• juninhowii360 Juninho Junior
    2019-07-03 12:07:45 -0300 Thumb picture

    Jornalistas da Ign jogando mario maker 2

    São esses caras aqui q fazem análises de jogo e dão notinhas? Show de horrores!!! 

    Agora tá explicado pq eles escondem a gamertag huahuahuahua. 

    Acho q até a minha mãe q não joga videogame tem mais noção de tempo de pulo que essas fraudes aí kkkkkk

    Super Mario Maker

    Platform: Wii U
    358 Players
    81 Check-ins

    24
    • Micro picture
      lukenakama · 4 months ago · 1 ponto

      Vou ver, espero que não de merda.

      1 reply
    • Micro picture
      lucas_okita · 4 months ago · 1 ponto

      Que vídeo feio, gente do céu

    • Micro picture
      douglascruz19 · 4 months ago · 1 ponto

      A maior parte dos jornalistas desses sites não curte games de verdade, estão ali só porque surgiu uma vaga ou se dão bem com as câmeras, o que é uma pena, já que tem várias pessoas que realmente gostam que poderiam fazer um trabalho bem melhor. O canal do Nautilus no youtube, por exemplo, é show de bola, mas poucos conhecem.

      3 replies
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-05 01:44:07 -0200 Thumb picture

    A Crítica "Desespecializada"

    Medium 3695717 featured image

    A Crítica "Desespecializada"

    É de se pensar: Uma empresa multimilionária realiza o lançamento de um jogo pelo preço padrão da indústria – 60 dólares – fundamentalmente problemático, com questões de balanceamento, performance, bugs, produz falsa propaganda sobre o seu produto vendido e, de alguma forma, parte da “mídia especializada” sustenta a narrativa de que a culpa é, ao final, do próprio consumidor.

    Pensemos também: Blizzard e Diablo Imortal. Ignorando completamente os pedidos da própria comunidade, sem o menor tato para suas prioridades, produzindo um jogo de uma das franquias mais aguardadas para uma plataforma distante de seu público de forma barata, reaproveitando Assets de outros jogos já existentes e completamente descaracterizada, a reação do fã é mais do que compreensível. É de se orgulhar. São raras as vezes que nós como público não aceitamos de forma pacífica as piores práticas que povoam hoje o mercado de jogos e que tem a cada dia se tornado mais predatórias. Mas porque, outra vez, grande parte da cobertura especializada mantém-se outra vez ao lado contrário daqueles que são o elo mais fraco e seu público – o consumidor?

    O quê acontecera com a “grande mídia” do video game? Kotaku, GiantBomb, IGN entre outras tornaram-se para muitos sinônimo de palco para grandes empresas anunciarem seus jogos, críticas rasas, pontuações esdrúxulas e mercenarismo.

    o que deveria ser o standart para uma boa leitura crítica e objetiva dos jogos e das reações da indústria?

    A resposta:

    Dinheiro. Quando tratamos de empresas gigantescas, informação, lançamentos milionários e a corrida do jornalismo do topo da pirâmide, dinheiro alimenta fundamentalmente sua existência. No caso das desenvolvedoras grandes, até certo ponto, o feedback verbal da comunidade tem peso importante, mas ao fim do dia o agrado aos investidores acaba sendo de maior relevância 90 porcento das vezes.

    Já ao abordarmos a mídia especializada, quantidade e velocidade acabam sendo conceitos com maior valor que a qualidade. Manter uma boa relação com as Publishers e garantir a postagem das análises o mais rápido possível é o que garante a “relevância” destas. Obviamente sua qualidade no processo é fortemente comprometida pelo tempo disponível, pela vulgaridade de sistemas de pontuação que conseguem elencar elementos do jogo em notas extremamente abstratas. É realmente cômico tentar entender, por exemplo, a mentalidade por trás de definir a qualidade dos gráficos de um jogo em uma nota como um “8.7”.

    O que busco, portanto, discutir neste artigo é: quais elementos deveriam compor TAMBÉM uma boa crítica de jogos de vídeo game e qual a diferença entre Crítica e Opinião.

    Opções, Performance e Qualidade:

    Geralmente ignorado por grande parte das críticas, a performance do rodar do jogo nas plataformas é um fator extremamente relevante que geralmente não é levada em conta. Problemas de performance e limitação das opções disponíveis podem transformar um bom jogo um grande pesadelo e arruinar a experiência do jogador.

