• vico Vico
    2019-07-20 21:04:35 -0300 Thumb picture

    Pensando...

    Medium 649192 3309110367

    Assistindo a live do Monark fiquei pensando se uma função de lives no Alvanista daria certo.

    O próprio Monark por exemplo tá numa fase bem "underground" e não costuma fazer live em Twitch ou Youtube, se o Alvanista tivesse recurso de lives e ele viesse poderia dar um baita um na rede como um todo.

    Fora que é praticamente impossível compartilhar lives do face em outras redes sociais, nao tem como fazer o player aparecer (tipo no discord) pois a API do Facebook é costurada, um modo "aberto" de compartilhamento do video tipo Youtube e Twitch seria demais também.

    Então, que vocês acham?

    Ah a live do Monark lá no FB tá aqui: https://www.facebook.com/RandonsP/videos/349671195973908/

    Minecraft

    Platform: PC
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  • douggycandido 'Douggy' Candido
    2019-06-19 11:40:14 -0300 Thumb picture

    Dúvida

    Galera, preciso de uma opinião de vocês em qual próximo game que irei jogar, já que platinei recentemente o Days Gone e estou com dúvida nos seguintes jogos :
    - GTA V

    - Far Cry New Dawn

    - The Division 1

    - Forza Motorsport 7

    Days Gone

    Platform: Playstation 4
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      filipessoa · 2 months ago · 3 pontos

      Far Cry New Dawn pra continuar na onda de apocalipse rsrs

      1 reply
  • cyberwoo Diogo Batista
    2019-03-29 11:36:28 -0300 Thumb picture

    Stadia | O Futuro ou a ruína dos jogos

    O site está de volta ao ar e como prometido trago um artigo quentinho escrito pelo Geovane, dessa vez ele opina sobre o STADIA, o serviço de jogos que foi apresentados pelo GOOGLE algumas semanas atrás.

    Seria esse serviço a salvação ou ruína dos jogos? Confiram o artigo aqui: https://www.arquivosdowoo.com.br/…/stadia-o-futuro-ou-ruina…

    Curtam Arquivos do Woo

    Google Maps: Pokémon Challenge

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      andre_andricopoulos · 5 months ago · 2 pontos

      Eu acho que STADIA vai conquistar um espaço no mercado e aprender muita coisa com o tempo.
      Mas a galera vai continuar investindo e confiando mais na SONY, MICRO e NINTENDO...

      2 replies
  • cyberwoo Diogo Batista
    2019-01-18 21:19:29 -0200 Thumb picture
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-08 14:54:55 -0200 Thumb picture

    Gráficos Importam ( ! / ? )

    Medium 3696401 featured image

    Gráficos importam?

    O mundo muda, o ser humano se adapta, nos aventuramos cada vez mais nos mistérios da natureza e da existência, dando assim sentido a uma eterna e infinita busca pelo conhecimento, pelo novo, por uma verdade que sabemos que nunca alcançaremos. Neste caminho, a cada resposta que levantamos, um par de perguntas surgem para nos lembrar do quão pouco sabemos. Porém, algumas destas questões estão fadadas a assombrar a humanidade por toda a sua breve estadia.

    Após essa introdução completamente desnecessária e irrelevante, gostaria de convidá-los a uma das discussões mais antigas no curto tempo em que o vide-o game existe enquanto mídia:

    O debate sobre a importância dos gráficos nos jogos sempre reverbera na comunidade e se intensifica em conjunto com as comparações entre o cenário Indie e AAA. Diferentes prioridades despontam na produção de diferentes jogos.

