• farusantos Farley Santos
    2019-02-14 14:12:07 -0200 Thumb picture

    Análise: The Textorcist: The Story of Ray Bibbia

    The Textorcist: The Story of Ray Bibbia se torna um jogo sem igual ao mesclar conceitos tão diferentes. Digitar exorcismos no teclado ao mesmo tempo que escapamos de inúmeros projéteis é complicado, no entanto é justamente a junção dessas duas características que faz a experiência ser divertida. As batalhas apresentam desafios e padrões variados, o que força o jogador a aprender novos truques constantemente. Além disso, a ambientação é cativante com a presença de uma trama com humor negro e bom visual. De negativo, temos uma dificuldade que pode ser frustrante em alguns momentos e ausência de opções para tornar o título mais acessível. Intenso e diferente, The Textorcist é para aqueles que gostam de alto desafio e criatividade.

    Análise completa

    The Textorcist: The Story of Ray Bibbia

    Plataforma: PC
    1 Jogadores

    6
  • farusantos Farley Santos
    2019-02-11 14:35:22 -0200 Thumb picture

    Análise: Euclidean Skies

    Euclidean Skies conquista ao explorar criativamente regras simples e intuitivas. Apreciei bastante os vários estágios com puzzles que exigem manipular os cenários e fazer movimentos de forma inteligente, principalmente por causa da presença de experimentação e liberdade. O universo vibrante, com belas ruínas que lembram pequenas maquetes, é convidativo e dá mesmo vontade de mexer em tudo. Para alguns, a experiência pode ser um pouco frustrante por causa de soluções obscuras e situações muito abertas, no entanto não deixa de ser recompensador conseguir completar um enigma. Estiloso, surreal e inventivo, Euclidean Skies é um puzzle que vale a pena conferir.

    Análise completa

    Euclidean Skies

    Plataforma: PC
    1 Jogadores

    3
  • farusantos Farley Santos
    2019-02-01 10:32:31 -0200 Thumb picture

    Análise: Wargroove

    Um conceito simples e complexidade aplicada na medida certa são os maiores trunfos de Wargroove. O jogo oferece muitas possibilidades de estratégia com a presença de mapas elaborados, muitas unidades diferentes, mecânicas avançadas e mais — dominar os sistemas é divertido e recompensador. A quantidade de conteúdo é vasta e diversificada, e ele é dividido em modos e missões criativas, sendo possível construir ou obter novos mapas e campanhas com facilidade. A união desses elementos faz com que Wargroove seja um título viciante e excepcional, apreciadores de estratégia tática não podem deixar de conferi-lo.

    Análise completa

    Wargroove

    Plataforma: PC
    2 Jogadores
    1 Check-in

    4
  • farusantos Farley Santos
    2019-01-30 15:31:52 -0200 Thumb picture
    farusantos fez um check-in em:
    <p>Wargroove é basicamente um Advance Wars de fanta - Alvanista
    Wargroove

    Plataforma: PC
    2 Jogadores
    1 Check-in

    Wargroove é basicamente um Advance Wars de fantasia, ou seja, é muito bom :)

    Na essência é um jogo de estratégia por turnos com várias unidades diferentes. O legal é que tem mecânicas próprias, como Ataques Críticos, e varias outras coisinhas. 

    Gostei, também da criatividade das unidades e temática. Sério, tem coisa mais legal do que um cão-comandante chamado César? E uma das unidades é um grupo de cães chamado "belicães", haha

    Por fim, tem muita variedade de situações nas missões e nos vários modos de jogo. Há também um editor de mapas e campanhas, já tem muita coisa interessante pra baixar lá.

    Gostei bastante do que já joguei de Wargroove e recomendo demais pra quem gosta do gênero :)

    9
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-01-24 21:21:23 -0200 Thumb picture

    PAIS ATORMENTADOS (SHARE)

    Seguindo com minhas investigações rumo ao CHECK OUT...

    Os momentos na adega são tensos, 

    Porém o local apertado afeta o gameplay. As câmeras não ajudam muito também...

    Ficar preso em elevador não é nada legal...imagine nessa mansão repleto de doidos.

    Ainda bem que a enfermeira GLORIA apareceu pra ajudar...

    Mas a investigação não pode parar...Afinal, onde está a criança JENNIFER?

    "Juro que ouvi um barulho..."

    Eita...quem será que morreu?

