• 2019-08-22 08:54:17 -0300 Thumb picture
  • 2019-08-20 15:18:14 -0300 Thumb picture

    Sequência de Remothered: Tormented Fathers é anunciada

    A Darril Arts em parceria com a Stormind Games se uniram para desenvolver Remothered: Broken Porcelain que será uma continuação de Remothered: Tormented Fathers. O game é do gênero Terror Psicológico e Survival Horror e sua jogabilidade será focada em stealth e puzzles.

    Confira: https://blog.clickrevil.com/2019/08/sequencia-de-remothered-tormented.html

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    Remothered: Tormented Fathers

    Platform: Playstation 4
    15 Players
    5 Check-ins

    1
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-08-12 18:05:39 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Mario Tennis Aces

    Zerado dia 12/08/19

    Cara, eu curto muito Mario Tennis. Via nas revistas as versões de N64/Gamecube quando era criança e pirava (como em qualquer coisa de Mario), mas só fui jogar mesmo no GBA. E, Jesus, como eu amo aquele jogo e seu modo história. Nunca cheguei a conectar cabos game link, mas também nunca senti falta. Era massa demais!

    Mais tarde, joguei a versão de Wii na casa de um amigo depois de anos dedicados apenas ao portátil e achei super bacana a jogabilidade usando a movimentação dos controles e tal. Época boa. Eu voltei a jogar a série no 3DS e Wii U mas ambos focavam muito no multi local, sem campanha e todo o lado RPG charmoso que eu tanto gostava (fora outros defeitos) e acabei que ainda nem fui jogar e fechar outros títulos da série.

    Já agora no Nintendo Switch, estou sempre de olho em multiplayers local pras festinhas ou encontros com a galera que leva os seus videogames e toda a proposta de trazer a qualidade de séries que ficaram esquisitas de volta sempre chama a atenção. Tenho curtido basicamente tudo no console e Mario Tennis Aces não foi exceção. Infelizmente, com os preços altos e o meu pé atrás, eu acabo esperando os amigos comprarem para experimentar e procurando defeitos e motivos para não gastar meu suado dinheiro. A verdade é que "comprar jogos pros outros" vem sendo cada vez mais desnecessário e eu venho investido mesmo nos single players.

    Mas eu queria jogar MTA! Campanha e tal! Alguém me emprestaaaa!

    Recentemente a Nintendo resolveu disponibilizar jogos completos para serem jogados dentro de um prazo. Quem diria, hein? O tal do Trial trouxe Captain Toad: Treasure Tracker pro Japão e esse Aces pra gente aqui. Pense na felicidade! Uma semana é mas do que o bastante pra fechar o jogo e ainda veio numa época legal de festividades na escola onde trabalho e a molecada se amarrou na jogatina. A disputa foi feroz! Ainda tentei por um Mario Kart 8 ou outras coisas mas MTA reinou soberano. Tanta vontade de jogar e se divertir me fez querer ter o jogo e curtir com os amigos mas, mais uma vez, ele ficaria encostado pra ser jogado uma vez a cada 1 ou 2 meses.

    De volta ao jogo, ao abri-lo pela primeira vez é executada uma cinemática contando a estória do modo aventura. Meio bizarro visto que eu só queria ver o multiplayer no início e nem toquei na campanha. O pior é que não há como pular essa cena.

    O modo aventura conta que Wario e Waluigi foram atrás de uma raquete de tênis mágica em umas ruínas para que pudessem ganhar o poder de vencer qualquer partida. Lá, eles acabam acordando um mal maior que invade a ilha onde todos estão e sequestra o pobre do Luigi. Mario então resolve ir atrás de seu irmão.

    A partir daí você tem um mapa para se mover e fazer as fazes disponíveis na ordem que desejar. O primeiro mundo, de cinco, é basicamente apenas tutorial e partidas contra IA estúpida. Mas tá valendo demais!

    Mario Tennis Aces continua com uma vasta lista de comandos disponíveis, algo que considero como um ponto negativo nos últimos jogos da série:

    -Analógico ou d-pad movem o personagem;

    -ABXY dão diferentes tipos de raquetadas, como forte, fraca, curvada;

    -X + pra cima faz a bola ir sobre os oponentes pra parte detrás da quadra deles. Já X + pra baixo tá uma raquetada fraquinha que deixa a bola próxima da rede.

    Até aqui o jogo é tudo ok. Você tem que saber se posicionar e usar o ataque certo na situação certa. Dependendo da quadra, como uma que tem um mastro de navio no meio, a dor de cabeça é maior e as variedade numa partida já são bem grandes.

    Infelizmente o jogo insiste em manter o legado de comandos mais roubados afim de deixar o jogo mais "louco" e "party game", mas acaba ficando desnecessariamente mais complexo e irritante quando jogamos contra jogadores experientes.

    Aí que entra a barrinha de energia ou de mana ou sei lá de quê.

    Conforme jogamos, as vezes aparecem marcações de estrela no chão do lado de um jogador ou outro. Se você ficar dentro desse espaço e bater na bola, seu golpe será bem mais forte e rápido. Porém, se a sua barra estiver ao menos 1/3 cheia (amarela), você poderá executar um golpe especial ao apertar R em que você mira em algum ponto da quadra do oponente e executada um ataque super forte e rápido.

    Para defender de um ataque desses, o jogador adversário deve não apenas acertar a bola em alta velocidade, mas acerta-la no último segundo para que ela retorne tranquilamente e ainda encha um pouco da sua barrinha. Caso demore para acertá-la, ela vai passar direto e o adversário marcará um ponto. E se acertá-la muito cedo, sua raquete perderá um dos seus "pontos de vida" e ao perder o último, se quebrará. Raquetes quebradas no modo campanha fazem com que o adversário marque ponto e você troque pra próxima equipada. Quebre a última e você estará desclassificado.

    Para ajudar a remediar, você pode segurar o botão R para deixar o tempo lento enquanto sua barrinha se acaba. Isso é bom para defender corretamente ataques especiais e até mesmo ajudar a alcançar bolar distantes ou que você sem querer deixou passar por cima e está quase fora da quadra.

    Administrar a barrinha é uma preocupação a mais, e das mais importantes.

    Acha que acabou? Com a barrinha cheia o personagem poderá usar um ataque especial de qualquer lugar da quadra ao apertar o botão L. Esse ataque tem uma cutscene bacana e gera um ataque bem forte, mas que também pode ser defendido, da mesma forma que qualquer outro especial,

    Pra finalizar, se você mover o analógico direito para qualquer lado, o personagem executa um pulo naquela direção para salvar bolas distantes. Você também pode executar essa ação apertando X duas vezes e movendo para um lado. Eu odeio essa ação (e na verdade qualquer farofada dessa) pois eu sempre me acostumei a jogar apertando duas vezes para carregar meus ataques e acabei pulando pra longe da bola muitas vezes, inclusive as vezes por esbarrar no analógico.

