• 2019-02-19 01:33:30 -0300 Thumb picture

    Jornada pelo 3DS de 2011

    Medium 617964 3309110367

    Estou para criar novos STAGEs, ou conteúdo, para o DaiBokém! e entre eles surgiu a ideia de explorar plataformas de uma maneira temática abordando um determinado ano. Dito isso pretendo começar pelo 3DS mas gostaria de ouvir de vocês quais títulos acham mais relevantes ou interessantes e que foram lançados no ano de lançamento do portátil, ou seja 2011.

    Daqui eu venho jogado casualmente contra o @angeloyue o Dead or Alive Dimensions e estou bem impressionado pelo que a Koei Tecmo fez já no início de vida, e mesmo que não tenha muitas horas lá eu já defini ele como um dos melhores jogos de luta nascidos no 3DS -- não que ele tenha muitos, mas ainda assim. Isso acabou despertando minha curiosidade em ver e saber como outras experiências de 2011 são, daí a ideia ao tema.

    Quem quiser uma ajuda para lembrar o que chegou no ano debute do portátil:

    ▼ http://www.3dsdb.com

    Basta filtrar pela ID que fica ainda mais fácil de conferir os lançamentos em ordem cronológica, e enquanto eu não possa dizer que todos os títulos estão nesse banco de dados há bastante coisa!

    Dead or Alive: Dimensions

    Plataforma: Nintendo 3DS
    220 Jogadores
    13 Check-ins

    11
  • 2019-02-19 00:33:31 -0300 Thumb picture
  • 2019-02-19 00:30:43 -0300 Thumb picture
  • 2019-02-19 00:28:09 -0300 Thumb picture
  • 2019-02-19 00:12:09 -0300 Thumb picture
  • farusantos Farley Santos
    2019-02-18 21:36:35 -0300 Thumb picture
    farusantos fez um check-in em:
    <p>Tetris 99 pega o puzzle clássico e transforma nu - Alvanista
    Tetris 99

    Plataforma: Nintendo Switch
    1 Jogadores
    1 Check-in

    Tetris 99 pega o puzzle clássico e transforma num battle royale. Depois de jogar eu só pensei: pq não fizeram isso antes??? Haha

    Tem umas mecânicas interessantes e as partidas são bem intensas, gostei bastante.

    E já consegui ficar em primeiro \o/

    6
  • rodrigockp Rodrigo
    2019-02-13 22:04:22 -0200 Thumb picture
    <p>Daqui a 5 anos(que é o tempo que vai demorar pra - Alvanista

    Daqui a 5 anos(que é o tempo que vai demorar pra sair no ocidente) eu compro o switch

    Rune Factory 4

    Plataforma: Nintendo 3DS
    248 Jogadores
    52 Check-ins

    9
    • Micro picture
      manoelnsn · 7 dias atrás · 2 pontos

      O 4 deve sair rápido, já o 5... Deve demorar pra porra mesmo

      2 respostas
  • arthurdias25 Arthur Dias
    2019-02-13 21:13:17 -0200 Thumb picture

    Que Direct!

    apesar de ter tido muita coisa que eu queria e não teve (GAMEPLAY DO JOKER CARALHO, KD? NINTENDO KD?) ainda teve coisas bem legais

    Mas pra mim os destaques foram esses 3 (apesar que um a gente já conhecia)

    DIA 2 DE JULHO CARALHO, eu preciso de um Switch (e de um calmante)

    tá ai um jogo que me pegou bastante de surpresa, mas um Hack n' Slash, futurista com robos gigantes me chamou a atenção na hora e eu realmente fiquei empolgado pra caramba com ele

    Surpresa do Dia

    Teve o rumor do novo Zelda 2d, mas eu não esperava isso

    Deu até vontade de conhecer o original já que eu não cheguei a jogar ele

    PS: se alguem quiser um rim, saibam que eu tó colocando o meu a venda pra comprar esse Amiibo 

    The Legend of Zelda: Link's Awakening DX

    Plataforma: Gameboy Color
    1688 Jogadores
    97 Check-ins

    1
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-02-10 16:46:51 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Blaster Master

    Zerado dia 10/02/19

    Finalmente zerei meu primeiro jogo da série Blaster Master! Sempre deixei esses jogos meio que de lado e quando testei a demo do último no Nintendo Switch, achei bem mais ou menos.

