• 2021-04-13 23:34:01 -0300 Thumb picture

    Efeméride Gamer #210 - 13 de Abril

    Medium 770439 3309110367

    13 de Abril de 2012 - 9 anos do lançamento de Pandora's Tower na Europa para Nintendo Wii.

    13 de Abril de 2016 - 5 anos do lançamento mundial de Skullgirls: 2nd Encore para PC.

    13 de Abril de 1992 - 29 anos do lançamento de The Legend Of Zelda: A Link To The Past na América do Norte para Super Nintendo.

    Fonte: OnThisDayInGaming

    1
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-13 21:58:10 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Evoland

    Zerado dia 13/04/21

    Uau, mais um jogo! Esses dias tenho compensado por, sei lá, um mês sem nada no Alvanista? O negócio é que com toda essa coisa de pandemia e preocupações com o futuro e contas a serem pagas, sozinho em casa os video games continuam sendo dos melhores e mais acessíveis entretenimentos pra mim. Porém, se eu sei que o jogo é longo, eu já arrasto demais ou nem animo de começar, então tenho procurado cosias que sei que terminarei rapidamente, de preferência em uma única jogatina.

    Joguei um bocado de jogos de Switch (por ser rápido até de ligar e acessar a biblioteca) interessantes pra situação no hownlongtobeat.com e filtrei os mais curtos. Evoland, o primeiro de seu nome, foi a escolhe da vez, e uma das únicas que ficavam abaixo das três horas!

    Esse jogo é relativamente conhecido pelos jogadores graças à sua premissa de começar a aventura nos tempos clássicos dos video jogos e ir evoluindo até chegar na era 3D. Por outro lado, aparentemente sua execução não era muito boa, pois o pessoal costuma torcer o nariz para a experiência.

    Eu conheci Evoland faz um bom tempo e nem sabia que tinha no Switch (inclusive só marquei a versão de PC pois no console da Nintendo é uma coletânea), mas surgiu barato numa promoção (R$10) e eu achei uma boa conhecer e jogar em qualquer lugar, que ultimamente tem significado na cama, no sofá ou na sala de estar (as vezes na casa de um primo ou no consultório do dentista).

    Então, a sua jornada começa na época 8bits ao maior estilo Game Boy preto e branco. Até a jogabilidade é bem limitada. No começo mesmo você só pode ir para a direita, desbloqueando assim que alcançar um baú a habilidade de ir para a esquerda, depois para cima e baixo.

    Conforme você progride, coisas são adicionadas à experiência, desde o mais básico dos elementos como inimigos e a habilidade de usar uma espada e cortar obstáculos até completamente evoluir o motor gráfico do jogo e o transformar num RPG robusto e 3D.

    Para se ter uma melhor noção, o jogo começa bem parecido com Final Fantasy Adventures (GB), vira algo como Zelda: Oracle of Ages (GBC), Final Fantasy VI (SNES), incluindo uma parte que você desbloqueia a visão do Mode7 no mapa, até no fim virar um mix de Final Fantasy IX e VII.

    Eu passei uns mal bocados com a questão do HP, pois mesmo já com um jogo bem montado, eu ainda morri ao encostar num inimigo e era jogado de volta à tela inicial (felizmente já possui saves desbloqueados). Mas finalmente cheguei a ganhar corações como barra de vida.

    Depois de um pouco de exploração linear, foi gerada a primeira cidade, depois os primeiros NPCs, a habilidade de falar com eles e a de abrir portas. Evolui o estilo gráfico umas vezes e foi ficando mais agradável olhar pra tela e agora podia até comprar coisas com o recém-desbloqueado vendedor. As vezes o jogo te obriga a fazer upgrades nos equipamentos para poder continuar.

    Foi mais ou menos aí também que Evoland se transformou num RPG de turnos, como os clássicos Final Fantasys. Bacana, mas é tudo bem simples e superficial.

    Consegui uma nova parceira na equipe (e única em toda a aventura) e fomos ajudar o povo que pedia. Reforço: é tudo bem simples e direto.

    Fui percebendo que o jogo tem muita referência e humor nos textos, cenários, equipamentos, inimigos e ficou óbvio que os criadores amam Final Fantasy e Zelda, principalmente quando ele começa a usar a Buster Sword, que é exatamente igual a ela, apesar de ter outro nome.

    O protagonista também tem como nome padrão Clink, o que pareceu uma óbvia combinação entre Cloud e Link, coisa que se percebe no jogo. Sua parceira se chama Kaeris. Aeris + alguma coisa?

    Logo fui transportado à era tridimensional do Playstation.

    Tenho que dizer que toda essa evolução e transição de uma época à outra mal tem contexto no jogo. É uma coisa voltada ao jogador mesmo.

