• farusantos Farley Santos
    2019-04-21 18:37:20 -0300 Thumb picture
    farusantos checked-in to:
    Post by farusantos: <p>Hell is Other Demons é um jogo de ação e platafo
    Hell is Other Demons

    Platform: PC
    1 Players
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    Hell is Other Demons é um jogo de ação e plataforma bem intenso. Controlamos um demônio que se rebela contra o inferno, e para isso ele vai destruir tudo o que aparecer pelo caminho com armas de fogo.

    O legal é que tem muita variedade de armas e habilidades, sendo necessário trocar constantemente de configuração para conseguir passar das fases (cada uma tem umas características específicas, aí às vezes fica mais fácil com certas habilidades). Tem também um modo Arcade com personagens específicos, fases geradas proceduralmente e muitos desbloqueáveis.

    Algo que achei bem interessante é o visual com poucas cores, o que me lembrou um jogo de Game Boy, mas com movimentação e iluminação moderna. E a trilha sonora é bem boa também, com composições em synthwave.

    Curto bastante esse tipo de jogo cheio de tiros, explosões e caos, e Hell is Other Demons é justamente isso :)

    5
  • farusantos Farley Santos
    2019-04-18 11:18:18 -0300 Thumb picture

    Análise: Katana ZERO

    Katana ZERO usa violência, ação empolgante e ambientação criativa para criar uma experiência incrível. Controlar um samurai assassino é fácil, no entanto superar os perigos é outra história: experimentação e muita destreza são imprescindíveis para sair vivo das fases repletas de inimigos. O conceito principal é o mesmo na maior parte das vezes, contudo há muito espaço para outras estratégias por causa das várias possibilidades apresentadas nos estágios. Uma narrativa que usa recursos inusitados, visual elaborado em pixel art e trilha sonora pulsante são outros destaques do jogo. A soma de todas essas qualidades faz com que Katana ZERO seja imperdível.

    Análise completa

    Katana ZERO

    Platform: PC
    2 Players
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    8
  • farusantos Farley Santos
    2019-04-16 10:37:26 -0300 Thumb picture

    Análise: Bomb Chicken

    Bomb Chicken utiliza um conceito simples e inusitado para criar uma experiência divertida. A jornada da galinha que bota bombas cativa com puzzles e situações que exploram as habilidades da ave de formas criativas, sendo impressionante como somente dois comandos são explorados de inúmeras maneiras. O visual é impecável com uso de pixel art detalhado, contudo o jogo sofre com alguns picos de dificuldade desagradáveis e conteúdo limitado. No fim, Bomb Chicken é uma breve aventura que vale a pena ser conferida.

    Análise completa

    Bomb Chicken

    Platform: PC
    1 Players
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    14
  • 2019-04-15 22:50:55 -0300 Thumb picture

    Cuphead enriquecido com ferro e vitaminas!

    Medium 630818 3309110367

    Não que Cuphead precise de muitas razões para ser rejogado, mas além de estar prestes a chegar no Nintendo Switch o indie e debute do Studio MDHR também vai receber melhorias nas suas plataformas originais. O update programado pro dia 18 é inteiramente gratuito e consiste, entre outras coisas, de suporte ao português do Brasil, novas animações como as intros de cada personagem e uma das mais legais: a possibilidade de escolher entre o Cuphead ou Mugman jogando só e desde o início.

    http://studiomdhr.com/cuphead-is-coming-to-nintendo-switch-plus-new-free-content-for-everyone

    Cuphead é delicioso, remete aos desafios de gerações longínquas e eu só sosseguei até pegar todas as conquistas do Steam. Na torcida que essa atualização traga mais algumas, porém eu quero jogá-lo de cabo à rabo de novo independente disso.

    Fica aqui também o lembrete de quando o jogo apareceu no DaiBokém! no STAGE 3 - Cuphead & seu charme diabólico.

    [@jvhazuki]

    Cuphead

    Platform: PC
    510 Players
    197 Check-ins

    7
  • farusantos Farley Santos
    2019-04-14 17:50:35 -0300 Thumb picture
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    Post by farusantos: <p>Bomb Chicken é um jogo de plataforma estrelado p
    Bomb Chicken

    Platform: PC
    1 Players
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    Bomb Chicken é um jogo de plataforma estrelado por uma galinha que bota bombas no lugar de ovos (!)

    Com essa habilidade curiosa, precisamos explorar estágios cheios de armadilhas e perigos. A galinha não pula, logo a única maneira de alcançar locais altos é "botando" uma torre de bombas. O aspecto de puzzle é muito forte, pois precisamos nos virar para conseguir avançar. E fiquei surpreso com a criatividade de situações, mesmo usando um conceito principal tão simples.