    Na época da Demo Online desse jogo cada partida era muito suada e o oponente sempre conseguia salvar a bola com algum macete desses.

    Depois de vencer o primeiro chefe e mover pro segundo mundo, o jogo começa cada vez mais a ficar difícil e a por todos esses comandos à prova.

    Eu estava meio entediado com as conversas por balões enquanto os personagens se olham, fazem animações simples e soltam um "yeah!", "Oh noo!" ou "let's go!" aqui e ali, mas até cheguei a ler quase tudo e continuei forte pelo trial ser por pouco tempo e os mundos serem bem curtinhos (tipo 5 estágios e um ou outro nem é obrigatório).

    Ganhei níveis, stats maiores, raquetes melhores e fui pegando o jeito. Algumas fases são partidas comuns, outras são puzzles ou desafios de mira e afins. Até que é legal.

    No começo do terceiro mundo é que a coisa começou a ficar tensa. Uma partida comum contra um Blooper e, meu deus, era pra estar tão difícil assim? Eu entendi o jogo e tal mas o cara tava me humilhando! E pra fechar, o mastro do navio no meio da quadra ou fazia com que a minha bola desviasse de onde eu marcaria um ponto ou desviava de onde eu achava que viria e ia pro lado oposto da quadra (tipo, ao invés de vir em linha reta, ela batia no mastro no meio e desviava, fazendo um ângulo de 90º).

    Depois de matar mais uns chefes e fazer uns desafios razoavelmente complexo e me recusar a voltar em estágio e ganhar mais níveis, cheguei no último mundo e sofri mais na primeira fase, contra o Boom Boom, do que contra qualquer outro (convenhamos que foi a única partida de tênis de verdade daquele mundo). Ele não deixa as bolas passarem de jeito nenhum, é bem tenso e pra ferrar mais ainda, do meu lado da quadra tem um monte de mechatroopas andando e se explodindo, fazendo com que eu escorregue e fique um segundinho sem poder fazer nada.

    Havia a possibilidade de bater com a raquete e jogá-los pro lado oposto, mas a bola tinha que vir pra um lugar que tivesse um deles e depois os Boom Boom tinha que estar no mesmo lugar que ele explodisse para escorregar e ficar um segundo indisponível, o que raramente aconteceu.

    Achei muitas ideias boa mas um pouco mal executadas e sem sentido, apenas irritantes. Ainda assim, a campanha foi legal e me diverti um bocado nas 3 ou 4 horas que joguei a campanha

    MTA conta com uma boa variedade de modos, além da campanha. Há a possibilidade de jogar as Free Matches contra amigos ou bots, jogar single ou duos, alterar regras e tirar mecânicas desnecessárias e assim por diante.

    Particularmente eu gostei bastante do modo Swing. Nele, você joga com apenas um joycon, segurando-o como a uma raquete. Use o analógico pra se mover e o movimento dos controles para atacar. Pra quem gosta de imersão e simplicidade ou da época do Wii, vai gostar muito desse modo, que felizmente pode ser jogado de 1 até 4 jogadores.

    Pra quem gosta de competição, há um modo online bacana no estilo torneio. Infelizmente eu já vi inúmeras pessoas reclamando que na época isso dava certo, mas hoje você raramente encontra adversários, então eu não apostaria em seu online. Bizarramente, Mario Kark 8 Deluxe não tem esse problema.

    Mas pra ser sincero, MTA é mais um multiplayer mesmo, e daqueles de sofá. Se você tem amigos que jogar regularmente com você, é sim uma boa pedida. Eu não pagaria caro para jogar raramente ou muito menos para jogar sozinho.

    Resumindo: Mario Tennis Aces é um bom jogo, bem superior ao que foram as suas versões de Nintendo 3DS e Wii U. Com o advento da portabilidade e da facilidade de jogar nem que seja no Swing Mode, o jogo é sim uma boa proposta para grupos de amigos que curtam um jogo competitivo local.

    De bom: muito bonito (amei uma quadra da floresta e seu gramado). Modo campanha bacana também, embora não seja seu foco. Muitos modos de jogo, incluindo o que se usa movimentos do joycon. Muito divertido e simples de entender com várias pessoas jogando. Cutscenes e um mapa legal na aventura, assim como muitos dos desafios e extras.

    De ruim: mecânicas meio irritantes. Muitos comandos e uma profundidade meio desnecessária principalmente pra quem jogar mais casual ou rapidinho ali numa festa. Online morto. Não há a opção dos jogadores como quiserem: botões ou movimento numa partida, ou seja, ou todos jogam de uma forma ou de outra. Alguns desafios mais difíceis do que o necessário. Trilha sonora meio repetitiva (na campanha). Aparentemente não é possível jogar o Swing Mode no modo tabletop com 2 ou mais pessoas (mas esse jogo dá mais certo na TV de qualquer forma).

    No geral, curti a experiência e vou até cogitar trocar algum dos jogos que terminei nele pra jogar de vez em nunca quando a galera animar. Graças a deus rolou esse trial e já estou rezando pra quem venham mais todos os meses (tô de olho em você, Star Allies)! Jogue sim Aces, mas só tendo companhia!

    Mario Tennis Aces

    Platform: Nintendo Switch
    103 Players
    14 Check-ins

    25
    • Micro picture
      kleber7777 · 13 days ago · 3 pontos

      Nunca conheci um único jogo de tênis ruim. Tá aí um esporte bacana que não experimento mais a um bom tempo.
      Quando tiver um Switch, será compra certa!

      1 reply
    • Micro picture
      sandrotoon · 12 days ago · 2 pontos

      Além daqueles que você disse eu sofri muito no kamek que era um rally de 400 pontos com aquele mastro no meio do barco... teve uma que eu perdi faltando 2 pontos pros 400
      Jogaço, vale muito a pena. Achei que eu ia finalizar e deixar quieto mas fiquei com vontade de comprar o jogo

      1 reply
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-08-05 14:20:51 -0300 Thumb picture

    River City Girls Character Spotlight: Misako

    Apresentação da personagem Misako, uma das protagonistas do jogo River City Girls.

    12
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      _gustavo · 20 days ago · 2 pontos

      A arte da Wayforward é muito foda, esse ta no meu radar apesar q to evitando comprar jogo fora de promoção ultimamente.

    • Micro picture
      dan8d · 20 days ago · 1 ponto

      Eita, não tinha visto nada desse jogo antes, parece ser bem da hora

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-08-05 01:42:40 -0300 Thumb picture

    BlazBlue: Cross Tag Battle receberá 9 personagens!

    A Arc System Works anunciou a versão 2.0 de BlazBlue: Cross Tag Battle.

