• vaojogar Vão Jogar!
    2019-10-18 10:29:16 -0300 Thumb picture

    BGS 2019: O Evento

    O Somari esteve este ano na Brasil Game Show e contou um pouco sobre a sua experiência no evento. [link]

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  • vaojogar Vão Jogar!
    2019-09-20 19:58:32 -0300 Thumb picture

    Uma visita ao Museu do Videogame Itinerante em Belo Horizonte

    Depois de um hiato por motivos de "correrias e problemas da vida adulta", voltamos para falar um pouco sobre o Museu do Videogame Itinerante, que está por estes dias em Belo Horizonte. [link]

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    Pong

    Platform: Arcade
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      darth_gama · 3 months ago · 2 pontos

      Visitei esse museu quando passaram por Porto Velho, muita coisa bacana.

  • vaojogar Vão Jogar!
    2017-09-28 15:46:56 -0300 Thumb picture

    O corpo dela, nossas regras: o ataque de jogadores a uma cosplayer

    Uma matéria completa sobre como se deu o ataque a cosplayer Laura Pyon nas redes sociais por fãs de Metal Gear, após sua participação em um concurso da Brasil Game Show.

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    Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

    Platform: Playstation 4
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      johnny_bress · about 2 years ago · 5 pontos

      lado A, nao concordo com o fato de alguem usar de "artemanhas" para ter vantagem. Lado B. Assim tambem como nao concordo com a forma como trataram a cosplayer.

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      ghostsnakin · about 2 years ago · 3 pontos

      Isso é repugnante. Coitada da garota.

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      wildwolf · about 2 years ago · 3 pontos

      Não conheço a franquia, muito menos a cosplayer e o grupo do Facebook. O fato é: Ninguém que trabalha justamente merece ser difamado dessa forma, publicando conteúdo sensual ou não.

  • vaojogar Vão Jogar!
    2016-07-25 12:48:34 -0300 Thumb picture

    Feliz Aniversário, Sonic!

    Comemorando 25 anos de existência da série Sonic, a SEGA nos trás em um evento especial o anúncio de dois novos jogos do ouriço mais rápido dos videogames. Confira a nossa matéria especial sobre as novidades mais que bem vindas.

    http://vaojogar.com.br/escrito/feliz-aniversario-sonic
    Sonic Mania

    Platform: Playstation 4
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  • santz Santz
    2016-07-19 09:52:10 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 142 - O melhor sistema de todos os tempos

     Um colega meu me passou a ISO de todos os 4 CDs do jogo para eu emular no meu PC, foi a primeira vez que fiz isso sozinho. Utilizei o ePSXe e joguei a rom traduzida freneticamente, mas o emulador não conseguia passar para o segundo CD de jeito nenhum. Alguns meses depois, utilizei o Emurayden, que não usava save state, mas consegui zerar essa maravilha de jogo. Insisti tanto nesse jogo porque ele é realmente muito foda, apesar dos gráficos serem meio toscões.

     De resto, a trilha sonora é fantástica, a jogabilidade é bacana e os personagens extremamente carismáticos, principalmente Sephiroth. A história é um destaque a parte, pois ela conta algo complexo de maneira simples e intuitiva, mas deixando um monte de mistérios no ar, muito foda. O que mais curti no jogo foi o sistema de matérias. Cara, que bagulho genial! Você pode equipar as magias e evoluir para outra, juntar efeitos, duplicar,  enfim, tudo de bom. Até hoje, meu sistema favorito de RPG.

    Minhas conquistas:

    *Todos os personagens;
    *Todos os Limit Breaks de todos os personagens;
    *Todas as Magic, Summon, Command, Independent e Support matérias;
    *Level máximo de todas as matérias;
    *Todas as armas, braceletes e acessórios do jogo;
    *Ultimate Weapons de todos os personagens;
    *Emereald e Ruby Weapon derrotadas.

    Final Fantasy VII

    Platform: Playstation
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      ralyson · over 3 years ago · 2 pontos

      Não vejo a hora de explorar Midgard no RMK! Meu primeiro e mais jogado JRPG!

      1 reply
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      vinicios_santana · over 3 years ago · 2 pontos

      O sistema do FF7 se assemelha ao do FF1 onde qualquer personagem pode ser qualquer coisa, não tem o mago, o guerreiro e o médico pré-definidos.
      Joguei a versão de PC, que possibilitava mods que deixavam os gráficos semelhantes ao FF8, hoje já há mods muito mais bonitos.

      3 replies
  • vaojogar Vão Jogar!
    2016-01-15 15:25:36 -0200 Thumb picture

    Key.Oow Gastronomia

    @kratosvudu nos trás uma super matéria sobre a Key.Oow Gastronomia, um lugar em Fortaleza que reúne pizza, bebida e claro, jogos!

    Key.Oow Gastronomia

    http://vaojogar.com.br/escrito/keyoow-gastronomia

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      wp_chico · almost 4 years ago · 2 pontos

      Bacana, pra quem é de SP tem um assim também... chama Saloon todas as mesas tem um console antigo... bem legal

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      filp · almost 4 years ago · 2 pontos

      Muito legal!!
      Aqui em Recife tem uma burgueria/lanchonete com temática gamer também: Gamerz Burger. <3
      Tem videogames antigos, fliperamas com emuladores, cardgames e boardgames pra gente jogar também.

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  • vaojogar Vão Jogar!
    2015-12-04 16:17:39 -0200 Thumb picture

    The Game Awards 2015

    @tchulanguero traz um resumo e opiniões sobre o Game Awards 2015, grande premiação da indústria dos jogos que rolou nessa madrugada.

    The Game Awards 2015

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    The Witcher 3: Wild Hunt

    Platform: PC
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  • 2015-08-21 20:09:20 -0300 Thumb picture

    As saudosas locadoras

    Fala galera! Eu sei que muitos já cansaram desse mesmo papo ou que vai ser assunto repetido, mas como não tenho esse assunto na minha persona eu vou incluir essa matéria que pensei em colocar hoje, então vamos lá.

