• andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-05-28 19:02:20 -0300 Thumb picture

    ELE VOLTOU!

    Por um instante eu até achei que se tratasse duma...

    Mas fato é que realmente houve um "KICKSTARTER" dum game não muito famoso por reviews de sucesso...

    Então eis que me deparo hoje com um vídeo que realmente afirma que esse game muito em breve será lançado (mano...olha o tamanho desse cara...e da mão dele...e...e...)

    SHAQ FU foi lançado em 1994 para várias plataformas (MEGA DRIVE, SNES, GAME GEAR, GAME BOY e até mesmo, mais tarde, para AMIGA). A história é confusa demais para tentar explicar e, bem, podemos contar que as reviews foram péssimas. Mas se foi tão ruim, por que  conseguiram um retorno desse game?

    Vale lembrar que muitos outros games mais interessantes como a sequência de ETERNAL DARKNESS não obtiveram êxito no KICKSTARTER, levando ao seu cancelamento. Tinha intuito inicial de $1,5Milhões e arrecadou apenas $750.000 (porém outros problemas aconteceram como a prisão por pedofilia de um dos envolvidos...).

    Bem, o que importa é que SHAQUILLE 'O NEAL aparenta estar se divertindo com tudo isso...

    Mano...sério mesmo...olha o tamanho desse cara!

    Mas e vocês... empolgados com esse super game?

    SHAQ FU arrecada muitos TROFÉUS em sua trajetória como:

    > PIOR GAME JÁ CRIADO

    > PIOR GAME DE LUTA

    > Listado nos mais variados TOP 10  como "PIORES IDÉIAS AUTORIZADAS DE TODOS OS TEMPOS" e "PIORES CONCEITOS"

    "Só vem, negão!"

    Shaq Fu

    Plataforma: SNES
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    • Micro picture
      jorgegt · 9 meses atrás · 3 pontos

      Nunca ouvi falar.

      2 respostas
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      onai_onai · 9 meses atrás · 3 pontos

      Já ouvi falar mas nunca joguei.

    • Micro picture
      willguigo · 9 meses atrás · 2 pontos

      Ali é a Scully né?
      Nunca joguei esse game, tinha nas locadoras e tal mas, nunca surgiu curiosidade.

      29 respostas
  • 2018-05-08 11:24:47 -0300 Thumb picture

    Dolmen – Conferindo (Kickstarter Demo 1)

    Dolmen é um título Indie, e assim sendo, lançou recentemente sua campanha no Kickstarter de modo a conseguir fundos o suficiente para seguir com o desenvolvimento a todo vapor, como noticiado aqui (e você pode colaborar com o projeto aqui). Colaborei com a campanha, e tendo a primeira demo de apoiador em mãos, trago para vocês a primeira impressão que o jogo traz. Prepare-se, lá vamos nós!

    http://joystickterrivel.com.br/dolmen-conferindo-k...

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  • danielgfm DoomGuy
    2018-03-07 18:53:00 -0300 Thumb picture

    Vamos falar de Crowdfunding?

    Medium 3608281 featured image

    Ahhhh crowdfunding, ou financiamento coletivo, o velho novo unicórnio dos brasileiros – e gringos – que acham que é o novo local para se ganhar dinheiro fácil. Sim, parece que é isto mesmo que algumas pessoas – não todas – acham que o Financiamento Coletivo é, um local para lucrar e ganhar dinheiro fácil de pessoas que apostam em seus “sonhos”.

    Desta forma, vou dar a minha análise do que acontece com algumas campanhas em forma de exemplo, sem dar juízo de valor para os criadores, apenas para as criaturas.

    Nós sabemos que o financiamento coletivo já vem de longa data com o Kickstarter, um dos primeiros serviços que permite o usuário publicar um projeto, seja este de um produto, seja de um serviço, pedindo apoio do público, isto é, do coletivo, para que o tal projeto de concretize.

    Muitas vezes os criadores fazem isto porque existe uma enorme burocracia por detrás de conseguir um empréstimo num banco, principalmente de alto valor, para que o seu projeto ou comece ou seja finalizado. Um banco, na maioria das vezes, requer um colateral, isto é, comprovação de rendimentos demonstrando que, a longo prazo, o cliente pode pagar a quantia requerida deste ou daquele empréstimo. Daí, muitas vezes, os criadores de projetos do Kickstarter não teriam tais condições.

    Ao irem atrás do financiamento coletivo, eles jogam a responsabilidade do empréstimo para as pessoas que acreditam em seu projeto e, por conseguinte, usam da confiança alheia para bancar os seus planos de criação de produto ou serviço e aí que mora o perigo.

