• anduzerandu Anderson Alves
    2019-04-20 13:49:59 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Gradius

    Zerado dia 19/04/19

    Esperando amigos em casa para um dia de jogatinas, liguei o Switch e pra passar o tempo, fui dar uma olhada nos jogos de NES do serviço online do console. Tinham uns 9 que pretendo jogar e fechar, mas a escolha foi Gradius, um shoot'em up. O bom desse tipo de jogo é que não há muito comprometimento: até se eu não gostar, posso largar pra voltar depois sem achar que vou esquecer mecânicas, comandos ou enredo.

    E o jogo é simplório! Você o inicia, aperta start na tela inicial e já está voando com uma...nave? Ou...jato? Avião? Err...meio estranho, mas é isso aí, um pouco diferente do modelo que eu espero controlar nesses jogos super futuristas, mas nada ruim.

    É basicamente a coisa da grande maioria dos títulos do gênero: mova a nave para longe dos projéteis inimigos ou para mirar seus tiros neles, aprenda a melhor abordagem contra cada inimigo, cuidado para não bater nos cenários ou cair nas surpresinhas que aparecem repentinamente na tela (as vezes por trás de você) etc.

    O lance é que Gradius é BEM difícil e mesmo com savestates regulares (e não constantes), eu ainda gastei umas boas horas para conseguir me acostumar com suas mecânicas e finalmente terminá-lo.

    Qualquer hit te destrói. Tenso, mas comum nesse tipo de jogo. Mas em Gradius, você volta para o último "checkpoint", ou o início da "fase". Ainda assim, as vidas não são infinitas e logo você vai estar morrendo até dizer CHEGA no primeiro ou segundo estágio, só pra dar Game Over e ter que recomeçar a aventura.

    É sério. A dificuldade é bem alta mesmo em fases mais simples e a campanha é relativamente longa. Chegar na metade dela, não é uma tarefa nada fácil!

    Cheguei a pesquisar uns códigos do jogo e até achei um de continuar o jogo quando dá Game Over, mas não consegui fazer funcionar.

    Mas nem tudo age contra você! Inimigos laranjados ou destruir grupos inteiros de determinadas naves faz com que apareça um coletável na tela e ao adquiri-lo, a primeira barrinha das seis, na parte de baixo da tela ficará em destaque: Speed. Aperte B e a barrinha some, mas você aumenta a velocidade de controle da sua nave!

    Se achar desnecessário, continue coletando os upgrades para destacar a segunda barra, depois a terceira e assim por diante. Agora você tem mais tiros, ou tiros diferentes, ou drones que te ajudam e assim por diante. Alguns desses upgrades você só pode fazer poucas vezes, outros, como a velocidade da nave, eu não consegui chegar ao limite, pois depois de tanto a melhorar, achei que ficou rápida até demais, sobretudo para conseguir desviar de muitos inimigos em partes apertadas sem se matar.

    Lembre-se que esse é um jogo difícil e a morte reseta todos os seus upgrades. As vezes é melhor investir nos primeiros e mais rápidos de conseguir para conseguir avançar do que ficar guardando com uma nave fraca e não chegar a lugar nenhum!

    Resumindo: Gradius é um jogo ok, não chega a ser o pior do gênero no NES e nem sequer a ser ruim, mas a dificuldade bastante elevada, cenários repetitivos junto com as vidas limitadíssimas e demais penalidades deixam o jogo meio sem sentido para ser jogado hoje em dia, com tantas opções melhores em diversas plataformas.

    De bom: sistema de upgrades bem legal, em que você foca no que quer melhorar durante a jogatina. Controles simples.

    De ruim: visual e músicas sem carisma. Dificuldade exageradamente alta e poucas chances de continuar sua campanha. O jogo exige muita tentativa e erro, além de paciência. Ao invés de ser dividido em estágios diferentes, ele é uma única e longa fase. Chefes e demais inimigos repetitivos e constantemente reciclados.

    No geral, Gradius pode ter sido um jogo importante no passado, mas hoje em dia realmente não faz muito sentido. Mas pensando bem, existe algo bom do gênero para NES? Completamente passável mas pretendo jogar as sequências um dia.

    Gradius

    Platform: NES
    387 Players
    6 Check-ins

    14
    • Micro picture
      volstag · 1 day ago · 2 pontos

      Cara, recomendo a coletânea japonesa que tem os Gradius de arcade, tem 3 jogos, o terceiro é tipo o 2 com upgrades, todos bem difíceis e bem mais bonitos que as versões de NES.

    • Micro picture
      leopoldino · 1 day ago · 1 ponto

      Não usou o código da Konami que dá todas as armas?

      1 reply
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-03-07 17:05:58 -0300 Thumb picture
    27
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      jclove · about 2 months ago · 2 pontos

      Tiraram o visual bela lugosi do alucard? Maneiro!