    Bem na época quando ganhei meu primeiro console, no final de 92, o Master system 3 meu pai sabendo que apenas tinha um jogo na memoria, tinha ido numa locadora e lá fez uma ficha escolhendo 2 jogos para mim. Ele me levou até lá e quando entrei a primeira vez eu vi muitos jogos, tanto do master como de outros consoles e adorei, claro que os jogos que meu pai tinha escolhido eram After burner e Double dragon, somente o Double dragon troquei pelo Galaxy force, pois gostava muito de games de aeronaves.

    Depois disso toda Sexta eu alugava muito nessa locadora e tinha alguns bons jogos lá. Mas sabemos que tudo não é festa e as coisas mudam.

    Um ano depois a locadora mudou algumas coisas por lá trocando funcionários e regras de locação deixando-a funcionando até dias de Domingos e diminuindo o tempo de locação do game, pior são os funcionários que trabalhavam lá em algumas das vezes tratando mal seus clientes, no meu caso, fazendo querer pagar o dobro da locação, até parece que eu pagava.

    Mudei de locadora para evitar esses constrangimentos e essa segunda locadora era mil vezes melhor contando com muitas plataformas, muitos jogos antigos e atuais, lançamentos de primeira. É galera! Isso era o paraíso, pois traziam tudo de legal e diversão. Cada jogo tinha um preço, dependendo da locadora, como as bolinhas coloridas que eram colocadas nas laterais das caixas para identificar o preço como ex: a bolinha vermelha era a mais barata, na época, saia por 1,70 e já a de lançamento que era a dourada custava 3,80. Na antiga locadora eram apenas dois preços que era a locação normal 2,00 e lançamento 3,50.

                          A alegria de muitos gamers vinha dessa entrada.

                                 A felicidade de escolher jogos para locação.

    Várias partidas em consoles dentro da locadora fazia a galera conhecer                             os jogos para alugar ou somente jogar mesmo.

    Máquinas de arcade criada para jogar os consoles caseiros na locadora.

    As locadoras tinham também flipers, é sim, que além de vários jogos, como Alien vs Predator e Super street fighter 2 existia arcades feitos com os próprios consoles de empresas como o Super Nintendo e Mega drive adaptando-os perfeitamente para jogatina.

    Um dos primeiros arcades de locadora que joguei foi o Snes e o game foi Street fighter 2 World Warrior que apanhei pra caramba no começo, eu não sabia nem o que era HADOUKEN :p o que eu fazia era mais rasteira e soco forte XD . Mais para frente foi existindo outras locadoras com esse esquema usando uma TV, console e timer. Cara! Eu adorava isso, pois foi assim que conheci alguns jogos como Megaman X3, Super mario world do Snes e também o Nintendo 64 através do jogo International superstar soccer 64, em que tomei um 3 x 1, e assim acabei conseguindo o meu Nintendo 64 depois.

    Com o tempo consegui outros consoles como Mega drive, Super Nintendo, Sega Saturn e outros, fora que consegui um vídeo cassete e isso era outra das minhas alegrias, pois além de alugar os jogos eu aproveitava e pegava filmes, principalmente aqueles de luta do Jet Li e Jackie Chan, depois tiveram também vendas de games, consoles e acessórios que eram colocados à disposição ali para os clientes.

    As vendas de consoles novos ou usados de outros jogadores, às vezes compensavam, pois alguns eram bem conservados, já consegui comprar alguns consoles na locadora como o Sega Saturn, na época custava muito caro na loja e na locadora saia por um preço mais acessível. Já falando também dos jogos eu consegui comprar, muitos por preços bem baratos, isso porque tem jogos que muitas vezes fica abandonado ou tem muitas versões dele e para isso o dono colocava a venda para poder dar mais espaços para outros lançamentos ou simplesmente novos jogos de consoles que eram lançados.

                                                    O grande vilão e a pirataria.

    O legal e o pior veio mesmo com a pirataria depois da geração dos 32bits, mais o da Sony, que ferrou muita coisa. Bem no começo de 2000 as coisas poderiam ficar melhores? NÃO! Porque bem nessa época a revolução dos games estava entrando em outro estado com novas tecnologias e jogos com mais efeitos, sons e uma jogatina inovadora e diferente.

    As locadoras não foram para frente com a pirataria, pois além de jogos piratas os games ficavam difíceis de comprar porque às vezes era mais fácil comprar um jogo do que o console que custava o preço da cara, ou vice e versa também o ALTO IMPOSTO. Muitos que tinham Playstation e Saturn começaram a desbloquear os aparelhos com chips especiais para rodar games piratas.

    Depois isso acabou acontecendo com outras gerações como Playstation 2, Xbox, Wii e mais outros atuais que entraram na festa, que já por conta disso as locadoras tinham perdido as forças fazendo muitas delas sumirem com o tempo. Culpa foi também dos DVDs que quando surgiram abriram as portas para hackers fazerem os desbloqueios de aparelhos e fazerem cópias ilegais dos games e filmes.

    É galera! As locadoras que foi existindo com os tempos estavam sendo extintas, até aquelas que tinham em cada esquina bem pequenas também sumiram. Se o ALTO IMPOSTO não existisse talvez muito disso não tivesse acontecido, mas como sabemos que sempre acabamos encontrando do barato, que muitas vezes sai caro, acabou fazendo as locadoras fecharem as portas rápido, vendendo filmes, tanto VHS como DVD, como também games.

    Se existe algumas locadoras acho que de 100% pode existir uns 4 ou 6% e fica difícil saber o que houve realmente, mas para mim claro sempre foi o começo da pirataria. Acredito que muita gente, assim como eu, sentimos falta dessas locadoras que fizeram nossos finais de semana diversão pura.

