• 2020-04-02 12:38:05 -0300 Thumb picture
  • farusantos Farley Santos
    2020-03-31 15:03:37 -0300 Thumb picture

    Análise: Exit the Gungeon

    Exit the Gungeon mescla plataforma, ação e uma quantidade absurda de tiros na tela para criar uma experiência empolgante e intensa. Tentar fugir do Balarbirinto é uma tarefa difícil e imprevisível por causa da grande quantidade de perigos e da arma que muda a todo momento — parte da diversão é justamente conseguir se virar em situações complicadas com a arma atual. Ao contrário do anterior, este spin-off tem uma pegada mais arcade com partidas ágeis e foco em reação rápida, sem deixar de lado a atmosfera exótica e bem humorada da franquia. De negativo há a falta de profundidade, os momentos de confusão visual e aspectos desbalanceados, que podem incomodar nas partidas, principalmente quando todos eles aparecem ao mesmo tempo. No fim, Exit the Gungeon é um jogo de ação compacto e viciante, e mesmo morrendo muito continuo tentando escapar.

    Análise completa

    Exit the Gungeon

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    18
  • farusantos Farley Santos
    2020-03-25 15:17:53 -0300 Thumb picture

    Análise: One Step From Eden

    One Step From Eden é um engenhoso roguelike que mistura bem ação e estratégia. O seu sistema de combate empolga ao exigir destreza, observação e pensamento tático ágil do jogador. Muitas opções de feitiços e melhorias incentivam a experimentação constante, e heróis com estilos de jogo diferente ajudam a trazer diversidade às partidas. A velocidade frenética e a quantidade de elementos nas batalhas faz com que o título seja difícil, mas melhorar continuamente faz parte da experiência, por mais que alguns picos de dificuldade atrapalhem um pouco. Além disso, a longo prazo a variedade limitada de conteúdo começa a pesar, mesmo com os elementos procedurais. No fim, One Step From Eden se prova um ótimo título de ação capaz de prender por horas com suas ótimas mecânicas.

    Análise completa

    One Step From Eden

    Platform: PC
    3 Players
    1 Check-in

    10
  • farusantos Farley Santos
    2020-03-21 21:43:11 -0300 Thumb picture

    Testando demos do Festival de Jogos do Steam - Edição de Outono

    O Festival de Jogos do Steam - Edição de Outono disponibiliza várias demos de jogos que estariam na GDC. Aproveitei para testar alguns jogos que já estava de olho e conheci também algumas coisas bem legais. Fora alguns que eu já tinha testado no festival anterior (como Spiritfarer), seguem meus preferidos:

    Going Under é um roguelike bem divertido em que controlamos uma estagiária que precisa explorar ruínas de startups falidas. Qualquer coisa pode ser usada como arma: monitores, teclados, lápis, vassouras, cadeiras e mais. E a temática de "startups falidas" é bem supimpa, com direito a goblins hipsters, piadas sobre jargões e mais, é tudo bem colorido e bem humorado. O meu favorito dos que joguei :)

    Moncage é um puzzle interessantíssimo e criativo. Nele precisamos manipular um cubo que mostra diferentes cenários em cada uma de suas faces e precisamos alinhar elementos localizados em mais de um lado para resolver puzzles. Tem umas sacadas bem legais de perspectiva, por mais que às vezes fique meio obtuso.

    Eldest Souls é um jogo no estilo "boss rush" com visual 2D bem bonito e elementos de soulslike. Parece que vai ter umas opções de diferentes builds, o que vai trazer variedade ao jogo. Vou ficar de olho no desenvolvimento dele.

    Batbarian é um metroidvania 2D em que exploramos uma caverna escura cheia de perigos. O diferencial é um morcego brilhante que pode ser direcionado para resolver puzzles.

    Rising Hell é um roguelike de ação em que precisamos escalar uma torre cheia de perigos demoníacos. Achei o combate um pouco simples, mas até é divertido. Deve ficar mais complexo com o tempo, já está disponível em Acesso Antecipado.

    15
  • farusantos Farley Santos
    2020-03-19 13:56:54 -0300 Thumb picture

    Sea of Stars, prequel de The Messenger, é anunciado

    Sabotage Studio revela Sea of Stars, um prequel de The Messenger. O jogo será um RPG por turnos inspirado nos clássicos, mas com muitos recursos modernos.

    A desenvolvedora lançou uma campanha no Kickstarter e tem intenção de lançar o jogo em 2022.

