• luchta Ewerton Ribeiro
    2019-11-16 23:14:57 -0200 Thumb picture

    Under Night In-Birth Exe:Late[cl-r] - Trailer

    Under Night In-Birth Exe:Late[cl-r] vai ser lançado em 20 de Fevereiro do ano que vem para o PS4 e Nintendo Switch, e acredito que como todos os outros para o PC. Os caras segundo o site oficial prometem um belo upgrade no jogo com mais de mil melhorias, entre elas novos movimentos para os personagens, mas apenas um novo personagem jogável. O que na minha visão, não justificaria um jogo novo e sim uma DLC para o antigo. Mas enfim... né...

    Só sei que o enredo desse jogo até que é muito bom, e daria um belo anime de ação com monstros, e aquela pegada sombria. Quem sabe isso não aconteça no futuro.

    Under Night In-Birth Exe:Late[st]

    Platform: Playstation 4
    11 Players
    2 Check-ins

    9
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-11-07 02:04:43 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Nine Parchments

    Zerado dia 06/11/19

    Mais um jogo lá dos primeiros meses do Switch, Nine Parchments, dos mesmos criadores da série Trine, me chamou muito a atenção quando anunciado pra console. Por um lado o visual era muito chamativo, por outro me lembrava Diablo (na verdade tá mais pra Magicka), e isso pra mim, junto ao fator multiplayer local e online já eram mais do que motivo para adquiri-lo.

    Rolou ainda uma demo com umas duas fases na época e eu joguei com colegas de trabalho que curtem video games e que estavam também na onda do Switch. Foi bem legal e fiquei morrendo de vontade de jogar mais!

    Finalmente lançado, o preço de NP não era tão bom assim e eu deixei pra comprar numa promoção, que muito demorou (agora ele vive ganhando desconto). Joguei uma vez mais a sério com outros amigos a versão pirata de PC mas acabamos dormindo no meio da jogatina.

    Bom, o dia da promoção chegou e eu já estava preparado pra jogar a sério com os amigos. Tentei uma vez e ficou meio chato. Depois tentei com outros amigos e deu na mesma.

    NP é um jogo legal e bonito, mas a jogabilidade completamente baseada em magias e entender o que se passa na tela sem dúvida alguma fica meio tediosa com algum tempo. No final das contas, eu nunca consegui convencer meus amigos a voltarem e a jogarmos até o final, até porque agora o jogo disputa atenção com tantos outros jogos...

    Um amigo apareceu sugerindo que jogássemos a série Trine completa e eu achei legal a ideia, mas dei uma condição: só se zerássemos NP antes. Ele aceitou e tal mas ficou só nisso já deve fazer um mês ou quase isso.

    Hoje, escolhendo o que jogar e apanhando em outros jogos voltados ao multiplayer que vou realmente depender das amizades, resolvi ir tentar fechar esse joguinho aqui. Deu muito certo e em vários trechos joguei com aleatórios online!

    Pra quem não conhece o jogo, NP é um daqueles "twin-stick shooters" em que você move o personagem com um analógico e mira seus ataques com o outro. Como dito antes, o jogo tem uma visão isométrica, semelhante a câmera do Diablo 3 ou Magicka 2.

    Além do uso constante de ambos os analógicos, você ainda tem um botão para atacar, um para pular, dois para girar a sua roleta de magias para esquerda ou direita, um botão para bater com seu cetro e mais um para usar seu "blink", uma habilidade que te teletransporta a uma certa distância afrente de onde você estiver mirando, ideal para fugir de ataques inimigos.

    Os comandos me confundiram um pouco por boa parte da aventura e em alguns casos, como na roleta de escolha de magias, acontecia de eu desviar minha atenção dos inimigos e tomar dano e até morrer tentando achar um ataque específico (quanto mais você avança na campanha, mais itens terá na roleta).

    Algumas das peculiaridades do título incluem barras de mana específicas para cada magia, como se fosse munição. Isso te obriga a trocar de magia constantemente e usar outras coisas enquanto as outras recarregam (ficam apagadas na roleta se ainda não puderem ser usadas). Além disso, há friendly fire por padrão na aventura, ou seja, seus ataques acertam seus amigos.

    No meio da confusão, é comum atacar seus amigos e até matá-los, muitas vezes porque sua mira é ruim, outras vezes porque o cara passa na frente do seu raio de gelo como se não fosse nada! No caso de amigos mortos por qualquer motivo, basta ficam em cima do círculo que fica em volta de seus corpos até a barrinha se encher.

    O interessante é que o friendly fire não serve apenas para deixar o jogo mais difícil, mas também conta pros inimigos! Os caras se atacam aqui e ali e isso é muito útil. Por outro lado, magias de cura, como os círculos que se poem no chão, também recuperam a vida dos monstros que os tocarem.

    Os inimigos também contribuem com a experimentação já que suas cores indicam qual tipo elementar eles anulam completamente. Tente ter um de cada! Isso também vale para escudos de inimigos que não possuem nenhuma resistência natural.

    Já no quesito exploração, o jogo é cheio de segredinhos, como 5 penas em cada fase e alguns baús que te dão experiência para que você possa melhorar suas habilidades passivas ou mesmo equipamento de vez em quando. É bem bacana achar essas coisinhas e não leva muito tempo e demandam mais da sua atenção.

    Sobre os equipamentos, você desbloqueia uma grande variedade de cetros e chapéus por aí.  Cetros dão diferentes tipos de bônus e varia muito com o personagem e magia que você estiver usando. Já os chapéus aparentemente são apenas para fins estéticos.

    Diferentes personagens também usam diferentes tipos de magia e tem meio que diferentes especialidades. Há um bocado deles e alguns só mudam as cores das roupas e infelizmente é bem difícil desbloqueá-los casualmente, já que cada um demanda que você cumpra certos objetivos específicos para que sejam desbloqueados.

    Resumindo: Nine Parchments é um jogo bem legal e desafiador conforme o número de jogadores aumenta (sozinho tava normal, de 2, tenso e mais do que isso, hardcore). Eu devo ter levado 4 horas para fechar a bonita e repetitiva aventura, que felizmente permite que você salve e volte depois. Pelo preço que ele geralmente é oferecido no Nintendo Switch em promoções, vale a pena pra jogar online ou com amigos, levando em conta, mais uma vez, que pode ser um pouco difícil.

    De bom: visuais lindos, sobretudo dos cenários. Sério, esse jogo não merece os cenários incríveis que tem. Trilha sonora e ambientação bem legais, ainda mais nas últimas fases. Grande variedade de personagens e combinações de equipamentos. Chefes legais. Diferentes níveis de dificuldade.

