• 2020-11-01 21:09:42 -0200 Thumb picture
  • 2020-10-29 23:33:13 -0200 Thumb picture

    Grindingcast 033- Diablo II


    Sejam bem-vindos a mais um GeekQuest! E nesse mês, vamos falar dele o jogo de bater no mochila de criança, 7 pele, ardiloso, cão-tinhoso, coisa-ruim! Diablo II!

    Link: https://geekquest.org/2020/10/30/grindingcast-033-diablo-ii/

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    Diablo II

    Platform: PC
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      noyluiz · about 1 month ago · 3 pontos

      Foi um ótimo episodio negada
      Eu só achei bem idiota esse lance do only multiplayer (sorry não lembro quem falou agora) isso ia só limitar o jogador e o público, ia ser totalmente diferente de um mmo ou um jogo que não funciona sem outros jogadores como CS e fora que ia mais ou menos ser forçar Always online num jogo dos anos 2000 (e ter a opção de Multiplayer é muito melhor como "olha da pra jogar sozinho mas a experiência é muito melhor num Multiplayer caótico com seus amigos"

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      artoriasblack · about 1 month ago · 3 pontos

      finalmente um cast de Diablo 2!!! indo ouvir

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      santz · 29 days ago · 2 pontos

      Caraca, 3 horas de cast e sem zona de spoilers, como pode? E isso que vocês enfatizaram que o jogo tem um enredo muito fraco, mas ainda sim, conseguiram falar sobre a história de Diablo por mais de 1 hora. Mas o cast ficou bacana, apesar do pessoal mais criticar o jogo que tudo. Bom, eu nunca joguei esse game, mas zerei com meu irmão a versão de PS1 do primeiro e de fato, a experiência multiplayer torna tudo bem mais divertido. Será que apenas KOTOR conseguirá ser o único WRPG que conquistará vocês? Vamos ver os próximos cast. Parabéns pelo trabalho galera, especialmente o editor, que deve ter ficando maluco com um cast desse tamanho.

  • 2020-09-27 19:13:42 -0300 Thumb picture
  • 2020-09-15 21:27:52 -0300 Thumb picture

    Grindingcast 032 - Final Fantasy VI

    Sejam bem-vindos a mais um GeekQuest! E nesse mês, vamos conhecer as consequências da guerra entre humanos e criaturas místicas e o confronto entre tecnologia e a magia real! Entre loucuras de um palhaço niilista e a descoberta do significado das relações humanas, falamos de Final Fantasy VI!

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    Final Fantasy III (US)

    Platform: SNES
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      santz · 2 months ago · 2 pontos

      4 fucking horas de cast, cês tão maluco. Mas ri demais durante o episódio, especialmente com a zueira em cima de Legaia, Sabin e Umaro (coitado). Eu também acho o Ultros super sem graça, mas FFV também tem um personagem nesses moldes, ou seja, um vilão que aparece toda hora e tenta encaixar uma piada, mas funciona muito melhor.
      A parte mais curiosa do cast foi quando vocês reclamaram que as batalhas do jogo são cansativas, sendo que são encontros aleatórios normal de todo jogo da época. Alguns encontros são pegos de surpresa, que muda toda a dinâmica, ou mesmo tem aqueles a gente encurrala os inimigos, que dá variedade bacana. Em comparação com Dragon Quest V, o jogo é muito superior nesse sentido, pois as animações são top, os sprites são bem expressivos, o design dos inimigo é cheio de detalhes e tal, não entendi porque vocês acharam as batalhas de Dragon Quest V superior.
      Da galera que jogou, o Muriel foi o que teve a melhor experiência, especialmente por ir alternando a party, magias e testando as combinações que o jogo oferece, afinal, essa a graça do jogo, não é montar uma party boladona e fixa e jogar o game inteiro com ela, aí qualquer jogo fica chato.
      E por fim, a parte das notas ainda tá muito extensa. Enquanto eu ouvia, acabei pulando toda a explicação das notas, pois vocês acabam repetindo tudo que já falaram durante o cast e fica cansativo. Meu toque é para tentarem dar uma resumida nessa parte, não precisam detalhar e justificar tanto, a experiência em grupo discutida durante o cast já vale.
      No mais, é isso. Parabéns por mais um programa top de qualidade.

