• srw
    2019-10-03 06:20:00 -0300 Thumb picture

    20 anos da MonolithSoft

    Medium 663035 3309110367

    A Monolithsoft está completando 20 anos, se eles vão fazer algo especial, não sei dizer, mas no site deles da pra pegar uns papeis de parede com essa imagem.

    https://www.monolithsoft.co.jp/anniversary20th/


    Não joguei tudo deles, mas foi graças ao Namco X Capcom que eu conheci a série Super Robot Wars (por intermédio do Endless Frontier), então pra mim merecem pelo menos essa comemoração XD

    Xenoblade Chronicles 2

    Platform: Nintendo Switch
    234 Players
    130 Check-ins

    23
    • Micro picture
      manoelnsn · 12 days ago · 1 ponto

      Papel de parede bem duca, com a fodendo KOS-MOS bem de destaque XD

      4 replies
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      gennosuke6 · 12 days ago · 1 ponto

      Xenosaga, Namco x Capcom, Xenoblade, etc... podemos dizer que essa empresa tem um currículo de respeito. XD

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-01-07 19:19:09 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações - Xenoblade Chronicles X

    Zerado dia 07/01/16

    ZEREI! Depois de 100 horinhas distribuídas em um mês e muitas maratonas de 8 horas por dia, cheguei ao level 50 e fui enfrentar o último capítulo. É definitivamente um título que leva tempo pra ser terminado, mas cada segundo compensa e muito. Em nenhum momento achei chato ou repetitivo e ainda há uma vontade de jogar como se eu mal tivesse chegado as 20 horas. 

    Além da história principal, Xenoblade Chronicles X conta com muuuuitas sidequests, muitos personagens para equipar, aumentar a afinidade, muitos robôs para comprar e equipar, várias classes para upar até o nível 10 (acho que fiz isso com metade), 5 enormes continentes para explorar e muitas áreas para completar e aumentar a porcentagem dos mapas.

    Para quem jogou o jogo original, de Wii, é tudo bem familiar, como o sistema de equips, habilidades e como melhorá-los. A exploração que já era demais, agora é praticamente sem limitações e sem as paredes de seu antecessor. Você pode sair da trilha e ir para muito longe, apesar dos riscos de se esbarrar com monstros mais fortes.

    Uma das diferenças é o próprio personagem principal, agora criado por você (não sei se gosto muito da ideia). Fiz um razoavelmente parecido com o dos primeiros trailers do jogo, que me lembrava um pouco o Zack Fair da série Final Fantasy. Os equipamentos, priorizei os melhores disponíveis pra cada nível e dinheiro e as classes, bom, fui upando cada uma de uma vez e passando pra próxima. Como existem "magias" comuns em algumas classes, você realmente usa a que mais te agradar.

    Claro que muitas dessas coisas aprendi com  tempo de jogo, porquê me embolei um pouco com os vários menus e mecânicas que o jogo impõe de início, algumas que nem sabia a finalidade. A cidade principal de New L.A é beeeem grande. Quando você está a pé, dá até um preguicinha. Felizmente XCX conta com muitos e muitos pontos de viagem rápida que é só tocar no gamepad e chegamos em segundos, isso incluindo dentro da própria cidade, dividida em distritos (um industrial, cheio de máquinas, um residencial, similar a um subúrbio estadunidense, o de comércio e assim vai).

    Vários NPCs te dão sidequests (podem ser obtidas por um terminal em NLA também). Essas quests são divididas em três categorias: caça, coleta ou social. A primeira consiste em matar determinados monstros que ficarão ou não marcados no mapa. Isso pode incluir os abomináveis monstros únicos, com nome especial e tudo. As de coleta consistem em...coletar! Pegue três maçãs em Primordia! Na maioria das vezes é melhor deixá-las de lado e sempre sair pegando tudo que vê e quando menos se imagina... quest pronta! No primeiro Xenoblade a gente tinha mapas divididos em muitas áreas nomeadas e mesmo tendo ainda muita área com nome, as quests de coleta costumam mandar você pegar pelo continente, o que pode ser TENSO. As quests de social são apenas de falar com alguém, entregar alguma coisa, comprar alguma coisa.