    Mas é até legal relembrar como os jogos foram evoluindo aos poucos e até uma forma interessante de "estudar" isso de forma prática, inclusive para jogadores mais jovens. Uma pena tudo ser tão bobinho.

    Com meu modelo 3D, assim como o cenário e combate estilo FF VII, Evoland ficou um pouco mais sério, exigindo mais exploração do mapa e me dando amis liberdade. Puzzles também foram adicionados à aventura, inclusive um que tinha como base interagir com cristais que trocavam a era de passado pra futuro e vice-versa, indo dos 16bits para 3D e sendo o primeiro anos antes do segundo. 

    Uma forma que eles usavam isso era que árvores na forma 16bits, passado, ainda eram pequenas enquanto no futuro 3D elas já haviam crescido e bloqueavam a passagem. Um dos momentos mais pensados de todo o jogo.

    Após mais um tempinho de jogo e já próximo do final da campanha, cheguei numa cidade e desbloqueei os fundos pré-renderizados, técnica clássica de vários jogos de Playstation, incluindo os Final Fantasys. Desbloqueei logo em seguida os NPCs, lojas e afins e Evoland seguiu essa lógica daí pra frente, o que foi até meio decepcionante.

    Decepcionante porque um jogo sobre tanta transformação se enraizou numa fórmula e se acomodou ali, como se não tivesse mais como evoluir. De repente o jogo era aquilo. Tudo o que eu fiz culminou naquele estilo e mecânicas e eu ficaria um tempo só com eles.

    Para ser sincero, houve uma parte que Evoland se transformou num Diablo, inclusive com muitas referências ao mesmo. Legal! Mas logo voltou a ser FF com umas pitadas de Crystal Chronicles bem no finalzão.

    Resumindo: Evoland é um jogo bobinho e simples, mas a ideia é muito legal e até me manteve entretido bem por um bom tempo. O jogo é uma óbvia homenagem à títulos clássicos do Game Boy, SNES e até Playstation e definitivamente vale a pena a jogatina casual para aqueles que curtem jogos antigos e as diferentes eras de video games ou para fazer um conhecido conhecer esses diferentes períodos rapidamente.

    De bom: ideia de evoluir mecânicas e visuais históricos de video games com o progresso do jogo muito bacana. Jogo fácil e curto. Umas referências bacanas, como piranha plants no deserto com canos idênticos aos do Mario e as "conquistas" na tela.

    De ruim: superficial e bobo. As evoluções de eras são muito pro jogador e dentro do contexto do jogo não afetam em nada. Alguns comandos são estranhos, como não poder acessar itens no inventário fora da batalha nem saber quais itens estão equipados. Achei que o jogo parou de mudar meio cedo e ficou preso à um estilo demais.

    No geral, valeu a pena a curta experiência e pelo preço que paguei, não dá pra reclamar. Agora é jogar o segundo algum dia, mas 17 horas de jogo ainda não me animam assim para um jogo como esse, então fica para depois, mas aparentemente a execução é bem melhor. Jogo bem ok.

    Evoland

    Platform: PC
    777 Players
    87 Check-ins

    7
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-12 15:30:39 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Gris

    Zerado dia 12/04/21

    -Não encontrei a versão de Android-

    Desde que esse jogo foi lançado, a comunidade do Nintendo Switch não para de o recomendar. "Lindo", "incrível" e "uma experiência única" são alguns dos comentários que mais vejo quando o título vem a tona.

    Não passou muito tempo para eu descobrir que essa era uma daquelas experiências artísticas, mais voltadas pro audiovisual do que o gameplay em si. Um daqueles jogos mais filosofais. Bem, o povo adora por algum motivo.

    Fiquei à espreita em busca de uma promoção no console, mas mesmo quando ela vinha, não era lá essas coisas, cerca de R$35, e eu acaba sempre dando prioridade para comprar outras coisas. Eu sempre mantive o pé atrás. Há algum tempo dei uma pesquisada em Gris e vi que ele havia saído para outras plataformas, incluindo Android, o que é muito bom! Mesmo odiando jogar no touchscreen, resolvi dar uma chance à ele visto que provavelmente seria um jogo tranquilo de jogar.

    Ao abrir o jogo é mostrada uma mensagem que recomenda o uso de fones para curtir a experiência corretamente. Como estava jogando Gris em filas, consultório do dentista e afins, eu não estava respeitando a regra e achando o jogo bem sem sal, mas ao jogar a sério em casa, eu recomendo demais os fones! Além da imersão, a trilha sonora é provavelmente o ponto mais alto da aventura.

    Iniciando a campanha, é perceptível de cara o visual cartum super bonito e que parece ter sido pintado com aquarela. A arte me remeteu muito àquela de animações mais sérias (ou adultas) antigas, do final dos anos 70 e 80. Há um quê de Disney e a elegância das ilustrações de Gerald Scarfe no filme The Wall (Pink Floyd).

