• onai_onai Cristiano Santos
    2018-09-22 08:20:21 -0300 Thumb picture
    20
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      gus_sander · 6 meses atrás · 2 pontos

      Nunca tinha visto esse jogo do Chapolin x Drácula antes kkk

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      natnitro · 6 meses atrás · 2 pontos

      É só chamar o Alucard... xD

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      pauloaquino · 6 meses atrás · 1 ponto

      Se aproveitam de minha nobreza.

  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2018-09-05 10:36:43 -0300 Thumb picture
    <p>🎮 Aladdin (Sega Master System)&nbsp;Complete Gam - Alvanista

    🎮 Aladdin (Sega Master System) Complete Gameplay.

    #Viciogame #Aladdin #MasterSystem #Gameplay #Sega #TecToy #SegaMarkIII #Disney #LetsPlay

    Aladdin

    Plataforma: Master System
    560 Jogadores
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  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-08-20 09:34:04 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Wonder Boy in Monster Land

    Zerado dia 19/08/18

    Zerando um jogo aqui e outro ali enquanto estudo, trabalho e curto um Fortnite a noite, Wonder Boy in Monster Land é o segundo jogo da série que mal conhecia até pouco tempo (não que eu entenda muito dela até agora) e foi o jogo escolhido para a jogatina com amigos depois de uma noitada de Tekken 7, Nine Parchments, Towerfall e outros. Aliás, a ideia da jogatina só surgiu mesmo com o intuito de dar continuidade a esses jogos e aparentemente o lance de se reunir para zerar jogos é algo que está voltando pra gente, mas com experiências mais breves e menor frequência (chegamos a zerar FF X, XII, Dragon Quest VIII e muitos outros longos há alguns anos).

    Acho que dá pra dizer que terminaremos a série inteira nos próximos meses já que eu estou bem animado pro 3 e um amigo pelo 6 e a experiência foi muito boa com o 2. Os planos já incluem também títulos que não animo de jogar só, como Toejam & Earl.

    Assim que fechamos o primeiro jogo, joguei um rápido vídeo sobre esse aqui e fui pulando pra se ter uma noção de como ele era. Essa parte foi muito importante, pois se eu imaginasse que todos fossem similares ao primeiro Wonder Boy, dificilmente teria ânimo de continuar assim tão cedo.

    A primeira coisa que se percebe ao iniciar a aventura é que a ideia do garoto indígena na floresta jogando pedra e andando de skate enquanto enfrenta aranhas e outros animais foi deixada de lado em prol  de algo mais sério e melhor trabalhado: WB virou um RPG.

    O protagonista agora possui uma armadura, espada e escudo, adquiridos já no início da aventura. Conforme você avança o jogo, é possível usar o dinheiro coletado pelos cenários ou ao matar monstros para comprar equipamentos melhores, como armaduras, botas e escudos. Esse sistema ficou maravilhoso!

    Seus equipamentos não são quebráveis e só evoluem, coisa que pode ser vista pelo inventário, apertando Start. Maaaas, saber se equipar é importante pois usar uma armadura muito forte te deixa mais pesado e se estiver combinado com um par de botas ruins, você fica lento!

    Vale lembrar que esse é um jogo de plataforma e alguns inimigos tem padrões chatos. Mobilidade é super importante e facilita muito a sua vida! E evolução do personagem é uma coisa que você já percebe no começo do jogo já que lá você está lento, bate fraco e toma muito dano e a cada par de botas você fica mais rápido, cada armadura menos dano você leva etc.

    Infelizmente o dinheiro pode ser curto, vai de sorte, e isso pode requerer que você saiba administrá-lo bem. Ainda mais porquê cada loja só pode ser adentrada duas vezes e depois disso fica bloqueada!

    Além desses upgrades com equipamento, o próprio personagem evolui ao chegar à uma certa quantidade de pontos. Eu não sei exatamente se isso afeta os atributos, mas você sempre ganha mais um coração de HP, que faz a diferença.

    Sinceramente, acho que esse é o jogo mais antigo (1987) que conheço a ter sistema de equipamento e level up, sobretudo em algo não top-down.

    E, diferente do anterior, é um jogo que envelheceu super bem, tanto no quesito visual quanto na jogabilidade e em usar bastante de coisas que amamos em RPG até hoje. Claro que ainda existem defeitos típicos da época, mas é uma ótima experiência, que eu fui amando cada vez mais!

    Diferentemente de outros RPGs daquele tempo, WB2 não trabalha com diferente golpes e magias e mana mas mistura o platforming do anterior com um pouco da complexidade de um Final Fantasy, maaaas, por fases!

