• 2020-10-11 18:54:15 -0300 Thumb picture

    Efeméride Gamer #20

    Medium 740701 3309110367

    11  de Outubro de 2004.

    Há 16 anos atrás, Paper Mario: The Thousand-Year Door era lançado na América do Norte para Nintendo Gamecube. Desenvolvido pela Intelligent Systems e publicado pela Nintendo.

    Paper Mario: The Thousand-Year Door

    Platform: Gamecube
    963 Players
    73 Check-ins

    6
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-08-18 14:10:37 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Paper Mario: The Origami King

    Zerado dia 17/08/20

    Olha eu aqui de novo! Notei que um bocado de gente começou a me seguir esses dias. Por quê será? Bug no Alvanista talvez? Faz um tempo desde que terminei um jogo e postei aqui, mas tenho alguns motivos pra isso! Voltei a trabalhar (a tarde toda e só chego em casa a partir das 20h, cansado), mas ainda assim continuo as minhas jogatinas, principalmente pela manhã dependendo da hora que levanto. A noite também jogo video game, mas alguns dias estou bem cansado e acabo ficando com sono muito rápido, e se o jogo for mais lento, ferrou!

    Pois é, o caso aqui foi justamente a combinação de cansaço com falta de tempo com RPG. Quem lê meus textos deve saber que de vez em quando reclamo das minhas "dificuldades" com títulos estratégicos/com muito texto ou lenga-lenga. Fora que muitas noites tenho me concentrado em Animal Crossing: New Horizons ou Rogue Company com os amigos.

    E o que dizer de Paper Mario: The Origami King? Um jogo lançado bem recentemente e que faz parte da trindade (junto com Kirby Star Allies e Luigi's Mansion 3) de títulos que joguei gratuitamente graças à uma amiga que emprestou sua conta pra usar aqui.

    Sobre a série Paper Mario, eu sempre quis jogar, desde que a conheci por revistas há séculos atrás, mas só pude finalmente a experimentar com a bomba do Sticker Star (3DS). Apesar do jogo ter decepcionado bastante (e todo mundo ter concordado com isso), curti a ideia e fui jogar os outros. 

    Com o tempo, emulei o de N64 no celular e amei a experiência. Em seguida comecei um tiquinho do Super (Wii) e finalizei o Color Splash (Wii U). Ainda não joguei o Thousand-Year Door (GC) que o povo diz ser o melhor, mas já deu pra entender bem do que os jogos se tratam.

    No Switch os rumores já vinham de muito tempo: jogo novo aqui, remaster da versão de Gamecube ali. Pra mim a versão de Wii U ainda parecia tão recente e tendo dois na lista ainda pra jogar, eu nem chegava a me interessar num novo Paper Mario.

    Enfim, o jogo foi anunciado num curto vídeo da Nintendo meio que do nada. Fizeram até um vídeo de gameplay explicativo ao vivo que foi a coisa mais chata do mundo. Me convenceram a não comprar!

    Depois de seu lançamento, vi bastante gente falando bem e tal e fiquei bem dividido. Seria um daqueles jogos pra baixar num Switch futuramente desbloqueado? Bem, rolou essa oportunidade e lá fui eu...

    Começando a aventura, eu não sabia bem o que esperar, mas logo qualquer vontade de continuar jogando foi se esvaindo. A apresentação de Origame King é horrível! Um monte de conversa fiada e logo você já está na aventura com uma desculpa sem graça de ajudar o reino. Chega a ser bizarro.

    Logo você se encontrará na cidade principal, cheia de lugares pra ir, prédios e nenhum personagem nela. Eu não consigo descrever o quão parado e tedioso o início desse jogo é. Que coisa mais esquisita!

    Em seguida você estará no primeiro mapa da aventura, onde o vídeo ruim da Nintendo tinha mostrado. Até então o jogo estava me bombardeando de diálogo a todo momento e quase nenhum gameplay. Acho que passei uns 3 dias sem voltar pro Paper Mario por falta de interesse. Acabei me forçando um pouco pois além de eu sempre terminar meus jogos, estava me sentindo meio que pressionado a "devolver" a conta o mais rápido possível!