    De ruim: comandos meio confusos. Meio frustrante depender de quem é ruim pra te ajudar. Inimigos pouco mudam a partir de pouco tempo de jogo. Meio chato de liberar mais personagens. Magia, trocar, magia, desviar é uma fórmula que se repete um pouco demais. Acho que o jogo poderia ser um pouco mais curto.

    No geral, eu achei que o jogo tem bem mais fundamento que com a minha experiência com Magicka, mas andando pelos lindos e lineares cenários, eu fiquei foi com vontade de jogar alguma coisa estilo Diablo, explorar cenários, ir e vir a vontade e senti falta da imersão. Enfim, dá pra jogar causalmente ou pra valer e tentar fechar suas 33 fazes (sendo que muitas são bem curtas ou só uma batalha de chefe). Sozinho você zera tranquilo e até recomendaria. Com amigos, não leve muito a sério. Jogo legal!

    Nine Parchments

    Platform: Nintendo Switch
    24 Players
    5 Check-ins

    21
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      hilquias · 12 days ago · 2 pontos

      esse daí eu peguei num drm free da versão da gog.. o save tinha prblmas, não gravava avanço, então considere ele como droppado, mas achei bem legal

      3 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-11-05 23:07:46 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Downwell

    Zerado dia 05/11/19

    Mais um jogo daqueles de promoção, mas nesse caso é diferente. Eu vi pessoas indo a loucura para que todos comprassem esse jogo pelos míseros R$8 que ele estava custando há um tempão atrás no Switch. A coisa tava tão louca que eu fui atrás do jogo e o comprei, joguei o comecinho mas acabei deixando pra depois.

    Mais tarde reparei que meu amigo tinha Downwell em seu PS4, o que foi bem curioso pois por algum motivo eu acreditava que o título era exclusivo do console da Nintendo, mas ao mesmo tempo me deixou com mais vontade de jogá-lo visto que aparentemente ele era popular.

    Cheguei a brincar novamente com esse roguelike uma ou outra vez, mas eu realmente não o estava levando a sério no momento. Parecia um jogo meio Arcade ou sei lá. Enfim, não era a hora dele.

    O jogo só foi me convencer de verdade depois que bombaram umas notícias que seu criador, que havia sido contratado pela Nintendo estaria deixando a empresa para voltar a desenvolver jogos independentes e com mais liberdade. Bem bizarro, né?

    O fato é que Downwell estava por toda parte e logo eu fiquei procurando a hora certa para começá-lo de verdade. Nessa época aí que estava terminando umas coisas e começando uns muitos jogos emprestados enquanto o jogo aguardava na minha listinha num bloquinho de notas amarelo do meu celular e o comecei ontem, mas seu progresso foi interrompido pelo Miles & Kilo.

    A verdade é que esse gênero de jogo tem me despertado muito interesse nos últimos anos e sei que jogando com calma e paciência, essas experiências tendem a crescer e a mostrar porque são tão amadas. Eu já estava preparado para uma semana ou mais de jogo.

    Pra quem não o conhece, Downwell é um jogo em que cada partida você pula num poço e vai caindo, passando de fase em fase até finalmente chegar ao seu fundo, terminando a aventura.

    O jogo tem uma jogabilidade bem vertical e se baseia muito em cair pelos cenários. Há muitas plataformas e inimigos pelo caminho e basicamente você pode optar por jogar da forma como quiser, desde calmamente, matando a todos e coletando seu dinheiro, a passar correndo e desviando o máximo possível (porém se você cair continuamente, sua velocidade aumenta bastante e fica difícil prever o que virá de baixo) ou mesmo quicando de inimigo em inimigo, como você faria num jogo do Mario pulando de tartaruga em tartaruga.

    A grande vantagem de fazer combos quicando de inimigo em inimigo sem tocar no chão o máximo possível é que você ganha bônus, como dinheiro e a tal rara recuperação de vida.

    Só que, claro, nada é tão simples.

    Inimigos coloridos (vermelhos usando as cores originais) não podem ser tocados e só podem ser derrotados com o uso das suas armas. E falando em armas, elas são também das mecânicas mais básicas do jogo: você começa com uma metralhadora e pode trocar para outras que eventualmente achar. As armas servem para matar quaisquer monstros que você vir, mas também servem para retardar a sua queda e diminuir a sua velocidade (os tiros sempre saem verticalmente para baixo).

    Entretanto, cada arma tem um certo limite de balas em seu pente e você não pode sair abusando dos tiros. Para recuperar sua munição, há duas possibilidades simples: toque no chão ou pule na cabeça de algum inimigo. Na teoria é fácil, mas na prática cenários mais complicados, muitos inimigos e o cuidado de não sair tocando em inimigos vermelhos ou em qualquer um deles pelas laterais e a grande velocidade de tudo deixa tudo bem tenso.

    Para dificultar ainda mais a sua vida, entram os gráficos de Downwell. Ele tem esse estilo meio quase sem nenhum bit de computadores antigos, quase um Atari, então é complicado diferenciar as coisas as vezes pela pequena quantidade de cores.

    Felizmente, conforme você joga, o seu "perfil" vai ganhando níveis e abrindo novas coisas, inclusive novos estilos de cores, sendo alguns deles bem feios e bizarros, outros são claras homenagens ao Game Boy e Virtual Boy, por exemplo. Pessoalmente o estilo básico foi o que mais me agradou e ajudou a visualizar as telas, mas depois que abri um levemente azulado com branco e vermelho, eu não conseguia usar mais nenhum.

    A aventura se divide em apenas 12 fases, divididas em 4 mundos com temáticas próprias:

    -O primeiro é uma caverna, bem como esperado do que seria um poço. Começa bem lento, fácil e meio sem graça e chega a apresentar uns inimigos meio chatos lá pela terceira fase;

    -O segundo mundo é meio que mau-assombrado e conta com uns inimigos mais chatinhos e pisos vermelhos, que se você ficar em cima, espinhos saem 1 segundos depois pra te empalar, então saia rápido;

    -O terceiro é aquático. Nas primeiras vezes eu achei bem difícil, mas agora já acho dos mais fáceis. Nesse mundo você deve descer rápido e encontrar baús com bolhas de ar antes que você perca o seu;

    -O quarto mundo é um mundo praticamente sem chão e cheio de espinhos e inimigos vermelhos. Curiosamente, eu achei esse bem fácil também.

    Entre cada uma das 12 fases, o jogo te dá opções de habilidades e afins para você usar no seu personagem, como aumentar seu HP, comer o corpo dos inimigos para se curar, explodir partes do cenário quando você as destrói, inimigos que explodem quando você pisa neles etc.

