• anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-01 23:33:38 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Last Guardian

    Zerado dia 01/01/19

    Olha aí o primeiro jogo terminado do ano! A verdade é que eu corri pra terminá-lo ontem antes do Ano Novo e de certa forma eu consegui, mas ainda rolou zeramento e tal depois da hora e no fim das contas, o jogo acabou mesmo hoje, logo após os fogos estourarem nos céus.

    The Last Guardian é um dos 4 jogos que peguei emprestado com um amigo, Lucas. Ele vem pensando em vender o Playstation 4 e tem um bom bocado de jogo, sendo que vários deles eu nem me preocupei em comprar porque já sabia que pegaria com ele. Fiz uma jogatina aqui em casa e pedi que o dito cujo os trouxesse. Resultado: tô jogando esses jogos pra zerar logo e devolver rápido, como gosto de fazer.

    Como eu havia acabado de fechar o God of War, escolhi algo mais diferente e rápido pra começar. The Last Guardian (TLG) é outro título criado pelo Team ICO, de ICO e Shadow of the Colossus. Eu já disse isso no passado, mas não sou muito fã desses jogos.

    TLG começa com um garoto conhecendo uma fera gigante que é basicamente um cachorro com orelhas e agilidade de um gato, penas ao invés de pelo, um rabo meio que de roedor, asas, um focinho parecido com o de um pastor alemão e com um formato meio que de bico, patas de pássaro e um par de chifrinhos. Apesar de toda a estética bizarra misturada, a criatura é basicamente um dogão.

    O começo totalmente aleatório numa caverna com o primeiro encontro deles depois de acordar é tão... forçado. Ou foi o que eu achei no início.

    Essa parte serve como um tutorial dos comandos e coisas básicas que você pode fazer, como alimentar a fera jogando barris brilhosos perto dela ou chamá-la para perto. Os comando ainda incluem puxar alavancas, escalar e essas coisas.

    Se você jogou ICO, já pode imaginar um jogo bem semelhante: cheio de ruínas e áreas verdes aqui e ali com um pouco de árvore e grama. Cada lugar alcançado é como um puzzle. Como sair dali? Pra onde eu vou?

    O jogo flui bem no início mas logo fica repetitivo, com cenários parecidos e poucos elementos novos. Mas TLG se torna frustrante a partir do ponto que a jogabilidade e os controles do personagem parecem não funcionar e você se sente controlando uma ragdoll zoada. As vezes parece que os botões não respondem nas partes de plataforma. Pula! PULA!

    Logo cedo você aprende a escalar na fera, que se chama Trico, para alcançar áreas mais altas ou mesmo ser levada por ela para outros lugares. Imagine um mini-você em cima de um gato que pula em cima da pia, depois em cima da geladeira. É tipo isso.

    A parte de subir em Trico chega a ser frustrante como em Shadow of the Colossus. Que jogabilidade TENSA! Sobretudo quando ele está inquieto.

    Mais pra frente você aprende a dar comandos específicos à ele, como pular pra cima de um lugar que estiver olhando, sentar e deixar o rabo pendurado e mesmo atacar, embora ele já faça isso sozinho de qualquer forma.

    Pois é, há combate no jogo pois em diversas partes armaduras possuídas tentam te pegar e levar para um portal, fazendo você perder o jogo, aparentemente (é bem fácil se livrar delas quando elas conseguem te pegar). Apenas Trico pode destruir esses inimigos e há várias partes onde você estará sozinho e precisará abrir um portão pro seu amigo entrar e acabar com todos, mas é um saco puxar alavancas enferrujadas e carregar peso pra fazer sua missão com os inimigos no sue pé.

    Mais tarde você consegue um escudo que projeta uma luz e faz com que raios saiam do rabo do dogão e destruam o que quer que você estiver mirando.

    Eu joguei basicamente metade do jogo em uma longa sentada e dei uma enjoada. Não aguentava mais tantas ruínas, jogabilidade zoada, esperar meia hora pra Trico executar uma ação que mandei (depender de IA é sempre uma bosta) e o visual que é quase sempre como um remaster de PS3 de um jogo de PS2.

    No segundo dia, eu voltei e com uns 10 minutos de jogatina, eu quase desliguei o PS4. Esse jogo já tinha me cansado de um jeito inédito.

    Mas uma coisa que não vou mentir é que fui me apegando a amizade dos personagens e principalmente ao Trico (sou meio fanzete de animais). Chegam partes que eles estão escalando torres, correndo por pontes quebradas e sobrevivendo por um fio que faziam meu coração disparar. Hummmm... inesperado.

    Todas essas ruínas e cenários estão dentro de um vale, como um vulcão gigante (mas sem lava) e de vez em quando você acaba voltando de alguma forma para uma área visitada há bastante tempo. "Cacete! Eu lembro desse lugar! A gente tinha passado por essas portas, e agora caímos aqui pelo teto depois de um acidente!"

    Chegou um momento que, apesar da jogabilidade estranha, eu tava gostando de pra onde a estória estava indo. Cinemáticas lindas são mostradas e contam a estória das coisas, inclusive o início de tudo e como eles foram parar lá. Nesse momento eu já estava dizendo: esse jogo é bom, apesar de eu ainda ter preferido Shadow of the Colossus.

