• 2019-09-21 08:25:41 -0300 Thumb picture
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      wcleyton · about 12 hours ago · 2 pontos

      Moça bonita, moça formosa

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      wcleyton · about 4 hours ago · 2 pontos

      já saiu o post para dar feedback do episódio do cast sobre legaia?

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  • 2019-09-18 18:16:43 -0300 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast: Legend of Legaia

    https://geekquest.org/2019/09/18/grindingcast-015-...

    Depois de vários adiamentos, problemas na gravação e o que mais se imaginar, o podcast de Legend of Legaia está no ar!

    Venham escutar e dar sua opinião também sobre esse famoso jogo do Playstation, onde tu pode fazer combos e salvar o meio ambiente!

    Legend of Legaia

    Platform: Playstation
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      wcleyton · 3 days ago · 2 pontos

      Eita caraio, tou até vendo o sangue no zóio da galera quando for falar desse game

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      avmnetto · 3 days ago · 2 pontos

      "Salvar o meio ambiente" pode soar clichê (e até pejorativo, no meu caso) fazendo referência à importância e profundidade desse jogo. Cabe melhor a FF7.

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      vinicios_santana · 3 days ago · 2 pontos

      Desse lembro das "super" animações de batalha, mas logo cansava. Escutarei o cast pra ver se essa imagem ruim sai da cabeça.

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  • 2019-09-18 15:09:19 -0300 Thumb picture

    Podcast saindo o/

    Depois de regravação, sofrimento e problemas de áudio finalmente ele vai sair, ainda hoje!

    Legend of Legaia

    Platform: Playstation
    2128 Players
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      roberto_monteiro · 3 days ago · 2 pontos

      O jogo é tão bom que até o cast travou..

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      wcleyton · 3 days ago · 1 ponto

      Quando sai o do FF VI, vcs fizeram do VII e vão deixar o VI de fora?

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      santz · 3 days ago · 1 ponto

      Tiveram que regravar o cast? Putz, deve ter sido osso, ainda mais falando de um jogo assim.

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  • 2019-09-18 07:58:54 -0300 Thumb picture

    Jessica - Lunar Silver Star Story

    Lufia realmente me lembra bastante esse game, com a diferença que a dona com orelhas de elfo lá não tem tanta saúde assim, ahauhua

    by @manoelnsn

    Lunar: Silver Star Story Complete (2-Disc Edition)

    Platform: Playstation
    310 Players
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      wcleyton · 4 days ago · 2 pontos

      porra, já tou com vontade de jogar esse game, me tirem uma dúvida, e no lunar que tem uma cena de introdução em anime com umas da personagens nuas em um ambiente com neve?

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      gennosuke6 · 3 days ago · 2 pontos

      Ui, papai! kkkkkkkkk.

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      speedhunter · 3 days ago · 1 ponto

      Essas artes são sensacionais! Da Luna tbm!

  • 2019-09-17 17:02:36 -0300 Thumb picture
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  • 2019-09-15 18:43:11 -0300 Thumb picture

    Podcast - PLANTÃO QUESTLOG #1

    https://geekquest.org/2019/09/15/plantao-quest-log...

    Normalmente esperamos pra dar as notícias após um novo podcast, contudo essa mereceu uma certa urgência. No Tokyo Game Show (TGS) foi mostrado mais um pouco do gameplay do remake de Final Fantasy VII e nele aparece um tal "modo clássico", que de acordo com a Square Enix, trará a sensação do jogo antigos pro jogador, o que fizeram muitos (inclusive sites grandes) pensarem que isso se tratava de um sistema por turnos.

    Mas será isso mesmo? Aqui nesse mini podcast discutimos um pouco a respeito, venham escutar e também dar suas opiniões a respeito!

    Final Fantasy VII Remake

    Platform: Playstation 4
    311 Players

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      emphighwind · 5 days ago · 3 pontos

      Pelas informações que vi este auto battle romantizado parece como modo de dificuldade como o @mastermune mesmo comentou, mas acho estranho porque no vídeo e noticias que vi você a principio pode sair do modo auto battle romantizado a qualquer hora ao mexer no analógico, neste sair de modo você vai pro modo normal ou pro fácil? É uma palhaçada isso dai.