    Bem galera fica dita aqui nessa postagem meus sentimentos, tanto de alegria como saudade, do que foram essas maravilhosas locadoras que apareceram em nossas vidas XD

    Sonic the Hedgehog 2

    Platform: Genesis
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      claujr · over 4 years ago · 2 pontos

      Lindo texto! Lembro muito bem dessa época... ah, as quando um jogo saia do lançamento e o preço reduzia... era só felicidades! haha

      3 replies
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      darth_gama · over 4 years ago · 2 pontos

      Ótimo texto! Desde a era do Atari as locadoras faziam a alegria da galera, e se popularizaram muito durante a era 8/16 bits. De fato a geração PSOne foi a responsável pelo "início do fim" das locadoras, já que praticamente não existiam jogos originais disponíveis no Brasil nem para aluguel, nem pra venda. Me lembro que pra alugar um jogo 2 dias era R$ 5,00. E pra comprar o jogo, R$ 10,00... mas são boas lembranças que restaram para os gamers mais "experientes"...kk

      1 reply
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      vaguener2 · over 4 years ago · 2 pontos

      Bons tempos... altas histórias aqui tb. É bom ver o ponto de vista das outras crianças da época :)

      1 reply
  • luansilva2000 Luan Silva
    2014-09-10 12:51:12 -0300 Thumb picture
    luansilva2000 checked-in to:
    Post by luansilva2000: <p>Peguei as Materias com o Chocobo Dourado, peguei
    Final Fantasy VII

    Platform: PC
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    Peguei as Materias com o Chocobo Dourado, peguei a HP<->MP, Quadra Magic, Mime e a melhor Matéria do jogo, a Knights of the Round!
    Além disso eu vi um pouco da história do Vicent, peguei a chave do Setor 5 e peguei a Ultimate Weapon da Tifa.
    Não pretendo pegar a Omnislash e a W-Summon.

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      sephiroth95 · over 5 years ago · 0 pontos

      W-Summon com Knights of the Round e Mime em outro personagem é uma das melhores coisas do jogo. : D

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      luansilva2000 · over 5 years ago · 0 pontos

      @leandrolrl17 a W-Summon não vou pegar, não pretendo fazer tudo no jogo...

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      jefferson_loki · over 5 years ago · 0 pontos

      É a estratégia mais usada para derrotar as Weapons: W-Summon+Knights of the Round+ Mime. Nenhuma aguenta, o ruim é a espera de 4 summons demorados kkkkk

  • 2014-07-18 12:34:38 -0300 Thumb picture

    SUGESTÃO HQ: HELLBOY

    Post: @setzer_eduardo

    Sugestão: @hazuisdead

    Fontes: Filme (wikipedia)Filme 2 (wikipedia)WikipediaCarlos CyrinoDelfos

    Hellboy é, sem dúvida, um dos personagens mais cults dos quadrinhos estadunidenses, com uma vasta legião de fãs espalhada pelo mundo inteiro. O demoníaco detetive do sobrenatural conquistou os leitores com suas histórias cheias de clima de filme de terror - muitas baseadas em folclores de diversos países - visual gótico, uma galeria de coadjuvantes bizarros e o bom humor do protagonista para contrabalancear.

    Mas o que de fato diferencia Hellboy dos outros quadrinhos de super-heróis é o controle extremo que seu criador, Mike Mignola, exerce sobre a obra. O sujeito só produz uma HQ do vermelhão quando acha que tem uma boa história do personagem para contar. Deste modo, HB não tem um título mensal. E desta forma, não há a obrigação de criar uma história por mês ou de ter de trocar de equipe criativa, o que em muitos casos compromete a qualidade de uma HQ (é só pegar qualquer personagem que possua uma revista mensal para comprovar que nenhum escapa de algumas fases negras). Outro fator importante: Mignola é um sujeito um tanto quanto lento, então sempre há uma grande janela de tempo entre uma minissérie e outra.

    Todas essas características aliadas fazem com que, quando uma nova história do vermelhudo saia, seja praticamente um evento. E mais, fácil de acompanhar e de completar a coleção. E, especificamente no caso do Brasil, isso é mais fácil ainda, pois a maioria das histórias é lançada em encadernados pela Mythos Editora, que começou a publicar suas aventuras em 1998. Nunca foi tão simples acompanhar toda a cronologia de um personagem como é no caso do Hellboy.

    HISTÓRIA

    Nascido nas profundezas do Inferno, Hellboy (ou, como é conhecido pelo seu nome verdadeiro, Anung un Rama) é um enorme ser de aspecto diabólico, filho de um demônio com uma feiticeira. Foi descoberto pelo Professor Trevor Bruttenholm e soldados Aliados nas ruínas de uma capela nas Ilhas Britânicas em 23 de dezembro de 1944, após ter sido invocado do Inferno por uma ação conjunta de Rasputin, o monge louco e da Alemanha Nazista, que havia criado o projeto Ragnarok, com o intuito de trazer o apocalipse à terra. Hellboy, todavia, mostrar-se-ia de boa índole. Bruttenholm criou o pequeno demônio, ensinando-lhe a importância de ser humano, e treinou-o para combater as forças das trevas. Hellboy inclusive ganhou "status honorário de humano" das Nações Unidas em 1952.

    Ao atingir a maioridade, Hellboy passou a integrar a B.P.R.D. (Bureau of Paranormal Research and Defence) ao lado de figuras como Abe Sapien, Liz Sherman. Suas aventuras combatendo o mal levam-no a viajar por todo o mundo enquanto enfrenta ameaças tão diversas como vampiros, lobisomens, fantasmas, monstros, antigos deuses da noite, ladrões de túmulos, golens, e finalmente, os mais importantes dos seus inimigos: um grupo de Nazistas (que sobreviveu até hoje numa câmara criogênica) e o espírito imortal de Rasputin, que assombra Hellboy com revelações sobre o seu verdadeiro propósito e o seu destino de destruir o mundo que tanto ama. Hellboy é também descendente do rei Arthur, por parte de sua mãe. Ele empunhou a mítica espada Excalibur na mini série "The wild hunt", ainda não publicada no Brasil. Nessa história já se aproxima o clímax da série, com a guerra iminente dos seres míticos contra a humanidade e com Baba Yaga, a antiga bruxa russa, se aproximando de sua vingança contra Hellboy (Hellboy arrancou um olho dela na história curta "Baba Yaga"). Segundo Mignola, a série irá acabar (ao contrário de títulos contínuos como Batman ou X-Men), provavelmente com Hellboy morto. O escritor e artista disse que já "tentou matar Hellboy" outras vezes durante a série, como na misteriosa história "a ilha", que conta mais acerca das origens do mundo de Hellboy. O último episódio da saga de Hellboy será a mini série em três partes intitulada "the fury". Todavia, as histórias do personagem seguem duas linhas: uma no presente, contando sua história e seu desfecho, em tom épico, e uma linha no passado, com histórias de Hellboy atuando como agente do Bureau de pesquisa e defesa paranormal pelo mundo. Assim sendo, é possível que o herói não se ausente por completo dos quadrinhos.

