• manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-05-10 23:26:33 -0300 Thumb picture

    [Grindingcast] Manoel saiu da party

    Infelizmente foi a única imagem sugestiva que achei, e tinha que ser com a droga da Luca...

    Eu particularmente acho coisas como despedidas bem bregas - que a pessoa suma e pronto - mas nesse caso, como eu vejo o Alvanista como uma casa pra mim na internet (a outra era o Orkut, e ela foi demolida) e como só conheci a equipe por causa da rede, me vejo na obrigação de esclarecer a minha decisão de sair do Grindingcast - o podcast de RPG -  do qual fiz parte durante meses.

    Para deixar a leitura mais agradável postarei algumas imagens agradáveis no decorrer do texto, huahua

    Não foi uma decisão arbitrária. Não foi algo que pensei de uma hora pra outra. É algo que venho pensando desde o final do ano passado, mas sempre decidi por continuar no projeto porque gosto de RPG e porque gosto muito das galera de lá, mas só gostar não é o suficiente para continuar em um projeto, e nesse meio tempo outras coisas passaram a me incomodar. O objetivo do podcast, desde quando o Muriel me chamou para participar dele ano passado, sempre ficou claro pra mim: "fomentar o público a jogar mais RPG eletrônico" e, quem gosta de RPG sabe que esse não é um gênero que agrada todo mundo e é difícil achar pessoas que gostem da mesma coisa que você. Portanto, vi no podcast, um lugar para conversar sobre algo que eu gosto, de instigar as pessoas a jogarem mais e de divulgar bons jogos que não possuem o reconhecimento que merecem (os famosos underated, teve até um podcast recente sobre isso). 

    Porém, o que não me veio na mente na hora em que aceitei entrar no projeto, e o que veio me matutando na cabeça há meses foi o meu outro objetivo (que é o motivo pelo qual eu já tenho mais de 150 reviews): atiçar o senso crítico das pessoas e gerar discussões. Quando fico o dia inteiro fazendo uma review de um Persona 3 da vida eu não quero irritar fãs do jogo ou simplesmente  causar polêmica e sim plantar uma semente, instigar a dúvida, colocar a pulga atrás da orelha, fazer o leitor pensar "nossa, como eu não pensei nisso antes?"  Também fazer com que, aqueles discordantes saiam do ostracismo (ou do dislike) e queiram debater a respeito. Claro que nem sempre o debate é frutífero (já tive vários, inclusive aqui na rede, que não levaram a lugar algum), mas ao menos neles você estará defendendo suas ideias,  e nos que realmente valem a pena vai estar aprendendo coisas novas ou mesmo evoluindo seus próprios conceitos (seja reforçando-os ou renovando-os). 

    E, quando me dei conta, de que o objetivo do podcast que eu estava participando era bem diferente do meu, comecei a me indagar: será que eu consigo mesclar ambos, sem que um afete o outro? E como vocês sabem, o Grindingcast cresceu. E continua crescendo. E com ele, planos pra expansões pra outras redes sociais, construção de artigos, projetos futuros, tipos diferentes de RPGs (como os ocidentais, que viraram pauta esse ano), um site, novos quadros e afins também vieram, e tudo isso realmente me divertia, me agradava, eu me sentia motivado, instigado a continuar com esse projeto. Mas aquela dúvida lá no começo se manteve, e em vários momentos as ações que o podcast tomou começaram a me incomodar. 

    Um exemplo recente foi o drops de Final Fantasy VII Remake: desde o começo, quando foi anunciado que o jogo seria action e em partes eu já deixei claro o meu pensamento sobre ele: isso é um pedaço de lixo que não só desrespeita a obra original como também vomita em cima dos fãs, entregando a eles um jogo totalmente diferente daquele que amam, só que com um verniz familiar. Porém, o drops ainda saiu. E isso não é um problema do podcast, pois isso faz jus ao objetivo principal dele: de fazer com que mais pessoas joguem RPG e FF7 Remake é uma boa chance de ajudar nesse quesito. E eu, em nenhum momento, questionei ou fui contra lançarem esse episódio (até tivemos umas discussões a respeito, mas o assunto foi o jogo em si e não um drops dele), ou seja: eu estava sendo conivente com a divulgação de um jogo cuja existência eu considero abominável. 

