• andreycout Andrey Coutinho
    2015-01-28 03:37:02 -0200 Thumb picture

    Socrates Jones adicionado ao Alva

    Adicionei esse joguinho de browser maravilhoso ao Alva! Recomendo extremamente pra quem gosta de Filosofia, da série Phoenix Wright e principalmente para os que, como eu, gostam dos dois ao mesmo tempo.

    http://www.kongregate.com/games/chiefwakamakamu/socrates-jones-pro-philosopher/

    Socrates Jones: Pro Philosopher

    Platform: PC
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      pyro · almost 5 years ago · 2 pontos

      Quais os critérios pra adicionar um jogo de navegador aqui? :v

      2 replies
  • lpslucasps Lucas Pinheiro Silva
    2014-07-30 20:21:51 -0300 Thumb picture

    BioShock (Multi) e suas influências filosóficas

    Artigo publicado originalmente no site e disponível em: http://j.mp/1pGGv9g

    Revisão: Marcos Silveira, Capa: Vitor Nascimento

    ATENÇÃO: ESTE TEXTO CONTERÁ SPOILERS DE BIOSHOCK

    BioShock foi uma das melhores novas franquias da sétima geração. Seu primeiro lançamento, disponível para PS3, X360 e PC, quebrou o molde de shooters tradicionais e foi ovacionado por crítica e público. Entretanto, não é pelo gameplay primoroso que o game é mais lembrado. O grande diferencial do título é sua ambientação fantástica e história rica. Em alguns momentos, elas chegam a ser até mesmo filosóficas... literalmente.

    O jogo, de fato, é fortemente influenciado pela corrente filosófica econômica e política criada por Ayn Rand nos anos 1940, o Objetivismo. A autora russo-americana expôs sua filosofia pela primeira vez no livro A Nascente (The Fountainhead), mas é seu segundo romance filosófico, A Revolta de Atlas (Atlas Shrugged) que inspirou diretamente o jogo de Ken Levine.

    As semelhanças entre as tramas do game e do romance são notáveis: ambos contam com um grande empresário desiludido com a sociedade moderna, que ofusca e censura as mentes criativas. Para escapar dela, ele funda uma cidade utópica, separada de tudo. Neste lugar, as mentes brilhantes que outrora eram exploradas sem receber crédito algum, poderiam perseguir seus objetivos, sem o medo de censura ou intervencionismo por parte de governos e religiões.

    Sem deuses ou reis, apenas homens

    Mas Atlas Shrugged não era apenas um romance de ficção. Ayn Rand pretendia que o livro fosse o principal expoente de sua corrente filosófica. Rapture, a cidade submarina fictícia de BioShock, bebe diretamente do sistema objetivista.

    O Objetivismo gira em torno da individualidade; é uma corrente que percebe a busca pela felicidade própria e egoísmo racional como princípios morais da vida humana. Qualquer sistema social que inviabilize esta busca de alguma forma é, sob esta ótica, danoso. As ideias de altruísmo e serviço social são completamente negadas. O ser humano, dizem os objetivistas, não deve viver ou sacrificar sua felicidade por nada ou ninguém — seja uma pessoa, seja uma instituição.

    Por isso mesmo a corrente filosófica é extremamente alinhada ao liberalismo econômico, pregando um Estado mínimo e capitalismo livre e sem regulações como únicos ambientes que respeitam plenamente as liberdades individuais de cada pessoa. Uma sociedade perfeita seria aquela em que nenhum humano depende do outro e todas as conquistas são fruto do esforço individual, com todas as relações baseadas na pura meritocracia.

    Estes são apenas os princípios básicos da filosofia, meramente a superfície. Há todo um arcabouço teórico por trás dessas conclusões. O sistema filosófico, na verdade, toca em ramos da metafísica, ontologia, epistemologia, ética, metaética e outras palavras feias. Entretanto, não é preciso se aprofundar muito para perceber que Rapture não passa de uma utopia objetivista levada à suas últimas consequências.