    A MÃO DIREITA DA PERDIÇÃO

    Hellboy possui uma manopla acoplada a sua mão, feita do que aparenta ser pedra. Ela é bem maior do que sua mão esquerda, razão pela qual ele prefere a mão esquerda para usar armas. Ela também é invulnerável. Seu mais sinistro propósito, porém, é o de servir como chave para libertar o Ogdru Jahad, os sete deuses do caos, de uma prisão extra-dimensional (motivo pelo qual o nazistas o invocaram). Como revelado na mini série paragens exóticas, esta mão pertenceu a um dos grandes espíritos que criaram todas as coisas da terra, e foi a mão que criou o próprio Ogdru Jahad. Segundo o criador Mike Mignola, a mão direita foi idealizada como uma arma embutida, uma versão moderna do martelo de Thor, da Marvel Comics. A mão direita se tornou um ícone e marca registrada do personagem.

    PUBLICAÇÕES NO BRASIL

    Hellboy - Sementes da Destruição (Mythos Editora, 1998)

    Hellboy - O Despertar do Demônio (Mythos Editora, 1998)

    Ghost/Hellboy (Mythos Editora, 1999)

    Savage Dragon & Hellboy 1 e 2 (Pandora, 2001)

    Hellboy - O Gigante Infernal e Os Lobos de Santo Augusto (Mythos Editora, 2001)

    Batman/Hellboy/Starman (Mythos Editora, 2001)

    Hellboy: A Mão Direita da Perdição (Mythos Editora, 2004)

    Hellboy - O Verme Vencedor (Mythos Editora, 2005)

    Hellboy - Contos Bizarros Vol. 1 (Mythos Editora, 2006)

    GOON: O Casca-Grossa (Mythos Editora, 2006) — Participação especial

    Hellboy - Contos Bizarros Vol. 2 (Mythos Editora, 2006)

    Hellboy - Paragens Exóticas (Mythos Editora, 2007)

    Hellboy - A Feiticeira de Troll e Outras Histórias (Mythos Editora, 2008)

    Hellboy - O Clamor das Trevas (Mythos Editora, 2008)

    Hellboy Edição Histórica Vol. 1 - Sementes da Destruição (Mythos Editora, 2008)

    Hellboy Edição Histórica Vol. 2 — O Despertar do Demônio (Mythos Editora, 2008)

    Hellboy Edição Histórica Vol. 3 - O Caixão Acorrentado (Mythos Editora, 2008)

    Hellboy Edição Histórica Vol. 4 - A Mão Direita da Perdição (Mythos Editora, 2009)

    Hellboy Edição Histórica Vol. 5 - Máscaras e Monstros (Mythos Editora, 2012)

    Hellboy Edição Histórica Vol. 6 - O Verme Vencedor & Goon e Hellboy (Mythos Editora, 2013)

    Hellboy - O Vigarista/Capela do Moloch (Mythos Editora, 2010)

    Hellboy: A Caçada Selvagem (Mythos Editora, 2012)

    GUIA DE LEITURA

    SEMENTES DA DESTRUIÇÃO (1998)

    A primeira minissérie do vermelhão, publicada aqui em duas edições. Além da origem do Hellboy e da apresentação do Bureau de Pesquisas & Defesa Paranormal (uma organização tipo Arquivo X, onde Hellboy é seu principal agente), conhecemos outros personagens importantes, como o Professor Bruttenholm (o qual cria Hellboy como um filho), Liz Sherman (capaz de gerar fogo do nada) e Abe Sapien (um mutante meio humano meio réptil), e há o primeiro confronto com aquele que até hoje foi seu maior inimigo, o mago Rasputin. Hellboy deve impedi-lo de acordar o megademônio Ogdru Jahad e iniciar o Ragna Rok no planeta, como havia tentado fazer já na 2ª Guerra Mundial.

    Essa mini foi usada como a base do primeiro filme do HB. Antes dela, Mike Mignola tinha feito apenas duas histórias curtas (duas páginas cada) para apresentar o personagem, então não se sentia muito confiante como roteirista. Ele escreveu o argumento e cuidou da arte, mas chamou o veterano John Byrne para lhe dar uma força. John concordou em escrever os diálogos, mas apenas para ajudá-lo a encontrar a voz do personagem, para que posteriormente Mignola pudesse escrever sozinho.

    Em maio desse ano, a Mythos republicou a minissérie, agora em um encadernado intitulado Hellboy Edição Histórica Volume 1: Sementes da Destruição, ótima oportunidade para quem perdeu à época de seu lançamento original.

    O DESPERTAR DO DEMÔNIO (1998)

    Continuação direta de Sementes da Destruição, aqui Hellboy e sua equipe vão à Romênia investigar o roubo do cadáver de um possível vampiro e se vêem às voltas com os nazistas responsáveis pelo Projeto Ragna Rok (entre eles Ilsa Haupstein e o mascarado Karl Kroenen, que também apareceram no primeiro filme) e também com o retorno de Rasputin, que ainda não desistiu de trazer o demônio-dragão Ogdru Jahad para a Terra.

    Esta série também marca a primeira aparição de um personagem que irá se tornar um dos principais coadjuvantes mais para frente, o Homúnculo, uma pessoa artificial feita de sangue e ervas, cozidas num frasco e incubadas em esterco de cavalo (alguém aí se habilita a fazer o seu?). A criatura é encontrada em um castelo, sem vida, mas Liz Sherman toca no buraco que ele tem no peito e ele acaba por sugar seu poder pirocinético, bem como sua força vital, fugindo em seguida (mais para frente você vai saber o motivo de eu contar isso).