      Engraçado que de outro lado temos Yakuza 7(que inclusive o @the_muriel menciona) que parece ser de fato o jogo que transforma um jogo de ação em um jogo por turno(se bem que com estas confusões do que é por turno e o que é action se o "live command RPG battle" que eles mostraram é realmente por turno).

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      felilfidelis · 6 days ago · 2 pontos

      Muito bom o podcast e informativo! Square fazendo Squarezisses

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      sergiotecnico · 5 days ago · 2 pontos

      Graças a Deus!

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  • 2019-09-14 10:56:05 -0300 Thumb picture
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      wcleyton · 7 days ago · 2 pontos

      as artes desse jogo são tão lindas que eu nem consigo ver com maldade os personagens

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      felilfidelis · 7 days ago · 2 pontos

      Uma coisa é certa, o cara sabia trampar com gradiente! :D

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  • 2019-09-07 18:46:04 -0300 Thumb picture

    Mitos sobre os RPGs por turno

    Medium 3743847 featured image

    Recentemente tivemos finalmente o anúncio de Indivisible, um RPG indie que era muito aguardado pelos fãs do gênero, seja por possuir sprites em alta definição (afinal ele é produzido pela mesma empresa que fez Skullgirls) ou pelo gameplay ser inspirado em um clássico do Play Station: Valkyrie Profile. Porém, o que era pra ser uma boa notícia para todos nós da equipe (afinal, nosso objetivo é que mais e mais pessoas joguem e se divirtam com RPGs eletrônicos), acabou se tornando motivo de preocupação. Não pelo jogo em si, que ainda aparenta estar espetacular, e sim pela forma com que a empresa está o vendendo: como um RPG de ação.

    A nova tela de combate de Indivisible, presente na versão final do jogo

    Action RPG, em suma, é um subgnênero do RPG eletrônico que enfatiza a ação em tempo real, onde o jogador controla diretamente os personagens e a maneira como o combate acontece depende única e exclusivamente dos inputs do mesmo, podendo mover o personagem pra bem longe do adversário ou mesmo atacá-lo por ângulos diferentes. Em Indivisible, as batalhas acontecem com os personagens jogáveis de um lado e os inimigos de outro e uma ação direta só ocorre quando um marcador localizado abaixo do mesmo (que na versão demo era simbolizado por uma barra e nessa versão final é na forma de pequenos círculos) se completa, permitindo assim que o jogador faça os combos devidamente. O mesmo vale pros inimigos, que apesar de não terem o marcador à mostra, também ficam imóveis e só fazem uma ação após determinado tempo, o que não se encaixa como um RPG de ação e sim por turnos, que usa uma função bastante conhecida pelos jogadores de Final Fantasy: a ATB, ou active time battle.

    Quando surgiu, em FFIV, a ATB sequer era mostrada na tela, só vindo a aparecer no jogo seguinte, e perdurando na franquia por um bom tempo, além de ser reaproveitada em vários outros jogos

    Mas, se é algo tão notável o fato de Indivisible ser um RPG por turnos, por que estão vendendo ele como se fosse um Action? RPGs de ação são mais rentáveis, sendo mais atraentes pra novos públicos, e com isso para uma desenvolvedora de jogos ter lucro é muito mais fácil produzindo um jogo dessa forma. E como fora de combate o jogo possui momentos plataformer( bem no estilo de Valkyrie Profile mesmo), optaram por vender o jogo dessa maneira, assim quem queria comprar o jogo por ele ser o sucessor espiritual de Valkyrie Profile ainda vai fazê-lo, e aqueles que têm preconceito contra RPGs de turno também o farão, já que com a ATB, a ação em plataformas e o sistema de combos, dificilmente descobrirão que foram “enganados”.

    Não é de se espantar se memes desse tipo surgirem depois do lançamento do jogo...

