• 2020-04-06 04:42:52 -0300 Thumb picture
    jvhazuki checked-in to:
    Post by jvhazuki: <p style="margin-left: 20px;">Após o deliciosamente
    Xenoblade Chronicles 2

    Platform: Nintendo Switch
    273 Players
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    Após o deliciosamente crocante último trailer de Xenoblade Chronicles Definitive Edition, e também depois de muitos incentivos do meu amigo, comecei o terceiro jogo da série (e meu 2º). Tô no início do terceiro capítulo mas até então curtindo a experiência, embora tenha elementos que, ou ainda estou me habituando, ou simplesmente não sou fã mesmo.

    Quanto a me habituar refiro-me à mudança de character design. Isso em si não é o problema mor, mas sim o fan service e closes em seios e outras situações embaraçosas que sinceramente não me recordo de ter vivenciado nem no original, nem visto nos trailers de Xenoblade Chronicles X. Eu gosto dos traços do novo designer, me faz lembrar Tales of, contudo a estranheza em relação a arte também diz respeito às discrepâncias que ela gera ao trazer um monte de artistas diferentes, a citar por exemplo Testuya Nomura (responsável pela arte de FFVII). Nesse último caso considero que há harmonia e gosto dos vilões como Jin -- desenhado pelo Nomura, arte abaixo --, mas os momentos vergonha alheia e o tom mais bobo de determinadas situações -- sem contar os elementos aleatórios que fazem esse Xenoblade parecer um port de um jogo mobile --  o colocam, na minha opinião, como um capítulo inferior ao original do Wii.

    Ainda assim eu trato jogos com escopo similar, vide FFXII, como meus "MMORPGs" offline. Há muito o que ver e fazer e mesmo diante de várias fetch quests sem graças, como acontecia no original, eu gosto de participar dessa parcela e viver a experiência de uma forma mais descompromissada, simplesmente pelo prazer de desenvolver meus personagens e enfrentar os desafios do mundo. Acho muito gostoso andar pelos mapas em busca de inimigos poderosos, que se destacam e atiçam minha vontade de enfrentá-los -- ou correr deles mesmo. Ah, a trilha sonora também ajuda em muitos momentos quanto a isso!

    Felizmente a história está boa de acompanhar e mesmo diante das coisas que me incomodam eu quero jogar a DLC no futuro, ela que segundo meu amigo é superior ao próprio jogo base!

    Vamos ver o que as próximas 10 horas me reservam mas... só eu acho a roupa do Rex desconfortável!? ¯\_(ツ)_/¯

    2
  • 2018-10-07 19:55:27 -0300 Thumb picture

    Novo RPG do estúdio de Xenoblade

    Medium 590837 3309110367

    A Monolith Software divulgou lá no seu site que está recrutando para vários cargos ao desenvolvimento de um novo RPG. Não está especificado se trata-se de algo novo ou não, mas alguns podem presumir que ao usar a imagem de Mechonis no fundo, uma das entidades gigantes de Xenoblade, trate-se do retorno de sua franquia mais famosa. 

    Contudo não nos esqueçamos que  a Monolith já atuou e co-desenvolveu outros projetos, como Soma Bringer, Namco X CapcomSuper Robot Taisen OG Saga: Endless Frontier, então há chances de ser algo completamente novo, o que também é muito empolgante. 

    Apesar de hoje ter muito mais interesse em Xenoblade Chronicles 2 que o X, gostaria de ter a oportunidade de jogar o título do Wii U no Switch. Ele foi um dos que me fariam comprar o console e me deixou bem entusiasmado na época do seu lançamento, mesmo que a impressão do seu impacto tenha sido aquém do original (seja pelo próprio jogo que foi, seja pela plataforma destinada).

    [Via: Eurogamer; Arte de 超凶の狄璐卡]

    Xenoblade Chronicles 2

    Platform: Nintendo Switch
    273 Players
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    7
  • 2018-05-22 02:07:45 -0300 Thumb picture

    Soma Bringer, não te esqueci!