    Need for Speed Rivals foi exemplo disso. A limitação para 30 fps do jogo independente da plataforma irritou grande parte dos jogadores. Uma taxa de quadros reduzida em um jogo de corrida de uma franquia que sempre havia permitido aos jogadores do PC o dobro desta, de uma hora para outra em um port feito às pressas e sem o devido cuidado manchou completamente o lançamento do jogo – que já sofria com a “rotina” da franquia e problemas em questão de jogabilidade, física e inovação.

    Para muitos, performance é um elemento definidor da compra. Jogadores mais competitivos de jogos como Street Fighter, Mortal Kombat ou FPS como Counter Strike e outros tiram maior proveito da fluidez de um maior número de quadro e de mais opções de customisações de visuais, portanto, é algo que deve ser levado em conta. Personalidades como Total Biscuit (RIP) era conhecido por iniciar todas as suas análises por uma tour pelas opções do jogo, exigindo possibilidade de modificações do FOV, limitação de frames, resolução, modificação do HUD e muitos outros elemente que podem fazer grande diferença e que com a tecnologia e o valor de produção de hoje DEVERIAM SER COMUNS de se ver.

    Street Fighter V é um exemplo de jogo que, além do modelo de negócios questionável, sofrera críticas por mudanças significativas em elementos como um maior “input lag” e simplificação de mecânicas que demandavam maior mastering em versões passadas.

    Modelo de negócio:

    Comum em outros setores de mercado, o preço é sempre levado em conta no classificar do produto. A decisão da crítica sobre um modelo de carro pode cair por terra justamente por custar um preço acima do necessário ou valor de revenda, preço da manutenção.

    O modelo de negócios deveria ser algo a se pesar ao se analisar criticamente seja qual for o jogo. Pagar 20 reais em um jogo Indie desenvolvido por um jogo desenvolvido por um sujeito solitário, mesmo que realmente não tenha esse valor, é algo que fazemos pelo apreço ao esforço e trabalho de quem desenvolveu. Já pagar 20 reais em microtransações em um jogo simples de celular desenvolvido por uma empresa milionária chinesa que claramente não deveria custar tal valor é algo completamente diferente subjetivamente mesmo sendo similar objetivamente.

    O preço do jogo, as microtransações, a forma como seu conteúdo é disponibilizado, season passes e outras práticas são fatores levados em conta por críticos como Angry Joe em suas análises mas raramente despontam de forma significativa ou impactam na nota de um jogo em sites mais convencionais como IGN.

    Dificuldade e Design:

    Dificuldades e modos de jogo extras, curva do desafio, inteligência artificial, constância da experiência são também coisas a se pensar. Jogos aclamados como Call Of Duty Modern Warfare 4 é um exemplo perfeito de como as dificuldades complementares como o modo mais difícil – Veteran – se torna uma experiência extremamente frustrante por conta do design de certas partes de mapas onde é basicamente inevitável ser atingido. Neste caso, o aumento da dificuldade apenas amplia a porcentagem de dano dos adversários. O comportamento, posicionamento, número e estratégias destes são as mesmas, o que demonstra uma maneira simplista de pensar no desafio do jogo.

    O remake de Doom, por mais brilhante que seja em muitos aspectos também gera uma pequena decepção pela falta da experimentação em comparação com o design dos clássicos e pela repetição do formato do gameplay nos estágios finais.

    “1000 Horas de conteúdo!”:

    O discurso das infinitas horas de conteúdo, para mim, é uma das maiores perdas de tempo que vemos hoje na indústria. Vemos dezenas de vezes jogos novos chegarem ao mercado anunciando horas e horas de conteúdo jogável mas que, ao final do dia, são apenas uma reciclagem das mesmas missões, elementos e mecânicas que já passamos as primeiras dez horas fazendo. Uma missão bem planejada e marcante deveria pesar muito mais que cinco missões secundárias onde fazemos a mesma coisa sem nenhum real sentido.

    Uma campanha de Resident Evil 7 tem muito mais presença que centenas de horas em Metal Gear Survive. Porém o argumento da quantidade parece ter hoje muito mais presença que a qualidade, quando estamos a todo momento tentando justificar nosso dinheiro gasto. No final das contas, jogos diferentes demandam prioridades diferentes.