    Contudo, apesar de parecer a escolha perfeita, mascarar o jogo como algo que ele não é, é ruim por dois motivos. Primeiro porque gêneros e subgêneros existem pra que os consumidores saibam o que vão comprar, e a partir do momento que isso se tornar relativo e as empresas utilizarem eles de forma desregrada você pode acabar comprando um jogo de pesca que é vendido como shooter de nave. E segundo é porque estão vendendo a imagem que o sistema de combate por turnos em um RPG é algo ruim e que apenas se for chamado de Action poderá ser criativo e interessante, isso num jogo indie, se já não fosse ruim o suficiente empresas grandes como Square Enix fazerem a mesma coisa.

    Motivados por essa infeliz atitude por parte dos produtores desse que parece ser um dos melhores RPGs indies dos últimos anos, nós do Grindingcast decidimos desmentir alguns dos mais comuns mitos e falácias sobre RPGs turn based, muitas delas divulgadas à rodo por canais do Youtube, podcasts e influenciadores no geral. Não pra que você, leitor, se sinta obrigado a jogá-los mas para que, se não optar por sistemas de turnos, que não seja pelos motivos a seguir:

    1 – RPGs por turno são mais demorados

    Essa é bem comum. Provavelmente isso se popularizou devido ao fato dos RPGs de turno mais famosos, como Final Fantasy VII, demorarem suas 30/40 horas para serem terminados, isso além de possuírem as famigeradas random battles (que foram sendo deixadas de lado pelos RPGs com o tempo, afinal eram uma limitação tecnológica e não uma escolha criativa). Contudo, isso é uma afirmação que não se sustenta, pois assim como temos RPGs de turno mais demorados, também temos RPGs de ação longos, um bom exemplo são os jogos da franquia Tales of (com os primeiros possuindo, inclusive, batalhas random), ou mesmo os WRPGs cheios de escolhas como The Witcher 3. E não apenas isso, como também existem vários RPGs por turno curtos, sejam os mais modernos como Child of Light ou os mais antigos como Arabian Nights, todos podendo ser terminados com menos de 20 horas de duração, entregando uma experiência bem satisfatória pro jogador.

    2 – RPGs por turno são parados

    A própria expressão “combate por turno” remete e algo demorado e lento, sempre com um esperando enquanto o outro ataca e vice-versa. Essa é uma falácia muito dita por pessoas que não jogaram muitos ou mesmo nenhum RPG cujas batalhas são feitas dessa forma, já que o que não faltam são RPGs por turno dinâmicos que deixam as batalhas tão (ou até mais) animadas que as suas contrapartes Action. A ATB de Final Fantasy IV foi melhorada e reutilizada por muitos jogos, e coisas como Grandia e Atelier Iris 2 refinaram-na, com o jogador precisando ficar atento na hora da ação, seja a sua ou a do inimigo. Em Super Robot Taisen OG Saga: Endless Frontier (ou no seu sucessor espiritual, Project X Zone) é preciso combar o inimigo no timing certo, mantendo-o no ar, caso contrário ele irá contra-atacar de forma absurda. Sem contar que, em muitos jogos por turno, o jogador também terá ações quando for a vez do oponente, como em Ar Tonelico 2: Melody of Metafalica onde, se apertar o botão no momento certo do ataque inimigo, levará menos dano.

    3 – RPGs por turno são todos iguais

    Apenas com os exemplos anteriormente citados, já dá pra perceber que a coisa não é bem assim e nem tudo se resume à Final Fantasy e Dragon Quest. Com relação à variedade e criatividade, os RPGs por turno são até mais variados do que os Action (especialmente por não terem que se preocupar com a física do combate), com inúmeros jogos tendo sistemas de combate totalmente diferentes, ainda dentro do escopo do subgênero. Por exemplo, na franquia The Legend of Heroes, da Nihon Falcom, os combates ocorrem num campo aberto onde o alcance das suas armas e magias conta pra atingir o inimigo; em Bravely Default (ou mesmo em sua sequência, Bravely Second) é possível adiantar seus turnos de uma vez, mas ficando sem atacar após um tempo... Isso além dos SRPGs (RPGs táticos, que alguns nem os consideram como RPG, mas que mesmo assim ainda estão dentro dos sistemas de turno e do que eles podem oferecer) que possuem outra infinidade de variedades, como Valkyria Chronicles, onde você move os seus soldados no campo de batalha num cenário em 3 dimensões e caso o inimigo entre na sua linha de fogo quando for o turno dele, poderá ser abatido.