    Alguns criadores de projetos acham que a grana convertida no financiamento coletivo é, simplesmente, deles e que, após o fim da campanha, mais nada precisa ser feito, apenas entregar o produto. Mas na campanha está lá, os prazos, os preços e os produtos a serem entregues. As pessoas que investiram na campanha, quiçá se tornando investidores, vão querer novidades sempre e muitos criadores não conseguem lidar com esta questão.

    Para quem não sabe – e agora é importante saber – um investidor é aquele que lhe dá algum dinheiro para:

    a)Receber lucros devidos sobre o produto e/ou serviço investido;

    b)Receber ações da empresa investida;

    c)No caso do financiamento coletivo, de acordo com o tier, receber créditos na forma de nome próprio no produto e/ou serviço; quinquilharias prometidas ou outros mimos e agrados prometidos.

    O que parece que alguns investidores não veem é que tudo tem de ser entregue no prazo estipulado, assim como novidades. Quando não o faz, seja entregando o produto e/ou serviço em si, sejam as quinquilharias, é uma demonstração que o planejamento de criação deste foi apenas uma forma de ludibriar a pessoa.

    Do momento em que o criador passa um dia do lançamento inicial de três, seis, doze meses atrás, onde, neste ínterim, a campanha não se tem nenhuma novidade para falar sobre os avanços da mesma, já se demonstra que existe muito mais nesta campanha do que os olhos querem ver.

    Existem ‘n’ exemplos de campanhas no Kickstarter que ludibriaram muitos investidores e que, até o presente momento nada foi resolvido. São casos que os próprios investidores brasileiros e os criadores de campanha de nossas áreas deveriam ler, vou dispor de algumas linhas para mostrar isso:

    IBACKPACK

    http://crowdtoolz.com/sorry-ibackpack-backers-you-...

    Aqui temos um exemplo de uma campanha bem elaborada, com um produto até interessante, onde, no final das contas, tudo deu errado. O produto iria ser lançado em data x, depois em data y e, por fim, não se sabia se seria lançado ou não, uma das coisas mais importantes de uma campanha, como dito no site é: comunicação e transparência, coisas que, efetivamente, não foi o caso do ibackpack.

    CST-O1

    http://www.businessinsider.com/this-company-raised...

    Inventar, ou reinventar uma tecnologia para atingir o seu sonho é uma das coisas mais lindas que podem existir no papel, mas, na realidade, se você não tem capacidade para tanto, ou faz promessas indevidas, pode acabar do mesmo jeito que a Central Standard Timing, que, além de não entregar o produto, deve de declarar falência. Prometeram um dos relógios mais finos do mundo, e só ficaram na promessa. Falta de transparência e honestidade total.

    ELIO MOTORS

    http://laweconomicscapital.com/.../crowdfunding-fr...

    Existe uma lição por detrás deste caso. Tem de haver, de alguma forma, alguém qualificado o bastante em finanças corporativas nas plataformas de investimento coletivo. Onde, neste aqui, foram levantados cerca de 17 milhões de doláres e o que os investidores tiveram foi o mais puro e simples calote. Demostrando que, muitos problemas poderiam ser evitados se as plataformas fossem rigorosas de como tais projetos viessem a ser publicados nas mesmas.

    THE SKARP

    https://www.kickstarter.com/.../the-skarp-laser-ra...

    https://www.indiegogo.com/.../the-skarp-laser-razo...

    Quando um projeto vai de um financiamento coletivo, consegue os investimentos totais e, depois, pula para uma outra plataforma, podem ter certeza que o golpe é mais que evidente.

    E estes daqui foram apenas ideias de produtos sem entrar na seara dos jogos nos quais vou deixar aqui um artigo sobre os 15 maiores fails do Kickstarter:

    https://www.thegamer.com/failure-to-launch-the-15....

    Dos projetos que aqui estão, eu, sinceramente, achei bem escroto os casos do Mighty Number 9, Unsung Story e Coleco Chameleon.

    Posto algumas questões acima, vamos o que eu penso do que uma campanha de Financiamento coletivo precisa ter para não falhar miseravelmente.

    1)Transparência. Tivemos dois trailers, um mostrando pedaços do jogo, outro uma gravação via emulador do outro jogo. Não tivemos, em nenhum momento, as faces dos criadores dos jogos ali explicando o porquê dos seus jogos, como estão criando os mesmos e seus objetivos. Transparência é essencial neste tipo de campanha;

    2)Honestidade. Além da transparência, ser honesto com o público é essencial. Não estou falando de uma possível jogada de desonestidade do criador do projeto, mas a falta de honestidade do projeto em si. Será que, realmente, os jogos iriam ser entregues nas datas correlatas? Será que todos os tiers iriam ser cumpridos de fato?