    Tá lindão :)

    The Messenger

    Platform: PC
    97 Players
    37 Check-ins

    7
    • Micro picture
      raccoon · 17 days ago · 1 ponto

      tá lindão mesmo!

  • farusantos Farley Santos
    2020-03-19 12:49:53 -0300 Thumb picture
    farusantos checked-in to:
    Post by farusantos: <p>Exit the Gungeon é a continuação/spin-off de Ent
    Exit the Gungeon

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    Exit the Gungeon é a continuação/spin-off de Enter the Gungeon. 

    O Balabirinto está desmoronando e os Balexploradores vão tentar escapar de lá por meio de um elevador. O jogo pega a ideia original de Gungeon e transforma em um título de ação e plataforma 2D.  Para escapar das balas, também é possível fazer uma esquiva vertical (ou seja, um pulo, haha). Além disso, a arma muda automaticamente de tempos em tempos e a qualidade dela depende do tamanho do combo.

    Continua difícil, continua sendo bullet hell, continua cheio de referências e continua tendo uma tonelada de conteúdo. Tô apanhando bastante, mas tô gostando :)

    5
  • farusantos Farley Santos
    2020-03-19 09:32:55 -0300 Thumb picture

    Análise: Virgo Versus the Zodiac

    Virgo Versus the Zodiac, RPG produzido pelo estúdio brasileiro Moonana, se destaca com suas ideias diferentes e diversas mecânicas interessantes. A jornada da anti-heroína Virgo é repleta de personagens e momentos inusitados com texto bem humorado em um universo bem pensado. O combate por turnos, que mescla elementos de estratégia e tempo real, é bastante divertido e desafiador. A ambientação é outro ponto forte com interpretações únicas de símbolos do Zodíaco, visual charmoso em pixel art e música excepcional. Alguns pequenos detalhes incomodam, como o uso de termos confusos, mas, felizmente, podem ser perfeitamente contornados. No fim, Virgo Versus the Zodiac se mostra um RPG criativo e uma ótima experiência.

    Análise completa

    Virgo Versus the Zodiac

    Platform: PC
    1 Players

    14
  • farusantos Farley Santos
    2020-03-16 22:05:44 -0300 Thumb picture
    farusantos checked-in to:
    Post by farusantos: <p>One Step From Eden é um título indie para PC e S
    One Step From Eden

    Platform: PC
    3 Players
    1 Check-in

    One Step From Eden é um título indie para PC e Switch que usa o combate de Mega Man Battle Network como inspiração para criar uma experiência roguelike frenética.


    No jogo, controlamos um personagem que tenta chegar no Eden, supostamente o único lugar seguro em um mundo pós-guerra. Para isso, precisamos passar por inúmeras batalhas em tempo real. Os personagens contam com uma arma principal e um baralho de feitiços que consomem mana para serem desferidos. Entre os estágios, é possível adquirir melhorias e novos feitiços, o que traz um aspecto de montagem de baralho ao jogo.
    O mapa tem alguns tipos diferentes de situações, como minichefes, lojas e fases que podemos tentar salvar reféns para ganhar recompensas. No final de cada área tem um chefe, e podemos escolher seu destino no fim da batalha: matá-lo para ganhar melhorias e experiência, ou poupá-lo para que ele nos ajude no futuro.

    Acho bem legal a interpretação roguelike de One Step From Eden, principalmente por causa da imensa quantidade de feitiços — dá pra fazer baralhos focados em tipos diferentes de magias, o que abre espaço para inúmeras estratégias. A ação é rápida, no entanto tô achando tudo acelerado demais: às vezes sou atingido por ataques tão rápidos que não há tempo hábil para escapar, e é um pouco difícil montar uma estratégia com calma no meio do caos frenético. Além disso, a dificuldade é um pouco desbalanceada, com alguns chefes muito poderosos às vezes fazendo ataques praticamente inescapáveis. Tô achando o jogo divertido, mas muito difícil — com cinco horas de jogo só consegui chegar ao final da área quatro (são oito no total) e ainda não consegui liberar nenhum personagem jogável adicional.

    No fim, One Step From Eden é um jogo bem interessante com grande foco em destreza. Vou continuar jogando, mas acho que nunca vou conseguir chegar no final por causa da dificuldade acentuada, haha. O título terá suporte a mods, espero que alguém faça algo para diminuir um pouco a velocidade da ação, aí sim ele ficará perfeito para mim.