    Não existe a liberdade de ir e vir. Terminou a fase? Já era. Não entregou um item opcional? Não vai mais entregar nessa jogatina.

    É muito legal porque você mede exatamente o tamanho da curta aventura e suas 12 fases. Por outro lado, existem muitas cosias escondidas e fáceis de passarem despercebidas. Lojas ocultas, missões secundárias não muito claras, itens etc. Eu mesmo deixei passar algum upgrade de espada pelo jogo (eles nunca são comprados, só encontrados) e fez um pouco de diferença contra os inimigos finais, sobretudo o último chefe. Não foi fácil.

    Resumindo: Wonder Boy in Wonder Land é um excelente jogo, apesar de cometer seus pecados também. A evolução em todos os quesitos em relação ao título anterior e a adição do sistema de melhoria do personagem deixou o jogo super interessante e sinto que eu jogaria mais vezes.

    De bom: visual e música agradáveis. Sistema de level up e equipamento que resultam numa evolução muito bacana do personagem. Fases se distinguem bem. Chefes legais. Possibilidade de se curar e se equipar pelas lojas encontradas pelos cenários. Esquema de fases deixa o jogo relativamente linear, mas em troca de uma ótima fluidez.

    De ruim: algumas coisas são confusas, como uma missão opcional de entregar um item numa fase e quando chego lá, não consigo entregar a ninguém. Cuidado! Esse é um daqueles jogo de apenas uma vida! Morreu? Há uma poção gratuita que te dá outra chance mas depois disso já era, volta pra tela título. Existe a chance de achar mais delas, mas é bem raro e algo feito para ser incomum mesmo. Odeio sistema de tempo: conforme você joga, uma ampulheta vai correndo e caso a areia desça completamente, você perde um coração e depois começa a contar novamente. Que coisa chata e desnecessária! Como o jogo original era de Arcade, isso pode explicar as coisas. Portas só podem ser adentradas duas vezes. Basicamente você pode entrar pra ver os preços, sair, arranjar ouro, voltar e comprar e acabou. Voltou com menos dinheiro que o necessário? Sinto muito. O final do jogo é difícil, com um labirinto e um chefe tenso. Agora junte isso ao fator tempo limitado e uma só vida e veja a qualidade do jogo cair bem no final.

    No geral, esse WB é um excelente jogo, mas eu mudaria o sistema de tempo e deixaria vidas, que poderiam ser compradas e achadas como noutros jogos e definitivamente esse seria um dos melhores do gênero! Recomendo esse que rendeu até versão da Turma da Mônica por aqui!

    Wonder Boy in Monster Land

    Plataforma: Master System
    134 Jogadores
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      lipherus · 7 meses atrás · 2 pontos

      Parabéns!

  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2018-08-01 10:33:56 -0300 Thumb picture
    <p>🎮 Castle of Illusion (Sega Master System)&nbsp;C - Alvanista

    🎮 Castle of Illusion (Sega Master System) Complete Gameplay.

    #Viciogame #CastleOfIllusion #MasterSystem #Gameplay #Disney #Sega #MickeyMouse #TecToy #LetsPlay

    Castle of Illusion Starring Mickey Mouse

    Plataforma: Master System
    1402 Jogadores
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  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-07-30 20:13:08 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Wonder Boy

    Zerado dia 29/07/18

    Das séries que eu tenho vergonha de dizer que nunca joguei nada, Wonder Boy sempre esteve entre os maiores destaques. É incrível como meus amigos jogaram e tem tanta nostalgia por jogos da SEGA da época, enquanto eu jogava um Sonic ali, um Golden Axe lá ou um jogo desconhecido no meio. A verdade é que meu contato de verdade com os consoles da empresa só veio com o Dreamcast e que só de poucos anos pra cá venho correndo atrás de conhecer o que ela tinha a oferecer, como foi o caso do Quackshot.

    O Wonder Boy (WB) por outro lado é do tipo que todo mundo conhece e jogou e lançamentos recentes, como o Dragon's Trap ou o concorrente Monster Boy, estão aí pra lembrar que esses jogos são relevantes.

    Um amigo em especial vem tentando marcar jogatinas desses títulos em grupo, mas o Switch, PS4, Lans de PC e board games não tem dado muita chance. Pelo menos não até sábado a noite, quando a ideia surgiu do nada.

    WB é um platformer sidescroller, mas bem diferente de tudo que eu já tenha experimentado (apesar de me lembrar um pouco Alex Kidd). Você anda e pula e se coletar uma machadinha, poderá jogar infinitas mata matar seus oponentes. Segurando o botão desse ataque, você corre.