    E como qualquer animação de respeito, esses desenhos não envelhecem nunca! Eu senti que é o tipo de coisa que tem um apelo para quem curte essas animações desde as antigas, mas que parece tão atual que até o mais jovem jogador acharia deslumbrante!

    Já no quesito gameplay, Gris é o que eu já esperava: um "walking simulator". Você anda pra cá, pra lá, de vez em quando até tem que dar umas voltas por um cenário enquanto muitas vezes só segue o caminho óbvio. É daquele tipo de jogo "aprecie o cenário".

    Além de andar e pular, há uns puzzles aqui e ali que exigem exploração do mapa atual, pular plataformas, usar das mecânicas dos cenários e alcançar determinados pontos para a coleta de esferas de luz. Com o número necessário delas, serão criadas rotas para dar prosseguimento na aventura.

    Cada área nova que você jogar acaba garantindo um novo power-up, obrigatório para terminar o jogo e que ainda ajuda um pouco na mobilidade (seria legal poder rejogar tudo já come eles desbloqueados). Um desses poderes te transforma num cubo que resiste a ação de ventos forte, faz peso e quebra chãos quebrados. Outro é o pulo duplo + poder planar. Há um power-up que te faz nadar (e rápido como um peixe) e por aí vai.

    Depois de um tempo de jogo eu percebi que ele é como um Journey 2D. Definitivamente um jogo para quem curte aquele tipo de experiência. O início até parece um pouco, no deserto e com sua capa voando e a música calma tocando.

    A protagonista é a Gris, uma garota meio deprê e tal (já falo sobre isso). O design dela é bem...curioso, pois seu corpo é uma capa com dois bracinhos fininhos e pretos e uma cabeça normal humana, meio destoante, meio bonito. É quase como se pegássemos um daqueles demoniozinhos pretos do ICO, Shadow of the Colossus ou The Last Guardian e colocássemos a cabeça do protagonista. Enfim, escolhas de design.

    É legal conhecer a Gris conforme avançamos e graças Às eventuais cinemáticas que a mostram bem animadas em close-ups. Eu quase queria apenas assistir esse jogo ou uma adaptação em curta-metragem.

    Já na parte da história, bem, tudo fica bem aberto a interpretações

    Vi muita gente falando sobre depressão ou como o jogo ajudou com casos pessoais da mesma, mas, fora umas viajadas bem grandes, eu acho que você pode tirar a informação que quiser do jogo.

    Superação? Procura por respostas? Busca de um ente querido? Uma metáfora a vida do nascimento à morte e os problemas recorrentes? Você escolhe.

    Só acho que depressão é um assunto muito fácil para ser mencionado (e diagnosticado sobre si mesmo) atualmente. Mas enfim, se você viu um jogo sobre isso, tá valendo! Se você viu um jogo sobre nada, também tá valendo.

    O que posso dizer é que eu não sou muito fã desse tipo de experiência, mas curti Gris. A trilha sonora e algumas partes de gameplay e cenários me cativaram bem. Ser um jogo de apenas 2 horinhas também ajudou bastante com isso.

    Resumindo: Gris é um desses jogos artísticos com mil e uma interpretações. O gameplay é simples e dá pra qualquer um curtir do início ao fim. Eu mesmo empaquei uma vez ou outra! A forma mais fácil que posso descrevê-lo é como um "Journey 2D".

    De bom: arte muito bonita e animações vivas, muitas vezes como um desenho animado. Trilha sonora espetacular. Cada mapa trás novidades e ajuda um pouco o jogo não cair na mesmice. Amo as cinemáticas. Deu pra jogar no celular tranquilamente (mas eu recomendaria numa tela maior e com um controle mesmo).

    De ruim: um bocado "walking simulator". O gameplay as vezes é meio sem sal demais, só andando ou pulando e os puzzles são quase sempre "meh". Muitos cenários são muito parados, nem a vegetação se mexe. Eu não sabia se desgostava mais de ficar andando mas jogando numa boa ou ter que parar nos templos e ficar explorando atrás de bolinhas de luz para terminar puzzles. Acho que o jogo roda a no máximo 30 fps, o que é bem estranho visto que meu celular é bem bom (mais um ponto para levar em consideração outras plataformas).

    No geral, o jogo é legal. Exatamente o que eu já esperava e não faz o meu gosto, mas ao menos é bem breve. Não chorei, nem sorri. Mas fiquei feliz em tê-lo terminado pois no final já estava cansado. Bacana!

    Gris

    Platform: Nintendo Switch
    55 Players
    11 Check-ins

    16
    • Micro picture
      msvalle · 1 day ago · 2 pontos

      Se não me engano, no final tem uma cena escondida que remete à perda.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-11 12:54:19 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Super Dodgeball Beats

    Zerado dia 11/04/21

    Uau! 3 jogos em um curtíssimo período de tempo!