    Algumas dessas sidequests são muito bem trabalhadas, cheias de cutscenes e divididas em várias partes e áreas, outras são mais genéricas e acabam rapidamente. É sempre bom fazer tudo para ao menos ganhar experiência e dinheiro.

    Algumas das novidades desse título incluem:

    -Plantar dispositivos em áreas determinadas depois de serem descobertas com o gamepad para arrecadar minerais e dinheiro com o tempo.

    -Uso de armas de fogo e armas "melee" ao mesmo tempo. Você fica trocando com o apertar de um botão durante a batalha enquanto a outra estiver "carregando" o próximo ataque.

    -Os famosos Skells, os robôs fantásticos que viram carro e mais tarde, voam. Level 30 horas para conseguir meu primeiro Skell e mais trinta para fazê-lo voar. São muito bons para explorar e batalhar. A diferença entre correr e usar um Skell é gigante! Infelizmente perder uma batalha com o robozão significa ter que recuperá-lo na sua base, seja com um ticket ou com bastante dinheiro, e nenhuma das alternativas é legal.

    -Além dos níveis, o tamanho do inimigo também importa! Se você for level 30 e enfrentar um besourinho no mesmo nível, ele morre em 2 segundos. Um inimigo da sua estatura leva mais tempo, apesar da certeza que você vai vencer. Um maior dura muito mais e vai tirar um bom HP seu e exige pouca mais de estratégia na hora de escolher as Arts. Já um Colossal, muito provavelmente vai te matar, e com facilidade, mesmo sendo pouco mais abaixo do seu nível. No caso desses dois tipos maiores,  próprio jogo sugere o uso de um Skell.

    -É um jogo mais "realista". São sobreviventes da Terra do futuro tentando sobreviver noutro planeta. Somos tecnologicamente avançados e lutamos contra animais alienígenas. Eu gostei muito disso. O primeiro Xenoblade era mais fantasioso (basta lembrar dos cenários finais). Gosto de ambos os estilos, mas achei legal a série ter ido mais pra esse lado "realista". 

    -No grupo, sempre tem que ter o se personagem. As outras duas principais são Elma e Lin e o quarto personagem fica muito aberto. São vários distribuídos pela cidade de NLA, e você recruta aquele que preferir, mas eles só são realmente participativos (falas nas cutscenes, por exemplo) nas missões voltadas a eles, o que eu achei sem graça. Em outras quests eles ficam de fundo só olhando. Várias missões de afinidade requerem que você tenha usado determinados personagens por bastante tempo.

    O enredo não chega ao nível do primeiro jogo, que fazia você progredir pelos cenários e conversar com muita gente. Aqui essas coisas ainda existem, mas em missões secundárias. Em algumas partes, ele te manda ir para um lugar e não quer nem saber como você vai chegar lá, o que me rendeu MUITO tempo perdido nadando no meio do oceano ou apanhando em selvas que não conhecia. Até porquê não tinha sacado o esquema do teleporte.

    Embora a narrativa principal seja curta, ela é bem interessante e o final é muito bom! Ainda assim você acaba conhecendo essas estórias alternativas pra ganhar experiência (e até porquê a próxima missão principal sempre tem alguns requisitos, que muitas vezes requerem que algumas missões tenham sido completadas).

    Vi muita gente achando estranho as faces dos personagens, e são um pouco mesmo. Mas nada demais. Os personagens principais são bem únicos, e a narrativa ajuda muito a se acostumar. Claro que o foco é sempre o cenário deslumbrante do jogo e poder voltar para entrar em cavernas ou outros locais que antes eram muito perigosos ou voar para cima daquela ilha flutuante que você sempre esteve curioso.

    Curioso é também a palavra que resume cada um dos cinco continentes, com áreas e inimigos diferenciados. Um é mais floresta, outro mais deserto, outro de lava etc. Eu fui atrás de cada ponto para plantar os "probe", que ficam fazendo dinheiro e coletáveis com o tempo e eles funcionam como aqueles pontos de águia de Assassin's Creed, descobrindo todo o mapa ao seu redor. Ajudam bem a ganhar uns pontos de teleporte e descobrir uns "desafios" por perto, além de deixar o mapa mais interessante.