    Talvez o argumento mais usado seja o da “opinião”. Dizer que a relevância da parte gráfica concerne apenas à preferência do jogador está correto, porém incorreto ao mesmo tempo. Busquemos adiante enfim compreender os argumentos mais utilizados sobre a importância deste fator e entender um pouco melhor a relação dos jogos com seus elementos visuais


    Definindo o conceito:

    Quando discutimos aqui a ideia de “gráficos”, podemos estabelecer como um sinônimo o “Visual”, ou seja, tudo aquilo que é de algum modo projetado na tela e como é feito isso. Deste modo, estamos falando da qualidade de textura e efeitos, a animação dos personagens e ambientação, o feedback visual do jogo, o HUD e muitos outros elementos diversos. Vamos agora, por meio de exemplos específicos debater cenários em que a importância do visual vai além da preferência.


    Benchmark - Cloak Engaged!

    Mas roda CRYSIS? A clássica pergunta que circulava a maioria dos ambientes da comunidade de PC Gaming. Crysis e suas sequências tornaram-se referência no mundo dos jogos não somente pelo seu gameplay e enredo mas justamente por demonstrar a capacidade e limites da computação gráfica do seu momento. Mesmo não sendo realmente otimizado da melhor forma possível, o jogo chamara a atenção por ser tanto uma ferramenta para testar performance dos computadores como sendo parâmetro de qualidade a ser batido.

    Animações faciais e corporais bem detalhadas, a vida animal e vegetal da ilha paradisíaca extremamente convincente, efeitos de iluminação, sombras e pós-processamento anos a frente do padrão da indústria fizeram com que Crysis seja algo a se admirar até os dias de hoje e digo sem medo que continua sendo mais convincente que muitos jogos da contemporaneidade.

    O realismo do jogo também indica a mais um aspecto: Imersão.

    Existem diferentes modos de se proporcionar a imersão do jogador. Esta pode ser alcançada por uma narrativa sólida, mecânicas intuitivas, controles bem planejados e de muitas outras formas, porém, quando se tem um time de arte e design tão competente em seu trabalho ou uma tecnologia de renderização tão avançada, fica realmente mais fácil.


    A Animação:

    Para os familiarizados com jogos de luta, este é um fator que tem grande peso na leitura do jogo. Um jogo de luta é sobre ler movimentos e reações do adversário tanto no real quanto no virtual. Para reconhecermos um golpe em um determinado momento, é necessário que o personagem desfira o ataque com claresa, ou seja, gestos visíveis e distintos que marque a animação de uma forma que possamos distingui-los durante o momento da luta.

    Exemplos disso são Mortal Kombat (2011) e Mortal Kombat X, sendo um o bom exemplo e o outro o ruim. O apelo ao realismo em MKX fez com que o time deixasse de lado uma importância maior à animação caricada dos movimentos fazendo com que seja mais difícil ter uma boa leitura da ação de alguns personagens em certo momento. Já em Mortal Kombat (2011), as cores mais vibrantes e reações mais exageradas delineiam perfeitamente as ações ao jogador de maneira muito mais direta.

    Ainda com o mesmo exemplo, é possível discutir a narrativa pela animação. Em MK (2011) A pose de um personagem é parte responsável pela construção de seu “caráter”, revela origens, estilo e mente. Sub Zero, com uma pose mais centrada, defensiva inerte aponta ao seu elemento definidor – o Gelo – enquanto a pose de Scorpion simboliza o “escorpião” com o braço arqueado por trás como um ferrão de maneira agressiva.

    Mortal Kombat X sofre bastante neste aspecto, em que muitos dos personagens tem instâncias de combate extremamente desengonçadas, estranhas e sem nenhum caráter. Monges shaolin mais cambaleantes que bêbados, Reis sem postura de poder e guerreiros completamente desbalanceados. Aos que entendem inglês, recomendo:


    Competitividade:

    Pequenos detalhes, grandes diferenças. Em jogos como Counter-Strike: Global Offensive, situações podem entregar a posição de um inimigo pela projeção de sua sombra. Em outros jogos como PUBG, o baixo nível da renderização de algumas vegetações em longas distâncias confunde jogadores ao se parecer com inimigos.

