• 2019-03-28 13:37:30 -0300 Thumb picture
  • onai_onai Cristiano Santos
    2019-03-19 18:39:04 -0300 Thumb picture

    Exércitos de Exigo

    Estava eu dando uma olhada na lista de jogos possíveis de se jogarem via Game Ranger quando fui dar uma olhada nesse Armies of Exigo. Apesar de ser da Eletronic Arts e de estratégia, que por sinal é um dos meus estilos de jogos favoritos, nunca vi mais gordo.

    A primeira vista ele parece ser uma cópia descarada de Warcraft III e na segunda vista também passa-se essa impressão, porque é mesmo. Até as unidades, construções e mecânicas do jogo são semelhantes. Não sei ao certo se foi criado pelo mesmo time de produção ou se foi uma mera "coincidência". Mas, copia ou não, o jogo é legal!

    O tutorial não ensina muita coisa, só o básico mesmo. Creio que o aprendizado do jogo se dê jogando a campanha e aqui há três povos: Empire, os humanos que parece que passam fome; Beast, o que inclui orcs e outras criaturas não menos amigáveis e Fallen que incluem crituras feias, sim mais do que os orcs, e grotescas, mexem com as trevas e sua cor preferida é o preto.

    Assim como Warcrat III a inteligência artificial do jogo é muito boa, ou seja, você apanha jogando até no easy e aqui há três tipos de recursos: ouro, madeira e gemas. Ouro para comprar unidades, madeira para construções e gemas para magia. Isso resumindo bastante porque tem uma variedade até boa de coisas para comprar. 

    Outra coisinha aqui digna de nota é que há dois mapas, o da superfície e um do subsolo, então é possível explorar esses dois lugares ao mesmo tempo. Jogando no Skirmish e contra meu irmão no modo online deu até pra ver muita coisa. Agora me deu uma baita vontade de jogar a campanha desse jogo não muito conhecido, ao menos por aqui na Alvanista...

    Armies of Exigo

    Platform: PC
    11 Players

    10
  • 2018-10-07 13:10:46 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-06-18 18:44:58 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Peggle Blast

    Zerado dia 15/06/18

    E aí, pessoal! Lembram de mim? Pois é, continuo na rotina de muito estudo e um pouco de Battle Royale aqui e ali à noite e jogatinas multiplayer casuais com os amigos em fins de semana ou ocasiões especiais e doido pra voltar ao que eu sempre fiz com fervor: jogar de verdade!

    Quem já ouviu falar em Peggle? Esse jogo já tem uns bons anos. Lembro que quando finalmente entrei na geração HD há vários anos atrás com o Xbox 360, eu acessava a Live à procura de coisas gratuitas e sempre via os Hexic e Bejeweled da vida e me perguntava se jogos do tipo me agradariam (isso foi na era antes dos Smartphones e os milhares de jogos do tipo irem pra eles), mas nada me interessava. Um dia, testei o tal do Peggle e achei bem viciante, mas como foi na casa de um amigo, acabei não dando continuidade  e esquecendo de sua existência.

    Recentemente, quase 4 anos depois, estava vendo um vídeo do Pewdiepie sobre vexames de E3 passadas e entre eles estava a apresentação do Peggle 2! Eu nem sabia que existia isso, mas me interessei e fui atrás de jogar aquilo de novo. Arrisquei na Play Store e não é que tinha lá?

    A ideia de Peggle é simples: você mira um "canhão" e atira uma bola naquela direção. Com a força, a esfera quica e destrói as pequenas partes que toca. Seu objetivo varia um pouco de fase pra fase, mas acho que posso dizer que o mais comum é destruir 25 blocos laranja do cenário (ou seja, todos os laranjados). Os azuis servirão tanto para ajudar, criando rotas pra bola rolar ou quicar e te dar pontos quanto para atrapalhar ficando na sua frente etc. Há um número limitado de bolas a serem usadas em cada fase, sendo que você pode ganhar outras extras ao executar combos de destruição em massa ou no caso delas caírem na cesta que fica indo e vindo abaixo da tela.