    Mas pra realmente decorar os gigantes ambientes, só fazendo bastante missão ou simplesmente andando de "carro" por aí enquanto coleta os cristais azuis (e já garante umas missões futuras).

    Resumindo: Infelizmente não tive ainda a oportunidade de jogar The Witcher 3 ou Fallout 4, mas achei Bloodborne bem mais ou menos, amei Splatoon, The Phantom Pain e Super Mario Maker, mas na minha opinião esse é o melhor jogo do ano. Vou além, o melhor jogo em muito tempo. Lembro que comprei um Wii só por causa de seu antecessor depois do anúncio dele e esperei cerca de dois anos de muito hype e ainda gastei uma nota nele, mas não me arrependo. É fantástico, viciante e grande em todos os sentidos possíveis. É tanta coisa pra fazer, tanto local pra explorar, tantas coisas pra upar. E o tal de Ares 90 pra fazer, o Skell mais poderoso do jogo. E aqueles inimigos incríveis em cenários épicos level 99? Ainda tô na metade disso! E as coisas que liberaram depois da zeração? Massa demais! Quando você acha que já viu de tudo, algo novo te surpreende.

    De bom? Tudo! No iníciozinho estranhei um pouco, mas conforme aprendi, o jogo ficou o melhor possível e felizmente fez jus ao meu hype. Não sinto vontade de parar, embora agora eu vá tentar jogar mais casualmente e terminar todas as quests. Fator replay muito bom, modo online bacana (deve ser melhor com amigos) e trilha sonora excelente. O primeiro já tinha uma das melhores, mas esse aqui NÃO ficou atrás, como eu esperava. Várias delas são cantadas estilo finalização de episódio de anime. Ponha isso com as cinemáticas ou voos ao pôr do sol, e você se arrepia! 500 achievements ingame pra você ter certeza que não ficou nada de fora!

    De ruim? O fato de não ter um quarto personagem fixo, mas sendo mais genérico, embora alguns tenha até alguma importância no jogo. Tive dificuldade de upar alguns desses personagens para conseguir coisas mais pra frente. Acho também que quando uma quest online é aberta por alguém e você se junta, ela deveria ser trancada até você aparecer nela. Me juntei a algumas e quando finalmente carregava, a pessoa já tinha saído sozinha na quest. Existe a opção de ir só, mas o povo parece não ler.  Esperava um modo história mais longo. Chato também não ter a opção de reconectar ao servidor quando a internet cai ou sei lá o quê. Você tem que salvar, pedir pra voltar pro menu principal e então entrar novamente. É rápido, mas chatinho.  E por falar em salvar, não existe auto-save! Lembre-se de salvar regularmente, ainda mais se passou de algo difícil. Já vi uns espertalhões perdendo 5 horas de jogo por queda de luz. O jogo quase te obriga a usar o gamepad, pra checar o mapa e fast travel. O ruim é que a bateria dele acaba muito rápido! E não tem como fazer essas coisas apenas no pro controller...

    Pra mim esse é o melhor jogo do Wii U. Me fez jogar 100 horas até o final, coisa que não me vejo mais fazendo nesses tempos. Foi inclusive um dos maiores motivos de eu ter adquirido o console. Experiência inesquecível e que em certos quesitos, melhor e pior que seu antecessor. Pra mim, batem de frente. Um título moderno e bem feito. Valeu, Monolithsoft!

    Xenoblade Chronicles X

    Platform: Wii U
    595 Players
    266 Check-ins

    10
    • Micro picture
      luansilva2000 · almost 4 years ago · 2 pontos

      Parabéns!
      Em breve jogarei o Xenoblade do Wii!

      2 replies
    • Micro picture
      lukebont · almost 4 years ago · 2 pontos

      Fantástico Review, parabéns por zerar. Comprarei no decorrer desse ano.

      1 reply

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