• cyberwoo Diogo Batista
    2020-01-12 20:21:07 -0200 Thumb picture
  • 2020-01-11 09:41:17 -0200 Thumb picture

    RPGs em 2019 (Pt.1) // .TXT

    Medium 680994 3309110367

    Atrasado ou não aqui estou com uma retrospectiva sobre o gênero no último ano, destacando 30 jornadas para quem curte a arte de subir de nível.

    ▼ https://daibokem.blogspot.com/2020/01/rpgs-em-2019-parte-um.html

    [@jvhazuki]

    Persona Q2

    Platform: Nintendo 3DS
    46 Players
    18 Check-ins

    12
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-01-09 21:43:44 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Celeste

    Zerado dia 09/01/20

    De volta à Brasília!

    Cara, que pendência gigante aqui no meu Switch! Celeste estava aqui na fila das urgências porque eu tinha jogado as primeiras fases no video game do meu amigo já sabendo de sua fama em algum momento há bastante tempo atrás. Eu tinha curtido a experiência, mas na época seu preço era de quase 100 reais, e eu não queria pagar isso.

    Com o tempo, vieram promoções, mas nada muito chamativo. Lembro que um dia caiu pra R$50 e acho que foi aí que eu peguei. Ou foi quando ficou R$25-30? Eu não lembro, mas depois vi preços absurdamente baratos logo depois que comprei, como 15 ou 8 reais.

    Enfim, com o jogo instalado, cheguei a jogar quase que tudo que já havia jogado no Switch do meu amigo, mas deixei pra prosseguir depois. Enfim, chegou a hora.

    Celeste é um jogo de plataforma em que seu objetivo é passar por sala depois de sala de desafios até finalmente alcançar o final da fase. Durante a jogatina, você deve pular, usar seu dash e escalar paredes e evitar os mais variados tipos de obstáculos, como espinhos, buracos, sombras que se movem e até mesmo a sua própria, que segue os seus movimentos ao maior estilo daquelas silhuetas que te imitam dos jogos do Mario.

    Nos cenários, há vários tipos de coletáveis e segredos pra todos os lados pra testar suas habilidades e levar as mecânicas do título ao extremo!

    O jogo tem fama de ser difícil, e isso é relativamente verdade. Quer dizer, se você quiser apesar jogar até ver os créditos, basta terminar os 6 ou 7 níveis únicos e é isso. Há um certo desafio, como em qualquer outro jogo, mas você dificilmente vai se frustrar, e vindo de outros jogos de plataforma extremos, como Super Mario Maker, 1001 Spikes e afins, eu cheguei a achar a jogatina até fácil demais (mas divertida).

    O desafio de verdade está em completar o jogo o máximo possível. Eu não vou dizer 100% porque isso vai demandar um bocadinho de tempo, paciência e olhar coisas na internet. Eu joguei 10 horas (e pareceram muito mais) e a aventura foi muito satisfatória.

    Quanto aos coletáveis, os principais e mais conhecidos são os morangos. Cada cenário contém uma grande variedade deles, somando 175 (mais 25 especiais). Os morangos estão por toda parte e requerem alguma exploração das fases. Achou algum muito difícil? Bom, você pode ignorá-lo e até voltar depois naquele cenário para coletá-lo mais tarde (o jogo desbloqueia uma lista simplificada de morangos coletados ou não assim que você termina a fase, ou o jogo?).

    Pelo desafio eu peguei todos que achei na minha experiência, e isso gerou um desafio bem divertido e a exploração atrás deles me fez ficar mais tempo entretido em cada cenário.

    Os morangos afetam o seu zeramento. Pelo que eu li eram uns 5 diferentes, sendo que o pior variava de 0 a uns 50 coletados e assim por diante. O melhor era de uns 150 a 200 (incluindo os 25 especiais). Então tecnicamente você não precisa ter todos pra ter o melhor final.

    No meu caso eu peguei o segundo melhor, o que eu realmente nem esperava. De qualquer forma, a diferença é só uma imagem e uns balões de conversa sobre como a protagonista sabe ou não fazer uma torta gostosa. Meh.