    Andrew Ryan, personagem de BioShock criador da cidade subaquática (qualquer semelhança com Ayn Rand não é mera coincidência), a concebeu como um esconderijo daqueles que considerava "parasitas" — governos e instituições que apropriavam-se dos esforços e conquistas individuais de outras pessoas sob a premissa de que o faziam por um "bem maior". Em Rapture, dizia o visionário engenheiro, o homem teria direito ao suor de seu rosto, sem o perigo de vê-lo roubado pelo Estado ou religião.

    Cada indivíduo agindo somente em próprio interesse influenciaria a sociedade como um todo, criando um movimento relativamente unificado. A economia livre funcionaria como uma Grande Corrente, puxada pelos esforços naturais de cada participante e guiada somente pelas leis de preço, distribuição, oferta e demanda. Restringir o mercado de qualquer forma seria limitar o movimento dos elos dessa corrente — ou seja, de cada cidadão. A liberdade do povo estaria diretamente ligada à liberdade econômica, e Rapture seria a utopia onde a liberdade é plena.

    "Eu vejo ADAM, Mr. B!"

    Ou o mais plena possível. Havia uma única restrição no comércio rapturiano: era proibida a comercialização de produtos da superfície. Andrew Ryan temia que qualquer contato com o mundo acima revelasse sua cidade aos "homens em Washington e Moscou", levando os "parasitas" a tomar sua utopia. Entretanto, ele ignorava uma das regras mais básicas do mercado: se uma demanda existe, ela será suprida de alguma forma por alguém. Este alguém foi ninguém menos do que Frank Fontaine, futuro arqui-inimigo de Ryan.

    Contrabandeando produtos da superfície, Fontaine enriqueceu rapidamente. Ignorante de suas atividades ilegais, Ryan via o comerciante como um exemplo: um homem oriundo das classes mais baixas da sociedade, alcançando grandes alturas graças ao seu trabalho, iniciativa e liberdade de mercado. Ele era a prova definitiva de que em sua utopia (e somente nela) indivíduos determinados podiam subir ao poder valendo-se somente de seus próprios esforços.

    Fontaine logo criou outros ramos de comércio, dentre eles a epônima Fontaine Futuristics. Nesta instituição surgiram o ADAM e os plasmídios, poderosas substâncias capazes de modificar a genética humana, dando aos usuários poderes e habilidades inimagináveis... além de uma série de terríveis efeitos colaterais se abusadas: dependência física e psicológica, loucura, alucinações e morte.

    Tais empecilhos não impediram o sucesso do produto. Para suprir a demanda desse novo mercado, Fontaine criou também as instituições Little Sister's Orphanage e Fontaine's Home for the Poor. As operações aparentemente humanistas escondiam uma verdade incômoda: os pacientes dessas instituições eram usados como cobaias em experiências científicas. Eles não passavam de “material” para criação de novas Little Sisters e Big Daddies, essenciais para produção em massa de ADAM.

    Sem qualquer tipo de regulação farmacêutica, ética ou moral, a droga logo viciou toda população da cidade. Em pouco tempo surgiram os Splicers — pessoas que abusaram da substância, perdendo a sanidade e sofrendo grandes deformações físicas. Mesmo diante dos terríveis danos causados pelo produto, Andrew Ryan foi contrário a sua proibição, firme em manter a filosofia objetivista. "O mercado é paciente", dizia. Ainda que lentamente, a Grande Corrente se moveria, conduzindo a sociedade para a direção correta.

    Revolta nas ruas

    Esta cadeia de eventos fez a utopia desmoronar. A ética objetivista lida apenas com seres humanos, em sua luta natural pela sobrevivência. O interesse de todos os homens estariam em harmonia devido a natureza específica e convergente da humanidade. A partir do momento que os habitantes de Rapture transformaram-se em Splicers — seres pós-humanos — tal corrente filosófica não foi mais capaz de sustentar essa sociedade.