    Parece simples, mas o jogo compensa isso com inúmeros detalhes que o deixam BEM difícil. Primeiro que você não pode pular em cima dos monstros, coisa que eu acabei fazendo mais do que eu imaginaria até o final do jogo. Nunca encoste em ninguém!

    Depois que o protagonista morre com apenas UM HIT. Eu odeio isso.

    Pra complicar ainda mais as coisas, o controle do personagem é horrível! Cair num espaço entre duas chamas ou rochas é um sacrifício pois qualquer toque a mais no controle faz com que você se mova demais, tanto no ar quanto no chão. Os pulos são piores ainda: muito baixos se você não segurar o impulso e difíceis de serem controlados quando estamos correndo.

    O jogo ainda tem um sistema que sua vida vai se acabando sozinha por fome e você tem que se preocupar em coletar frutas para se recuperar e evitar a morte.

    Pensa que acabou? Encontrar o machado não é algo muito comum e o perder significa que sua próxima vida será sem nada!

    Ah, parece óbvio. Se no Mario você cair num buraco, na próxima vida virá pequeno, não é? Mas imagine o seguinte: você passa de fase com o machado e por um vacilo encosta numa abelha e morre e volta ao início da fase. O jogo não quer nem saber e logo vira um inferno de pular e se esquivar de muitos inimigos e fazer comandos muito precisos e isso num jogo onde a jogabilidade é definitivamente ruim.

    Agora imagine tudo junto: uma fase de gelo deslizante com duas aranhas penduradas e um pequeno espaço entre elas pra você pular, inimigos vindo na sua direção, tentar controlar o personagem e procurar um espacinho seguro e pronto, você encostou num foguinho porque o personagem tem mais graxa nos pés que o Luigi dos primeiros Marios (mais a adição de um pulo pior que Ice Climbers).

    Não faltaram telas de Game Over, já que por default você só tem 3 vidas e dificilmente consegue outras adicionais. Felizmente os continues são infinitos e você só volta do início da fase (todos os estágios tem placas numerada de 1 a 5 que quando alcançadas funcionam como checkpoint).

    As vezes o controle passava mais rápido do que o esperado com três mortes consecutivas de forma ridícula e isso por descuido. Descuido de não se lembrar de algumas armadilhas safadas que aparecem muito rápido na tela ou de não ter freado antes de algo cair na sua cabeça. Pois é, esse é um daqueles de muita tentativa e erro já que algo pode surgir do nada ou ser tão parecido com o fundo que você mal consegue ver.

    Você vai agradecer quando aparecer um skate pra te levar rápido, um presente pra sua namorada ou sei lá te fazer pular partes do estágio ou um anjinho que serve como a estrela do Mario.

    Odiei como alguns inimigos esperar você se aproximar demais pra agir, como os morcegos que ficam no teto e despencam pro chão quando próxima e te obrigam a pular. Mas vou dizer que amei que bugs gráficos mostram coisas como plataformas que caem ou se movem haha.

    O jogo tava legal até os cenários começarem a ficar muito repetitivos. Você tem floresta, praia, caverna e palácio de gelo a todo momento, com os mesmos inimigos e pouca variedade de frutas e itens para te ajudar. Até os chefes são praticamente a mesma coisa! Tudo bem que é coisa da época, mas aqui é mais exagerado.

    Mas você só vai começar a desgostar de WB quando perceber que os layouts das fases começam a se repetir, incluindo a posição dos inimigos e de mais obstáculos e com um pouco de sorte, uma pequena diferença aqui ou ali pra pior, só pra deixar tudo mais frustrante.

    Progredir e mesmo terminar o jogo não foi nada compensador. Nada muda a não ser a dificuldade. Surge uma fase ou outra diferente aqui e ali, mas nas raras vezes, a gente pouco se importava pois a monotonia tomava de conta.

    WB conta com 9 mundos e cada um com 4 estágios. Há um décimo com o último chefe de verdade se você coletar todas as bonecas escondidas do jogo, mas não vale a pena. O zeramento é uma porcaria de qualquer jeito e nem créditos tem!

    Resumindo: Wonder Boy pode ser um passatempo bacana e conter um sentimento nostálgico para alguns, mas definitivamente esse primeiro jogo é algo que eu dificilmente digo sobre qualquer jogo: RUIM.

    A série com certeza deve ficar muito boa depois já que a partir do dois ela já fica do jeito como imagino um Wonder Boy: um menino com uma espada explorando cenários por aí. Ao menos deixo uma curiosidade: esse jogo deu origem a série Adventure Island (percebe-se a gigante similaridade).