    Com mais um pouco de jogo, logo me foram apresentadas algumas de suas particularidades, como o sistema de batalha, que deixou a muitos com a pulga atrás da orelha por ser meio diferentão e principalmente por não dar XP (o jogo não tem sistema de level up). Pra quê batalhar?

    Pois é, existem dois tipos de batalha: o mais comum, que acontece num tabuleiro e que funciona mais como um quebra-cabeças que qualquer outra coisa. Esse tipo de batalha ainda tem duas versões: contra inimigos comuns e contra chefes, que são bem diferentes. O outro tipo de batalha é mais incomum e acontece no mapa mesmo (sem entrar em uma arena). Geralmente envolve desviar dos inimigos e acertá-los no momento certo.

    As batalhas no tabuleiro, mais importantes, funcionam da seguinte maneira:os inimigos aparecem no campo, cada um em um quadrante diferente, e logo depois se espalham. O seu dever é rotacionar os círculos do tabuleiro ou deslizar as colunas de modo que os inimigos fiquem ou em linha reta (imagem acima) ou posicionados num espaço de 2x2. Inimigos em linha reta serão todos golpeados com seu ataque de pulo com a bota. Até quatro inimigos serão acertados com seu martelo se estiverem juntos num espaço de 2x2.

    O que acontece se você não conseguir os ordenar de forma correta ou o tempo acabar? Você só vai prolongar a batalha e possivelmente tomar dano, e você não vai querer nenhum dos dois!

    Imagine que uma linha ficou com 3 inimigos e um deles ficou na coluna do lado. Você vai pular nos três e em seguida, no turno dos inimigos, o que restou vai te atacar (se você apertar A no momento certo o Mario defende e diminui bastante o dano).

    Algumas batalhas são mais chatas e você vai querer ordenar os inimigos de forma correta e os derrotar o mais rápido possível, como em algumas que os sobressalentes chamam reforços pro campo, batalhas com muitos inimigos a serem derrotas (tipo 12 ao mesmo tempo) e batalhas por onda (derrote todos os monstros para seguir para a próxima onda, sendo 3 ondas o máximo).

    O fato é que as batalhas, independente dos inimigos, são MUITO parecidas e o jogo cai na repetitividade super rápido! O lance de não ganhar experiência, apenas moedas, também não ajuda em nada e eu acabava desviando de muitos deles para me poupar tempo pois o sentimento na grande maioria das batalhas comuns é justamente esse: perda de tempo!

    O dinheiro, que li muita gente recomendando juntar por ser super importante, é usado para adquirir itens como botas e martelos melhores (mas eles quebram depois de alguns usos), equipamentos de habilidades passivas (tipo aumentar o tempo para você organizar as batalhas ou vida maior) e itens de cura. Infelizmente esses itens são raramente encontrados em lugares que não sejam a loja da cidade principal e por preguiça eu acabava nem comprando muito e quase nem senti falta. Mais pra frente acabei estocando um bocado na mochila por serem bem mais fortes que os básicos inquebráveis e agilizarem muito as batalhas (até porque tem muita batalha surpresa e eu só queria continuar explorando).

    No final do jogo eu estava com 90.000+ moedas e não via motivos para comprar mais nada. Eu estava constantemente usando uma função que você joga moedas no campo e os Toads da audiência pulam dentro do campo, organizam os inimigos pra você, causam danos a eles e ainda te dão itens e te curam. Uma das milhares de facilidades que o jogo trás e que comprovam o quão infantil ele é (quase sempre).

    The Origami King começou a ficar mais interessante na batalha contra o primeiro chefe. Nos chefes, ao invés de você ficar no meio do campo e apenas organizar os oponentes e os golpear, você fica de fora dos círculos enquanto o grandão fica no meio. Seu objetivo é organizar o chão e criar um caminho pro Mario chegar até ele!

    Nos espaços você vai ter coisas como setas, que mudam a sua trajetória, itens de cura, aumento de ataque, ação extra e golpes especiais. Os chefes por sua vez tem habilidades únicas e que vão demandar estratégia da sua parte muito além de apenas fazer um caminho simples. 