    Revelada durante as Grand Finals de BlazBlue: Cross Tag Battle no EVO 2019, esta versão 2.0 chegará a 21 de Novembro e implementará ajustes em todos os personagens, refinamentos no gameplay e 9 personagens adicionais.

    Um novo capítulo de história, novas cores para personagens e interações também fazem parte das novidades.

    Sobre os novos personagens, foram anunciados 4 das 9 novidades:

    - Yumi de Senran Kagura: Estival Versus
    - Blitztank de Akatsuki Blitzkampf
    Akatsuki de Akatsuki Blitzkampf
    Neo Politan de RWBY

    BlazBlue: Cross Tag Battle está disponível na Nintendo Switch, PC e PS4.

    P.S.: Sim, o personagem mais aguardado para o jogo por mim (e pelo jeito devo ser o único na terra que queria esse personagem...) o Akatsuki estará no jogo, e não só ele o Blitztank da franquia também vai entrar... Sim, com tantos personagens interessantes em Akatsuki Blitzkampf (que provavelmente você não conhece nenhum deles) eles colocaram um tanque, a porra de um tanque! Além deles Yumi do Senran Kagura foi uma surpresa, e por fim temos esse personagem de RWBY que nimguém liga...

    BlazBlue: Cross Tag Battle

    Platform: PC
    17 Players
    23 Check-ins

    10
  • 2019-08-03 11:12:40 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-07-25 17:24:33 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Super Mario Maker 2

    Zerado dia 24/07/19

    Ah, como foram bons os tempos de Super Mario Maker no Wii U. Definitivamente um dos jogos que mais joguei na plataforma, sozinho ou passando o controle. Apesar disso, eu tinha tanta coisa pra jogar (e ainda tenho) que acabei deixando-o um pouco de lado e jogando apenas casualmente.

    Eras depois, SMM ganhou versão pro 3DS e foram anos questionando se haveria uma continuação ou port, até que a Nintendo oficialmente trouxe SMM2 à existência. Que felicidade!

    Fiquei muito interessado nas possibilidades que isso traria com a portabilidade do Switch, mas com o tempo meu hype foi caindo um pouco, acho que pelo fato de que muitos jogos da própria Nintendo vem tendo essa cara de "Deluxe" ou port, mesmo enumerado como 2. Agora, não me entenda mal, não tem como reclamar desses jogos, mas pra quem já viveu a experiência na geração passada, não tem lá muita novidade.

    Mas SMM2 vale a pena? Fiquei com o pé atrás e aproveitei a poeira baixar enquanto não tinha dinheiro para comprá-lo pra ver até onde eu ainda o queria.

    Um amigo estava no mega hype e comprou digital na pré-venda e marcamos de jogar no primeiro fim de semana com a galera. Foi aí que eu fiquei dividido mesmo. Tudo é muito bonito e bem feito, mas a jogatina multiplayer de sofá, novo atrativo para Mario Maker 2 para mim, é bem chata. Beeem chata.

    Pra quem já jogou outros jogos da série, como New Super Mario Bros. Wii ou U, sabe que os jogadores mais que se atrapalham do que se divertem e a tela limita muito a movimentação se os jogadores se separarem. Ainda assim, esse jogos foram PENSADOS no multiplayer e chega até a ser meio esquisito jogando sozinho, enquanto aqui parecia que a gente tava jogando fases clássicas da série modificadas para rodar 4 jogadores.

    Depois de um tempo jogando essas fases, dei a minha opinião (acho que meus amigos me acham meio chato por dizer essas verdades nas jogatinas) e recomendei jogar as fases single player online e passando o controle. Daí não sei se foi mais bizarro todo mundo concordar ou o fato de que nos divertimos muito mais assim!

    Bom, saí de lá tirando um multiplayer de potencial da minha lista e desanimado com o que as novidades poderiam trazer mas não trouxeram.

    Com o passar dos dias, alguns youtubers que sigo começaram a jogar SMM2, como o canal Vinesauce, e isso me me trouxe tanto entretenimento e diversão, de uma forma que nem a propaganda da Nintendo nem a primeira jogatina dele me trouxeram, que eu fiquei louco para ter o jogo! Sério, eu fiquei viciado em Mario Maker 2.

    Quando finalmente pude, até comprei físico só pra garantir.

    Mesmo com o jogo em mãos, tive que priorizar outras coisas, como o Yoshi's Crafted World, mas agora jogando de verdade, meu foco foi primeiro na campanha. Pois é, SMM2 tem um modo campanha, com uma historinha boba e 120 fases criadas pela Nintendo!

    O enredo envolve o castelo da Peach sendo destruído e você tendo que fazer trabalhos para levantar uma grana e reconstruí-lo. Esses trabalhos são fases em uma lista e cada uma delas tem uma certa narrativa em sua descrição e basicamente foca em diferentes mecânicas do jogo, quase como um tutorial, mas que não dá a sensação de ser isso. Mas, na real, são fases bem legais, e algumas bem difíceis.

    E como você precisa de dinheiro para reconstruir o castelo, você vai ter o prazer de pegar cada moeda que achar e ir atrás das mais difíceis, como era na infância pra mim (cada fase tem também um pagamento fixo se você a terminar).

    Não vou mentir que o mapa dos jogos do Mario e a sensação de progressão faz um pouco de falta, mas também é bem legal ver o castelo e outras cosias no hub serem construídas e ver a sua porcentagem subindo. Logo, o cenário vazio e sem graça vai dar lugar à muitas coisas, como estátuas, personagens, background e muitos detalhes.

    Tendo completado o castelo 100% (não precisa ter feito mais nada, nem mesmo todas as fases, já que com cerca de metade dos estágios você já o completou), o jogo abre uma missão que age como a final. Termine-a e você verá um zeramento e créditos.

    Pessoalmente eu fui atrás de tudo pois estava legal, e isso inclui o castelo 100%, terminas as 120 fases (que também trará todos os NPCs pro hub) e investir no monumento do Mario, o que vai exigir cerca de 10.000 moedas. No final vai estar tudo bonitinho e você também terá desbloqueado umas coisas por todo o trabalho, como roupas especiais pro seu Mii (que é o seu perfil no jogo).

    Num grupo popular do Facebook, já vi muita gente com o pé atrás com jogo também e pelos preços da Nintendo fica complicado sair sugerindo as coisas.

    SMM2 é sensacional. A campanha é legal, criar fases tem dá mil opções (basta jogar uma horinha online pra você ver como a galera é super criativa), há a possibilidade de jogar multi local ou competitivamente online e por aí vai. Mas pra mim o jogo brilha mesmo jogando sozinho as fases que as pessoas disponibilizam, seja aleatoriamente pelas tags de mais populares ou pelos temos favoritos (Mario World ou 3 ou 1 etc), seja no modo Endless, onde você tem um determinado número de vidas e deve ir o mais longe possível no nível de dificuldade escolhido.