    15
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-03-12 18:34:14 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Volume

    Zerado dia 12/03/20

    Atenção: a versão de PS Vita de Volume não está cadastrada aqui no site.

    Eu conheci esse jogo há uns tempos atrás. Não fazia ideia do que se tratava e só conhecia a sua imagem de capa. Isso provavelmente foi perto de seu lançamento e o povo falou tão bem dele que assim que o vi numa promoção, tratei de comprar a versão de PS4 (nem tinha o console ainda na época pra testar).

    Eras depois, na casa do único amigo que tinha PS4 na época, resolvemos testar e talvez até terminá-lo. Foi aí que eu realmente conheci o jogo, que é bem um clone das VR Missions do primeiro Metal Gear Solid.

    Mesmo AMANDO a série Metal Gear, eu praticamente nunca joguei VR Missions. Na época que comecei a jogar as aventuras do Snake, eu o interpretei como um bocado de missões extras como passatempo (tenho até hoje no PS1, mas não acredito que vá jogar).

    Sendo assim, quando eu vi que Volume era isso: câmera aérea e stealth, eu na verdade fiquei um pouco decepcionado. Não que essa combinação seja ruim, mas eu imaginava algo completamente diferente e com um enredo forte.

    Ainda assim, seguimos jogando sem saber muito o que pensar. Terminava uma fase e a porcentagem de campanha completa subia 1%, o que obviamente queria dizer que a aventura tinha 100 missões.

    Passe despercebido por guardas, jogue um item para que mudem a direção de seus olhos, chegue ao final, comece a próxima fase. Some isso ao visual poligonal simples e as poucas cores nas fases e logo estávamos bocejando. Eu insisti o máximo que deu, inclusive em outros encontros e achei que estava terminando, mas só agora, jogando no Vita, que eu percebi que tinha feito cerca de 1/4 do jogo.

    A verdade é que eu acabei recomeçando Volume pois cansei de esperar oportunidade de jogar por lá e acreditava que eu iria me divertir mais jogando no meu tempo um jogo como esse. Infelizmente parece que o jogo não tem cross-save, mas ao menos eu pude pegar as mecânicas básicas mais uma vez, pois algumas vezes aconteceu de eu ter dificuldade de avançar em certas fases na casa dele por esquecer do uso de alguns botões.

    Como eu já disse, esse é um jogo de stealth. Você visualiza grande parte do cenário do jogo na tela (que bizarramente funcionou muito bem no Vita) e deve coletar todos os diamantes do estágio para que a saída fique acessível. Feito isso, basta chegar lá e pronto. A premissa do jogo permite que cada cenário seja terminado entre 90 e 120 segundos (mais ou menos) muitas vezes na primeira tentativa.

    O desafio está em cumprir a missão enquanto passa despercebido pelos mais variados tipos de inimigos, que são apresentados conforme você avança no jogo.

    No início da campanha você aprende que o personagem anda lentamente e que você deve ser paciente, Além disso, usar o botão L para se encostar nas paredes (inclusive agachando contra obstáculos menores).

    Certos inimigos ficam sondando a área, enquanto outros ficam parados olhando para uma única direção. Isso até que tenham a atenção chamada de alguma forma.

    Em Volume você pode andar perto dos caras (robôs) e até encostar de vez em quando, mas o que basicamente os faz ir atrás de você é entrar em seus campos de visão. Nesse caso, eles correm em sua direção enquanto uma barrinha vermelha se esgota e, ao chegar ao fim, atiram em você. Nesse tempo você tem uma pequena janela de oportunidade de se esconder e os fazer te perderem de vista.

    Pra te ajudar, você pode usar de certos artifícios, sendo o assobio o mais básico e que você sempre pode usar em qualquer fase para chamar atenção dos guardas num pequeno raio de distância. Com o tempo o assobio é usado tão raramente que eu até esquecia dele.

    Mas além disso, as fases podem conter um ou mais itens coletáveis no chão, que geralmente serão mandatórios para conseguir passar de nível. Um deles é uma pedrinha que você jogar e que explode, fazendo os caras andarem até onde ouviram o barulho. Outro joga uma imagem falsa sua e eles correm atrás. Há outro que te deixa rápido e silencioso ao andar sobre terrenos barulhentos, outro te deixa invisível, um te camufla como um dos robôs e assim por diante.

    Todos esses itens requerem determinado tempo específico para poderem ser usado e duram apenas algum tempo (como ficar invisível ou camuflado), então sempre tenha cuidado.

