• anduzerandu Anderson Alves
    2020-03-09 22:00:41 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Star Wars: Jedi Knight II: Jedi Outcast

    Zerado dia 09/03/20

    Desde criança eu sempre curti muito Star Wars. Lembro que na época a franquia estava pra todo lado. Video games, bonecos, LEGOs e pra complementar isso tudo, era época do lançamento da segunda trilogia (Episódio I e II, principalmente). Basicamente de um lado haviam empresas trazendo os grandes clássicos à tona e do outro, merchandising pros novos filmes.

    Eu amava aquilo! Não tinha o senso crítico pra falar mal dos filmes do pequeno Anakin nem tinha assistido os filmes antigos para comparar. Mas Star Wars era muito grande, muuuuito. Não que não seja agora, mas o negócio ia muito além dos filmes. Eu mesmo conheci o plot dos filmes misturando tudo de uma vez, inclusive jogos.

    Na época do PC sem internet, meu primo comprava umas revistas de demos de jogos e códigos. A gente ficava testando tudo o que era possível, e inclusive foi aí que joguei algum dos primeiros jogos Star Wars de computador (Dark Forces ou Mysteries of the Sith). Achava esses jogos meio feios e sem carisma, mas dava pra passar o tempo.

    Eras depois, na adolescência, e com meu primeiro PC, uns amigos me recomendaram um outro Jedi Knight: o tão moderno Jedi Academy. Cara, que jogo sensacional! Eu joguei esse jogo inúmeras vezes, explorei ele com códigos de trapaça e destrinchei cada cenário de todos os jeitos possíveis. Aquele jogo era sensacional. Bonito, carismático, com mecânicas divertidas, muita diversidade de fases e tudo mais.

    Pra dizer a verdade, ainda jogo o multiplayer dele uma vez ou outra por ano quando faço Lan com os amigos.

    Nessa época das minhas primeiras explorações de jogos daquela geração, conheci também Jedi Knight II: Jedi Outcast pois um primo estava jogando em sua casa. Logo notei a grande semelhança (e mais tarde saberia que obviamente era a mesma engine) e peguei o CD emprestado pra instalar no meu PC.

    Eu não sabia que Outcast tinha sido lançado antes de Academy e que precedia ele inclusive na estória, mas na época eu nem ligava pra isso (há uns 10 anos atrás).

    Joguei algumas fases mas acabei o deixando de lado depois de horas de frustração. Que jogo injusto e difícil! Pra piorar, ele começa super lento e sem graça e eu até acabei me esquecendo dele com o tempo.

    Lembrando dessa que era a pendência mais antiga da minha vida, ia instalar no me PC, mas ele apareceu nas plataformas atuais e eu me surpreendi muito. Não esperava ver esse jogo no Switch! O mais espantoso foi ver que justamente ESSE jogo foi portado pra atualidade. É bom assim??? Achei que estava maduro o bastante pra dar outra chance pra aventura do Kyle Katarn e jogar portátil ou com o pro controller ao invés de mouse e teclado com certeza deixariam a experiência muito mais maleável. Comprei!

    Na maior curiosidade, joguei um pouco e deixei pra depois. Isso basicamente fez de Jedi Outcast uma pendência dupla!

    Recentemente cheguei a jogar um pouco aqui e lá só pra ver se eu estava no ânimo de começar, mas a primeira fase é meio maçante e eu não estava conseguindo mirar bem nos inimigos (já já falo sobre isso). Fui empurrando com a barriga.

    Há uma semana atrás houve um churrasco de família e lá estava meu primo, que viu o jogo no meu Switch e quis testar. Não conseguiu jogar bem também e desistiu rapidinho.

    Bom, essa experiência somada ao fato de que Jedi Outcast é uma das minhas últimas pendências (finalmente) serviu como combustível pra me fazer começar de verdade a jogatina.

    Recomecei, ativei o motion control do controle pra ajudar na precisão dos analógicos (é perceptível como esse jogo é feito pra ser jogado com um mouse) e segui a batalha.

    O início da aventura (que aparentemente é uma continuação direta dos Jedi Knights anteriores e que não pretendo jogar) se baseia muito no uso de armas de fogo. Você controla Kyle pelas instalações de uma base do que vou chamar de império (já que aparentemente o jogo meio que acontece depois do Episódio VI). Por lá você tem que navegar por mil salas e corredores, apertar botões, interagir com vários painéis escondidos, backtracking, entradas escondidas, achar salas secretas e não achar pra onde ir. Eu demorei um século nessa primeira fase.