    Esse último pra mim é a cereja no bolo. Quanto mais estágios você concluir, mas você sobe num rank e se pá, você pode se tornar o número 1 do mundo! Há também rank no multi versus online e muitas medalhas, que servem meio que como conquistas do jogo, além de várias coisinhas para desbloquear.

    Em resumo, o jogo super compensa, seja hardcore ou casual, maaaaaas, se você vive em um lugar sem internet ou se conecta uma vez em nunca online, acho que a essência do jogo se perde muito e definitivamente a campanha não basta. O que você pode fazer é sair baixando um monte de fases (o que é rápido) quando tiver acesso a internet e apesar das coisas não serem 100%, talvez valha o preço. Já pros donos do console desbloqueado, eu nem perderia meu tempo.

    Resumindo: Super Mario Maker 2 é um jogo bacana, apesar de não ser lá muito inovador. O novos modos e possibilidades multiplicaram o fator replay de uma forma muito bacana, e sempre há um motivo para continuar jogando, mesmo o Endless Mode que você teoricamente pode jogar por muitas horas numa única run, é possível salvar e continuar depois.

    De bom: o jogo é lindo, em todos os seus estilos. Mecânicas excelentes do jogo anterior agora são muito mais legais com as novas (e são muitas). Modo campanha pra quem gosta, assim como eu, de ver um jogo sendo zerado. A comunidade vez fazendo um trabalho exímio de level design e é muito legal ver as interações por comentários, likes e tentar conseguir o "world record" nos estágios. Muitos desbloqueáveis para a sua conta. Fator replay notal mil e eu diria que nesse quesito, ele é a versão single player de Super Smash Bros. Ultimate ou outros multiplayers. Como a experiência é muito recente, vejo as pessoas muito animadas em criar grupos, compartilhar e compartilhar suas experiências.

    De ruim: modo multiplayer local chatinho, pois não vi um filtro para achar fases focadas em multi co-op e as competitivas definitivamente não dão certo em um único console. Esse modo ainda tem uma coisa que muito me incomoda: o movimento da câmera dá prioridade pro último jogador. Então se alguém ficar pra trás, todos devem esperar e se todos estiverem em uma plataforma subindo em uma fase vertical e alguém cair, a câmera vai seguir a pessoa que está voltando a fase e quem estiver em cima, na frente, morrerá. Já o multi online, competitivo, dá bastante lag, o que é uma pena visto que não só seria esse um modo muito bacana como eu pago pelo sistema online da Nintendo. SMM é uma experiência levemente diferente dos outros Marios convencionais e não ver um mapa com progressão ou um objetivo a ser alcançado pode parecer meio estranho para alguns. Faltou filtro pra multi local. Jogar multi local exige que você baixe as fases, ao invés de apenas jogar direto do server como normalmente é.

    No geral, curti demais, mas agora que a minha jogatina começa mesmo. Começarei a fazer níveis, jogar os dos amigos e de criadores famosos de outros jogos (como o de Celeste, por exemplo). Ótimo pra jogar no metrô, na fila ou de forma hardcore, o que eu mais do que recomendo!

    Super Mario Maker 2

    Platform: Nintendo Switch
    27 Players
    4 Check-ins

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-07-22 17:34:58 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Full Metal Furies

    Zerado dia 21/07/19

    Eu nem sei coo eu conheci esse jogo ou porque eu o comprei, mas deve ter sido alguma recomendação de promoção da eshop. Depois de jogar um pouco, eu pergunto: como é que você não conhece Full Metal Furies (FMF)? Sério, esse jogo deveria ser muito mais popular do que ele é!

    FMF é um beat'em up de até 4 jogadores da mesma produtora de Rogue Legacy com elementos de RPG e bullet hell em que o foco são as quatro protagonistas: Triss, Alex, Erin e Meg.

    Embora seja possível jogar sozinho, acredito que a maior graça da experiência seja o "couch co-op" ou até mesmo no online e em fazer estratégias com seus companheiros.

    Triss é a personagem da cor azul que usa um escudo para atacar os inimigos. Sua cor é a azul.

    Alex usa um martelo e pode sair girando por aí no maior estilo Warcraft 3. Sua cor é a vermelha.

    Erin usa armas de fogo de curto alcance e conta com a ajuda de drones e outras de suas criações para dando vencer seus adversários. Sua cor é a verde.

    Meg é a sniper que ataca de longe mas de forma mortal. Seus ataques tem maior intervalo entre um e outro em comparação as demais e demanda maior precisão a cada tiro, mas em troca de maior dano e a segurança de fica a distância. Sua cor é a laranja.

    Cores são algo recorrente e uma das mecânicas mais fundamentais em FMF. O uso mais comum delas são inimigos de escudos de cor específica e que só poderão ser derrotados se o personagem da mesma cor destruir a barreira antes, dando a possibilidade de todos o golpearem.

    O número de cores varia de acordo com o número de jogadores. Sozinho, você terá que ficar alternando personagens, mais do que isso, o número de cores se adequará ao número de jogadores.

    Quanto mais gente, mais difícil também, além da necessidade de ficar chamando a atenção dos presentes para que façam a sua parte. Além disso, perder todo o seu HP é bem fácil e logo as pessoas terão que ir até aqueles que "morreram" para os levantar para que possam quebrar os escudos quando necessário.

    Em compensação, quanto mais jogadores em pé, mais dano será causado ao oponente e mais ajuda terá para levantar os caídos. Se todos caírem, a missão falha.

    FMF definitivamente começa muito bem e eu inclusive cheguei a começar vários saves para mostrar para amigos diferentes o primeiro mundo até o chefe, mas logo no segundo mundo a aventura fica bem mais complicada. Seu lado bullet hell se agrava e a dificuldade sobe bastante, os inimigos ficam muito resistentes e mesmo com habilidades diferentes, você não percebe que as personagens ficaram muito mais fortes. É tenso.

    Jogar com amigos pouco habilidosos com videogame logo fica irritante. Eles ficam frustrados por cair toda hora e não conseguir fazer nada e você fica impaciente em ter que tirar o foco do que você estiver fazendo para ir salvá-lo.

    E se tem algo que é importante no gameplay é a percepção de tudo o que estiver acontecendo: inimigos, amigos caídos, cores de escudos que só você pode destruir, skills que estão em cooldown, onde cada inimigo está mirando, as vezes coisas invisíveis etc etc etc.

    Por mais que o jogo seja muito divertido e até engraçado, definitivamente NÃO é um party game.