    Além dos morangos, há um coração de cristal escondido em cada fase (sendo que você tem que coletar ao menos 4 para acessar a fase 8 do post-game) e uma fita cassete, que desbloqueia o Labo B dos estágios.

    Esse Lado B é uma fase adicional para cada cenário e com maior nível de dificuldade e quase não tem coletáveis. Aparentemente essas fases ainda podem abri um Lado C, ainda mais difícil.

    Para acessar o final da última fase, 9 no post-game, você deve ter todos os corações do jogo, tanto os de cristal, quanto os do Lado B e C, coisa que basicamente te obriga a platinar o jogo, e eu não fiz.

    Antes de realmente começar Celeste, eu estava conversando com um amigo da internet e sem entender nada sobre esses coletáveis, eu disse que se curtisse o jogo o faria 100%, mas agora eu não vejo muito motivo, mesmo tendo o adorado.

    Olha só: após fechar a campanha, pensei em voltar e pegar tudo, mas a fase 8 foi aberta. Joguei e algumas mecânicas básicas mudam e novos elementos são adicionados ao jogo. Mas eu consegui! Logo depois se abriu a fase 9, que um amigo que ama Celeste de paixão chegou a morrer mais de 7 mil vezes para terminar.

    A fase 9 é realmente tensa e aparentemente veio para quem quisesse um desafio maior que os Lados B e C. Novas mecânicas meio confusas e partes que pareciam impossíveis de passar, mas o jogo até que tem um bom nível de compaixão e a jogabilidade é quase sempre muito justa. Consegui chegar até o ponto que uma barreira me pede todos os corações com 780 mortes em 2 horas, sendo que a segunda mais difícil registrada no meu diário levou 58 minutos e 320 mortes. Imagina o que tem depois!

    Apesar das partes mais tensas, que são bem opcionais e pra quem busca mais desafio, eu volto a repetir que a jogabilidade de Celeste é incrível, como deve ser! Isso alinhado à fluidez do jogo garantem que em 98% das mortes você saiba que fez algo errado e que, com exceção desse último capítulo, você saiba exatamente o que deva fazer.

    O jogo ainda tem outros lados que, na minha opinião, se destacam muito mais, como os seus visuais lindíssimos. A arte é muito original e parece que cada pixel tenha sido pensado com carinho. O artista do jogo definitivamente é muito original e carismático e isso faz com que Celeste não pareça só mais um jogo em pixels ou que tente simular nostalgia, mesmo lembrando um pouco a época do GBA.

    Além disso, o enredo é simples, mas entretêm muito bem e te dá uma boa motivação para continuar escalando a montanha. Aqui vemos ainda a protagonista Madeline lutando contra seu lado sombrio, Badeline. Badeline age como o lado depressivo da nossa garota e com isso, sempre traz pensamentos negativos a sua cabeça, como tristeza, incerteza e pessimismo. É um conto muito bem contado, que infelizmente só jogando pra saber.

    Uma coisa bem diferente em relação ao usual do Nintendo Switch e que eu achei interessante falar é que, assim como no bizarro Ninja Shodown, Celeste é muito melhor nos joycons, seja no modo handheld ou jogando os os controlezinhos atracados ao grip que vem na caixa do console (o Dualshock 4 provavelmente é uma boa pedida também).

    O motivo dessa preferência é o d-pad dividido e que me dava certeza do que eu estava apertando num jogo em que as direções, incluindo diagonais, são a parte mais importante dos controles, enquanto o Pro Controller me fazia errar muito ao querer dar um dash vertical pra cima e acabar fazendo um dash diagonal e vice-versa. No final de uma longa jogatina tensa minhas mãos começavam a doer, mas ao menos eu estava no controle da ação!

    Apesar de Celeste ser um baita jogão, ele não é perfeito (mas passa perto).

    Eu tive bastante problema com hitbox em partes mais complicadas e quase sempre parecia que o jogo estava forçando um nível maior de dificuldade.