    Eu vou te dizer, as batalhas comuns desse jogo são um porre, mas as dos chefes são sensacionais! É quase lamentável que não tivessem dois tipos de mecânicas de batalha e terem deixado os círculos apenas pros vilões de cada capítulo!

    Enfim, são uns 5 mundos e cada um é dividido em duas partes, sendo que a primeira termina contra um monstro origami que depois vira um "summon" seu e uma batalha final contra objetos de papelaria/escritório, como perfuradores de papel e tesoura. Sei que a série tem umas cosias de objetos realistas no meio do mundo fantasioso, mas aqui é bem aleatório e não condizem com nada. Pra mim, uma péssima escolha dos designers (mas pelo menos as batalhas são bem feitas).

    Falando em consistência, The Origami King não tem quase nenhuma. O jogo é uma grande viagem muitas vezes, mas de uma forma que pra mim só parece uma chance perdida de ter feito algo que fizesse mais sentido. Seu objetivo é viajar para diversas áreas e libertar o castelo da princesa de 5 fitas de papel gigantes. Nenhuma área tem nada a ver com a cor de sua fita. Ok, até aí tudo bem.

    Os grandes e poderosos defensores dessas fitas (os objetos inanimados de escritório) dificilmente fizeram algo nos mapas relacionado aos seus poderes! É muito aleatório!

    Fora que tem partes que são sem pé nem cabeça, como uma parte que você navega estilo Wind Waker/Phantom Hourglass e há um bocado de névoa. Visite uma ilha escondida, liberte um Toad ou outro e ele dizem que vão te ajudar. Você volta pro barco, do nada surge um ventilador gigante e some com a névoa. Qual o sentido disso? Não conseguiram pensar em nada melhor? O Sticker Star teria feito melhor, sem dúvidas.

    Há ainda bastante área escondidas que não parecem que deveriam ser assim, como entradas, inclusive de onde você veio, que ficam atrás de objetos ou que não parecem ser um caminho. Esquisito.

    Resumindo: Paper Mario: The Origami King é um jogo bom, apesar dos apesares. Nas primeiras horas eu já preparava um review pra destruí-lo, mas a partir da segunda área (fita azul) eu já estava achando que o jogo estava bem menos preguiçoso e muito mais interessante. Fui ficando viciado e fiz um bom bocado do jogo, que parecia ser gigantesco na velocidade que vinha jogando, em apenas um dia (duas fitas e meia só ontem). Há um bocado de vacilo aqui e ali e o jogo poderia ter sido melhor e mais bem pensado, mas acho que curti mais que o Color Splash (que a galera torce o nariz mas eu acho legal). Ainda assim, a minha escolha, dentre os que joguei fica com o Paper Mario 64.

    De bom: o jogo é muito bonito. Tem textos legais (apesar que nada muito novo na série). Batalhas contra os chefes são muito divertidas. Motivos para continuar jogando incluem coletar todos os itens pro museu e encontrar todos os Toads escondidos.

    De ruim: batalhas comuns são tediosas e verdadeiras perda de tempo. Muita conversa fiada as vezes e pouca jogatina. O enredo é bem cliché (mas explorar os mapas é legal). Se eu fosse a IGN: Too much Toad! O jogo tem Toad demais pra tudo e explora muito pouco outros personagens da franquia. Os inimigos são origamis, mas acho que poderiam ter feito origamis mais originais ao invés de koopa troopa origami, goomba origami. Digo isso pois os próprios vilões estão lutando contra esses origamis. Enfim, poderiam ao menos ter elaborado melhor que es=les foram convertidos ou coisa do tipo.

    No geral, vale a pena jogar, ainda mais se você já conhece a série e tem a mente aberta. Melhor que as versões de 3DS e Wii U, pode ter certeza e cheio de momentos altos e baixos. Pra mim, é apenas mais um jogo e que poderia ter sido melhor. Joguei poucos mais de 25 horas e não jogaria novamente, então cuidado ao gastar aqueles R$299!