    Inimigos e acontecimento ameaçam a vida da dupla. Muitas vezes achei que Trico iria morrer e eu estava sentindo como se um cachaceiro da rua tivesse chutado o meu cachorro de estimação e o deixado bem mal no veterinário. Uma mistura de dó e raiva e... pera, é só um jogo. Um jogo esquisito.

    Tem uma parte que nós chegamos num lugar bonito e o seu amigão até deita e tira um cochilo. Umas duas horas depois nós despencamos lá depois de uma feroz batalha por "coincidência" e dessa vez Trinco está completamente acabado. Que contraste legal e que só jogando pra saber.

    Vamos ajudá-lo a se recuperar dando mais barris para comer! Ele te salvou taaaantas vezes, esse lindo!

    Amigos, no último "capítulo" do jogo, a dupla estará próximo de seu objetivo, numa torre bacana. Inclusive os momentos finais são os graficamente mais bonitos de todo o jogo.

    É ainda que as últimas revelações são feitas e os ares ficam muito ruins. Ambos são judiados e injustiçados tentando ajudar um ao outro e depois de fazer o último puzzle no calor do momento, entram as cenas finais.

    A partir daí, TLG se tornou uma EXPERIÊNCIA INCRÍVEL. Eu não conseguia piscar com tudo o que estava acontecendo e como a estória estava sendo levada. Segurei as lágrimas e já tava até quase me dando dor de cabeça. Mas não, nem jogando você consegue imaginar o final surpreendente desse título. Esse zeramento fez tudo valer a pena, cada parte fez sentido! Depois de tudo isso, entram os créditos com uma música bonita e relembrando várias partes da aventura. EU ESTAVA ACABADO. Que experiência, senhores!

    Depois dos créditos, há uma cena que resolve e explica o que faltou. Aí eu não aguentei. Chorei mesmo, como uma garotinha! Que estória bem contada!!

    Logo depois a família entra no meu quarto desejando tudo de bom e eu só ouvia, todo sensível, com medo de falar e repararem no meu estado emocional. No final das contas eu respirei, peguei a capa do jogo e apreciei a arte. Uau!

    Resumindo: The Last Guardian, criado pelo mesmo time que produz uns jogos que nem sou muito fã, me surpreendeu MUITO. Comecei com a expectativa de ser melhor que ICO e terminei pessoalmente achando a experiência muito superior à minha em Shadow of the Colossus (PS2).

    De bom: visuais imersivos. Trilha sonora orquestrada (sobretudo em partes cheias de ação) de altíssima qualidade. Personagens amáveis, sobretudo a besta, Trico. Enredo surpreendente e depois, incrível, assim como o final do jogo. As vezes o jogo "se joga sozinho" quando você demora, o que é muito bom pra partes com seu dogão.

    De ruim: alguns comandos não são muito claros (segura R1 e aperte triângulo para mandar Trico pular) e nunca há a certeza que ele ouviu. Dependência da IA chata e as vezes ela demora um século para executar uma ação. As vezes não há a certeza de pra onde ir e você fica tentando fazer algo impossível. Não dá pra confiar na jogabilidade, principalmente os pulos. Em certas situações você só quer descer de Trinco mas o garoto fica se grudando nele ou nas paredes e EU SÓ QUERO IR PRO CHÃO!

    No geral, eu super recomendo a aventura, que deve durar umas 10 horas, sobretudo se você gosta dos jogos do Team ICO. Já tô até buscando miniaturas da dupla depois desse enredo. Uau! Fazia tempo que um jogo não mexia tanto comigo...

    The Last Guardian

    Plataforma: Playstation 4
    756 Jogadores
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      gossouza · 3 meses atrás · 3 pontos

      Quem não quer ter um trico em ksa? ^^

      1 resposta
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      gossouza · 3 meses atrás · 2 pontos

      A experiência desse jogo é realmente muito profunda.... no começo a gente fica frustado com o andamento, pensa em largar pra lá, mas isso é tudo proposital porque no final tudo faz sentido, recebemos um soco na cara e choramos igual uma criança... kkk

      1 resposta
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      lipherus · 3 meses atrás · 2 pontos

      E já começou com um jogão! Parabéns! Acho que é consenso que todo mundo diga que o começo é frustrante, mas quase ninguém mantém esse argumento até o fim de jogo kk

      2 respostas
  • jessicagdsantos Jessica Gonçalves Dos Santos
    2018-08-26 21:45:59 -0300 Thumb picture
    jessicagdsantos fez um check-in em:
    <p><strong>E aew, pessoal... Trago aqui brevemente - Alvanista
    Horizon Zero Dawn the Frozen Wilds

    Plataforma: Playstation 4
    40 Jogadores
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    E aew, pessoal... Trago aqui brevemente algumas considerações sobre essa DLC.

    OBS: Não contém spoilers, apenas comentários sobre o que é acrescentado. Evitei comentar sobre as missões presentes nela.

