• kahmundongo Karla Pinheiro
    2018-07-22 05:04:58 -0300 Thumb picture

    TAG: Desafio dos 10 Jogos Marcantes - Jogo 4

    #4 - Battle City, O Clone e a Era do PC Parte 1

    *Eu, bem diferentona que sou, quis aproveitar esta TAG para, em ordem cronológica, contar um pouco de mim e da minha história adentrando no mundo dos joguinhos para quem quiser, poder me conhecer um pouco melhor (só para logo depois, se arrepender disso xD).

    "Computador, máquina capaz de variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Um computador pode possuir inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura" -Wikipedia

       Quem nunca quis um computador? Mesmo antes de saber o que fazia de fato, mesmo sabendo o quanto esse nome era feio, quem nunca? Houve um período em que eu comecei a ouvir falarem com muito mais frequência dos tais computadores e mesmo que, eles ainda não fossem uma realidade muito palpável para a maior parte da população da época, estava começando a cair no gosto das pessoas a simples possibilidade de ter o seu próprio afinal, os que o possuíam, sempre pareciam contentes com a compra e muito bem dispostos a falar sobre o que parecia, aos meus olhos juvenis, um novo tipo de status social. Para mim, que já havia ouvido a palavra “computer” aqui e ali dentro de casa, estava começando a sentir uma fisgadinha de esperança e se tornava cada vez mais difícil me convencer do contrário, até que um dia, ele chegou e vejam só.. pensei que não seria trouxa, fui trouxa!

       Em Harry Potter e o Cálice de Fogo (sentiu esse gancho?), quarto livro da franquia, o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas da vez, usa um feitiço Imperius obrigando Harry a pular uma cadeira ao que ele tenta quebrar o feitiço desobedecendo mas, só consegue o meio termo, bater os joelhos e se arrebentar todo junto da mobília. Geralmente, é nisso que eu penso quando ouço a frase “fazer as coisas pela metade” e, naquele momento vendo o que estava presente na minha frente, talvez o meu antigo eu imaginasse o mesmo se já tivesse acesso a essa obra pois, entre muitos componentes de suma importância que constituem um computador, minha mãe parecia ter escolhido me presentear com apenas um: O teclado. Cheguei a cogitar perguntar onde estava o restante da máquina mas a resposta logo veio, dispensando minha indagação. Estava diante de um Magic Computer PC - 95 o que vim a descobrir um pouco mais adiante desta linha do tempo, ser um dos conhecidos Famiclones da época, uma versão brasileira do ASDER PC95, de uma empresa taiwanesa, de mesma finalidade, que além de fabricar cópias e clones sem medo de ser feliz ainda tinham como nome NTDEC que significava: Nintendo Eletronic Co (pois se é pra copiar, vamos fazer direito), ou seja, era quase um clone.. DE UM CLONE! Era tipo a Zooey Deschanel, a Katy Perry e a Emily Blunt. Eu estava diante, de uma armada de Connors da era 8-Bits.

       Magic Computer PC - 95, foi um dos muitos clones de Nes produzido e distribuído pela Dynacom que era coruja velha nesse tipo de serviço. O teclado tinha em si uma entrada para cartucho 60 pinos (porém vinha um adaptador para jogos americanos de 72). Já vinha com programas básicos como editor de texto, calculadora, teste de matemática, compositor de música, um cursinho básico de datilografia, ferramentas de programação (o G-Basic e o F-Basic) e no meio de tudo isso ainda tinha uns joguinhos como Magic Carpet, Balloon Monster e Porter. Era tipo hoje, quando você compra um smartphone e vem com um monte de Apps nativos só para ocupar espaço só que, naquela época, pra quem não tinha nada, tudo isso era muito bem vindo!

       Junto com o console ainda vinham dois cartuchos, um para salvar o save (sim, salvar o save, não é um mero pleonasmo, era exatamente isso que fazia pois não havia espaço na memória do próprio console para o feito), e outro cartucho que vinha com alguns jogos, dentre eles meus favoritos eram sem dúvida Excite Bike e o Ice Climber apesar de eu ter jogado bastante outros presentes assim como Circus Charlie (do qual eu sempre morria na parte do pônei) e o Duck Hunt (do qual consistia em atirar em pobres patinhos que fugiam da morte inevitável voando pela tela da TV desesperadamente e, como se isso não fosse divertido o bastante, ainda vinha uma arma junto com o console! Ou compraram a parte.. não me lembro) que adquiri de um outro cartucho, assim como Contra que também era massa. 

       Mas o jogo que galgou um lugar nessa lista não está entre eles. Ele está aqui por ser inesquecível de outro modo, por me ensinar pela primeira vez na vida, o que hoje conhecemos por bad vibes. Estou falando de Battle City.