    Pode parecer besteira ou frescura eu falando assim, mas é como se eu tivesse me contradizendo e eu estivesse me tornando algo diferente apenas pelo bem do podcast e isso se sucedeu em algumas outras ocasiões: sejam escolhas de pauta, gravações, podcasts inteiros (os quais eu participando ou não, sentia um grande desconforto ao ouvir) e isso foi me incomodando cada vez mais, e chegou a um ponto onde eu não me sentia mais motivado, empenhado e animado pra participar do projeto. Simplesmente parei de me importar. Também tentei escutar mais podcasts, sejam os nossos ou outros pela net aí, e cheguei a uma outra conclusão contraditória: eu não gostava de podcast! No tempo livre dos meus ouvidos eu gosto de escutar música (sertanejo, principalmente) e estar ouvindo pessoas falando no meu ouvido enquanto faço outra coisa me dá uma sensação de estranheza, começo a falar sozinho no meio da rua como se quisesse conversar também, mas não dá: é tipo um rádio só que com o locutor a todo momento... E sempre odiei locutores nos meus tempos de escutar FM no meu radinho de pilha o qual apelidei de Mumm-Ra - Na esperança que ele tivesse vida eterna, mas acabou se desintegrando igual o desenho antigo de Thundercats.

    Então, chamei o Muriel pra uma conversa ontem, e falei com o resto da turma hoje, que a minha permanência no podcast não seria boa pro projeto - já que não consumo aquilo que estou produzindo (é como se eu tivesse fazendo reviews sem gostar de jogos) e portanto não posso contribuir com uma especialização maior nesse quesito - e também não seria bom pra mim, já que continuar almejando que pessoas se divirtam e joguem RPG é bem diferente de possivelmente esculachar o objeto de adoração delas porque concluí que era um pedaço de merda. Também tiveram outros pontos (desta vez mais técnicos mesmo, que até poderiam ser resolvidos com uma reunião ou algo do tipo, mas apenas estaria adiando o inevitável mesmo), mas resumidamente foi isso: saí porque minha permanência estava me incomodando e dificilmente algo positivo sucederia se eu permanecesse, tanto pra mim quanto pro Grindingcast.

    Não tiveram brigas, xingamentos, baixarias, processos (como acontece com separações de duplas sertanejas), foi simplesmente uma estrada, a qual andamos juntos por um tempo (nos divertimos, fizemos piadas, falamos de coxas, zoamos mães de cientistas, inventamos novas fobias), que de repente se bifurcou e cada um seguiu o seu rumo. Eu continuarei com minhas reviews, o Grindingcast vai continuar com os podcasts descontraídos pra conversar sobre RPG, e como os considero bastante ,mesmo que eu dificilmente vá consumir o que fazem (já que não sou fã de podcasts), desejo todo o sucesso para a equipe e boas horas de diversão pros ouvintes que me escutaram durante todo esse tempo. E pescaria e silêncio pra todos nós!

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      zefie · 16 days ago · 4 pontos

      Parabéns pela coragem. É super difícil sair do "conforto" da rotina de alguma coisa e as pessoas normalmente não notam isso. E essas imagens realmente não tiveram absolutamente nada a ver com o post ahahuahuuha eu esperava que fosse ter ao menos a mínima relação

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      wcleyton · 16 days ago · 4 pontos

      Tetas conseguem melhorar até um texto de despedida...

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      jokenpo · 16 days ago · 3 pontos

      pelo cast falar de RPG achei que vc tava gostando pq vc só joga esse genero kkkk mas entendi o seu ponto!

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  • 2020-05-09 09:23:17 -0300 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast spin off: Drops #6

    https://geekquest.org/2020/05/09/grindingcast-drop...

    Mais um drops saindo do forno, e desta vez um em que falamos dessa característica tão legal dos RPGs eletrônicos, especialmente os japoneses: o overworld!