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      wcleyton · 3 months ago · 1 ponto

      Melhor Final Fantasy, merecia um remake mais do que o FFVII

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  • 2020-08-16 14:34:24 -0300 Thumb picture

    Grindingcast Drops 009 - Dragon Quest: Your Story

    Nesse drops vamos falar da tão amanda e tão odiada adaptação de uma das series mais importantes do RPG Japonês, vamos falar de Dragon Quest: Your Story.

    Link do episódio:

    https://geekquest.org/2020/08/16/grindingcast-drops-009-dragon-quest-your-story/


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    Dragon Quest V

    Platform: SNES
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      jcelove · 4 months ago · 3 pontos

      Pensei q vcs fissem massacrar o filme ja q curtem o jogo e qse todo mundo aqui na Alva que vi fakando dele tetestou. Eu assisti sem saber muita coisa e achei bem rushado mas é meio o que acontece nesse tipo de animaçao e adorei o plot twist. Realmente tinha jeito de ser menos bobo, como mostrar o jogador tirando o cartucho, mas curti o lance do vr, me pegou de surpresa. No final valeu bastante a experiencia e foi um baita incentivo pra jogar o game.

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      santz · 4 months ago · 3 pontos

      Olha aí, um cast do filme, massa demais. Eu sou do time que nunca jogou o game, cai de paraquedas e achei o filme super corrido. Até a parte do casamento, estava legal, mas daí contar a história de monte de geração em filme não dá muito certo. Mais para o finalzinho, estava achando mega arrastado. Agora, aquele final, putz, que lixo. Eu pesquei a ideia, mas ficou muito paião. Como que o vírus conseguiu perder a batalha se ele controlava tudo do jogo? Coisas de herói, enfim.

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      vinicios_santana · 3 months ago · 3 pontos

      Eu sou um terceiro tipo de pessoa não comentado no cast, o que não jogou nenhum Dragon Quest e adorou o filme.
      Ele começar com os sprites foi algo legal pra já me situar num ambiente de video game.
      Consegui me emocionar com a morte do Seu Madruga, mesmo com pouco tempo de tela dava pra ver o quanto ele era um pai carinhoso e o sacrifício dele foi bem feito graficamente.
      O desenrolar do filme foi algo bacana, entendi a passagem do tempo e apesar de não ter jogado nenhum Dragon Quest, já joguei outros RPGs e sei o quanto é complicado comprimir 100 horas de jogo em um filme de 1 hora e meia.
      Até o momento do resgate da mãe, o filme era 10;10 pra mim.
      Assim que o vírus apareceu, foi como um balde de água fria.
      Achei viajado demais.
      Antes o final fosse apenas uma tela de tv de tubo se deligando e a tela abrindo, revelando um Superfamicon com o jogo, enquanto a criança que jogava deita no tapete e faz algum comentário filosófico, que logo é interrompido pelo grito estridente de seu amigo o chamando para brincar.
      O filme me deu muita vontade de jogar esse Dragon Quest em específico e o podcast só ajudou.

  • 2020-07-04 18:11:54 -0300 Thumb picture

    Grindingcast 030 - Fire Emblem: Awakening


    Sejam bem-vindos a mais um Grindingcast! Nessa semana vamos falar do nosso primeiro SRPG, um jogo cheio de Waifus, Husbands, fanfics, guerras e Barbie, sim ele mesmo, Fire Emblem: Awakening!

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    Fire Emblem: Awakening

    Platform: Nintendo 3DS
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      santz · 5 months ago · 3 pontos

      Finalmente um cast com RPG tático, mas é bem curioso vocês começarem por este jogo da franquia. Tá que ele meio que salvou a série, mas o mais lógico, ao meu ver, seria começar pelo de GBA ou até o primeirão de NES. Ao jogar um game mais recente, os antes dele acabam perdendo um pouco a magia, vocês não acham?
      Enfim, o cast ficou excelente, apesar de eu nunca ter jogado nenhum game da série, sempre fiquei curioso em conhecer, especialmente esse lance de casar e gerações, parece bem viciante.
      PS: galera, tentem dar uma resumida na explicação sobre as notas qualitativas, mas não é algo que atrapalhe muito, pois bastar pular essa parte do cast.

