• cyberwoo Diogo Batista
    2020-08-12 21:31:57 -0300 Thumb picture

    Live dos Enxutos!! Sonic Classic Heroes

    Estamos ao vivo com Sonic Classic Heroes (Mega Drive Hack)

    Galera que puder dar aquela força, só chegar!

    Sonic Heroes

    Platform: Gamecube
    339 Players
    3 Check-ins

    3
  • 2020-08-11 16:46:13 -0300 Thumb picture
  • 2020-08-10 11:36:22 -0300 Thumb picture
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-07-25 13:30:39 -0300 Thumb picture

    CORMANO LIVRE - Sunset Riders

    Sunset Riders é um clássico dos arcades e dos consoles antigos, esse vídeo da Kane TV faz uma análise/gameplay do jogo, e ainda compara as versões do Super Nintendo e Mega Drive, com a de arcade.

    Sunset Riders

    Platform: Arcade
    476 Players
    17 Check-ins

    8
  • 2020-07-01 23:20:12 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-06-26 03:13:51 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: ToeJam & Earl

    Zerado dia 26/06/20

    Mais um daqueles jogos que sempre ouvia meus amigos comentarem nos encontros de 3DS da época aqui em Brasília e me faziam me sentir ignorante em relação ao Sega Genesis/Mega Drive. Era fato que eu não manjava quase nada do console e só tinha olhos pro SNES quando era moleque. 

    Conhecendo o console, mesmo que pouco, logo você vai saber que ToeJam & Earl é um jogo de peso da plataforma. Um daqueles metidos a "cool" e americanizados, com músicas, visuais e cores bem "funky". Infelizmente a fórmula estética nunca deu muito certo comigo. Odiava produtos da época mesmo no Super Nintendo (um lado dos anos 90 que sempre achei melhor esquecer).

    Bom, T&E entrou pra minha lista de desejos e finalmente o emulei com um amigo há uns aninhos atrás, mas depois de uma jogatina só, deixamos de lado (ele curtiu menos que eu) e ficou na minha recente lista de pendências urgentes!

    Recentemente convidei esse mesmo amigo a emular via Parsec (olha eu falando desse programa de novo) jogos de Mega Drive, e o lembrei do T&E, que não queria jogar sozinho no meu PSP. O Parsec não funcionou com o emulador e fomos de Hamachi.

    Para a minha surpresa, ela topou jogar, mas acabei "preparando terreno" antes com o Gunstar Heroes, que jogamos a tarde toda, zeramos e publiquei aqui no Alvanista recentemente. Perguntei se animava ir pro jogo que deu ideia da jogatina, mas ele preferiu deixar pra depois.

    Semanas depois e mais jogos jogados e/ou zerados, insisti no T&E até que finalmente ele se convenceu e deu a ideia. Eu já tinha comprado uma versão na Steam e até feito campanha no Instagram pra alguém jogar comigo, mas jogos antigos e desconhecidos assim são mais complicados.

    Para quem não conhece, essa aventura é bem diferente de qualquer outra coisa que consigo imaginar. Você pode jogar sozinho ou em dupla, com dois personagens na mesma tela, que se divide caso eles se separem. Mas vou focar em falar sobre ele no multiplayer.

    Nesse jogo psicodélico, os jogadores devem explorar cenários atrás das peças de suas naves para que possam voltar ao seu planeta, porém isso é mais trabalhoso do que se imagina.

    O jogo se divide em andares. 25 deles. Todos os andares são recheados de inimigos e presentes embrulhados, além de diversas rotas secretas que só se criam quando você se aproxima.

    Quando você alcança um novo andar, o jogo avisa ou não se há uma peça da nave por lá. Se sim, sua missão é encontrá-la e depois encontrar e usar a saída. Se não, basta encontrar a saída e se mandar de lá.

    Porém, grande parte da diversão é justamente a exploração!

    Existe todo tipo de personagem por aí. Inimigos com ataques e padrões diferentes (grupos de nerds que correm e são imprevisíveis, enxames de abelhas, cupidos que atiram flechas que deixam os seus comandos trocados, a dançarina havaiana que te deixa vulnerável dançando por uns segundos e muito mais). Cada um deles ainda com HPs diferentes.

    Existem ainda NPCs que te ajudam, coisa que eu só fui perceber depois, pois achava que todos eram do mal. Tem um Papai Noel que você deve se esgueirar e se aproximar para ganhar presentes, um telefone que revela partes aleatórias do mapa e por aí vai.

    A parte mais legal é a dos presentes!

    Existem diversos sprites de presentes e, até você usá-los, você não sabe o que cada um faz (depois disso, todos os presentes que forem idênticos ficam com o nome pra você saber do que se trata).