    O visual é bonitão, com gráficos pixel art muito detalhados. É bem divertido e com algumas partes bem difíceis — algumas fases eu só consegui passar depois de muito custo. Tinha saído pro Switch em 2018, agora chegará ao PC e PS4 também. É bem legal, recomendo :)

    10
  • farusantos Farley Santos
    2019-04-11 09:32:38 -0300 Thumb picture

    Análise: Pathway

    Pathway me conquistou com sua ótima ambientação, que remete aos filmes de aventura e exploração da década de 1990. O jogo usa elementos de adventures, RPG e administração de recursos para criar uma experiência intrigante, seja resolvendo eventos no deserto, seja no combate tático. Um visual em pixel art com iluminação dinâmica e uma trilha sonora com tom aventureiro contribuem para fortalecer a ambientação nostálgica. De negativo, existem problemas nas mecânicas e no balanceamento de certos elementos que atrapalham a experiência e trazem um pouco de repetitividade. No fim, Pathway se revela um jogo muito criativo e capaz de agradar aqueles atrás de estratégia.

    Análise completa

    Pathway

    Platform: PC
    2 Players

    7
  • farusantos Farley Santos
    2019-04-09 21:35:17 -0300 Thumb picture
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    Post by farusantos: <p>Joguei um pouco de Katana ZERO e gostei demais d
    Katana ZERO

    Platform: PC
    2 Players
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    Joguei um pouco de Katana ZERO e gostei demais do que vi.

    No jogo, controlamos um samurai e para prosseguir precisamos matar todos os inimigos da área. Acontece que basta levar um único golpe para morrer, e os oponentes são bem agressivos, sendo assim é necessário ser rápido e preciso. Recomeçamos desde o início da área ao morrer, mas não chega a ser um grande problema por causa do tamanho pequeno de cada sala.

    Além de atacar com a espada, o samurai também pode lançar coisas nos inimigos e rolar no chão para escapar dos golpes dos oponentes. Há, também, a possibilidade de desacelerar o tempo, algo útil para ter maior precisão (e permite também rebater balas).

    O que mais gostei até agora é esse visual estiloso e ágil, tudo é banhado por uma luz colorida de tom synthwave que traz uma atmosfera única. A animação também é estilosa, com tudo acontecendo muito rápido. É legal que não é só matança: na segunda missão precisamos assassinar um DJ, porém o chefe do samurai coloca como condição não matar mais ninguém, sendo assim é necessário ser furtivo e se misturar ao povo na pista de dança, entre outras situações. Fora isso, há também um sistema de escolhas que parece afetar bastante os rumos da história. 

    Curtindo até agora, espero me surpreender mais ainda :)

    8
  • farusantos Farley Santos
    2019-04-03 11:33:28 -0300 Thumb picture

    Impressões: Risk of Rain 2

    Risk of Rain 2 consegue trazer a atmosfera repleta de tensão e urgência em forma de roguelike para um mundo 3D. É divertido explorar estranhos locais de um mundo alienígena enquanto nos fortalecemos com inúmeros equipamentos inusitados, por mais que o perigo seja constante. As mecânicas em um ambiente 3D funcionam bem, no entanto ainda há espaço para várias melhorias nos controles, na clareza visual e no balanceamento da dificuldade — muitas dessas coisas devem ser alteradas durante o período de Acesso Antecipado. Mesmo assim, Risk of Rain 2 já prova ser um ótimo roguelike e tem tudo para ser ainda melhor que o primeiro.

    Impressões completas

    Risk of Rain 2

    Platform: PC
    1 Players
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    5
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-03-30 19:08:43 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Crypt of the Necrodancer

    Zerado dia 30/03/19

    Tá aí um jogo que estava na minha lista há um século. Só Deus sabe quando eu o jogaria.

    Apesar disso, um amigo insistia em recomendar e até jogar enquanto eu o visitava algumas vezes, mas eu não achava muita graça. Inclusive cheguei a testar no PS4 dele uma vez ou outra mas achei a jogabilidade confusa.

    De repente a Nintendo anuncia Cadence of Hyrule, que é basicamente uma mistura de Crypt of the Necrodancer com The Legend of Zelda. WHAT DA FUCK? O novo jogo é lindo e como eu faço questão de jogar qualquer coisa com o Link no meio (até Crossbow Training entrou na regra), eu fiquei curioso em saber porque de todos os jogos, logo esse foi o escolhido para um mash-up com uma série tão grande e importante.

    Crypt of... CotND. Vamos chamá-lo de CotND! Ele simplesmente furou a fila toda, tanto em relação aos jogos que estou jogo quanto aos que jogarei em seguida. Sim, a curiosidade estava lá em cima!

    Com meu cartão humilde de 8GB no PS Vita, exclui uns jogos e fui baixando o Indie aí. Ao iniciá-lo já achei super bizarra a arte da tela título. Cadence, a loirinha protagonista, é super feia nessa imagem, junto com um monstro meio toscão, mas tá valendo.

