• anduzerandu Anderson Alves
    2018-08-29 13:25:03 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Steamworld Tower Defense

    Zerado dia 28/08/18

    Sabe quando você joga ou termina um jogo que não tem a menor importância? Chega no final da jogatina e pensa "tanto faz"? Pois é. Esse é Steamworld Tower Defense.

    A verdade é que eu estava dando uma olhada nos títulos da Image & Form depois que li uma noticia em que eles prometem mais coisas em breve e já que eu adoro Steamworld Dig e Heist (ainda devendo o Dig 2), queria conhecer tudo o que faltava deles.

    Foi aí que SW Tower Defense apareceu. Pera! Existe outro Steamworld e eu tô vacilando aqui? A verdade é que esse é um daqueles títulos obscuros de DSiWare, loja do DSi, que dificilmente valem a pena.

    Tower Defense  é um tower defense. Wooooooooow! Que nome tosquinho.

    Pois é. A tela inicial do jogo é uma imagem estática com o comando "Touch The Screen" ou algo assim, o que nos leva para um enredo contado por texto rolando automaticamente e lentamente num retângulo tedioso.

    Logo vem o tutorial que eu fiz tão rápido que nem aprendi tudo.

    Esse é um jogo curto, difícil e muito simples, típico de DSi. Chega a ser frustrante e sequer compensa passar por isso aqui.

    O gameplay é tranquilo: ações feitas com a styllus e opcionalmente navegar a câmera pelo mapa com o d-pad/analógico (recomendo).

    Cada fase tem limitações diferentes. Em algumas você pode usar todos os tipo de unidades para defender o caminho dos diferentes tipos de inimigos. Outras, não. As vezes podemos usar 4, 3, 2 ou mesmo só uma.

    No início de cada desafio,nos é dada uma quantia minúscula de dinheiro, o bastante pra fazer duas ou três unidades (acaba que o começo é quase sempre difícil e pelo menos um zumbi acaba chegando ao destino) e o resto deve ser adquirido derrotando os inimigos. O ruim é que você tem que ficar de olho no dinheiro pelo mapa e pegar com a touchscreen, adicionando um desafio extra ao jogo, pois as moedas somem!

    Vale lembrar que diferentes inimigos derrubam diferentes quantias em dinheiro e que cada estágio limita o número de unidades em jogo, então escolha bem onde construir! Há sempre um número máximo diferente de zumbis que podem chegar ao destino e as vezes há mais de um caminho também!

    As unidades construíveis variam os preços, mas achei poucas boas de verdade e todas muito frágeis contra as muitas hordas de inimigos de cada estágio:

    -O cowboy atira com frequência média e pouca força;

    -O gordo, ícone do jogo no menu do 3DS, metralha os inimigos, mas tem um intervalo entre as rajadas e nem é tão forte;

    -O vermelho, estilingue, deve ser ativado manualmente. Você clica num inimigo e ele dá um tiro forte. Infelizmente a cadência de tiros é MUITO baixa;

    -O canhão é caro e joga bolas de ferro. Achei lento e fraco também;

    -O velhote atira bolas de gosma que deixam os inimigos mais lentos, o que as vezes é levemente útil.

    Pois é, achei todas as forças bem meh e os inimigos apelões demais. O povo recomenda jogar no Easy e foi o que eu fiz e mesmo assim o desafio foi alto!

    Outros ícones úteis incluem: destruir seu robô em troca de dinheiro (e liberar espaço pra outro melhor) e fazer upgrade, pagando uma quantia. Esse último eu só aprendi lá pra metade da curta aventura.

    O problema é que o dinheiro é muito limitado e os upgrades não fazem muita diferença senão um pouco na força. Você faz várias melhorias e ela só vai pra aquela unidade que clicou, ao invés de ir para todas as iguais em campo. 10 Segundos depois um inimigo a destrói tranquilamente.

    Há um certo zumbi que anda com uma dinamite. Destrua-o e o raio da explosão é 10 vezes maior que o da animação. Os zumbis morrem com ele, mas unidades suas distantes também! Frustração demais!