    Existem muitos presentes bons, uns mais ou menos e uns ruins. Você nunca sabe o que vai tirar!

    De bom nós temos coisas como asas, que voam sobre buracos e inimigos, tênis que te fazem correm dos inimigos, boias que permitem que você nade sem se preocupar com se afogar e até um presente que te leva instantaneamente pra onde o seu amigo estiver. Isso é muito útil pois é possível cair nos buracos e voltar pra andares anteriores, o que vai te fazer ir até a porta novamente para voltar a subir enquanto lida com mil inimigos, além de que pode demorar.

    Dos mais ou menos nós tempos coisas como comida, que pode encher bastante seu HP ou nem muito. Ou mesmo o tomate, que usamos para jogar nos inimigos e os destruir.

    De ruim nós temos coisas que nos matam, tiram nosso HP ou te fazem um alvo fácil de inimigos (ou facilitam que você caia em buracos). Um dos que eu mais odeio é o que embaralha todos os presentes e seus ícones e você tem que os usar novamente para saber do que se trata.

    Além de procurar a porta ou as partes da nave, fica sempre o questionamento se vale a pena simplesmente ir logo pro próximo andar ou explorar mais por presentes e comida para encher nosso HP.

    É comum também só querer ir pro próximo andar logo e não achar a saída com facilidade. Eu odeio os caminhos que só aparecem quando você se aproxima! O jogo ficaria bem melhor se essas coisas simplesmente já estivessem lá!

    Explorar e usar presentes (talvez derrotar inimigos) também dá experiência aos heróis, o que com o tempo garante mais vidas e barras de HP maiores, e isso faz toda a diferença.

    Mais pra frente o jogo começa a jogar muitos inimigos chatos próximos uns dos outros, como um cão que derruba uns dois presentes seus (e desaparecem), um furacão que te arrasta por aí e geralmente te joga num buraco ou mesmo uma ambulância maluca e super rápida atrás de te atropelar.

    Meu amigo ficou frustrado rapidamente com o azar dessas coisas acontecendo com frequência e ele morrendo muito fácil pra alguns inimigos ou tendo que subir vários andares novamente. Nos últimos andares eu fiquei só, mas ele ficou bem feliz de ter se livrado do jogo.

    Resumindo: Não tive a oportunidade de jogar ToeJam & Earl na infância, mas acho que não teria gostado do jogo. Talvez menos do que gostei jogando hoje. A ideia, mais uma vez, é bem legal, mas a execução, eu não sei. Não é lá muito divertido e muita cosia não envelheceu bem, mas acho que é por isso que temos o Back in the Groove aí, para modernizar a série como ela merece. Dá pra ver que o jogo tenta ser bom, mas falha com frequência e isso é meio triste e frustrante.

    De bom: tem um estilo legal. Gostei do tipo do jogo, baseado em exploração. Opção de jogar sozinho ou multiplayer. Opção de jogar um mundo fixo, que sempre será igual ou um criado aleatoriamente. O jogo tem um fator replay bom, pra quem o curtir, por conta da possibilidade de jogar mapas criados aleatoriamente.

    De ruim: o jogo é repetitivo do início ao fim em relação aos seus visuais, mecânicas e a jogatina como um todo. O último andar e o primeiro poderiam trocar de lugar que você nem perceberia. Alguns inimigos são irritantes e parecem até meio injustos. Caminhos que aparecem apenas quando você chega na ponta dos buracos. Final nada recompensador. Jogabilidade travada e lenta. Protagonistas pouco carismáticos. Comprei esse Toejam & Earl e veio uma coletânea da Sega, mas apenas com ele dentro. Essa coletânea tem uma sala 3D onde você põe o jogo e tal no console e é mais lento para abrir e navegar. Só queria a opção de abrir direto o jogo sem essa lentidão!

    No geral, eu não sei se me diverti com esse jogo. Já tinha o jogado umas vezes e achado ok, mas agora, tendo o terminado, eu sinto que é um título fraco e que não chega a lugar nenhum. Minhas esperanças de melhorar o jogo se foram, sendo que a única que acontece com o progresso é que ele fica mais irritante. Vou colocá-lo na mesma categoria de decepções que o Kid Chameleon. Totalmente passável.

    ToeJam & Earl

    Platform: PC
    30 Players
    1 Check-in

    24
    • Micro picture
      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Esse aí eu estou reservando para jogar de 2, pois jogando de 1, não teve a mínima graça.

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é simplesmente espetacular e tú está enganado@santz, sozinho a diversão é garantida...👍🏻

      2 replies
  • anaelize Ana
    2020-06-23 19:06:41 -0300 Thumb picture

    O paraíso dos retrogamers!