    O jogo em si é simples, mas bonito, todo trabalhando no visual pixelado e que, embora não seja perfeito, funcionou muito bem no portátil da Sony. Porque esse jogo não saiu no 3DS mesmo?

    CotND é um roguelike, como Enter the Gungeon, Rogue Legacy e muitos outros. O que o torna bem diferente e original é a sua jogabilidade, com grande foco em ações dentro do ritmo musical.

    Basicamente, enquanto em jogos similares você pode parar, pensar e explorar se preocupando apenas com inimigos, aqui a ação está acontecendo a cada batida da música: cada passo seu ou dos outros, cada ataque etc. 

    Você vai querer agir de acordo com a música. Cada passo deve ser planejado de acordo com os seus arredores.

    TUM  TUM  - TUM  TUM  TUM

    O d-pad te move de acordo com a posição desejada e se houver um inimigo no seu caminho, ao invés de andar, Cadence o atacará.

    DIREITA  DIREITA  CIMA  CIMA  ATAQUE

    Todos estarão agindo ao mesmo tempo, então cuidado! Entrar na frente de um inimigo fará com que ele ataque ao invés de se mover pra longe de você!

    Não agir dentro da batida não impede que os outros hajam normalmente de acordo com as marcações da música que ficam na parte inferior da tela. Além disso, quanto mais você ataca dentro do ritmo sem sair dele, maior será o seu multiplicador de moedas, ou seja, mais você vai ficar rico e mais coisas poderá comprar nas lojas, encontradas em todos os andares.

    Itens são uma parte super importante de CotND. Existem armas que atacam sem você precisar ficar adjacente ou sequer próximo dia inimigos, armaduras que diminuem muito o dano causado pelos inimigos (que é bem grande sem qualquer equipamento), magias que podem atacar ou causar outros efeitos no mapa, botas que impedem que você seja afetado por armadilhas no chão, picaretas para quebrar parede e abrir mais espaço e rotas pelos pequenos mapas, acessórios com diversos poderes passivos e por aí vai.

    Iniciando uma masmorra você tem uma adaga, uma picareta e uma bomba que você pode usar pra qualquer coisa, incluindo quebrar pedras mais duras e achar segredos. Mas conforme você junta as coisas, ficará cheio de habilidade e mais confiante mesmo em enfrentar grandes grupos de inimigos ou mesmo não ter o risco de errar o timing da música quando ela ficar TUMTUMTUMTUMTUMTUM.

    Esse jogo conta com apenas 4 masmorras e, ao terminar uma, você volta ao Hub principal com a possibilidade de ir para a próxima, sem levar nenhum item conquistado.

    Apesar disso, há motivos para voltar a masmorras anteriores! Além de tecnicamente mais fáceis, há NPCs presos em gaiolas que se você achar suas chaves e levar até eles, os desbloqueará no Hub, tendo mais opções para prosseguir sua aventura, como treinar contra inimigos, treinar uso de armas, desbloquear equipamentos com cristais especiais (diamantes) para aparecerem durante a sua exploração e até mesmo começar a masmorra com uns equipamentos maneiros.

    Se você jogou Enter the Gungeon, pode entender que é bem similar às coisas que você faz no lobby de lá.

    Por outro lado, saiba que esse jogo é TENSO. A jogabilidade é meio travado e em situações de muitos inimigos, pouco espaço e armadilhas, fica difícil planejar os seus próximos passos de segundo em segundo.

    Além do mais, eventos mais aleatórios e inimigos (principalmente os chefes) podem acabar com a sua run e tudo que conseguiu rapidinho. Itens de recuperação de vida são raros e tanto equipamentos quanto altares que dão bônus e habilidades podem acabar te atrapalhando, como coisas que te jogam pra cima dos inimigos a cada ataque ou armas que quebram caso você leve dano!

    É definitivamente um jogo de morrer um bocado, sempre indo um pouco mais longe e entendendo como funcionam as coisas novas. Meu foco nas muitas primeiras tentativas foi explorar, achar cristais e abrir mais coisas pro jogo, mas a grande maioria das coisas é apenas variação de outras coisas que você já tem, mas agora os inimigos dropam um pouco mais de dinheiro ou a cada 10 mortos você recupera meio coração. Impiedoso!

    CotND fica bem mais legal no final com tudo aberto, novos personagens para jogar, novas possibilidades e o costume com as mecânicas. Mas como sempre, a sorte pesa um bocado aqui e ali.

    Na minha primeira run na ultima dungeon, eu cheguei no último chefe de primeira e quase venci. Depois disso eu pensei bastante para conseguir chegar lá novamente e quando chegava, passava longe de vencer. Outro exemplo é que mesmo depois de zerar a campanha, voltei a jogar na primeira dungeon e apanhei um bocado. As músicas são lentas, os inimigos são diferentes e por aí vai. 