    Há poucos meses atrás vi algum canal (provavelmente no canal do AVGN) jogar o primeiro título, o mesmo que eu zerei. Geralmente evito assistir videos de jogos que não joguei, mas como eles cortam bastante pra deixar a coisa rápida e mais focada nas conversas de sofá e críticas sobre o jogo, além de Blaster Master já ser antigo, acabei vendo meio que sem perceber.

    Chegando no final da transmissão, eu tava adorando a experiência! BM finalmente fazia algum sentido e parecia ser um jogo relativamente robusto. Baixei a versão de NES, de Game Boy, de Playstation etc. Sim, a série tem vários jogos e nem pesquisei nada sobre ou se valem a pena (até porque achei a versão de Switch meio parecida, apesar de saber que são diferentes).

    BM é uma espécia de metroidvania, mas de uma forma diferente. Você dirige seu tanque pulando e atirando em diversos tipos de inimigos enquanto luta pra passar as muitas partes de plataforma.

    Eu disse "luta" porque controlar seu veículo não é tão fácil quanto jogar com a Samus ou com o Mega Man em seus respectivos jogos. Primeiro que ele desliza um bocado mesmo depois de você soltar o direcional, o que faz sentido, pois é um veículo com rodas! Segundo que o tanque tem algumas limitações, sendo um pouco lento pra virar de um lado pra outro e demorando alguns frames para mirar diretamente acima. Além disso, não tem como abaixar e destruir inimigos pequenos com ele.

    Definitivamente, não é um "personagem" muito versátil e mesmo com todos os upgrades que você consegue progredindo na campanha, ainda é complicado.

    O jogo gira muito em torno de exploração, mais ou menos como em Metroid. Começa simples mas logo os mapas vão ficando maior e com inimigos mais chatos. "Mapas" pois são 8 "mundos", mais uma vez, como as diferentes áreas do jogo da Samus.

    Porém, BM é mais fácil de certa forma e mais difícil de outra.

    Não há itens a serem encontrados pelas fases senão upgrades provisórios e itens de restauração de vida ou do combustível usado pelo tanque para poder propulsioná-lo a alcançar áreas altas (requer o upgrade específico), mas já eu falo sobre isso.

    Em resumo, se você souber onde está o chefe, pode ir direto pra cada um, derrotá-los, conseguir os upgrades do veículo e fechar o jogo com certa rapidez.

    BM conta com três tipos de jogabilidade diferentes:

    -usando o tanque, pulando plataformas e destruindo inimigos e explorando os cenários. 85% do tempo é como você jogará;

    -fora do tanque e com a possibilidade de andar pelos mesmos cenários, mas seu personagem é tão fraco que ele toma dano até por pular e cai numa plataforma um pouquinho mais baixa e seus tiros demorar um século pra derrotar o mais tosco dos monstros, no maior estilo Metal Warriors. Essa opção meio que só serve para entrar em portas que o tanque não pode;

    -fora do tanque, com uma visão aérea (dentro das portas). Nessas partes você jogara sem o veículo, mas os inimigos foram feitos para serem combatidos assim e basicamente só servem pra você achar itens de cura e os upgrades temporários que eu já mencionei. Eles servem pra deixar seu tiro diferente e mais forte conforme você os coleta e enche sua barra. O problema é que qualquer dano tomado remove uma barrinha (o máximo deve ser 8) e num jogo que você mal tem invincibility frames, logo logo você estará com o tiro básico novamente. Uma coisa muito importante sobre esse modo é que TODOS os chefes são enfrentados dessa forma.

    Encontrando e derrotando um chefe, você consegue uma nova parte pro tanque, que agora terá uma nova habilidade e a possibilidade de alcançar áreas que não poderia anteriormente. É nessas horas que a memorização e exploração entram em jogo.

    "Agora eu posso destruir aqueles blocos, mas onde mesmo eu os vi?"

    Essa pergunta é razoavelmente comum, mas felizmente serão poucos os lugares que você abrirá graças ao novo poder (muitas vezes só um), então as possibilidades ficam bem limitadas. Por outro lado, novas áreas são seguem nenhum lógica:

    A área 2 está mais ou menos em um ponto no meio da 1. A 3 está em algum lugar da 2. Já a 4 está diretamente acima de onde você começa o jogo, o que é fácil de ignorar. Mais pra frente, a 7 fica escondida na 2.