    Esse é definitivamente um título baseado em cálculos/previsões de trajetória e um bocado de sorte em casos em que a fase contem mais elementos e menos controle da física da bola.

    A coisa toda é simples, mas fica bem difícil conforme você avança os estágios. Há ainda uma limitação de retries com base nos seus corações e no caso de perder a todos, terá que esperar 30 minutos para recuperar 1 deles (o máximo sendo 5). Percebi que meu tempo de jogo foi cerca de 6 meses, mas sendo algo casual e rápido a cada vez que eu o abria.

    Não vou mentir, o jogo é bom! Mantém um visual original em relação a 95% do inferno FTP de celular. Você pode jogar com apenas uma mão e pode jogar no ritmo que desejar, tentando mirar melhor, explorar novas ideias ou esperar que a cesta fique numa posição melhor pra ver se a bola cai dentro depois da próxima jogada. Não ter um timer é definitivamente um grande ponto positivo.

    O início consiste em te mostrar como se joga, desde os simples controles até as ajudas que você pode opcionalmente usar.

    As fases incluem os objetivos:

    -Destruir todos os blocos laranjas.

    -Destruir absolutamente todos os blocos.

    -Derrubar todas as joias (elas não fica grudadas no background, mas em cima de blocos normais e você terá que abrir caminho para que caiam).

    -Chocar todos os ovos (como as joias, ficam em cima de blocos, mas são maiores e 3 toques de bolas quebram o ovo e chocam uma fênix que sobe verticalmente, quebrando blocos e chocando ovos acima). A dificuldade desse modo é que se um ovo cair no buraco, você perde na hora.

    -Pontuar mais do que o vilão do jogo. Nesse tipo de fase, cada um joga uma vez e há um limite pequeno de bolas. Quem pontuar mais, vence.

    Em relação a mecânicas que variam e te ajudam, Peggle Blast é dividido em mundos (de 15 estágios cada) e cada um deles conta com um animal parceiro. Você aciona essas ajudas nas fases quando a bola toca um bloco verde. Depois de feito, a próxima jogada terá o auxilio do bônus:

    -Unicórnio: o mais inútil, mas é o do primeiro mundo e serve mais pra ensinar mesmo. Seu poder revela a rota que a bola tomará conforme você mira.

    -Esquilo: ativa assim que a bola tocar um bloco verde. A esfera se multiplica em várias outras, destruindo mais blocos e andando por espaços diferentes.

    -Polvo: dois canhões auxiliares aparecem dos lados da fase e se a bola tocá-los, poderá mirar e atirar novamente.

    -Morcega: cria uma onda de som entre o canhão e a cesta e quando você atirar, tudo o que estiver dentro dessa rota será destruído.

    -Caracol: sua bola derreterá tudo o que ele encostar, e tudo o que for derretido pinga e derrete o que estiver abaixo.

    -Pavão: destrói tudo o que estiver a um pequeno raio de distância dos blocos azuis que tocar.

    -Abelha: seu próximo tiro irá atirar diversas bolas que ainda destroem blocos especiais e ovo em apenas um toque.

    -Flor: atira a bola em câmera lenta e com uma demarcação em um grande raio em sua volta. Quando você tocar na tela, tudo dentro daquele raio será destruído.

    -Guaxinim: atira uma lata de refrigerante que cresce a cada contado com blocos. Quando chegar ao limite, explodirá e destruirá tudo em sua volta.

    -Tartaruga: cria uma carrinho no fundo da tela (no lugar da cesta automática) que você move como quiser. Caso salve uma bola com ele, o carrinho atirará um rojão para cima, destruindo tudo e seu caminho.

    -Unicórnio do mal: atira uma bola de fogo que destrói tudo que toca e ao seu redor por todo o trajeto.

    Pra ajudar ainda mais, você pode ativar certas ajudas antes e outras durante a partida. Essas ajudas podem ser compradas com dinheiro ou assistindo propagandas de 30 segundos (apesar que há um limite de cerca de 10 por dia ou algo assim). Antes de entrar na fase, você pode ativar: adicionar mais um bloco verde à próxima fase, ter mais uma bola ou mais um bloco roxo, que vale muitos pontos que podem resultar em mais bolas ou mesmo pra ajudar em chegar a pontuação mínima de um estágio mais chato.