    Até no lugar mais afastado do Japão temos uma amostra da grande capital (Tóquio), essa loja fica na ilha de Okinawa (o Hawaii japonês). Confesso que conheci consoles que nunca tinha visto na vida. Nessa foto tem uma pontinha do meu marido em uma loja que vendia muitas coisas: consoles antigos, cartuchos, CDs, máquinas caça trouxa (que podia até pegar bichos vivos, achei terrível), vinis, mangás e brinquedos. Enorme a loja e abafada! Querem que eu poste mais fotos e conte as minhas experiências no Japão?

    Sonic Blast

    Platform: Game Gear
    110 Players

    11
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      rax · about 2 months ago · 2 pontos

      caraca vc mora no japão O.o

      2 replies
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      onai_onai · about 2 months ago · 2 pontos

      Opa, continue as postagens sim!

      1 reply
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      salvianosilva · about 2 months ago · 1 ponto

      Foda, um dia conheço o Japão tbm rs

  • anikabonny Anika Bonny
    2020-06-18 14:59:49 -0300 Thumb picture

    Zoom! (Mega Drive)

    Controle Mister Smart (ou Senhor Esperto, em português), um bichinho laranja e estranho que segundo o manual, apenas corre para uma batalha contra os fantasmas do espaço, que são os seus inimigos.
    Seu objetivo é preencher todas as linhas por onde passa.

    Um jogo com visão similar a isométrica, que além de passar de fase, tem como objetivo acumular pontos.

    Análise completa: https://nerdtrash.com.br/zoom-mega-drive/

    Zoom!

    Platform: Genesis
    59 Players

    6
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-06-07 21:09:51 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Gunstar Heroes

    Zerado dia 07/06/20

    Dava até vergonha dizer que eu mal tinha jogado Gunstar Heroes (GH) na minha vida. Um super clássico de Mega Drive/Genesis e um daqueles jogos que só vim conhecer já praticamente na vida adulta, quando me abri para conhecer jogos importantes de plataformas passadas, sobretudo da SEGA, que até então se resumia em poucas séries pra mim.

    Basta uma leve pesquisa sobre jogos da época 16bit pra conhecer GH e sempre vi meus amigos falando sobre ele. Resolvi deixar no PSP pra jogar depois, mas acabou que um amigo e eu estávamos querendo jogar outro título do console por emulador via Hamachi, mas resolvi abrir esse aqui antes pra testar o multiplayer mais frenético e até terminar, o que acabou devorando a nossa tarde!

    GH é basicamente o que estávamos o chamando sempre que esquecíamos o nome: "Contra Kids". Mas não se engane! A aventura não é muito fácil, não! Ela só é colorida e com personagens mais cartunescos e infantis, mas de uma forma muito agradável.

    O lance é aquele que a gente já esperava: run and gun. Corra atirando como um louco, matando dezenas de inimigos e explodindo as coisas, colete power-ups e enfrente chefes grandões.

    Além da parte visual, que é super bacana e aquele estilo bem japonês que não existe em Contra, o título conta com um grande de particularidades super bacanas!

    Uma dessas particularidades é o uso de elementos 3D nas fases, que geralmente são chefes. É bacana ver o jogo trazer esse lado pra aventura e dá uns efeitos bem legais.

    Um dos chefes, inclusive, parece um personagem gigante daquele jogo de SNES, Balls.

    Mas a parte que mais me conquistou foi a liberdade de jogo. Ao começar a campanha, você pode escolher se prefere jogar correndo e atirando (meu amigo escolheu essa opção) ou se prefere que o personagem pare enquanto você atira, dando a possibilidade de mirar em 8 direções (minha escolha). Depois disso você deve escolher qual seu tipo básico de ataque e embora você possa trocá-lo, se der Game Over ou algo do tipo você já começa com ele em mãos.

    Os tipos se resumem a fogo, projéteis perseguidores, laser e metralhadora.

    Agora, diferentemente de Contra, embora você tenha dois slots para armas, você não precisa necessariamente alternar entre uma ou outra (embora seja possível), mas pode combiná-las para atacar!

    Eu gostava de usar o tiro verde, que persegue. Junte isso ao tiro de fogo e você terá bolas de energia grandonas seguindo inimigos na tela. Com laser você terá um radio que fica constantemente em cima do oponente tirando seu HP. Com outro do mesmo tipo (2 verdes) você tem estrelas verdes por toda a tela matando geral.

    Esse lance de combinações de tipos de ataque é definitivamente um grande salto na customização do gameplay, junto com os outros fatores que mencionei antes. E é legal também experimentar também com todos eles e descobrir que pode ter um tiro mais interessante e que parece mais forte.

