• anduzerandu Anderson Alves
    2020-06-06 19:11:46 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Minecraft Dungeons

    Zerado dia 06/06/20

    Não sou o maior fã de Minecraft, mas curti quando anunciaram Dungeons pois a série principal é conhecida pelo alto padrão de qualidade, popularidade e grandes números de venda. Legal expandirem o seu universo!

    De cara eu tinha achado que seria algo mais próximo de coisas como Minecraft Story Mode, com personagens bem definidos e aquele tipo de humor, mas Dungeons me ganhou a partir do momento que foi mostrado ser um RPG de ação-hack'n'slash-dungeon crawling ao estilo Diablo! Cara, um jogo que eu vou poder zerar e com os amigos!

    A última surpresa foi a sua chegada ao Switch, o que abrange muito mais os meus amigos. Melhor do que isso foi só o fato de Dungeons ter vindo por apenas R$23 na eshop Argentina, basicamente metade do preço da segunda mais barata, a brasileira, que custava cerca de R$45.

    Corri e comprei logo e descobri que outros conhecidos não já haviam o comprado como já estavam jogando via Discord e tudo mais (infelizmente o jogo não tem chat embutido).

    Ao abrir o jogo pela primeira vez e criar seu personagem, o jogo te obriga a criar ou logar uma conta da Microsoft. Usei a minha do Xbox 360/One (tive que fazer uns procedimentos pelo PC).

    Daí saí recomendando pra todo mundo, mas alguns  se negam a novas experiências e torcem o nariz só pelo fato do jogo ter "Minecraft" no nome...

    Do outro lado, os amigos caixistas prometerem pegar o jogo me breve e se juntar ao jogo do momento, pois ele está disponível no Gamepass. Um amigo do PC ficou interessado, mas foi graças a ele que descobrimos que não existe cross-play entre as plataformas ainda. Os desenvolvedores prometeram adicionar a funcionalidade em breve, mas até o momento nada (quase fiz uma criatura comprar o jogo sem motivo). Fiquei decepcionado com o fato de logar a minha conta MS e não poder jogar junto à outras por quaisquer plataformas.

    Com a galera do Switch, dei início à campanha. Criei meu personagem (escolhi o visual, no caso), fiz a primeira missão, que é um tutorial, e depois disso foi só abrir a aba social e convidar ou me juntar à qualquer um deles.

    Mas vou voltar pra falar um pouco mais desse tutorial e testes de controles. Primeiro que foi gratificante saber que havia a opção de jogar multiplayer na mesma tela, ou seja, com apenas um Switch. Tenho certeza que isso será muito útil em jogatinas pós-quarentena.

    Obviamente é muito mais vantajoso jogar cada um na sua própria plataforma visto que você tem a tela independente só pra você e pode se distanciar a vontade. O jogo inclusive tem a opção de se teletransportar pros amigos caso você esteja muito longe porque resolveu ir explorar, ficou se curando ou simplesmente não tem equipamentos que aumentem a sua velocidade como os seus amigos.

    É bem estranho jogar Minecraft com aquela câmera aérea e não poder quebrar o cenário ou construir coisas. Tudo no cenário é basicamente obstáculo.

    Aproveito pra dizer que Dungeons só se assemelha com o Minecraft original esteticamente e que fora isso, comer coisas pra regenerar vida, e alguns personagens (como Creepers), são jogo completamente diferentes, o que é uma pena, pois eu acho que ele tinha potencial maior com mais elementos Minecraft.

    Enfim, o jogo me ensinou a usar a espada, atirar com arco e flechas e usar habilidades secundárias. Essa é uma parte muito importante da aventura, pois ao abrir o seu inventário, você possui 6 slots:

    -Arma de curta distância, que é o seu ataque principal. Consiste em espadas, machados, lanças etc;

    -Armadura, que é o que determina a sua defesa;

    -Arma de longa distância, geralmente arco e flechas, bestas e afins.

    -3 slots para habilidades secundárias equipáveis, como gerar um círculo de cura, um escudo, transformar os seus próximos disparos de flechas em fogos de artifício, fazer com que você fique super rápido e muito mais. Cada slot é relativo à um dos seguintes botões: B, X e Y.

    Os demais comandos se resumem em A para atacar, ZR (gatilho direito) para lançar flechas e R ou analógico direito pra rolar (tem cooldown). Não há a possibilidade de pular ou girar a câmera (isso eu odiei pois muitas coisas ficam na frente da sua visão e os cenários isométricos me deixaram um pouco incomodado).

