...

    Ficar atento pois...

    ...tem uns colecionáveis que se misturam com o cenário, como o caso dessa "peça" ae...

    A carinha dele quando morre.(^^) 😁

    Perseguir o BIG BOSS requer um pouco de paciência...

    Zerado! Mas a ovelha querer aparecer...

    ...mais do que o "destemido dragão", ae não. Toma!

    Muito bacana a arte que representa SPYRO com seus amigos dragões salvos...

    Agora é curtir as férias...e partir pro SPYRO 2.

    Muito massa a foto dessa galera toda responsável por trazer de volta o adorável SPYRO!

    SPYRO THE DRAGON é um game de 1998 produzido pelo famoso Marc Cerny (também trabalhou no SONIC 2, UNCHARTED, RATCHET & CLANK, KNACK...) inicialmente para o PlayStation.

    Spyro é capaz de cuspir fogo, dar chifradas e dar um impulso no ar. Utilizando a UNREAL ENGINE 4, e uma forte colaboração entre TOYS FOR BOB e ACTIVISION GAMES, em 2018 reviveram o SPYRO de forma graciosa.

    Spyro Reignited Trilogy

    Platform: Playstation 4
    100 Players
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      natnitro · 18 days ago · 2 pontos

      "I think i smell a barbecue..." -- Spyro
      Essa parte da ovelha ai é sensacional mesmo, principalmente pela carinha de travessura do Spyro... xD
      Já a maior fofura ai foi justamente esse são bernardo na foto do time de desenvolvimento, que dá vontade de abraçar e não soltar mais... kkkk

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-12-23 20:16:00 -0200 Thumb picture

    Espirro! (SHARE).

    Spyro visualizando a área do alto...

    Analisando "a pista" pra dar aquela acelerada sem bater com a cabeça...

    Parece uma parede mas...

    ...na realidade é uma engenhosa passagem secreta.

    A Terra do Gnasty...

    ... não é o mais amigável dos lugares que existe.

    Tentando fazer pose de dragão intimidador.🐲

    Andando por ae encontrei...

    ... Ratatouille e sua família. 🐁🐀

    Pegando um bronze enquanto me preparo prós próximo check ins.

    SPYRO THE DRAGON é um game de 1998 produzido pelo famoso Marc Cerny (também trabalhou no SONIC 2, UNCHARTED, RATCHET & CLANK, KNACK...) inicialmente para o PlayStation.

    Spyro é capaz de cuspir fogo, dar chifradas e dar um impulso no ar. Utilizando a UNREAL ENGINE 4, e uma forte colaboração entre TOYS FOR BOB e ACTIVISION GAMES, em 2018 reviveram o SPYRO de forma graciosa.

    Spyro Reignited Trilogy

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      chimianopao · 29 days ago · 2 pontos

      Ratatouille auhauhua

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      mastermune · 28 days ago · 2 pontos

      Quero muito esse jogo, mas to sem grana u_u,

      Aceito de presente :>

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-12-16 17:48:34 -0200 Thumb picture

    Espirro! (SHARE).

    A carinha do SPYRO vendo esses inimigos esquisitos...

    ... é um mais louco que o outro

    ...tem até o "capiroto".😈

    Bora queimar todos! 🔥

    E bora salvar dragões também

    Afinal de contas, foi pra isso que eu vim!

    Todos dessa área encontrados! 💪🏻

    Mas temos tempinho pra salvar as fadas também!

    Afinal de contas, nos ajudam bastante ao longo do game para acessar certas áreas.

    Bora explorar o castelo.

    SPYRO THE DRAGON é um game de 1998 produzido pelo famoso Marc Cerny (também trabalhou no SONIC 2, UNCHARTED, RATCHET & CLANK, KNACK...) inicialmente para o PlayStation.

    Spyro é capaz de cuspir fogo, dar chifradas e dar um impulso no ar. Utilizando a UNREAL ENGINE 4, e uma forte colaboração entre TOYS FOR BOB e ACTIVISION GAMES, em 2018 reviveram o SPYRO de forma graciosa.

    Spyro Reignited Trilogy

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      mastermune · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu tô com esse jogo na wish, tô doido pra jogar ele, só me falta a grana kkkkkkkkkkkkk.