    Cada mundo tem seu mapa próprio e você pode ir e vir nos estágios como bem querer, bem ao estilo de Super Mario World. Motivos? O primeiro seria ganhar uns níveis ou mesmo dinheiro para desbloquear mais habilidades na loja. Mas o principal seria mesmo explorar as fases em busca de equipamentos diferentes, escondidos ou em rotas alternativas.

    Digo diferente e não melhores pois eles são bem isso mesmo. A Alex mesmo tem um martelo que a dá a habilidade de sair girando rápido pela tela por um bom tempo. Já o outro martelo gira lento e acaba rápido, mas causa mais dano. Um terceiro causa mudança de status no inimigo e assim por diante.

    Usando os equipamentos faz com que eles ganhem experiência e fiquem melhores e quando tudo estiver no nível máximo fica mais por uma questão de preferência ou mesmo utilidade de acordo com o desafio (lembre-se de voltar ao campamento de vez em quando para mudar essas coisas e tentar novas estratégias se o desafio estiver muito alto).

    Se o jogo estava difícil para jogadores mais casuais, ele ficará bizarro até para quem quis seguir até o fim. Cada mundo mostra quantos coletáveis você encontrou de um total de tantos.

    Você abriu 3/7 baús e encontrou 2/4 pedras com inscrições.

    O  tenso é saber onde essas coisas estão, pois o jogo é repleto de segredos e até mecânicas diferentes de estágio pra estágio. Em uma fase mesmo, ao invés de ir para a direita como normalmente faria, deverá ir pra esquerda e ativar a habilidade de super pulo de uma personagem, que encontrará uma área secreta. Não existe a mínima indicação daquilo ali!

    Mas o jogo fica muito mais estranho conforme você chega no final e as coisas resolvem tomar ares mais sérios.

    Existem computadores em cada um dos mundos e para ativá-los, você deve usar códigos específicos. Para descobrir os códigos, teve encontrar essas inscrições e decifrá-las, pois são sempre enigmas.

    Pra se ter noção, um deles falava sobre voltar ao começo de tudo e esperar. No final das contas, você tinha que voltar pra tela título do jogo e ficar mexendo o analógico pra não começar a demo. Depois de um minuto ou mais, apareceram estrelas que meio que formavam setas, que você deveria traduzir para símbolos para decifrar o código.

    Existem outros segredos tão ou mais bizarros que esse e todos dentro um do outro.

    Mas por que insistir nessas coisas? Bom, o jogo corre todo normal até você acabar o quinto mundo, mas depois ele te obriga a decifrar todos os mistérios! Você tem que achar todas as pedras, refazer fases várias vezes em busca de segredos e ter que enfrentar ondas de inimigos para fazer isso corretamente pra no final um puzzle levar a outro e a outro, se der sorte de conseguir decifrar alguma coisa.

    Quer dizer, se tudo isso fosse um mundo ou chefe opcional, mas é algo obrigatório da campanha. WTF?

    Minha dica: procure as soluções na internet como eu fiz com uns 3 no final e pra não esfriar a jogatina pois FMF é muito legal mas fica bizarro perto do final e isso definitivamente afastaria qualquer jogador.

    Resumindo: Full Metal Furies é um jogo muito legal, que eu estava pronto pra adicionar entre os melhores indies da minha vida, mas tomaram umas decisões erradas em como funcionaria o final do jogo, e agora eu nem sei se recomendaria pra alguém.

    De bom: humor e pixel art incríveis! A trilha sonora também é muito legal. Enredo bacanudo. Gameplay simples mas que exige inteligência e timing. Chefes muito legais e cheios de referências. Classes com especialidades diferentes. Um ótimo jogo pra quem um multi de sofá bem feito e menos casual ou quebrado do que muitos jogos ficam em 4 pessoas.

    De ruim: não ter voice acting. Te obrigarem a decifrar enigmas escrotos pra chegar ao final do jogo. Segredos bizarros nas fases e que poderiam ter sido facilitados de alguma forma. Achei a evolução dos personagens pouco percebível com o caminhas da campanha, sendo que elas continuam morrendo muito fácil mesmo com atributos no máximo.

    No geral, se for pra jogar casual e num bom preço (ou mesmo pirateado) eu recomendo o jogo sim pois ele é sim muito bom. Mas esse deve ser o primeiro caso da história que um jogo só é um problema se você quiser zerar. Ou ainda, dane-se tudo e veja todas as soluções online para não estragar a jogatina, pois FMF acerta nos outros quesitos, seja como beat'em up, seja como bullet hell. Bem legal!

    Full Metal Furies

    Platform: Xbox One
    6 Players
    5 Check-ins

    26
    • Micro picture
      filipessoa · about 1 month ago · 2 pontos

      Parabéns pela finalização!

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      jaime96 · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu joguei ele com meu irmão, ainda to pensando se vou atrás dos enigmas, acho que vou ficar só com o final do cronus mesmo kkkkk

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      spider · about 1 month ago · 2 pontos

      Não conhecia, valeu mesmo por compartilhar!

  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-07-22 15:01:49 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Dark Souls Remastered

    Zerado dia 20/07/19

    Amigos, esse é um dia para se celebrar! Um marco! De todos os jogos existentes, Dark Souls era um dos poucos que me davam um certo "medo" de jogar. Em partes, a série é famosa pela dificuldade, mas acho que principalmente porque eu cheguei a jogar DS lá pra 2013 e a frustração de morrer num boss e ter que voltar pra fogueira que julgava ser tão longe pela milésima vez me fizeram largar do jogo, que hoje em dia é super consagrado. O fato é que esse boss era o Taurus Demon e eu não sabia do macete de subir a escada e arrancar um belo bocado de seu HP.

    Além do mais, eu provavelmente não sabia da questão de alocar pontos nas fogueiras (level up) e ia pra cima quase na mesma forma que comecei a aventura, mas com equipamentos melhores que peguei até chegar no dito cujo.

    Saber desse negócio de subir a escada e se jogar nesse chefe acabou foi me deixando mais puto, pois eu tinha achado que esse macete era muito "secreto" e necessário e que só olhando na internet eu saberia disso. Em resumo, eu não tinha ficado feliz com a necessidade de ter que ler, estudar e me spoilar o jogo antes de realmente o descobrir para poder avançar. Eu viajei um bocado haha!

    Ainda assim DS ficou ali, me perturbando. Um jogo de ação em terceira pessoa e medieval (fórmula bacana pra mim) que eu não consegui terminar.

    Com o tempo, todo mundo não para de falar da série e eu sempre curioso, principalmente porque todo mundo fala tão bem do conceito, da estória, da perfeição que o jogo é. Será que eu ainda tenho a paciência e tempo de ter que ficar preso à TV do meu quarto morrendo mil vezes? Talvez não e foi justamente o Nintendo Switch que resolveu esse problema pra mim. Posso jogar DS em qualquer lugar e ligar o console tão rápido, além do jogo ter voltado com uma cara de coisa nova nesse Remastered, que de repente essa experiência é algo relevante e que todo mundo sabe que estou jogando pois todos os amigos estão sempre online no Switch.