    Histórico:

    Como descrito por Videogame Dunkey, um dos problemas de grandes sites de análises é justamente o fato da descaracterização do crítico, ou seja, não sabermos realmente “quem é” aquele que a escreve no sentido de preferências, outras críticas e mais fatores. Sendo assim, alguém como eu que raramente passa tempo jogando jogos de esporte dificilmente faria uma crítica boa e completa sobre estes.

    Quando investimos tempo em um gênero, conhecemos mais sobre o que o torna especial. Ao contrário do que muitos dizem, é por gostar muito de jogos de FPS que não me agrado com facilidade com qualquer jogo genérico que gaste meu tempo. Ao conhecer a fundo este, desenvolvemos a habilidade de reconhecer as mecânicas que os definem, os problemas que se repetem constantemente e em quais áreas há possibilidade de arriscar e inovar, nos tornando assim, mais críticos a cada elemento dos jogos que analisamos. 

    Proposta X e Proposta Y:

    Cada produção deve ser pensada isoladamente até certo ponto. Jogos diferentes possuem propostas diferentes. Por tal motivo, é extremamente errado e cômico quando vemos uma análise de um jogo como Assetto Corsa em que o autor reclama sobre a dificuldade de se dirigir e da física comparada a algo como Forza Motorsport. Enquanto este segundo se molda num pseudo-realismo onde elementos da simulação compartilham espaço com mecânicas mais acessíveis, a simulação completa de Assetto Corsa se mostra algo completamente diferente em termos de jogabilidade. Jogos diferentes, públicos diferentes.

    No que diz respeito à continuações, parte da proposta de uma sequência é... ser uma sequência? Justamente por isso que mudanças muito bruscas ou radicais podem não ser bem vindas, descaracterizando e se distanciando demais com relação aos seus antecessores.

    Excessão: é importante lembrar que, quando a própria desenvolvedora, pelo seu material de marketing, anuncia um tipo de experiência e o jogo nos apresenta outra distinta, então este argumento passa a realmente ser válido, como foi o caso de Project Cars ao anunciar-se como a maior e mais completa experiência de simulação do mercado – estando, no fim das contas, anos atrás de iRacing, Rfactor 2, Assetto Corsa e outros.

    Crítica e Opinião:

    Uma crítica pesada e nota baixa em um site não excluio direito de cada um de tirar proveito na obra. Ainda que impossível de reprimir toda a subjetividade, a crítica tem o papel de debater a obra de maneira objetiva, com estudo, argumentos, comparação, tecnicalidades e uma série de palavras bonitas que estão para além da opinião. Led Zeppelin é uma excelente e importante banda mas eu não gosto assim como Stallone Cobra é um péssimo filme e eu amo. A crítica e opinião podem coexistir tranquilamente a partir do momento em que estendamos o lugar de cada uma.

    Terminologia:

    Uma das palavras que mais me frusta é uma das também mais usadas para descrever jogos: A diversão. “the Fun”.

    Obviamente que a princípio não há nada de errado em achar um jogo divertido, descrevê-lo assim ou julgá-lo por isso. O problema é que muitas vezes essa palavra acaba a ocupar espaço demais nas críticas, obscurecendo análises mais profundas.

    Como dito antes, cada jogo possui uma proposta. Não necessariamente todo jogo é “divertido”, assim como qualquer outra obra como filmes ou livros. Uns aproveitam do sentimento de frustração para passar uma mensagem, outros o medo ou puramente o desafio. Eu não descreveria as dezenas de horas que passei no modo de treinamento de Mortal Kombat 9 (2011) descobrindo combos e treinando execuções como divertidas. São parte de um esforço competitivo para dominar as mecânicas de certo jogo, estas trazem sim uma satisfação, outros jogos produzem entretenimento sem necessariamente serem “fun”.

    Um vocabulário mais amplo e específico não somente enriquece a forma da análise como também torna a mensagem e a própria crítica muito mais clara. Jogos não são SOMENTE brinquedos digitais. São trabalho para uns, entretenimento, experiências, esporte e muito mais AO MESMO TEMPO. Valorizemos isso!