    Há um HUD na parte de baixo da tela mostrando cada habilidade e os designados botões, sua vida, experiência, dinheiro e os cooldowns. Nas opções do jogo eu pude aumentar um pouco esse HUD pois algumas informações eu achei um pouco pequenas na minha TV. É legal ver que lá tem opções de acessibilidade para todos os tipos de jogadores também.

    Já uma coisa que não é configurável é o idioma, pois aparentemente o jogo o põe na mesma linguagem do console em todas as plataformas. O Switch não tem opção de PT-Br, o que resultou num jogo em português PT-Pt e boas risadas com a galera, pois todos usavam essa mesma linguagem. O triste é saber que Dungeons tem a linguagem PT-Br, inclusive dublagem, mas por conta disso, provavelmente nunca o veremos no Switch.

    Já sobre as semelhanças com a série Diablo, bom, é por aí mesmo, mas de uma forma mais simplificada/infantil (se jogado na forma recomendada do jogo, sem alterar a dificuldade). Há um hub principal, que é meio que uma cidade e de lá você escolhe, numa mesa, a missão que deseja fazer. Depois disso um mapa se abre e você navega com um cursos pra onde desejar. Nesse hub, a cidade, ainda é possível usar o seu dinheiro para conseguir equipamentos ou habilidades aleatórios, mas não vi muito o porquê de fazer isso pois você troca toda hora de arma e armadura e eu só conseguia coisas fracas (talvez seja melhor guardar pra usar no futuro).

    Na primeira jogatina, Dungeons só permite o nível básico de dificuldade (abrem mais dois quando você terminar a campanha: Aventura e Apocalipse). Na minha primeira jogatina, sozinho pelo tutorial e primeira fase, eu achei o jogo ridiculamente fácil. Andava, dava um ataque nos inimigos e eles morriam e assim ia por toda a fase e por todos os muitos inimigos.

    Quando me juntei com o pessoal, só comecei a fase e eles estavam achando muito fácil (apesar de eu perceber que estava mais desafiador que sozinho), mas logo descobrimos que há a opção de aumentar a dificuldade das missões no mapa, quando estamos as escolhendo. O jogo avisa qual o nível recomendado de força e o quão forte ou fraco você está para o enfrentar, itens que poderão aparecer de acordo com a dificuldade e experiência. Jogamos no nível 9 ou 10 uma de nível 15 e foi suado, mas muito mais divertido para a nossa experiência. De qualquer forma, se você quiser só zerar e não ter nenhum desafio ou aproveitar o jogo, basta diminuir a barrinha e ir na boa.

    São apenas 10 estágios (com temáticas próprias), mas eles podem demorar um pouco, ainda mais jogando com amigos e com o nível um pouco maior. O interessante é que o time (independente de estar jogando sozinho ou não) tem um número limitado de vidas e perder a todas resulta em Game Over e ter que reiniciar a fase, independente do quão longe você alcançou (pelo menos o mapa é gerado aleatoriamente pra dar um ar de novidade sempre que você voltar em um cenário).

    Isso é muito importante pois se você jogar bem, mas estiver com pessoas que não manjem nada de video games e morram constantemente (cair em buracos, por exemplo, elimina uma vida instantaneamente) fará com que o jogo termine rapidamente.

    No caso da jogatina em grupo, é possível levantar amigos que tenham sido mortos por inimigos desde que feito dentro do período pra isso, evitando assim a perda de uma preciosa vida. Nossa maior dificuldade foram os chefes, que se tornaram verdadeiras esponjas de dano em níveis maiores que o recomendado (mais do que todos os monstros se tornam) e era comum morrer tentando levantar os amigos.

    Fora isso, a fórmula é a clássica: explore, derrote inimigos, abra baús, consiga loot melhor. Há, porém, uma inovação nesse jogo (ou simplificação). Quando você ganha um nível, você ganha um ponto de habilidade para poder equipar nas habilidades passivas de seus equipamentos, que tem habilidades próprias e com diferentes níveis. Gastou tudo em habilidade de um peitoral mas achou um melhor? Prepare-se para destruir suas coisas para conseguir os pontos de volta.