    4 – RPGs por turno são mais difíceis

    Muitas das pessoas que têm preconceito contra o sistema de turnos pensam que todos eles são Dragon Quests do NES, onde tu tem batalhas a cada segundo, com inimigos podendo te matar com dois petelecos e com uma quantidade de grinding imensa sendo necessária pra se terminar o jogo. Entretanto, o que não faltam são RPGs por turno extremamente fáceis que praticamente qualquer pessoa consiga terminar. Super Mario RPG é um exemplo de jogo mais antigo, e mais recente temos ambos RPGs de South Park (Stick of Truth e Fracted But Whole) que também são bem fáceis e qualquer pessoa, mesmo não acostumada com o gênero, poderá jogá-los tranquilamente. E também não quer dizer que RPGs de ação serão automaticamente mais fáceis também, Tales of Eternia (Tales of Destiny II aqui no ocidente) é um action e consegue ser mais difícil que todos os RPGs de turno mainstream do PS1.

    Existem ainda mais falácias e mentiras ditas sobre o sistema de turnos, mas deixaremos para abordá-las em no futuro. É comum que as pessoas inventem falsas afirmações quando não possuem um grande conhecimento sobre determinado assunto, e sabemos muito bem que o sistema de combate por turno nos RPGs eletrônicos não conseguiu acompanhar as mudanças tecnológicas que foram surgindo como sua contraparte action fez. Contudo também é fato que existe muita coisa legal e única nesse subgênero, e é triste que muitos sequer façam ideia disso apenas por causa da desinformação massiva que acontece com ele, seja por parte dos jogadores ou mesmo pela própria indústria (como com o infeliz caso de Indivisble) . 

    Nós, do Grindingcast, queremos que mais pessoas joguem RPG eletrônico (seja ocidental ou oriental, seja turno ou action) , mas também desejamos que o maior número possível de pessoas consiga perceber o quão incrível os Role Playing Games são, seja controlando o seu personagem livremente ou aguardando a sua vez de atacar pacientemente.

    Indivisible

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      wilford_fernandes · 14 days ago · 2 pontos

      é tiro no pe marketing errado.... triste.... vou jogar mas espero q o jogo n seja prejudicado por isso ;p

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      gennosuke6 · 14 days ago · 2 pontos

      Eu não cheguei a ver vídeo de gameplay, e estava achando que era RPG de ação, tipo um Tales da vida... Bom saber.
      Eu gosto de ambos os estilos, de turno, ou de ação, mas realmente, tem gente que só joga um ou outro, e o jogo sendo vendido pelo que ele não é, pode enganar mta gente.

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      emphighwind · 14 days ago · 2 pontos

      Detestos estes RPGs por turno "não parados" com o Endless Frontier e os Marios RPGs, se for pra ficar preocupando com timing, melhor ir logo um ARPG.,

      E bem o maior mito/preconceito dos RPGs por turno é que são "fáceis", "é só mashar A A A A A".

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  • 2019-09-06 12:02:10 -0300 Thumb picture

    Questlog #4 - A guerra santa: magumbos vs coxas

    https://geekquest.org/2019/09/06/quest-log-004-a-g...

    Finalmente saiu o questlog/feedquest/foodtruck de nº 4, respondendo o feed da galera sobre os podcasts de Final fantasy VII e de Action RPG! Também falamos sobre as notícias mais relevantes nesse meio tempo, como o anúncio de Indivisible, um grande action rpg de turnos... Epa...