    Sistema de notas

    Atribuir uma pontuação à obra tem o propósito de condensar a crítica e resumir de certa forma a experiência. É compreensível o seu uso, já que é uma forma de agilizar o processo aos desinteressados. Porém, não deixa de ser problemático. Escalas, por mais diretas que sejam, já possuem problemas, quando elevamos ao padrão extremo de elencar uma “trilha sonora” em um “7.3”, deveria estar claro a questão: o que determina a exclusão de 7 décimos, o que cada décimo significaria em uma situação como essa, como fazer a contagem? É basicamente inexplicável.

    Números são objetivos demais para descrever algo que dificilmente se enquadra com tamanha exatidão. Em minha perspectiva um simples “Bom”, “mediano”, “ruim”, “acima da média” indica um padrão de qualidade mas sem engessar a interpretação de quem lê, dando margem a uma subjetividade um pouco maior da crítica.

    Uma outra possibilidade é a exemplificada pelo canal “worth a buy”. É simples: vale ou não vale a pena investir o dinheiro e porquê? Aos que não se interessam, vão pelo veredito final, aos que buscam uma razão, ouçam os argumentos.

    http://static1.squarespace.com/static/566a4af357eb8d...(img)

    Conclusões:

    Nem toda crítica convencional é ruim e nem toda crítica complexa é boa. O tipo de plataforma que discutimos aqui hoje existe e existe por um motivo. Visa direcionar o consumidor médio ou então casual à uma possível boa experiência ou ao menos saber se o gastar de dinheiro vale a pena sem precisar ler 6 páginas de artigo ou ver 30 minutos de vídeo. Porém, a crítica especializada também tem um motivo de existir. É por meio desta que os consumidores mais interessados se colocam, discutem os problemas da mídia e seus acertos e podem demandar algum tipo de atenção e evolução, tornando possível um canal de comunicação mais complexo com o desenvolvedor.

    No tempo de hoje em que a grande parte da crítica mainstream existe como veículo de anúncio e propaganda, como busca de cliques e outdoor para grandes empresas, àqueles que ainda mantém vivo o real interesse pelo desenvolvimento da mídia possuem cada vez mais relevância nos pequenos nichos e mantém acessa a fagulha do pensamento crítico que permite a mudança e a união das comunidades.

    Segue o nosso trampo lá! :)


    https://open.spotify.com/show/3vuHkXmewsXkyLvf1vNnSY#upsell

    https://soundcloud.com/tru_cast">https://soundcloud.com/tru_cast

    https://www.instagram.com/tru.cast/

    Fallout 76

    Platform: Playstation 4
    11 Players
    1 Check-in

    76
    • Micro picture
      jonomaia · 10 months ago · 3 pontos

      Obrigado pela leitura!
      Eu tambem acompanho desde sempre. Justamente por ser algo bem dinamico e as vezes nos poupar de precisar ler 15 críticas diferentes. Mas quando se trata de algo que eu nunca vi ou algo caro, não dispenso as reviews de 40 minutos ahhaahh

      O "FUN" pode ser extremamente valido especialmente quando acompanha uma boa crítica mesmo. Então, comp num exemplo, um jogo de luta que possua boas mecaniscas de combos, balanceamento, diversidade de rooster e etc, pode ser definido assim. O meu incomodo é mais pela falta de especificidade as vezes hhahjdha

      E vc tem toda razão sobre o opinar. A crítica é um meio de discutir as obras, não proibir ou dificultar seu acesso

      1 reply
    • Micro picture
      augus · 10 months ago · 3 pontos

      Primeiramente, excelente texto. Sua linha de raciocínio exemplifica bem a situação da mídia especializada atual. Todos os pontos levantados no texto são bem argumentados. Os exemplos não poderia serem melhores, TotalBiscuit, deixa saudades, e AngryJoe são ótimo reviews que trazem pontos únicos de discursão, poderia acrescentar aqui também a Digital Foundry que é mestre no seu trabalho com hardware e desempenho. Entretanto, gostaria de me apoiar em um trecho de seu texto, e quem sabe prestar o serviço de advogado do diabo, no qual você fala sobre a descaracterização do crítico. Eu sigo alguns grandes site especializados e ao clicar na review que eu quero ler, ou ver o vídeo, a primeira informação que é passada é quem escreveu a análise. Naquele momento, o usuário, que segue aquele portal, deve identifica quais direção aquele texto vai tomar ou, até mesmo, como será escrito. É verdade que muitos não são capacitados para tal, existe muitos escritores que eu me pergunto porque estão ali, contudo existe, sim, bons. Inclusive posso citar exemplos, como a Meghan Sullivan, do IGN, ou o Felipe Gugelmin, do Voxel, e temos os caso ruins como, a moça do "Too much water" na review de Pokemon OR/AS que virou meme.
      Para finalizar, queria parabenizar seu texto de novo, para tirar esse gosto agridoce do meu comentário, e reforça que o sistema de notas é desnecessário e condessa um, muitas vezes, rico texto em número sem sentidos.