    Arabian Nights: Sabaku no Seirei Ou

    Platform: SNES
    47 Players
    15 Check-ins

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      jcelove · 17 days ago · 2 pontos

      To sem app pra baixar os eps, todo atrasado, mas chego ai. Vejo a nostalgia de vcs com o mapa mundi mas particularmente nunca foi uma das coisas que me atraia em jrpgs, achava um meio de transiçao chato ate, ja q nunca curti personagens sd nem ficar andando me causava imersao. Em ff so curtia qdo conseguia um veiculo pra agilizar, ai ficava menos chato/frustrante. Alias se fosse pra descibrir pra onde ir sem indicaçao como era ff1 ou tendo de scanear cidades como wild arms era horrivel pra mim.hehe rabdom battke no mapa odiava tbm

      Prefiro ja ter um caminho traçado ate pq na maioria das vezes os persinagens ja sabem o caminho e o local onde devem ir. Provavelmente ninguem do cast concorda comigo XD

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      speedhunter · 17 days ago · 2 pontos

      O que me incomoda em overworld é a movimentação lenta. Não sei pq os produtores teimam em deixar a navegação lenta.

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      santz · 1 day ago · 1 ponto

      Episódio curto e com um papo bem descontraído. Fiquei esperando ouvir o nome Akalabeth como sendo o primeiro jogo com overworld da história, mas passou despercebido o pioneiro. Eu curto demais overworld, porém, o open world é muito melhor. Ver as áreas se conectadas e as transições suaves entre ambientes, sem loading, é muito gratificante. Mother, por exemplo, é magnífico, sem ter overworld. O pior overworld está na série Shin Megami Tensei, controlar uma setinha é paia pra cacete. Mas o que mais me deixa puto em overworld são os encontros aleatórios. Por isso Chrono Trigger é perfeito.

  • 2020-03-30 23:09:27 -0300 Thumb picture

    Grindingcast 026 - Baldur's Gate

    Sejam bem-vindos a mais um Grindingcast! Nessa semana vamos falar de um dos jogos mais importantes dentro do gênero CRPG, Baldur’s Gate! Jogo que vem com a proposta de trazer da forma mais fiel possível a experiência de uma partida de mesa para um RPG Eletrônico, como será que ele se saiu nessa primeira entrada na série? Quais foram os pontos fortes? O que ele precisa melhorar? Tudo isso discutimos no podcast.

    Link: https://geekquest.org/2020/03/31/grindingcast-026-...

    Não esqueçam de dividir a experiencia de vocês com o jogo o/

    Baldur's Gate

    Platform: PC
    508 Players
    16 Check-ins

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      wilford_fernandes · about 2 months ago · 2 pontos

      itxaaaaaaa

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Mano do céu, que cast grande da porra. Minha experiência com Baldur's Gate foi bem curta. Depois que meu grupo todo morreu no primeiro inimigo do segundo mapa, deixei pra lá. Esse lance de pausar nos combates e escolher a estratégia eu não entendi nada e nem quis entender. A estratégia do Manoel de enviar uma isca e trazer parte dos inimigos para o grupo descer o cacete me pareceu muito inteligente. Também não gosto muito de jogos com muito texto, cansa mesmo sendo em português. E como vocês conseguiram se acostumar com esse lance de Level máximo 10? Nem dá pra fazer upgrade direito com tão pouco, dá? Por fim, o cast ficou excelente e é bom saber que ele é um péssimo game para entrar no mundo dos WRPG. Galera, poderiam encurtar um pouco as impressões na hora da nota. Fica meio repetitivo. Falow o/

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  • 2020-02-23 10:34:34 -0300 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast: Tales of Berseria

    https://geekquest.org/2020/02/23/grindingcast-025-...

    Mais um podcast saindo pra vocês, desta vez sobre o último game da franquia tales of lançado até o momento: Tales of Berseria!

    Não deixe de dar uma cubada e nos dar a sua opinião, ela é muito importante pra nós!