    Parece que JODIE FOSTER não gostou nada dessa estadia na casa do misterioso DR. FELTON, afetado por uma misteriosa doença.

    E assim termina essa curta (e boa) experiência de ROSEMARY REED, 35 anos, buscando respostas para a misteriosa trama.

    Não que seja ruim, mas percebo em REMOTHERED uma miscelânea de homenagem à games de terror como CLOCK TOWER, OUTLAST (mas pelo menos em REMOTHERED podemos jogar objetos nos inimigos), WHITE NIGHT (na sua forma de narrativa cinematográfica), RE7, dentre outros. Até o momento está bom, estou curtindo: 

    PONTOS POSITIVOS:
    + Tensão e suspense
    + Puzzles

    PONTOS NEGATIVOS:
    - Jogabilidade travada em dados momentos, em especial "NA ADEGA".
    - Curta duração
    - Excessivamente escuro (ambientes escuros) e o corte para as CG's é excessivamente claro.

    Remothered: Tormented Fathers

    Plataforma: Playstation 4
    14 Jogadores
    5 Check-ins

    30
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-01-17 22:20:54 -0200 Thumb picture

    PAIS ATORMENTADOS (SHARE)

    Um "semi check out" desse game tenso...

    Mais uma assombração pela casa?

    Bora nos aproximar da coleguinha? Tentar firmar uma amizade...

    É...acho que foi uma péssima ideia!

    Bora investigar o quarto da criança...

    Uma ligeira dica: "não esqueça de quebrar os espelhos..."

    Não esqueça também que a personagem pode bloquear a porta com sua própria força...

    O "momento do subterrâneo", apesar de tenso, achei mal aproveitado com uma câmera problemática.

    Vamos ver se no próximo ambiente, "NA ADEGA", as coisas melhoram.

    Última foto do check in, então nada melhor do que ficar babando com esse repórter gatão!

    Não que seja ruim, mas percebo em REMOTHERED uma miscelânea de homenagem à games de terror como CLOCK TOWER, OUTLAST (mas pelo menos em REMOTHERED podemos jogar objetos nos inimigos), WHITE NIGHT (na sua forma de narrativa cinematográfica), RE7, dentre outros. Até o momento está bom, estou curtindo:

    PONTOS POSITIVOS:
    + Tensão e suspense
    + Puzzles

    PONTOS NEGATIVOS:
    - Jogabilidade travada em dados momentos, em especial "NA ADEGA".
    - Curta duração
    - Excessivamente escuro (ambientes escuros) e o corte para as CG's é excessivamente claro.

    Remothered: Tormented Fathers

    Plataforma: Playstation 4
    14 Jogadores
    5 Check-ins

    35
    • Micro picture
      sergiosamsa · 1 mês atrás · 2 pontos

      Quase que eu comprei esse daí na promoção de fim de ano...mas desisti porque todo mundo diz que é muito curto e pelo preço que estava preferi esperar baixar mais ou acabar caindo na Plus, vai saber, hehehe! Mas estou bem curioso.

      1 resposta
    • Micro picture
      taina2rj · 1 mês atrás · 2 pontos

      Já falei que curto demais teu modo de fazer check-in? Rsrsrs pois bem, ta dito. Boa jogatina!

      3 respostas
    • Micro picture
      taina2rj · 1 mês atrás · 2 pontos

      (Em tempo: tenho pavor de jogo/filme de terror. Então é smp bom quando alguem joga e 'mastiga' o conteúdo pra mim!rs)

      1 resposta
  • 2019-01-17 13:50:23 -0200 Thumb picture

    DE VOLTA DE NOVO!

    Finalmente reuni tempo pra trabalhar no jogo novamente e eu gostaria de compartilhar com vocês as alterações recentes no jogo. Dessa vez não vou entrar em muitos detalhes por não serem coisas impressionantes ou que mudam demais. São mais polimentos à experiencia do usuario.

    Antes de tudo, devo lembrar que essas mudanças NÃO estão públicas ainda! Vou lançar a nova versão com todas elas de uma só vez.