    Acordei no domingo com vontade de jogar e fui direto nesse tal de Super Dodgeball Beats (SDB), um jogo que não conhecia até ver que estava em promoção por apenas uns R$5 ou R$10 reais numa página que sigo de promoções boas do Switch. Vi um vídeo e achei o jogo muito interessante por se tratar de um título musical/rítmico com estética esportiva e meio Dragon Ball. Que bacana!

    Por saber que seria o tipo de jogo que você se diverte mais do que se preocupa e todo o seu visual, eu fiquei um tempo me coçando para jogá-lo (comprei há um mês ou dois). Partiu!

    Esse jogo é bem simples, em teoria: você controla o time do lado direito da tela e cada personagem está disposto numa posição relativa ao botão a ser apertado. Na imagem acima, o gordinho de baixo representa o botão B e o garoto do topete o botão Y do Nintendo Switch, e  assim por diante. Quando o círculo maior diminuir e tocar no menor, você deve apertar o botão daquele personagem. Quem joga jogos rítmicos vaie star em casa com esse aqui!

    Mas a jogabilidade vai um pouco além: as vezes há um indicativo de segurar o botão até uma barrinha se preencher. Outras vezes você deverá deslizar o cursor com o analógico esquerdo de um personagem a outro. Tudo depende do indicador no personagem.

    Há a possibilidade de errar por não apertar o botão ou por soltá-lo muito cedo quando for para segurar ou deslizar e ainda a possibilidade de apertar muito cedo ou muito tarde, coisas que contam para os perfeccionistas.

    Após uma sequência de acertos, uma barrinha se enche e você poderá usar um golpe especial. Essa parte é curiosa pois quanto mais você joga, mais especiais desbloqueia e o que virá na hora é completamente aleatório (apesar de que você escolhe um personagem suporte que aumenta a chance de até 3 deles aparecerem).

    Recomendo usar esses especiais (ao pressionar o gatilho) assim que os conseguir pois você já poderá estar enchendo a barrinha novamente enquanto isso.

    Esses especiais contam com coisas como: uma imagem que fica se movendo por cima da sua tela e dificultando a visibilidade dos botões a serem pressionados, petrificar o oponente e impedir que ele lance ataques especiais, roubo de "vida" (pois quem acertar mais notas ganha mais "vida", a barrinha na parte superior da tela, e ao terminar a música quem tiver mais, vence), uma bomba que faz você perder pontos se você errar alguma nota e assim por diante.

    O modo campanha começa com um tutorial desses botões e segue com um enredo simples de garotos que querem vencer o campeonato. O primeiro e único disponível é bem tranquilo e dá pra terminar fácil e entender bem o jogo. No nível médio foi onde eu comecei a apanhar de verdade pois as coisas ficaram muito rápidas e eu não conseguia acompanhar alguns comandos e ainda confundia botões (principalmente quando apertava o especial).

    Em muitos momentos o jogo exigirá muita atenção aos círculos e até comandos mais complexos. Um exemplo disso é que até então as vezes você tinha muitas vezes que pressionar duas ou mais vezes o mesmo botão rapidamente quando vários círculos apareciam num personagem. Agora, no nível médio, acontecia de vários círculos aparecerem, mas com pequenos espaços que na verdade significavam apertar um círculo de outro personagem no meio, coisa bem tensa de se perceber até receber a notificação de erro.

    Esse jogo pode ser insano de difícil as vezes! Mas ele é bem misericordioso e deixa você tentar novamente quantas vezes quiser.

    Uma coisa muito legal da campanha é conhecer os diferentes times e suas temáticas, ao invés de serem apenas um bocado de moleques. Tem um time que é só um robozão, outro que é uma vampira com morceguinhos. Tem um de velhos, de Power Ranger e etc.

    Cada time tem sua música própria, que você joga ao enfrentá-los. Infelizmente essas músicas ainda soam bem genéricas e parecidas, com os mesmos instrumentos e tal, mas já é alguma coisa.

    O jogo começou a ficar cansativo até rápido, no final da primeira campanha, a fácil. Isso se deu porque os times logo começaram a se repetir, assim como suas músicas. Basicamente você começa a fazer a mesma coisa diversas vezes, o que é uma pena pois até então cada fase era uma (breve) experiência diferente.

    Isso começou a me preocupar pois ainda haveriam dois outros níveis.

    Terminei a primeira campanha e comecei o próximo nível na expectativa de novidade, mas logo percebi que eram os mesmos oponentes, cenários e músicas. Ao menos são rápidos!

    Joguei e fui percebendo a dificuldade. Poucos erros já diminuíam bem a minha vantagem e logo ainda comecei a perder. No final da campanha, agora com muitas coisas desbloqueadas (habilidades), eu cheguei a re-jogar algumas fases muitas vezes.

