• lendaryo Solivan Martins
    2018-07-01 13:15:11 -0300 Thumb picture
    Post by lendaryo: <p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=OtSGboN

    Não postei nenhuma ontem, então vou aproveita e posta essas duas kk

    Devil May Cry 3: Dante's Awakening (Special Edition)

    Platform: Playstation 2
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    14
  • lendaryo Solivan Martins
    2018-06-30 01:32:31 -0300 Thumb picture
  • lendaryo Solivan Martins
    2018-06-28 15:13:17 -0300 Thumb picture
    Post by lendaryo: <p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=nahnRPU

    Esse cara não faz um cover rapaz, ele recria a música completamente!

    Touhou Hisoutensoku

    Platform: PC
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    15
  • sam99 Samuel Barbosa Hernandes
    2018-02-08 15:45:37 -0200 Thumb picture
  • akromvaleth Álvaro Vieira
    2018-01-15 12:50:10 -0200 Thumb picture

    The Dark Element - The Ghost and The Reaper

    Banda nova da Anette Olzon, porque ela é linda, a banda é boa e pq o perfil é meu e o block é grátis =)

    Human Element

    Platform: PC
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    18
    • Micro picture
      marcusmatheus · over 1 year ago · 3 pontos

      Postagem que não tenha nada haver com jogo???
      Isso é ridículo cara! Vou preparar um textão kkkk.

      10 replies
    • Micro picture
      porlock · over 1 year ago · 3 pontos

      q som maneiro.

    • Micro picture
      diogoskark · over 1 year ago · 3 pontos

      Vou entregar minha idade, mas olhei a moça na capa do vídeo e achei que fosse a Elvira.

      2 replies
  • akromvaleth Álvaro Vieira
    2017-08-21 09:48:26 -0300 Thumb picture

    Primo Victoria!

    Em parceria com a Wargaming a banda de metal Sabaton, lançou no jogo World of Tanks o seu tanque temático. Obviamente o tanque faz parte do exército sueco e vem com uma tripulação própria que são os integrantes de banda.

    E pra promover o lançamento do tanque eles fizeram esse trailer fodástico!
     

    World of Tanks

    Platform: PC
    58 Players
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    6
  • lendaryo Solivan Martins
    2017-08-11 13:39:26 -0300 Thumb picture
  • lendaryo Solivan Martins
    2017-07-27 00:36:25 -0300 Thumb picture
  • hard_frolics David Waters
    2017-05-16 12:37:23 -0300 Thumb picture

    Esse cara é foda!

    Na moral, um cara me indicou no grupo do Fenix Down no facebook e foi uma das paradas mais massa que conheci esse ano!
    Esse malandro, o Krzysztof Słowikowski refaz em versões com uma guitarra mais forte todas as faixas dos MegaMan conforme vai jogando! Isso é foda!

    Saem uns rockzão pesado, uns metalzão muito loko! Pra quem curte, vale a pena dar um confere!

    Mega Man X2

    Platform: SNES
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    13
  • 2017-02-20 16:52:36 -0300 Thumb picture

    [Álbuns] #5 - The Number Of The Beast (Iron Maiden)

    E o álbum de hoje é de uma das maiores instituições do heavy metal, uma das bandas mais queridas e com muitos fãs fervorosos aqui no Brasil, Iron Maiden.

    E entre os muitos discos excelentes dessa banda, decidi ir um pouco pelo óbvio e pegar o provavelmente mais famoso deles, que marcou o início de uma nova fase: The Number of the Beast.

    Sendo o terceiro álbum da banda, o primeiro com Bruce Dickinson e o último com Clive Burr, foi o primeiro a chegar ao primeiro lugar das paradas britânicas, vendendo 14 milhões de cópias  mundialmente.

                                      -------------------------//----------------------

    Ficha Técnica

    Lançamento: 22 de março de 1982

    Gravação: Janeiro a fevereiro de 1982, no Battery Studios, Londres

    Gênero: Heavy metal

    Duração: 39:11

    Gravadora: EMI

    Produtor: Martin Birch

    Músicos:  Steve Harris – baixo, segunda voz,

                        Dave Murray – guitarra,

                        Clive Burr - bateria,

                        Adrian Smith – guitarra, segunda voz,

                        Bruce Dickinson – voz.