      3 replies
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      andrexdl23 · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse jogo é incrível! <3

      1 reply
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      mjdias · about 1 month ago · 2 pontos

      To jogando spyro tbm, mas nao cheguei a jogar muito no PS1, sabe me dizer se o spyro 2 e 3 tem algum acréscimo, tipo ele chega a aprender novas habilidades ou coisa do tipo.

      2 replies
  • jimmyramalho Jimmy
    2019-12-13 01:08:15 -0200 Thumb picture

    O Totem

    Jogo finalizado n° 27

    Igneous é um jogo indie de plataforma e foi lançado em 2009 pela DigiPen. O jogador assume o controle de um pequeno totem azul mágico do Tiki (um Deus da Polinésia), identificado apenas como o 'Totem'. O objetivo do jogo é escapar vivo de um vulcão em chamas.

    Jogabilidade

    O jogador começa cada etapa com um pequeno filme mostrando algum tipo de risco de lava ou outro dispositivo perseguindo o Totem. O Totem deve então rolar o mais rápido possível, o tempo todo o ambiente ao redor do jogador está explodindo e caindo aos pedaços. Estruturas explodindo arremessam pedaços de sua fundação no Totem e destroem o caminho à frente, e um fluxo sempre presente de magma se estende por trás do jogador.

    Para evitar esses riscos, o Totem pode optar por acelerar, diminuir a velocidade, virar à esquerda ou à direita e pular. O Totem é muito manobrável e, portanto, pode pular na parede o máximo de vezes possível em qualquer parte sólida do ambiente. Enquanto partes do seu caminho à frente podem ser destruídas, você ainda pode saltar de um pedaço voador de entulho para se salvar.

    Gráficos

    A parte gráfica do game é sensacional, a direção artística te puxa pra dentro da tela e te faz jogar até o fim. Os cenários são muito bem feitos, te fazem sentir a sensação de agonia e de ter que fugir para sobreviver.

    Som

    Eu nunca vi um game indie com Soundtracks tão boas como a de Igneous, são muito bem feitas e tem um toque meio tribal que faz a imersão ser ainda maior.

    Igneous

    Platform: PC
    2 Players

    14
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-12-09 23:41:00 -0200 Thumb picture

    Espirro! (SHARE).

    A carinha da felicidade com os 100% concluído!

    Jogo lindo demais, não? 🤩

    Enfrentando o "BIG BOSS".

    Nova fase: PASSAGEM ESCURA

    "Doguinho filá-da-puta". 🐕

    Minha cara tentando descobrir...

    ...como esse carinha ae...

    ...consegue se enfiar ae dentro.🤔

    Carinha muito louco... sempre com "uma novidade".

    POKÉMON "saporra"?

    SPYRO THE DRAGON é um game de 1998 produzido pelo famoso Marc Cerny (também trabalhou no SONIC 2, UNCHARTED, RATCHET & CLANK, KNACK...) inicialmente para o PlayStation.

    Spyro é capaz de cuspir fogo, dar chifradas e dar um impulso no ar. Utilizando a UNREAL ENGINE 4, e uma forte colaboração entre TOYS FOR BOB e ACTIVISION GAMES, em 2018 reviveram o SPYRO de forma graciosa.

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      andrivaio · about 1 month ago · 2 pontos

      Junto ao Ratchet & Clank, esse foi um dos jogos mais divertidos de se platinar. Leve, bem humorado e divertido!

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-12-05 21:50:02 -0200 Thumb picture

    Espirro! (SHARE).

    Só observando a macacada...seus filhotes jogam um cacho de banana em nós 😂

    Entrando no BREJO NEBULOSO. Uma pena SPYRO não nadar em seu game de estréia...

    Tem um bocado de inimigos esquisitos por aqui...😂

    "CUIDADO"! 

    Ainda bem que a galinha me avisou da aproximação de mais um inimigo esquisito...

    Batendo um papo com a "fada safada".

    Será que tem mais inimigos esquisitos?

    TEM!

    Está anoitecendo então...

    ...bora salvar mais dragões.

    SPYRO THE DRAGON é um game de 1998 produzido pelo famoso Marc Cerny (também trabalhou no SONIC 2, UNCHARTED, RATCHET & CLANK, KNACK...) inicialmente para o PlayStation.

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  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-11-30 13:30:14 -0200 Thumb picture

    Espirro! (SHARE).

    Muito inimigos loucos na Terra dos Mágicos...