    Infelizmente a quantidade de habilidades é bem pequena para o que o gênero costuma oferecer e logo a variedade e fator replay são bem pequenos. Pessoalmente eu estava jogando num estilo que eu tinha mais dois de HP (6 no total), mas tinha menos opções de escolha entre os níveis (2 ao invés de 3) e o jogo ama te dar o que você não curte ou precisa...

    Com a combinação certa e um pouco de sorte de achar a arma desejada, cristais o bastante para gastar na loja e se curar e bons layouts de fase, o jogo pode se tornar bem fácil.

    O meu tempo de jogo total foi de 5 horinhas apenas e a run que me levou do início ao fim dos créditos (e ainda abriu um modo Difícil) durou apenas 15 minutos (média de pouco mais que 1 minuto pra cada fase).

    Resumindo: Downwell é um jogo simples tanto em sua jogabilidade quanto em seu visual, mas é uma experiência única de todas as formas possível tanto em seu gênero quanto para video games em geral. Apesar da experiência não dar muitos motivos para voltar e jogar mais como em outros semelhantes, ela promete uma jogatina muito divertida e tensa enquanto durar, daquelas que quando você morre você até serra os punhos e fecha os olhos de raiva, mas que logo em seguida já parte para a próxima run.

    De bom: estilo único. Jogabilidade simples de aprender, mas muito difícil de masterizar. Variedade de estágios e inimigos te localizam muito bem em seu progresso e renovam sempre a experiência. Habilidades dão mais variação ao jogo.

    De ruim: diferentes modos de jogo geralmente não compensam. Poucas habilidades e logo você enjoa delas. As vezes acho que o jogo poderia inovar mais em seu gameplay com um toque mais louco e menos sério, como são as possibilidades em Enter the Gungeon, por exemplo. Difícil de enxergar e é normal que um morceguinho toque em você sem você nem o ver no meio de tudo. Esquemas de cores não muito bons em sua maioria. Muitas vezes achei a jogatina meio impiedosa demais. Itens caros demais na loja e isso quando tem o que você precisa.

    No geral, o jogo é um excelente roguelike, mas que não planejo jogar nunca mais depois de zerar, pois realmente não vejo motivo. Não há mais nada pra se ver! Para os fãs do gênero, eu recomendo demais o jogo e um copinho de suco de maracujá ao lado. Esse é o tipo de jogo que algumas pessoas desistiriam e nunca conheceriam seu lado excelente (como muitos outros do gênero, na verdade). Bacana!

    Downwell

    Platform: Nintendo Switch
    2 Players

    29
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      topogigio999 · 13 days ago · 2 pontos

      Não sei se já disse anteriormente, mas adoro ler suas análises de finalizações, pois você explica com uma quantidade absurda de detalhes tudo que se trata determinado jogo, parabéns pela sua versatilidade. Quanto ao jogo lembro de tê-lo jogado a um bom tempo atrás no PC e acho que só cheguei até ao segundo mundo.

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      xch_choram · 14 days ago · 1 ponto

      Não consegui terminar até hj, de vez em quando quando eu lembro eu pego jogo umas runs morro igual a um condenado fico com raiva e largo kkkk

      1 reply
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      noblenexus · 13 days ago · 1 ponto

      eu peguei ele pra Android de graça a um tempo atrás, mas nossa esse jogo é super difícil

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-11-05 17:58:07 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Miles & Kilo

    Zerado dia 05/11/19

    Cara, eu tô bem contente que, além de estar terminando um bocado das pendências mais urgentes, estou fechando um jogo por dia na última semana! Isso é bem incomum até pra mim e espero que o ritmo continue o mesmo pois até o final do ano eu gostaria de zerar mais um bocado e ver 2019 como um ano produtivo para os meus jogos.

    Bom, eu estava jogando alguma coisa por aqui e vi que Miles & Kilo, um joguinho indie, estava em promoção por apenas R$6! larguei tudo, mudei a região do Switch e comprei o danado. Não que seja um jogo tipo UAU, mas eu curti Kid Tripp ano passado e tinha deixado esse daqui na lista de desejos. Fui dar uma olhada e acabei jogando até o final em apenas 1 horinha.

    Bom, no caso do Kid Tripp, ele era relativamente parecido com M&K, mas era mais simples e um autorun, ou seja, você só tinha que saber pular e atacar na hora certa.

    Este daqui foi obviamente construído em cima da mesma ideia, mas permite que você jogue no seu ritmo e ande a vontade pelo estágio. Entretanto, você verá que raramente há motivo pra isso e que as fases são bem construídas para serem feitas correndo, sem parar e que muitas vezes, quebrar o ritmo da correria para esperar algo acontecer acaba é dificultando a sua vida.

    Dando uma olhada nas configurações do jogo, repara-se que há a opção de fazer com que o personagem corra constantemente. Agora, depois de terminar, eu vejo isso como uma boa ideia pois segurar pra frente o tempo todo faz com que você ponha muita pressão no polegar e ele chegou a doer depois de um tempo.

    Eu vou dizer que M&K é uma evolução de KT e que deixa este último completamente defasado. Se você tem interesse nesses jogos, fique apenas com este daqui.

    Além de muita coisa, tipo assets, meio reciclados, o jogo inclui alguns outros comandos e mecânicas que o deixam muito mais interessante e com mais cara de Wonder Boy ou coisa de Game Boy do que de celular.

    Primeiro que agora você tem um mapa com todos os 5 mundos e fases e pode ir e vir entre as fases já completadas. Há um certo fator replay para conseguir rank maior em cada estágio, sendo que eu fiquei com alguns Bs, um monte de As e mais um bocado de Ss. Como as fases duram cerca de 25 segundos e há pelo menos um segredo a ser liberado (coisa que eu não fiz), há um certo fator replay, daqueles bem casuais.

    Em segundo lugar, agora durante as fases a jogabilidade lembra levemente a série Bit.Trip, sendo que você deve atacar paredes quebráveis e abaixar em partes estreitas, fora jogar frutas nos inimigos. Esses projéteis são limitados a apenas 5 e embora você colete mais pelas fases, o jogo incentiva que você tente apenas evitar os inimigos e terminar um estágio com menos de 5 resulta em um desconto no seu rank.

    Outras coisas que baixam a sua nota incluem: não coletar todas as moedas, não coletar todas as frutas, passar do tempo máximo estabelecido.

    Bom, você morre tanto as vezes que acaba ficando mestre em cada fase.

    Ainda sobre jogabilidade, há determinados trechos onde o seu cão, o próprio Kilo, te puxa por aí. Nessas partes a fase se torna autoscroller.