    Ryan não sucumbiu ao ADAM. Não obstante, ele renegou sua humanidade de outra forma. A natureza humana só pode operar através da razão, sendo esta impossível de operar sob o uso da força, coerção e violência. Como bem disse a inventora do Objetivismo, "não é possível tomar uma atitude racional quando se tem uma arma apontada para a sua cabeça". Sentindo-se ameaçado pelo crescimento de Fontaine, o líder começou a persegui-lo politicamente, fazendo uso de artifícios como ameaças, torturas e assassinatos. Em sua caça por seu rival, o engenheiro abandonou seus princípios e sua humanidade.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Em pouco tempo, eclodiu uma guerra civil na cidade subaquática. Recursos básicos começaram a faltar e o dinheiro perdeu todo o valor. Tentando conter as revoltas, Ryan recorreu a medidas cada vez mais ditatoriais, tornando-se o que mais odiava. A Grande Corrente logo cessou o movimento. A utopia objetivista transformou-se numa distopia submarina.

    Um homem escolhe, um escravo obedece

    Acuado, Fontaine simulou sua própria morte. Ainda obstinado a dominar Rapture, partiu para a dissimulação e manipulação. Das sombras, ressurgiu como Atlas. Para as massas abandonadas da cidade, um visionário que os guiará na luta contra o cada vez mais tirano Ryan.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Em vários pontos da distopia submarina é possível ver cartazes com os dizeres "Quem é Atlas?", emulando a famosa frase "Quem é John Galt?", presente em vários trechos do livro A Revolta de Atlas. Assim como Galt, protagonista da obra literária, Atlas lutava em anonimato usando táticas de guerrilha, contra forças censoras de um Estado opressor. Diferente do herói randiano, seu objetivo não era criar uma utopia onde indivíduos excepcionais pudessem brilhar, mas conquistar um império falido e moldá-lo a sua própria imagem.

    Sua principal arma para conseguir este objetivo era Jack, o protagonista do jogo. Filho bastardo de Ryan, ele é manipulado psicologicamente e fisicamente para matar seu próprio pai e entregar a cidade a Fontaine. Desde muito pequeno, sofreu uma lavagem cerebral. Ao soar das palavras "Would you kindly?", faz qualquer coisa ordenada sem questionar. Ele é um homem sem livre arbítrio, vivendo inteiramente para servir os desejos, ordens e vontades dos outros.

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    Numa sociedade pós-objetivista e trans-humana, cercado de pessoas mutiladas e doentias, Jack acaba sendo menos que um humano. Sem individualidade, sem escolhas, sem destino. Um escravo das vontades de outro. Sob a ótica objetivista, uma verdadeira abominação.

    Jack é a antítese de toda filosofia rapturiana — e por isso mesmo é a pessoa perfeita para dar fim àquela distopia.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    BioShock

    Platform: PC
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  • jefferson_loki Jefferson
    2014-07-13 20:53:27 -0300 Thumb picture

    Link

    ''O que te faz feliz? ... Fazer os outros felizes? O rosto debaixo da máscara... é seu rosto verdadeiro? Mas que tipo de rosto verdadeiro é o seu? Se você fizer o certo? ... Mas o que é o certo? Isso faz todos felizes?... Essas pessoas, acham que você é amigo delas?...''


    The Legend of Zelda: Majora's Mask

    Platform: N64
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  • jefferson_loki Jefferson
    2014-07-13 20:49:52 -0300 Thumb picture

    Cloud Strife

    ''Ninguém vive nos subúrbios porque eles querem. É como um trem, ele só pode ir onde seus trilhos o levam.''


    Final Fantasy VII

    Platform: Playstation
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      onai_onai · over 5 years ago · 0 pontos

      Já devo ter tido que esse é meu jogo favorito. Ele só me tras boas lembranças.

  • edufilhote Eduardo Filhote
    2014-04-30 12:18:15 -0300 Thumb picture

    [OFF] POR QUE SER SOZINHO?

    Bom, no ano de 2011, em um momento muito reflexivo, postei o texto abaixo no facebook.