    Resumindo: Minecraft Dungeons leva o nome e a estética da famosa série da Mojang para um jogo estilo Diablo, mas muito mais casual. EU gostei do jogo e de ter jogado com os amigos 80% da campanha, que é curtinha, mas vejo que o jogo tem um valor replay ok pra quando a gente estiver juntos ou sem nada pra fazer. Diria que é uma boa porta de entrada para quem for mais casual e querer jogar algo do gênero, que geralmente é muito "dark" ou desafiador. Já pros veteranos, eu definitivamente recomendo aumentar o nível em cada missão pra ficar ao menos levemente acima do seu.

    De bom: gameplay fácil de jogar e entender. Visuais bacanas e com cutscenes. Não há classes/profissões, mas isso foi implementado de uma forma que tudo varia de acordo com o seu equipamento, podendo te fazer um bárbaro numa missão e curandeiro na outra apenas mudando sua arma ou armadura. Desafiador pra quem busca desafio (apesar de as vezes parecer meio artificial nesse quesito). Possibilidade de jogar online ou offline em até 4 pessoas.

    De ruim: a taxa de quadros cai em certas partes (quase sempre em cinemáticas). Idioma português brasileiro indisponível na versão do Switch. Duas semanas depois do lançamento, nada de cross-play entre as plataformas. O jogo tem uns bugs de textura, travar ou fechar do nada. Vi pessoas falando que tiveram problemas em conectar o jogo online também. É triste ver alguns problemas num jogo tão recente e ver a desenvolvedora anunciando DLC pago com mais duas fases em breve (poderia muito bem ter vindo na versão base). Achei a cidade/hub meio inútil e vazia. Gostaria de ver mais elementos Minecraft além do que parece ser apenas "skins" num jogo qualquer.

    No geral, é um jogo bacana, mas definitivamente foi feito com um público mais jovem em mente e apesar de haver a possibilidade de jogar de forma mais difícil, isso me parece meio artificial e duvido que, com outros jogos do gênero com mais conteúdo, você queira insistir tanto tempo em Dungeons. Ficar mais forte, rejogar as fases? Só se for casualmente. Joguinho divertido, ainda mais por R$23!

    Minecraft Dungeons

    Platform: Nintendo Switch
    3 Players

    24
    • Micro picture
      luansilva2000 · 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns, e ótima crítica!
      Eu só estou esperando o crossplay (PC-XONE) pra poder jogá-lo...

      1 reply
    • Micro picture
      zandryx · about 2 months ago · 2 pontos

      Fiquei chocado como esse jogo lançou baratinho, to doido pra pegar

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-09-26 11:59:18 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Ori and the Blind Forest

    Zerado dia 25/09/19

    Daqueles jogos que eu tô atrasado pra jogar haha, mas que coincidiu com o lançamento do mesmo pro Switch (infelizmente já tinha umas horinhas no PC e não queria reiniciar, além de que na plataforma Nintendo está bem caro.

    Eu comecei Ori and the Blind Forest aleatoriamente depois dele ter ficado no meu computador por um século. Iniciei a aventura há umas três semanas mas não consegui achar os comandos no teclado e mouse confortáveis, então passei um século tentando fazer meu Pro Controller de Switch funcionar no jogo, sendo que as ações de andar pra esquerda e direita estava configuradas como cima e baixo no controle e o jogo não permite configurar controles. Busquei muito na internet e achei umas soluções mas nada funcionou. Eu fiquei bem desmotivado com o jogo. Conversando com um amigo depois, ele recomendou abrir o jogo pela Steam com o controle conectado à mesma e deu certo. O problema agora era o framerate, mas acabei levando o jogo pra frente.

    Eu não sabia praticamente nada sobre Ori atBF a não ser que o jogo era um metroidvania e que era supostamente muito bonito. O lado metroidvania foi ficando cada vez mais óbvio, mas sobre a beleza...eu não estava tão certo. Isso porque o jogo não estava rodando da forma como deveria no meu PC. Na maior parte do tempo eu joguei em cerca de 30 fps e, com sorte, até mais. Mas muitas vezes caia pra beeeem menos, e sem motivo aparente nenhum também. Bom, meu notebook não é muito bom pra jogos, então nem esquentei a cabeça. Jogando a demo que saiu no Switch, a diferença é gigante, sobretudo na animação dos cenários, que é realmente muito bonita e natural.

    Outras coisas que eu não tinha curtido muito nas primeiras partes da aventura é que o seu visual me remetia muito a Rayman Legends, e não que eu ache feio, é bem bonito, mas parecia muito desenho animado ou muito vetorizado pra proposta do jogo. Além disso, eu estava achando o lance de tudo ser muito floresta e verde meio chato.