    Achei essas fan arts no Tumblr e lembrei de que, até hoje, não terminei Soma Bringer. O RPG de ação é da Monolith Soft. e exclusivo do DS, mas infelizmente a Nintendo não o localizou -- e ela foi perguntada sobre isso na época. Restou aos fãs cuidar de uma tradução e patch, permitindo já há uns bons anos jogá-lo praticamente 100% em inglês.

    Cheguei a jogá-lo no multiplayer com o @angeloyue mas não terminei, um pecado que irei remediar ainda nesta vida e também por tratar-se de um título com enredo de Masato Kato (Chrono Trigger) e trilha sonora de Yasunori Mitsuda (Xenoblade).

    [@jvhazuki]

    Soma Bringer

    Platform: Nintendo DS
    121 Players
    2 Check-ins

    10
    • Micro picture
      jack234 · almost 2 years ago · 1 ponto

      Jogão! Acumulei umas 30h e perdi o save :'-(

  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-02-12 12:43:02 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Xenoblade Chronicles 2

    Zerado dia 09/02/18

    Lembro como se fosse ontem: o anúncio oficial do Switch e o que seria o tal video game e junto dele, jogos e funcionalidades novas. Breath of the Wild, HD Rumble e o Mario Odyssey, que torci um pouco o nariz na época. Eu estava junto de vários amigos pra ver de qual seria o Direct da Nintendo e muito feliz. Mas o melhor daquele dia pra mim foi o vídeo de anúncio de Xenoblade Chronicles 2. Meu deus, outro jogo já???

    Eu fiquei tão exaltado que meus olhos até lacrimejaram, eu assumo.

    Diferente de Xenoblade Chronicles X, XC2 já sairia mundialmente numa mesma data e eu não teria que esperar 2 anos de hype por um jogo.

    Final de ano chegando e o Switch só alegria. Mario Kart, Splatoon, indies bacanas e muita jogatina. Acabei planejando um mês para cada jogo: Outubro do Zelda, Novembro pro Mario (que não durou nem 2 semanas) e Dezembro pro Xenoblade. Mal sabia eu que eu jogaria por 2 meses!

    Eis que finalmente inicio o jogo num dia não muito bom. Vi alguém comentando em algum lugar do Facebook que as primeiras três horas são de tutoriais e cutscenes. E olha, são mesmo.

    Poucos personagens, ambientes escuros/chuvosos e fechados e um sistema de combate meio diferentão, além da estória se desenvolvendo lentamente e deixaram meio devagar com a aventura nesse começo, mas isso já chega a ser normal pra mim hoje em dia e foi o mesmo com o BotW. Mal sabia eu as dimensões que XC2 tomaria.

    Quando você finalmente chega no primeiro titã (mundo), cheio de árvores e natureza (e liberdade), o jogo começa a engatinhar e ficar interessante. Personagens são apresentados, cidades, equipamentos, missões. Você começa a aprender o mapa e descobre o quão único e carismático ele é. Pouco a pouco a coisa foi crescendo em mim.

    Duas novidades principais são apresentadas nesse jogo: o sistema de Blades e o combate em si. Ambos bem originais.

    Blades são mais ou menos como as Personas de Shin Megami Tensei ou talvez Pokémon. A questão é que ao invés de atacarem, elas ficam no campo de batalha concedendo habilidades àquele que as controlam (como na segunda imagem dessa postagem), os Drivers (personagens jogáveis). As habilidades variam com o tipo elemental da Blade (fogo/água/elétrico/pedra/vento/gelo/luz/sombra) e com sua classe, que denomina tanto o que ela se especializa (ataque, defesa, cura) quanto o tipo de arma que você usará (espada, marreta, lança etc).

    O jogo conta com um sistema tipo lootbox, em que você encontra/dropa caixas de inimigos e as abre com o Driver que deseja equipa-las. Você nunca sabe o que virá, mas se tiver sorte, um dos quase 40 Blades raros podem ser obtidos. Essas Blades são todas cinco estrelas, únicas, e criadas por grandes ilustradores japoneses, desde Final Fantasy a Samurai X. Mas as chances são bem maiores mesmo de tirar Blades genéricas e mais fracas.