    Tiveram algumas respostas muito interessantes, e eu até já havia me esquecido dele, mas uma caloura da época da faculdade me trouxe ele à tona hoje, questionando: "e aí, mudou seu pensamento?"

    Me vi refletindo novamente sobre o mesmo assunto... e como usei de argumento personagens de games/animes, resolvi compartilhar com os amigos da Alva!

    Bom, seguem abaixo os devaneios de um jovem louco, hahahaha!

    POR QUE SER SOZINHO??

    Bom, pra começar, há tempos
    pregava que a solidão é a melhor companhia, mas aqui em BH, diga-se de
    passagem, confirmei a ferro e fogo o pensamento.

    Por que ser sozinho é melhor?

    Para início de conversa, J.P. Sartre dizia que "o inferno são os outros",
    pois sempre acabamos, em sociedade, sendo "definidos" pelo que os outros
    pensam. Então, nossos atos altruistas nos tornam, repentinamente,
    pessoas mesquinhas, arrogantes e egoístas. Por que? Simples: porque o
    outro não é capaz de realmente entender o que se passa...

    As pessoas tendem a vir até mim para contar seus problemas, suas
    frustrações, mágoas, e esperam que eu miraculosamente tenha a receita
    para o fim do sofrimento. Palavras ditas e problemas ouvidos, a pessoa
    fica satisfeita, mas e depois? Onde está a reciprocidade nisso?

    Resultado: frustração.

    Nos apegamos a pessoas, dizemos que amamos, chamamos de namorada (o),
    esposa, marido, amigo (a), irmão (a) e por ai segue, mas tudo isso tejm
    um fim. Squall Leonheart, protagonista do game de PSX Final Fantasy VIII
    é um sujeito que, para início de conversa, entende que as pessoas não
    deveriam se aproximar, pois cedo ou tarde, as mesmas vão se distanciar,
    mesmo que seja por causa da morte. A proximidade então, segundo ele, é
    um sofrimento com "data marcada". Shinji Ikari, do anime/mangá Neon Genesis
    Evangelion é outro exemplo. Sempre se desculpando, sozinho e confinado,
    prefere a solidão pois ninguem consegue entender seus sentimentos, e
    vice-versa, pois ele não consegue entender as pessoas.

    Todas as pessoas mentem, como diz House, o médico grosseiro e carismático
    (????) da série de TV. Então, se as pessoas vão mentir pra nós, por que
    nos aproximarmos delas? Sejam mentiras inocentes, ou mentiras cabulosas,
    mentiras são mentiras, e nada de produtivo advém delas.

    Ser sozinho é melhor, pois assim é possível dedicar-se ao que realmente interessa: "conhece-te a ti mesmo".

    Na solidão, é possível um mergulho profundo dentro de si mesmo, e procurar seus erros, medos e superá-los.

    No lado prático, sozinho podemos decidir o que fazer, como fazer e quando
    fazer. Não é necessário dar satisfações ou depender da boa vontade de
    outros. Há uma certa liberdade em não depender de alguém!

    No fim das contas, o mehlor é ser sozinho...

    17
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      rafaschiabel · over 5 years ago · 0 pontos

      "e aí, mudou seu pensamento?"

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      edufilhote · over 5 years ago · 0 pontos

      @rafaschiabel hum... ainda continuo pensando mais ou menos a mesma coisa... porém, hoje sei que se fosse completamente sozinho, não teria como jogar games multiplayer.... hahahahahahah!!!
      Mas falando sério, ainda acho que "relacionamentos" são perigosos, traiçoeiros e fazem mal à saúde.
      Viva a vida de solteiro!

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      sephiroth95 · over 5 years ago · 0 pontos

      O bom é estar a acompanhado de boas companhias, senão, é melhor sozinho mesmo. : )

  • edufilhote Eduardo Filhote
    2014-04-29 08:54:08 -0300 Thumb picture

    Discorrendo sobre o Mercado de Games

    Em uma conversa de um post do @igorsantos, acabamos discutindo sobre os preçose  o mercado. Ficou mais ou menos claro pra mim que, na verdade, as pessoas julgam preços em fazer pesquisa ou sem conhecer como o mercado funciona...