    No final das músicas tinham partes confusas e o marcador ia pro lado oposto, do oponente, em poucos segundos. Frustração garantida.

    No final os resultados: 130 acertos perfeitos, 20 de outras formas, 25 perdidos e isso foi o bastante para total fracasso.

    Ainda bem que sou muito paciente, até porque essa campanha foi ciando na chatice e justificando a pouca fama e notas baixas do jogo.

    Fiquei com um gosto meio ruim na boca depois de terminá-lo. O jogo é bom, mas a repetitividade dessa campanha foi bem tosca. Como se tivessem a criado por criar.

    Fiquei ainda com a impressão de que esse jogo foi feito para o multiplayer, coisa que ainda ei de experimentar. Ainda cheguei a acessar o menu sozinho e consegui jogar tanto com o Pro Controller quanto com um joycon sozinho, o que é muito bom. Você não precisa comprar controles adicionais aos da caixa para jogar SDB!

    Esse modo ainda permite a escolha de qualquer time do jogo, os suportes, como é normalmente e uso dos poderes já desbloqueados.

    Deixei o jogo no Switch pois tenho um bom sentimento de que ele pode decolar pra valer num versus, ainda mais que alguns amigos adoram jogos competitivos e jogos musicais! O multi local promete demais! 

    Resumindo: Super Dodgeball Beats é um jogo legal. Bonito e caprichado, me surpreendeu positivamente por bastante tempo. Ainda assim, a campanha foi ficando chata e sem graça com pouco tempo, então recomendaria jogar apenas o nível inicial até o final, onde você conhecerá todos os times, cenários, musicas e ainda desbloqueará os suportes e muitos dos poderes especiais. Ainda não experimentei o multiplayer local, mas vou recomendar pra quem tiver outras pessoas para jogar!

    De bom: visuais lindos e bem animados. Times com musicas e temáticas diferentes. Controles simples, mas o jogo pode ficar bem desafiador. Possibilidade de jogar com apenas um joycon cada jogador.

    De ruim: logo tudo se repete, ainda mais se você for jogar a campanha inteira de uma só vez. As músicas são meio genéricas (mas ainda assim não são as piores do gênero). Podia ter modo online.

    No geral, curti a proposta e o gameplay, mas vou reforçar que o foco deve ser o multiplayer, de preferência. Mas para quem é maníaco por jogos rítmicos, vale uma conferida no Youtube antes de pegar só pela campanha. Bacaninha

    Super Dodgeball Beats

    Platform: Nintendo Switch
    1 Players

    16
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-10 21:57:43 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Hollow Knight

    Zerado dia 10/04/21

    Opa, olha eu aqui! Quem lembra de mim? Tenho me ocupado/preocupado com tantas coisas que meu ritmo com os jogos baixou um bocado. Comecei a cursar ainda uma segunda faculdade e tenho dividido meu tempo entre trabalhar e estudar e me perguntado quando vou jogar de verdade novamente. Talvez depois que essa fase toda passar (de corona e estudos) e eu puder trabalhar numa boa e descansar com meus video games prediletos. Enquanto isso tenho achado melhor usar meu tempo com os livros e aulas.

    Por outro lado ainda acho tempo volta e meia pra jogar, até pra sair um pouco de toda essa coisa séria da vida adulta. Tenho jogado multiplayers online com os amigos (Fortnite, Apex Legends, Rocket League, Knockout City) e fazia um bom tempo que estava jogando Hollow Knight sozinho.

    Pra falar a verdade eu tinha começado HK há um tempo, antes de estar bem ocupado, então ele acabou ficando meio de lado por conta de prioridades e o fato de que eu não estava me divertindo muito com ele.

    Para quem conhece o jogo ou tem alguma noção da fama desse indie, deve ser até meio estranho alguém fazer algum comentário negativo sobre ele, pois esse é um daqueles "Super Indies". O jogo é um verdadeiro fenômeno de uns anos pra cá pelo seu gameplay bacana, sua dificuldade alta, sua temática melancólica e seus lindos visuais. Um verdadeiro Dark Souls 2D.

    Eu adquiri o jogo há muito tempo mas não estava muito no clima de um metroidvania que fosse ainda me exigir tantas horas de dedicação, mas depois de tantos meses ouvindo as pessoas o recomendarem como um dos jogos mandatórios no Nintendo Switch, junto com Breath of the Wild, mas com uma vantagem: um preço super chamativo. Se eu não me engano ele custou cerca de 15 reais na época, preço que muitos dos fãs chegam a achar injusto para a obra.

    Ao começar o jogo eu não sabia muito o que esperar além de uma grande experiência, mas bizarramente o jogo teve o efeito contrário comigo!