    Como você não sabe o quê ou quando vai desbloquear qualquer coisa, fica meio difícil usar a lógica e memória pra achar determinadas áreas, mas pelo menos os mapas não são tão grandes assim e sempre há a possibilidade de dar uma olhadinha na internet.

    O jogo vai te sacaneando conforme você avança. Você chega a explorar seções mais longas ou difíceis pra ser recompensado com algo que nem sabe pra que serve (como subweapons que demorei pra entender e mesmo assim, mas as usava) ou UM upgrade pra sua arma que logo um inimigo injustamente te dá um tiro e o tira de você.

    Mais pra frente, algumas partes requeriam bastante uso o "hover" do tanque, aquele que requer combustível. Cara, isso é MUITO chato de se achar e acaba muito rápido, sem contar que as partes que o usam, muitas vezes precisam de um bocado! O pior de tudo é que apertar e segurar o A durante um pulo (basicamente, pular novamente durante um pulo) ativa o tal hover e de vez em quando acontecia de eu o usar sem querer. E você pode usar ele por um décimo de segundo que já gasta uma carga inteira!

    Pra terminar a seção sacanagens, o jogo tem sistema de vidas e continues. Se você morre ele mostra suas vidas restantes e te põe no começo da sala que você morreu. Perca todas e volte pro começo do "mundo" que você estava. Justo! Mas chegou uma hora que deu Game Over, sendo que eu nem sabia que os continues eram limitados e o jogo voltou pro início. Felizmente eu tinha feito um savestate no Switch e acabei tendo que jogar usando aqui e ali pra garantir que o terminaria sem ter que recomeçar. Geralmente teria a sensação de estar roubando, mas usei apenas em partes que deveriam salvar no jogo, quase como se eu tivesse consertado um dos maiores problemas que impediram BM de se tornar um dos maiores do console.

    Resumindo: Blaster Master é um metroidvania interessante e bem original e legal, mas com um bocadinho de problemas (que devem ter sido consertados em suas sequências. Eu definitivamente recomendaria o jogo, mas com uns saves aqui e ali.

    De bom: visual lindíssimo. Trilha sonora de primeira, que muitos youtubers inclusive usam em aberturas e tal. Jogabilidade bem diferente, seja com o cara ou com o tanque e não cai na mesmice. Chefes legais. Um jogo bem completo. Divertido.

    De ruim: meio massante com áreas confusas. Falta de um mapa. Upgrades descartáveis. Difícil conseguir combustível pra uma habilidade e a obrigação de usá-la em certas partes. O personagem toma dano até por pular de áreas bem baixas. Inimigos as vezes baixos não podem ser acertados pelo tanque e seus tiros normais. Continues finitos são o tiro no pé desse jogo.

    No geral, valeu bastante a pena, mas não é um título que envelheceu bem como um Super Mario Bros. 3 da vida, mas até que passou perto. Eu recomendaria o Zero, o Blaster Master mais atual mesmo sem ter jogado, por ter fama de ser bom. Já o de NES, só pra quem é mais da época. Mesmo tendo curtido bastante, não sei se o teria na minha coleção pois depois de tanta exploração (muitas vezes pra anda) eu não vejo motivos pra jogá-lo outra vez.

    Blaster Master

    Plataforma: NES
    92 Jogadores
    8 Check-ins

    11
    • Micro picture
      jclove · 10 dias atrás · 2 pontos

      Parabéns. O zero pelo que sei é um remake desse BM original com várias melhorias e redesign nos personagens.

      1 resposta
  • onai_onai Cristiano Santos
    2019-02-07 19:39:30 -0200 Thumb picture

    Big Boss Confrontation

    E as postagens do ONAI não param! Se esse jogo tivesse sido criado aqui no Ceará com certeza essa música se chamaria Aperreio porque só de ouvir ela no jogo já dava um nervosismo! Hehe...

    Super Metroid

    Plataforma: SNES
    7117 Jogadores
    211 Check-ins

    13

Carregar mais postagens

Continuar lendo &rarr; Reduzir &larr;
Carregando...