    Fiz um "copiar/colar" cachorro dos argumentos que usei com ele no post, mas segue abaixo o link do mesmo. Acho que vai ser interessante as pessoas lerem, para ter uma idéia de como as coias são.

    Claro que não sou o dono da razão nem da verdade. O que excrevi são apenas conclusões pessoais as quais eu cheguei trabalhando no comércio, mais especificamente como Comprador em uma Rede de Supermercados (ou seja, atuo juntamente com o departamento resposnável por precificar e talz..).

    Certamente há pessoas aqui na Alva mais qualificadas que eu, como @bluedragon que é administrador. Então, fica aí a sugetsão, e esperoq ue uma discussão bacana aconteça, gerando bons frutos a todos!


    Link:

    http://alvanista.com/igorsantos/posts/2655261/comm...

    Uma coisa é comprar um game em uma loja que lucra exclusivamente com isso, outra coisa é comprar em uma loja que usa isso para atrair para outros produtos...
    No comércio, isso é conhecido como Margem ABC. 


    Produtos de curva de venda A são igual a um Omo ou Bombril da vida! Curva B são itens que fazem o lucro da loja, e curva C são itens que estão lá por acaso...
    Americanas, Submarino, Ricardo Eletro usam games como produtos curva C, estão lá apenas para o caso de pessoas que compram os consoles!! 


    Já no caso de Big Boy Games, GTA BH, Bits Games e por aí vai, games são produtos Curva A, ou seja, o carro chefe! Nesse caso, sempre terão ótimos preços!!!
    É o mesmo que comparar, por exemplo, o preço de um pão francês ( o famoso pão de sal) em uma padaria e em uma mercearia... na padaria ele é barato, já na mercearia não, pois não é OBJETIVO deles vender o game... 


    Não adianta dizer que "empresa tal está furando o olho", pois na verdade não está... o bom consumidor é aquele que pesquisa preços e condições, e não aquele que compra por impulso...

    Poucas pessoas conhecem isso, graças ao nosso excelentíssimo sistema de ensino que não tem na grade nada de economia, administração, economia doméstica e afins... 


    Enfim, é como um carro: se você compra peças em uma loja autorizada oficial, você paga um preço elevado pelas peças, pois a intenção deles é vender carros, e não consertá-los... já se você compra a mesma peça original em uam oficina não licensiada oficial (leia-se oficina so Seu José, hahahaha) você paga um valor bem inferior por ela. 


    A intenão de lojas como Ricardo Eletro, Submarino e outras não é vender games, e sim vender utilitários para gamers, como as TV's, mesas, estantes, suportes e por aí vai... os consoles e games estão lá apenas para que o comprador "compre por impulso". Tipo, "ah, já to aqui mesmo comprando a TV,então levo esse video-game pra usar nela... poh, se to levando o console, tenho de levar também um controle... ah e tem esse jogo que é legal..." 


    Se você conversar com qualquer economista no Brasil, ele vai explicar a mesam coisa. O bom consumidor é aquele que pesquisa. 


    Lembra daquela propaganda com o Luis Fernando Veríssimo, que ele é um vendedor e o cara usa um aplicativo no cel pra comparar preços, dizendo que o preço está caro? Então, ela foi vetada porque estava ensinando ao consumidor como comprar... entende agora como a Máfia do Consumismo funciona?