    Eu estava achando o jogo super monótono e repetitivo. Eu ficava zanzando como uma barata tonta pelos mapas, vendo e revendo os mesmos inimigos e áreas, tudo muito escuro e zero mecânicas ou desafios diferentes, apenas plataformas e mais plataformas e insetos zanzando pra cá e pra lá.

    Eu não sei se eu não prestei atenção o bastante ao que o jogo dizia, mas achava novas localidades aqui e ali e parecia ter muita liberdade, mas sempre chegar até algum bloqueio e ter que voltar. Não dava pra saber pra onde ir até achar alguma coisa, como uma nova habilidade, aleatoriamente depois de tanto zanzar. Algumas delas era obviamente para alcançar diferentes áreas que eu já tinha visto mas não sabia mais onde era, outras pareciam ser mesmo só coisas para me fortalecer.

    Algumas das coisas que mais me irritavam em HK incluem:

    -Cenários muito parecidos e escuros que acabam se confundindo na sua cabeça. Sabe como em Castlevania cada área tem uma temática diferente dentro do castelo? Entrada, Sala de Dança, Biblioteca etc. Aqui essas diferenças são mais sutis e se dão mais pelas cores;

    -Alguns inimigos são meio injustos, como uma "abelha" que atira três projéteis como a Spread Gun do Contra. Além do infeliz atacar com muita frequência, as vezes você tenta o fazer atirar pra um lado enquanto pula e o pega pelo outro mas o infeliz muda de direção no último milésimo de segundo da forma mais artificial possível. Outros inimigos fazem coisas injustas assim;

    -Esse me irritou um pouco, mas é mais coisa do jogo e questão de aprender: seus ataques. Os cortes da sua espada tem um delay entre um e outro e cada ataque é deferido rapidamente, indo bem além de muitas outras experiências com jogos. Como assim? Você pode pular por cima de um inimigo e atacar para baixo para "quicar" nele (e causar dano, claro), mas se você tem uma janela minúscula de acerto. Ataque muito cedo e você tomará dano por tocar no monstro. Demore um pouco demais e você não o atacará a tempo.

    -Mapa e outras mecânicas básicas. Quando você entra numa nova área, você não consegue saber onde está senão por mapa mental, e pensa num jogo que tem salas e mais salas inúteis (e iguais)! Sendo assim você tem que achar o vendedor de mapa zanzando por aí. Além disso, você deve equipar uma insígnia para conseguir se ver no mapa, senão você terá um mapa vazio.

    E falando em insígnias, você coleta um bocado delas e compra outras pelo jogo.  Esses itens, chamados de "charms" são equipáveis e te dão habilidades passivas, como ataques com maior alcance e a habilidade de não ser jogado para trás sempre que acertar com golpe com sua espada.

    Porém, há um limite deles a serem equipados, e alguns deles ocupam mais de um espaço. Alguns ocupam dois, três, quatro espaços. Uma boa ideia é trocar essas insígnias de acordo com a situação (mas você terá que achar e se sentar num banco pra isso, impossibilitando a troca durante uma batalha, por exemplo). Contra um chefe durão você não precisa daquela de se ver no mapa nem da que puxa todo o dinheiro deixado pelos inimigos pra você, por exemplo.

    Quanto mais você explorar e jogar, mais desses charms encontrará, assim como expansões para poder equipar mais deles! Outro upgrade bacana é o da sua espada, que causará mais dano e agilizará suas explorações que sempre são repletas de inimigos.

    Gosto também das habilidades mandatórias que conseguimos progredindo na campanha, como o pulo duplo e o dash que passa pelos inimigos. Inclusive é uma boa ideia voltar para enfrentar chefes opcionais e outros desafios "sidequest" depois que estiver mais forte e preparado com mais vida etc.

    Depois de muita monotonia, eu fui dominando o jogo e ele foi melhorando pra mim. Eu estava curtindo! Quer dizer, ainda tinha defeitos, mas estava interessante e eu estava jogando bastante.

    Estava dominando as áreas, conseguindo melhorias e me tornando forte. Mais uma vez, a sensação é parecida com a de Dark Souls (apesar de ser mais fácil normalmente). Existem histórias sendo contadas pelos NPCs e mesmo cenários e itens que contribuem para a percepção daquele universo. Interessante! Reencontrar rostos familiares em cantos distantes do mapa é sempre bacana.

    Bacana também é desbloquear novas áreas de transporte rápido, o que facilita um pouco o pesadelo que pode ser andar nesse jogo. Você anda, anda, anda. Nãos abe pra onde ir, vê um local no mapa e resolve ir lá pra lembrar o porquê de você não ter ido por lá, agora tem que voltar tudo novamente. Salas e salas. 