    Estes são dois exemplos claros em que a atenção à detalhes e qualidade dos gráficos pode tanto aprimorar a experiência, enriquecendo o gameplay ou diretamente atrapalhar a identificação de elementos fundamentais ao jogo.

    Outro exemplo está nos jogos de corrida. Aos que se interessam pelos simuladores, parte do desafio é aprender o traçado dos circuitos, os pontos de frenagem e aceleração, do reconhecimento de trechos e pontos de referência para não depender somente do mapa visual. A visibilidade das placas indicativas de curvas e de elementos às margens que podem servir como tais referências, assim como poder enxergar claramente os sinais como luz de freios e a fumaça do travamento de rodas dos adversários pode prevenir colisões e te presentear com a vitória.


    Identidade:

    Certos jogos são lembrados com muito carinho hoje justamente por sua identidade visual. Uns arriscam nas mecânicas, no enredo, na trilha sonora, outros arriscam inovar em novos modos de representar o mundo virtual pela tecnologia.

    Jogos como Borderlands, XIII e outros se aproveitam de uma tecnica chamada Cel Shading para simular um visual cartunesco em ambientes 3D, engrossando liinhas, saturando cores e solidificando sombras e gradientes. Essa é também uma das tecnicas mais usadas para transpor a estética dos quadrinhos e mangás para o virtual, justamente pelo efeito que proporcionam. Outro exemplo é Street Fighter III para Street Fighter IV, em que a animação em duas dimensões fora basicamente convertida para um 3D (também conhecido como 2.5D) na sequência.

    Metal Slug é também uma série extremamente aclamada não somente pelo seus gameplay mas pela riqueza e características de sua arte. Tudo, desde os veículos e armas, seguem uma temática coerente, a animação das ações dos personagens, suas poses, gestos, marcam profundamente a forma com que a experiência é concebida. O satirismo com a simbologia nazista no uniforme dos soldados é outro ponto a se chamar atenção.


     MENTE DESCONTÍNUA:

    Em alguns exemplos vistos, os gráficos não possuem tanto impacto na jogabilidade, no enredo ou em mais elementos. Mas aí que está a questão: o video game não é apenas gameplay, apenas enredo, uma coisa ou outra. O video game é tudo ao mesmo tempo – o Audiovisual Interativo! Todos os seus elementos têm sim determinada importância e acredito ser extremamente prejudicial nos prendermos num ínfimo debate sobre “qual é mais importante que o outro”. É preciso compreender o lugar de cada um dos seus elementos para a contribuição da experiência.

    Como “São Pirula” dizia, a mente descontínua é a que não se deixa compreender a relevância mútua de dois ou mais aspectos. “ou é inutil, ou é mais importante que tudo!”. O problema é que o mundo não funciona em binarismos simplistas. Diferentes pesos necessitam de diferentes medidas.

    É, contudo, fundamental lembrar que existe sim uma discussão sobre PRIORIDADES que se faz muito mais que válida. Digo a respeito de um foco exacerbado de recursos e atenção a um elemento e abnegação de outro, que é o caso de muitas AAA contemporâneas. O debate saudável não é se algo é ou deixa de ser relevante ou necessário, mas sim ATÉ QUE PONTO ESTES ELEMENTOS SÃO RELEVANTES E NECESSÁRIOS. E esta é uma discussão para outro momento.

    Metal Slug

    Platform: Neo Geo
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      santz · 7 months ago · 5 pontos

      Gráficos sempre importam. Nunca pode ser o grande definidor se um jogo é bom ou ruim, mas é um os pontos mais importantes dos jogos desde o começo dos tempos. A direção de arte e as animações são os que realmente geram gráficos belíssimos, mas todos os demais pontos devem ser levados em consideração. Jogos feios tem que brilhar muito nos outros quesitos para ter destaque.