    Paper Mario: The Origami King

    Platform: Nintendo Switch
    35 Players
    10 Check-ins

    20
  • supernovas SUPERNOVAS
    2020-07-29 20:37:17 -0300 Thumb picture
  • supernovas SUPERNOVAS
    2020-01-28 15:12:03 -0200 Thumb picture

    DESDOBRANDO PAPER MARIO

    Mini podcast estreando! Vem relembrar/descobrir um dos poucos e melhores RPG's do Nintendo 64. Ouça no link ou nas plataformas de streaming Spotify, iTunes, Deezer, Pocket Podcast, etc.

    https://supernovas.com.br/podcast/desdobrando-paper-pario/

    Paper Mario

    Platform: N64
    2501 Players
    87 Check-ins

    22
    • Micro picture
      kess · about 1 year ago · 2 pontos

      Legal, curto, uma troca das experiências dos interlocutores. Fui até pesquisar essa história do cartucho valer um salário mínimo, e olha... uma infelicidade. Eu paguei 65 pila no meu único cartucho de N64, mas na época vivia de mesada, e sempre alugava alguma coisa.

      1 reply
    • Micro picture
      slashgoodboy · over 1 year ago · 1 ponto

      Vou lá ouvir e comentar.

      1 reply
  • 2018-11-12 15:39:35 -0200 Thumb picture

    Planilha de traduções de RPGs atualizada (5/11)

    Medium 597600 3309110367

    Aventureiros,

    Adicionei mais 10 RPGs na planilha, entre eles uma tradução ao nosso bom português de Paper Mario (N64), o retorno do personagem ao gênero após sua introdução em The Legend of the Seven Stars do SNES. Além dele:

    3 x 3 Eyes: Advent of the Divine Demon (SNES)

    Destiny of an Emperor (Game Boy)

    Growth of Devolution (SNES)

    La Wares (SNES)

    Oni II (SNES)

    Power of the Hired (SNES)

    Princess Minerva (SNES)

    Shiji Hero Legend (SNES)

    Super Shell Monsters Story 2 (SNES)

    https://docs.google.com/spreadsheets/d/1WXlPiCOFLO...

    Obs.: as últimas adições ficam destacadas em verde na planilha, sempre.

    Paper Mario

    Platform: N64
    2501 Players
    87 Check-ins

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      dairantou · over 2 years ago · 1 ponto

      Como assim planilhas, é parte do projeto para traduzir?
      Ou já esta traduzido o game?
      Me refiro ao paper mario

      1 reply
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2018-04-11 16:59:16 -0300 Thumb picture
    22
  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-10-11 15:55:59 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Paper Mario: Color Splash

    Zerado dia 11/10/17

    Quem lembra de quando saiu esse jogo? Bah, nem faz muito tempo. No dia do seu anúncio, eu lembro de não ter ficado nem um pouco surpreso e talvez até meio triste de ver mais um jogo da franquia Paper Mario. A verdade é que Sticker Star do 3DS meio que me traumatizou quando a minha jogatina de um jogo tão bonito e bem feito passou a ser algo nonsense e mal feito.

    Já na época do anúncio do Color Splash, o meu Wii U já estava com os dias contados e eu já planejava jogar Breath of the Wild no Switch que eu eventualmente compraria, mas cogitei segurar o console mais um pouco pra esse último exclusivo. Não rolou. Não curti a ideia de deixar o videogame parado mais um tempão só por causa desse jogo, além de que uns três amigos disseram que me emprestariam o console se fosse necessário. E foi isso mesmo que aconteceu e finalmente pude jogar o último jogo de Wii U da minha lista.

    A minha jogatina de Paper Mario: Color Splash  (PMCS) foi uma grande montanha-russa com uma duração média de 30 horas (e que pareceram muito mais).

    No início é impossível não amar  visual do jogo, coisa típica dessa série de RPG. Com os primeiros vídeos e imagens que vi há muito tempo atrás desse título, tinha uma estranha impressão de que a aventura era composta de cenários vazios e simplórios, não sei o porquê, mas em matéria de áudio-visual, PMCS não peca em nada e na verdade, chega a ser um dos jogos mais caprichados do bigodudo.