    Também é revelado aqui o verdadeiro nome de Hellboy e surge outra marca registrada de suas aventuras, quando ele quebra os próprios chifres, renegando sua função demoníaca.

    O Despertar do Demônio foi publicado aqui em três edições, e nelas consta que Mike Mignola foi responsável pelo argumento e arte, mas o roteiro é de James Sinclair. No entanto, pesquisando para esta matéria, entrei no site da Dark Horse (sua editora nos EUA) e lá consta que Mignola roteirizou a história e Sinclair é na verdade apenas o colorista. Bizarro...

    HELLBOY & GHOST (1999)

    E surge o primeiro crossover para o vermelhão. Nesta edição especial, HB encontra outra personagem da Dark Horse, Ghost. E não, não se trata daquele filme com o Patrick Swayze e a Demi Moore que passa umas três vezes por ano na Sessão da Tarde. Completamente desconhecida por aqui (esta edição marca sua estréia no Brasil), Ghost é Elisa Cameron, uma fantasma (hum, mulheres espectrais com molho transparente...) que busca a verdade sobre sua morte.

    Nesta edição, Hellboy vai a mando do Bureau até Arcádia (a cidade de Ghost) para investigar a existência da assombração. E como em todo bom crossover eles vão se encontrar, se estranhar no começo, mas depois se unir para enfrentar um inimigo em comum. O encontro foi escrito por Mike Mignola, mas a arte ficou a cargo de Scott Benefiel (desenhos) e Jasen Rodriguez (arte-final).

    Essa é uma das duas histórias do Hellboy publicadas aqui que eu não li. Eu me lembro de quando ela saiu nas bancas. Pensei: “quem diabos é essa Ghost?”, e acabei desencanando de comprar.

    SAVAGE DRAGON & HELLBOY (PANDORA, 2001)

    E essa é a outra que não li. Porém, nesse caso me arrependo muito de não tê-lo feito. Aliás, não sei dizer porque não comprei essa edição, já que eu também gostava do Savage Dragon, outro personagem cult e muito divertido.

    Na verdade, essa é uma história do Dragon com a participação especial do Hellboy, já que foi publicada lá fora em Savage Dragon # 34 e 35, escritas e desenhadas por Erik Larsen, o criador do policial verde com barbatana na cabeça.

    Como não li, não sei de muitos detalhes da história, a não ser que ela possui uma das mais insólitas fugas da história das HQs, quando Dragon, após ser engolido por um monstro gigante, escapa pela porta dos fundos (sim, é exatamente onde você está pensando)

    HELLBOY 1 DE 2 – O GIGANTE INFERNAL (2001)

    Apesar do título, não se trata de uma minissérie em duas partes. Cada número apresenta uma história completa e independente, então você pode ler o número 2 primeiro, se quiser.

    Lembra da história do Homúnculo que eu contei lá em cima? Pois é, Liz Sherman está morrendo e Hellboy e a professora Corrigan (uma agente do Bureau de menos destaque) voltam à Romênia para encontrar a criatura.

    No entanto, quem a acha primeiro é seu “irmão mais velho”, outro Homúnculo que foi a primeira experiência de seu criador com uma forma de vida artificial. E qualquer semelhança com Frankenstein não é mera coincidência.

    Enfim, o mano mais velho quer que o mais novo se una a ele em um novo e gigante corpo artificial que este construiu com o intuito de escravizar a humanidade. O mais novo destrói o maninho maluco e é batizado por HB com o nome de Roger. Ele devolve a força vital de Liz, mas isso o deixa novamente inerte, como quando fora encontrado pela primeira vez.

    HELLBOY 2 DE 2 – OS LOBOS DE SANTO AUGUSTO (2001)

    Já essa história inaugura uma tradição nos quadrinhos do vermelhão, contar “causos” de seu passado. Em 1994, HB vai ao vilarejo de Griart investigar a chacina de todos os moradores em uma única noite. E acaba saindo no braço com o responsável, um lobisomem.

    Ao final, há uma história curta, O Caixão Acorrentado, onde HB volta ao local onde foi conjurado durante a 2ª Guerra. Nada de mais.

    BATMAN / HELLBOY / STARMAN (2001)

    Neste novo crossover, Hellboy encontra dois personagens da DC Comics, um certo Cavaleiro das Trevas e o menos conhecido Starman. O que é estranho, no entanto, é que, diferente do que o título sugere, não temos a colaboração entre os três personagens! Primeiro o vermelhão interage com Batman e só depois se encontra com Starman. Isso porque, nos EUA, tal crossover foi publicado em duas edições, cada uma dedicada a um personagem, mas aqui saiu em um único número.

    Na trama, um grupo de neonazistas ligados à magia ataca Gotham City e Hellboy aparece para ajudar nas investigações, formando uma parceria com o Batimão. Depois o vermelhão e Starman vão até a floresta amazônica desbaratar o covil da organização. História dispensável, com arte de Mignola e roteiro de James Robinson.

    A MÃO DIREITA DA PERDIÇÃO (2004)

    A partir desta edição, a Mythos passou a publicar as aventuras de Hellboy em encadernados. Esta estréia no novo formato apresenta oito histórias. São seis aventuras curtas no estilo “casos antigos” - todas fruto da fascinação de Mike Mignola pelo folclore dos mais diversos países – e outras duas de mais destaque.

    São essas duas que interessam para a cronologia do personagem, A Mão Direita da Perdição e A Caixa do Mal. A primeira, mesmo também sendo curta, esclarece o que diabos é a enorme manopla que Hellboy possui em seu braço direito.

    Já A Caixa do Mal gira em torno de um ocultista que liberta um demônio (que estava preso na tal caixa) para ajudá-lo a aprisionar Hellboy e roubar sua coroa (sim, ele tem uma) para que possa controlar o Apocalipse. Aqui é explicada exatamente qual a função da manopla.