       Battle City (ou Battle Tank ou O Tank 1990 como também é chamado, devido a países onde clones Famicom foram amplamente distribuídas gerando a falsificação desses cartuchos) era exatamente como o seu título sugere, um jogo onde você controlava um tanque de guerra mas, o que me fascinava não era bem isso. O jogo fazia algo que eu nunca tinha visto até então, na opção "Construction" encontrada no menu do game, te dava acesso a um modo de edição onde você podia criar níveis personalizados (e é claro que o jogo lhe dava tudo pronto, sem necessidade de nenhuma programação. Algo como um Mario Maker da vida). Foi o meu primeiro contato com este tipo de mecânica, a possibilidade de criação! Depois de sentir o gostinho daquilo, decidi criar o meu próprio jogo afinal, havia sido fácil até então! Imagina, criar um jogo do zero? Fichinha… né? (a propósito, é uma pergunta retórica, acho que sabemos a resposta.. embora eu não soubesse na época).

       Eu lembro de pedir constantemente para o único parente que eu achava ser entendido dessas coisas (e realmente era), para que me ensinasse, me explicasse como se fazia isso. Até que um dia, cansado de minhas investidas, ele veio, jogou o manual que acompanhava o console que eu nem sabia que existia em cima de mim, e disse algo como “Toma. Tá tudo aí”. Eu comecei a folhear aquele manual não entendendo absolutamente nada do que havia ali. Vários termos e códigos e nada fazia sentido e então.. comecei a entender.. Confesso, nós nunca tivemos muita afinidade  e o meu pedido e o que eu achava ser a criação de um jogo, vinham de uma visão bem torta graças ao Battle City, isso, somado ao fato que eu era uma mera criança curiosa mas, percebi com um pouco de tristeza que essa atitude veio do simples motivo de não querer desperdiçar o seu tempo junto a uma manobra astuta de desmotivar futuras novas investidas da minha parte. Depois disso, eu usei essa experiência como motivação, absorvi tudo o que aquele aprendizado tinha a me oferecer e dali em diante, vivi estudando tudo o que podia, para aplacar minha sede inabalável por conhecimento e hoje, estou aqui para divulgar finalmente o game sucesso que eu consegui produzir apenas.. com a minha força de vontade... SQN!

        Eu adoraria contar essa versão dos fatos mas prometi me ater a verdade, por mais chata e decepcionante que ela seja. Sim. Essa é uma história de derrota. Porque histórias de derrota também são importantes para produção de dramas na indústria do cinema e com ela garantia de emprego futuro para atores/comediantes que já viram dias melhores, assim como Jim Carrey. Afinal, como diria um grande filósofo e ex esportista brasileiro de renome: “Se você quiser, se você se esforçar, se você treinar, se você entrar de cabeça, se você se concentrar, nada garante que você vai conseguir” - Daniel, Craque (Falha de Cobertura).

       A história de hoje, foi menos história e mais informação. Informação essa que, pode ou não estar correta pois confesso, muita coisa eu não lembrava ou não sabia e tanto para contextualizar quanto para melhor compartilhar essa pesquisa, utilizei como meio de busca uma fonte super confiável, incontestável e fidedigna: A Internet! Mais precisamente o Wikipedia ou seja, sem margem de erros como todos sabemos ;) Para quem quiser relembrar um pouco da história da Dynacom e seus consoles e clones, recomendo esse vídeo que encontrei garimpando o Youtube em busca de lembranças de meu estimado cloninho, hoje, apelidado carinhosamente por mim de.. Murilo Benício. Pois quando achávamos que a Dynacom já tinha ido “longe demais dessa vez”, eis que, em 2008, a empresa lança o PC Game, um clone cuja aparência lembrava uma CPU. E lá ia ela novamente, provando para todos que ainda era possível surpreender! Dynacom.. A Pablo Vittar de uma geração! Felicidade de muitas jogatinas dos mais humildes e da tristeza de muitas crianças que só queriam ganhar um Playstation no Bom Dia & Cia! pois a vida não é justa e universo precisa ser equilibrado. Segue o link: 

    Marcando o @volstag que quer acompanhar essa saga! Para todos, até o jogo número 5 da lista o/ 

    Jogos anteriores: Jogo 1Jogo 2Jogo 3

    *Os jogos dessa lista são jogos que me marcaram assim como manda a tag original portanto, não necessariamente são os meus jogos favoritos da vida embora, eu nutra um sincero carinho por todos eles <3

    *As descrições aqui contém a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade porém, em uma versão bem humorada de situações que facilmente, valeriam um tapa na cara vide OUPDM : )

    Battle City

    Platform: NES
    206 Players
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      volstag · 11 months ago · 1 ponto

      Que saudade que eu tava de ler essas histórias!!
      Uma vez, por volta de 87 eu acho, um amigo apareceu com uma fita de atari diferente, ela parecia uma chave de ignição daquelas coisas que explodem dinamite, mas era uma fita de atari, da taito, e o nome e o jogo era esse!! apenas o gráfico era bem inferior né, mas a jogabilidade e tal era praticamente a mesma.
      Jogávamos muito aquilo, ja essa versão ai eu e demorei pra caramba pra conhecer, mas bem melhor o gráfico.