    De bom: rendeu risos e um tempo relativamente bom de conversa com os presentes. Checkpoints nas fases e continues infinitos.

    De ruim: deu problema até pra emular. Muito repetitivo. Sem carisma. A música é um looping infernal 90% do jogo. Level design super amador. Muita punição por nada. Poucos power-ups. Chefes sempre iguais também. Jogabilidade das piores possíveis. Frustrante e nada compensador.

    No geral, jogar isso foi uma perda de tempo pra mim, mas valeu a pena o tempo com os bros e sobretudo, valeu a pena terminar um jogo que um deles sonhava e não conseguia quando mais jovem. Se recomendo? Obviamente não!

    Wonder Boy

    Plataforma: Master System
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      lipherus · 8 meses atrás · 2 pontos

      Muito bom, parabéns!

  • 2018-07-26 20:10:22 -0300 Thumb picture

    Master adquirido pelo Velberan

    Nosso amigo Velberan adquiriu um novo Master System comprado no ML e ele fala sobre o console, fonte, o controle que veio junto e os jogos.

    OutRun

    Plataforma: Master System
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      santz · 8 meses atrás · 5 pontos

      Quase quebrou tudo tentando arrancar o cartucho preso no videogame.

      1 resposta
  • 2018-06-29 19:30:36 -0300 Thumb picture

    Super Futebol

    Olá grandes amantes do futebol! Esse é um dos primeiros jogos de futiba na qual eu joguei para o master e lançado pela sega. E já falando no game ele diverte e apesar de bem poucos times ele mostrou que é um bom game de esporte.

    Os gráficos são bons para o tipo de jogo como esse, o primeiro problema do game são os jogadores, pequenos demais, mais mostram que sabem jogar. A segunda coisa estranha que achei no jogo eles são nânicos, mais na hora dos pênaltis eles são normais, vai entender isso que a sega fez. O campo é o mesmo de um futebol com torcida aos lados vibrando na hora do gol.

    O som tem músicas legais como na hora de escolher o time fica tocando o hino do país. Outra e que quase não se nota o som de toque da bola, já o gol é apenas a torcida fazendo a euforia. bem que devia haver um grito de gol para ficar melhor. De resto os efeitos e tudo simples.

    A jogabilidade com os jogadores são um pouco duras pois é necessário roubar a bola do adversário e chutar para o gol. As vezes tem que ser muito paciente isso porque tem horas que o adversário rouba muito a bola e para pegar é uma zica. Outra coisa e a falta de times pois só tem 8 times, nada mais que isso, mais dá para se divertir bem e se acostumar isso também porque nem existe dribles. Aff...

    O fator de diversão fica boa e opções de campeonato e penaltis para 1 ou 2 jogadores e mesmo sendo um joguinho com poucas opções vale conferir.


    Console: Master system

    Jogo: Super Futebol/World soccer

    Gênero: Futebol/ Esporte

    Ano de lançamento: 1987

    Fabricante: Sega

    Jogadores: 1 ou 2

    Great Soccer

    Plataforma: Master System
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    21
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      andre_andricopoulos · 9 meses atrás · 2 pontos

      Kkkk...lembro desse.
      Das antigas...e divertido

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      darlanfagundes · 9 meses atrás · 2 pontos

      Joguei muito!Rsrsrs!

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      marlonfonseca · 9 meses atrás · 2 pontos

      Joguei demais. Eu contabilizava os gols de bicieta que eu fazia..hehe

  • 2018-06-11 19:48:11 -0300 Thumb picture
  • 2018-05-18 20:14:28 -0300 Thumb picture

    Tom & Jerry: The Movie

    Fala galera! Quem não lembra de sua infãncia e relembrar de desenhos antigos que passavam antigamente nos horários da manhã, e as vezes tarde. Trazendo nossas alegrias de assistir as maravilhas na qual hoje em dia as TVs abertas deixaram extintas as programações infantis, menos o SBT, e passando dicas de vida, saúde, fofocas e coisas sem sentido.

    Nessa época passavam desenhos memoráveis e incríveis como Pernalonga, Pica-pau e outros. Mas dentre eles estava um desenho de um gato e rato numa caçada que fazia muitas vezes ver o gato sempre se ferrando por causa do rato. Tom & Jerry foi o desenho que trouxe muitas alegrias para os marmanjos de hoje fazer a infância valer a pena. Agora a vez da caçada de Tom no difícil rato Jerry de ser pego num jogo feito para o Master System.