    Resumindo: Steamworld Tower Defense não faz o meu estilo de jogo, mas é definitivamente um jogo super dispensável. Ele é simplório demais e parece feito nas coxas, não há recompensa por nada e transborda amadorismo. Deu nem vontade de fazer review. E na moral, até achar imagem tá difícil.

    De bom: a ideia. Se refizessem esse jogo balanceado e mais trabalhado, eu jogaria.

    De ruim: dificuldade desnecessariamente alta, surpresas que te pegam bem no final da partida e você tem que refazer tudo, dinheiro muito limitado, upgrades insignificantes e que só vão para unidades individuais, dinheiro que some e que deve ser pego com a styllus, cenários vagos e sem graça, muito pouco carisma, estória contada por um texto tedioso, missões independentes e que não representam evolução ao seu jogo, no máximo ao próprio jogador, inimigos muito fortes e com ataques impossíveis, como a bomba que destrói coisas que estão satisfatoriamente longe.

    No geral, valeu conhecer mais um jogo da produtora e ver como ela aprendeu e evoluiu muito bem. Vale a pena ver um review ou trailer do jogo, mas jogar mesmo, foi a maior perda de tempo com jogos desde muito tempo.

    SteamWorld Tower Defense

    Platform: Nintendo 3DS
    5 Players

    14
    • Micro picture
      sandrotoon · about 1 year ago · 2 pontos

      Quase comprei ele uma vez por curiosidade, sorte que desisti

      1 reply
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      gus_sander · about 1 year ago · 2 pontos

      Bem, parabéns pela paciência de tê-lo concluído kkk

      2 replies
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      kleber7777 · about 1 year ago · 2 pontos

      Eu também nunca tinha ouvido falar.
      Como você disse, é sempre bom ver a evolução de um estúdio.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-03-01 19:10:26 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Mighty Flip Champs

    Zerado dia 01/03/17

    É com muito pesar que anuncio que desisti de terminar um jogo. Esse jogo foi Beyond the Labyrinth (Labyrinth no Katana) de 3DS. Comecei o jogo semana retrasada, gastei umas horas e desisti completamente. Primeiro pelo jogo ser bem lento, mas principalmente porque a dificuldade ficou irritante, a aventura ficou repetitiva e de quebra eu travei em uma parte que pra qualquer lado que fosse, perdia o jogo.

    Enfim, fiquei meio bolado com isso, até porque estou com outro jogo parado no Wii graças ao HD USB dele ter dado problema e meu técnico nem ter dado as caras ainda, mas me forcei a começar algo e não me desmotivar, até porquê já estamos em Março e os dois primeiros meses do ano foram bem lentos em relação a fechar jogos.

    O escolhido da vez foi Mighty Flip Champs, jogo original de DsiWare da WayForward, empresa indie que também criou Shantae e Mighty Switch Force.

    Na verdade eu descobri sobre a existência de MFC quando pesquisava sobre o meu adorado Mighty Switch Force, que joguei no 3DS anos atrás. Jogos de DSiWare nunca foram o meu forte, até porquê nunca tive um e nem me preocupava em ler notícias de jogos da loja virtual do portátil na época. MPC e outros entraram pra lista de jogos mas logo caíram no esquecimento e eu só lembrei de sua existência por agora quando esbarrei no ícone de download na freeshop do 3DS.

    Esse título não é lá muito relevante, embora seja bem legal e meio que caiu no esquecimento, mesmo ganhando versões mais robustas para utras plataformas.

    A prova desse esquecimento é a dificuldade de achar imagens e em tamanhos decentes no Google, por isso devo postar também das versões HD (DX).

    Bom, o visual do jogo é bem o das Shantae mais antigas mesmo, mas o gameplay lembra um pouco o de MSF

    A sua personagem só anda, sobe escada e troca a tela de cima com a tela de baixo (ação que pode ser feita com qualquer botão). A tela de baixo age como um universo paralelo e com um design semelhante ao da tela principal. A personagem principal se move do mesmo jeito em ambas as telas, mas ignora paredes, buracos e demais armadilhas na tela secundária. Aliás, isso foi meio confuso pra mim aqui e ali pois estou acostumado com jogos que usam mecânicas parecidas, mas que ambas as telas valem e você deve ter cuidado com as duas.