    Comecei a desfrutar da única DLC de Horizon Zero Dawn. Desde que ela foi lançada eu queria jogar, mas como a grana sempre tá curta, nunca deu pra comprar. Mas, ontem, dei início a ela devido a uma boa ação do parceiro @diegolvf que, gentilmente, me disponibilizou a DLC. MUITO OBRIGADA, CARA <3

    Bom, vou falar um pouquinho dos detalhes e novidades dela... Ainda estou com 25% de progresso, caminhando pra 65 horas de jogo (tinha parado com 56h), mas já digo com firmeza, se você gostou desse jogo, gostou do estilo de exploração, compre sem medo! A DLC acrescenta alguns conteúdos interessantes, parte deles é bem o estilo visto no jogo base, porém numa região nova e com novas máquinas. Ela deve durar em torno de umas 8h de enredo (sem contar a exploração) e, na minha opinião, um conteúdo adicional durar tudo isso e ainda acrescentar mais elementos ao enredo principal, acho que vale os 30 reais que estão sendo cobrados atualmente. Afinal, essa quantidade de horas é a duração da maioria dos FPS mais característicos que vemos por aí e olhe lá.

    Agora, aos pequenos detalhes. Como falado anteriormente, a DLC acrescenta conteúdos semelhantes do jogo base, então temos:

    Dados de áudio e texto:

    Tem gente que acha maçante, mas eu gosto muito de ler e ouvir o conteúdo dos "antigos".

    Aqui também temos novos coletáveis que acrescentam novas missões secundárias:

    Novas máquinas:

    Inclusive as máquinas agora podem ser encontradas na forma demoníaca, que seria semelhante à forma corrupta, porém seus detalhes são na cor roxa, além de serem mais fortes e mais difíceis de matar. E esse é um dos pontos principais que gira a história da DLC: O que vem tornando elas demoníacas? De onde surgiram? Aloy, claro, vai atrás de informações nas terras geladas, entrando em contato direto com o povo Banuk. Essa tribo tem uma tara por pedras azuis (seriam metanfetaminas fabricas por Walter White?) . Inclusive muitos deles possuem uns cabos incrustados no corpo. Quem jogou Horizon, se lembra que Sylens é um dos que possui essas estranhas marcas corporais. Agora não sei dizer se a DLC vai explicar isso, eu espero que sim haha 

    O mapa acrescentado:

    Optei por tirar uma screen antes de derrubar o Pescoção para não deixar à mostra pro pessoal que ainda não jogou. Dá pra perceber que é uma região relativamente grande e com diversos elementos a serem explorados (alguns nem estão sendo mostrados aí).

    Além de todo esse conteúdo, ainda temos acesso à novas armas, roupas e o level agora vai até 60. Creio que minhas considerações se encerram por enquanto... Só tive impressões positivas até agora dessa DLC e super recomendo sem sombra de dúvidas. Estou amando como amei jogar o jogo principal.

    Por fim, pra quem tiver curiosidade e quiser dar uma olhada, segue o vídeo de uma gameplay minha atrás das peças para converter o Pescoção da região:

    52
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      igor_park · 7 meses atrás · 1 ponto

      Muito irá se aprender sobre o Sylens e outros aspectos do jogo nessa DLC, gostei bastante dela queria outra, agora só esperar a sequência.

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      batatadark · 7 meses atrás · 1 ponto

      jogo não e maçante mas ele pelo menos no nivel máximo e bem fácil , mas dizem que a dlc e bem desafiadora ainda não pude jogar para dizer , o jogo completo mais a dlc estava este dias a 65 reais ou menos que isto faz tempo que nao entro na loja .

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      lipherus · 7 meses atrás · 1 ponto

      Uau deve tá uma DLÇ com Ç mesmo huehue é muito bom quando essas DLCs agregam ao jogo base de forma relevante não ficando só naquelas porcarias de cosméticos. No mais, boa exploração na tribo do Sr. White aê!

  • jessicagdsantos Jessica Gonçalves Dos Santos
    2018-07-07 00:45:33 -0300 Thumb picture

    Considerações sobre God of War 4

    Bom, eu fiquei de escrever minhas considerações sobre o God of War 4 assim que platinei o jogo há uns dois meses atrás. Infelizmente acabei deixando o tempo passar, mas, mesmo assim resolvi escrever um pouco do que eu achei do jogo. Ninguém vai perceber meu leve delay.

    Quem tiver paciência de ler e quiser comentar, fique a vontade.

    Vamos lá.

    O novo título mudou completamente os ares do que conhecíamos da franquia e isso todo mundo já sabe haha o gênero hack n’ slash morreu em GoW e, apesar de gostar muito do gênero, a mudança não condenou o jogo ao fracasso. Muito pelo contrário. Abriu novas perspectivas na aventura de Kratos. O estilo mais levado para o RPG com a câmera nas costas do personagem acabou caindo muito bem. Soma-se um mundo vasto de exploração (que é um dos pontos fortes do jogo) e curiosidade sobre a história, temos aí uma combinação viciante de uma continuação tão esperada.