    Durante a fase, você pode ativar a bola de fogo, que destrói e choca tudo o que estiver por perto, um marcador de trajetória, que ajuda muito na hora de mirar, ou a nuvem, que se eu vi alguma vez, deve ter sido no tutorial (chuto que destrua tudo na fase).

    Por outro lado, o jogo impõe uma dificuldade relativamente alta em certas fases e pode deixar você jogando nela por dias: aranhas cospem teia e e gnomos pintam blocos aleatórios. Um bloco com teia não pode ser destruído com uma bola normal e você terá que atirar uma bola nele só pra tirá-la. Um bloco com tinta, além de não poder ser destruído com apenas um toque, impede que a bola quique, fazendo-a deslizar. Aranhas podem ser atordoadas ao tomar uma bolada e gnomos são destruídos com uma bolada. 

    Há ainda blocos que automaticamente tem gelo ou algo do tipo, precisando de 2 ou 3 toques para serem destruídos.

    Poucas bolas pra muitos pinos, fases com três estágios seguidos e que se você perder, volta pro primeiro e cestas que parecem fugir da bola, paredes indestrutíveis que você tem que acertar um botão pra abrir e quando o faz, a bola quica e volta a ativando novamente ajudam muito a ficar frustrado também e muitas vezes, impaciente assistindo propagandas rezando pra ganhar os bônus necessários. Sem vidas? Vamos assistir mais 30 segundos de propaganda impacientemente pra rodar a roleta e ganhar 3, ou 2 ou uma vida. E quando acabam as bolas, vidas, propagandas e todo o clima que você está terá que esperar possivelmente até amanhã? Tenso!

    Perdi tantas partidas porque uma bola bateu um pouco forte demais sem querer num ovo e o jogou no buraco ou calculei errado a minha última bola e chance depois de uma semana com o jogo parado na mesma fase!

    Por outro lado, nunca achei o jogo impossível sem gastar dinheiro. Pra dizer a verdade, lá pela metade e umas fases pingadas do final foram difíceis, mas o final foi bem tranquilo e rápido. Joguei a segundo metade das 208 fases muito mais rápido que a primeira.

    Resumindo: Peggle Blast é um ótimo passatempo casual. Ótimo pra jogar em viagens não muito longas de ônibus ou metrô, mesmo offline. Infelizmente, os fatores FTP impedem um progresso contínuo e o jogo já me deixou muito na mão em situações mais demoradas, como filas maiores de banco ou à espera do dentista, mas quebrou muito o galho em diversas outras situações (ainda mais porque não sou adepto de internet 3G).

    De bom: colorido, traduzido e uma excelente e rara ideia que funciona muito bem na tela de toque do celular. Raramente desafiador o bastante pra te fazer pensar em gastar dinheiro. Os animais em cada mundo diversificam bastante o gameplay.

    De ruim: poucas vidas pra perder (5) e depois disso, só com ajuda das propagandas assistidas. Aliás, notei uma dependência chata disso pois não gastaria dinheiro com esse tipo de jogo. Algumas fases são bem injustas: além do alto desafio pra se conseguir fazer o que é pedido, você perde por não ter chegado a pontuação necessária pra ganhar ao menos uma estrela. Senti falta de um zeramento mais bacana.

    No geral, a experiência foi legal, mas poderia ter sido melhor. Daí já considero jogar as versões de console, que não me pedem dinheiro e espero que elas me deixem mais livre pra jogar quantas vezes quiser e me preocupar apenas com a estratégia. Se você curte esse gênero de puzzle com física de objetos e tem paciência pra jogar regularmente, é um jogo muito bacana.