    Tales of Berseria

    Platform: PC
    123 Players
    52 Check-ins

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      wcleyton · 3 months ago · 2 pontos

      Um dos pouco games que possui estilo edgy na medida certa

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      hiroasura · 3 months ago · 2 pontos

      me senti meio triste depois de ouvir o cast, por causa da gameplay, level design e bla bla bla. Mas, mesmo que a gameplay seja bem meh, ainda quero jogar essa porra (falta só a plataforma agora ashuahsuhua)

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      vinicios_santana · 3 months ago · 2 pontos

      Escutado, mas não deu muita vontade de jogar não. Pelo menos o cast foi divertido.

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  • 2020-01-21 15:47:35 -0200 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast 022 - Combo rpgeiro vol.1

    Sejam bem-vindos a mais um Grindingcast! Nessa semana vamos contar nossa experiencia de final de ano, na qual Muriel, Lucas e Gustavo se reuniram e fizeram uma maratona de RPGs! Vamos falar de Brave Fencer Musashi, Parasite Eve, Koudelka e Rhapsody: A Musical Adventure!

    Link do podcast:
    https://bit.ly/2TI66bJ

    Não deixe de escutar e nos dar seu feed, que ele é muito importante pra gente!

    Parasite Eve

    Platform: Playstation
    3270 Players
    143 Check-ins

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      santz · 4 months ago · 3 pontos

      Cara, que cast massa. Tirando o Musashi (coitado), cada um dos jogos rendiam um cast inteiro fácil.
      Musashi eu joguei só um pouco e achei mega travadão e não me interessei em continuar, ainda mais que a galera ficou indo atrás do detonado direto, aí fica ruinzão;
      Parasite Eve é aquele clássico eterno que um dia eu pretendo zerar. A musiquinha de abertura do jogo é simplesmente sensacional e a trama envolvendo mitocôndrias e combustão espontânea parece ser muito da hora;
      Koldelka eu nunca joguei, mas conhecia. Não fazia ideia de que era tão pesado e foda assim. Pretendo ir atrás também, especialmente por ser um RPG curto, mesmo com 4 CDs;
      Rhapsody foi o que mais me conquistou. Eu não conhecia ele e tudo nele parece ser a minha cara, apesar de não conseguir pegar muita piada em inglês. Certamente será o próximo RPG que irei zerar.
      Já que vocês conseguem se reunir para jogar, podiam bem pegar uns jogos de multiplayer para jogar juntos. Tem vários jogos: A série mana, a série Tales of, Bauldur's Gate: Dark Alliance e até mesmo Final Fantasy (VI e IX). Ia dar uns casts bem massa.
      PS1 é a melhor plataforma de RPG, fato.

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      jcelove · 4 months ago · 2 pontos

      Ouvindo aqui. Vcs nunca tinham jogado nenhum deles? Musashi e PE eram bem conhecidos na época (musashi vendeu muito porque vinha com a demo de ffviii)

      Ele realmente exige habilidade principalmente na dungeon final, eu acho q levei mais q 15h hehe. Dos 4 ai é o q acho mais dificil de longe. Alem de habilidade o sistema de passagem de tempo dele confunde bastante sem guia mesmo. Me bati pra achar a ultima dungeon mesmo usando o gamefaqs.

      Se nao cobhecem recomendo threads of fate q é meio q um sucessor espiritual dele. Tbm é um jogo de plataforma 3d com elementos de rpg com jogabilidade melhor e mais variada (2 protagonistas com campanhas interligadas e gameplay completamente diferente). É mais curto, mais facil e mais duvertido, com uma das personagens mais legais evar. É muito bom!

      Raphsody é um dos rpgs mais recpmendaveis pra quem nunca jogou rpg, leve no enredo e bem tranquilo de jogar. No port do ds ele teve as batalhas mudadas pra turno no estilo ff, sem grid. Teve uma cobtinuaçao no ps1 mesmo mas ficou so no Japão e nunca traduziram u_u

      Depois q terminar de ouvir comento mais. Aforo koydelka e pe tbm.

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      jcelove · 4 months ago · 2 pontos

      Parasite eve sofreu com esses comparaçoes pq de fato saiu na onda dos survivor horror mas quem joga ve que nao tem nada a ver alem da tematica e dos cenarios pre renderizados. Ele saiu bem antes de Vagrant e o sistema de grid esferico inspirou o jogo do Matsuno.