    Os controles modificaram totalmente e até que são interessantes, mas eu optei por deixar mais parecido com o clássico, modificando no menu, por exemplo, o ataque finalizador para bolinha, lançar o machado com L2 e ataque leve com quadrado, pesado com triângulo... Isso acabou deixando a gameplay mais suave pra mim, mais próxima do que eu estava acostumada. Até porque eu detesto abusar dos gatilhos de L2 e R2 (já uso eles demais em FPS).

    Graficamente falando, está muito bonito, rico em detalhes, textura e iluminação variada. Dá pra perceber os cuidados com cada elemento no cenário, nos personagens, suas expressões. Os ambientes são muito bonitos. Não cheguei a ver ele funcionando no Pro, mas farei isso em breve e ouvi relatos de que estava maravilhoso haha

    Quanto aos personagens, bem, Kratos já é um velho conhecido nosso. Mas aí, como ele foi parar em terras nórdicas? Como conheceu a mãe de Atreus? Bem... O jogo não explica praticamente nada disso haha o que acaba sendo um pouco frustrante mas, certamente, os produtores deram essa enrolada pra dar um hype na galera pra esse jogo e, claro, pra render mais títulos futuramente. O que acaba explicando, também, um final meio morno na minha opinião. Eu esperava um encontro mais interessante, uma batalha mais épica, mas ok... Como um todo, a Santa Monica fez um grande trabalho.

    Um ponto interessante do jogo é o relacionamento de Kratos com Atreus que vai se modificando ao longo da jornada. Quem jogou ou jogará futuramente, percebe isso claramente. Não vou entrar em muitos detalhes pra não dar spoilers.

    Agora, algo que poderia ser melhor foram os puzzles. Tá, os baús são interessantes e tal, mas são poucos que são realmente desafiadores. É só um pouquinho de paciência pra você pegar o jeito e o tempo certo. Faltaram aí uns mais elaborados, que nos fizessem pensar mais, algo que usasse o cenário como puzzle e não só mais do mesmo espalhado pelo mundo afora.  Nos jogos anteriores os puzzles eram únicos e, normalmente, utilizávamos elementos do cenário para alcançar algum ítem especial ou prosseguir com a jornada. 

    Outra questão que faltou um pouco de trabalho foi a trilha sonora. Muito fraca. Não no sentido de ser ruim, mas ela toca em poucos momentos do jogo e acabou não sendo de maneira marcante, pelo menos pra mim. Nos títulos anteriores, a música era constante e tínhamos algumas icônicas de acordo com o ambiente, chefes, enfim...

    Sobre a dublagem do jogo, eu não tenho muito o que falar porque zerei em inglês. Só posso dizer que, dublado, a voz do Kratos casou bem, mas a do Atreus ficou horrível. Em idioma nativo soa muito mais natural.

    Por fim, a história poderia ser mais longa. Mas como assim, o jogo não rende umas 20 horas pra zerar? Por aí... Mas o que dá tantas horas de jogo é puramente a exploração dos lugares, dando a leve impressão de uma história longa quando, na verdade, ela não é. Se cancelar tudo isso, temos poucas horas de missão principal, o que é um pouco triste para um jogo com infinitas possibilidades de enredo. Além disso, ainda faltou um fator replay no jogo. Ao terminar, se já tivermos explorado tudo, feito todas as sidequests, não tem mais o que fazer. Ainda não há um New Game + e a experiência encerra-se por aí. Ficamos lá com uma armadura incrível, inúmeros pontos de XP e dinheiro sem muita utilidade hahaha não temos nem mais aquelas armaduras engraçadas e esquisitas dos títulos anteriores que conferia algumas habilidades únicas durante a gameplay. Tudo bem, o jogo está bem mais sério agora (nem meretrizes encontramos mais haha), mas ainda tá faltando algo que nos faça jogar novamente ou reaproveitar os ítens que sobram no fim da jornada.

    Maaas, apesar disso, God of War 4 é um título que veio pra dar uma repaginada na série, um novo fôlego pra trazer mais títulos, onde, juntando todos os elementos, torna-se um exclusivo obrigatório pra qualquer dono de PlayStation 4.

    Foi uma aventura marcante e viciante e que valeu muito a pena mesmo. Quem não jogou, quando tiver a oportunidade, não pense duas vezes. 

    Acho que foi só isso mesmo. Não cheguei a testar o modo foto, então não poderei dar uma opinião sobre, mas me parece que fizeram algo bem legal, principalmente nas expressões do Kratos. Se eu lembrar de mais alguma coisa, eu edito esse textão kkk

    God of War

    Plataforma: Playstation 4
    935 Jogadores
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      msvalle · 9 meses atrás · 3 pontos

      Ótima análise! Poderia transformar em uma crítica, o que acha?

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      diegolvf · 9 meses atrás · 2 pontos

      Gostei muito do seu texto, ficou muito bom e coerente, apesar de eu ainda não ter jogado o GoW, achei o seu texto bem sóbrio e esclarecedor, não puxou sardinha e nem escrachou o jogo! Tá na minha listinha, quando irei jogar ainda não sei, mas espero que em breve!
      O seu texto foi uma crítica, vc poderia ter feito um artigo!