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      kalini · 5 months ago · 2 pontos

      Eu nem sabia que ainda rolava piadas. Achei o podcast do kotor o mais serio que fizeram, então achei que seria assim desde então, aí não fui no Fire Emblem.

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      wcleyton · 5 months ago · 2 pontos

      opa, waifus? quero...

  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-05-10 23:26:33 -0300 Thumb picture

    [Grindingcast] Manoel saiu da party

    Infelizmente foi a única imagem sugestiva que achei, e tinha que ser com a droga da Luca...

    Eu particularmente acho coisas como despedidas bem bregas - que a pessoa suma e pronto - mas nesse caso, como eu vejo o Alvanista como uma casa pra mim na internet (a outra era o Orkut, e ela foi demolida) e como só conheci a equipe por causa da rede, me vejo na obrigação de esclarecer a minha decisão de sair do Grindingcast - o podcast de RPG -  do qual fiz parte durante meses.

    Para deixar a leitura mais agradável postarei algumas imagens agradáveis no decorrer do texto, huahua

    Não foi uma decisão arbitrária. Não foi algo que pensei de uma hora pra outra. É algo que venho pensando desde o final do ano passado, mas sempre decidi por continuar no projeto porque gosto de RPG e porque gosto muito das galera de lá, mas só gostar não é o suficiente para continuar em um projeto, e nesse meio tempo outras coisas passaram a me incomodar. O objetivo do podcast, desde quando o Muriel me chamou para participar dele ano passado, sempre ficou claro pra mim: "fomentar o público a jogar mais RPG eletrônico" e, quem gosta de RPG sabe que esse não é um gênero que agrada todo mundo e é difícil achar pessoas que gostem da mesma coisa que você. Portanto, vi no podcast, um lugar para conversar sobre algo que eu gosto, de instigar as pessoas a jogarem mais e de divulgar bons jogos que não possuem o reconhecimento que merecem (os famosos underated, teve até um podcast recente sobre isso). 

    Porém, o que não me veio na mente na hora em que aceitei entrar no projeto, e o que veio me matutando na cabeça há meses foi o meu outro objetivo (que é o motivo pelo qual eu já tenho mais de 150 reviews): atiçar o senso crítico das pessoas e gerar discussões. Quando fico o dia inteiro fazendo uma review de um Persona 3 da vida eu não quero irritar fãs do jogo ou simplesmente  causar polêmica e sim plantar uma semente, instigar a dúvida, colocar a pulga atrás da orelha, fazer o leitor pensar "nossa, como eu não pensei nisso antes?"  Também fazer com que, aqueles discordantes saiam do ostracismo (ou do dislike) e queiram debater a respeito. Claro que nem sempre o debate é frutífero (já tive vários, inclusive aqui na rede, que não levaram a lugar algum), mas ao menos neles você estará defendendo suas ideias,  e nos que realmente valem a pena vai estar aprendendo coisas novas ou mesmo evoluindo seus próprios conceitos (seja reforçando-os ou renovando-os). 

    E, quando me dei conta, de que o objetivo do podcast que eu estava participando era bem diferente do meu, comecei a me indagar: será que eu consigo mesclar ambos, sem que um afete o outro? E como vocês sabem, o Grindingcast cresceu. E continua crescendo. E com ele, planos pra expansões pra outras redes sociais, construção de artigos, projetos futuros, tipos diferentes de RPGs (como os ocidentais, que viraram pauta esse ano), um site, novos quadros e afins também vieram, e tudo isso realmente me divertia, me agradava, eu me sentia motivado, instigado a continuar com esse projeto. Mas aquela dúvida lá no começo se manteve, e em vários momentos as ações que o podcast tomou começaram a me incomodar. 

    Um exemplo recente foi o drops de Final Fantasy VII Remake: desde o começo, quando foi anunciado que o jogo seria action e em partes eu já deixei claro o meu pensamento sobre ele: isso é um pedaço de lixo que não só desrespeita a obra original como também vomita em cima dos fãs, entregando a eles um jogo totalmente diferente daquele que amam, só que com um verniz familiar. Porém, o drops ainda saiu. E isso não é um problema do podcast, pois isso faz jus ao objetivo principal dele: de fazer com que mais pessoas joguem RPG e FF7 Remake é uma boa chance de ajudar nesse quesito. E eu, em nenhum momento, questionei ou fui contra lançarem esse episódio (até tivemos umas discussões a respeito, mas o assunto foi o jogo em si e não um drops dele), ou seja: eu estava sendo conivente com a divulgação de um jogo cuja existência eu considero abominável. 