      O problema de interagir no ponto exato era comum em jogo com cenario pre renderizado, a camera fixa atrapalhava bastante. Re resolvia destacando pontos de interaçao, no pe tem q ir apertando x na doida.hehe

      As random battle s sao random, mas em pontos fixos, se ficar muito tempo dando volta elas acabam ai tem que sair e voltar no mapa pra resetar.

      Ataque melee é muito ruim vc sp consegue tonfas melhores no ng+mas ainda assim nao vale a pena. Po tem muniçao pra caramba, nao tem como chegar no final sem.hehe

      Ele é action mas um meio termo pq tanto aya qto os inimigos tem atb. A movimentaçao é livre mas cada um tem sua vez de atacar. No ng+ vc tem como turbinar a atb ai sim fica qse um action non stop.

      A história do jogo é estilo witcher, continuaçao direta de um livro de terror homonimo japa que era desconhecido no ocidente. Vale muito a pena procurar pra ver a origem da eve e a historia. O maeda nao aparece no liro mas estudou o caso e isso o fez ir pros eua
      O livro virou filme e teve adaptaçao pra mangá tbm meio tosco mas serve tbm.

      O 2 tem movimentaçao tanque e ai sim virou um re mas ainda mantendo os elementis de rpg. É bem mais longo e dificil mas muito bom tbm. Pena que destruiram a serie no 3rd birthday

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  • 2020-01-16 19:20:13 -0200 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast spin off: Questlog #7

    https://geekquest.org/2020/01/16/quest-log-007-por...

    E mais um podcast saindo do forno! Desta vez respondemos as perguntas de vocês relacionadas aos nossos últimos lançamentos: Odin Sphere, o Drops de Atelier Ryza, entre outras coisas!

    Não deixe de escutar e nos dar seu feed, que ele é muito importante pra gente!

    Tales of Zestiria

    Platform: PC
    202 Players
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      santz · 4 months ago · 4 pontos

      Digo novamente, melhor parte do cast é a leitura de feedback, pois a galera tá sempre onfire na zueira. Mó massa eu ter 2 comentários lidos no programa XD. Mas gente, por favor, quando o manoelnsn começar a cantar, dêem um tiro nele, MEU DEUS, COMO O CARA CANTA MAL!

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      vinicios_santana · 4 months ago · 2 pontos

      Meu nome tinha um 3 por ter feito a conta aqui usando o login do Facebook,
      Eu costumo ouvir podcasts enquanto vou pro trabalho a pé.
      Recentemente precisei pegar estrada para a cidade vizinha, 2 horas de carro, ouvi os grindingcasts atrasados.
      Sobre expectativas, expectativa zero para a vida, o que vier de bom, beleza.
      O último RPG que joguei foi o Final Fantasy 8, terminei o disco 1 e estou desanimado de continuar. Mas o Toc de deixar incompleto fala mais alto. Logo devo continuar ele.

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      makomon · 4 months ago · 2 pontos

      Rapaz, eu nunca imaginei meu nickname como um digimon, mas adorei a ideia aushaudhauhsa
      Ri muito do Manoel cantando a abertura, me lembrou muito aquele programa Idolos xD

      Gostei da teoria de que delatei o Moro ahsuahsuahsusha Tomem cuidado comigo que eu posso dar exposed nos podres de voces aí do cast xD
      PS: Fiquei curioso de saber quem era a pessoa que censuraram 🤔

      Fico muito feliz de ouvir voces lendo meus comentarios! Obrigado pelo carinho!
      Esse ano devo mandar mais respostas, ja que joguei boa parte dos jogos da lista (que venha meu amado simulador de casamentos Awakening)

      Um abraço a todos do cast! o/

      2 replies
  • 2019-12-26 11:55:17 -0200 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast: Odin Sphere

    https://geekquest.org/wp-content/uploads/2019/12/O...

    Mais um grindingcast saindo do forno, desta vez falando de um jogo muito bonito do PS2 (e que também tem um remake pra PS4): Odin Sphere!

    Venham dar uma escutada e comentar sobre o game também!