    Segundo puxando por Kilo, aparentemente o jogo fica um pouco mais veloz e comandos como destruir paredes são executados mais rápido e de forma levemente diferente. Mas a parte mais importante é que seu cão tem um homing attack bem ao estilo do Sonic! Sabe quando você pula e aparece uma mira nos inimigos e se você atacar vai direto pra eles? Pois é.

    Essa mecânica é super importante em diversas fases e, embora o jogo não te deixe esquecer com os indicativos desse ataque na tela, é algo que você tem que manter na mente pois as vezes eu perdia o costume de como usar certinho, até porque geralmente você tem que fazer isso e em seguida segurar o botão de pulo para "planar" mais longe.

    Resumindo: Miles & Kilo é um jogo simples, quase que introdutório ao mundo do platforming nos dias atuais. O jogo durou apenas 1 hora pra mim, mas por 6 reais, compensou demais. Mas não se engane, ele tem um bom nível de dificuldade e geraria semanas de jogatina pra seu filho ou namorada que não manjam muito de video game (mas gostam).

    De bom: visual charmoso. Jogabilidade simples, sendo que vários comandos são feitos pelo mesmo botão. Boa variedade de jogabilidade, com partes com seu cachorro, outras de surf, algumas autoscroller, carrinho de mina etc. O jogo tem chefes e eles são bem legais! Penei um pouco sobretudo na última fase, mas serviu pra fechar o jogo bem. Vou repetir que o preço tá muito bom. Há um enredo bem inocente.

    De ruim: cinco mundo, mas quase todos tem a mesma temática de floresta e praia. O jogo ainda é basicamente um autorunner disfarçado. Ter liberdade de explorar a fase não serve para quase nada visto que se você não fez algumas coisas na hora certa, só reiniciando a fase pra tentar novamente. Uma parte ou outra eu morri muitas vezes e nem sabia o que tava fazendo de errado.

    No geral, eu recomendo o joguinho por esse preço aí pra quem curte o gênero de plataforma e um visual meio Master System. É muito bom jogar um casualzinho simples desses de vez em quando. Legal!

    Miles & Kilo

    Platform: Nintendo Switch
    4 Players
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      marlonfonseca · 14 days ago · 2 pontos

      Eu adorei KT. Vou pegar esse com certeza! Valeu pela dica!!

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      andre_andricopoulos · 14 days ago · 2 pontos

      Que joguinho simpático...parece bom demais!

  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-11-03 19:52:13 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Kamiko

    Zerado dia 03/11/19

    Mais um daqueles da época meio escassa de jogos realmente interessantes lá no lançamento do Nintendo Switch. Vários jogos indies meio toscos vinham sendo lançado para a plataforma, mas Kamiko, além do estilo pixelado bacana, tinha algo bem chamativo em relação aos outros: seu preço, que se eu não estiver enganado, era de menos de R$10 na época.

    Eu achei tudo interessante, mas tinha outras coisas pra jogar e fiquei meio em dúvida em relação À um jogo que nunca tinha ouvido falar, mas não demorou muito para que Kamiko subisse ao topo dos mais vendidos do eshop e eu começasse a ver seu nome em todos os lugares.

    Na minha comemoração de aniversário de 2017 um dos amigos pediu meu Switch e foi olhando a sua loja e, em seguida, minha lista de desejos, que não era muito grande. O malandro escolheu o jogo mais barato pra me dar de presentes, mas eu fiquei bem feliz mesmo assim!

    Cheguei a dar uma jogada nesse jogo só ver de qual era e como o híbrido da Nintendo era novidade e pouca gente o tinha, vi muita gente pegando meu videogame e o jogando.

    Eras depois, aqui estou eu. Fui dar uma olhada na lista de pendências e Kamiko estava lá. Resolvi jogar logo!

    O jogo se abre com uma tela título bacana, seguida de uma tela de escolha de heroína. Dentre as três escolhas, temos três garotas de classes diferentes:

    -Yamato, a espadachim azul. Jogar com ela é basicamente jogar como o Link em A Link to the Past quando atacamos com sua espada;

    -Uzume, a arqueira verde. Jogar com ela é como usar apenas o arco e flechas de Zelda;

    -Hinome, a guerreira vermelha. Seus ataques são semelhantes ao de Link com o bumerangue. Mas como a ação em Kamiko é rápida, como um anime em 8bits, enquanto o escudo não volta você pode atacar com uma faquinha.

    Todas as campanhas são a mesma, inclusive a estória, mas o básico gameplay obviamente muda de heroína para heroína. A minha escolha foi a espadachim, capa do jogo e como eu sempre me imaginei jogando.

    Após uma cutscene de introdução ao simplório enredo, o jogo começa e logo eu me senti jogando em Zelda, só que mais rápido. Os comandos são os mas básicos possíveis: direcional para andar, segurar B faz com que você corra e A ataca.

    Conforme você anda pelo mapa, que é como se fosse um Legend of Mana da vida, inimigos aparecem em grandes grupos em lugares determinados e você pode optar por matar todos, alguns ou mesmo nenhum, apenas andando e os deixando para trás. Entretanto, destruir monstros faz com que você ganhe cristais, que são usados meio que como moeda de troca para abrir certos baús e portas obrigatórios. Em resumo, você vai precisar deles e felizmente os monstros sempre respawnam quando você retorna àqueles lugares.

    São apenas 4 fases no jogo todo e todas são apenas um mapa relativamente grande, com algumas portas trancadas ou que requerem que você faça algo ou consiga um item ou pise num botão antes para serem acessadas.

    Conforme você explora e aprende o mapa, tudo fica fácil e óbvio, até porque atalhos são abertos e dificilmente há motivo para voltar em rotas completamente exploradas do mapa.

    Se objetivo é sempre o mesmo: encontrar os 4 pedestais do mapa e pagar 100 cristais em cada um para que se tornem uma espécie de mini-templo (e ainda salvam seu progresso pro caso de você perder toda a sua vida). Em alguns casos você pode fazer isso na ordem que quiser, enquanto em outros acaba sendo um pouco linear, mas a experiência é sempre bem legal e dificilmente vai te deixar perdido ou quebrando a cabeça. Explorar e sair cortando tudo é bem legal!

    Sobre os cristais, o único motivo de você chegar num pedestal sem a quantidade necessária é se você gastou tudo abrindo outras coisas e não enfrentou monstros o bastante, mas vale lembrar que existe um ataque giratório bem legal ao segurar o A, que infelizmente gasta 50 dos seus preciosos. Pessoalmente, eu nunca tive que farmar.

    Após liberar os quatro pedestais, o jogo revela que um grande portal foi aberto entre as estátuas que representam os mesmos. É hora de seguir com a aventura!

    Ao adentrar o portal, você alcançará um lugar novo, onde poderá coletar sempre um upgrade para o seu HP e limite máximo de cristais e, logo atrás, uma grande porta. É lá que o chefão da fase te espera.