      1 reply
    • Micro picture
      kess · 10 months ago · 3 pontos

      Faz um tempo que queria escrever algo parecido, mas menos sério que a sua abordagem, muito obrigado pelas ideias. Realmente, o sistema de notas é algo que objetifica uma experiência subjetiva, e que gera discussões colossais entre os fãs e qualquer tipo de jogador, na verdade. E ainda tem aqueles meios sérios, como a Famitsu, que muito raramente dá uma nota máxima para um game, mas já fez isso com NintenDogs, por exemplo...

      2 replies
  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2018-10-03 19:43:57 -0300 Thumb picture
    Post by supermarkosbros: <p>#img#[589992]</p><p><a href="https://br.ign.com/

    IGN

    Battlefield V

    Platform: PC
    25 Players
    5 Check-ins

    15
    • Micro picture
      reasel · about 1 year ago · 2 pontos

      isso é o que eu chamo de ''máquina de guerra''

  • 2018-02-22 13:40:54 -0300 Thumb picture

    10 Jogos mais esperados em 2018 pelos japoneses

    Famitsu divulgo uma lista com os 10 jogos mais aguardados pelos japas em 2018,e so posso dizer q me orgulhei por alguns XD

    FF 7R provavelmente ira ocupar essa posição em todo ano ate o seu lançamento,seja em 2019 ou 2020

    KH 3 mostrara sua maginitude ainda em 2018 s2

    Fonte: IGN

    Kingdom Hearts III

    Platform: Playstation 4
    1073 Players
    61 Check-ins

    17
    • Micro picture
      edknight · over 1 year ago · 3 pontos

      Megaten tá meio baixo nessa lista aí (inclusive é uma falta de respeito o spinoff do spinoff de SMT estar em cima, mas né, fazer o que).
      Final Fantasy 7 está no topo da lista dos corações de todas as pessoas. Jogo Lindo.
      Curiosamente eu não tava com hype nenhum pra KH3, ontem o Youtube jogou uma lista de trailers dele na minha cara (eu não tinha visto nenhum ainda), e cara, Monsters Inc, Toy Story... Eu até me lembrei por que eu gostava tanto desse jogo pra começo de conversa, agora to na expectativa aqui.

    • Micro picture
      mateusfv · over 1 year ago · 2 pontos

      Se DQ não estiver em 1°, normalmente FF vai estar husahusahu (até pq a Square n liga muito pra DQ incrivelmente hushuashu)

    • Micro picture
      kipocalia · over 1 year ago · 1 ponto

      Vai ter remake do Romancing Saga 3?

  • mateusmassa Mateus Melo Massa
    2017-07-06 13:53:17 -0300 Thumb picture

    Destiny 2 - IGN First

    IGN está fazendo uma série de vídeos sobre o Destiny 2 esse mês aqui estão os dois primeiros:

    O cronograma é esse:

    ** 05 de Julho (Quarta-Feira) - Conhecendo o novo espaço social "A Fazenda".
    ** 06 de Julho (Quinta-Feira) - A visão da Bungie para o Destiny 2