    Sondei o jogo até ele entrar em uma promoção, mas acabei o ganhando de aniversário e o comecei aleatoriamente enquanto estava entediado na casa de um primo. Fiz tudo o que já conhecia do jogo e cheguei até a famigerada fogueira que eu usava antes do Taurus Demon, mas larguei pra jogar de verdade em um outro momento, e nem demorou pois umas semaninhas depois na casa de um amigo, a galera simplesmente animou em jogar e conhecer Dark Souls Remastered em grupo! Acabamos nos juntando a cada 1-2 semanas para continuar a jogatina e foi demais!

    As decisões e build do personagem ainda foram feitas por mim e todo mundo teve a chance de jogar em todas as partes, basicamente, pois a gente ainda morreu um bocado. Estar ciente  de como se joga realmente DS (fazendo os level up devidos, explorando bem os cenário etc) e a vontade de conhecer a fundo o jogo, me deu muita força de vontade de jogar sério, nem que fosse pra morrer 1000 vezes. Além disso, a experiência com Monster Hunter 4/World e Breath of the Wild me ensinou bastante como reagir com jogos que demandam mais paciência, timing e menos ganância.

    Agora eu vou ter que te dizer uma coisa: Dark Souls não é muito difícil. Na verdade, quase sempre ele é só mais um jogo. Em diversas partes eu cheguei até a achar fácil demais, como chefes que matei na primeira tentativa, como o próprio Taurus Demon, Gaping Demon, Queelag, Four Kings, Pinwheel etc.

    Meus ULTIMATE conselhos para esse jogo são: cada golpe conta (seja ele seu ou do seu inimigo), evite estar onde você não deveria (pois as vezes o jogo te dá a possibilidade de ir para outras áreas que você não deveria, o que só vai te causar frustração), experimente táticas e equipamentos diferentes (eu tava sofrendo com o Rito até colocar uma armadura super pesada e ele mal me causava dano e, além disso, um inimigo mais tosco pode representar uma ameaça maior do que um monstro único se você estiver usando o equipamento errado) e saiba equipar seu personagem, pois dependendo do peso das coisas que você usar, correr, atacar e esquivar ficam mais lentos (mas dependendo até vale a pena, conselho de quem achou que deixando o personagem o mais rápido possível o jogo inteiro facilitaria, mas que no final estava com um obeso de tão lento).

    Você tem que saber que DS é quase que um metroidvania (diferentemente de um jogo super linear que eu imaginei quando joguei há 6 anos atrás). Você vai e volta com alguma frequência, aprende o padrão dos inimigos e decora os mapas (que na moral são bem pequenos) e logo fica tudo bem tranquilo. VOCÊ FICA FORTE.

    Você seu personagem se equipando e ficando muito mais forte, matando todo mundo com um golpe ou outro e sofrendo nada ou quase isso em partes que você cansou de morrer (o que geralmente se limita mais aos chefes mesmo). Ainda assim, nunca subestime seus oponentes, principalmente em grupos.

    Logo logo você decorou o jogo inteiro, conhece todos os caminhos e quase sempre é bem óbvio pra onde ir.

    Importante ainda não viajar com a build do personagem. Eu estava jogando com a intenção de ser um guerreiro, então dei prioridade pra Força, mas também aumentei bastante a vida e a capacidade de carga/stamina que te permite usar equipamentos mais pesados sem perder muito da velocidade. Ainda assim, as vezes você pode demorar bastante pra conseguir um equipamento que pegou há muito tempo atrás. Eu mesmo acabei não investindo em nada que não fosse usar, como Inteligência, um atributo aparentemente voltado para o uso de magias.

    Uma das partes mais notórias senão a mais importante é a fogueira. Cada mapa tem ao menos uma delas e elas servem para salvar seu progresso, ou seja, morreu, volta da última que utilizou, mas logo você abre mais usos, sendo o level up um dos que você não pode esquecer.

    Cada monstro derrotado derruba uma certa quantidade de almas e você pode usá-las para pagar um preço e aumentar um dos seus muitos atributos. Cada vez que você aumenta um deles, isso conta como um nível do personagem a mais, então se eu zerei no nível 81, eu aumentei os atributos 80 vezes.

    As almas servem também como moeda de troca em vendedores ou para consertar e melhorar equipamentos, então use sabiamente (ou farme bastante, o que não achei necessário).

    Mas nem tudo é um mar de flores. Se você morrer, todas as almas ficam no seu corpo e você deve voltar e recuperá-las e caso morra antes de fazer isso, você perdeu a todas que não gastou. Tornei essa uma prioridade todas as vezes que morria, inclusive em salas de chefe e as vezes voltava para a fogueira quando já tinha limpado a área só para poder gastá-las logo (inimigos comuns voltam a vida cada vez que você senta à fogueira, mas inimigos únicos do mapa não dão respawn, o que facilita muito).

    Tente lutar em lugares fáceis de recuperar suas almas, principalmente nas salas de boss.

    Conforme fomos jogando e entendendo os mapas, arquitetura, estória e bolando estratégias diferentes, o jogo foi brilhando cada vez mais. Com poucas horas eu estava muito animado em continuar a jogar e fechar logo não só a série inteira como similares, como Nioh, The Surge etc etc etc. Na real, tive que me segurar para não jogar sozinho em casa. Eu estava oficialmente viciado em como esse jogo é bem pensado. Eu queria voltar logo e estava sempre marcando jogatinas pra ajudar nesse quesito.

    Eu queria explorar mais, ficar mais forte, ver mais chefes, matar inimigos tensos que anteriormente não consegui e ver o que eles guardavam. De repente, morrer em batalhas grande era tranquilo. Não tinha problema.

    Sério, experimente morrer várias vezes pra uma variação do Zinogre no final da campanha de Monster Hunter 4 depois de batalhas de 40 minutos e jogue Dark Souls. Eu estava muito de boas. As batalhas mesmo são bem rápidas e logo terminam com sua morte ou a do inimigo e são poucos os casos que você tem que esperar que eles permitam que você os acerte, como a Moonlight Butterfly ou Dark Sun Gwyndolin. Enquanto isso, no Monster Hunter, os caras voam a todo momento, fogem e até restauram seus HPs.

    Outra coisa sensacional do jogo é a sua ambientação. É imersivo, é bonito e há uma mistura de mistério místico e realismo. Uma paz incrível. é muito bom fazer parte daquele mundo, ver como as coisas se conectam, seja no mapa ou mesmo o enredo e cada chefe ou porque cada inimigo está ali. Nada é aleatório como em muitos RPGs mais recentes. É uma coisa séria e bem pensada.