    Li na internet que esse jogo é super difícil de navegar de propósito para vender guias e afins. E o pior é saber que é um título razoavelmente longo (fiquei entre 15 e 20 horas, já que o Switch não especifica).

    Além de toda a problemática de ficar tanto tempo andando como barata tonta, os inimigos nos primeiros níveis são cruéis. Poucos tiros destroem seu escudo e vida e não há muitas localidades para se curar. O resultado é que você tem que salvar constantemente e no caso do console, até isso é chato, pois há apenas 5 slots de save e ao alcançar o máximo, você tem que ir lá neles e sair deletando. Por que não uma opção de sobrescrever os saves? Pra completar, no caso de esses slots estarem cheios e você tentar salvar, ele te dá uma mensagem e já fecha a opção, voltando pro menu anterior. E navegar nesses menus é super confuso!

    De volta aos inimigos, é comum que ao alcançar uma nova área você seja abordado por uma horda de stormtroopers. Você tenta mirar nos seus magros corpos mas as vezes eles se movem sem parar e as vezes dão a chance de você acertar um tiro antes de começarem a correr novamente. Nesse quesito a engine se parece muito com GTA Vice City, onde a movimentação dos personagens é super artificial.

    Foi aí que eu pesquisei e comecei a usar cheats: apertar start, cima, baixo, apertar o analógico esquerdo, apertar o direito, apertar o esquerdo. Fazendo isso o jogo te dá uma lista de cheats, incluindo God Mode e a opção de escolher a fase que quiser. Eu foquei apenas em um que preenchia meu HP de volta. Ainda assim o jogo foi um desafio nesse início.

    Depois de algumas fases exageradamente longas e complicadas de navegar e muito usar a arma que funciona como uma .12 e atinge mais facilmente e demanda menos da sua mira (comecei a usar o cheat de ganhar munição), Kyle Katarn finalmente ganhou seu sabre de luz! Olha aí, foram umas duas horinhas pro jogo se tornar realmente Star Wars.

    Com a "espada de laser" nas mãos e alguns poderes jedi, o jogo fica bem melhor no quesito combate. Agora você pode refletir os ataques dos oponentes, tem pulos mais longos e que dão mais confiança e com o tempo vai poder até se curar e usar ataques fortes. O melhor daí em diante é definitivamente poder jogar seu sabre de luz e matar a distância. E eu raramente voltava a usar armas de fogo.

    Pra quem quiser se aventurar mais, pode suar poderes da Força como empurrar ou puxar os inimigos, inclusive os desarmando, o que é útil.

    Por outro lado, a parte da exploração e navegação continuava maçante como sempre. Eu não aguentava mais aqueles lugares escuros cheios de máquinas onde tudo é parecido e fechado. Quando o jogo retornava para algo do tipo eu já ficava triste, mas ficar mais forte deixou o jogo mais rápido e aturável e eu estava me acostumando ao seu funcionamento. O enredo também tem pontos bacanas e traz personagens conhecidos da franquia como Luke e Lando.

    Em fases mais focadas em ação (um pouco mais), sempre há outros tipos chatos de gameplay que envolve coisas como plataforma ou andar em lugares complicadíssimos, cheios de buracos e elementos que te levam instantaneamente à morte.

    Lá vou eu deletar saves e fazer um novo.

    Cheguei à uma fase de uma cidade à noite que você saí pulando de um lado pro outro por prédios, pequenas plataformas, coisas em movimento e inimigos com snipers que seu sabre de luz não reflete. Haja paciência! Mas, diferentemente de muita coisa anterior, eu lembrava de ter jogado e provavelmente parado o jogo nesse estágio!

    Fui verificar online se estava na metade do jogo e tinha no máximo 1/4 do jogo. Por algum milagre eu estava muito paciente e disposto a jogar muitas horas de Jedi Outcast, mesmo com toda a frustração.

    Logo vieram mais poderes que eu não usava, já que pra trocar de um pro outro você deve apertar pra cima no d-pad e depois pros lados té o desejado, o que é praticamente impossível em momentos de estresse e que seria bem mais simples no teclado de um PC.