                                      -------------------------//---------------------

    História

    No ano de 1981, o Maiden já era uma das principais bandas da Nova Onda do Metal Britânico (NWOBHM), com dois álbuns lançados, bem conhecidos no circuito europeu e com relativo sucesso no Japão e Estados Unidos. 

    Entretanto, o vocalista Paul Di'anno, que era visto como um punk dentro do meio metal, já mostrava sinais de desgaste devido às extensivas turnês e seu comportamento auto-destrutivo. Além disso, Steve Harris estava começando a ter novas ideias para a banda, que necessitariam de alguém com maior alcance vocal.

    Assim, Di'anno é demitido e Steve chama o vocalista da banda Samson, que já havia tocado várias vezes com o Maiden no circuito dos pubs ingleses, Bruce Dickinson.

    A performance operística de Dickinson o fez um ícone metal imediato, desafiando até Rob Halford, e ajudando a elevar a banda às alturas. Falando no Judas Priest, a sonoridade do Maiden foi fortemente influenciada pelo seu material do final dos anos 70, com ritmos agressivos, alternância entre as duplas guitarras e vocais poderosos de alto alcance.

    Com uma intensidade sonora que não comprometeu a excelente técnica dos músicos, o álbum é uma coletânea de canções icônicas, onde o nível de composição de Harris se torna ainda mais ambicioso, abandonando em grande parte a violência das ruas e partindo para temáticas históricas, de ficção científica e terror. Diferentemente do álbum anterior Killers, nenhuma música era alguma sobra pronta, dando à banda um verdadeiro novo começo.

    Sendo muito bem recebido na Europa, a situação foi diferente nos Estados Unidos, onde The Number of the Beast criou grande controvérsia com os conservadores por utilizar temáticas religiosas em algumas das composições e na arte da capa, gerando acusações de satanismo contra a banda. Entretanto, isso acabou funcionando como publicidade gratuita, alavancando ainda mais as vendas do álbum.

    (Ahh Rock N Roll... Desde o Elvis causando polêmica rsrsrs)

    A banda alega que nenhum deles possui qualquer ligação com assunto, e a ideia da adoção da temática iniciou quando compuseram a faixa título do álbum (conto essa história logo ali em baixo), pensando que poderia ser algo engraçado, e não levado tão a sério.

    Apesar disso, dizem as lendas que diversos incidentes estranhos ocorreram durante a gravação, como luzes que acendiam e apagavam sem motivo aparente e um equipamento que se quebrou misteriosamente. Estes incidentes chegaram ao seu clímax quando o produtor Martin Birch bateu seu automóvel contra um ônibus com, se não me engano, seis freiras. O custo do conserto de seu carro foi de exatamente 666 libras esterlinas.

                                      -------------------------//---------------------

    Capa

    A imagem da capa, assim como nos álbuns anteriores, foi feita pelo ilustrador Derek Riggs. O design original possuía uma coloração acinzentada (como a imagem no começo desse post), mas devido à um erro de prensagem, acabou sendo lançado com um fundo azul, deixando a imagem mais colorida.

    Uma curiosidade é que durante a turnê desse álbum o até então baterista da banda francesa Trust, Nicko McBrain, foi convidado para se fantasiar do demônio da capa e encenar junto com o Eddie no palco. No ano seguinte ele assumiria as baquetas da banda.

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    Músicas

    Antes de ir para o que interessa, só mais um pequeno detalhe.

    Segundo entrevistas, Bruce estava fortemente envolvido na composição de várias das faixas do álbum, especialmente "Children of the Damned", "The Prisoner" e "Run to the Hills". Porém, devido a assuntos contratuais com sua banda anterior, ele não poderia assinar nenhuma das novas músicas, fazendo com que ele apenas realizasse "contribuições morais", ajudando na construção das canções.

    Praticamente todos os créditos de composição vão para Steve Harris, com algumas parcerias dele com Adrian Smith e Clive Burr.

    1. Invaders (3:25)

    Uma acelerada música de abertura com a letra fazendo referência ao tempo das navegações vikings, já possui um pouco do estilo de baixo galopante que se intensificaria em músicas futuras.