    Esses "cheiraram" algo muito forte...😁

    A carinha do SPYRO olhando pro grandão...lol

    Engraçado que é tudo temático, ou seja, estou na Terra dos Mágicos, com inimigos mágicos e até meus amigos dragões também "pagam de mágicos".

    Descendo com tudo na "super rampa" pra atingir a "super velocidade" e ...

    conseguir acesso a novos locais ou adquirir força para quebrar baús resistentes.

    Nova área, nos pântanos. Se reparar bem, as árvores aparentam ter um rosto...🌚

    Os inimigos eletrificaram todo o ambiente...

    Suas armas também estão eletrificadas...

    Inevitavelmente isso vai te acontecer...⚡⚡⚡

    SPYRO THE DRAGON é um game de 1998 produzido pelo famoso Marc Cerny (também trabalhou no SONIC 2, UNCHARTED, RATCHET & CLANK, KNACK...) inicialmente para o PlayStation.

    Spyro é capaz de cuspir fogo, dar chifradas e dar um impulso no ar. Utilizando a UNREAL ENGINE 4, e uma forte colaboração entre TOYS FOR BOB e ACTIVISION GAMES, em 2018 reviveram o SPYRO de forma graciosa.

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-11-28 15:24:42 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Commander Keen: The Complete Pack

    Zerado dia 28/11/19

    Aparentemente não existe essa versão que inclui cinco jogos aqui no Alvanista, mas essa página tem a imagem do Complete Pack, então vai ser aqui mesmo.

    Bom, há uns tempos atrás eu estava pesquisando sobre a id Software e relacionados e descobri que, antes de de Wolfenstein e Doom, os caras trabalharam em outros jogos de grande relevância ou que eu já conhecia de algum lugar, mas não sabia o nome. Entre esses jogos estão Dangerous Dave, que eu jogava na escola quando tinha 11 anos e tinha meus primeiros contatos com um PC, e Commander Keen, um personagem da série de mesmo nome que eu já meio que conhecia.

    Fiquei super curioso com o Keen e achei esse pacote na Steam "The Complete Pack", embora ainda falte uns 2 ou 3 jogos da série nele. Numa promoção aí aleatória ele apareceu por apenas R$2 e eu comprei na hora!

    Essa coleção contém os seguintes jogos/episódios: Marooned on Mars, The Earth Explodes e Keen Must Die da saga Invasion of the Vorticons, além de Secret of the Oracle e The Armaggedon Machine da saga Goodbye Galaxy.

    A primeira trilogia é bem simplória em visual e comandos e cada jogo continua a estória de seu anterior. Aparentemente a ideia era vender por episódios na época e o final de cada título deixa um cliffhanger acompanhado de um bocado de propaganda e telefone para encomendar a próxima parte.

    Sendo assim, é normal que um jogo termine com "quando Keen achou que estava tudo resolvido, uma ameaça maior aparece. Você não vai acreditar nas revelações que se seguem. Veja a aparência dos alienígenas no próximo episódio".

    O que dá mais raiva nessa questão é que o enredo basicamente só é contado no começo e fim do jogo e tudo o que você faz é passar de um bocado de fases genéricas. Ao menos cada jogo custava U$5 e a trilogia podia ser adquirida por U$10.

    Abrindo o jogo pelo Desktop, inicia-se o episódio 1, Marooned on Mars, da saga Invasion of the Vorticons. E é sempre assim, então se quiser jogar os outros, certifique-se de abrir pela Steam!

    A primeira tela do jogo tem um bocado de opções, inclusive uns textos e imagens contando a estória e ensinando os comandos. Se você for em New Game, como eu, vai aprendendo na raça

    Mas, como já dito, os comandos são simples: setas para andar, Ctrl para pular e Alt para ativar seu pula-pula (depois que você o adquirir fases depois), que permite que você fique quicando e pule bem mais alto em troca de menos controle do personagem, mas ao menos você pode desequipá-lo a qualquer momento.

    A parte mais bizarra: aperte Ctrl + Alt e você atira. Nem preciso dizer que você faz a maior confusão, principalmente em momentos mais tensos. Tentei de várias formas conectar meus controles e jogar mais confortavelmente, mas as tentativas foram em vão e eu só perdi tempo.

    Em cada um desses jogos iniciais você anda pelo mapa e escolhe a fase que quer jogar. Existem fases obrigatórias, que inclusive chegar a bloquear a sua passagem para outros pontos do mapa, e há fases opcionais, que geralmente servem mais para coletar itens e ganhar vidas com isso.