    O jogo sempre inventa novos tipos de armadilhas e mecânicas de cenário para variar a coisa toda (e as vezes dificultar a sua vida um pouco). Mas foi graças a coisas como essas que eu realmente comecei a apreciar Volume, principalmente depois daqueles 1/4 que eu tinha feito anteriormente. Enquanto no começo eu tava tipo "cara, tô na fase 17 e isso vai demorar muito", em seguida eu tava tipo "nossa, eu fiz 10 fases tão rápido e nem vi!"

    Agora o que realmente complica a sua jogatina são as diferentes variações de inimigos (ainda mais somadas às novas mecânicas de cenário).

    Um dos inimigos é uma torreta e se ela te ver,  não dá nem tempo de se esconder. Outro é um cachorro, que não ataca, mas late e chama a atenção de todos os inimigos pra sua área. Há ainda um que tem visão em todo o seu redor e um fortão que te vê de muito longe e corre pra te matar no ataque físico (pior do que aqueles que tem armas).

    Em compensação, entram também depois uns snipers que te vem  de muito longe, mas demoram tanto pra atacar que eu muitas vezes varia questão de ser visto. Bem tosco.

    É normal as vezes ficar uns minutos tentando e morrendo em um estágio, mas o jogo só computa o tempo total da run que você terminou aquele desafio. Além disso, há diversos checkpoints visíveis nas fases, o que elimina 99% do fator frustrante de falhar.

    Resumindo: Volume é um jogo de stealth muito bacana, ótimo pra quem curte o gênero ou sente falta das época de Metal gear Solid. O jogo é todo voltado a fases fases (inclusive há a possibilidade de correr pelos melhores tempos nos placares de líder), então não espere muito enredo além de umas cinemáticas e conversas durante o jogo que você mal consegue prestar atenção. Ainda assim, um jogo muito competente e muito divertido e viciante!

    De bom: visual "clean" ajuda um bocado. Há sempre novas mecânicas e a tentativa de reinventar depois de um dado tempo, impedindo que o jogo caia na mesmice que eu esperava. Além das 100 fases da campanha, há muitas fases criadas pelos jogadores e a possibilidade de criar as suas e isso dá uma sobrevida gigantesca ao título, no maior estilo Super Mario Maker, por exemplo. Platina simples e gostosa de fazer. Curto a liberdade que o jogo me dá.

    De ruim: rolaram alguns bugs nessa versão do Vita, inclusive de fechar o jogo. Algumas partes eu achei bem injustas, como pontos que o inimigo não deveria ter me visto ou o inimigo virar a visão pro meu lado de forma artificial ou ainda aumentar o campo de visão pra me ver mais distante! Algumas vezes o comando de interação não ia ou ia como delay, tipo ler algum papel ou coletar uma chave. Lag em fases com muitos elementos, possivelmente exclusivo dessa versão portátil.

    No geral, curti bem mais do que esperava e recomendo demais, seja no PC, no PS4 ou no Vita. Um jogo muito bom, como as pessoas falavam. Se você curte stealth, termine esse joguinho de 6 horas!

    Volume

    Platform: Playstation 4
    10 Players
    1 Check-in

    19
    • Micro picture
      gennosuke6 · 24 days ago · 4 pontos

      Zerou o Volume, ae não dá pra escutar mais nada. @_@ Kkkkkkkkkkk, não resisti. XD
      Mas, parabéns! o/

      1 reply
  • farusantos Farley Santos
    2020-03-12 15:12:24 -0300 Thumb picture

    Impressões: Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth

    Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth usa a série nipônica para criar uma aventura de ação e plataforma 2D ímpar. O jogo explora conceitos familiares de forma sólida em um metroidvania mais contido, com combate e exploração competentes. Além disso, há ideias interessantes, como puzzles envolvendo rebater flechas e a presença de poderes elementais com diferentes usos. Uma ambientação bem trabalhada com visual e música impecáveis também é um ponto notável. No momento o único revés é a quantidade limitada de conteúdo, o que é justificável pelo jogo ter acabado de ser lançado no programa Acesso Antecipado, mas isso deve mudar no decorrer do desenvolvimento. No fim, Record of Lodoss War: Deedlit in Wonder Labyrinth já encanta e a versão final promete ser imperdível para entusiastas da franquia e para aqueles que gostam de aventuras de plataforma.

    Impressões completas

    Record of Lodoss War-Deedlit in Wonder Labyrinth-

    Platform: PC
    11 Players
    8 Check-ins

    24

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