    Manhunt 2

    Platform: Playstation 2
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      david_henrique · almost 5 years ago · 2 pontos

      uma bela pesquisa

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      realgex · over 5 years ago · 1 ponto

      Então, mas comprei GTA V e Pes 2013, pelo Submarino, tudo bem que foi em uma promoção relâmpago, à preços que nenhuma outra loja de venda de games conseguia nem chegar perto dos preços. Realmente, lojas como essas, principalmente no Brasil, onde os jogos são taxados excessivamente pelo Governo, não tem o porque de serem vendidos baratos. Não há procura, massiva, entendeu, como por exemplo, com a compra de DVDs e CDs originais, porque justamente o Governo não o quer, já que taxam os games abusivamente. Vem de encontro que, com a cultura de pirataria já enraizada no Brasil, e óbvio, com os preços abusivos que acometem os mesmos, comprar jogos, principalmente lançamentos, é coisa digna de um Indiana Jones na nossa terrinha. Fatores como salário, cultura, desinformação, ajudam também. Outra coisa que falta: marketing. Publicidade de jogos em tvs abertas e até nas pagas, aqui, é raríssima. Nos EUA e em outros países, isso é maior até do que comercial de cerveja, que aliás, em certos países é proibida. As grandes redes varejistas, creio eu, sim, poderiam vender jogos à preços incríveis, à qualquer momento, porque elas compram de lotes imensos pra terem mais lucros. O que acaba acontecendo com as lojas de nicho, são que elas, na maioria das vezes, acabam comprando através de importação, digamos, de segundos meios, e com isso realmente acabam tendo preços melhores. Eu vejo que, cada segmento tem a sua razão de vender da forma como querem. Novamente, pra mim, pagar R$ 200,00 em um jogo, que seja pra XboxOne, Xbox360, não importa, é um absurdo tremendo. Já acho caro ter que pagar R$ 99,00 pra um jogo, quanto mais o dobro. Tendo em mente que, enquanto não houver, INFELIZMENTE, vontade política pra que essa economia engrene, tudo vai continuar como está. Não adianta choro de consumidor, não adianta passeata (pra games é que não vão existir, hehehe), não adianta abaixo-assinado. Se algo não sai na Lei, no papel, nada acontece. E enquanto não há vontade pra que isso aconteça, continuaremos vivendo de migalhas de promoções. Ufa, :P ! Me empolguei @setzer_eduardo, kkkk !

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      bebessauro · over 5 years ago · 1 ponto

      Tem uma coisa que é engraçada, na saraiva o MGS Legacy esta com o preço de R$ 199,90 mas se você comprar um kit que são 3 disponibilizados hoje, ele sai de graça, um dos kits é o Controle dualshock 3 + o MGS Legacy por R$ 179,90 vai entender.
      Segue o link http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?&FILTRON1=M&ORDEMN1=G&MODELON1=B&PALAVRASN1=52753&IDBANNER=11990&PAC_ID=129192

  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2013-11-25 16:06:59 -0200 Thumb picture

    [OFF] POR QUE EU NÃO ME LIGO EM EDIÇÕES DE COLECIONADOR

    Esta imagem é um resumo da minha "política do desapego" com este tipo de itens.

    Nada contra quem curte e coleciona, mas eu não tenho a pira de gastar pequenas fortunas apenas para ter uma estatueta/diorama/item aleatório pegando pó na minha estante.

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      julio777 · about 6 years ago · 0 pontos

      Prefiro comprar 10 jogos variados ao invés de um só porquê vem numa lata com um bonequinho pôster e chaveiro *-*

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      julio777 · about 6 years ago · 0 pontos
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      rodrigoarkade · about 6 years ago · 0 pontos

      Exato, @julio777. Eu compro meus games para fugir um pouco da realidade e viver novas experiências, não para ficar admirando uma lata estilosa ou uma estatueta fodona. XD

      Claro que certas edições dão aquela coceira (tipo a edição de Gears 3 que vinha com uma estatueta do Marcus Fenix)... Aí eu paro e penso... "tá, e o que eu vou fazer com essa estatueta?" e acabo comprando só o jogo mesmo, que é o que realmente interessa!

      Para mim, edição de colecionador é muita o$tentação para pouco retorno.

  • felold Fel
    2013-11-14 14:58:54 -0200 Thumb picture

    Reflexões filosóficas acerca de Mario Bros.