      2 respostas
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      mattfenrir · 9 meses atrás · 2 pontos

      Nossa, um monte de coisa que não sabia sobre o jogo. Deu até uma desanimada :x

      1 resposta
  • d2dgameplay d2dgameplay
    2017-06-26 19:03:21 -0300 Thumb picture

    The Order: 1886 - Chapter 5 - Ascensão de Agamemnon (Colecionáveis)

    The Order: 1886 - Guia de Troféu/Trophy Guide

    Guia de colecionáveis do Capítulo 5/Chapter 5
    Ascensão de Agamemnon/Agamemnon Rising

    Seguindo o guia até o final do jogo você desbloqueará 5 troféus:

    1° Arquivista/Archivist - Colete todos os cilindros fonográficos/Collect all phonograph cylinders (Silver)
    2° Bem Informado/Well-read - Inspecione todos os jornais/Inspect all newspapers (Silver)
    3° Detalhista/Detail Oriented - Inspecione todas as fotos e documentos/Inspect all photographs and documents (Silver)
    4° Poder de Observação/Power of Observation - Inspecione todos os objetos/Inspect all objects (Silver)
    5° Inspetor de Primeira Classe/Inspector First Class - Encontre todos os itens inspecionáveis/Find all inspect itens (Gold)

    Espero que o video tenha servido de ajuda, peço que deixem o seu like, e se gostou do canal se inscreva ajudando assim o canal a crescer! Obrigado a todos!

    ● Lista de Troféus
    https://www.exophase.com/game/the-order-1886-ps4/t...

    ● Follow d2dgameplay:
    https://www.youtube.com/channel/UCF0konZtgD6BckgceiPDHOg
    https://twitter.com/d2dgameplay

    ● Venda de Jogos Digitais:
    https://www.g2a.com/r/d2dgameplay

    The Order: 1886

    Plataforma: Playstation 4
    1782 Jogadores
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  • d2dgameplay d2dgameplay
    2017-06-26 18:55:58 -0300 Thumb picture

    The Order: 1886 - Chapter 4 - Uma Batalha Sem Fim (Colecionáveis)

    The Order: 1886 - Guia de Troféu/Trophy Guide

    Guia de colecionáveis do Capítulo 4/Chapter 4
    Uma Batalha Sem Fim/An Endless Battle

    Seguindo o guia até o final do jogo você desbloqueará 5 troféus:

    1° Arquivista/Archivist - Colete todos os cilindros fonográficos/Collect all phonograph cylinders (Silver)
    2° Bem Informado/Well-read - Inspecione todos os jornais/Inspect all newspapers (Silver)
    3° Detalhista/Detail Oriented - Inspecione todas as fotos e documentos/Inspect all photographs and documents (Silver)
    4° Poder de Observação/Power of Observation - Inspecione todos os objetos/Inspect all objects (Silver)
    5° Inspetor de Primeira Classe/Inspector First Class - Encontre todos os itens inspecionáveis/Find all inspect itens (Gold)

    Espero que o video tenha servido de ajuda, peço que deixem o seu like, e se gostou do canal se inscreva ajudando assim o canal a crescer! Obrigado a todos!

    ● Lista de Troféus
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    The Order: 1886

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-06-23 18:05:35 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Dead Rising 3

    Zerado dia 22/06/17

    Bom, nunca dei muita bola para a série Dead Rising, por algum motivo. Acho que tive um pouco de trauma ao tentar jogar o primeiro no Wii, que desisti logo no início por achar o jogo meio confuso (provavelmente por conta dos motion controls, mesmo motivo que me desanimou de Bully). Bom, quase deixei o 3 passar, mas resolvi fazer uma forcinha e jogar o exclusivo do XONE antes de passar o console pra frente.

    Antes de comprar finalmente o jogo, um amigo que sempre critica todos os jogos lembrou de como este era provavelmente uma bomba. De fato eu vi gente criticando o jogo na época do lançamento, mas nem lembro o porquê.

    Comprei, guardei e agora, como um dos últimos pra jogar, comecei. Primeira horinha de jogo e eu estava AMANDO Dead Rising 3.

    A imagem que eu tinha do jogo era a acima. Um cara na rua com dezenas de zumbis pra todo lado em um título bem mais sério do que os da época do Frank West. Nhé, mais enganos.

    O jogo tem mesmo muitos zumbis por seu mapa, afinal, ele acontece num apocalipse dessas criaturas, mas o jogo em si mistura situações mais realistas com outras mais exageradas e humorísticas.

    De cara, DR3 nos mostra a coletar itens e os usar. É muito legal como quase todos os objetos de qualquer lugar podem ser pegos (sinalizados com um marcados acima deles) e ser usados como armas! Facas, pedaços de madeira, microfones, televisões, tacos de beisebol etc.

    Uma de suas mecânicas mais interessantes é a de combinação desses itens para formar um terceiro, mais forte e resistente (a capa do jogo mesmo exalta uma dessas combinações: da marreta com uma serra).

    Os aglomerados de zumbis são comuns pelo mundo aberto do jogo, e enfrentá-los sem armas no mínimo decentes pode resultar em muitos danos e, ocasionalmente, a morte.