    ** 07 de Julho (Sexta-Feira) - As nossas primeiras impressões
    ** 10 (segunda), 13 (Quarta) e 25 de Julho (Terça) - Revelação de PVP (novo modo de jogo e outros detalhes)
    ** 11 de Julho (Terça) - Desenvolvendo a história de Destiny 2
    ** 12 de Julho (Quarta) - Um olhar mais aprofundado no Titã Sentinela
    ** 14 de Julho (Sexta) - Os sons de Destiny 2 (ViDoc com a produção dos sons e músicas de Destiny 2)
    ** 18 de Julho (Terça) - A BETA DE DESTINY 2 ENTRA NO AR!
    ** 19 de Julho (Quarta) - Um olhar mais aprofundado nos Combatentes.
    ** 20 de Julho (Quinta) - Periféricos (A Bungie fez uma parceria com a Razer, devemos ver mais do resultado disso)
    ** 21 de Julho (Sexta) - Localização - O processo de localização (tradução e contextualização para outros idiomas) do Destiny 2 e suas dificuldades e nuances
    ** 24 de Julho (Segunda) - Uma localidade explorada (um dos muitos locais que não deverão estar na versão BETA)
    ** 26 de Julho - Criando um Exótico (o processo de concepção e criação de um exótico em Destiny 2)
    ** 28 de Julho - Pergunte qualquer coisa pra Bungie! (o problema é eles responderem...)

    Destiny 2

    Platform: PC
    103 Players
    80 Check-ins

    11
    • Micro picture
      renatolf · over 2 years ago · 2 pontos

      Tô cada vez mais propenso a comprar essa joça na pré-venda... Mas isso não é meu normal hauhauahuhaua

      3 replies
    • Micro picture
      matcafe · over 2 years ago · 1 ponto

      O beta começa dia 18 ja? O.O

      1 reply
  • 2017-03-07 11:49:29 -0300 Thumb picture
  • 2017-02-04 22:41:56 -0200 Thumb picture
  • juninhowii360 Juninho Junior
    2016-10-22 22:38:27 -0200 Thumb picture
    32
    • Micro picture
      raccoon · about 3 years ago · 4 pontos

      mano, dias atrás rolou uma matéria deles de "a melhor TV para games", e todas as Tvs eram da sony huahuahu e aquelas tvs caras por merda, tipo, nada haver mesmo! Ou seja, os caras disfarçam o markenting de matéria e muita gente nem percebe isso. Puta antiético um bagulho desse, como se fosse assim "ah, é game news, num é sério". É isso que me leva pra sites gringos.

      1 reply
    • Micro picture
      tiagodantas · about 3 years ago · 2 pontos

      Não dá nem para chamar de jornalista...

    • Micro picture
      marcusmatheus · about 3 years ago · 2 pontos

      Acho que o brother exagerou nos argumentos. Hoje o que mais vejo pelo facebook é ClickBait. A IGN é só mais uma no meio de centenas e centenas de canais de jornalismo que exploram isso. Incluindo gigantes como Globo, Band, Folha e por ai vai...

      5 replies
  • deletado999999 Farei uma nova ou não.
    2016-09-28 21:55:12 -0300 Thumb picture
    15
    • Micro picture
      drodro · about 3 years ago · 3 pontos

      "Falta de multiplayer local" Por isso dou nota 9,5/10
      Tente entender essas reviews" kkkkkkkkk

      2 replies
  • rafaschiabel Rafael Augusto Schiabel
    2016-09-20 14:58:25 -0300 Thumb picture

    #EviteOClickBait da IGN Brasil

    Eu sei que a IGN não é referência pra muita coisa mais, mas a página deles no Facebook é tão ridícula que eu não me seguro.

    Todas as notícias postadas tem seus títulos alterados para serem os famosos Click Bait, ou seja, pro leitor ser obrigado a clicar e eles ganharem views para postagens do site.

    O que e como fazer? É simples!

    Sempre que vejo posts ridículos desses, eu entro na postagem, pego a frase que resume o que quiseram dizer, e colo nos comentários do Facebook, usando #EviteOClickBait, e às vezes alguma imagem ilustrativa:

    Exemplo de situação

    Notícia original do site:

    Publicação no Facebook:

    Assim você ajuda desmascarar uma página ruim :)

    49
    • Micro picture
      lcfreezer · about 3 years ago · 2 pontos

      Também já percebi, é PATÉTICO. Outro dia foi "BLIZZARD SOFRE GRANDE PERDA", e na verdade era um funcionário que deixou de trabalhar na empresa. Várias e várias, "Personagem novo é revelado!!" etc etc

      1 reply
    • Micro picture
      jailsonbraga · about 3 years ago · 2 pontos

      Excelente ideia

    • Micro picture
      jorgegt · about 3 years ago · 2 pontos

      Estraga prazeres. Vai ser perseguido pelos illuminatis.

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...