    Os chefes são legais e simples e exigem o mínimo de estratégia ou paciência para que finalmente mostrem seu ponto fraco. Ataque esse núcleo três vezes e pronto, você será levado para a próxima fase, com um tema diferente e mais um mapa para ser explorado. Vale lembrar que é tudo bem rápido e eu terminei o jogo em 40 minutos, o que gera uma média de 10 minutos por fase.

    De todos os chefes, o último é o mais legal, pois tem formas que remetem a cada um de seus antecessores e mais uma versão mais original. Muito bacana!

    Resumindo: Kamiko é um jogo simples e muito legal, e que super vale os R$10 pagos e até bem mais do que isso. O jogo é muito bonito e tem um pixel art muito caprichado, bem fora do genérico. Você ama ver seu visual, as animações, atacar e a ambientação. Muito legal pra jogar uma vez ou mesmo voltar casualmente para um pouco de hack 'n' slash em bits.

    De bom: muito fluído. Trilha sonora sensacional. Ataques rápido e ótimos hitboxes dão uma super vontade de fazer tudo correndo e atacando como louco! Chefes maneiros. Jogabilidade simples, mas o jogo tem lá o seu desafio. Upgrades meio escondidos te dão mais motivos para explorar mais a fundo. Outros segredos desbloqueáveis.

    De ruim: queria um modo multiplayer. Achei um pouco curto demais. Faltou talvez ter mais mecânicas próprias de cada fase e inimigos mais variados, mas nem chega a ser uma reclamação séria.

    No geral, essa é uma experiência muito boa pra jogar até o fim e tenho certeza que todo dono de Switch deve ter esse jogo em seu console. Recomendo demais tirar um tempinho para terminá-lo. Muito bom!

    Kamiko

    Platform: Nintendo Switch
    58 Players
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      andre_andricopoulos · 16 days ago · 2 pontos

      Ia fazer outra piadinha com o nome do jogo mas....deixa pra lá!
      Chega🤪

  • rodrigockp Rodrigo
    2019-11-02 21:19:36 -0200 Thumb picture

    Analise de um não analista: Nintendo Switch Lite!

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    Nintendo Switch Lite lançado em 20 de Setembro de 2019, o mais novo console da família Nintendo, veio justamente para compensar aqueles que só compravam o Switch para jogar como portátil já que ele por sua vez tem somente 275 gramas comparado com os 400 gramas do Switch original. Confesso que, isso dele ser mais leve que o original e ser somente um portátil foi o que me chamou mais a atenção, sou fã de consoles portáteis e esse, não é o mais leve de todos, comparando com o PS Vita, que tem 260 gramas, ele tem 15 gramas a mais, porém, acho que por questões de tamanho e de distribuição de botões o Switch acaba dando a impressão de ser mais leve, obviamente não é tão portátil assim, porém, cabe em um bolso tranquilamente sem fazer peso e deixando a sua calça cair. Não é indicado por causa dos analógicos, mas se não tiver opção, suas calças não vão cair enquanto você estiver na rua.

    FORA DA CAIXA:

    Além do manual, é basicamente isso que vem na caixa, Lite e carregador, desnecessariamente grande, tipo C, que por sua vez é o mesmo do Switch Original. Okay, talvez reclamar do carregador seja errado, levando em conta que Switch lite é um console mais barato ($100 dólares mais barato que o original) então obviamente não iriam criar um carregador só pra ele, não teria sentido, porém, pra um portátil, ele é grande, comparado com a fonte do Nintendo DS/3DS.

    DISTRIBUIÇÃO DOS BOTÕES E DESIGN:

    Segue o mesmo padrão de sempre da Nintendo, porém no lite, tem a diferença do D-pad que no original é em formato de botões separados de setinhas no estilo do controle do Nintendo 64 e a inclusão dos botões ZL e ZR que eram vistos só em consoles de mesa presentes agora pela primeira vez em um portátil, além do + e - substituindo os Start e select que era padrão em portáteis da Nintendo. No Lite também não tem a remoção dos joy-cons, obviamente, sendo assim removido uma das melhores funções do joy-con, o Rumble HD, que faz o controle vibrar de forma unica. Nessa versão, por ser mais compacta, foi removido também o "pézinho" que segurava o console para se jogar de duas pessoas. Sinceramente isso faz falta no lite, até porque, se você comprar um joy-con ou um pro controller vai funcionar nesse também, sim, o lite tem suporte aos controles da outra versão.


    DESEMPENHO:

    Sem ser muito técnico aqui pois não sou formado em eletrônica, posso dizer o básico que é um hardware levemente melhorado do original, simplesmente para aguentar a bateria mais forte, que no lite eles deixaram um pouco mais "parruda" para aguentar mais, o que, na pratica, não muda tanto, Zelda BoTW por exemplo, no switch original em modo portátil demora cerca de 3h para zerar a bateria do console, já no lite isso passou para umas 4h/4h30min. O que não faz uma enorme diferença, mas ajuda. Lembrando que esse tempo pode variar de acordo com o volume e com o brilho da tela do console. Uma outra diferença é que, o Lite só chega a 720p, o original em contra partida, consegue chegar a 1080p quando "dockado" já em modo portátil os dois fazem exatamente a mesma qualidade de imagem, porém, devido ao tamanho da tela de 5,5" o que é ótimo para um portátil comparado com 6,2" do original, o Lite passa a impressão de uma imagem mais polida, já que o Switch original tem 237ppi e o lite tem 267ppi. Seu armazenamento continua o mesmo do original, 32gb, o que, pros jogos atuais, não cabe nenhum basicamente, sendo necessário a compra de um cartão microSD. Questão de jogos, rodam todos na mesma qualidade e fluidez que o original em sua versão portátil, e, diferente de muita analise dizendo que jogos como "Just Dance", "1, 2 Switch" ou "Mario Party" são incompatíveis, não é bem assim, os jogos rodam normalmente nesse console também, pois, como já foi citado aqui você pode sim comprar os joy-cons a parte para joga-los, só não vai ficar muito fácil de ver nessa tela, mas são jogáveis e compatíveis sim! Único, que aparentemente não é compatível ainda é o Nintendo Labo.

    RESUMO DA OPERA:

    Switch Lite é para aqueles que, assim como eu, amam jogar em portátil, mesmo o original tendo essa possibilidade, o peso de fato atrapalha, você começa a ter dor no pulso de segurar por tanto tempo, afinal você está segurando quase meio quilo na mão, por 3h seguidas. No final, vai da escolha do consumidor qual irá comprar, se prefere jogar na TV ou na hora do almoço no trabalho sem cansar o braço.