    Odin Sphere

    Platform: Playstation 2
    726 Players
    71 Check-ins

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      santz · 5 months ago · 2 pontos

      Ouvi o cast sem a parte de spoiler e fiquei bem interessado no jogo, apesar do pessoal ter metido o pau. É um jogo que te ganha pelo visual, como a galera falou, mas podia jurar que as músicas eram da hora. O gameplay hack 'n' slash me pareceu bem massa também. Achei engraçado o nome dos caras: Osvaldo, Mercedes Bens, Wagner, Cornélio, Cachaça! O pessoal nórdico é tudo brasileiro. No mais, parabéns para mais um cast. O mais legal de escutar vocês é que estão sempre com o modo zoeira ativado.
      PS: HaterChan tá precisando de um microfone novo urgente.

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  • 2019-12-21 20:32:29 -0200 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast: Grinding

    https://geekquest.org/2019/12/21/grindingcast-020-...

    Mais um podcast saindo do forno! desta vez falamos sobre o tão difamado, mal compreendido e querido grinding (que coincidentemente dá nome pro podcast, ahuahua)! Venham escutar e dar sua opinião sobre o assunto também!

    Dragon Quest III

    Platform: SNES
    293 Players
    41 Check-ins

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      lukenakama · 5 months ago · 3 pontos

      Ouvi o podcast todo, não me convenceu, grinding(Ou melhor, FARMIIIIING) ainda é um saco pra mim, e não, não vou tomar no cu viu? Kkkkkk
      Mas sendo sincero agora, nunca pensei nisso mas realmente grinding vai além dos rpgs, tem até em Gta como vocês citaram e eu nunca pensei por esse lado kkkkkkk
      Os argumentos foram bem sólidos, nunca havia pensado nesse lado, mas eu sempre falava que não jogava Dragon Quest pois odeio grinding, mas na verdade eu não jogo Dragon Quest mesmo pois odeio JRPG kkkkkk
      A sinergia de vocês é fantástica como sempre, nem parece que vocês estão falando para um podcast, parece que estão só conversando naturalmente e o Muriel começou a gravar sem avisa ninguém kkkkkk
      Esse é o primeiro grindingcast que ouço até o final, e me deu vontade de terminar os outros(Principalmente o de Earthbound que eu parei no meio por falta de tempo kkk)

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      lukenakama · 5 months ago · 2 pontos

      Griding é uma merda, vlw flw.

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      vinicios_santana · 5 months ago · 2 pontos

      Griding quando não é natural, cansa, ai é recorrer a podcasts pro tempo não ser tão massante.

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  • 2019-12-17 21:27:33 -0200 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast drops #3

    https://geekquest.org/2019/12/17/grindingcast-drop...

    E trazemos mais um drops, seu minipodcast, e desta vez com um assunto que falamos BASTANTE durante todo o ano: Atelier Ryza!

    Como foram nossas primeiras impressões sobre o game? Ruins? Horríveis? Uma merda? Deram vontade de pular de um penhasco? Venham escutar e comentar também!

    Atelier Ryza: Ever Darkness & the Secret Hideout

    Platform: PC
    8 Players
    2 Check-ins

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      _gustavo · 5 months ago · 3 pontos

      Marcando pra ouvir depois (depois que eu digo deve ser lá pra 2020 no meu ritmo mas ok kkkkk)

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      juniorcomix · 5 months ago · 3 pontos

      @raiden tá aí o jogo q vc curte

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      emphighwind · 5 months ago · 2 pontos

      Ri do povo sofrendo em cutscene pra slime e fadinha, eu vi gente elogiando o combate mas pelas descrições que escuto não me parece algo que eu iria gostar, como comentaram de não ter visto ninguém comentando da dificuldade, fui procurar e vi um cara comentando que é mais fácil que os últimos Atelier, queria saber o quão livre é o jogo, já que é o 2- Atelier mais livre depois de Firis, porém Firis tem aquele gerenciamento de tempo que meio que vai contra tal liberdade.

      Pior que este ano ainda foi um caso especial de que teve 2 Atelier neste ano pra compensar o ano passado que não teve.

      3 replies
  • 2019-12-11 12:56:32 -0200 Thumb picture

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