      2 replies
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      manoelnsn · about 2 months ago · 2 pontos

      Tiraram o visual bela lugosi do alucard? Que merda

      4 replies
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      vinicios_santana_3 · about 1 month ago · 1 ponto

      Que legal! Um motivo pra rejogar essa joia. Mas nunca consigo aplicar essas traduções do POBRE.

      3 replies
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-02-14 16:21:14 -0200 Thumb picture

    CASTLEVANIA (1986) | RETROVIEW: Analisando Clássicos

    A proposta do RETROVIEW é trazer clássicos aclamados para um público novo que, assim como eu, não teve muito contato ou simplesmente não se interessou devido ao tempo.

    Castlevania

    Platform: PC
    153 Players
    3 Check-ins

    8
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-02-10 16:46:51 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Blaster Master

    Zerado dia 10/02/19

    Finalmente zerei meu primeiro jogo da série Blaster Master! Sempre deixei esses jogos meio que de lado e quando testei a demo do último no Nintendo Switch, achei bem mais ou menos.

    Há poucos meses atrás vi algum canal (provavelmente no canal do AVGN) jogar o primeiro título, o mesmo que eu zerei. Geralmente evito assistir videos de jogos que não joguei, mas como eles cortam bastante pra deixar a coisa rápida e mais focada nas conversas de sofá e críticas sobre o jogo, além de Blaster Master já ser antigo, acabei vendo meio que sem perceber.

    Chegando no final da transmissão, eu tava adorando a experiência! BM finalmente fazia algum sentido e parecia ser um jogo relativamente robusto. Baixei a versão de NES, de Game Boy, de Playstation etc. Sim, a série tem vários jogos e nem pesquisei nada sobre ou se valem a pena (até porque achei a versão de Switch meio parecida, apesar de saber que são diferentes).

    BM é uma espécia de metroidvania, mas de uma forma diferente. Você dirige seu tanque pulando e atirando em diversos tipos de inimigos enquanto luta pra passar as muitas partes de plataforma.

    Eu disse "luta" porque controlar seu veículo não é tão fácil quanto jogar com a Samus ou com o Mega Man em seus respectivos jogos. Primeiro que ele desliza um bocado mesmo depois de você soltar o direcional, o que faz sentido, pois é um veículo com rodas! Segundo que o tanque tem algumas limitações, sendo um pouco lento pra virar de um lado pra outro e demorando alguns frames para mirar diretamente acima. Além disso, não tem como abaixar e destruir inimigos pequenos com ele.

    Definitivamente, não é um "personagem" muito versátil e mesmo com todos os upgrades que você consegue progredindo na campanha, ainda é complicado.

    O jogo gira muito em torno de exploração, mais ou menos como em Metroid. Começa simples mas logo os mapas vão ficando maior e com inimigos mais chatos. "Mapas" pois são 8 "mundos", mais uma vez, como as diferentes áreas do jogo da Samus.

    Porém, BM é mais fácil de certa forma e mais difícil de outra.

    Não há itens a serem encontrados pelas fases senão upgrades provisórios e itens de restauração de vida ou do combustível usado pelo tanque para poder propulsioná-lo a alcançar áreas altas (requer o upgrade específico), mas já eu falo sobre isso.

    Em resumo, se você souber onde está o chefe, pode ir direto pra cada um, derrotá-los, conseguir os upgrades do veículo e fechar o jogo com certa rapidez.

    BM conta com três tipos de jogabilidade diferentes:

    -usando o tanque, pulando plataformas e destruindo inimigos e explorando os cenários. 85% do tempo é como você jogará;

    -fora do tanque e com a possibilidade de andar pelos mesmos cenários, mas seu personagem é tão fraco que ele toma dano até por pular e cai numa plataforma um pouquinho mais baixa e seus tiros demorar um século pra derrotar o mais tosco dos monstros, no maior estilo Metal Warriors. Essa opção meio que só serve para entrar em portas que o tanque não pode;

    -fora do tanque, com uma visão aérea (dentro das portas). Nessas partes você jogara sem o veículo, mas os inimigos foram feitos para serem combatidos assim e basicamente só servem pra você achar itens de cura e os upgrades temporários que eu já mencionei. Eles servem pra deixar seu tiro diferente e mais forte conforme você os coleta e enche sua barra. O problema é que qualquer dano tomado remove uma barrinha (o máximo deve ser 8) e num jogo que você mal tem invincibility frames, logo logo você estará com o tiro básico novamente. Uma coisa muito importante sobre esse modo é que TODOS os chefes são enfrentados dessa forma.

    Encontrando e derrotando um chefe, você consegue uma nova parte pro tanque, que agora terá uma nova habilidade e a possibilidade de alcançar áreas que não poderia anteriormente. É nessas horas que a memorização e exploração entram em jogo.