    A forma menos linear também se estende as fases, que podem ser jogadas em qualquer ordem até que desbloqueie a final.

    Esses estágios também são relativamente diferentes, inclusive na temática, mas jogamos na ordem que eles estava no painel. A primeira fase é a típica primeira fase de muitos jogos, com cenário verde, inimigos mais simples e tal. Já a segunda, bem, essa foi um pesadelo. Houve uma parte com jogatina normal, depois um chefe com diversas formas. Muuuuitas formas e com bastante HP em todas elas, coisa que parecia de chefe final (foi a parte mais difícil do jogo, disparada).

    A terceira fase foi bem simples e fácil, em comparação. Já a próxima foi mais longa e lotada de inimigos e com um jogo de tabuleiro estilo Banjo Kazooie perto do fim!

    Nesse jogo, se você morre você pode voltar à jogatina ao custo de 50%  do HP do seu amigo (até que ele tenha apenas 1 de vida ou os dois morram juntos). Bom, isso é bem melhor do que morrer com apenas um tiro com em outros do mesmo gênero. Morrendo você perde também a sua arma secundária.

    Pra facilitar a nossa vida, há checkpoints em pontos chaves dos estágios e os Continues são infinitos!

    Resumindo: Gunstar Heroes é um jogo bem gostoso de ser jogado e o multiplayer foi demais. Apesar de ser um título run and gun, ele mistura outras coisas no meio e faz uma verdadeira confusão. Ele ainda conta com uma série de ajudas que são comuns em jogos contemporâneos, o que me surpreendeu, mas cuidado pra não se acomodar muito, morrer e ter que fazer uma parte longa e monótona toda de novo, pois isso acontece.

    De bom: visuais carismáticos e que me fazem querer um remaster pras plataformas atuais. Jogabilidade simples e divertida, assim como as suas mecânicas. Achei que a pouca quantidade de estágio fariam uma experiência curta, mas teve uma duração bem boa (e não usamos savestate nem nada). Gostei do lance de combinação de armas e de poder usar ataques físicos, como chutes, para tirar muita vida dos inimigos! Gosto do fato dos chefes terem números representando suas barras de vida, pois, além de não nos deixar sem informação nenhuma do quão perto estamos de os derrotarmos, ainda dá pra ter uma noção do quão forte a sua arma é.

    De ruim: até o momento não entendi o motivo da segunda fase ser tão mais difícil que o resto do jogo inteiro. Odiei uma mecânica que usa o mesmo botão de tiro para agarrar e lançar os outros, que me fazia jogar meu amigo contra o período a todo momento enquanto eu só queria atirar. O lance de voltar ao custo de metade da vida do seu amigo pode ser bem cruel e até injusto (tipo você morrer uma vez e não poder mais voltar pois seu amigo perdeu todo o seu hp), e isso num jogo que economiza bastante em itens de regeneração de vida.

    No geral, a experiência foi muito divertida e já tenho certeza que não só do gênero, mas dos multiplayers co-op de sofá daquela era, Gunstar Heroes é um dos títulos mais bacanas e um exclusivo da época de peso. Infelizmente só descobri que existia uma versão de PC depois, mas já estou doido pra ver Gunstar Super Heroes no GBA! Maneiraço!

    Gunstar Heroes

    Platform: Genesis
    796 Players
    37 Check-ins

    30
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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Contra Kids...😂😂😂

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      jcelove · 2 months ago · 2 pontos

      Boa, esse é um classico do meguinha q todos deveriam jogar. Ele é bem mais amigavel q contra mas nada simples de terminar.hehe

      Teve uma continuaçao no gba q dizem ser maneira mas nunca fui atras mas no mega mesmo recomendaria q tentasse Alien Soldier qie foi o ultimo jogo da Treasure no console se me lembro e é beeeem mais hardcore sendo basicamente um bossrush frenetico com uma vida só. Tem inckusive o boss das 7 formas do gunstar de volta

      1 reply
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      luis_f · 2 months ago · 2 pontos

      Grande jogo, estou há décadas adiando terminá-lo. Caso não conheça, recomendo no mesmo estilo, Gunner's Heaven (PS1).

      1 reply
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2020-05-22 17:27:40 -0300 Thumb picture

    ​🎮 Tomcat Alley (Sega CD) Complete Gameplay

    🎮 Tomcat Alley (Sega CD) Complete Gameplay.

    #Viciogame #TomcatAlley #SegaCD #Gameplay #Sega #MegaCD #SegaGenesis #メガCD #TecToy #メガドライブ #MegaDrive #セガ #LetsPlay

    Tomcat Alley

    Platform: Sega CD
    69 Players

    0

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