    Sticker Star também começou bem, então deixei as expectativas baixas, mas já prestando atenção em tudo e vendo como esse é sim um jogo mais interessante.

    O enredo começa com a chegada do Mario e amigos em uma cidade aparentemente abandonada, onde várias de suas partes estão sem qualquer cor e você deve pintá-las com o seu martelo. É aí que conhecemos Huey também, a lata de tinta que vai te acompanhar por todo o jogo e é exatamente ele que permite que você bata nas coisa e jogue tinta.

    Mario e Huey então saem por várias fases em busca das Paint Stars para devolver as cores a tudo. Aparentemente, a culpa foi mais uma vez do Bowser, que aqui aparece tudo pintado numa tinta preta e de uma forma bem diferente e interessante.

    Além de todo o problema causado pela falta de cores e afins, o vilão sequestrou a Peach mais uma vez. Não queiro spoilar o jogo, mas o plot é bem legal, na verdade.

    Assim como no jogo de 3DS, esse Paper Mario conta com um mapa do mundo e fases diferentes. Você explora um estágio até conseguir encontrar um estrela de tinta, geralmente depois de cumprir algum objetivo que vai abrir o seu caminho. Ao coletar o item, você é transportado para fora da fase e uma nova se abrirá.

    Ao manter o Mario em cima do estágio, podemos ver o nome do lugar e quantas estrelas ele contém (incluindo quais foram coletadas ou não). Essas estrelas vão de 1 a 3, mas dificilmente chega a esse máximo.

    Cada fase é bem única e divertida. A estória fica se prolongando um pouco de mais, mas é de um jeito até criativo, diferente do que a série Mario & Luigi faz, mesmo eu preferindo a ela do que a Paper Mario.

    Além de todo o conto e as mil piadas e referências a vários jogos, como:

    -"What in the Lost Levels?" - Um personagem diz, trocando "hell" pelo nome do jogo mais difícil do Mario.

    -Uma base similar a Shadow Moses Island, incluindo uma caixa com um personagem dentro.

    -Luigi de kart andando pela Rainbow Road e tocando o tema de Mario Kart 8.

    -Huey dizendo pro Luigi usar o seu "mean stare" caso alguém o ameace.

    O jogo conta com as clássicas batalhas da série, misturando um pouco de cada um dos jogos anteriores.

    Esses confrontos são iniciados quando tocamos num inimigo no mapa, ou simplesmente quando eles nos atacam. É sempre válido lembrar que atacar com o martelo ou pular em suas cabeças nos dá uma vantagem de início, mas saltar sobre inimigos espinhosos nunca é uma boa ideia!

    PMCS conta com uma grande variedade de cartas que podem ser encontradas pelos cenários, destruindo ou recolorindo, vencendo batalhas ou mesmo comprando. A grande variedade de cartas tem efeitos diferentes nas batalhas e até mesmo fora delas. 

    Bom, é aqui que o jogo mais se parece com Sticker Star.

    Uma das coisas que mais me desanimaram quando um amigo testou o jogo e comentou sobre seus problemas e mesmo quando eu joguei foram as mecânicas de batalha. Muito gimmick!

    Uma tela aparece no gamepad com as suas cartas. Daí são alguns passos:

    -Deslizar pra direita ou pra esquerda até achar a(s) carta(s) que você deseja;

    -Arrastar cada carta para os slots disponíveis a serem suados nesse turno (quanto mais você progride, mais cartas poderá usar num único turno);

    -Tocar em "Cards Ready";

    -Segurar o toque em cima de eventuais cartas preto e branco para colori-las, pois quanto mais tinta você por, mais forte ela é;

    -Tocar na opção de que terminou de pintar que eu nem mais lembro o nome;

    -Arrastar para cima como se tivesse mandando as cartas pra tela da TV.

    Esse último é tão tosco que eu sempre esquecia e já levantava a cabeça pra ver a TV e ficava esperando algo acontecer até perceber que esqueci desse movimento super tosco.