    O mesmo se aplica para os inúmeros itens que você consegue (para selecioná-los, use o d-pad pra baixo e depois pros lado) e armas (d-pad pros lados). Agora tente fazer operações rápidas como trocar um poder e depois uma arma. Você sai bagunçando tudo e se equipando todo errado. Há como se equipar apertando "-" e selecionando as coisas com calma enquanto o jogo está pausado, mas eu nunca lembrava, haha!

    A dificuldade aumentou nos combates com a aparição dos "Dark Jedis", os vilões com sabre de luz vermelho. Existem meio que tipos diferentes desses inimigos, o que aparentemente se diferencia pela cor de suas roupas, sendo alguns bem fáceis e outros mais espertos e que saem pulando e atacando feito loucos!

    O mais difícil deles foram uns robôs que tinha muita vida e me matavam muito fácil, mesmo de HP cheio. A solução foi trocar a instância do uso da arma apertando R. Há três delas: azul, amarelo e vermelho (de rápido e fraco à lento e forte). Bizarramente a instância vermelha, que eu achava ruim matou essa galera com facilidade por toda a aventura, inclusive o último chefe, que chegou a ser uma decepção de tão rápido que morreu nesse esquema.

    Agora por curiosidade, eu achei que os cenários ficaram bem lineares e tranquilos quanto mais perto do final eu chegava, principalmente depois da metade do jogo. Enquanto nas primeiras fases tem coisas absurdamente obscuras de serem descobertas e que até cheguei a pesquisar pra onde ir, no final era tudo muito simples e mais bem feito. É como se uma equipe mais profissional tivesse assumido o controle de um projeto iniciado por amadores.

    Basicamente o jogo se tornou o que deveria ter sido desde o começo.

    Resumindo: Star Wars: Jedi Knight II: Jedi Outcast é um jogo ok e uma mistura do que a série era antigamente com o que viria depois. Definitivamente eles experimentaram um bocado e trouxeram muitas ideias boas pro mundo 3D, que viriam a ser aperfeiçoadas em sua sequência, Jedi Academy. Gosto de como os jogos da época expandem e enriquecem o universo dessa tão incrível franquia pré-nova trilogia. Gosto da seriedade e da imersão, mas esse jogo, embora tenha um gostinho levemente nostálgico e tenha envelhecido bem de muitas maneiras, simplesmente não vale a pena. Nunca achei muita coisa dele e no console a dificuldade é ainda maior. A minha recomendação é mesmo esperar o port do Jedi Academy (que inclusive vai incluir o modo multiplayer).

    De bom: o visual ficou muito bom dessa nova versão do jogo, com texturas muito bonitas e consistentes. O enredo é bom. Trilha sonora muito bacana, como os jogos desse universo costumam ter. Felizmente incluíram cheats para aliviar um pouco essa crueldade (use eles). Há uma certa magia nesses jogos da época, pra quem a viveu.

    De ruim: jogabilidade esquisita. duelos de sabre de luz consistem em sair batendo e mirando o máximo que ter pra não ser atacado de longe e, embora muitas vezes saia algo legal, muitas vezes só parece uma bagunça aleatória. Um dos jogos mais difíceis de navegar da minha vida, e isso envelheceu pior do que você imaginar! Desnecessariamente confuso e cruel em relação a perder ou regenerar HP. Repetem demais a marcha imperial! Muitos momentos frustrantes e mortes inesperadas e a necessidade de salvar sempre que fizer algo. Achei a aventura um pouco longa demais, principalmente na lentidão dos primeiros níveis, pré-sabre de luz. Mirar com armas de fogo em alvos em movimento com tiros são pequenos é um pesadelo (imagino nos outros consoles que nem devem ter motion pra dar um apoio). O zeramento dura uns segundos e é super sem graça. Sistema de saves limitado e que requer que você fique os apagando pra ter mais espaço. A dificuldade de trocar armas e poderes dá preguiça e eu mesmo acabei usando o que já tinha o máximo possível.

    No geral, não me arrependo de ter comprado ou jogado Jedi Outcast, mas eu definitivamente ão recomendo o jogo senão para os maiores fãs da franquia ou que tenham noção de onde estão se metendo. Não é um jogo pra quem zerou Battlefront II (PS4), Unleashed e Fallen Order, é um jogo pra quem zerou os Star Wars de SNES, platinou Episode I: Racer, Shadows of the Empire, Bounty Hunter e Rogue Squadron. Dito isso, vale a pena conhecê-lo, mas jogar é mais complicado. Confia na nota do Metacritic e deixa isso pra lá. Só fico feliz de ter finalmente fechado essa pendência!