    As Blades são melhoradas conforme você as usa em combate para melhoras afinidades e alcançando objetivos específicos (mate 7 inimigos daquele tipo, complete tal quest, colete 10 de tal item etc). Todos esses requisitos podem ser vistos pelo menu de cada Blade.

    Ao alcançar cada objetivo desse, você libera uma habilidade na árvore da Blade, que facilitará suas batalhas e até lugares que você só pode acessar com níveis mínimos de certas habilidades de campo.

    Durante a batalha, uma Blade ficará ativa, mas outras duas equipadas podem tomar o seu lugar quando você desejar, de acordo com a sua estratégia e conforme as habilidades de uma estão carregando.

    De volta a segunda imagem dessa postagem, você pode ver que do lado esquerdo existem 3 ícones de Blades mais um quarto ícone. Você pode trocar pro Blade desejado com o apertas do botão correspondente no d-pad (o quarto botão é para dar a ordem de todos atacarem o mesmo alvo).

    Já o sistema de combate é bem louco de início, mas se torna incrivelmente interessante e original. Infelizmente essas coisas podem afastar jogadores inexperientes com JRPG e quem não conseguir ler inglês (ou qualquer outra das línguas disponíveis). Pessoalmente, eu cheguei a me perder e cansar de ler tanto tutorial conforma o jogo passava e resolvi ir aprendendo jogando, mas chegou uma hora que eu tava bem perdido. Depois, acreditei que tinha entendido o bastante e não iria tentar nada muito complexo, mas a verdade é que o básico e mais importante eu não tinha aprendido.

    Comecei a pegar o jeito e cheguei a ler um tutorial na internet depois de umas boas horas de jogo, e aí tudo fez sentido.

    Existem dois tipos de combos, o Driver e o Blade/Elemental.

    O Driver consiste em um combo provido dos ataques físicos dados pelo seu personagem e dada a ordem acima, você desestabiliza o oponente, te dando grandes aberturas e até mesmo prevenindo que algum ataque seja deferido contra você.

    O Blade é bem mais comum (ao menos foi pra mim). Pra falar a verdade, todo o combate desse jogo gira em torno dele.

    Para começar esse combo, um dos personagens terá que começar fazendo um dos ataques especiais de Blade equipado. Para poder fazer esse ataque, você tem que deixar o Driver bater com o ataque automático até encher a barra. Essa barra pode encher várias vezes para cada personagem, indo de 0 (vazia), passando por 1 e chegando até a 4.

    Quando qualquer personagem tiver ao menos um, indicadores aparecerão na tela mostrando que ele está disponível para iniciar/continuar o combo e quantas barras ele já encheu.

    Assim que o primeiro golpe especial for deferido, aparecerá uma "árvore" de combos no canto da tela mostrando os caminhos disponíveis para o combo e no que ele resultará. O primeiro estágio demanda 1 ou mais barras cheias, o segundo, 2 ou mais, e assim por diante:

    Nesse exemplo, começamos com um ataque especial de um Blade do tipo fogo. Eu estou tão acostumado a fazer esse combo (até porque a Pyra, um dos personagens principais é desse elemento), que sei o quão fácil ou difícil é fazê-lo.

    Meus dois outros personagens, Tora e Nia, tem Blades equipados de fogo e água respectivamente, então quem tiver duas barras primeiro tá valendo pra mim, enquanto isso eu tô usando todas as minhas habilidades de ataque e trocando de Blades pra ir enchendo a minha barra até o nível 3 e poder dar o golpe final com a minha Blade desejada. A questão é que se o de fogo carregar primeiro e eu resolver usá-lo, o terceiro e último golpe terá que ser de fogo ou luz, ambos bem fáceis pras minhas Blades. Se eu usar o de água, o último golpe deverá ser de fogo ou de gelo para terminar o combo, como mostrado acima.

    Outras coisas a serem levadas em consideração são: a fraqueza do inimigo, mostrada em sua barra de vida e o que eu quero "selar". Nos caminhos que terminam com fogo acima, eu impeço que o inimigo se auto-destrua, característica de inimigos específicos, e assim por diante.