    Enfim aqui vão elas:

    - Correções de pequenos bugs, gráficos e sons (não acaba D:);

    - Dei uma mexida no tutorial, mas foi algo pequeno. Porém acredito que vai melhorar a experiência de quem jogar pela primeira vez;

    - Adicionei uma musiquinha de vitória ao derrotar chefes (por algum motivo esqueci completamente disso no jogo original);

    - Adicionei um pequeno ícone que aparece em cutscenes de mais de uma rota. Ele indica se o caminho baseado nas suas ações que você tomou foi canônico (de acordo com a história original do RPG de mesa) ou foi uma versão "e se?" daquela cena:

    Esse eu quero falar um pouco. Originalmente os planos eram de fazer caminhos separados na história que gerariam novos diálogos, cenas e até jogos inteiros com base nessas escolhas. Mas isso se provou trabalhoso demais considerando meu atual ritmo de produção do jogo. Então decidi fazer apenas os 10 jogos vanilla seguindo o cânone da história original. Você ainda poderá ver essas cenas novas e alternativas, mas servirá apenas como uma recompensa, um easter-egg. Os jogos vão todos apenas seguir o cânone independente das cenas desbloqueadas no jogo anterior. Enfim, é melhor pra quem prefere uma história linear e canônica e melhor pra mim que consigo fazer os jogos mais rapidamente;

    - Adicionei dicas à tela de pause. São 25 dicas aleatórias que vão te ajudar a desvendar os segredos do jogo:

    - Adicionei também um lembrete que te informa toda vez que você destravar algo novo no jogo. Assim deixa mais claro as opções de jogabilidade:

    As screenshots estão em inglês, mas tem tudo isso em português também, não se preocupem.

    E é isso aí por enquanto. A interface tá praticamente pronta. Agora vou focar um pouco na arte antes de trazer uma mudança bem significante no gameplay.

    Continuarei trazendo atualizações para vocês, então fiquem ligados! E, como sempre, obrigado por jogar!

    Digimon Chronicles: The Alpha Chosen

    Plataforma: PC
    6 Jogadores

    7
    • Micro picture
      vinix · 1 mês atrás · 2 pontos

      Então a ideia de você perder o "backup" caso mate a Kinkakumon foi dropado? Eu havia gostado da ideia.

      3 respostas
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-13 17:46:45 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Papers, Please

    Zerado dia 13/01/19

    Antes de começar o meu texto, vou avisar duas coisas: a primeira é que a única versão desse jogo registrada aqui no Alvanista é a do PC! Se não me engano há outras, talvez no celular e a que eu joguei, no Vita. Se alguém dar uma complementada no site, esteja avisado (por mais que seja fácil fazer isso, eu sempre fico com preguiça). Segundo, as imagens que uso nos meus posts eu sempre pego no Google, então pode rolar fotos da versão de computador e possivelmente serão todas em inglês, mas eu joguei ele completamente em Pt-BR.

    Papers, Please é praticamente um "job simulator" em que você trabalha como agente de imigração de fronteira permitindo ou não a entrada das pessoas no país de Arstotzka. O jogo tem um climão meio Guerra Fria e cada pessoa que você atende tem algo a dizer, uma história pra contar ou um argumento diferente para tentar te convencer a entrar no país por debaixo dos lençóis.

    O visual da aventura é do típico indie querendo ser 8bit, mas não tinha como ser melhor. Inclusive, a paleta de cores ajuda bastante na imersão de trabalhar um país são sério e cheio de regras.

    A jogabilidade lembra um bocado a de jogos como Ace Attorney. A pessoa te entrega os documentos, você verifica as informações de cabo a rabo e tenta encontrar discrepâncias. Depois fica a seu critério deixar a pessoa entrar ou não no país, mas claro que deixar uma pessoa passar com a papelada falsificada ou vencida ou ainda não deixar alguém que tinha tudo certinho gera punições. E você definitivamente não quer punições.

    O jogo tem regras básicas para serem sempre executadas, como fazer raio-x naqueles que estão acima do peso documentado para verificar se carregam armas e afins. Essas regras serão levadas até o final da aventura.

    Por outro lado, as regras podem ser alteradas a cada dia (fase) e você deve estar sempre atento ao que fazer. Se ontem eu não permitia a entrada de ninguém de determinado lugar ao país, hoje eles podem entrar sem problema.

    PP ainda se reinventa com mecânicas e adição de mais documentos obrigatórios (logo, mais informações para você prestar atenção de cada pessoa) conforme você avança na estória.

    No final do jogo, você vai ter juntado muitas regras e mecânicas básicas para vários tipos de situações + regras provisórias para prestar atenção. Não é fácil, mas você acaba organizando as idéias e sistematizando tudo na sua cabeça.