    Vi que o pessoal costuma sentar em bancos antes dessas explorações pois mesmo se achar algo, como um item novo, você pode simplesmente apertar start, voltar pro menu e depois voltar pro jogo que todo o progresso será mantido, mas o jogo sempre se inicia no último banco que você sentou.

    Com um progresso mais rápido e batalhas contra chefes legais, eu finalmente me animei bastante. Comecei a devorar o jogo e com a impressão de que eu poderia ter finalmente tê-lo entendido e que estaria a um passo de me tornar o bilionésimo fã da aventura. Isso até chegar no Coliseu.

    O Coliseu é uma área do jogo com batalhas contra um número de inimigos, como em muitos outros títulos. O jogo começou com uma fase tranquila, ganhei um item bacana. Desbloqueei a segunda batalha, passei e outro item bacana. Agora a terceira, foi um salto de dificuldade bizarro! Eu passei dias e mais dias me estressando com as inúmeras ondas de inimigos e injustiças de alguns deles que você em que engolir. São minutos e mais minutos e mais minutos só pra chegar naquela parte e morrer novamente. As vezes avançando um pouco, as vezes morrendo bem antes. TENSO.

    Descobri que poderia ignorar isso e que não era obrigatório, além de que eu poderia estar fraco e poderia voltar depois, mas me mantive tentando por muito tempo até deixar o jogo de lado. Quando percebi, já fazia mais de uma semana que não abria HK. As vezes tentava uma, duas vezes e já fechava novamente.

    Optei finalmente em voltar pro jogo e tentar me animar com ele. Não sei se teria mais saco para completá-lo 100%+ como planejava (ideia que eu mantinha mesmo não o curtindo muito na época).

    Voltei para a campanha, fui jogando e achando novas áreas e finalmente encontrei uns bichões que tinha que achar. Super bizarro como eu passava horas explorando umas cavernas ainda mais escuras e chatas para finalmente descobrir que o caminho ficava atrás de paredes falsas para chegar nos caras e nem ter que batalhar. Enfim.

    Abri o chefe final e o venci na primeira tentativa. Bah. Desinstalei o jogo com gosto depois do zeramento e créditos. Super decepcionado em como o jogo nunca chegou a lugar nenhum, nunca decolou pra mim.

    Depois uns amigos falaram que eu não tinha feito o final verdadeiro então voltei a reinstalar e peguei o save da nuvem, fui atrás do que faltava (e tive que usar ajuda da internet), desbloqueei a luta final verdadeira, e passei lá pela quinta tentativa. Foi melhor.

    Um amigo meu (que ama o jogo) me mostrou então o desfecho de algumas missões secundárias e eu achei bem legal, e mais interessante que a campanha principal até.

    Resumindo: Hollow Knight pra mim não justificou todo o hype que o pessoal põe. É um metroidvania mais ou menos (já que a exploração não é muito divertida e não há muitas habilidades que permitam que você chegue em lugares diferentes, mas sim acontecimentos que abrem portas), mas que tem lá seus lados positivos. Eu mesmo curti o artstyle e todo o clima Dark Souls, mas acredito que muitos outros jogos façam melhor do que ele no gênero. Ainda assim, ele tem seus méritos e originalidades no meio.

    De bom: visual bacana. ambientação legal. Histórias interessantes no meio de toda a campanha. Bastante conteúdo para quem quiser muita coisa para fazer e pode ser bem desafiador para esses jogadores.

    De ruim: exploração monótona. Pouco ganho de novas habilidades, sendo que o foco fica mais nos upgrades. Tudo muito escuro e parecido. Alguns inimigos tem padrões meio injustos. Alguns lugares são distantes demais até dos transportes e levam uma eternidade para você conseguir sair. Áreas sem mapa e ter que usar de habilidades para conseguir se localizar. Maçante em muito momentos de sequências longas (batalhas e exploração). Juntei muito dinheiro e não tinha com o que gastar. Os hitbox dos seus golpes são minúsculos e os dos inimigos são grandes. Odeio que o jogo "congela" quando você toma dano pois além da penalidade de tomar dano, você ainda perde o timing do seus ataques e pulos, o que geralmente resulta em mais dano.

    No geral, foi bom conhecer um jogo tão famoso, mas, olha, se você quiser um metroidvania eu recomendaria vários dos Castlevanias. Se quiser essa ambientação, Dark Souls pode ser o canal (ainda vou conhecer outros 2D) e se quiser dificuldade, acho que os Megaman X fazem um ótimo serviço. Se quiser tudo, HK pode ser o canal, mas pra mim ele não executou nenhum desses com tanta competência. Se eu recomendaria? Sim, mas sem muita expectativa. E vou ficar de olho no Silksong. Jogo bom. Fico feliz de poder jogar algo mais casual agora hehe.

    Hollow Knight

    Platform: Nintendo Switch
    222 Players
    58 Check-ins

    19
    • Micro picture
      msvalle · 3 days ago · 3 pontos

      Um estilo Dark Souls 2D é Salt & Sanctuary, conhece?