    Além disso, o jogo ainda faz com que você experimente novos combos e Blades, pois se eu tiver usado o combo acima num inimigo, ele ficará forte contra o elemento do último golpe dada, no caso, eu escolhi fogo. Sendo assim, se eu fizer o mesmo combo, o inimigo só tomará metade do dano (uma esfera da cor dos combos já feitos ficam girando em torno do inimigo pra você saber o que já fez).

    Sendo assim, procure terminar esse combo com outro elemento ou mesmo começar um combo com uma Blade diferente e explorar as possibilidade (você praticamente decora quais os melhores caminhos pra chegar no elemento desejado).

    Na imagem acima, o oponente tomou 5 combos diferentes, o que não é tão fácil e leva algum tempo. Apesar de poder usá-lo a qualquer momento, quanto mais orbs melhor para executar um Chain Attack.

    Ao encher uma outra barra com ataques, você pode apertar +, o que iniciará um Chain Attack. Durante o CA, cada personagem terá a chance de escolher uma de suas Blades para atacar uma vez. Como cada elemento tem sua fraqueza, recomenda-se usar desse conhecimento para quebrar facilmente essas orbs. A cada orb quebrada, você poderá fazer com que os três Drivers deem mais uma ordem de ataque às Blades, o que vai gerando um dano bizarramente alto.

    Nesse momento há ainda uma outra barra que enche toda vez que uma orb é destruída (ela enche ainda mais se destruir uma orb com um elemento que tem vantagem). Caso encha essa barra, coisa para batalhas mais longas, o time fará um Full Burst, que é simplesmente um combo super forte, essencial para inimigos nível máximo ou mais difíceis no post game.

    Fora toda essa complexidade, o jogo tem um enredo INCRÍVEL, que te prende de uma forma sem igual e que te faz querer jogar só a campanha principal. Além disso, a estória é super bem construída, misturando coisas de ambos os jogos anteriores e até se ligando ao primeiro jogo de uma forma mind-blowing.

    Os personagens são muito bons e adoráveis e como cada membro da equipe tem sempre uma Blade principal, toda a exploração acaba sendo feita com vários personagens juntos e nunca há a sensação de solidão, embora ainda haja a de paz e imensidão em cada um dos titãs.

    Pra quem conhece, toda essa equipe de Blades e Drivers chega a 10+ personagens principais e me lembra bastante One Piece, sendo cada um com sua personalidade, mas nada exagarado.

    As cutscenes são muito bacanas e bem dirigidas, assim como os momentos sérios, humorísticos e a trilha sonora tanto durante os filmes quanto durante a exploração e batalhas.

    Melhor do que essa relação entre eles, só a ambientação do jogo, que tem uma temática em cada mundo. Pois é, ao invés de um só mapa como em XCX, você tem vários, mas menores e fáceis de aprender, mesmo com bastante coisa pra se explorar e áreas secretas. Gostei muito mais desse modelo do que de qualquer outro da série.

    Cada titã é único, com trilha sonora própria, cidades próprias, personagens, situações e visuais deslumbrantes. Lembra que falei que parece com One Piece, pois é, é mais ou menos na mesma lógica de visitar ilhas diferentes e com características próprias.

    De volta aos personagens, os meus favoritos são de longe os antagonistas, criados por Tetsuya Nomura. Cara, que personagens massa! Eles lembram bastante os de Kingdom Hearts, mas sem muito exagero de cabelos e roupas.

    Nintendo, lança amiibos, por favor!

    Resumindo: Xenoblade Chronicles 2 começou meio suspeito e eu duvidei que seria melhor do que o 1, e cheguei até a ter medo da série ter caído um pouco, mas esse título acabou indo muito além de qualquer expectativa. Os outros já ficam abaixo, me desculpem. É toda coisa bacana pra fazer que daria pra escrever umas três postagens muito grandes como essa. Tentei não falar nada sobre o jogo em si e sua estória, pois acredito que a experiência desse aqui tem que fugir de spoilers, pois ela é única, e coisa meio rara hoje em dia. Ainda me pego pensando se eu prefiro ele ou BotW, mas acho que ficam empatados (apesar que Zelda eu joguei 75h, e esse aqui 103h, e há muita coisa legal pra fazer ainda).