    3)Credibilidade. Aqui tangencia a equipe como um todo. Dizer que fez n jogos sem mostrar um link de um sequer é uma falta de credibilidade ímpar. Para mostrar que é capaz de criar jogos, seria de bom tom, além de mostrar os jogos em questão, ter links dos perfis profissionais do Facebook e Linkdin em mãos para uma melhor análise dos mesmos;

    4)Tiers irreais. Promessas de pôsteres, bonecos, aulas, decisões de desenvolvimento e afins tem de ser mostrados na real. Escrever qualquer coisa não convence – ou não deveria – as pessoas de apostarem pesado no seu projeto com os tiers a serem investidos. A primeira pergunta ao se fazer um tier é: “será que isto pode ser feito de fato? E porquê alguém investiria neste tier?”;

    5)Crowdfunding não é lucro ou grana fácil. O investidor que dá sua grana para o projeto imagina que a mesma vai todo para o projeto, mas muitos investidores – que podem ser vistos por aí numa pesquisa mais detalhada no Google – acham que a grana ali é, também, para as suas despesas pessoais e isto não está mais longe de ser verdade;

    6)Demonstrativo financeiro. Sem nenhuma clareza mensal de para onde está indo o investimento, as pessoas ficam com um pé atrás. Investidores de verdade, aqueles que compram ações ou investem diretamente em empresas, querem um demonstrativo financeiro, seja mensal, bimestral ou trimestral, e isto é algo que parece não existir nestes crowdfunding;

    7)Texto revisado. Sério, antes de qualquer crowdfunding, escrever num português decente é essencial;

    8)Escopo do projeto. Fazer coisas que vão além do seu alcance não é legal. Muitas vezes menos é mais, pois no momento que o escopo vai além daquilo que você imagina, todos os prazos que foram postos ali na campanha vão pro saco, literalmente;

    9)Humildade. Nunca diga que é mais do que aquilo que você nunca foi. Mostrar humildade no projeto e da sua capacidade de gerir o mesmo, nunca usar as palavras: “produto fantástico”, “qual outra empresa faz isto para você?”, “nós somos os melhores naquilo que nós fazemos” (Wolverine Feelings), pode ser algo maravilhoso para o seu ego, mas saiba, quem conhece mesmo do ramo vai saber que estas são vãs palavras;

    10)Prazos. Lançaremos o jogo, produto ou serviço no mês tal. Passar um mês até que vai; passar dois meses, huuuum; passar três meses, esperem para começar a devolver o dinheiro; passar 6 meses, sério isso?; passar um ano, é melhor fechar as portas e devolver o dinheiro de todo mundo. O pior, acima de tudo, é passar todo esse tempo sem um pio para o investidor / consumidor;

    11)Comunicação. Não é só lançar a campanha e sumir. Os criadores tem de ser ativos no meio – mesmo que se contrate um terceiro para tanto – tem de mostrar serviço, tem de mostrar que o negócio está indo para frente;

    12)E, por último, de uma lista quase infinita, e não menos importante é a seguinte pergunta: “Será que o que eu estou criando vale a pena fazer campanha?”.

    Bom, eu poderia me estender por mais texto, mas estes são alguns pontos que eu levanto, num contexto geral, mas para quase todas as campanhas que eu vi e vivi nos últimos anos.

    É de esperar que depois de um certo tempo houvesse uma evolução por parte dos criadores de campanhas, assim como dos investidores, para que estas campanhas que tem o intuito de entregar um sonho, mas acaba se tornando um pesadelo viesse a se tornarem cada vez menores, mas – não sei se este é o caso das campanhas brasileiras – vejo muito do contrário disto.

    Claro que, em nenhum momento, estou desprestigiando as duas campanhas citadas, nos quais já falei acerca delas em outras searas, como, já disse, o uso indevido de Propriedade Intelectual, ou faz algo original, ou não o faz, não usasse de muleta porque é demo ou coisa do tipo, pois, de certa forma, mostram como existem pessoas capazes de criar jogos nacionais, de maior ou menor valor.

    Saber receber críticas é extremamente importante neste caso. E não, não sou uma pessoa que crítica passando a mão na cabeça. Assim como eu já recebi muita patada na minha vida, no qual me fez melhorar como pessoa – ou não -, assim também o faço quando alguém me pede opinião, seja ela um amigo, um colega ou um completo desconhecido.

    No momento que você coloca o seu projeto, o seu sonho, as suas esperanças na internet, tem de saber lidar com opiniões diferentes que a sua. Se eu digo, por exemplo, que a diagramação de sua revista está muito mal elaborada, dificultando a leitura da mesma ou quando existem erros tangíveis entre distribuidoras e desenvolvedoras, não é porque eu sou hater, é o fato, simples e conciso, que eu quero que as coisas melhores para que eu possa consumi-las.