    O jogo mesmo encoraja a matar a maior quantidade de zumbis, seja combando em cima de grandes números, os atropelando com veículos ou matando espécies diferentes. O fato é que nós temos um sistema de level e pontos de habilidade para serem distribuídos em diversas melhorias e seus graus. Eu zerei no nível 18, mas fiquei com uma vontade louca de maximizar tudo!.

    Enfrentar inimigos, porém, não é tão simples. As armas tem durabilidade e podem quebrar rapidamente ao matar algumas poucas dezenas de zumbis, o que pode ser fácil em grandes multidões. Esteja sempre preparado!

    Entretanto, o jogo não é só matar as criaturas, mas acaba sendo um sandbox similar a GTA, mas com um mapa menor e muito mais personagens e destruição pela cidade.

    Pelos 7 + 1 capítulos n´s temos missões principais bem sórdidas e muitas cutscenes para contar a estória. É um jogo bem completo e bem feito.

    O enredo conta com muitos personagens e localidades bem  características. E quanto mais você joga, mais armas e combinações diferentes você acha e faz, como uma vez que combinei uma cabeça dragão com uma katana e um guarda-sol e o personagem ficou com um capacete, luvas com garras e asas (terminava a sessão de cortes com um ataque que ele meio que voava pelos inimigos os matando).

    Gostei muito ainda do protagonista, Nick Ramos, que é engraçado, mas sem exagero.

    Além das combinações de armas, tem como combinar também veículos, mas ambos devem ter o "blueprint" antes para tornar aquilo possível. Felizmente, o jogo faz questão de colocar os itens a serem combinados junto a esses manuais, que se encontram levemente escondidos pelo mapa.

    Outro fator interessante do jogo é a questão dos chefes. Todo capítulo basicamente tem um e as vezes até mais. Esses bosses muitas vezes requerem estratégias diferentes tanto para atacar quanto para sobreviver e estão relacionados a história.

    O enredo é meio enroladão mas é até divertido, meio Sessão da Tarde as vezes, mas em outras meio "gore".

    Resumindo: Dead Rising 3 é um jogo super completo e uma grande surpresa pra mim. Já ouvi gente falando que os outros são melhores, e eu espero que sim, pois aparentemente eu comecei bem por ter me iniciado pelo 3. Pessoalmente eu detesto o gênero "musou", mas essa versão americana é puro amor!

    De bom: bonito, cheio de inimigos como um apocalipse zumbi deve ser, ainda mais num mundo aberto como esse. O jogo não trava ou dá lag com tantos inimigos na tela, o que é ótimo! Estória meio clichê, mas que justifica as suas voltas pela cidade seja para buscar alguém, seja para coletar gasolina para um avião. É possível usar muitas coisas como armas, incluindo bizarrices tipo dildos e ainda é possível fazer muitas combinações, como o dildo e um soprador de folhas num atirador de consolos ou um sabre de luz. Humor sem exageros (eu imaginei que fosse algo mais absurdo, como No More Heroes, mas felizmente não é). Várias sidequests pra quem quiser mais.

    De ruim: é o tipo de jogo que enrola para continuar a narrativa, como: você deve ir pedir um item a alguém, daí quando chega lé a pessoa diz que só te dá aquilo se você buscar algo pra ela, ai quando vai buscar tem outro empecilho no caminho e assim por diante, ou seja, uma missão dentro de outra. Isso pode ser enjoativo em relação a estória. Os carros explodem muito rápido! Me vi me livrando dos meus várias vezes em meio a muitos zumbis e pouca vida. Existem road blocks que aparentemente surgem com o prosseguir do jogo, e te fazem procurar outras rotas de vez em quando. Tem certas partes da campanha que os NPCs impedem a sua continuação com a desculpa da "espera": -vou limpar a garagem, volte daqui algumas horas- e você deve ficar fazendo nada até o personagem resolver que já deu tempo de voltar. Impossibilidade de prosseguir com o seu save depois de zerar o jogo.

    No geral, gostei muito do jogo e já até comprei outros. Bão de mais! E pensar que quase deixei ele passar!

    Dead Rising 3

    Plataforma: Xbox One
    1187 Jogadores
    92 Check-ins

    6
  • d2dgameplay d2dgameplay
    2017-06-09 18:19:20 -0300 Thumb picture

    The Order: 1886 - Chapter 3 - Desigualdades (Colecionáveis)

    The Order: 1886 - Guia de Troféu/Trophy Guide

    Guia de colecionáveis do Capítulo 3/Chapter 3 Desigualdades/Inequalities

    Seguindo o guia até o final do jogo você desbloqueará 5 troféus:

    1° Arquivista/Archivist - Colete todos os cilindros fonográficos/Collect all phonograph cylinders (Silver)
    2° Bem Informado/Well-read - Inspecione todos os jornais/Inspect all newspapers (Silver)
    3° Detalhista/Detail Oriented - Inspecione todas as fotos e documentos/Inspect all photographs and documents (Silver)
    4° Poder de Observação/Power of Observation - Inspecione todos os objetos/Inspect all objects (Silver)
    5° Inspetor de Primeira Classe/Inspector First Class - Encontre todos os itens inspecionáveis/Find all inspect itens (Gold)

    Espero que o video tenha servido de ajuda, peço que deixem o seu like, e se gostou do canal se inscreva ajudando assim o canal a crescer! Obrigado a todos!