    PRÓS E CONTRAS:

    Pros:
    Inteiramente portátil; Cores vibrantes no console inteiro; leve e pratico; bateria mais forte.

    Contras:

    Não liga na tv; não tem joy-cons removíveis; tela muito reflexiva, não vem com uma dock simplesmente para carregar o portátil.

    Enfim, essa é uma analise por um jogador e usuário do produto, sem nenhuma ligação com retorno monetário ou com a empresa.

    Espero que gostem, e em breve irei trazer mais uma analise sobre acessórios para o Switch lite. É isso até a próxima!

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Platform: Nintendo Switch
    782 Players
    336 Check-ins

    36
    • Micro picture
      rafael_mingato · 16 days ago · 3 pontos

      Mas que belezinha, muito bonito 🎮😬

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      artigos · 16 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      roberto_monteiro · 8 days ago · 2 pontos

      O Titulo deveria ser Nintendo Switch Lite: O Switch que não switcha!

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-11-01 05:50:09 -0200 Thumb picture

    The Legend of Dark Witch Renovation na Steam

    Sério que eles vão lançar uma nova versão do The Legend of Dark Witch? Eu acabei de comprar a antiga e nem joguei, e os caras me vem com uma versão melhorada? Na moral espero que tenha desconto para quem comprou a versão antiga.

    The Legend of the Dark Witch

    Platform: PC
    7 Players
    2 Check-ins

    11
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-11-01 02:33:17 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Pocket Rumble

    Zerado dia 01/11/19

    Mais um dos jogos da época do lançamento do Nintendo Switch e uma variedade pequena de opções interessantes no console. Lembro que eu e um colega de trabalho ficávamos atentos às notícias da plataforma o tempo inteiro e sabíamos de cada jogo que sairia, inclusive quando sairia, preços e tal. Eu mesmo visitava muito o gonintendo.com, entre outros sites, incluindo alguns brasileiros.

    Quando vimos Pocket Rumble pela primeira vez, ambos ficamos interessados. Pro meu amigo, era um jogo bonito e interessante de luta, gênero pouco popular no console até então. Pra mim, um mix de nostalgia do meu amado Game Boy Color com o que poderia ser a jogabilidade de um Pocket Fight (PS1) ou quem sabe um The King of Fighters!

    Quando PR finalmente foi lançado, o hype já havia meio que passado e o jogo estava sendo ofuscado por outras coisas. Além disso, lembro que seu preço de lançamento não foi nada convidativo.

    Eras depois, recentemente, o jogo apareceu numa promoção bem mais em conta e eu resolvi arriscar já pensando em ter mais opções pra jogar multiplayer, e um joguinho simples assim dá pra jogar em qualquer lugar numa boa!

    Finalmente comprado e jogado, eu não sei bem o que eu esperava, mas a experiência inicial foi bem sem sal e mais uma vez o jogo acabou sendo ofuscado por muitos outros jogos que eu já possuía, inclusive o Garou - Mark of the Wolves na parte luta.

    Abrindo o jogo, coisa que acontece super rápido a partir do momento que você aperta A no menu do Switch, o jogo já mostra suas opções e modos de jogo:

    -Login, que se transforma em Online. Opção para quem quiser jogar na rede. Cheguei a achar umas partidas na época;

    -Versus, que deve ser o modo principal para luta contra amigos localmente. Cheguei a jogar um bocado nesse modo, mas percebi que os amigos cansavam rápido do jogo e seus únicos 8 personagens;

    -Solo, que se abre em mais opções, como Arcade, Vs CPU, Career, Training. Basicamente só o Arcade importa e você tem que derrotar todos os 8 personagens do jogo. 30 minutinho e você estará livre;

    -Options, que basicamente é mexer em volumes e controles;

    -Créditos.

    Além da pouca variedade de personagens, o jogo tenta completamente simular a época do Game Boy Color disponibilizando basicamente apenas 2 botões de ataque. Para comandos diferentes, segure diagonal no d-pad e aperte um dos botões para fazer alguma diferente.

    O personagem escolhido para a campanha foi Tenchi, que é meio que um Ryu da vida. Seu diagonal pra frente e A lança um hadouken. Já pra traz é uma espécie de shoryuken e tal. No neutro os seus golpes são socos e chutes comuns.

    Logo você vai perceber que a quantidade de ataques é pequena e as lutas acabam ficando meio repetitivas, inclusive pro computador, que ama ficar repetindo o mesmo ataque sem parar.

    Você vai querer mudar pra um The King of Fighters.

    O jogo tenta contornar um pouco a pouca variedade de personagens te dando várias opções de cores pra deixar seu lutador um pouco mais único.

    Já os golpes contam com uma barra na parte inferior da tela que pode resultar em um ataque especial, coisa que eu só fazia na sorte.

    Por outro lado, houve um cuidado e carinho muito grande com as animações, efeitos sonoros e cenários. Eu quase que queria ver esse jogo numa tela de GBC e parando pra pensar, se esse jogo fosse da época, eu adoraria ter a oportunidade de jogar contra um amigo.

    Os comandos em si cansaram bastante minha mão, apesar de sua simplicidade e eu acredito que por conta da grande pressão na diagonal. Tive problemas com isso nos joycons no modo portátil e ainda depois com o Pro no modo tabletop. Era inevitável terminar uma partida e fazer um exercício com o pulso (ainda está doendo)

    Resumindo: Pocket Rumble é um jogo simplório que remete ao títulos de luta da época dos portáteis, como o GBC, mas que tem um bocado de problemas e desde a época que testamos pela primeira vez, sinto um leve arrependimento de tê-lo comprado pois se na época já haviam opções melhores, agora o jogo será esquecido no limbo!

    De bom: estilo visual muito bacana. Cenários muito bem trabalhados. Músicas legais. Jogabilidade simples e meio estratégica. Possível de jogar com apenas um joycon para cada jogador.

    De ruim: muito limitado em relação à personagens e comandos. Zeração tosquinha. Repetitivo. Poucos personagens. CPU ou não faz anda ou apela bizarramente.

    No geral, dá pra jogar PR, mas esperando a coisa mais simples do mundo. Se for comprar, pague bem barato! Mas, na real, compre outra coisa com esse dinheiro, pois agora já é tarde demais pra ele. Passável.

    Pocket Rumble

    Platform: Nintendo Switch
    6 Players
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    21
    • Micro picture
      xch_choram · 19 days ago · 3 pontos

      Na verdade ele tenta emular o visual do neo geo pocket e não do game boy

      1 reply
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      fonsaca · 18 days ago · 2 pontos

      Legal! Não conhecia esse.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-10-29 00:58:25 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Revenge of the Bird King

    Zerado dia 28/10/19

    *Jogo não listado no Alvanista*

    Revenge of the Bird King é mais um dos jogos que aparecem na minha linha do tempo do Facebook graças à um grupo de Nintendo Switch que estou incluído. Vi uma galera recomendando o lançamento na plataforma por ser praticamente de graça.