    STAR WARS: Jedi Knight II: Jedi Outcast

    Platform: Nintendo Switch
    2 Players

    17
  • onai_onai Cristiano Santos
    2019-09-13 22:51:23 -0300 Thumb picture

    Imagens aleatórias de jogos aleatórios...

    E deve ter gente que acha que Star Wars Battlefront foi criado em 2015 mas na verdade esse é o terceiro jogo da série. O primeiro Battlefront mesmo é de 2004 e lembro como joguei bastante a versão do Playstation II na locadora, só alguns anos depois foi que descobri que havia também uma versão para PC, bem mais bonito e com uma inteligência artificial bem melhorada! Até hoje jogo ele!

    Star Wars: Battlefront

    Platform: PC
    447 Players
    9 Check-ins

    18
  • onai_onai Cristiano Santos
    2019-08-31 01:13:23 -0300 Thumb picture

    Imagens aleatórias de jogos aleatórios...

    Ultimamente ando jogando alguns jogos da série Star Wars mas esse Dark Forces nunca testei...

    Star Wars Dark Forces

    Platform: PC
    347 Players
    11 Check-ins

    23
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      riki_samejima · 7 months ago · 2 pontos

      Muito bom esse! O design de níveis desse game foi muito bem feito tbm :)
      Ele tem umas fases bem cabeludas lá perto do final.
      Me diverti mais jogando esse game aí do que Heretic e Hexen, e olha q eu gostei bastante de Heretic.

      4 replies
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      thiones · 7 months ago · 2 pontos

      Cara, tenho esse jogo mas até hoje não tive tempo de jogar.

    • Micro picture
      ygorvieira · 7 months ago · 2 pontos

      Esse eu joguei primeiro no PS1. Recentemente peguei a versão pra PC e ainda continua bem legal.

  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2018-05-02 14:34:33 -0300 Thumb picture
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2018-04-05 13:36:37 -0300 Thumb picture
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2017-10-02 18:13:20 -0300 Thumb picture

    Desafio: TOP 5 Gêneros Favoritos do Mundo dos Games

    Fui marcado pelo brother @tiagodantas nesse @desafio que começou pelo @thecriticgames então bora lá!!

    Regras

    Citar os 5 gêneros favoritos do mundo dos games incluindo qualquer variação que você preferir como Luta 2D/Luta 3D, estratégia em tempo real ou estratégia por turnos, musical, ação, aventura, ação-aventura, corrida (simulador) ou corrida (arcade), dungeons crawlers (também conhecidos como roguelike) vale o que quiser.

    5 - Hack 'n Slash

    Exemplos: God of War, Devil May Cry, Dead Rising, Darksiders, Star Wars Force Unleashed, Prince of Persia, Shadow of Mordor

    4 - Action/Adventure/Stealth

    Exemplos: The Last of Us, Uncharted, Metal Gear Solid, Shadow of The ColossusBioshock, Max Payne

    3 - Open World

    Exemplos: GTA, Sleeping Dogs, Assassin's Creed, Batman Arkham, Red Dead Redemption, Skyrim, acho que posso incluir também o Tomb Raider (2013)?!

    2 - Plataforma 3D

    Exemplos: Ratchet & Clank, Sly Cooper, Super Mario 64, Crash Bandicoot, Spyro, Zelda Ocarina of Time, Banjo-Kazooie, jogos de LEGO!!

    1 - Plataforma 2D e 2.5D/MetroidVania

    Exemplos: Donkey Kong Country, Super Mario, Metroid, Castlevania, Mega Man, Guacamelee, Rayman, Trine, Strider, Demon's Crest, The Lost Vikings, Valiant Hearts

    ....

    Menção Honrosa para os RPG's, que também gosto de jogar, só que no momento estou um pouco afastado desse gênero, talvez por falta de tempo, mas ainda pretendo joga-los futuramente!! :)

    A segunda Menção Honrosa vai para os Point 'n Clicks da LucasArts e ao The Walking Dead da Telltale, que apesar de não estarem no Top 5 estão no meu Top 10!! :D

    ....