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    The Order: 1886

    Plataforma: Playstation 4
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  • d2dgameplay d2dgameplay
    2017-06-06 13:07:08 -0300 Thumb picture

    The Order: 1886 - Chapter 2 - Entre Iguais (Colecionáveis)

    The Order 1886 - Guia de Troféu/Trophy Guide

    Guia de colecionáveis do Capítulo 2/Chapter 2 - Entre Iguais/Amongst

    Seguindo o guia até o final do jogo você desbloqueará 5 troféus:

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    4° Poder de Observação/Power of Observation - Inspecione todos os objetos/Inspect all objects (Silver)
    5° Inspetor de Primeira Classe/Inspector First Class -Encontre todos os itens inspecionáveis/Find all inspect itens (Gold)

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  • d2dgameplay d2dgameplay
    2017-06-05 03:50:55 -0300 Thumb picture

    The Order: 1886 - Chapter 1 - Sempre Um Cavalheiro (Colecionáveis)

    The Order 1886 - Guia de Troféu/Trophy Guide

    Guia de colecionáveis do Capítulo 1/Chapter 1 - Sempre Um Cavalheiro/Always A Knight

    Seguindo o guia até o final do jogo você desbloqueará 5 troféus:

    1° Arquivista/Archivist - Colete todos os cilindros fonográficos/Collect all phonograph cylinders (Silver)
    2° Bem Informado/Well-read - Inspecione todos os jornais/Inspect all newspapers (Silver)
    3° Detalhista/Detail Oriented - Inspecione todas as fotos e documentos/Inspect all photographs and documents (Silver)
    4° Poder de Observação/Power of Observation - Inspecione todos os objetos/Inspect all objects (Silver)
    5° Inspetor de Primeira Classe/Inspector First Class -Encontre todos os itens inspecionáveis/Find all inspect itens (Gold)

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-05-14 12:09:07 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Super Bomberman R

    Zerado dia 14/05/17

    Peguei o jogo ontem a tarde e comecei a noite, pra terminar no início da madrugada sem o menor problema. Esse foi o Modo História de Super Bomberman R, para Nintendo Switch.

    Olha, eu fiquei até surpreso quando a Konami anunciou esse exclusivo de NS, mas as animações meio bobas 3D, as notas baixas, defeitos relatados e o fato de o jogo já ter meio que caído no esquecimento em tão pouco tempo (com exceção para os curiosos que ainda não jogaram), me fizeram poupar o trabalho e o dinheiro para comprar o título.

    Bom, um amigo que ama a série me emprestou e eu aproveitei para terminá-lo e experimentar o multiplayer (por enquanto só rolou com bots), e a turma do encontro de Switch de Brasília não se animou muito em dar uma chance ao jogo comigo, o que nem me espanta.

    Bom, o que me espantou mesmo é o jogo ter todos os textos em português. Não sei se isso faz muita diferença num jogo como esse, mas ao menos todo mundo conseguirá acompanhar a estória contada.

    A primeira coisa que fiz após atualizar o jogo e abrir, foi ir no modo campanha, que pode ser jogado de até 2 jogadores e isso me faz até ter vontade de rejogá-lo.

    Nota-se algumas "modernizações" já de cara, como os gráficos 3D e a visão isométrica do cenário (que aparentemente uma atualização permite você mudá-la de leve).

    Os visuais estão mais realistas, principalmente dos blocos no estágio, o cenário fora da arena de jogo, luzes, sombras, explosões etc. De certa forma, tudo isso me lembra um pouco jogos como The Wonderful 101 do Wii U.

    Não sei se gosto muito de muitas dessas mudanças, pois, para mim, Bomberman é um jogo que deve ser bem colorido e alegre, e embora SBR não seja um jogo sério, esse visual mais realista muitas vezes deixa tudo muito cinza.

    Bizarramente, não me lembro como funcionavam exatamente os jogos na época do SNES, mas aqui cada fase é uma missão. As vezes, para abrir o portal de saída, é necessário derrotar todos os inimigos, outras vezes apertar todos os botões ou coletar todas as chaves. Alguns estágios incluem ainda recrutar NPCs para determinada área ou sobreviver grandes ondas de inimigos por alguns minutos.

    As vezes essas missões levam um tempinho, mas geralmente são bem curta e rápidas. O fato de os inimigos e elementos novos não variarem muito faz com que você pegue o jeito do jogo rapidamente e logo os 8 primeiros cenários de um mundo se vão, mas rápido do que você percebe.

    Após esses 8 primeiros, é iniciada a batalha contra um chefe, geralmente um personagem semelhante a você e que usa bombas diferentes, mais ou menos como era em Super Bomberman 4. Ao derrotá-lo, ele "apela" e temos uma batalha contra um chefe gigante, coisa que eu amava em Super Bomberman 3.