    Pode parecer besteira ou frescura eu falando assim, mas é como se eu tivesse me contradizendo e eu estivesse me tornando algo diferente apenas pelo bem do podcast e isso se sucedeu em algumas outras ocasiões: sejam escolhas de pauta, gravações, podcasts inteiros (os quais eu participando ou não, sentia um grande desconforto ao ouvir) e isso foi me incomodando cada vez mais, e chegou a um ponto onde eu não me sentia mais motivado, empenhado e animado pra participar do projeto. Simplesmente parei de me importar. Também tentei escutar mais podcasts, sejam os nossos ou outros pela net aí, e cheguei a uma outra conclusão contraditória: eu não gostava de podcast! No tempo livre dos meus ouvidos eu gosto de escutar música (sertanejo, principalmente) e estar ouvindo pessoas falando no meu ouvido enquanto faço outra coisa me dá uma sensação de estranheza, começo a falar sozinho no meio da rua como se quisesse conversar também, mas não dá: é tipo um rádio só que com o locutor a todo momento... E sempre odiei locutores nos meus tempos de escutar FM no meu radinho de pilha o qual apelidei de Mumm-Ra - Na esperança que ele tivesse vida eterna, mas acabou se desintegrando igual o desenho antigo de Thundercats.

    Então, chamei o Muriel pra uma conversa ontem, e falei com o resto da turma hoje, que a minha permanência no podcast não seria boa pro projeto - já que não consumo aquilo que estou produzindo (é como se eu tivesse fazendo reviews sem gostar de jogos) e portanto não posso contribuir com uma especialização maior nesse quesito - e também não seria bom pra mim, já que continuar almejando que pessoas se divirtam e joguem RPG é bem diferente de possivelmente esculachar o objeto de adoração delas porque concluí que era um pedaço de merda. Também tiveram outros pontos (desta vez mais técnicos mesmo, que até poderiam ser resolvidos com uma reunião ou algo do tipo, mas apenas estaria adiando o inevitável mesmo), mas resumidamente foi isso: saí porque minha permanência estava me incomodando e dificilmente algo positivo sucederia se eu permanecesse, tanto pra mim quanto pro Grindingcast.

    Não tiveram brigas, xingamentos, baixarias, processos (como acontece com separações de duplas sertanejas), foi simplesmente uma estrada, a qual andamos juntos por um tempo (nos divertimos, fizemos piadas, falamos de coxas, zoamos mães de cientistas, inventamos novas fobias), que de repente se bifurcou e cada um seguiu o seu rumo. Eu continuarei com minhas reviews, o Grindingcast vai continuar com os podcasts descontraídos pra conversar sobre RPG, e como os considero bastante ,mesmo que eu dificilmente vá consumir o que fazem (já que não sou fã de podcasts), desejo todo o sucesso para a equipe e boas horas de diversão pros ouvintes que me escutaram durante todo esse tempo. E pescaria e silêncio pra todos nós!

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      zefie · 7 months ago · 4 pontos

      Parabéns pela coragem. É super difícil sair do "conforto" da rotina de alguma coisa e as pessoas normalmente não notam isso. E essas imagens realmente não tiveram absolutamente nada a ver com o post ahahuahuuha eu esperava que fosse ter ao menos a mínima relação

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      wcleyton · 7 months ago · 4 pontos

      Tetas conseguem melhorar até um texto de despedida...

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      jokenpo · 7 months ago · 3 pontos

      pelo cast falar de RPG achei que vc tava gostando pq vc só joga esse genero kkkk mas entendi o seu ponto!

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  • 2020-05-09 09:23:17 -0300 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast spin off: Drops #6

    https://geekquest.org/2020/05/09/grindingcast-drop...

    Mais um drops saindo do forno, e desta vez um em que falamos dessa característica tão legal dos RPGs eletrônicos, especialmente os japoneses: o overworld!