    O jogo ainda tem partes que usa de "mecânicas quebradas" para alcançar certos lugares. Um bom exemplo disso é que seu dash recarrega quando você passa de uma tela pra outra, mesmo que você esteja no ar. Em um dos mapas você tinha que ficar fazendo dash subindo e indo e voltando de uma tela pra outra até chegar numa grande altura e alcançar um dos corações de cristal. O jogo dá até uma dica sobre esse lugar num poema, mas ainda assim achei bem esquisito.

    Não curti ainda a obrigação de ter tudo para ver o final do último capítulo opcional e algumas missões te obrigarem a terminar as fases sem morrer uma única vez, o que as pessoas aparentemente roubam para tornar possível e passar (o que eu faria).

    Resumindo: Celeste é um jogo incrivelmente caprichado e carismático, de visual lindíssimo e jogabilidade muito interessante e precisa. Chega a ser difícil falar mal do jogo. Se tem um jogo que você tem que jogar é esse, seja pra finalizar a estória, para jogar até onde der, para aceitar o desafio de fazer 100% ou mesmo para competir pelos melhores tempos na comunidade de speedrun. Nenhuma imagem aqui vai fazer jus ao clima que esse título cria, é excepcional!

    De bom: visual e animações muito bonitas, mesmo na simplicidade. Jogabilidade afiadíssima. Enredo muito bacana, que te prende, te faz pensar e ainda te dá uma boa motivada! Personagens muito maneiros. Level design e trilha sonora que são uma viagem!

    De ruim: alguns hitboxes no final eu achei meio esquisitos. Timing, momentum e física as vezes agem meio confusos. O jogo te obriga a platinar para ver o final da última fase DLC.

    No geral, tenho certeza que o jogo me marcou por sua originalidade e temática e provavelmente não está apenas entre os melhores do ano 2020 pra mim, mas entre os melhores jogos que já tive o prazer de jogar. Quanto às coisas que faltam serem feitas, acho que com o tempo eu vou voltando casualmente, ou mesmo com amigo. JOGUE Celeste!

    Celeste

    Platform: Nintendo Switch
    108 Players
    14 Check-ins

    30
    • Micro picture
      luansilva2000 · 11 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Curti o texto e concordo contigo.
      Realmente, um jogão!

    • Micro picture
      herics · 11 days ago · 2 pontos

      Esse jogo é show ^.^

    • Micro picture
      santz · 11 days ago · 2 pontos

      Essa conquista de morrer nenhuma vez nas fases eu não, porém, completei o lado B e C de todas as fases (exceto as duas últimas).

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-01-09 17:04:59 -0200 Thumb picture

    Arc Of Alchemist...

    ...já da de dez a zero em qualquer Atelier da vida. Olha esse trailer! Tu não concorda @_gustavo?

    P.S.: A versão do PS4 do jogo vai ter censura, a do Nintendo Switch não! Que retrocesso...

    8
    • Micro picture
      _gustavo · 11 days ago · 2 pontos

      Unica coisa que me preocupa é esse fps, da pra ver no trailer uns puta slowdown, se vir pro pc, vem com os mesmos problemas infelizmente, ando desacreditado com essas produtoras kkkkk

      1 reply
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-01-07 21:48:46 -0200 Thumb picture
    Post by luchta: <p><a href="https://pbs.twimg.com/media/ENtrSLCWsAE

    River B*tch Girls!

    River City Girls

    Platform: PC
    14 Players
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    15
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-01-04 12:44:47 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Pokémon Shield

    Zerado dia 01/01/20

    Olha aí o primeiro jogo do ano de 2020! E não poderia melhor do que fechar já de cara um jogo de peso que tenho jogado por duas semanas: Pokémon Shield.

    Esse jogo foi anunciado há um bom tempo e eu não vi nada de mais o que resultou num hype zero, mas com a proximidade de seu lançamento eu fiquei muito curioso por explorar seu grande mundo, clima, novos pokémon e se juntar ao que todos estariam jogando. Cheguei até a cogitar pagar um alto preço, mas consegui me segurar e raciocinar. Felizmente uma amiga acabou comprando duas cópias e vendeu uma pra mim.