    Após aprender os básicos de locomoção e tal, outra coisa me tirou completamente a paciência com o jogo: o combate.

    Tudo é muito bonito e tal, mas você e os inimigos brilham um bocado, então quando você está perto de um inimigo, fica bem difícil saber quando ele vai atacar ou não porque é difícil distinguir suas animações e eu ainda ficava me jogando nas melecas no chão porque tudo parece coisa do cenário. Pra completar, você ataca com uma bola de luz que paira próximo a você e que lança raios nos inimigos. Para acertá-los, você deve estar perto e ficar apertando o botão de ataque enquanto ele mira automaticamente. As vezes você acha que vai acertar, mas não. As vezes você acerta mesmo com o inimigo nas suas costas, as vezes não.

    Enfim, é tudo uma questão de costume, mas quando as coisas são incertas assim, é motivo de agonia pra mim, e vou te dizer, esse jogo é muito bom, mas se tem uma palavra que o resume, é INCERTEZA.

    Ori atBF se assemelha um pouco com Metroid Fusion no quesito navegação. Há um personagem te guiando e marcando seu próximo destino no mapa e você deve achar uma rota até lá. As vezes você deve andar, as vezes voltar à uma área já visitada depois de adquirir uma nova habilidade. Ainda assim, dificilmente você fica perdido ou sem saber pra onde ir, como nos Castlevanias, por exemplo.

    É aí que mais incertezas aparecem. Em determinada parte eu deveria chegar num certo local e haviam três partes inexploradas que poderiam chegar lá, mas indo e voltando nas três eu não conseguia avançar e eu nunca sabia até onde o Ori iria. A impressão que dava é que um pulo melhor chegaria ali, ou se eu fizesse algo mais rápido eu chegaria acolá. No final das contas eu tive que olhar essa parte na internet pra descobrir que uma pedra que eu afastei anteriormente deveria ser afastada de volta para que eu pudesse pular e agarrar na parede pra ir pulando e subindo no maior estilo Megaman X. Fiz isso e meu pulo não chegava lá! Sabe quando falta um tiquinho e você fica tentando e tentando? Geralmente faço isso em jogos para tentar alcançar um lugar que não deveria, mas aqui era o caminho obrigatório! Tive que zoar a pedra de um jeito que ela acabou ficando com uma ponta mais pra cima pra conseguir continuar o jogo...

    O fator frustração pra mim aumentou quando descobri que você morre mais nesse jogo do que em Dark Souls. E como isso acontece constantemente, você deve usar um poder, segurando o botão A para criar um ponto de salvamento. Fez algo difícil? SALVE!

    Eu não tenho o costume de salvar constantemente em jogos, então foram tensas as muitas vezes que algo me matava instantaneamente e  eu era enviado de volta um longo caminho, perdendo qualquer progresso com mapa, experiência e itens que coletei no meio do caminho. Já jogou Half-Life e teve que salvar a todo momento? Essa foi a sensação pra mim. Curti o lance de Ori ser desafiador, mas não curti essa necessidade de criar seus checkpoints e ainda administrar as pedras que permitem que você faça isso.

    Uma das partes mais legais do jogo é se fortalecer, seja pelas habilidades que você aprende naturalmente alcançando pontos específicos da estória, como pulo duplo, escalada, dash e tal, sejam aquelas da árvore de habilidades que você compra numa com pontos ao exterminar inimigos ou coletar experiência pelo mapa, como aumento de vida, maior dano e dash aéreo.

    Como em qualquer jogo do gênero, novas habilidades significam novas portas abertas pelos mapas e se você tiver explorado o bastante/achado mapas, pontos de interesse, como portas até então trancadas e mesmo coletáveis ficam visíveis, então basta ir lá  e resolver o que desejar.

    Cada mapa mostra ainda uma porcentagem que você rapidamente completa, então acredito que fazer 100% num jogo como esse seja definitivamente uma delícia.

    Você vai perceber ainda que ter total controle do personagem e suas habilidade é imprescindível, visto que são muitos comandos e que as vezes você é testado com todos em curtos períodos de tempo. Você vai se sentir um speedrunner!