    "Agora eu posso destruir aqueles blocos, mas onde mesmo eu os vi?"

    Essa pergunta é razoavelmente comum, mas felizmente serão poucos os lugares que você abrirá graças ao novo poder (muitas vezes só um), então as possibilidades ficam bem limitadas. Por outro lado, novas áreas são seguem nenhum lógica:

    A área 2 está mais ou menos em um ponto no meio da 1. A 3 está em algum lugar da 2. Já a 4 está diretamente acima de onde você começa o jogo, o que é fácil de ignorar. Mais pra frente, a 7 fica escondida na 2.

    Como você não sabe o quê ou quando vai desbloquear qualquer coisa, fica meio difícil usar a lógica e memória pra achar determinadas áreas, mas pelo menos os mapas não são tão grandes assim e sempre há a possibilidade de dar uma olhadinha na internet.

    O jogo vai te sacaneando conforme você avança. Você chega a explorar seções mais longas ou difíceis pra ser recompensado com algo que nem sabe pra que serve (como subweapons que demorei pra entender e mesmo assim, mas as usava) ou UM upgrade pra sua arma que logo um inimigo injustamente te dá um tiro e o tira de você.

    Mais pra frente, algumas partes requeriam bastante uso o "hover" do tanque, aquele que requer combustível. Cara, isso é MUITO chato de se achar e acaba muito rápido, sem contar que as partes que o usam, muitas vezes precisam de um bocado! O pior de tudo é que apertar e segurar o A durante um pulo (basicamente, pular novamente durante um pulo) ativa o tal hover e de vez em quando acontecia de eu o usar sem querer. E você pode usar ele por um décimo de segundo que já gasta uma carga inteira!

    Pra terminar a seção sacanagens, o jogo tem sistema de vidas e continues. Se você morre ele mostra suas vidas restantes e te põe no começo da sala que você morreu. Perca todas e volte pro começo do "mundo" que você estava. Justo! Mas chegou uma hora que deu Game Over, sendo que eu nem sabia que os continues eram limitados e o jogo voltou pro início. Felizmente eu tinha feito um savestate no Switch e acabei tendo que jogar usando aqui e ali pra garantir que o terminaria sem ter que recomeçar. Geralmente teria a sensação de estar roubando, mas usei apenas em partes que deveriam salvar no jogo, quase como se eu tivesse consertado um dos maiores problemas que impediram BM de se tornar um dos maiores do console.

    Resumindo: Blaster Master é um metroidvania interessante e bem original e legal, mas com um bocadinho de problemas (que devem ter sido consertados em suas sequências. Eu definitivamente recomendaria o jogo, mas com uns saves aqui e ali.

    De bom: visual lindíssimo. Trilha sonora de primeira, que muitos youtubers inclusive usam em aberturas e tal. Jogabilidade bem diferente, seja com o cara ou com o tanque e não cai na mesmice. Chefes legais. Um jogo bem completo. Divertido.

    De ruim: meio massante com áreas confusas. Falta de um mapa. Upgrades descartáveis. Difícil conseguir combustível pra uma habilidade e a obrigação de usá-la em certas partes. O personagem toma dano até por pular de áreas bem baixas. Inimigos as vezes baixos não podem ser acertados pelo tanque e seus tiros normais. Continues finitos são o tiro no pé desse jogo.

    No geral, valeu bastante a pena, mas não é um título que envelheceu bem como um Super Mario Bros. 3 da vida, mas até que passou perto. Eu recomendaria o Zero, o Blaster Master mais atual mesmo sem ter jogado, por ter fama de ser bom. Já o de NES, só pra quem é mais da época. Mesmo tendo curtido bastante, não sei se o teria na minha coleção pois depois de tanta exploração (muitas vezes pra anda) eu não vejo motivos pra jogá-lo outra vez.

    Blaster Master

    Platform: NES
    92 Players
    8 Check-ins

    11
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      jclove · 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns. O zero pelo que sei é um remake desse BM original com várias melhorias e redesign nos personagens.

      1 reply
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2019-01-21 13:19:21 -0200 Thumb picture

    ​🎮 Simpsons (Nintendo) Complete Gameplay

    🎮 Simpsons (Nintendo) Complete Gameplay.