    Mas olha essa dica maravilhosa que descobri sem querer acessando as opções do jogo, que ficam relativamente escondidas e nada óbvias: primeiro que dá pra trocar essa questão de ser apenas touch para usar os botões! Isso agiliza tanto o jogo, a vontade de jogar só veio quando achei essa opção que já deveria ser default, pois possibilita ainda o uso do touchscreen. Segundo, é possível jogar PMCS no modo off-screen. Demorei pra ver o pequeno ícone na tela inicial, mas também pode ser feito pelo menu de opções de jogo. Pessoalmente, embora a imagem não fique tão bonita quanto na TV, jogar em apenas uma tela é muito mais fácil, além de que você pode jogar e deixar uns vídeos do Youtube passando na TV (uma pena que apenas apertar "-" no gamepad como no Wind Waker HD e outros não resolva esse problema instantaneamente.  Joguei várias horas acreditando que dependia da minha TV.

    Resumindo: Paper Mario: Color Splash é um jogo legal. Da série, estou devendo o de GC e o de Wii, e mesmo o de N64 sendo o meu favorito até agora, esse aqui chega a ser melhor em alguns quesitos, principalmente visual, quantidade de conteúdo, humor e grande variedade em todos os quesitos. Infelizmente o jogo chegou no finalzão da vida do Wii U, quando já tínhamos deixado o jogo de lado e algumas mecânicas e a certa lentidão pode afastar jogadores mais casuais, mas esse jogo merece sim ser jogado no final das contas.

    De bom: visual lindíssimo! Tudo de papel com texturas e tudo mais. Os efeitos de tinta no papel também são muito legais. AMO a estilização dos personagens, principalmente os Koopalings! Muita referência e elementos de jogos passados, como Mario World e até mesmo Sunshine! Muitas fases e muitos temas abortados em cada um dos 6+1 "capítulos". Apesar de ainda depender de uma certa exploração e de certas cartas em lugares específicos, há a possibilidade de apenas visitar um Toad na cidade principal e ele te dirá o que você precisará e basta comprar o item na lojinha. Dinheiro em abundância e várias formas de maximizar mesmo sem querer suas moedas e sair comprando cartas fortes. Dificuldade baixa e nem lembro de nada frustrante. Existem formas de conseguir cartas mesmos e você conseguir ficar sem no seu estoque. Achei legal como as cores vão se esvaindo conforme os inimigos tomam dano.

    De ruim: coisas típicas do Sticker Star, como ter que ter certa carta para passar de um chefe ou abrir um caminho num estágio, mas há várias formas de descobrir o que é. Muito backtracking, mas há um outro Toad que diz em que fase você deveria ir para prosseguir. Apesar de tudo, os defeitos são evitáveis e você não fica zanzando e não tem nada como a batalha do chefe do deserto do Sticker Star, que era no segundo mundo e eu deveria pular pro terceiro para pegar um item e matar o chefe, coisa que eu jamais faço. O fato de o jogo não ter "mundos" e as fases só serem liberadas com o progresso natural e, de certa forma, linear, impede que essas asneiras do passado voltem.

    No geral, a experiência foi muito legal e divertida, principalmente a partir do momento que não tive que usar mais touchscreen. Recomendo para fãs de RPG do Mario e que tenham algum tempo para jogar. Quando peguei as duas primeiras estrelas, já estava cansando do jogo, mas logo peguei o jeito e o resto foi voando! Bacana demais! E o mais importante: estou livre! Vem Switch, BotW e Mario Odyssey!

    Paper Mario: Color Splash

    Platform: Wii U
    115 Players
    30 Check-ins

    5
  • luis_carlosblj Luis Carlos Bernardes
    2017-08-11 11:00:29 -0300 Thumb picture
  • darknana Tayna Tavares
    2017-04-11 08:51:00 -0300 Thumb picture
    Post by darknana: <p>Ah, Nintendo</p>

    Medium 417397 3309110367

    Ah, Nintendo

    10
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2017-02-01 10:26:45 -0200 Thumb picture

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