    Ainda assim, não vou mentir que nos últimos dias eu deixei gente passar depois de verificar tudo e ainda recebia uma notificação ou mais por algo errado que deixei passar sem ver.

    A sensação de jogar Papers, Please pra mim foi exatamente como trabalhar no guichê de verdade. você quer trabalhar rápido, mostrar serviço, mas ser chamado à atenção é tenso, de dar um frio na barriga.

    Mas por que não trabalhar tranquilo e lendo tudo devagar? Bom, o jogo tem tempo em cada fase (uns 6 minutos?) e a fila de pessoas é infinita. Quanto mais pessoas você atender até dar o horário de "ir embora", mais dinheiro você vai receber.

    E pra quê dinheiro? Você tem uma família em casa pra ser sustentada. Eles passam fome, frio, ficam doentes no no final do seu expediente, você deve escolher o que comprar com o pouco que ganhou. Investir em aquecimento? Comida? Comprar um remédio pro seu filho ou pra sua sogra? Tá todo mundo sofrendo nesse país, amigo!

    Quando zerei o jogo, o meu tio morreu no meio da aventura e o filho lá pros 2/3 da campanha. No final sobraram esposa, sogra e prima. Nas minhas primeiras jogatinas, o povo morreu depois de poucos dias e deu Game Over.

    Falando em Game Over, PP permite que você recomece a jogar da parte que desejar, já que o jogo faz um save automático pra cada dia de cada campanha que você jogar. Basicamente, você pode iniciar um novo jogo quando quiser mas todos os dias que completou estarão abertos classificados por campanhas iniciadas e dias.

    Fez besteira no último dia? Você tem a opção de tentar refazê-lo direito. Fez uma escolha infeliz que te deu um zeramento ruim dos 20 possíveis prematuramente? Volta no dia que você fez aquela decisão e faz diferente! Isso é bem legal, principalmente se você tá perto do último dia (30) e ganha um zeramento ruim por algo que nem imaginava, evitando ter que rejogar tudo. Isso também ajuda bastante àqueles que querem ver todos os finais possíveis (inclusive o jogo registra isso e provavelmente dá uma conquista).

    Pra quem jogou 9 Hours 9 Persons 9 Doors ou Zero Escape vai se familiarizar com esse esquema.

    Resumindo: Papers, Please é mais ou menos como eu já imaginava pelo pouco que eu conhecia. Um jogo que exige bastante atenção e um bocado de leitura com uma atmosfera interessante. Senti que a estória poderia ser um pouco mais profunda, principalmente no zeramento, mas é possível que fazendo mais finais e pegando rotas diferente isso seja melhor (apesar que escolhas e zeramentos diferentes são tão simples e rápidos ou acabam com seu jogo de uma forma bem sem graça).

    De bom: jogabilidade simples (possivelmente melhor no PC) e idioma brasileiro, que qualquer um consegue jogar (a barreira do idioma impediu que eu recomendasse Phoenix Wright pra muita gente, por exemplo). Inclusive, serve como uma ótima entrada para esse mundo de jogos de leituras e contradições. Alguns personagens aparecem mais de uma vez e o jogo sabe disso, o que faz você se apegar a eles e suas estórias. Vários finais. Possibilidade de voltar para rejogar os dias que você quiser da campanha. Visual bacana. Encontrar contradições com base em regras é legal pois não exige contexto pros personagens. Variações constantes no gameplay e missões.

    De ruim: as vezes é difícil saber o que você fez de errado pra ter ganhado um zeramento ruim do nada. As primeiras jogatinas não são tão amigáveis assim e fiquei meio perdido (mas ainda assim a jogatina só durou 4h30min). Meu dedo gordo as vezes tinha dificuldade de pegar a coisa certa no meio de tantos papéis na tela do Vita e não tem opção de usar analógico como cursos (apenas como câmera). Mesmo trabalhando bem rápido e certo, achei difícil pacas conseguir manter a família sempre bem e as vezes o povo tinha uma doença e eu comprava remédio pra eles, mas na tela seguinte dava Game Over porque eles morreram. Achei o fim da estória meio sem graça, pouco melhor que o fim de um dia comum.

    No geral, gostei muito do jogo, mesmo ele ficando repetitivo aqui e ali. Os dias são rápido e tem como jogar um pouco por dia (mas não recomendaria largar por muito tempo a não ser que você planeje reiniciar a estória, pois tem muito detalhezinho pra lembrar). Gostaria de ver uma versão dublada pra não ter que olhar pros balões de fala de tudo que dizem haha. Experiência muito boa!