    #Viciogame #Simpsons #Nintendo #Gameplay #ファミリーコンピュータ #NES #ファミコン #Acclaim #ニンテンドー #LetsPlay

    The Simpsons: Bart vs. The Space Mutants

    Platform: NES
    475 Players
    1 Check-in

    0
  • 2019-01-09 07:24:46 -0200 Thumb picture

    Planilha de traduções de RPGs atualizada (5/1)

    Medium 609333 3309110367

    Aventureiros,

    Desde a última vez que trouxe algo da planilha pra cá eu a atualizei na verdade duas vezes, incluindo assim mais 32 RPGs e totalizando agora 370 jogos entre traduções completas (maioria) e em andamento. Contudo para o destaque de hoje trago mais uma localização do incrível pessoal do Aeon GenesisSuper Robot Wars EX lançado em 1995 para Super Famicom. Sendo mais um entre tantos da série SRW, ou Super Robot Taisen, que não chegaram oficialmente no Ocidente, EX se diferencia por trazer uma narrativa sob a perspectiva de três personagens e ainda dar ao jogador o poder de decisões que influenciam os desfechos da história; é um sistema que, conforme a descrição no Romhacking sugere, pode tornar cada partida única dando assim mais motivos para jogá-lo de novo.

     SRW é famoso entre os fãs de mechas já que a franquia também é um crossover entre vários animes famosos com robôs gigantes, dando ao jogador a chance de pilotar Gundam, Macross ou Mazinger todos sob o plano estratégico (SRPG) tradicional da série.

    Além dele temos outros destaques como...

    * Alcahest (SNES), Inglês

    * Far East of Eden Zero (SNES), Inglês

    * Golden Axe Warrior (Master System), Português

    * Phantasy Star Gaiden (Game Gear), Português

    * Pokémon Blue & Red Version (Game Boy), Português

    * SD Saint Seya Paradise (Game Boy), Português

    * The Legend of Heroes: Trails to Azure (PSP), Inglês

    * Treasure Hunter G (SNES), Inglês

    * Willow (NES), Português

    * Yu Yu Hakusho: Tournament Tactics (GBA), Português

    ▼ https://docs.google.com/spreadsheets/d/1WXlPiCOFLO...

    Obs.: lembrando que todas as adições recentes ficam destacadas em verde na planilha, sempre; também estou aproveitando para incluir alguns projetos que não são RPGs, mas estão vinculados a eles como o caso de Itadaki Street.

    Se curtirem não deixe de compartilharem aqui na Alva ou em outros locais, quanto mais fãs essa planilha alcançar melhor.

    Join the party!

    Super Robot Wars EX

    Platform: SNES
    5 Players

    27
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      topogigio999 · 3 months ago · 2 pontos

      Opaaa, adicionado nos favoritos aqui, isto muito me interessa, obrigado...

    • Micro picture
      ggreed · 3 months ago · 2 pontos

      Vlw

  • 2019-01-05 11:42:03 -0200 Thumb picture

    NO CRYING UNTIL THE ENDING

    Mas pode chorar com esse vídeo sim! Eu gosto tanto desse comercial live action e a música usada que me empolgo para começar a continuação de Mother, ou iniciar Earthbound no meu SNES Mini. 

    EarthBound

    Platform: SNES
    1403 Players
    220 Check-ins

    8
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2019-01-01 13:03:17 -0200 Thumb picture

    ​🎮 Chip 'n Dale 2 (Nintendo) Complete Gameplay

    🎮 Chip 'n Dale 2 (Nintendo) Complete Gameplay.

    #Viciogame #ChipNdale #Nintendo #Gameplay #チップとデールの大作戦2 #Disney #Capcom #チップとデール #ChipAndDale #ニンテンドー #NES #ファミコン #Famicom #ファミリーコンピュータ #LetsPlay

    Chip 'N Dale: Rescue Rangers 2

    Platform: NES
    285 Players
    2 Check-ins

    0
  • vico Vico
    2018-12-14 20:25:37 -0200 Thumb picture

    Raspberry Pi

    Tô DOIDO pra reproduzir esse projeto, mas:

    - "Comofas" quando o cara não manja nada de eletrônica?

    - Aonde achar um Polystation estragado, mas com a carcaça intacta?

    - Aquele lance do botão liga-desliga vai me dar uma puta dor de cabeça.

    Mas vale MUITO à pena, finalmente jogos de PS1 em um "Polystation" kkkk

    5
    • Micro picture
      saraiva · 4 months ago · 2 pontos

      Show, não me parece muito difícil, mas precisa conhecer um pouco de eletrônica e das portas do raspberry. Mas se ele tiver um tutorial de como fazer, pelo que vi não é nada complexo.

      1 reply
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2018-12-12 13:24:42 -0200 Thumb picture

    ​🎮 DuckTales 2 (Nintendo) Complete Gameplay

    🎮 DuckTales 2 (Nintendo) Complete Gameplay.

    #Viciogame #DuckTales #Nintendo #Gameplay #Disney #ダックテイルズ2 #Nes #ファミリーコンピュータ #Capcom #ファミコン #Famicom #ニンテンドー #LetsPlay

    DuckTales 2

    Platform: NES
    392 Players
    7 Check-ins

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