    O que eu quero dizer é que não dá pra vacilar com esse jogo. Você pode e vai ficar bom nele, mas deve sempre prestar atenção e sempre pensar uns movimentos à frente.

    Resumindo: Crypt of the Necrodancer é um jogo bem legal, com músicas, inimigos, jogabilidade e até um enredo carismáticos. Eu morria e já começava de novo, as vezes indo mais longe e com coisas melhores, as vezes morrendo bem rápido por vacilo ou falta de sorte. Há bastante conteúdo e vários motivos pra voltar a jogatina, principalmente porque cada personagem segue uma campanha independente, mas com habilidades próprias e que podem facilitar bastante o jogo.

    De bom: visual legal. Músicas simples mas bacanas. Fácil de entender. Bastante variação no gameplay conforme você se equipa. Vários modos de jogo e personagens que jogabilidade diferentes (pode ajudar também se o jogo estiver complicado com a Cadence). Modo ad-hoc no Vita. Missões diárias. Achievments para quem quiser mais, e eles exigem bastante tempo de jogo.

    De ruim: nem toda run é exatamente divertida e pode acontecer de você jogar várias delas com itens sem graça ou desinteressantes. Muito equipamento inútil ou que exige estratégias bizarras demais, como tudo que é de vidro e se quebra ao tomar um único golpe ou outros que você perde vida ao coletar, por exemplo. O jogo é meio repetitivo, com uma quantia relativamente baixa de inimigos e combate simplório e sem inspiração, mesmo em chefes (o que só mudou no final do jogo). Com exceção do chefe final, os chefes de cada masmorra podem ser qualquer um de uma pequena lista. Eu mesmo matei o mesmo cara no final das três primeiras. O jogo tem um quê de estratégia bem grande, mas é complicado sair do básico, o que pode ser frustrante ou pouco amigável para jogadores casuais.

    No geral, eu curti o jogo, mas fico feliz de ter me livrado dele. Eu gostei mais do que eu imaginava no passado, mas menos do que eu esperava durante a jogatina. Felizmente a aventura é relativamente curta e já posso aguardar o Cadence of Hyrule no primeiro dia. Fui ver um vídeo dele, inclusive, e a arte nova deixa a desse daqui no chinelo! Recomendo o jogo sim, mas Enter the Gungeon é a escolha definitiva!

    Crypt of the Necrodancer

    Platform: Playstation Vita
    7 Players
    2 Check-ins

    26
  • farusantos Farley Santos
    2019-03-29 16:18:55 -0300 Thumb picture
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    Post by farusantos: <p>Joguei quase uma hora de Risk of Rain 2 e achei
    Risk of Rain 2

    Platform: PC
    1 Players
    1 Check-in

    Joguei quase uma hora de Risk of Rain 2 e achei que foi uma experiência bem diferente.

    A principal novidade da sequência é que agora os gráficos e movimentação são 3D, o que o transforma em um jogo de ação e plataforma em terceira pessoa. O visual é ok, nada de excepcional, por mais que não tem o mesmo charme do primeiro jogo. Algo legal é que os itens e equipamentos são representados visualmente nos personagens, aí pouco a pouco eles vão ficando cheios de penduricalhos.

    Na essência, ainda é a mesma coisa: explora uma fase em busca do portal, enquanto isso enfrenta inimigos para conseguir dinheiro/exp e itens que dão características passivas. As fases de RoR2 são bem grandes e agora tem um comando para correr, o que facilita a exploração. E, claro, quanto mais tempo você demora, a dificuldade aumenta e mais inimigos aparecem. Tem algumas coisas novas, como uma moeda que persiste entre as runs, mas não tive tempo de explorar direito isso.

    Eu acho que a ideia é boa e tem potencial, mas o jogo precisa de muito polimento, principalmente usando o controle. Mirar com a alavanca direita é complicado e não há nenhum tipo de correção automática de mira como outros jogos do tipo, o que deixa o combate um pouco mais difícil que deveria ser, o ideal é jogar com mouse mesmo. Com a classe inicial, por exemplo, é difícil mirar em uns inimigos voadores pequenos que aparecem o tempo todo. Também achei que falta algum aviso visual de onde estão vindo os tiros e inimigos — várias vezes eu morri sem nem saber direito o que me atingiu. Por fim, também acredito que a dificuldade precisa ser melhor balanceada: nada acontece no começo da fase, mas quando você finalmente encontra o portal tem tanto inimigo que sobreviver é muito difícil (tanto é que até agora não consegui passar da primeira fase).

    De qualquer maneira, vou continuar jogando Risk of Rain 2, ainda preciso testar o multiplayer (deve ser mais fácil com outras pessoas) e quero ver melhor as novidades em relação ao primeiro.

    19

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