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      artigos · 7 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      johnny_bress · 7 months ago · 3 pontos

      e é por isso que esta é a rede social de games mais foda de todas. a galera cria otimos conteudos;

      1 reply
  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2018-12-03 10:26:17 -0200 Thumb picture

    A difícil missão de zerar jogos muito grandes

    Escrevi um artigo/desabafo no Arkade sobre meu problema em zerar jogos muito grandes, e como é difícil conciliar essas jornadas enormes com a rotina da "vida adulta".

    Falo como alguém que ainda não conseguiu zerar Red Dead Redemption 2. Nem Horizon Zero Dawn. Nem Assassin’s Creed Origins (o Odyssey muito menos). Nem The Witcher 3. Nem Zelda Breath of the Wild, e por aí vai.

    Se você também sofre com isso, clica na imagem ali em cima (ou pode clicar aqui, tmb) e vem participar desse debate. ;)

    Red Dead Redemption 2

    Platform: Xbox One
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      shucrute · 9 months ago · 4 pontos

      Eu costumo me forçar a ficar só num jogo. Não jogo um jogo novo enquanto não terminar o que eu to jogando no momento. Não sou de platinar nem nada, terminando as missões principais e secundárias já me dou por satisfeito e passo pro próximo.

      9 replies
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      andre_andricopoulos · 9 months ago · 3 pontos

      Verdade...estou passando isso com MAD MAX...
      Tô vendo que já tenho praticamente 100h de jogo... "open world" é foda!
      VIDA ADULTA também...

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      raiden · 9 months ago · 3 pontos

      A minha solução pra isso foi sacrificar várias madrugadas.... Dormir pra que? ^^

      4 replies
  • marisaalmeida Marisa Almeida
    2018-10-05 13:55:46 -0300 Thumb picture

    OFF TOPIC | Preciso de uma opinião!

    Bem eu já fiz esta questão em diversos lugares e ainda continuo num dilema total, bom é o seguinte este Natal estou a pensar em comprar um Computador novo a gente vive trabalhando e pensei para mim 'ah se lixe também mereço né?' se correr tudo bem no fim do ano tento a minha sorte.

    A questão disto tudo é, compro uma TORRE OU PORTÁTIL?

    1. Eu uso o computador somente para jogar praticamente, uso para estar na net ouvir umas músicas e principalmente para o Youtube gravar, editar e renderizar que puxa bastante por ele.

    2. Eu tenho uma torre da HP ela até nem é má e tem durado uns bons anos e até jogo bastante bem com ela, mas ponho a questão do portátil por ser mais fácil de levar e transportar apesar de não sair muito.

    3. Eu vivo numa zona bastante barulhenta e o portátil seria óptimo para gravar em outros locais mais calmos e além que já vem com web cam incorporada e seria bom para gravar para o canal gameplays com a minha cara.

    4. Eu não quero um computador que seja uma máquina quero somente mais algo recente e que dure se é que me entendem a minha dúvida é que dizem que os portáteis aquecem muito e já tive uma má experiência com um, mas por outro lado dizem que as torres também ganham bastante pó.

    5. Sendo que eu sou de Portugal já ouvi dizer que se pode montar boas torres também, e o problema dos portáteis é não se conseguir ir pondo peças e renovando o material..

    Enfim aceito opiniões eu sinceramente sempre gostei de ter um portátil mas o meu receio é marcas e qualidade, que acham disso tudo?

    Obrigado e Abraço!

    24
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      bbl · 11 months ago · 3 pontos

      É difícil opinar considerando que você esta em Portugal e eu não sei como as coisas são ai... Nos termos Brasil a minha opinião é que a questão de Preço x Durabilidade traz uma vantagem ao Desktop acima de um portátil.

      Por exemplo, considerando computadores decentes para games, muitas vezes aqui você precisa de quase o dobro do valor de um Desktop para pegar um note... E nas minhas experiências pessoais, muitas vezes os Desktops tem uma durabilidade maior, além de uma possibilidade melhor de manutenção, Tanto em termos de Upgrades, quanto em termos de problemas poderem ser em peças especificas que podem ser facilmente trocadas.