    Peregrinando pelo facebook encontrei estas reflexões de uma amiga minha, achei muito interessante e resolvi compartilhar, sintam-se num divã e aproveitem.

    "A minha vida só não é mais divertida que o bom e velho Mario Bros, pela perspectiva - infelizmente nesta história de arrepiar, eu fico dentro da tela...

    Devo dizer que quando o player 1 era minha mãe, as coisas ainda eram afáveis, agora há tantos players que vivem "dividindo" o controle, que tem sido difícil me controlar! Essa manipulação social existe em qualquer um, por mais subversivo - No sentido sensato da coisa- que você seja.
    Há uma old sensação que aposto que até os anti-nintendistas já passaram, aquela onde você vive preso na mesma tela - como as fases iniciais do Mario, onde só o tempo no fundo muda, então, quando você junta moedas suficientes e destrói/foge de pequenos seres, que aparentemente, são inofensivos e para os maníacos emocionais - como eu, são até amáveis - Você finalmente passa de fase!
    E talvez aí, pode encontrar a sua princesinha e ser feliz - < Mario é predestinado à felicidade o jogo todo> Felicidade = Princesinha. Ideal de felicidade CRIADO)
    Será mesmo que a princesinha é a felicidade do nosso amigo Mario? Será que ele não curte mesmo é seu parça Luigi? Será que se ele desistisse de pegar as moedas e abrisse uma ONG cuidando de todos os pequenos seres que agem como obstáculos-inimigos durante o jogo, ele não atingiria uma felicidade mais plena? Se naquele momento antes de abandonar o Yoshi ele pensasse duas vezes e saísse do jogo? Se ele mesmo decidisse? Se ele quisesse viver em algum encanamento com todos os cogumelos que encontrou até então? O que você seria se não fosse manipulado pelos inúmeros players que disputam o controle ? O que você seria se jogasse no lago de lava tudo que a mídia, a sociedade, o player 1 e os meios de manipulação em massa te fizeram engolir esse tempo todo? Será que todos nós precisamos da mesma coisa para ser feliz? Porque é isso que a publicidade nos diz. Será que o Mario precisaria de um cogumelo para ser grande, se de fato, se sentisse grande com seus ideais ? Será que eu gasto tudo que ganho, e ganho tudo que gasto, para compensar toda a minha rotina frustrada e que aos poucos invade e contamina o espaço de quem eu sou de verdade?
    Somos peças de uma grande máquina, há lugar para todas as peças, no entanto não há um interesse em focar nos detalhes de cada peça para coloca-las no lugar certo, porque se a máquina funcionar corretamente, é impossível que "a manutenção" consiga seus benefícios - Mesmo que burlando o sistema. Então, é comum que lixem peças para que todas se tornem iguais, ou simplesmente enfiem a peça de duas hastes no lugar da de uma. Não permitamos, todos nós temos lugar. Não vivamos no limbo temporal, não tenhamos um Game Over travestido de tela inicial..."
    -Bárbara Gimenez Parisi

    Super Mario Bros.

    Platform: NES
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      vine · about 6 years ago · 0 pontos

      Ela tá fazendo exatamente o que tá acusando outros de fazerem: ela se coloca no mesmo "patamar" que você (o leitor) apresentando uma experiência individual, pra gerar empatia, identificação, confiança, pede pra você quebrar o conceitos que ela não gosta e sugere novos pra ti; conceitos já prontos, embora diga que "você decide", sabe os resultados que o desconforto (às vezes ódio) com o inimigo imaginário que ela cunhou (de forma nebulosa, justamente pra nomear quem quiser como tal) vai causar em quem lê.

      A ideia é justamente criar alguma dicotomia de "classe" (pode aparecer em várias formas: étnica, religiosa, sexual) que possa ser relativizada pra outras questões e instrumentalizadas politicamente; isso é um modus operandi político bem comum.

  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2013-10-24 16:01:08 -0200 Thumb picture
    Post by rodrigoarkade: <p> <img src="http://media.alvanista.com/uploads/

    Né? =]

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