    De bom: quase tudo. Imersão, trilha sonora, sistema de batalha complexo e funcional, personagens incríveis e marcantes, enredo original e mind-blowing. Explorar é relaxante, upar é gratificante. Matar monstros únicos agora os transforma em lápides no mapa, sendo que assim ele não fica voltando e enchendo seu saco, além de ficar como um troféu no mapa. São muitas Blades raras pra conseguir e cada uma tem uma sidequest super bem trabalhada com estória pra fazer. Várias formas de conseguir itens e upar Blades e personagens.

    De ruim: sistema de batalha pode ser cruel com que não entender a língua ou não gostar do gênero, mas você pega uma hora ou outra. Muitos menus e coisas pra melhoras, o que também é meio estranho no começo. Odeio os monstros super fortes que as vezes aparecem no seu caminho e te matam com um golpe, chega a ser frustrante em alguns momentos, como os que se juntam a sua batalha de boas só pra te matar.

    No geral, apesar de amar o Switch e quase tudo que já joguei nele, XC2 foi o único jogo que me viciou a ponto de pensar em continuar até fazer tudo e que me fez pensar que cada centavo foi bem gasto. Meu único arrependimento foi não ter comprado a mídia física. Um dos melhores RPGs que já joguei na vida.

    Xenoblade Chronicles 2

    Platform: Nintendo Switch
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    28
    • Micro picture
      guilhermearrud · about 2 years ago · 2 pontos

      Eu gostei muito do jogo mas sinceramente ainda acho o primeiro melhor, nao sei se curti muito o lance das baldes prefiro sua party la bonitinha cada um com sua role mas è so minha preferência

      4 replies
  • 2017-08-02 00:17:26 -0300 Thumb picture

    Já que o assunto é Dragon Ball

    Lembremos de DBZ: Attack of the Saiyans, o RPG que mesmo sendo de turnos trazia uns combates de aparência dinâmica e com direito a combos. Apesar de seguir o arco inicial de Dragon Ball Z, a dos Saiyajin, o jogo também possuía conteúdo próprio e não visto nem no anime ou mangá.

    [@jvhazuki]

    Dragon Ball Z: Attack of the Saiyans

    Platform: Nintendo DS
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    7
  • 2017-01-14 11:18:53 -0200 Thumb picture

    Xenoblade Chronicles 2 está com uma cara bem diferente

    Medium 387990 3309110367

    Mas a sensação grandiosa é o mesma, o que condiz com o retorno de boa parte da equipe original nesta exclusividade do Nintendo Switch.

    ► Random Encounter no DaiBokém!

    [@jvhazuki]

    Xenoblade Chronicles

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    9
    • Micro picture
      manoelnsn · about 3 years ago · 2 pontos

      Estilo anime, igual era em Xenosaga EP 01? Apoiado também!

    • Micro picture
      jessie · about 3 years ago · 1 ponto

      pois é, os personagens até perderam aquelas caras horríveis que tinham nos outros jogos (era feio sim, to apoiando a mudança)

  • 2015-11-28 11:12:44 -0200 Thumb picture
    Post by daibokem: <p>Sem meninas de 13 anos em roupas pouco apropriad

    Medium 209537 3309110367

    Sem meninas de 13 anos em roupas pouco apropriadas para você, ocidental!

    Para o post completo do blog clique AQUI.

    [@jvhazuki]

    Xenoblade Chronicles X

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    6
  • dantares Pedro
    2015-04-29 20:41:20 -0300 Thumb picture

    Xenoblade - Operating Manual -

    Confiram as scans do Xenoblade X Operating Manual publicado na Famitsu desta semana (clique na imagem para acessar a galeria).

    Xenoblade Chronicles X

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    13
  • dantares Pedro
    2015-04-25 23:33:30 -0300 Thumb picture
  • dantares Pedro
    2015-04-21 23:14:15 -0300 Thumb picture

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