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      caramatur · 11 months ago · 1 ponto

      Adorava jogar Battle City! <3

  • 2017-08-05 18:11:38 -0300 Thumb picture
  • spencerv Spencer Voorhees
    2016-09-11 20:23:45 -0300 Thumb picture

    Olha a belezinha que ganhei nesse fim de semana

    Com 2 cartuchos somando 94 jogos no total. Hehehehee
    Vou ter um trabalhão pra jogar e cadastrar tudo, mas...

    Exerion

    Platform: NES
    32 Players
    2 Check-ins

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      fifonio · almost 3 years ago · 1 ponto

      adrrrrien virado pra lua, não é mesmo hohohohoho

      parabains pela aquisição ;D

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      paulo_phtopgames · almost 3 years ago · 1 ponto

      Show de bola heim...

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      santz · almost 3 years ago · 1 ponto

      Que videogame é esse? Um clone de NES? O controle parece ser bem confortável.

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  • 2015-10-22 22:58:24 -0200 Thumb picture

    Não, Dynacom! Não é assim!

    uahuahauhaua cara, que raio de publicidade é essa?!

    Justo desse Dynavision 3, versão Radical! Esse console foi o meu primeiro 8-bit(ou famiclone). 

    Esses controles estilo joystick eram terríveis pra jogo de aventura, ação e qualquer outra coisa, não sei o que a Dynacom tinha na cabeça de incluir um controle desses. Se bem que olhando essa peça publicitária, é bom não responder kkkkkkkkk  Certamente eles foram desenvolvidos pensando em simuladores de vôo, estilo Top Gun ou a merda do Stealth ATF. Tenho péssimas lembranças de jogar Ninja Gaiden e Mega man IV com esse controle.

    Uma sacada legal era a entrada de fone de ouvido que o console tinha, igual o primeiro modelo do Mega Drive.

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      likas · over 3 years ago · 2 pontos

      HAHAHAHA, caaaaaara, esse também foi o meu 8 bits. Ganhei do coroa e veio com 'Mach Rider', um jogo de motinho bem ruim. Gotcha! era podre mesmo.

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      riki_samejima · over 3 years ago · 1 ponto

      Ah, esqueci de falar, mas o supercartucho q eles falam aí era o jogo "Gotcha!". Joguinho pra jogar com a pistola, ruim de doer... Passamos meses só com essa porcaria no console, antes de pegarmos outros jogos.

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      fonsaca · over 3 years ago · 1 ponto

      Cara, não fazem mais publicidades como antigamente (anos 90) nesse país.
      Kkkkkkk!
      Poxa, cara, a mensagem foi direta no ponto!

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  • 2015-02-15 00:51:15 -0200 Thumb picture

    Dynacom, sempre inovando...

    Apesar de hoje provavelmente no limbo, a Dynacom foi uma empresa que realmente me surpreendeu, mesmo que seja com o sistema mais pirateável no mundo, o 8bits da Nintendo, o NES.

    Ela fundiu o NES com o Famicom, colocou botões de ação turbo em seus produtos, um de seus consoles já foi citado em rede nacional sendo considerado "quase um pleisteixon", construiu um teclado-console que faz impressões por portas paralelas, criou um console-emulador e finalmente um computador com um pacote Office Basic dentro de um maquiavélico Nintendinho (vide vídeo)!

    Eu não entendo essa fixação no Nintendinho (que talvez levou ela pro buraco) , mas tenho que admitir que a Dynacom explorou bravamente as possibilidades do sistema...

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  • 2015-01-30 20:35:46 -0200 Thumb picture
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      mastershadow · over 4 years ago · 2 pontos

      Eu tinha um Mega Drive la na época, em 1994, e meu vizinho e amigo tinha um Dynavision e eu ficava invejando esse controle dele, que apesar de bonito, era péssimo pra maioria dos games, só era bom pra games de navinha mesmo.

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  • 2015-01-14 20:17:47 -0200 Thumb picture

    Dynavision 3

    Um dos videogames da 3ª geração lançado em 1991 pela Dynacom o Dynavision 3 que tinha suas propagandas em várias revistas de games aqui no Brasil.