    Eu não vou marcar ninguém, porque as vezes eu marco e fazem e as vezes nem fazem, então você que está lendo isso....

    FAÇA SUA LISTA MESMO ASSIM!!!!

    24
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      hard_frolics · over 2 years ago · 4 pontos

      Quem começou na verdade foi o @thecriticgames ... de qualquer forma, boa lista!

      1 reply
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      thecriticgames · over 2 years ago · 3 pontos

      Boa lista, curti as menções honrosas e principalmente o primeiro lugar com os jogos de plataforma 2D e 2,5D e claro, Metroidvania.

      1 reply
    • Micro picture
      tiagodantas · over 2 years ago · 3 pontos

      Hack está no meu top 10 e mundo aberto eu acabei esquecendo XD
      Ótima lista!!

      1 reply
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2017-04-03 13:24:41 -0300 Thumb picture
    25
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      marlonzp · about 3 years ago · 3 pontos

      Acho esse o melhor da saga, achei que o sucessor complicou a jogabilidade que era bem simples e os gráficos em 2D são mais legais nesse tipo de jogo na minha opinião.

      2 replies
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      adriana_player1 · about 3 years ago · 3 pontos

      Essa série é legal mesmo! Deu saudadezinha agora!

      1 reply
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      renatolf · about 3 years ago · 2 pontos

      Foi meu primeiro Adventure, e até hoje é meu preferido também. Tem alguma coisa dele que nenhum outro bate.

      3 replies
  • galathar Victor Hugo Vasconcelos
    2016-12-19 22:46:06 -0200 Thumb picture

    Sobre "Rogue One"...

    Daria um baita, baita jogo! Belo filme, que consegue conciliar toda a carga nostálgica da trilogia clássica. Muito provavelmente as melhores cenas de ação da franquia, e personagens muito interessantes. Super recomendo!

    Star Wars: Battlefront

    Platform: Playstation 4
    488 Players
    131 Check-ins

    8
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      onai_onai · over 3 years ago · 2 pontos

      Assisti ontem, gostei muito também. Agora é esperar pelo episódio VIII.

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      leandro2litros · over 3 years ago · 2 pontos

      Vi ontem ,saber oque ia acontecer no final tira parte da graça acho que por isso não gostei muito achei apenas mediano

  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2016-09-01 13:34:40 -0300 Thumb picture
  • memoriabit Memória BIT
    2016-04-22 18:11:17 -0300 Thumb picture

    Full Throttle (MS-DOS), clássico da LucasArts

    Ficha no Memória BIT →

    Full Throttle é um game de 1995, do gêneroadventure, desenvolvido pela LucasArts e desenhado por Tim Schafer. Foi o primeiro projeto de Schafer como principal designer e roteirista, após ter trabalhado em outros jogos da LucasArts como The Secret of Monkey Island (1990) e Day of the Tentacle (1993).

    Ambientado num futuro próximo, o jogo conta a estória de Ben, líder do grupo de motoqueirosPolecats, que é acusado de um crime. Ele parte sozinho tentando limpar seu nome e da gangue.

    Full Throttle foi o décimo-primeiro jogo de aventura do estúdio, e o décimo usando o motor que eles mesmos desenvolveram, o SCUMM, com sequências de ação em FMV criadas num motor também próprio, o INSANE (INteractive Streaming ANimation Engine). Foi também o primeiro jogo da LucasArts lançado para o DOS-Windows e a ser distribuído somente em CD-ROM.

    Ao contrário de outros jogos similares de seu tempo, que geralmente usavam dubladores internos, a LucasArts contratou atores profissionais, incluindo Roy Conrad como Ben, Mark Hamill como Ripburger, Hamilton Camp como Malcolm Corley, e Kath Soucie como Maureen. Foi também um dos poucos jogos da casa e usar música licenciada, da banda The Gone Jackals.

    Full Throttle

    Platform: PC
    1385 Players
    35 Check-ins

    6
    • Micro picture
      helder_ibanez · almost 4 years ago · 2 pontos

      Primeiro jogo que eu comprei depois que comprei meu kit multimídia hahahahaha
      Era muito bom, pena que na época que eu joguei, meu inglês era muito básico, fui jogando até zerar sem entender muito o que o povo estava falando.
      Agora estou esperando pela versão remasterizada

      2 replies
    • Micro picture
      wallian · almost 4 years ago · 2 pontos

      tenho o CD original!! :D

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