    Depois de um tempo, mais determinado a jogar Ori atBF de verdade, entendendo suas mecânicas, acostumado a salvar constantemente e tal, o jogo foi ficando mais interessante conforme se abria. Até o PC deixou a taxa de quadros mais amena. Eu fui aprendendo a gostar de seu visual e de seu simples enredo. 

    Fui gostando cada vez mais do mapa também, sendo que cada parte desse mundo tem uma temática diferente, inimigos diferentes, maior uso de certas mecânicas e tal. Acho que podemos dizer que o jogo é dividido em três partes, que culminam em uma espécie de dungeon para libertar um espírito para ajudar a salvar a floresta e no final, com tudo desmoronando, você deve escapar do lugar na maior adrenalina. Tenho que dizer que eles souberam manter o ritmo do jogo muito bem, sem cair na monotonia e sempre surpreendendo com bons quebra-cabeças.

    Algumas considerações sobre o jogo:

    -É tudo muito rápido. Você não fica numa parte por muito tempo, você resolve tudo rapidamente e você zera rapidamente (levei menos de 8 horas). Vale lembrar ainda que você morre rápido e também volta à vida rapidamente. Como eu disse: nada é chato.

    -Não há chefes no jogo, o que pra mim é meio decepcionante. No máximo você foge e tal em sequências especialmente criadas pra isso. Na verdade o "grande mal" é um só e os demais inimigos são só inimigos (mas há uma ótima variação).

    Resumindo: em relação a Ori and the Blind Forest, eu fui de "Meh, é ok" para "Pode comprar! É muito bom!" quando um amigo questionou se eu já havia o jogado. É definitivamente uma experiência bem original e criativa tanto pro gênero quanto pra video games em geral. Apenas não cometa o mesmo erro que eu de jogar numa plataforma problemática.

    De bom: visual lindo (sobretudo em 60fps). Simples de jogar. Carismático, sobretudo em partes mais cinemáticas, como a abertura e o encerramento. Fácil de controlar seu progresso e saber onde ir para pegar o que falta. Árvore de habilidade te dá muitos motivos pra continuar jogando e ganhando níveis e se fortalecendo. Há diferentes níveis de dificuldade. Contém a língua portuguesa (Brasil) como opção.

    De ruim: mortes recorrentes e a necessidade de salvar a todo momento já que as mortes te levam pro último checkpoint que você criou, então se acostume! Não é possível salvar a qualquer momento, como em "partes perigosas", o que deixa partes mais difíceis, como fugas longas e cheias de armadilhas bem frustrantes (não é possível salvar em momento nenhum). Meio confuso de saber até onde eu posso fazer algumas coisas no mapa ou se devo voltar depois com outras habilidades. Confuso de entender alguns inimigos e seus padrões pois algumas animações não são muito lógicas ou há muito brilho em todo mundo. Sem chefes.

    No geral, apesar de achar que a galera exagera um pouco endeusando a experiência, super recomendo o jogo por toda a sua importância e por ser curto e tranquilo, embora tenha me dado várias dores de cabeça pra conseguir jogar nas primeiras horinhas. Já estou na expectativa no Will o' Wisps, sua continuação, embora eu não tenha certeza que seja necessário existir, mas com certeza jogarei na melhor plataforma possível!

    Ori and the Blind Forest: Definitive Edition

    Platform: PC
    196 Players
    68 Check-ins

    30
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      andre_andricopoulos · 11 months ago · 2 pontos

      Morre mais do que em DARK SOULS,?.
      Eita! 😳
      ...
      Ainda nunca joguei...

      2 replies
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      xch_choram · 11 months ago · 2 pontos

      vc não pensa em colocar esses textos como criticas?

      1 reply
    • Micro picture
      sweet_lorelei · 10 months ago · 2 pontos

      parece bem legal o jogo....
      jogo no pc e não curto teclado e mouse...tem um programa na steam chamado controller companion(não tenho certeza quais controles ele aceita o meu no caso eh de xbox)ele funciona como mouse pra vc mecher no pc normalmente e qd entra em jogo se você apertar select e start ele funciona como controle,alguns jogos tem suporte e outros vc configura na mão mas eh bem simples,o bom é que você pode ter varios perfis assim que entra no jogo ele reconhece o perfil e roda as configuraçoes que vc fez pra aquele jogo....deu muito certo pra mim pra the witcher 1 por exemplo....
      O fato de morrer muito me desanima um pouco,dificuldade nesse sentido não é minha praia,mas o visual parece muito lindo.

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