    O console é compatível com ambos os sistemas Famicom (60 pinos) e NES (72 pinos) por duas aberturas distintas. O carcaça tem o mesmo formato do Dynavision II, porém a cor é preta. O painel apresenta os botões On, Off, Reset e um controle de Volume.

    Teve duas versões lançadas em que a primeira vinha com os controles turbo jet control, o console tinha no painel frontal os botões liga, desliga, reset e volume. Já a segunda foi lançada com um controle TPC-1 em que esse tinha uma semelhança com o controle de 3 botões do mega drive, mas com diferenças que era de 6 botões A, B, A+B e os de cima são versões turbo e o console tinha apenas os botões Liga, desliga e reset.

    O controle do Dynavision 3, Jet Control, é um joystick com 6 botões assim dispostos: 2 na base (A e B) e 4 na haste (Start, A e Select no topo, B na posição de gatilho). O controle tem chaves independentes para função turbo nos botões A e B na parte inferior da base, bem como entrada para fones de ouvido.

    E como dito, foi um dos consoles bem destacados nos comercias nas revistas de games e teve uma boa venda, mas uma coisa que sempre adorava era o controle invocado Jet control.

    Bomberman

    Platform: NES
    633 Players
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      dcnautamarvete · over 4 years ago · 2 pontos

      Quanta nostalgia. Pena que não preservei o meu como deveria. Foi meu pai quem me deu o console na época. Ele já faleceu. Ainda me lembro dele sorrindo com as peripécias de Duck Hunt, um dos oito jogos que vieram no cartucho que acompanhavam o console. Parabéns pelo post.

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      teamblue · over 4 years ago · 2 pontos

      Meu primeiro Vídeo game! <3

  • 2015-01-12 11:32:48 -0200 Thumb picture
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      xualexandre · over 4 years ago · 2 pontos

      hahaha ...sahsauhasuashuashsah , agora que eu ví a notícia....to mais atrasado que o Slowpoke

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      krohvaark · over 4 years ago · 2 pontos

      Uma vez, pedi um Saturn de aniversário, Ganhei um Dynavision, unica coisa boa é que veio com duck hunt.

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      leohirano · over 4 years ago · 1 ponto

      Na epoca o melhor da tecnlogia brasileira, o vergonha

  • 2014-12-03 17:52:56 -0200 Thumb picture

    Dynavision 2

    Em 1989 sem o menor interesse dos consoles japoneses em entrar no país, os clones da Nintendo rolavam soltos e a pirataria dominava. Era um tal de Gradiente Phantom System, CCE Top Game, CCE Turbo Game, Milmar Hi-Top Game, Super Charger, etc, etc, etc …. Mas que uma empresa chamada Dynacom também lança seu console chamado de Dynavision II.

    Essa versão, diferente do primeiro, foi lançado em 1989 com o sistema Nintendo (Nes) trazendo seus games para o Brasil e fora também seu marketing para disputar o mercado.

    O console é compatível com o sistema Famicom (60 pinos). A carcaça de plástico branco contém um painel com pelo menos 2 variações: uma com 5 botões (Reset, Start, Select, On e Off) e outra simplificada, com 3 botões (On, Off e Reset). O console era comercializado numa maleta plástica, com espaço para armazenar controles e jogos.

    Já o controle (Competition Joystick): o controle do Dynavision II é um joystick com os botões A e B posicionados no topo da haste e no lado frontal da superfície da base. Nas variações de console com 5 botões, o controle tinha apenas os botões A e B. Nas variações com 3 botões no console, os botões Start e Select já vinham embutidos no controle. Tinha uma Pistola Laser para jogar games de tiro.

    No caso do adaptador, por se tratar de um console compatível com o sistema Famicom (60 pinos), o fabricante oferecia também um adaptador que possibilita o uso de cartuchos do sistema NES (72 pinos).

    Contra

    Platform: NES
    3072 Players
    31 Check-ins

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      onai_onai · almost 4 years ago · 2 pontos

      Um amigo meu tinha um, mas o modelo dele era diferente.

  • 2014-09-20 16:40:45 -0300 Thumb picture

    Megaboy - Dynacom

    Um dos itens mais raros de ver era esse console portátil feito pela Dynacom o Megaboy, um dos clones do Atari 2600 em que podia se conectar a Tv por meio de uma antena ou usando o cabo RF. Ele se alimentava de pilhas para maior facilidade na hora de jogar para os fios não atrapalharem por ser um portátil, mas podia utilizar uma fonte caso não queira gastar com pilhas.

    O console vinha com uma fita com jogos educacionais para se divertir e também jogar a biblioteca toda dos jogos do Atari 2600.

    Basic Math

    Platform: Atari 2600
    17 Players

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      cazorlas · over 3 years ago · 2 pontos

      eu tenho um desse na caixa zerado!

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