    Derrotando o grandão, passamos finalmente par ao próximo planeta, com temática diferente.

    Entre esse mundos, e as vezes entre as fases, o jogo passa cinemáticas contando o enredo, cheio de humor infantil japonês e com aquela animação meio que de jogos indie, que tá na moda. Não funciona pra mim, mas tudo bem.

    Uma coisa curiosa sobre SBR é que iniciamos o jogo com muitas vidas, cerca de 7. Ao perder todas elas, o jogo te dá a chance de continuar exatamente de onde morreu (e não do início daquele desafio) e com novas 7 vidas ao custo de algumas moedas, que aparentemente vamos juntando conforme passamos de estágios, não sei ao certo.

    Fiquei com bastante medo de perder toda a riqueza que eu aparentemente tinha (o jogo não mantem esse valor na tela), mas sempre que precisava pagar por mais, eu já tinha juntado bem mais do que antes!

    Curioso também que você pode levar todos os power-ups do início ao fim de cada mundo, mesmo morrendo. Perder vida ou usar continues não retira esses benefícios.

    Após terminar a campanha, voltei pro menu principal, onde acessei a loja e vi a importância de não usar continues: comprar mais coisas pro jogo, como apetrechos para diferenciar nossos Bombermen, mais personagens (sobretudo os vilões do modo campanha) e mais fases - não vi os personagens adicionados com a DLC gratuita (Pyramid Head, Simon Belmont e Gradius).

    Ainda não sei se ganhamos essas moedas no modo de batalha, mas é interessante o incentivo a voltar a jogar o jogo e tentar não morrer, visto que as fases praticamente só mudam skins (mesmo tendo tamanhos diferentes, seus elementos dificilmente acrescentam algum desafio ao jogo, como faziam antigamente) e mesmo os inimigos sempre voltam e não inovam.

    Mas voltando ao modo multiplayer, SBR permite a criação da sala e várias regras, como sempre foi. Um dos pontos interessantes é a escolha entre o modo de 4 jogadores ou 8. Joguei um pouco dos dois e a diferença só ficou no número de adversários mesmo, o que é um grande ponto positivo.

    Bom, o modo história foi bacana, mas quando fui pro modo multiplayer é que esse Bomberman realmente mostrou ao que veio. Primeiro que enxergamos o cenário como antigamente, de uma visão mais aérea e segundo que o frenesi de vários personagens procurando itens, se matando e tentando voltar dos mortos à arena faz jus a toda a boa experiência que tivemos com a série no SNES!

    São vários cenários, mais aqueles que você libera jogando, mais 8 personagens básicos de cores e "personalidades" diferentes, mais os extras, além do que já tinha visto na campanha: itens como a bomba de espinhos ou a de água, chutar, socar e jogá-las e assim por diante.

    Esse modo funcionou muito bem, e na versão de 8 jogadores, os outros 4 foram adicionados em pontos mais próximos ao centro, como se houvesse uma arena menor no meio.

    Resumindo: Super Bomberman R não é um jogo excelente e nem se iguala ao conteúdo que tínhamos na época dos 16-bits, mas não é necessariamente um jogo ruim. A experiência da campanha é legal e é possível que eu a jogue mais uma vez de 2 jogadores, mas o modo multiplayer deve ser bem divertido com vários amigos. Ainda assim, devemos lembrar que nesse caso é um Bomberman como qualquer outro. Ou seja, se você já tem algum jogo da série e que joga com os amigos, dificilmente vai ter motivos para comprar esse, ainda mais pelo preço pedido por ele.

    De bom: modo campanha que lembra jogos anteriores da época. Modo multiplayer que vai até 8 jogadores. Customização de personagem e bastante conteúdo a ser desbloqueado, o que o dá algum replay. A existência do modo online. Chefes bacanas e gigantes! Muito bom de se jogar usando apenas joy-cons.

    De ruim: dificilmente jogaria novamente a curta campanha sozinho. Não é um jogo para comprar se você não for jogar com amigos, sinceramente. Gráficos e animações que, de um lado são bobas e simplória, enquanto do outro forçam um realismo desnecessário para a série. Pouquíssima variação de inimigos e elementos de cenário. Faltaram os "yoshis" ou qualquer coisa do tipo. Jogo muito fácil e piedoso, que te dá continues infinitos de onde morreu e tira qualquer preocupação em morrer. Online ruim, de não encontrar pessoas suficientes para fechar uma sala de 4 pessoas. Texturas muito "cruas".

    No geral, o jogo subiu um pouco no meu conceito e já até considero adquiri-lo quando estiver quase dado para jogar multiplayer local. Por enquanto, me mantenho jogando no Switch dos amigos mesmo. Bom, não é atoa que o jogo sequer aparece no eshop. Totalmente passável.

    Super Bomberman R

    Plataforma: Nintendo Switch
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    9
    • Micro picture
      jorgegt · quase 2 anos atrás · 2 pontos

      Gostei do texto. Tenho interesse nele por causa da nostalgia mesmo. Mas não pretendo comprar o console só por causa disso.

      1 resposta

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