    Como uma tela pode não ter obstáculos que a outra tem, devemos troca para os evitar. O conceito é bem simples, mas o cérebro buga de vez em quando, até porque a tela inferior fica de cabeça para baixo e eu diria que a minha atenção se concentrava mais nela do que na principal.

    Um dos maiores desafios em MFC é em relação as quedas. Quando nos agarramos a escadas e grades e ao sair da sua área, a personagem cai. As vezes é por conta de um descuido que pode nos ser fatal, mas essa mecânica é obrigatória em muitas partes para alcançar novas localidades do outro mapa. Basta cair e apertar o botão de troca de tela na hora exata. Timing é um elemento muito importante no jogo.

    Já das coisas que podem ser frustrantes, temos o descuido e olhar apenas para uma tela e trocar pra outra quando a personagem está dentro de uma parede, ou mesmo quando calculamos e trocamos mas o jogo reconheceu que você ficou um pixel a mais num obstáculo, resultando em morte e ter que reiniciar todo o estágio.

    Pra dificultar as coisas, devemos coletar animais em quase todos os estágios antes de chegar ao seu ponto final. Pois é, o que normalmente seria coletáveis opcionais aqui é obrigatório, ou sapo (?) não te transporta pra fora da fase. Coletar esses bichos e chegar o final quase sempre faz com que exploremos bem as fases e suas mecânicas, que cabem completamente dentro da tela.

    Essa tarefa, entretanto, está longe de ser simples, principalmente porque cada estágio é como um grande puzzle. Esqueci ainda de mencionar que as fases dificilmente contam com apenas dois cenários que intercalamos ao apertar o botão, mas facilmente passam de 3, chegando a 7 de vez em quando e até mais! Essas cenas nas fases segue sempre uma ordem e exigem paciência e lógica muitas vezes para alcançar um ponto desejado.

    Vendo essa versão acima, talvez de PS3, imagino como deve ser ainda mais difícil, já que eles estão espelhados horizontalmente.

    Cada estágio marca seu tempo constantemente com um relógio e o número de vezes que você fez uso do poder de troca de telas. Essas estatísticas geram no final um rank de D (o pior) a S (o melhor). Mesmo decorando alguns estágios eu consegui A ou B enquanto algumas fases que tive alguma dificuldade eu obtive S. Enfim, só melhoraria isso se eu me importasse mais com esse jogo u não tivesse mais nada para fazer.

    A aventura tem 5 mundos, sendo que cada tem cerca de 7 estágios mais um desafio final, que são fases em que o seu poder fica se ativando de tempos em tempos automaticamente. A fase final é bem divertida também, valeu o jogo.

    Resumindo: Mighty Flip Champs é um jogo simples em seus comandos mas muito inteligente em relação ao uso dessa jogabilidade dentro dos puzzles, que são as fases em si. Como primeira jogatina, foi o título mais fraco da WayFoward, mas eu ainda o jogaria novamente, coisa que eu não faria com o primeiro jogo da Shantae, por exemplo.

    De bom: fases que duram poucos minutos, no máximo, mesmo você morrendo algumas vezes ou quebrando a cabeça pra tentar entender como chegar a algum lugar. Visual e animação interessantes, o que deve ser muito legal nas outras plataformas. Comandos simples e curva de aprendizado excelente, mesmo as vezes tendo fases bem fáceis entre duas difíceis. Alguns estágios são bem diferentes e mais pra se divertir do que ficar pensando.

    De ruim: pode ser meio frustrante se for jogar tudo de uma vez. Não tem estória nem nada compensador entre os níveis quando os completamos. Morri algumas vezes por pixels terem sobrado em uma parede quando troquei de tela. Sem checkpoint, mesmo em fases mais longas + tempinho pra fase ir pra tela de "Game Over" + tempinho pra recarregar a fase depois que apertamos Retry. Isso é meio chato e freava um pouco as coisas. Visual datado, coisa que acontece bastante com jogos da época, mas que bizarramente não acontece com jogo de GBA.