    O VERME VENCEDOR (2005)

    Hellboy e Roger são enviados à Áustria para investigar o retorno de uma espaçonave lançada pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. Em seu interior pode estar o fim da humanidade como a conhecemos, pois ela pegou um passageiro pelo caminho, o tal Verme Vencedor, uma espécie de demônio-fantasma-extraterrestre!

    No entanto, eles contarão com a ajuda do lendário Lagosta Johnson para impedir mais uma bagunça de autoria nazista. O Lagosta é outra criação de Mignola, e rapidamente se tornou um favorito dos fãs, que aparece por aqui pela primeira vez (sua primeira aparição cronológica, na verdade, foi em outra história publicada posteriormente por aqui). Johnson foi um vigilante mascarado na década de 30, embora muitos o considerassem apenas um personagem de ficção. Então, como ele pode estar vivo e saltitante nos dias atuais? Bem, para desvendar esse mistério você terá de ler a revista.

    Ao final deste encadernado (que originalmente era uma minissérie em quatro partes), Hellboy se demite do B.P.D.P., dando o pontapé para uma nova fase de histórias do vermelhão.

    Ah, sim, como curiosidade, o prefácio deste volume é de autoria de Guillermo Del Toro. Acho que você sabe qual filme ele dirigiu.

    CONTOS BIZARROS – VOLUME UM (2006)

    Depois de anos de controle total sobre sua maior criação, Mike Mignola decide relaxar e abrir as portas para uma galeria de artistas apresentarem suas visões sobre o Hellboy em uma série de 13 histórias curtas, produzidas por nomes como Fabian Nicieza, Joe Casey, John Cassaday e Alex Maleev, dentre outros.

    Como qualquer coletânea com múltiplos criadores, os resultados variam, tornando o encadernado irregular, indo do ruim ao muito bom em poucas páginas de distância. O curioso é que a maioria dos artistas aboliu a atmosfera de terror que Mignola tanto aprecia em detrimento de olhares mais cômicos sobre o personagem.

    B.P.D.P.: BUREAU DE PESQUISAS & DEFESA PARANORMAL – VOLUME 1 (2006)

    Antes de mais nada, é preciso avisar que Hellboy não participa das histórias contidas nesse volume, pois já havia se demitido do Bureau. No entanto, como o foco é em seus coadjuvantes, creio que vale a sua inclusão aqui.

    A primeira história, Terra Oca, escrita por Mike Mignola, Christopher Golden e Tom Sniegoski e desenhada por Ryan Sook, traz de volta personagens favoritos dos fãs, como Abe Sapien, Liz Sherman e Roger, além de apresentar Johann Kraus, um fantasma que usa uma roupa de contenção para que seu ectoplasma não se espalhe por aí. Vale lembrar, Kraus marca presença no segundo filme de Hellboy.

    Depois, temos mais duas histórias curtas, O Assassino em Meu Crânio e Abe Sapien Contra a Ciência, ambas escritas por Mignola e desenhadas por Matt Smith. O Assassino... marca a primeira aparição cronológica de Lagosta Johnson. Já a segunda mostra Abe Sapien revivendo Roger, o Homúnculo, que fora desativado ao final de O Gigante Infernal, e, portanto, se passa antes de Terra Oca.

    Completa este volume outra história protagonizada por Abe Sapien, Tambores dos Mortos, escrita por Brian McDonald e com arte de Derek Thompson.

    CONTOS BIZARROS – VOLUME DOIS (2007)

    Mais 13 contos do vermelhão, no mesmo esquema do Volume Um. Nesta edição, quem se aventura pelo universo do HB são nomes como Ron Marz, Jim Starlin, P. Craig Russell e Jill Thompson. Tudo o que foi dito sobre o primeiro volume continua valendo para este.

    PARAGENS EXÓTICAS (2007)

    Agora atuando sozinho, Hellboy embarca em duas aventuras, O Terceiro Desejo e A Ilha, sem grandes novidades para quem já leu alguma de suas aventuras. Também não possui importantes ligações com a sua cronologia. Leitura divertida, mas não chega a ser obrigatória.

    A FEITICEIRA TROLL E OUTRAS HISTÓRIAS (2008)

    Apesar deste encadernado ser publicado após O Verme Vencedor, e de fato, algumas aventuras terem sido produzidas após essa saga, todas as histórias desta edição ocorrem antes, quando o vermelho ainda fazia parte do B.P.D.P..

    São cinco histórias curtas, todas de Mignola e duas mais longas, onde ele apenas escreve, mas entrega a arte a amigos.

    A primeira é O Vampiro de Praga, desenhada por P. Craig Russel, onde creio que o título seja auto-explicativo. Na capital da República Tcheca, HB sai no braço com um vampiro. Só ação do começo ao fim.

    A outra é Makoma, desenhada por Richard Corben e baseada em uma história do folclore africano. Apenas ok, sem grandes emoções.

    PREMIAÇÕES

    Os quadrinhos de Hellboy ganharam várias premiações, como o Eisner e o Eagle Awards. Escritores e artistas de quadrinhos como Alan Moore, Frank Miller, Ségio Aragonés e Will Eisner já teceram elogios ao personagem e seu criador várias vezes. Eis o que Alan Moore escreveu sobre o encadernado da mini série O despertar do Demônio: "A edição encadernada que você tem em mãos destila o que há de melhor nos quadrinhos, como se fosse o mais refinado vinho tinto. Hellboy é um passaporte para um recanto no paraíso dos gibis, de onde você pode nunca mais querer sair." O cineastra Clive Barker declarou: "Hellboy restaura minha fé no prazer dos quadrinhos."

    OUTRAS MÍDIAS

    FILMES

    HELLBOY (CONTÉM SPOILERS)

    Em 1944, uma equipe de soldados é enviada à Escócia ao lado do Professor Trevor Broom, um pesquisador paranormal, para impedir que um feiticeiro chamado Grigori Rasputin abra um portal para outra dimensão e libertar o Ogdru Jahad, os Sete Deuses do Caos, que estão confinados em uma prisão de cristal, para ajudar os Nazistas a vencer a Segunda Guerra Mundial. Porém, o verdadeiro plano de Rasputin é que o Ogdru Jahad destrua o mundo.