      Já o Notebook traz uma mobilidade maior o que por si é uma vantagem, não só dentro de casa, como viagens ou imprevistos (obras, pinturas, dedetizações), onde se precisa sair de casa...

      Se os valores / suporte de um Notebook em Portugal for equivalente ao de um Desktop, ou próximo, talvez seja interessante um "meio termo" um bom Notebook, uma área com utilitários como telas extras (se for de sua preferência), webcam, hub USB com HDs externos, digamos que uma área de "trabalho" / gravação...

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      mattfenrir · 11 months ago · 2 pontos

      Eu prefiro o desktop, pois a assistência técnica no Brasil é mais barata. É mais fácil substituir as peças, por isso eles duram mais tempo e de bônus você pode arranjar um que rode qualquer jogo.

      1 reply
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      fabiorsodre · 11 months ago · 2 pontos

      Experiência própria: Notebook Dell. Pelo menos aqui no Brasil, se der problema, eles vem na minha casa e resolvem na minha frente qualquer problema físico. Essa marca resolve, pois tem qualidade e durabilidade que comprovo. O meu é de trabalho e entretenimento. Com um i7 quarta geração e uma placa de vídeo de de 2gb rodo games como Witcher 3 de boa. Já o possuo a 5 anos e até hoje só troquei a bateria. É isso.

      3 replies
  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2018-01-14 19:45:47 -0200 Thumb picture

    "NÃO CONSIGO GOSTAR DE PUBG"

    Artigozinho polêmico pra apimentar o finzinho de domingo. ;D

    Cliquem na imagem e me acompanhem nessa jornada contra o hype. o/

    PLAYERUNKNOWN'S BATTLEGROUNDS

    Platform: PC
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      sanday · over 1 year ago · 2 pontos

      Nem eu. Jogo chato pra caramba. Só anda, anda, anda e dps morre.

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      s7ephano · over 1 year ago · 2 pontos

      Eu entendo o hype de algumas pessoas por esse jogo mas ele não me pegou nem um pouquinho...

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      sannin · over 1 year ago · 1 ponto

      Concordo ! Pubg acaba se tornando chato e massivo depois algumas partidas que joguei.
      É muito bom sim a sensação de sobrevivência e conseguir ficar em 1° lugar.
      Mas depois de algumas partidas enjoei.
      (Joguei Fortnite) que é quase mesma coisa.

  • 2017-12-11 09:49:46 -0200 Thumb picture

    Vamos falar sobre fanboys?

    Assunto polêmico, mas relevante: Os fanboys e as tretas nas redes sociais e interwebs da vida.
    É muito importante que se diga que essa é a minha opinião sobre o assunto. E você, caro leitor, deve ter a sua opinião e ela será respeitada. Confira o artigo do mestre @julian

    http://joystickterrivel.com.br/vamos-falar-sobre-f...

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    15
  • luidao Max Wilson
    2017-12-09 13:53:31 -0200 Thumb picture

    PlayStation Experience 2017 (Opinião)

    Desculpe a sinceridade, mas que evento merda, completamente chato, o pessoal da Sony conversando sobre coisas inúteis e não mostraram nada de novo, diferente dos outros anos, essa conferência foi monótona e sem graça, e os jogos mostrados foram poucas e não mostrou nenhuma novidade realmente relevante, o DLC do Mega Man no Monster Hunter World, o gameplay de Soul Calibur VI e mais um pouco de Detroit Become Human, mas nada tão impactante quanto os anúncios da Paris Games Week.

    Infelizmente a Sony decepcionou mais uma vez.

    10
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      marviiu · over 1 year ago · 2 pontos

      Não teve conferência justamente por causa da Paris Games Week. Eles decidiram fazer um estilo de abertura de evento como eles geralmente fazem no pós show. Eu só acho que a divulgação desta informação que não foi massiva, o que criou expectativa no povo pensando que seria como nos anos anteriores.

      2 replies

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