    Mais uma vez dei uma estudada no YouTube e o título me convenceu, pois apesar da imagem acima ser bem tosca, o visual do jogo em si remete à era 8-bits e ao NES mais especificamente, assim como o seu gameplay. Já estou até acreditando que sua capa tosca também é uma referência às capas da época.

    Mesmo com minhas pendências acabei começando e jogando dois dias, e até que valeu a pena!

    Revende of the Bird King (RotbK) começa mesmo bem ao estilo de jogos de NES, e eu estava curtindo a primeira fase, que funciona meio que como um tutorial. percebe-se logo que a aventura é do gênero platformer.

    Pular buracos e usar a sua grande espada para cortar vinhas é legal, apesar de não ser nada muito novo, não é mesmo? O lado mais bizarro é que o meu ataque não matava os inimigos, mas apenas os empurrava e, além disso, ao apertar A o personagem jogava uma semente que logo virava uma árvore de revolver no chão. WTF?

    Tentei entender pra que servia aquilo e até cheguei a jogar nos inimigos antes de finalmente descobrir que você deve apertar A novamente estando na frente de uma árvore plantada para coletar a arma e finalmente sair matando geral. Todas as armas tem um limite de munição e se você ficar sem balas, deve simplesmente plantar uma nova árvore em qualquer chão e coletar.

    Logo a estória se desenvolve e você conhece os vilões, que são meio que no mesmo esquema dos grandes inimigos dos Mega Man clássicos. Os caras querem acabar com seu mundo e você, President Eagle, vai à caça dos malditos que ameaçam a sua paz.

    Em seguida o jogo se mostra funcionar de forma bem parecida com Zelda II: você anda pelo mapa e pode ir onde bem quiser. Enquanto isso inimigos aparecem pelo cenário e se você encostar neles, irá para uma fase com alguns inimigos comuns, sendo que você pode os matar pra ganhar dinheiro ou mesmo ignorá-los e simplesmente chegar ao limite da fase, para então voltar ao mapa geral.

    As fases podem ser feitas quase que em qualquer ordem, sendo que algumas ficam um pouco mais escondidas e algumas demandam certas habilidades conquistadas para serem acessadas.

    A grande questão é que há um bom bocado de lugares a serem visitados no mapa, sendo que alguns são as fases com os grandes inimigos como chefe, enquanto outras só existem para pegar algum item importante ou mesmo upgrades ou um baú cheio de dinheiro.

    Foi tendo jogar alguns níveis pra no final nem ser um estágio necessário para fechar o jogo, mas bem, quanto mais forte, melhor.

    termine uma fase e você é transportado de volta para uma sala no começo do mapa, onde poderá manualmente salvar seu progresso e usar a máquina de vendas para comprar armas de munição limitada (geralmente, cada fase importante terminada libera uma arma nova e seu poder poderá ser usada para acessar alguma área previamente inacessível).

    Uma coisa chata é que o jogo não demarca estágios completados, então pode ser que você revisite alguns sem a certeza de que você o completou anteriormente.

    Isso também significa que você não sabe quais fases não foram terminadas e acabe tendo que memorizar algumas coisas, tipo qual daquelas fases necessitava desse item para poder continuar. Isso também se aplica as várias cavernas do jogo, sendo que elas quase sempre necessitam de uma habilidade específica para conseguir algum item opcional ou até continuar a campanha.

    Por outro lado a movimentação no mapa é bem rápida e mesmo os encontros com inimigos nele são bem tranquilos, além da possibilidade de sair de um estágio a qualquer momento. Nesse último caso há duas opções no menu de pausa: sair da fase e sair do jogo.

    RotBK tem uns bugs aqui e ali e aconteceu de ele me impossibilitar de sair da fase, então eu ia em sair do jogo, função que também usei quando acessei lugares que não deveria em cavernas, que não contam como fase. Nesse caso, muito cuidado! Cheguei a fazer algumas coisas importantes e não salvar e perdi progresso pelo jogo não ter nenhum tipo de save automático.

    Depois de algum tempo jogando e ficando bom no jogo, fui percebendo cada vez mais que na verdade ele é do tipo que quer ser um Shovel Knight e embora ele não seja tão incrível como o gigante da Yacht Games, é um jogo bem bacana e de dificuldade um pouco mais elevada, digna de jogos mais antigos em determinadas partes.

    Eu me viciei em RotBK!

    Logo você aprende a jogar rápido, dando dash e pulos loucos, começa a aprender algumas mecânicas e como usar outras armas e começa a explorar até segredos no mapa e coletar itens opcionais que aumentam sua vida, poder e defesa. É bem legal.

    Aprendi ainda a apreciar o seu lado levemente repetitivo e mesmo sua crueldade a te mandar pro início das fases quando você morre (mas os estágios também não são muito longos, além de que os chefes servem como checkpoint). Hoje, quando erei, fiquei meio decepcionado com o final e com algumas escolhas bizarras de design, mas valeu muito a pena jogar isso daqui, ainda mais pelos R$4 que paguei.

    Descobri ainda que ele faz parte de uma série (Gunworld), o que é interessante, mas vou ficar só nesse mesmo.

    Resumindo: Revenge of the Bird King é um platformer pra quem curte o gênero e principalmente pra quem curte jogos da época do NES. O jogo é um mix de Mega Man com elementos de Shovel Knight e Contra, o que é bem curioso. Eu definitivamente esperava muito menos.

    De bom: o visual e o pixel art são bem bacanas e raramente vacilam. A trilha sonora é bem legal, apesar que as vezes cansa no caso de você morrer demais em um estágio (a faixa volta do início). Muitas localidades para se explorar, tanto as fases comuns, lugares extras e segredos, sendo que não cheguei a descobrir como acessava alguns lugares. Boa variedade de armas. Dificuldade interessante.

    De ruim: alguns bugs, como ficar preso no chão ou em paredes. Difícil controlar as áreas que já foram terminadas pois não há nada no inventário e os estágios no mapa são meio genéricos. Sem save automático. Chefes muito fáceis, ainda mais se você plantar várias torretas em suas salas. Encontros com inimigos no mapa geram quase sempre a mesma fase. Poderia rolar um checkpointzinho no meio das fases, hein? A pouca fama do jogo impossibilitou usar a internet para buscar informações, como itens que eu havia pegado em algum lugar mas perdido por ter saído do jogo sem salvar. Armas secundárias tem munição muito limitada e você tem que ficar comprado constantemente (além de ter que andar até algum lugar que venda), o que basicamente impede que você as use casualmente.