    Durante o confronto entre as duas forças, Rasputin morre ao ser sugado pelo portal, mas seus asseclas, a imortal ocultista Ilsa Haupstein e o ciborgue assassino Karl Ruprecht Kroenen, escapam com um livro detalhando como reviver Rasputin. Vasculhando a ilha em busca de demônios menores que possam ter escapado enquanto o portal esteve aberto, Broom encontra um bebê demônio com uma enorme mão de pedra, que ele cria como seu próprio filho e batiza de "Hellboy".

    60 anos depois, Hellboy (Ron Perlman) é agente do Bureau de Pesquisa e Defesa Paranormal, uma divisão secreta do FBI comandada pelo Professor Broom (John Hurt) e Tom Manning, dedicada a combater ameaças sobrenaturais. John Myers (Rupert Evans), um jovem agente recém-formado na Academia do FBI, é transferido para o BPDP, onde conhece Hellboy e Abe Sapien (Doug Jones), um homem anfíbio com poderes telepáticos.

    Paralelamente, Ilsa e Kroenen revivem Rasputin na Antártica e os três rumam para o Museu de História Natural de Nova York, onde libertam um monstro chamado Sammael. Rasputin lança sobre ele um feitiço que dita que, para cada um que for destruído, dois se levantarão, e o solta no Museu, onde ele mata vários guardas. Hellboy, Abe, Myers e Manning são enviados para investigar e Hellboy consegue matar Sammael após uma perseguição pelas ruas da cidade, que quase coloca em risco o segredo da existência do BPDP.

    Após derrotar Sammael, Hellboy visita a ex-agente do BPDP Liz Sherman (Selma Blair), que se internou em um hospício para aprender a controlar seus poderes pirocinéticos. Rasputin mais tarde a visita e lança sobre ela um encanto que a faz perder o controle e incendiar o prédio. Sem lar, Liz é convencida por Myers a voltar para o BPDP.

    Paralelamente, Hellboy, Abe e quatro agentes rumam para os Esgotos, onde Sammael costuma se esconder. Abe é mortalmente ferido por um dos monstros, enquanto Hellboy mata o outro. No processo, um dos agentes é morto por Kroenen, que programa seu corpo robótico para se desativar, como que se estivesse morto. Acreditando que ele realmente tenha morrido, Manning o envia para o QG do BPDP para estudo.

    Enquanto Hellboy está fora espionando Myers e Liz, que decidiram sair juntos, Kroenen acorda, ajuda Rasputin a entrar e os dois confrontam o Professor Broom, que revela estar com Câncer. Rasputin conta a ele que o verdadeiro nome de Hellboy é "Anung Un Rama" e que o destino dele é causar o Apocalipse. Broom recusa-se a aceitar as imposições do destino e é morto por Kroenen.

    Com a morte do Professor Broom, Manning, que odeia criaturas sobrenaturais, assume o comando do BPDP e decide investigar o Mausoléu de Rasputin na Rússia ao lado de Hellboy, Liz e Myers. Lá, eles caem em uma armadilha e são separados. Hellboy e Manning enfrentam e matam Kroenen enquanto Liz e Myers encontram uma caverna contendo todos os ovos de Sammael, que Liz destrói usando seus poderes. Porém, eles são surpreendidos e capturados por Rasputin.

    Enquanto Ilsa mantém Myers acorrentado, Rasputin força Hellboy a aceitar seu destino em troca da vida de Liz, a quem Hellboy ama. Hellboy abre o portal novamente e liberta os Odgru Jahad, mas Myers consegue lembrá-lo dos ensinamentos de seu pai e Hellboy trai Rasputin, matando-o com um de seus chifres e fechando o portal.

    Do corpo de Rasputin, emerge um monstro chamado Behemot, que mata Rasputin e Ilsa e ataca Hellboy, que permite-se ser engolido pelo ser e, lá dentro, detona vários explosivos termo-nucleares, matando-o. Em seguida, Hellboy encontra Liz morta, mas sussurra no ouvido dela, intimidando a própria morte a deixá-la voltar ou encarar as consequências. Liz volta à vida e beija Hellboy enquanto Myers olha feliz.

    HELLBOY 2 – O EXÉRCITO DOURADO (CONTÉM SPOILERS)

    Em 1955, o pequeno Hellboy ouve uma história contada por seu pai adotivo, o Professor Trevor Broom (John Hurt) sobre como, muitos e muitos anos atrás, os seres humanos entraram em guerra com os seres mágicos com quem dividiam o planeta. Cansado de batalhas, o rei dos elfos, Balor, deu aos Duendes, que queriam vingança pela morte de amigos, permissão para construir um exército dourado de soldados mecânicos, todos controlados por uma coroa mágica. Porém, o Exército Dourado era invencível e não parava até que todos os inimigos estivessem mortos.

    Envergonhado, o rei Balor ofereceu uma trégua aos humanos, que aceitaram. Eles ficariam com as cidades e os seres mágicos ficariam com as florestas. Para selar a paz, Balor dividiu a coroa dourada em três pedaços, um para os humanos e dois para seus filhos, o Príncipe Nuada e a Princesa Nuala. Porém, Nuada não confiava nos humanos e preferiu partir em um exílio autoimposto, jurando retornar quando seu povo mais precisasse dele.

    Hoje, Nuada e um Troll chamado Sr. Wink invadem a Casa de Leilões Blackwood e roubam o pedaço da coroa dourada pertencente aos humanos, que violaram a trégua e avançaram pelas florestas. Como vingança, eles libertam um enxame de Fadas do Dente (criaturas que se alimentam de cálcio e tem preferência pela arcada dentária, justificando o nome) na Casa de Leilões. O Bureau de Pesquisa e Defesa Paranormal é acionado e o diretor Tom Manning envia Hellboy (Ron Perlman), Abe Sapien (Doug Jones) e Liz Sherman (Selma Blair) para investigar.