    A tal dificuldade mesmo, é só porque o jogo não segura na sua mão como na maioria das vezes. Sabe quando você joga um Bayonetta e há a certeza de que você terminará o jogo em questão de tempo? Aqui não existe isso, DS quer que você viva o momento, que você pode morrer por um vacilo, que você observe o cenário e que aproveite os momentos que estiver por lá. É um jogo que mostra como seria se você estivesse lá, que cada movimento é alguma coisa e que não pode sair dando a louca como na maior parte dos jogos hoje em dia. 

    E é justamente toda essa substância que vai fazer você adorar a experiência que eu espero que seja bem continuada em outros jogos da série.

    O rápido aprendizado com a experiência também proporciona uma certeza de que você vai matar aquele chefe, cedo ou tarde.

    Já se você fez um personagem meio ruim ou mesmo estiver perdendo as esperanças com Smough e Ornstein, por exemplo, poderá ir à uma fogueira, usar uma das humanidades que você coletou, voltar à forma humana e convocar jogadores ou NPCs para te ajudarem. Eu mesmo fiz isso na época do Test demo e foi bem legal. Já no jogo completo eu acabei não usando, mas porque quase nunca lembrei da possibilidade.

    Se tornar humano também abre a possibilidade de outros jogadores invadirem seu jogo para o bom e velho PvP, combate online. Fui invadido apenas uma vez (até porque quase nunca eu era humano) e perdi pro cara, sendo que eu estava na catedral logo antes das Gárgulas, poucas horas de jogo, e o cara tinha altos sets e armas e ele confiou tanto que quase perdeu ainda haha.

    Resumindo: Dark Souls Remastered foi uma ótima experiência, um jogo levemente acima da média de dificuldade dos jogos atualmente, o que o deixa muito mais interessante. Algo pra ficar na sua mente pra sempre. O jogo é um meme de dificuldade, mas é tudo bem justo e as vezes até fácil demais, como foram as últimas zonas e chefes. Acredito que porque eu cresci e aprendi muito com a jogatina. Amei toda a mitologia e até me arrependi de não ler mais as descrições de itens e afins para melhor entender a lore e as motivações de todo mundo, coisa que agora estou fazendo pelo Google.

    De bom: dificuldade no nível certo, sendo que nunca chega a ser frustrante como em jogos mal feitos. Chefes legais. Enredo bacana. Muita variação de itens, sejam eles armas ou equipamentos e tudo altera a sua aparência. Liberdade de andar pelos mapas e revisitar lugares. Áreas pequenas e fáceis de memorizar. Batalhas rápidas. Ambientação incrível, uma ótima visão da japonesa FromSoftware de um jogo "medieval". Crescimento do personagem que faz diferença. Tem um bocado de cutscenes legais.

    De ruim: as vezes não é tão óbvio que você não deve acessar certas áreas antes da hora (recomendo usar o walkthrough da IGN, que mostra a ordem das áreas a serem acessadas sem que você tenha que ler informações sobre o jogo). Gostaria que tivesse multiplayer online co-op com um amigo de forma mais simples (até hoje mal entendo como funciona). Alguns ataques de inimigos são meio mentirosos e as invés do personagem te acertarem, uma área de ataque conta como dano, mas é raridade. A zeração é meio rápida demais. Eu não fui atrás da área e chefes do DLC, tipo o Artorias, antes de zerar e o jogo já me jogou pro começo da campanha novamente no New Game+.

    No geral, Dark Souls tem tudo pra estar entre os meus jogos favoritos e me deixou louco por mais, como se eu apenas estivesse terminado a primeira temporada de um seriado que amei, mas é possível que mais uma vez os amigos queiram jogar os próximos juntos. Na época eu perguntei aqui no Alvanista de sua duração e o pessoal me assustou falando que poderia ser 100 horas, 200 horas mas foi o howlongtobeat.com que me ajudou com isso. A minha campanha durou pouco menos de 50 horas e nem pareceu tudo isso. Até achei meio curto hehe. Recomendadíssimo!

    Dark Souls Remastered

    Platform: Nintendo Switch
    62 Players
    10 Check-ins

    18
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      gus_sander · about 1 month ago · 2 pontos

      Boa rapaz! :o

      1 reply
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      hyuga · about 1 month ago · 2 pontos

      eu platinei no ps3 e a série souls eu acho extremamente divertido visitar o site fextralife e ver detalhes como o dano que a arma fica quando upada (em todas variações de dano), lugares pra farmar almas, onde farmar humanidade, pedras pra up de armas etc. Matar todos os chefes (inclusive os secretos), se não fosse esse site eu nunca mataria o Gwyndolin e também nunca saberia do mundo pintado de ariamis.

      Enfim, eu não entendo uma linha do enredo de dark souls, mas toda essa minha pesquisa que eu faço sobre os jogos me cativa

      4 replies
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      kleber7777 · about 1 month ago · 2 pontos

      Que bom que você teve a experiência de voltar e rejogar, agora mais preparado. Tem jogo que é assim mesmo.
      Feliz em saber que você gostou desse jogo tão importante pra mim.

      4 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-07-11 16:44:15 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Yoshi's Crafted World

    Zerado dia 11/07/19

    Opa, quem lembra de mim? Estou há mais de 2 semanas sem fechar nenhum jogo, mas não parei de jogar. O fato é que recentemente eu fiquei meio ocupado com final de semestre na escola e jogando jogos emprestados (como o próprio Yoshi's Crafted World) e um deles é bem longo e não sei exatamente quando terminarei (mas o foco é só nele agora).

    Tenho que começar essa análise dizendo que não sou muito fã dos jogos do Yoshi. Quem dizer, eu até acho legal, mas nunca achei muita graça em Yoshi's Island com a maioria acha. Também não fiquei idolatrando seu jogo no Switch como muitos amigos e conhecidos fizeram, apesar de ter achado a demo legal.

    Maaaaaaas, YCW é um título exclusivo do Switch e daqueles que eu não compraria, então uma amiga me emprestou e eu aproveitei pra zerar o mais rápido possível pra devolver logo (estou com ele a quase 3 semanas agora). Ainda assim, aproveitei MUITO esse jogo, que além de viciante, me surpreendeu bastante.

    Começando a aventura, não tem nada de muito diferente senão o visual, que é meio que uma evolução daquele de Woolly World, mas de lã mesmo só o Yoshi, já que as outras coisas são basicamente feitas de qualquer coisa que você faria com materiais reciclados ou em uma sala de aula com crianças.

    A aventura segue sendo plataforma. O Yoshi ainda tem aqueles pulos que planam no ar, ele ainda atira seus ovos (mas agora você controla a mira livremente). O básico continua sendo chegar ao final do estágio, mas há vários coletáveis por toda parte, incluindo os Smiley Flowers, as margaridas sorridentes clássicas da série que agora também servem como "pagamento" para abrir os próximos mundos (mas você acaba pegando a quantidade necessária para avançar sem se preocupar muito).