    No geral, Commander Keen é um jogo de plataforma de level design meio esquisito. Sua missão é puramente chegar na porta final, mas no meio do caminho há inimigos, obstáculos que exigem pulo e precisão e algumas dificuldades como falta de munição ou monstros invencíveis, rápidos e de padrões impossíveis de decifrar.

    Conforme você avança pelos jogos, as fases ficam maiores e exigem maior exploração em busca de chaves de cores específicas para abrir portões e terminar os níveis. A maior sacanagem é que o personagem morre com apenas 1 hit e e volta ao começo da fase (não existiam checkpoints). Isso faz com que um inimigo chato ou uma surpresinha acabe com todo o seu suado progresso em um estágio e a frustração é garantida. Junte isso aos comandos que tem um leve delay e você vai querer estar jogando Mario.

    Depois de terminar a incrivelmente frustrante primeira trilogia e me estressado muito mesmo em fases curtas, mas que demorei horas para passar, chegou a hora dos dois últimos jogos, da série Goodbye Galaxy.

    O primeiro, The Secret of the Oracle, foi meio que um colírio pros olhos. Ele tem um visual mais Game Boy Color e isso é uma grande evolução! Os visuais são muito mais agradáveis, como as animações, controles mais fluídos e a trilha sonora. Eu não estava esperando essa evolução!

    Pois é, jogar os três primeiros jogos me pareceu uma grande perda de tempo.

    Commander Keen finalmente parecia um jogo de verdade, apesar dos comandos ainda fazerem meus dedos doerem e a dificuldade ainda ser meio estranha e continuar me mandando pro começo de cada estágio ao morrer.

    Chegou um momento que eu só estava correndo o tempo todo em busca da saída, mas ainda há fases que necessitam de exploração e das malditas chaves. Bom, ao menos agora o mapa mostra uma bandeira rasteada em cada fase que eu termino!

    Com o passar da jogatina e fases que subiam e desciam de dificuldade absurdamente de uma pra outra, algumas coisas bacanas foram apresentadas, como a necessidade de encontrar equipamento de mergulho para acessar  um "mundo" e até mecânicas, como nadar, e obstáculos novos aqui e ali.

    Bom, esse quarto jogo tinha me animado um bocado, o que eu também não esperava depois de umas duas semanas jogando isso sem a menor vontade, praticamente. Cheguei a perder mais tempo tentando jogar com o controle novamente, mas tá tudo bem.

    Quando comecei o quinto e último da coleção, eu estava bem contente. Eu sabia que estava perto do final e que cada jogo tem em média 1h30min de duração e que era só tirar um tempinho do meu dia.

    Para a minha alegria, o último episódio tem toda uma temática Star Wars e acontece numa nave, assim como o episódio 2 da coleção. A nave é dividida em partes como motores e afins que serve como fase e no final de cada uma você desativa aquela parte pra sempre. Termine todas a um elevador fica disponível para o final do jogo, que infelizmente não contou com um chefe final, como em jogos anteriores. Mas acredito que se um dia você quiser jogar um único jogo da série, The Armaggedon Machine possa ser a melhor escolha até aqui.

    Resumindo: Commander Keen: The Complete Collection conta com 5 joguinhos que tiveram lá a sua importância pro PC da época, mas que hoje em dia não valem a pena. Como um amante de jogos de plataforma, eu tenho que dizer que as aventuras do garoto loirinho não envelheceram nada bem. Além do mais, todos os títulos são bem semelhantes e que jogar um é mais do que o bastante pra conhecer a série.

    De bom: os jogos, sobretudo os dois últimos, tem lá seu carisma, tanto visual quanto as leves piadas e textos no geral. A ideia toda é bem legal. Existem cheats, coisa que eu descobri tarde demais e mesmo assim, só consegui fazer um funcionar, mas já é alguma coisa. Nos jogos mais recentes, é possível salvar a qualquer momento nas fases, mas carregar o save é bem chato e exige que você saia do jogo pra tela principal e dê load, o que leva algum tempo.

    De ruim: delay nas ações. Partes de plataforma difíceis, injustas e frustrantes. Mortes te jogam pro começo da fase, sem progresso algum! Não consegui configurar controles, nem mesmo USB. Algumas fases se estendem demais. Vidas e munição limitados demais. Difícil ver alguns inimigos e reagir quando ele pulam na tela. Os primeiros jogos só usam dois botões pra três ações, e isso é tenso. Level design bizarro.