    Arabian Nights: Sabaku no Seirei Ou

    Platform: SNES
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      jcelove · 7 months ago · 2 pontos

      To sem app pra baixar os eps, todo atrasado, mas chego ai. Vejo a nostalgia de vcs com o mapa mundi mas particularmente nunca foi uma das coisas que me atraia em jrpgs, achava um meio de transiçao chato ate, ja q nunca curti personagens sd nem ficar andando me causava imersao. Em ff so curtia qdo conseguia um veiculo pra agilizar, ai ficava menos chato/frustrante. Alias se fosse pra descibrir pra onde ir sem indicaçao como era ff1 ou tendo de scanear cidades como wild arms era horrivel pra mim.hehe rabdom battke no mapa odiava tbm

      Prefiro ja ter um caminho traçado ate pq na maioria das vezes os persinagens ja sabem o caminho e o local onde devem ir. Provavelmente ninguem do cast concorda comigo XD

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      speedhunter · 7 months ago · 2 pontos

      O que me incomoda em overworld é a movimentação lenta. Não sei pq os produtores teimam em deixar a navegação lenta.

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      santz · 6 months ago · 1 ponto

      Episódio curto e com um papo bem descontraído. Fiquei esperando ouvir o nome Akalabeth como sendo o primeiro jogo com overworld da história, mas passou despercebido o pioneiro. Eu curto demais overworld, porém, o open world é muito melhor. Ver as áreas se conectadas e as transições suaves entre ambientes, sem loading, é muito gratificante. Mother, por exemplo, é magnífico, sem ter overworld. O pior overworld está na série Shin Megami Tensei, controlar uma setinha é paia pra cacete. Mas o que mais me deixa puto em overworld são os encontros aleatórios. Por isso Chrono Trigger é perfeito.

  • 2020-03-30 23:09:27 -0300 Thumb picture

    Grindingcast 026 - Baldur's Gate

    Sejam bem-vindos a mais um Grindingcast! Nessa semana vamos falar de um dos jogos mais importantes dentro do gênero CRPG, Baldur’s Gate! Jogo que vem com a proposta de trazer da forma mais fiel possível a experiência de uma partida de mesa para um RPG Eletrônico, como será que ele se saiu nessa primeira entrada na série? Quais foram os pontos fortes? O que ele precisa melhorar? Tudo isso discutimos no podcast.

    Link: https://geekquest.org/2020/03/31/grindingcast-026-...

    Não esqueçam de dividir a experiencia de vocês com o jogo o/

    Baldur's Gate

    Platform: PC
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      wilford_fernandes · 8 months ago · 2 pontos

      itxaaaaaaa

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      santz · 8 months ago · 2 pontos

      Mano do céu, que cast grande da porra. Minha experiência com Baldur's Gate foi bem curta. Depois que meu grupo todo morreu no primeiro inimigo do segundo mapa, deixei pra lá. Esse lance de pausar nos combates e escolher a estratégia eu não entendi nada e nem quis entender. A estratégia do Manoel de enviar uma isca e trazer parte dos inimigos para o grupo descer o cacete me pareceu muito inteligente. Também não gosto muito de jogos com muito texto, cansa mesmo sendo em português. E como vocês conseguiram se acostumar com esse lance de Level máximo 10? Nem dá pra fazer upgrade direito com tão pouco, dá? Por fim, o cast ficou excelente e é bom saber que ele é um péssimo game para entrar no mundo dos WRPG. Galera, poderiam encurtar um pouco as impressões na hora da nota. Fica meio repetitivo. Falow o/

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  • 2020-02-23 10:34:34 -0300 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast: Tales of Berseria

    https://geekquest.org/2020/02/23/grindingcast-025-...

    Mais um podcast saindo pra vocês, desta vez sobre o último game da franquia tales of lançado até o momento: Tales of Berseria!

    Não deixe de dar uma cubada e nos dar a sua opinião, ela é muito importante pra nós!

    Tales of Berseria

    Platform: PC
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      wcleyton · 10 months ago · 2 pontos

      Um dos pouco games que possui estilo edgy na medida certa

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      hiroasura · 9 months ago · 2 pontos

      me senti meio triste depois de ouvir o cast, por causa da gameplay, level design e bla bla bla. Mas, mesmo que a gameplay seja bem meh, ainda quero jogar essa porra (falta só a plataforma agora ashuahsuhua)

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      vinicios_santana · 9 months ago · 2 pontos

      Escutado, mas não deu muita vontade de jogar não. Pelo menos o cast foi divertido.

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