    Peggle Blast

    Platform: Android
    12 Players
    7 Check-ins

    9
  • onai_onai Cristiano Santos
    2018-05-07 21:01:54 -0300 Thumb picture

    Barstow Badlands

    Já fazia um certo tempo que eu não jogava nenhum jogo de estratégia, nenhuma campanha e nem batalhas contra meu irmão então resolvi voltar a jogar Command & Conquer. Ambos não lembrávamos de quase nada do jogo, da estratégia e das unidades em si, então preparem-se para uma série de checkins de batalhas do skirmish! Hoho...

    Jogamos o primeiro mapa ambos escolhendo os times de forma aleatória. Em Barstow Badlands um jogador começa a leste e outro a oeste do mapa, há muitos minérios no centro do mapa e também uma torre que fica gerando recursos.

    Pra mim caiu NOD e pro meu irmão a GDI, nesse jogo há também uma raça alienígena chamada Scrin. Comecei o jogo comprando alguns veículos e focando os ataques nos carros que coletavam minérios e por pouco não ganho. Após três ataques que quase foram bem sucedidos comecei a ser bombardeado de longe por uns tanques que tem um alcance que pega a tela toda!

    Meu quarto ataque foi totalmente inútil e ainda recebi um contra ataque que detonou minha base, como eu estava só comprando tanques como um louco não tinha nenhuma defesa e meus recursos estavam escassos. Restou apenas assistir minha total destruição de camarote...

    De qualquer forma é bonito ver uma base sendo destruída, mesmo que seja a minha...

    Command & Conquer 3 Tiberium Wars

    Platform: PC
    369 Players
    34 Check-ins

    6
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2017-11-07 19:06:01 -0200 Thumb picture

    Os jogos Single Player estão condenados?

    Medium 3561101 featured image

    No meio dessa enxurrada de notícias negativas que é 2017, uma NÃO passou despercebida no mundo gamer: o fechamento do estúdio Visceral Games.

    Caso você tenha vivido em uma caverna nos últimos tempos, vou explicar: recentemente, a Eletronic Arts fechou um de seus estúdios, a Visceral Games, responsável pelos jogos da franquia Dead Space e por Battlefield Hardline. Isso por si só já deixou a comunidade gamer em polvorosa, pois a EA tem um histórico de estúdios fechados, e olha que não foram poucos...

    Porém, as coisas ficaram ainda piores quando uma IP nova de Star Wars, que estava sendo desenvolvida pelo estúdio já citado (inclusive com a participação da roteirista de Uncharted, Amy Hening), foi realocado para outro estúdio com a intenção de torná-lo uma "experiência mais ampla". Isso não soou muito bacana para os jogadores, pois se sabia que essa nova IP era um jogo mais focado no tradicional single player.

    Enfim, a fúria se espalhou como o vento, cabeças rolaram, jogos foram queimados em fogueiras, ameaçou-se usar um Death Note, e MUITOS (muitos mesmo) textos e vídeos sensacionalistas foram feitos alertando para o fim dos jogos com o foco em apenas um jogador (ao invés de vários, com cooperativo ou multiplayer como foco).

    O objetivo desse artigo é trazer alguns fatos que essa galera que está reclamando faz 3 semanas não percebeu, e trazer minhas considerações sobre tudo isso. Sem mais delongas, 始めましょう (comecemos).

    A culpa por essa "decadência" não é só das empresas, também é sua

    Não gosto de culpar as pessoas diretamente quando algo acontece. Sempre prefiro acreditar que existe uma causa para tal comportamento. Mas aqui, não há muito a que fazer. Se você está reclamando que os jogos com foco (quase) exclusivamente no multiplayer estão dominando o mercado, você deveria olhar para si mesmo.

    Claro que jogos como Overwatch e Fortnite tiveram uma campanha de marketing por trás, e por isso são tão famosos. Mas quem foi que levou jogos como Player's Unknown Battleground e Rocket League ao estrelato?!

    Isso sem contar os vários jogos single player que, apesar de terem sido elogiadíssimos, não foram tão bem assim perante o público, como Resident Evil VII, HITMAN (2016), etc. Claro que seria absurdo supor que eles fracassaram porque não tinham multiplayer (exceto alguns jogos como HITMAN, que tinham alguns elementos online), é claro que existem motivos para não terem ido tão bem, mas cadê os jogadores para apoiarem esse tipo de jogo?!