    Lançado em 1992 pela Sega o jogo foi baseado mais pela série de desenho do que o titulo The Movie, que está escrito, não sendo nada comparado no filme. Aqui temos Tom na incansável corrida na captura de Jerry em seis fases com animais, obstáculos e o próprio Jerry atrapalhando você na sua caçada.

    O jogo tentou trazer a ambientação do desenho com cenários bem parecidos e representados. No som temos uma boa trilha sonora igual no desenho com efeitos sonoros medianos. 

    A movimentação de Tom tem respostas um pouco boas, mas as vezes tem uma travadinha que se deve quando acaba surgindo muitos inimigos, coisa do jogo, e nesses movimentos contamos com o botão 1 correr e o botão 2 saltar, em nesse ultimo deve saber usar na hora certa para não cair nos buracos. Outra coisa e se apertando baixo ele anda dando uns toques diminutos e apertando cima ele executa passos grandes no maior estilo Prince of Persia. Além disso o jogo somente tem o modo principal que é escapar das armadilhas e obstáculos na captura de Jerry.

    E sobre valor de diversão o jogo veio mostrar todo o carisma do desenho animado sim, mas mesmo assim o game tem seus contras por não possuir pontuação e mais elaboração nas fases. Com tudo isso quem é fã de Tom e Jerry pode ter essa maravilha em sua coleção.

    Tamanho maior

    Jogo: Tom & Jerry: The Movie

    Console: Master System

    Gênero: Plataforma

    Ano de Lançamento: 1992

    Fabricante: Sega

    Jogadores: 1


    Curiosidades

    A versão do Game Gear e um pouco diferente do Master com mais inimigos e fases diferentes do meio para o final do jogo.

    Na versão do Game gear tem fases de bônus.

    Na versão não definitiva do jogo a tela de apresentação era diferente da versão final.

    O jogo não tem pontuação, itens e não dá para matar os inimigos, fazendo apenas você desviar deles.

    Em certas partes do jogo se caso conseguir dominar a jogabilidade você consegue pegar Jerry antes de chegar no final de fase.

    Tom and Jerry: The Movie

    Plataforma: Master System
    273 Jogadores
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      zandryx · 10 meses atrás · 2 pontos

      Joguei muito isso! Adorava! Nao descancei enquanto não aprendi a pegar o Jerry em todas as fasea bem direitinho kkk

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      galathar · 10 meses atrás · 2 pontos

      Jogaço!

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      onai_onai · 10 meses atrás · 2 pontos

      Taí um joguinho fácil, simples e curto mas que acho muito interessante...

  • 2018-04-06 19:56:17 -0300 Thumb picture

    Out Run - Master System

    Olá galera!

    Os grandes amantes de corrida irão relembrar da saudosa era 8bits do Master System um dos jogos de corrida que fez sucesso nos arcades e portado para os consoles da Sega. Out Run foi um dos primeiros jogos de corrida que além de ficar alugando muito na locadora acabei comprando para minha alegria e digo que valeu muito a pena.

    Bem ao estilo de Enduro o game mostra uma Ferrari louco cruzando vários lugares para chegar ao final. Belos os gráficos com cenários de fundo e atravessando vários lugares como praias, desertos, montanhas e outros. O porém agora são os carros adversários que tem uma certa quebra de quadros e algumas partes do jogo, mais se você liga para diversão esse e seu game.

    As músicas são legais, você escolhe entre três para seguir todo o jogo, já efeitos sonoros de derrapagem e batida são estranhas pois deveriam ser melhores, mas sendo a do master system não á do que reclamar.

    A resposta aos comandos é boa, não sendo tão boa quanto o do Mega Drive, tanto em movimentação do carrinho como respostas. Outra coisa e se não segurar bem nas curvas seu carro sai voando para o chão então segure bem usando as manhas como desacelerar pois garanto que dará certo em vez de freiar.

    O game está muito divertido porque tem várias rotas para tomar e cada uma tem suas dificuldades. O ruim e que você termina em cinco ou seis minutos sendo muito curtinho, mas o que agrada nele são as caractéristicas de ser um bom jogo de corrida, mesmo com pequenos defeitinhos, digo a todos que vicia muito.


    Console: Master System

    Jogo: Out Run

    Gênero: Corrida

    Ano de lançamento: 1987

    Fabricante: Sega

    Jogadores: 1

    Curiosidades

    A versão do Game Gear e diferente do Mega e Master com menos pistas e opções contra um amigo e um racha com a CPU.



    OutRun

    Plataforma: Master System
    371 Jogadores
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      andre_andricopoulos · 12 meses atrás · 1 ponto

      E o pessoal achando q seleção de estações de rádios nasceu no GTA...kkkkkk...essas crianças....

      1 resposta

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