    No geral, curti bastante a curta experiência e pelo baixo preço que comprei, recomendo demais. Aparentemente o preço normal dele agora é U$5, o que eu não pagaria, mesmo que provavelmente até valha sim isso (ando meio murrinha, sobretudo com indies desconhecidos). Outra coisa interessante é que ele saiu também pra Vita, fato que se eu soubesse, teria provavelmente adquirido por lá de graça, mas estou contente com a aquisição, embora eu não planeje mais jogá-lo. Bem legal!

    20
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-10-27 22:33:48 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Aldred Knight

    Zerado dia 27/10/19

    *Este jogo não está cadastrado no Alvanista*

    Aldred Knight, originalmente chamado de Aldred: Knight of Honor é um indie brasileiro disponibilizado bem barato no Nintendo Switch em meados de Outubro.

    De vez em quando aparecem uns jogos bem baratões na plataforma e eu acabo dando uma pesquisada pra ver se compensa a compra e adicionar o jogo à minha longa lista de futuras zerações já sabendo que tenho muitas pendências.

    Eu diria que 50% das vezes os jogos parecem valer a pena e acabo comprando, enquanto a outra metade parece um jogo qualquer encontrado nas Play Stores da vida, usando engines toscas e tal. Bem coisa que criança cairia. Nesse caso, Aldred foi noticiado em um grupo grande do Facebook que acompanho e depois de ver um vídeo, julguei dar uma ajuda pros amigos brasileiros.

    O jogo é um plataformer que, sobretudo, remete à alguns Castlevanias com elementos meio que Ghosts 'n' Goblins pela forma que você ataca e mesmo pula. Você controla Aldred, um cavaleiro em busca de defender seu reino por 3 mundos com cerca de 10 estágios cada.

    Seu objetivo é simples: explorar cada fase e chegar ao seu fim. Para quem quiser uma experiência mais duradoura e tal, todos os níveis contém 3 altares roxos para serem encontrados e destruídos. Além disso, há sempre um prisioneiro a ser resgatado. Achar todas essas coisas chega a triplicar o tempo que você gasta numa fase e vai te fazer morrer inúmeras vezes, até porque alguns desses coletáveis as vezes se encontram por trás de desafios mais complicados, como pular muitas plataformas ou enfrentar muitos inimigos.

    E o pior é que se você morrer, perde todo o progresso e volta ao início daquele nível (a menos que encontre um checkpoint, mas eles não estão em muitas fases).

    Coletar todas as coisas aparentemente só serve mesmo pra deixar sua tela de escolha de fase bonitinha, mas explorar as fases por completo é muito útil por outros motivos, como encontrar baús, que geralmente tem parte de alguma coisa e que se você encontrar todos pelas fases, conseguirá algum tipo de upgrade. Vale lembrar ainda que dos poucos baús que existem nesse jogo, alguns só poderão ser acessados após desbloquear alguma arma, como o machado ou o arco e flechas. Basicamente você terá que voltar à dois níveis do primeiro mundo depois.

    Além disso, tem o ouro. Aaah, o ouro! monstros derrotados derrubam moedas que valem alguma quantidade. Colete-as sempre que puder (até porque você as mantém quando morre) e visite a loja. Lá você poderá comprar itens de recuperação de vida ou mana, por exemplo, o que é muito útil em fases sem checkpoint.

    Depois de um século de jogo, quase no final do segundo mundo, eu percebi que a loja tem uma aba além da Items: a Upgrades. Nessa aba você encontra melhorias permanentes para seu personagem, como aumentar a vida ou o tempo de uso da Armadura de Ouro (um poder que você pode ativar e ficar invencível e mais forte por alguns segundos, muito útil pra sair correndo por salas cheias de armadilhas ou inimigos).

    Se quiser um dica, eu recomendo comprar o Upgrade que aumenta o número de moedas que os monstros derrubam em 50%. Não foi a minha primeira aquisição, mas assim que o comprei, consegui todos os outros bem rápido!

    Algumas fases, meio que aleatoriamente, tem um chefe no final (com um checkpoint e uma loja bem na entrada). Eu normalmente AMO chefes em jogos, mas aqui é tudo meio superficial e esquisito. Como você só tivesse que sair batendo como louco em qualquer lugar até que suas longas barras de vida acabem, enquanto tenta sobreviver com o pouco que você tem.

    É tão bizarro que geralmente não tem som ou sensação alguma de estar causando dano à esses inimigos senão o barulho de sua arma cortando o ar e suas vidas se esvaindo (se você olhar pra barra). Muitos deles apenas desaparecem quando são derrotados, sem drama nenhum.

    Pra falar a verdade, animação definitivamente não é um forte da aventura. É tudo muito simplório, como se desenhado no Microsoft Paint, ou criado por uma pessoa ou duas que criaram Aldred Knight como trabalho para alguma dessas escola de computação, animação e tal, sem a menor experiência.

    Resumindo: Aldred Knight (e pergunto porque mudaram o nome, já que um dia rolou uma atualização e mudou o nome em toda parte: do jogo, seu ícone e tela título) é um jogo ok, principalmente por $0,99. Eu até me diverti com o jogo, mas ele chega a ser meio tedioso e frustrante em diversas partes. Fico feliz de ter contribuído com a nossa indústria, mas não sei se foram 4 horas de jogo bem aproveitadas.

    De bom: jogabilidade simples. Coletáveis, que servem mais como motivo para voltar a jogar pra quem gostou do que para fazer obrigatoriamente, pois não vi vantagem nenhum em os caçar. Poucas músicas, mas são bem legais e fazem um bom trabalho em passar uma noção mais medieval.

    De ruim: visual feinho. Animações muito simples. Hitbox horrível (e é um fator importante pra esse jogo). As vezes você gasta uma eternidade fazendo coisas difíceis/chatas e morre porque a câmera limitada não mostrava o que havia embaixo e você caiu num espinho, o que ainda te levou de volta à etapa zero da fase. Pouca variação de inimigos, sendo que a maioria já é apresentada no início e você vai fazer a mesma cosia o jogo inteiro, vendo as mesmas velhas caras. Ativar a Armadura de Ouro troca sua arma pra espada e não volta automaticamente pra arma que você estava usando antes. Paleta de cores meio sem graça. Poucas músicas.

    No geral, é um passatempo legal pelo preço que paguei, mas jogos sem muita variação e que demoram mais do que o necessário não são bem a praia de ninguém. Recomendo dar uma conferida se bem barato e, caso contrário, passe longe.

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