    Há não ser, claro, que os criadores de conteúdo no seu afã de serem os suprassumos dos conhecimentos retidos não intocáveis no que tangencia crítica, seja ela positiva e/ou negativa, e são tão perfeitos que tudo que tocam vira ouro, conheci pessoas assim, e mesmo que não queiram, continuarão a receber as minhas críticas, assim como eu sei que existem pessoas por aí que devem criticar esta minha atitude, talvez, pelo fato, de ficar parecido com o Anton Ego, aquele personagem sisudo, chato e condescendente do filme Ratatouille, da Disney.

    As críticas são extremamente importantes para quaisquer tipos de trabalhos, serviços e empresas. Sem elas ninguém irá melhorar em nada. Ter serviços como Reclame Aqui e Consumidor.gov.br são uma demonstração que os consumidores precisam ter uma voz para que, de acordo com a Lei, haja melhoria nos serviços e produtos! E ninguém é impermeável quanto a isto.

    Não se esqueçam, Midas a tudo tocava e, no fim, nada restou.

    27
    • Micro picture
      pauloaquino · 12 meses atrás · 3 pontos

      @danielgfm
      Eu achava que a frase que Wolverine usava era "não tem espaço para segundo colocado".

    • Micro picture
      ygorvieira · 12 meses atrás · 3 pontos

      Já apoiei diversas campanhas de financiamento coletivo (em sua maioria de histórias em quadrinhos) e em todos os casos tudo ocorreu de maneira bem tranquila. Ainda há muito pra se evoluir nos projetos brasileiros de financiamento coletivo, mas ainda assim é uma excelente maneira de viabilizar projetos que de outra maneira jamais sairiam do papel.

    • Micro picture
      darlanfagundes · 12 meses atrás · 2 pontos

      Cara, pq esses artigos não estão virando Destaque????

      4 respostas
  • 2017-11-28 09:47:15 -0200 Thumb picture
  • 2017-11-21 13:02:45 -0200 Thumb picture
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2017-11-21 09:36:42 -0200 Thumb picture

    Olha só que surpresa foda!

    Umas semanas atrás eu postei sobre o Project Session, um "sucessor" espiritual da série Skate da EA que esta sendo desenvolvido pela creä-ture studios

    E olhem só

    Eu coloquei as mãos na demo do pre-alpha, ou seja, aquele negócio que é ainda bem cru, mas da pra ter uma noção do que o jogo vai transmitir

    A jogabilidade segue o estilo do skate da EA, mas Session é MAIS realista ainda, ao contrário do Skate onde vc controla os movimentos que o seu skate vai fazer com o analogico direito do controle, no Session cada análogico controla um dos pés do personagem

    Existem dois modos de jogo o simplificado, onde o analógico direito é o seu pé de trás e o esquerdo o pé da frente, ou o Hardcore, onde o analogico esquerdo é o seu pé esquerdo e o direito o pé direito, na hora que vc joga assim, lhe da a impressão de que os controles estão invertidos (mesmo assim sendo o modo certo kkk)

    Outra coisa nova é o sistema de "Real Stance" ou seja os controles se invertem, dependendo do seu pé predominante, normalmente a posição regular  dos destros é o pé esquerdo na frente e o direito no tail, e o switch é o direito na frente com o esquerdo no tail, no jogo, isso tb inverte os comandos

    Claro, na demo atual isso pouco importa e é mais para ter uma noção de como será o jogo, pois nem mesmo os nomes da manobras são mostradas na tela ainda

     Os Grinds e Manuals funcionam similar ao Skate, controlados pela pressão q vc faz no analógico


    A campanha do Kickstarter começa hoje ! E eu to torcendo muito pro jogo alcançar a meta

    Pra quem quiser testar a demo, é só baixar ela aqui !

    http://www.crea-turestudios.com/

    Lembrando que não tem como jogar no teclado e mouse (óbvio) kkkk

    22
    • Micro picture
      xualexandre · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      se o jogo de skate fica tão dificil de aprender quanto na vida real, nem vou curtir ...hahahaha

      1 resposta
  • 2017-11-16 12:53:44 -0200 Thumb picture
  • 2017-11-07 15:10:40 -0200 Thumb picture

    Campanha do Kickstarter de Relic Hunters Legend é encerrada!

    Rogue Snail encerra sua campanha do Kickstarter ultrapassando o objetivo inicial

    http://joystickterrivel.com.br/campanha-do-kicksta...

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    Relic Hunters Zero

    Plataforma: PC
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    20 Check-ins

    6
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2017-08-23 08:53:19 -0300 Thumb picture

    Fox n Forests demo

    Espaiando updates sobre. Encontrei a demo (para quem financiou) no (anuncio feito pelo) facebook.

    Fox n Forests

    Pelo facebook

    18 de agosto às 16:53

    Check out the FOX n FORESTS Demo and tell us what you think below :) https://tinyurl.com/yaaswvyv

    12
  • xch_choram Gustavo Rocha de Oliveira
    2017-08-02 01:55:04 -0300 Thumb picture
    16

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