    PS: busque terminar o último dia (23 de Dezembro)/zeramento 20/20 para considerar o jogo terminado!

    Papers, Please

    Plataforma: PC
    748 Jogadores
    66 Check-ins

    33
    • Micro picture
      jclove · 1 mês atrás · 3 pontos

      Parabêns. É um jogo surpreendente mesmo. Viu o curta metragem. Adaptou perfeitamente.

      2 respostas
    • Micro picture
      onai_onai · 1 mês atrás · 3 pontos

      Bem legal esse jogo.

    • Micro picture
      seigouhh · 1 mês atrás · 2 pontos

      Achei interessante a ideia do jogo, vou colocar na minha lista.

      1 resposta
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-01-08 12:49:41 -0200 Thumb picture

    PAIS ATORMENTADOS (SHARE)

    Seguindo com as investigações de "JODIE FOSTER em O SILÊNCIO DOS INOCENTES"...

    Só tem gente linda aqui!

    "A família ASHMAN assim como doze freiras de um convento alegam ter sintomas sérios que podiam ser descritos como de uma doença parasitária suspeita". Bora pro sótão e investigar mais!

    "Eles podem ter sido usados como cobaias inconscientes de experimentos farmacêuticos pelo sócio da empresa, professor Wyman, que também estava trabalhando na droga psicoativa PHENOXYL (droga essa comumente usada em veteranos de guerra com STRESS PÓS TRAUMÁTICO). PQP...manequins. Tem coisa mais assustadora que manequim?

    Tenho certeza que um manequim se mexeu...

    CALAFRIOS: não há som nesse momento do game. A paranóia é constante! Sinto que algo vai pular em cima de mim...

    O boneco parece expressar as tristezas que se passa dentro dessa mansão...

    Em OUTLAST II é JESSICA me azucrinando...
    Aqui investigo JENNIFER... quem seria JENNIFER?

    Melhor continuar caçando a saída.

    Assim como em OUTLAST II, podemos nos esconder (dentro de armários, atrás de biombos, debaixo de camas e sofás...). Vou continuar escondido dentro desse armário até criar coragem pros próximos check ins...

    Não que seja ruim, mas percebo em REMOTHERED uma miscelânea de homenagem à games de terror como CLOCK TOWER, OUTLAST (mas pelo menos em REMOTHERED podemos jogar objetos nos inimigos), WHITE NIGHT (na sua forma de narrativa cinematográfica), RE7, dentre outros. Até o momento está bom, estou curtindo:

    PONTOS POSITIVOS:
    + Tensão e suspense
    + Puzzles

    PONTOS NEGATIVOS:
    - Jogabilidade travada em dados momentos, em especial "NA ADEGA".
    - Curta duração
    - Excessivamente escuro (ambientes escuros) e o corte para as CG's é excessivamente claro.

    Remothered: Tormented Fathers

    Plataforma: Playstation 4
    14 Jogadores
    5 Check-ins

    34
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-12-31 13:49:25 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Animal Super Squad

    Zerado dia 31/12/18

    SKRATTAR DU FÖRLORAR DU, amigos! Mais alguém aqui acompanha os vídeos do Pewdiepie? Já fizeram a sua parte contra a T-Series?

    Quem diria que o último jogo do ano (provavelmente) seria esse? Logo o jogo do Pewds. O jogo que eu mais vejo em propaganda do Youtube haha. A verdade é que eu estava bastante curioso pelo que eu via nos vídeos sobre esse título e ele entrou em promoção há uns dias atrás por apenas R$12 e eu QUASE comprei. Antes disso pesquisei sobre o jogo e descobri que tinha pra Android! Apk time!

    Animal Super Squad (ASS, propositalmente) é um jogo de plataforma com veículo baseado em física. Acho que o mais próximo que consigo comparar é a série Trials da Ubisoft.

    Basicamente, você acelera, usa o turbo, morre num buraco ou espinhos porquê estava lento ou rápido demais pra fazer um pulo, tenta novamente, decora o layout daquela parte e percebe o quanto momentum é importante.

    Os comandos são razoavelmente simples (apesar de ficarem confusos com mecânicas de fases mais avançadas): com o veículo inicial, a privada, há dois botões do lado esquerdo e quatro do lado direito da tela. 