    É inegável que esses fatores, ligados à beleza da aventura são mais do que o necessário para um ótimo fatore replay e exploração.

    Cada estágio contém cerca de 10 florzinhas, sendo 7 pelo cenário, que as vezes demandam ações específicas, alcançar lugares mais escondidos ou minigames de tempo. As outras 3 são comuns em todas as fases:

    -Coletar as 20 moedas vermelhas (sempre camufladas de amarelo);

    -Alcançar a linha de chegada com a vida cheia (20 corações);

    -Terminar a fase com no mínimo 100 moedas (sempre muito fácil).

    Mesmo explorando bem, é comum chegar ao final com algo a menos e ter que voltar só pra achar o que faltou (felizmente não precisa reiniciar do zero). Algumas eu fiz de primeira, outras de segunda, terceira, quarta, aaaaah deixa eu ver na internet logo. Pois é, eu acabei vendo a localização de umas 4 coisas no Google depois de muita exploração, mas o que são 4 em meio a quase 1000 coisas que você acumula?

    Fora que após completar uma fase é liberada uma versão da mesma mas com a câmera por trás dos cenários em que você deve encontrar 3 poochies em um determinado tempo.

    De todos os coletáveis, os mais difíceis são os Souvenir Hunts. Esse modo se abre assim que você completa todas os estágios de um mundo e consiste em revisitar as fases e suas versões "flip side" em busca de elementos escondidos pelo cenário. Felizmente o jogo avisa em que estágio exatamente encontrar um por um, mas achar é com você. Se você jogou prestando atenção em tudo, facilita bastante quando chegar a esse ponto, mas o fato é que você só sabe o que vai procurar quando o robozinho te pede (tem coisas que eu prestei atenção nas fases e que nunca tive que ir atrás depois).

    Enfim, achou, tacou um ovo e se tiver completado a meta, o jogo pergunta se você quer continuar no estágio ou sair de volta pro mapa. 

    Como YCW deu a impressão de ser bem curtinho, acabei focando em fazer tudo e isso rendeu jogar as mesmas fases muitas e muitas vezes. Você tem que pegar todas as margaridas e as vezes faltam algumas. Rejoga. Peguei mais duas mas não achei uma. Rejoga. Agora a versão "flip". Opa, achei os três câezinhos mas fora do tempo. Rejoga. Finalmente próxima fase!

    Opa, tenho que achar souvenirs. O robô pede alguma coisa, volto naquela fase, depois ele pede outra, mas no lado flip. Rejogo. Agora ele pediu outra coisa na mesma fase. Rejogue.

    Sério, as vezes é bem tenso terminar um mundo, mesmo ele tendo apenas 3 fases no máximo.

    Depois de umas 5 horas de jogo, cheguei onde eu achei que seriao final, e estava satisfeito, provavelmente de tanto rejogar e descobrir coisas nos três mundos. Matei o chefe e se abriram mais 11 mundos! 11!

    Se cada um tiver 3 fases + seus flip sides, serão 66 fases!

    O pior nem é ter mais 33 estágios, mas ter mais 10 margaridas, 3 moedas vermelhas, terminar com a vida cheia, caçar 3 poochies no tempo e mais um bocado de souvenir e repetição.

    Nessa parte eu não sabia muito o que pensar, mas fui jogando e fazendo as coisas com calma e quando enjoava, parava. Fazia um mundo 100% de manhã, outro a noite depois do trabalho. Dificilmente conseguia ir além disso.

    Quanto menos mundos faltavam, mais eu ficava disposto a continuar jogando e fechar logo a aventura. Pra falar a verdade, eu estava curtindo a jogatina. Não é um jogo ridiculamente fácil como Kirby, mas fica entre ele e a dificuldade mais elevada de um Mario. Ainda assim, é um bom jogo pra jogar casualmente, sem pegar tudo ou mesmo com o "Mellow Mode" ativado, que deixa super fácil. Vale lembrar ainda que o jogo não tem sistema de vidas e ao morrer, você volta ao último checkpoint coletado.

    Fechei em umas 25 horas. Fico imaginando se eu tivesse jogado explorando menos e indo mais direto pro final em quanto tempo eu teria o terminado. 5 horas? 8 talvez por conta das margaridas.

    Algumas das maiores motivações em continuar jogando é a grande variedade de mecânicas, temas e originalidade do level design como um todo. Mesmo fases verdes no mesmo mundo ou mundos diferentes são únicas, cheias de desafios exclusivos, usando papelão de formas diferentes e divertidas. Sempre foi um prazer explorar esses estágios.

    Há ainda roupas de papel para comprar em máquinas de venda com as moedas que você acumula pelo jogo, dando mais motivos para coletar as douradinhas.

    É muito conteúdo!

    Após terminar o jogo, são abertas mais fases extras que devem ser liberadas com margaridas (bem ao estilo do que as moedas bônus faziam nos Donkey Kong Country). Mas meu conselho talvez seja jogar tranquilamente e voltar nas fases com o tempo para evitar toda a repetitividade que eu gerei.

    Resumindo: Yoshi's Crafted World é uma incrível surpresa, sendo que eu esperava um jogo mais bobo e fácil. Definitivamente o jogo se reinventa muito nas fases e mecânicas e dá muitos motivos pra você jogar no mínimo umas 30 horas para fazer 100%.

    De bom: level design muito bacana. Trilha sonora muito boa também (amei a da casa assombrada). Muitas mecânicas diferentes, como Donkey Kong Country: Tropical Freeze faz. Bom nível de dificuldade. Visual deslumbrante. Inclui modo para dois jogadores (que deve facilitar também na coleta das coisas se ambos forem jogadores no mínimo medianos) e modo mais fácil. Achei um bom jogo pra qualquer pessoa que ame videogames. Muito conteúdo. Boas cinemáticas.

    De ruim: poucas músicas. Desafios meio repetitivos e previsíveis em todas as fases (você acaba fazendo algumas coisas sempre do mesmo jeito). Alguns coletáveis eu achei meio mal posicionados ou frustrantes de serem alcançados. Não curti a coisa de ir de leve mundo após mundo e de repente se abrirem mil novos outros. Achei que o jogo poderia ter sido um pouco mais curto no final, tipo 1/5 menor, por ter se estendido um pouco demais.

    No geral, amei a experiência e se soubesse teria até comprado o jogo. Mas depois de fazer tudo por tantos dias, eu não sinto a menor vontade de jogá-lo novamente. Valeu demais! Meu jogo favorito dele disparado e já tô até achando que vale os US$60.

    Yoshi

    Platform: Nintendo Switch
    68 Players
    2 Check-ins

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