    Enfim, não há muito o que dizer nessa parte além de ressaltar o consentimento dos jogadores para com esse tipo de jogo. Mas o próximo argumento é bastante importante para entender esse fenômeno:

    Jogos AAA já não são propícios a jogos com foco em apenas um jogador

    Todos já estão carecas de saber que o custo de desenvolvimento de jogos AAA é altíssimo e envolve muitos riscos (por isso a falta de inovação na maioria deles). A consequência não-tão-inesperada disso é que, muitas vezes, os desenvolvedores tentam recuperar o dinheiro gasto com expansões, DLCs, microtransações, formato episódico, GOTY Edition da vida, etc.

    A verdade é que os jogos com foco no multiplayer possibilitaram a (sobre)vida desse tipo de jogo. Não é preciso tanto esforço (e, até certo ponto, esmero) ao fazer um jogo puramente online. O custo de produção não é tão alto e ele ainda vai custar $60, o que significa que a empresa terá altos lucros com o jogo.

    Ah, e provavelmente a maior parte dos custos do jogo serão para marketing mesmo. 

    Apesar de tudo, o single player ainda está firme e forte

    2017 está sendo um dos melhores anos não só para os jogos em geral, mas também para os jogos single player. É impressionante ver essa turba dizendo que os jogos single player "estão em decadência" em um ano em que tivemos:

    -Persona 5 (foi lançado em 2016 no Japão, mas dane-se)

    -NieR: Automata

    -The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    -Super Mario Odyssey

    -Resident Evil VII

    -Yakuza 0 (também lançou esse ano no Ocidente)

    -Yakuza Kiwami (idem)

    - Hellblade: Senua's Sacrifice

    -Nioh

    -Horizon Zero Dawn

    -Entre outros...

    Como será o futuro (eu acho)

    (Talvez a comunidade gamer devesse dedicar esforços para gêneros de jogos REALMENTE ameaçados, como o co-op local/via LAN)

    Como eu disse, não creio que os jogos singleplayer estejam ameaçados de extinção. Porém, as empresas que fazem jogos AAA não querem mais se arriscar nesse tipo de gênero devido a suas limitações lucrativas, e por ser muito mais fácil fazer um multiplayer mesmo. Tanto que, se vocês pararem para ver a lista que botei aí em cima, perceberão que vários jogos não tem orçamentos estratosféricos. E olha que deixei uma penca de jogos de fora, como Superhot, The Witcher 3, Life is Strange...

    Enfim o futuro, pra mim, é esse: os jogos single player já provaram seu valor diversas vezes e não morrerão. Porém, serão produções menores, sem tantos riscos envolvidos, e com maior capacidade de inovação. Enquanto isso, os jogos com orçamentos Triple -A ou vão acabar ou vão se concentrar em jogos com foco multiplayer/mundo aberto. Inclusive, acredito que já estamos por esse caminho e acho que seria o mais ideal.

    Considerações finais

    Esse não foi um artigo muito longo se comparado aos meus últimos. Mas eu acho que é porquê não há muito o que dizer mesmo. Ao contrário de meu último artigo desse tipo, onde tinha bastante coisa que eu falava na tentativa de defender minha tese, aqui é simplesmente uma discussão infrutífera, quase sem argumentos algum, e com muita dose de nostalgia. Só aceitei fazer esse artigo porque achei que poderia ajudar a esclarecer a situação, mesmo que não seja tão complexo quanto artigos anteriores.

    Então... basicamente é isso. Espero que tenham gostado do artigo. Até mais!

    Horizon Zero Dawn

    Platform: Playstation 4
    1423 Players
    779 Check-ins

    52
    • Micro picture
      artigos · almost 2 years ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

      1 reply
    • Micro picture
      onai_onai · almost 2 years ago · 2 pontos

      Tem tanto jogo legal que ainda pretendo finalizar que nem me preocupo com isso. Agora se a questão fosse o fim de rede elétrica aí sim seria outra coisa.