    No geral, foi uma experiência ok e que eu deveria ter postado cada jogo zerado pra diminuir o peso desses jogos e poder jogar com intervalos, mas já foi. Se eu vou jogar os outros? Um dia, quem sabe? Recomendo ver algum vídeo sobre a série e tal, mas jogar mesmo, não vale a pena. 10 horas praticamente desperdiçadas.

    Commander Keen

    Platform: PC
    13 Players
    1 Check-in

    10
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      lukenakama · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns, esse acho que só conheço de nome mas nunca joguei.

  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-11-25 22:29:21 -0200 Thumb picture

    Espirro! (SHARE).

    Pegando um ligeiro bronze antes de...

    ... ter que aturar esse "mago abusado" (me ataca e morre de rir em seguida).

    Aqui na TERRA DOS MÁGICOS tem o "GORPO" também (HE-MAN💪🏻)

    Tem "uns bichão" sinistro ...

    A caverna das TARÃNTULAS GIGANTES possui um certo desafio para explorar os colecionáveis.

    Esse mago é pequeno porém bastante "chatinho"...com seus "hadoukens de gelo".🥶

    A sorte é que tem umas fadas pra dar um ligeiro help.

    "Safadinha"...dando bitoquinha no SPYRO 😘

    Salvando mais dragões...

    ... enquanto tento compreender seus velhos conselhos e suas velhas piadas! 😎

    SPYRO THE DRAGON é um game de 1998 produzido pelo famoso Marc Cerny (também trabalhou no SONIC 2, UNCHARTED, RATCHET & CLANK, KNACK...) inicialmente para o PlayStation.

    Spyro é capaz de cuspir fogo, dar chifradas e dar um impulso no ar. Utilizando a UNREAL ENGINE 4, e uma forte colaboração entre TOYS FOR BOB e ACTIVISION GAMES, em 2018 reviveram o SPYRO de forma graciosa.

    Spyro Reignited Trilogy

    Platform: Playstation 4
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      onai_onai · about 2 months ago · 2 pontos

      É o novo He-man. Hehe...

      1 reply
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      lendaryo · about 2 months ago · 2 pontos

      Joguei demais os games do Spyro, principalmente os da era do play2. Puts, faz um bom tempo q n jogo um adventure kk

      3 replies
  • jimmyramalho Jimmy
    2019-11-25 01:36:54 -0200 Thumb picture

    Acompanhado Por Si Mesmo

    Jogo finalizado n° 25

    The Company of Myself é um game indie de plataforma desenvolvido pela 2DArray e lançado em 2009. O jogo roda direto no navegador, então não custa nada ter essa experiência.

    Enredo

    O jogo conta a história de um homem que vive em um mundo verde e cheio de grama. Ele é o único humano, mas por que ele está sozinho é inexplicável. Havia uma mulher que o personagem principal amava profundamente. A história é contada através de um monólogo instigante, que revela que o mundo gramado e as ações do personagem são simbólicas. As entradas de texto que contam a história parecem ser as entradas do diário do protagonista. Essas entradas contam a história de como o protagonista está lutando para lidar com a perda e a culpa. O jogo é construído em torno da narrativa e até o design de níveis e os objetos do jogo fazem parte da narrativa. Ele matou a esposa e colocou o cadáver em uma caixa verde.

    Jogabilidade

    O jogo é um jogo de plataformas com distorção no tempo, onde o objetivo em cada nível é alcançar a saída. Todas as suas ações até você pressionar o botão Espaço estão sendo gravadas. Assim que você redefine o relógio, o nível recomeça, exceto agora que há um duplo fantasma de você correndo, reencenando sua primeira jogada. Pressione espaço novamente e adicione outro à mistura, este também se movendo de acordo com as etapas que você definiu. Alguns níveis restringirão o número de "cópias" de você mesmo. Você pode pular essas iterações para alcançar lugares que não poderia alcançar anteriormente. O jogo possui 20 níveis com dificuldade crescente e você leva em torno de 10 minutos para finalizar.

    Gráficos

    Pra ser sincero os gráficos são muito básicos e com a qualidade não tão legal, a direção artística também é um pouco fraca, porém ele como a maioria dos jogos indies nos pega pelo emocional.

    The Company of Myself

    Platform: PC
    12 Players

    11

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