    No geral, é um jogo curto e muito divertido, pra se jogar no metrô e afins, mas nada pra se levar muito a sério, como qualquer jogo de DSiWare mesmo. Divertido, mas nada perto do excelente Mighty Switch Force!

    Mighty Flip Champs!

    Platform: Nintendo DS
    6 Players
    8 Check-ins

    4
    • Micro picture
      yon · over 2 years ago · 2 pontos

      Nossa. Direto aparece algum jogo de DSiware interessante.. Eu não acompanhava nada nessa época, preciso tirar um momento pra ir atrás dos jogos que saíram nele..

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-03-26 20:49:50 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Shantae: Risky's Revenge

    Zerado dia 26/03/16

    Terminei um dos 2 jogos que tinha começado e não terminei: Shantae: Risky's Revenge de DsiWare. Bom, nem faz tanto tempo que terminei o primeiro de GBC, mas assim que desbloqueei o 3DS, procurei uma listinha de jogos que não compraria e esse acabou vindo junto (não compraria pelo preço). Fiquei tão curioso em ver como estava a série, que pulou o GBA, que acabei começando e jogando uns 20-30 minutos.

    E adivinha só? O feeling é o mesmo e mesmo com o upgrade gráfico, os sprites continuam na mesma levada, quase como se a série da meio-gênio sempre tivesse tido essa cara.

    Pra quem não conhece o famigerado jogo da Wayforward (se é que isso é possível), Shantae é um "metroidvania" sidescroller da melhor qualidade, que junta muitos elementos dos dois jogos que formam o nome do gênero com umas pitadinhas de The Legend of Zelda.

    O jogo se baseia em falar com um NPC aqui e ali, andar pelas áreas diferentes do mapa, buscar itens, passar de dungeons, comprar upgrades e adquirir novas habilidades, já que a nossa protagonista tem como diferencial a transformação em outros animais, que resulta em habilidades exclusivas.

    Em Risky's Revenge, a coisa ficou mais fácil e rápida. Um dos fatores que implicam nisso é que o jogo ficou muito mais direto, te obrigando a explorar menos que seu antecessor. Os NPCs falam pra onde ir e é isso, vá até lá. As áreas também estão muito mais simples, com inimigos que não ligam muito pro fato de estarem apanhando e caminhos que raramente terminam em outras ramificações. No Shantae de GBC, cada tela era bem longa e o limite do céu era bem acima, o que incluía itens secretos e caminhos a serem visitados apenas com o progresso do jogo e a aquisição de novos poderes.

    SRR definitivamente buscou um público mais simples ou até mesmo casual. A minha aventura duru apenas 4 horas e 30 minutos, sendo que ainda gastei um tempo perdido bem no início, quando ainda estava aprendendo as poucas novas mecânicas.

    Uma das coisas que me deixou travado no início foi a adição de "camadas" em alguns cenários. Ao invés d mapa ser uma linha reta, existem alguns pedais no chão que, ao apertar o botão de pulo, Shantae vai para o cenário detrás ou da parte da frente. No começo, achei que fosse apenas cenário, e mesmo apertando outros botões, só entendi por acidente, já que a minha quest de falar com as pessoas da cidade parecia impossível de ser completada e a mesma tem umas três camadas, cada uma com lojas e pessoas diferentes.

    Em uns dois lugares nessa cidade principal, tem dois painéis que te jogam pra mesma camada, e isso é bem inútil. Mais tarde na floresta, não achei um caminho porquê nunca pegava o outro que deveria e que nem cheguei a imaginar essa possibilidade e, mais uma vez, só consegui por acidente.

    O sistema de combate continua sendo bem a estilo do Castlevania, chicoteando o cabelo para bater nos inimigos. Além disso, existem habilidades e itens a serem compradas, como lançar bolas de fogo, uma nuvem que solta choque, poções de cura etc. Esses itens são comprados com o dinheiro que os inimigos deixam ao morrer ou em potes dispostos em vários lugares. Habilidades mais importantes ainda exigem de 1 a 3 potes de geleia, que são encontrados em áreas mais escondidas por todo o jogo.

    Para equipar Shantae com o seu gosto, basta tocar no ícone desejado na tela de baixo. Essa tela inclui também o mapa geral do jogo, incluindo as camadas de cada parte.