      1 reply
    • Micro picture
      lordsearj · 3 days ago · 2 pontos

      Sei como é essa falta de tempo. Emendej um MBA com uma certificação e além disso, tenho um bebê temporão. Não está fácil manter a jogatina. Mas é, foi e será o meu hobby.
      Parabéns pelo zeramento. Tenho ele tb e de igual modo, não me animou.
      Mas um dia pego para valer TB.

      1 reply
    • Micro picture
      andrexdl23 · 3 days ago · 2 pontos

      Finalmente alguém com a mesma opinião que eu!!!!!

      Todo mundo paga MUITO pau nesse jogo, mas ele é apenas "ok". Você citou perfeitamente todos os problemas do game, que são salas repetitivas e sem inspiração, ambientações que dão a impressão que foram geradas por rng, jogabilidade extremamente simples, sem contar os upgrades que o game oferece não são tão grande coisa assim. De metroidvania, SOTN ainda reina!

      Infelizmente dropei esse jogo lá pelos 60%.

      1 reply
  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2021-04-07 08:58:32 -0300 Thumb picture

    112° Platina!

    Platinei esse glorioso indie que roubou minha atenção desde a Game Awards :D

    Gostei muito dos puzzles, da trilha, do gráfico e da história em si, que como vemos em muitos indies ultimamente, é bem indireta e com diversas interpretações, recomendo bastante.

    @platinadores

    Shady Part of Me

    Platform: Playstation 4
    2 Players
    1 Check-in

    17
  • farusantos Farley Santos
    2021-03-30 10:50:20 -0300 Thumb picture

    Análise: Narita Boy

    Narita Boy aposta em uma ambientação ímpar e conceitos básicos de plataforma e ação para criar uma aventura agradável. O combate empolga com movimentos ágeis e boa variedade de situações, especialmente nos chefes. O grande destaque é a atmosfera exótica e elaborada inspirada nos anos 1980: a mitologia do Reino Digital é cuidadosamente trabalhada, e o visual em pixel art encanta com cenários e cenas repletas de detalhes ao som de synthwave. A simplicidade de elementos e a subutilização de mecânicas incomoda um pouco, mas a atmosfera é capaz de compensar esses problemas. No mais, Narita Boy é para aqueles que desejam ser transportados para uma realidade diferente.

    Análise completa

    Narita Boy

    Platform: PC
    1 Players

    8
  • farusantos Farley Santos
    2021-03-24 13:39:27 -0300 Thumb picture

    Análise: Dandy Ace, um ótimo roguelike brasileiro

    Em Dandy Ace, um mágico precisa usar todos os seus truques para escapar de um palácio amaldiçoado. O maior destaque deste roguelike de ação é a grande variedade de feitiços, cujos efeitos podem ser combinados de maneiras criativas a qualquer momento. Produzido pelo estúdio brasileiro Mad Mimic (de No Heroes Here e Mônica e a Guarda dos Coelhos), o jogo empolga com seus combates intensos e atmosfera carismática, contando, inclusive, com dublagem em português. Alguns problemas comuns de roguelikes, como um pouco de repetição, atrapalham o andamento, mas a experiência, no geral, é bem divertida.

    Seu aspecto mais notável é o sistema flexível de feitiços que permite misturar efeitos de inúmeras maneiras, explorado em combates que exigem readaptação constante — parte da diversão é justamente encontrar combinações poderosas de ataques. Um universo estiloso e com personagens carismáticos torna a aventura envolvente, e há bastante conteúdo para desbloquear. Um ponto problemático é a variedade limitada de cenários e situações, o que pode trazer sensação de repetição a longo prazo. No fim, Dandy Ace é uma experiência frenética que vale a pena ser conferida.

    Análise completa

    Dandy Ace

    Platform: PC
    2 Players
    2 Check-ins

    15
  • lendariorandom Lendário Random
    2021-03-16 21:24:29 -0300 Thumb picture
  • lendariorandom Lendário Random
    2021-03-16 21:23:12 -0300 Thumb picture
    lendariorandom checked-in to:
    Post by lendariorandom: <p>Aeeeew Aprovaram meu cadastro e ainda botaram as
    Kung Fu Do Fighting

    Platform: Android
    3 Players
    1 Check-in

    Aeeeew Aprovaram meu cadastro e ainda botaram as Screenshots! Em breve vou trazer uma crítica desse jogo maravilhoso e talvez até um review

    (Eeeh tem umas coisas que podium melhorar. Mandei um E-mail aos desenvolvedores pra ver se eles dispertam).

    Pra quem for experimentar desligue a internet antes de jogar ora evitar anúncios. Até que ajeitando isso é o que eu tenho feito.

    11

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...