    Na esquerda, você gira o veículo com o objetivo de apontar sua frente na direção desejada ou fazer com que o carro caia em pé (não há dano por bater no cenário de qualquer forma).

    Na direita, acelerar, marcha ré, turbo e turbo para trás. É estranho acelerar do lado direito e as vezes você acaba usando apenas turbo e virando o carro, jogando de uma forma mais simples, mas isso não dá sempre certo.

    Uma coisa interessante de ASS é que é possível sair do veículo e sair rolando e pulando com o personagem que você estiver jogando. Isso acontece naturalmente sempre que seu carro se destrói por qualquer motivo que não acerte o personagem em em determinadas partes em que você é obrigado a ir a pé, com uma jogabilidade mais simples e lenta.

    E falando em gameplay, a aventura varia bastante conforme você avança pelas fases e desbloqueia novos veículos, como um trem que carrega e se propulsiona na direção apontada e um helicóptero  que sobe com o botão do turbo e voa na direção que você o inclinar (não consegui largar ele).

    Controlar todas essas coisas é o desafio do jogo. Tudo depende do ângulo que você está ou como você muda a direção no meio de obstáculos e a velocidade do momento. Não é fácil!

    Graças a seja lá qual for o deus dos videogames, há checkpoints constantes e dificilmente você fará dois desafios sem ter salvado seu progresso entre os dois. Seu maior objetivo é chegar no próximo checkpoint. SEMPRE!

    Para os mais aventureiros e complecionistas, todos os estágios ainda dão alguma liberdade de explorar ou tentar uma rota levemente diferente em troca achar itens (as vezes). Existem dois tipos de coletáveis: fases bônus, que se abrirão no mapa, e chapéus. Sim, chapéus para você equipar no seu personagem a fins exclusivamente estéticos.

    Esse tipo de exploração e coleção é bacana pra quem realmente gostar do jogo e quiser mais que os três mundos e cerca de 30 fases proporcionadas a nós.

    Um fato bizarro que vale a pena ser mencionado é a dificuldade dos estágios e suas durações. As vezes você tem uma fase difícil seguida de uma super fácil e curta, mesmo no último mundo, onde alguns desafios são bem chatos (como jogar de cabeça pra baixo e controles revertidos ou o próprio chefe final e único).

    Por outro lado, quem estiver de saco cheio do level design dos devs ou não tenha interesse em terminar a aventura, ASS tem um foco muito grande em criar fases e compartilhar com a comunidade. Inclusive essa parte é no que o marketing se concentra, algo como Super Mario Maker.

    Para todos os efeitos, criação e gameplay, eu vou recomendar qualquer plataforma com botões físicos e uma tela grande, seja no Switch, no PC etc.

    Resumindo: Animal Super Squad é bom, principalmente se você gosta de criar e jogar níveis da comunidade. Seriam R$12 bem gastos nesse caso. No celular, é um passatempo ok, apesar da jogabilidade no touchscreen ser meio frustrante e nem sempre tão responsiva. Basicamente, há opções melhores na plataforma.

    De bom: simplicidade pra entender o que fazer ou o que está sendo feito errado. Grande variedade de veículos e chapéus. Campanha de tamanho satisfatório. Fases bônus prolongam a vida do jogo offline. Possibilidade de criar estágios e jogar os da comunidade. A trilha sonora é legal e lembra Donkey Kong 64 aqui e ali.

    De ruim: jogabilidade ruim típica do touchscreen. Estágios um pouco parecidos demais. Muitas partes quebradas, em que tudo pode acontecer, menos o que você quer graças a física do jogo. Apenas um chefe. O jogo te dá opção de escolher um veículo no início de cada nível, mas geralmente logo te obriga a jogar com um específico. Em diversas partes, como a batalha final, a câmera fica muito longe e é difícil entender o que você está fazendo (mais uma vez não recomendando a versão mobile).

    No geral, valeu a experiência e o jogo tem uma ideia bacana, mas não fiquei certo quanto a execução. Pelo preço da promoção, me arrependi de não ter pego pro Switch, mas de graça não tenho como reclamar. Outro ponto: apenas a versão do console da Nintendo está cadastrada no site, e se não me engano, além dessa versão de Android, há ainda no PS4, PC e Xbox One, então se alguém quiser implementar o site...

    Animal Super Squad

    Plataforma: Nintendo Switch
    1 Jogadores

    12

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