    Com o jogo em mãos, me segurei e baixei um pouco o hype enquanto terminava outras coisas, o que foi muito positivo, mas eu prometi jogá-lo na minha viagem com calma, e foi o que aconteceu.

    Começando a viagem já embarcado e confortável, puxei o Switch e já abri o jogo. O começo é tudo do pouco que eu já tinha visto em trailers, como as vilas, NPCs e tal. É aí que nos é apresentado o personagem Hop, um amigo que tem o sonho de se tornar o grande campeão das batalhas pokémon da região. Mal imaginava eu que esse cara seria um dos mais chatos posteriormente.

    Já podendo explorar um pouco, é possível ver os monstrinhos andando por aí em áreas com grama, algo que já tínhamos visto em Let's Go Eevee/Pikachu. O enredo também não é muito original pra série e já te manda ir visitar o "professor" da região, que é sempre aquela pessoa que estuda os pokémon e demais fenômenos relacionados, que aqui é o Dynamax, fenômeno que faz os monstros ficarem gigantes em batalha.

    Tive logo a possibilidade de escolher meu inicial, e nunca foi tão difícil. Os três são muito bacanas e os designs muito carismáticos, mas eu cheguei a ver suas evoluções e é SOFRÍVEL. Não sei qual é o mais sem sal/feio. Pra falar a verdade, eu achei que suas últimas formas tinham mais cara de segunda forma.

    Com meu inicial em mãos, temos a primeira batalha. Nada de novo senão os monstrinhos. Nesse momento eu lembrei que vi gente dizendo que Sword/Shield é um jogo de Nintendo 3DS melhorado, e é bem isso mesmo. Quer dizer, o jogo é bem fluído e as texturas, apesar de melhores, são no máximo ok. Basicamente eu não senti um salto muito distante desde a geração anterior.

    O jogo que já começa linear, como de costume, parece querer te segurar pelas mãos o tempo inteiro. Vão para tal cidade e me encontre lá, e chegando lá a pessoa já está na entrada com uma cinemática te esperando (isso durante o jogo todo, praticamente). O mapa é bem coisa do tipo que vimos por muitas gerações: corredores ligando cidades. O problema é que há sempre tanto a ser visto fora dos limites que você pode alcançar que a noção que dá é que você vai poder ir lá, mas não, é tudo enfeite. Imagine jogar Breath of the Wild mas o jogo te limitar nas rotas e você acabar se sentindo mais preso do que tudo!

    Claro que aqui é Pokémon e meio que sempre foi assim, mas chega a ser meio frustrante o quanto o jogo te limita, apesar de existir tanto cenário. Já as cidades são bem esquisitas, mas nada de muito diferente. Esquisitas porque sempre tem umas casas aqui e ali, você entra, fala com as pessoas e elas ou falam algo totalmente irrelevante ou te dão algo, como um TM.

    Uma coisa que achei bacana é que cada uma dessas cidades é bem original depois de uma ou outra, como uma que é meio mexicana e me lembrou bastante o mapa de deserto do Mario Odyssey, uma que é numa floresta cheia de cogumelos luminosos, que me lembrou Xenoblade, e uma que é basicamente Londres. Porém, é como eu disse, você chega lá, o Hop fala alguma coisa e já te manda pro ginásio. Muitas vezes eu ficava com preguiça de conhecer os lugares a fundo, por mais que o tenha feito, porque eu no máximo ganharia itens que nunca usaria e ouviria papo furado.

    Já passou da hora da Gamefreak perceber que esses jogos tem que ir além!

    Terminado o ginásio, próxima rota com mais pokémons (tava capturando tudo) e logo uma outra cidade, mais Hop aqui e ali e ginásio. Tem momentos que você ganha insígnias uma atrás da outra, é super bizarro. E imersão zero em cada cidade nova, pois nem dá tempo ou há motivos pra te fazer conhecer o lugar propriamente e o valorizar.