    • Micro picture
      evandrolutz · almost 2 years ago · 2 pontos

      coop local praticamente já morreu, e faz várias gerações.

  • 2017-07-19 18:53:26 -0300 Thumb picture

    ELECTRONIC ARTS

    ...EMPRESA ANUNCIA CONFERÊNCIA PARA A GAMESCOM 2017

    A Electronic Arts anunciou que realizará uma conferência no dia 21 de agosto, às 13h30 no horário de Brasília, para a Gamescom 2017.

    A companhia promete gameplay inédito, partidas ao vivo e "algumas surpresas".

    Na Gamescom em si, que acontece entre 22 e 26 de agosto, haverá cerca de 400 estações para que os visitantes testem Star Wars: Battlefront II, Need for Speed Payback, FIFA 18, Battlefield 1: In the Name of the Tsare mais.

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    FONTE: NEOGAF I PSXBRASIL

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    Star Wars Battlefront II

    Platform: Playstation 4
    129 Players
    37 Check-ins

    8
  • 2017-05-10 07:54:20 -0300 Thumb picture

    ELECTRONIC ARTS

    ...EMPRESA ADIA NOVA FRANQUIA DA BIOWARE; REVELA NÚMEROS DE FIFA, BATTLEFIELD E STAR WARS

    Em uma conferência com investidores, a Electronic Arts informou algumas novidades. Confira abaixo:

    A nova franquia da BioWare (de Dragon Age e Mass Effect) foi adiada. Prevista originalmente para o início de 2018, ela agora será lançada no ano fiscal de 2019, ou seja, entre abril de 2018 e março de 2019;

    Battlefield 1 possui 19 milhões de jogadores em todas as plataformas;

    FIFA 17 possui 21 milhões de jogadores em todas as plataformas, sendo que 12 milhões jogaram o modo história;

    Star Wars: Battlefront teve 14 milhões de unidades enviadas às lojas nos primeiros 5 meses. A EA espera a mesma quantidade para o segundo jogo;

    O modelo de DLC de Star Wars: Battlefront e Battlefield mudará no futuro e provavelmente saberemos mais sobre ele durante a E3 2017;

    A EA foi a publisher de maior sucesso no ano fiscal de 2017 (abril de 2016 até março de 2017) no PS4 e Xbox One.

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    FONTE: NEOGAF | PSXBRASIL

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    8
    • Micro picture
      willguigo · over 2 years ago · 1 ponto

      Eles tem que tomar vergonha na cara e fazer um ROAD RASH novo pow

  • 2017-03-01 22:20:37 -0300 Thumb picture

    STAR WARS

    ...ELECTRONIC ARTS FORNECERÁ DETALHES DE PROJETOS STAR WARS EM ABRIL

    A Electronic Arts mostrará novidades de seus projetos Star Wars durante a Star Wars Celebration Orlando, que acontece entre 13 e 16 de abril no Orange County Convention Center.

    Há pelo menos três projetos da franquia nas mãos da EA: um novo Battlefront que chegará neste ano, um jogo de ação e aventura da Visceral Games que chega em 2018 e mais um projeto que a Respawn Entertainment está responsável.

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    FONTE: GEMATSU I PSXBRASIL

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    Star Wars: Battlefront

    Platform: Playstation 4
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    6
  • 2017-02-28 06:48:47 -0300 Thumb picture

    PETER MOORE

    ...EMPRESÁRIO DEIXA A ELECTRONIC ARTS OFICIALMENTE

    Peter Moore, após trabalhar 10 anos na EA, será agora o CEO do Liverpool Football Club.

    Na EA, Moore foi responsável pela divisão de eSports recentemente e antes disso era o chefe da EA Sports e COO.

    Ainda antes da EA, Moore trabalhou na Microsoft durante o lançamento do Xbox 360 e na SEGA durante a época do Dreamcast.

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    FONTE: VG247 I PSXBRASIL

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    Fifa 17

    Platform: Playstation 4
    187 Players
    53 Check-ins

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