    2. Children of the Damned (4:35)

    A mais melódica do disco, lenta porém pesada, nos moldes das canções mais suaves de Ronnie James Dio no Sabbath e Rainbow. A letra é inspirada no filme de ficção científica e terror de 1964 com o mesmo nome escrito por John Briley.

    3. The Prisoner (6:04)

    Bruce Dickinson teve a ideia inicial para essa música a partir da frase "I'm not a number, I'm a free man" tirada de uma série de TV britânica de mesmo nome, em que um ex-agente secreto é raptado e levado para uma estranha prisão. 

    Uma curiosidade é que o trecho inicial da música foi retirado diretamente do seriado, com o produtor tendo ligado para o criador Patrick McGoohan e pedido autorização para o uso.

    4. 22 Acacia Avenue (6:37)

    Uma das músicas que foge da temática geral do disco, é uma continuação da música "Charlotte The Harlot" do primeiro álbum. Segundo Adrian Smith, esse seria o endereço de Charlotte, uma garota de programa que supostamente vivia no número 22 da Avenida Acacia.

    5. The Number of the Beast (4:52)

    Escolhida para dar nome ao álbum, a história contada nessa faixa surgiu a partir de um pesadelo recorrente de Steve Harris. O início climático, com uma narração inicial e uma parte cantada finalizada por um grito antes de ir para a sessão mais acelerada, foi moldado pelo produtor Martin Birch, que segundo Bruce o fez gravar essa única parte por cerca de quatro horas seguidas

    Apesar da polêmica, a letra da música não cultua o diabo ou coisa do tipo, e sim conta uma história de terror assim como Sabbath sempre fez. Claro que eles imaginavam que havia a hipótese de dar alguma polêmica, especialmente nos EUA, mas eles obviamente não se preocuparam com isso.

    6. Run to the Hills (3:54)

    Sendo escolhida como single para ser lançada antes do álbum, foi o primeiro da banda a entrar no Top 10 Britânico. Um hino que narra os conflitos entre nativo-americanos e os invasores ingleses, possuindo um ritmo galopante comandado pelo baixo de Harris, algo que se tornaria característico da banda.

    7. Gangland (3:48)

    Um conto das ruas que não teve Harris na composição da letra, juntamente com 22 Acacia Avenue é uma exceção temática ao disco, trazendo as leves influências punk deixadas por Paul Di'anno.

    8. Hallowed Be Thy Name (7:14)

    E para finalizar um hino, uma das favoritas de alguns membros da banda, Hallowed Be Thy Name entra inteiramente na definição de um épico. Narra a história de um prisioneiro prestes a ser enforcado refletindo sobre seus últimos momentos de vida, apresentando uma das letras mais filosóficas de Harris.

    Com um início bem climático que abre para sequências instrumentais memoráveis e uma profunda interpretação de Dickinson, consegue transitar suavemente entre as mudanças de tempo, e nas performances ao vivo costumava acelerar cada vez mais até o final. (Chegando perto do ridículo segundo Bruce rsrs)

    A versão remasterizada do disco lançada em 1998 ainda trouxe como extra a música Total Eclipse.

                               -------------------------//-----------------------

    Então é isso.

    Um clássico do Iron Maiden para deixar sua semana mais metal, uma boa pedida para uma preparação mental antes do carnaval hahaha.

    Queria deixar como última recomendação o episódio da série de documentários Classic Albums que fala desse disco. Tirei várias coisas desse texto de lá, incluindo as imagens do Nicko e do Mustaine. Confere lá que tem algumas outras histórias e fatos bacanas.

    Dica: tem até no YouTube, o legendado em português está faltando uma parte mas acha inteiro em inglês.

    Abraços.

    28
    • Micro picture
      volstag · over 2 years ago · 2 pontos

      Uma curiosidade interessante é que o nome verdadeiro do Bruce Dickinson é Paul também.

      2 replies
    • Micro picture
      ogawara · over 2 years ago · 2 pontos

      Clássico!

    • Micro picture
      diegomatias · over 2 years ago · 2 pontos

      Já tenho um álbum pra ouvir no caminho pro trabalho. Obrigado!

      1 reply

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