    Sobre os ginásios, eles são levemente diferentes do comum. É normal que você tenha uma mecânica nova e tenha que resolver puzzles/desafios para chegar até o líder. As vezes é algo criativo, as vezes é mais do mesmo.

    A batalha dos líderes são aquelas que acontecem no estádio, cheios de gente torcendo e onde os pokémon podem ficar gigantes. Esses fenômenos Dynamax e Gigantamax funcionam da seguinte forma: qualquer pokémon pode ficar grandão, mas apenas um deles por batalha. Para ativar a mecânica, basta selecionar o ícone dentro do campo Battle, que é onde você escolhe os ataques (exatamente como funcionava a Mega Evolution). Ao selecioná-lo, seus ataques mudarão para seus equivalentes de tipo do Dynamax (todos os ataques de fogo se tornarão Max Flare, por exemplo). Depois de escolher o golpe, acontece uma cutscene e seu monstrinho fica gigante e usa aquele ataque, que normalmente é devastador e ainda causa alguma efeito no campo de batalha, como Sandstorm, por exemplo.

    Seu pokémon só fica 3 turnos gigante e depois retorna ao normal e os líderes costumam usar a mecânica apenas no último pokémon. E contanto que você tenha um bom tipo de pokémon na batalha, nenhum deles é muito forte, mesmo grandão.

    Depois de vencer umas cidades, eu finalmente conheci a tal da Wild Area. As WA são basicamente um passo mais perto do sonho de muita gente pra série: liberdade, controle de câmera, um campo abertão, diversos biomas e climas diferentes. É legal.

    Infelizmente eu não curti um bocado de coisas nesses lugares. Primeiro que o level design basicamente não existe. É muito amador! Basicamente é um lugar grande, umas árvores aqui e ali, assim como pontes, vários gramados e tudo cercado por uma parede de rochas. É legal ter diferentes níveis de chão e tal, mas as vezes você precisa dar uma super volta para chegar ali do lado. Imagine você a área inicial de um jogo como Ocarina of Time, onde há rampas, diferentes elevações e lugares pra subir. Agora imagine o mapa do mesmo jogo, que apesar de ser simples, tem pontos que te localizam. Em Pokémon Shield é tudo muito básico e ainda há trocas repentinas de clima de um lugar para 2 centímetros ao lado, que não sei se curto ou não.

    Agora a parte que eu mais achei estranha é que existem pokémons super fortes nesses lugares. Na primeira visita eu deveria estar lá pelo nível 15 e já fui correndo pra um Onix que vi. Nível quase 30 o danado, me massacrou e nem deixava eu fugir nem capturar (o jogo te proíbe de capturar monstros de determinado nível pra cima até que você tenha algumas insígnias). Depois capturei alguns e me frustrei com outros minúsculos, mas fortes. Basicamente você deve ignorar esse tipo de lugar e voltar mais tarde quando estiver mais forte.

    Resumindo: Pokémon Shield é legal, mas mais do mesmo. Com exceção de estar jogando num novo console de tela grandona ou a possibilidade de jogar na TV, eu mal senti que estava jogando um lançamento. É quase um Sun/Moon 2. E isso não implica que seja ruim (até porque eu curto bastante a sétima geração), mas apenas uma pequena evolução já esperada e uma campanha boba. Depois de tudo, de toda a exploração e fechado metade da pokédex, eu somei 25 horas de jogo...

    De bom: uma nova região e novos pokémon, que são até bem feitos. Interações online muito bacanas, incluindo logs do que as pessoas estão fazendo, inclusive seus amigos. Surprise Trade, outra interação online, serve meio que como um Wonder Trade e é bem maneiro. Definitivamente um jogo bem mais legal de ser jogado constantemente online. Sem HMs e a necessidade de equipar itens como bicicleta ou vara de pescar, pois tudo é feito com rapidez e inteligência. Os modelos dos pokémon são muito bonitos. Curti o corte de pokémons, pois faz sentido não ter todos em uma região (como nunca teve) e não há um número maçante de capturas a serem feitas, além de que a gente pode valorizar mais os disponíveis. Algumas customizações de jogo ajudam bastante, como a possibilidade de usar os "casual controls", que deixam a jogabilidade parecida com Pokémon Let's Go.