    Eles são atacados pelas Fadas do Dente e, durante a luta, Hellboy "acidentalmente" cai da janela e é visto pela população, revelando ao mundo a existência do BPDP. Além disso, Abe descobre que Liz está grávida de Hellboy. Paralelamente, o Príncipe Nuada confronta o rei Balor, que vive ao lado dos outros elfos nos subterrâneos, e rouba o pedaço da coroa dourada originalmente destinado a ele, matando o próprio pai no processo. Nuala, horrorizada, foge antes que seu irmão possa recuperar o último pedaço, pertencente a ela.

    Irritados com a revelação da existência de Hellboy, os líderes do BPDP em Washington enviam um novo agente para monitorá-lo: o Dr. Johann Krauss, um fantasma ectoplásmico em um traje de contenção. Capaz de usar teleplastia para controlar objetos orgânicos ou artificiais, vivos ou mortos, Krauss descobre que Nuada comprou as fadas no Mercado Troll localizado embaixo da Ponte do Brooklyn e ruma para lá com Hellboy e Abe.

    O trio engana um Fragglewump, que revela-lhes a entrada do Mercado, onde Abe vê a princesa e reconhece o Selo real, seguindo-a até uma loja de mapas onde um ser chamado Cabeça-de-Catedral dá a ela um mapa até a ilha de Bethmoora na Escócia, onde o Exército Dourado foi guardado após o fim da guerra. Os dois são atacados pelo Sr. Wink, mas Hellboy intervém e mata o monstro.

    Nuada aparece e usa uma semente mágica para dar vida ao último Elemental da Terra, um enorme monstro vegetal que Hellboy enfrenta no meio da cidade. Ele é forçado a matá-lo para salvar as pessoas, que em seguida viram-se contra ele e o culpam pela destruição, fazendo-o culpar-se por revelar-se ao mundo.

    Nuala é acolhida pelo BPDP e ela e Abe se apaixonam, mas Nuada a encontra através de uma conexão psíquica que eles partilham, mas é incapaz de localizar o pedaço. Ele porém rouba o mapa e fere mortalmente Hellboy com uma lança mágica, dizendo a Abe que o único jeito de salvar Nuala é entregando-lhe o pedaço da coroa.

    Hellboy, Liz, Abe e Krauss rumam para Bethmoora usando uma cópia do mapa e encontram o Anjo da Morte, que lhes oferece a chance de salvar Hellboy, mas informando a Liz que isso significa que ele um dia irá destruir o mundo. Liz concorda com os termos da entidade, que revive Hellboy. O quarteto então confronta Nuada, que recebe de um desesperado Abe o pedaço final da Coroa e revive o Exército Dourado.

    Após um acirrado confronto, Hellboy desafia Nuada a um duelo formal pela posse da coroa e Nuada é forçado pelo encanto da coroa a aceitar. Eles lutam e Hellboy vence, destruindo a coroa, mas Nuada tenta matá-lo e Nuala é forçada a cometer suicídio para impedir o irmão, morrendo nos braços de Abe.

    Do lado de fora, os quatro confrontam Manning, que havia anteriormente recusado ajudar Hellboy, que se demite ao lado de Abe e Liz. Após todos partirem, ela conta a ele que está grávida de gêmeos.

    Animações

    Além dos filmes, Hellboy estrelou duas animações: A espada das tempestades e Sangue e ferro. Assim como os filmes, as animações seguem um caminho próprio, independente dos quadrinhos, todavia mais próximo dos quadrinhos do que os filmes. As vozes do desenho são feitas pelos atores dos filmes. Ron Perlman como Hellboy, Selma Blair como Liz Sherman, Doug Jones como Abe sapien e John Hurt como Trevor Broom. Ambas as produções foram exibidas pelo Cartoon Network antes de saírem em DVD.

    Games

    Um game de Hellboy chamado Hellboy: Asylum Seeker foi lançado para PlayStation e computador pela Cryo Interactive/DreamCatcher Interactive Inc. sem relação com os filmes, que nem tinham sido lançados na época, mas fora inspirado nos HQs. Todavia, não atingiu grande sucesso, e muitos criticaram sua jogabiliade e o estilo do jogo como sendo ''lentas e irritantes'', e muitos o puseram em listas de piores jogos em sites com enquetes, votações e vídeos.

    Em 2005, O diretor dos filmes Guillermo Del Toro firmou um contrato com a Konami, famosa desenvolvedora de video games, para lançar um jogo baseado na versão cinematográfica de Hellboy. O jogo foi lançado em 2007 com o nome Hellboy: The Science of Evil, para PlayStation 3, Xbox 360 e PSP. O Game conta com as vozes dos atores Ron Perlman, Selma Blair e Doug Jones, que atuaram nos filmes.

    Livros

    O escritor Christopher Golden criou uma série de histórias sobre Hellboy em livros, contando com algumas ilustrações de Mike Mignola. As duas primeiras histórias, The Lost Army e Bones of Giants fazem parte da cronologia oficial do personagem. Nenhuma dessas histórias foi publicada no Brasil.

    Outros produtos

    Hellboy aparece numa infinidade de produtos licenciados, como canecas, camisetas, posters, cards e figuras de ação, baseadas tanto nos quadrinhos como nas versões cinematográficas.

    Hellboy: The Science of Evil

    Platform: Playstation 3
    18 Players

    38
    • Micro picture
      alvabooks · over 5 years ago · 0 pontos

      @hazuisdead Disponha meu caro!!! A sua foi a primeira sugestão do post, então tá na mão!
      Como você solicitou, está aí um Guia de Leitura com a ordem certa de ler as histórias (elas foram lançadas fora de ordem cronológica) e também uma lista com as edições já publicadas (até onde consegui encontrar, pode estar incompleta...).

    • Micro picture
      aquaslasher · over 5 years ago · 0 pontos

      Nunca Tive Curiosidade em Ler Hellboy, Mas Vou Dar Uma Lida Qualquer Dia!

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      aquaslasher · over 5 years ago · 0 pontos

      Poderia Me Marcar nas Postagens? Seria Mais Fácil Acha-las Por Notificações kkk

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