    Artigo:
    https://gamicus.gamepedia.com/Action_role-playing_video_games

    Indivisible

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      _gustavo · 15 days ago · 3 pontos

      o/ Ouvirei

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      jcelove · 15 days ago · 2 pontos

      Ouvi mais cedo, do que lembro:

      Vagrant Story é um caso bastante peculiar. Convencionou-se chamar de action rpg por comodismo mas as batalhas sao um hibrido de turno e ação. Os elementos de rpg sao implementados de uma forma bastante diferente do comum. Nao tem xp e level up mas ashlay e suas armas evoluem, nao existem shops e o esquema de forja é uma coisa complexa ao extremo. É um dungeon crawler que precisava de classificaçao própria mesmo. As entrevistas do Matsuno sobre os bastidores sao bem legais.

      Monster hunter influenciou muita coisa e tem varios "clones" como god eater, dauntless, toukiden, e ate jogos como soul sacrifice e o proprio dark souls, que se assemelham em varios pontos com a serie da capcom apesar de terem mecanicas diferentes.
      A galera gosta de colocar ele no bolo dos arpgs pra facilitar.

      Ys é muito bom caras, o primeiro é basicão ate pela época mesmo e esquisito com o bump system , mas com o tempo acostuma e funciona bem. É curtinho tbm, em 5h ta terminando.
      É legal jogar o origin depois de ys 1 e 2 pq ele pega referencias diretas mesmo se passando 600 anos antes.

      1 reply
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      emphighwind · 11 days ago · 2 pontos

      Agora que vi que você fizeram um site pro podcast, nice.

      O gameplay do YsI&II que tem na steam é melhor que os original lá dos anos 80, movimentação diagonal por exemplo que deixa o bump system mais agradável que os jogos originais de PC88.

      "O importante é a garota que você escolheu" consigo imaginar um podcast de Persona moderno/Ar Tonelico/Sakura Wars começando sério e de boa, porém aos poucos virando waifu wars. (anyway no Conception 2 foi a mina de cabelo azul sem kinkshame por favor, se eu fosse masoquista de jogar a dungeon final varias vezes eu tentaria harem ending), mas vou ser sincero a parte "dating sim" de Conception 2 é meio fraca também, alias mais fraca que o próprio combate, o jogo é realmente como o @jcelove comentou "na onda de persona", Monokuma não ter no 3DS é meme da eshop BR, na eshop americana tinha a DLC lá.

      Pelo visto o podcast de Legaia vai ser "divertido", infelizmente(ou felizmente né) não planejo jogar Legaia, mas estou ancioso por este podcast.

      Monster Hunter é "hunting game", este foi pelo menos o concenso que o povo usa quando saiu todos aqueles clones de MonHun pro PSP/Vita.

      Anime de Sakura Wars não é lá uma adaptação fiel dos primeiros jogos, começa parecido com 1 dai começa a divergir e coloca umas informações do 2 no meio, não cheguei a ver os OVAs, joguei o primeiro com .txt de tradução do gamefaqs do lado e o V, o foco era realmente a parte visual novel do jogo, apesar do gameplay SRPG estar lá, só começou a ficar interessante com as mudanças que surgiram do 3 que passa a usar distância ao invés de grade e evoluiu no que hoje é Valkyria Chronicles. Fiquei salgado inicialmente com a mudança pra action mais por ser a Sega e eu vi recentemente Valkyria Revolution acontecendo, além de Shining e Phantasy Star, porém agora que vi Yakuza virando RPG por turno com o protagonista fã de Dragon Quest, eu sinceramente achei uma troca justa. Não tenho esperança do resto da série ser localizada, mas quero bastante o remake de PS2 do 1 e o 3 localizados de alguma forma.

      Não quero entrar na discussão do que é e não é western RPG e JRPG, não acho que região deveria ser usado pra se referir ao gênero/estilo de jogo, porque tu pegar jogos como clones japonês de Wizardry fica estranho chamar de wrpg especialmente dos com arte mais anime.

      Força ai no TCC @the_muriel

      3 replies
  • 2019-08-29 19:30:16 -0300 Thumb picture

    Pokemon Masters - Disponível pra Android e IOS

    Baixei aqui pra testar, e como todo gacha devo jogar por alguns minutos e depois ele vai cair no esquecimento pra mim... Mas e você? Já deu uma testada no jogo jogo mobile da famosa franquia de monstros de bolso?

    By @manoelnsn

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