    De ruim: a capa do jogo é horrível. Algumas texturas feias ou esquisitas. Campanha fácil e curta. O jogo explora muito mal os seus cenários e te manda toda hora pra um lugar novo. Elementos que sempre voltam continuam a voltar, como o Team Yell (re-skin de outro time qualquer da série). Achei que o jogo insiste em trazer os mesmos personagem a tona muito frequentemente, como o Hop, a professora e até os líderes de ginásio, que você enfrenta mais de uma vez. Monstros super fortes e sem indicativo fazem sentido pro mundo do jogo, mas pro jogo é bem esquisito. Não poder mexer a câmera em todo lugar é uma decepção, ainda mais que em muitas partes você tem que andar em direção à tela.

    No geral, Pokémon Shield foi uma boa experiência e ainda tenho uma vontade de jogar mais e completar a pokédex, mas como não tenha a intenção de ficar com o cartucho, não sei se faria sentido. Sobre a experiência, vale a pena jogar se você curte a série, quer um RPG casual e principalmente se curte o competitivo, que infelizmente não é o meu caso. Não foi dinheiro jogado fora, mas a sensação foi a mesma de jogar os últimos lançamentos da série: com bem menos empolgação. Sobre a série, tenho cada vez menos vontade de comprar as gerações que virão.

    Pokémon Shield

    Platform: Nintendo Switch
    33 Players
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      bartd3 · 16 days ago · 2 pontos

      Parabéns excelente análise

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      mutux · 15 days ago · 2 pontos

      Quero ler essa análise depois

    • Micro picture
      dan8d · 7 days ago · 2 pontos

      Gostei bastante da analise amigo, parabéns.
      Bem, vamos la, queria sua autorização para colocar sua publicação em uma revista digital que estou desenvolvendo aqui para o alvanista, ela é totalmente gratuita, estou fazendo para criar um portfólio e por um amor pessoal meu por revistas gamers kk
      Vou deixar o link do edição dois que fiz para você avaliar e ver se me libera a usar sua analise
      http://alvanista.com/dan8d/posts/3767105-revista-alvanista-002

      2 replies
  • 2020-01-02 17:33:33 -0200 Thumb picture
  • 2020-01-02 17:31:42 -0200 Thumb picture
  • rodrigockp Rodrigo
    2020-01-01 17:10:11 -0200 Thumb picture
    rodrigockp checked-in to:
    Post by rodrigockp: <p><strong style="background-color: initial;">[CHEC
    Super Mario Odyssey

    Platform: Nintendo Switch
    690 Players
    189 Check-ins

    [CHECK - OUT: SUPER MARIO ODYSSEY - NINTENDO SWITCH - FINALIZADO]
    É, vamos começar o ano resolvendo pendencias

    Ano novo, tabela nova!

    [Save the date - 01/01/2020]

    12
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      herics · 19 days ago · 2 pontos

      Parabéns e continuar pagando as pendências, eu tbm to resolvendo as minhas kkkkkkkk

  • 2019-12-31 13:48:57 -0200 Thumb picture

    Últimos 5 jogos zerados nesta década! - BardoInsano

    Medium 679047 3309110367

    Link: Assista aqui

    Fala pessoal!

    Trazendo um último vídeo deste ano (e década) em formato vlog, rápido e improvisado de uma ideia que me bateu aleatoriamente... Quais foram os últimos jogos que eu joguei esta década?

    No final do vídeo também falo um pouco sobre essa migração de vídeos para o Facebook, eu sei que a maioria não gosta do Face (eu incluso), mas literalmente já deu do YouTube e o Face é o menos ruim dos outros que conheço.

    Muito obrigado a todos aqueles que acompanham o conteúdo, tenham um próspero ano novo, e até a próxima!

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