    Resumindo: Shantae: Risky's Revenge é uma ótima continuação para o jogo original de GBC. O jogo ficou mais curto e simples, mas isso acabou de certa forma sendo uma coisa boa, pois o primeira era exageradamente longo e cansativo, além de um pouco difícil.

    De bom: gráficos ao estilo DS, que deram um belo upgrade visual a série. Os inimigos tiram menos corações ao te bater, que é bom, já que você não tem muitos. Mantiveram todos os sisteminhas do jogo anterior ou melhoraram, com a dança da transformação em animais, que agora é só segurar X e soltar em uma das três partes diferentes da dança. Música e efeitos sonoros semelhantes a série Zelda, como o grito dela caindo no buraco. É o Link! Inclusão de vários upgrades e afins para quem quer jogar um pouquinho mais. Simples e divertido.

    De ruim: bem curto, com poucos cenários em relação ao seu antecessor. O mapinha cabe na tela e em formato grande. Inclua os teleportes e andar de um lado pra outro fica bem rápido. Apenas três transformações. Inimigos burros, que sofrem dano e dificilmente viram pra tentar revidar. Mantiveram o esquema de "morreu? Volte pro último save". Acho até legal, mas em dungeons o certo deveria ser voltar ao início da mesma. Apenas três dungeons, as duas primeiras são bem lineares e curtas. Poucos personagens secundários. Uso quase inexistente de duas das três formas, que são usadas aqui e ali, mas nem em chefes. A última mesmo é bem no finalzão do jogo, com uma questzinha boba como desculpa pra usá-la e é isso.

    No geral é um jogaço. Menos massivo e repetitivo que o primeiro e mais daquele tipo de jogo de aventura que você jogava pra zerar em 3 horas quando estava entediado na infância, mas, embora mais casual, acho que eu até indicaria mais esse que o jogo original.

    Shantae: Risky's Revenge

    Platform: Nintendo DS
    88 Players
    10 Check-ins

    3
  • 2013-12-13 10:45:07 -0200 Thumb picture

    Redes de downloads da Nintendo recebem novos jogos digitais

    Quinta-feira é dia de novidades no eShop do Wii U e 3DS, e também de trazermos todos os detalhes dos novos (e velhos) jogos das lojas digitais. No eShop do 3DS temos mais dois títulos da linha 3D Classics da SEGA e as demo de Nano Assault EX e Aeterno Blade. Além disso, Double Dragon chega ao Virtual Console do Wii U e 3DS. Confira todas as novidades desta semana e os detalhes:

    eShop (Wii U)

    RUSH - $1.99

    RUSH, mais um jogo da Two Tribes (responsável por Toki Tori) no eShop do Wii U, é um título de puzzle 3D cujo objetivo é levar os blocos coloridos até as respectivas saídas. São mais de 70 fases, com suporte ao recurso Off-TV Play e um sistema de dicas para os jogadores não ficarem enroscados nos níveis.

    Virtual Console: Double Dragon - $4.99

    Esse beat'em up nasceu nos arcades e em 1988 foi portado para o NES. Um grupo chamado Black Warrior sequestrou a namorada de Billy Lee e, em troca da garota, os bandidos exigem as técnicas de luta de Lee. Mas ele vai resolver tudo na base da porrada! Você pode jogar cooperativamente com um amigo e usar itens do cenário a seu favor nas lutas.

    eShop (3DS)

    3D Ecco the Dolphin - R$ 11,90 (ou $5.99 na eShop americana)

    O destino da sua família e do mundo está nas suas barbatanas! Use o seu sonar para descobrir segredos e cavernas nas vastas fases aquáticas para salvar seus familiares levados por uma tempestade. Além do efeito 3D estereoscópico, o título traz o modo Super Dolphin no qual sua vida e ar nunca acabam.

    3D Galaxy Force II - R$ 11,90 (ou $5.99 na eShop americana)

    Hora de salvar a galáxia do Halcyon Empire em 3D! Você é o escolhido e enviado para acabar com os planos de Halcyon de dominar a galáxia a bordo da TRY-X. Além do efeito 3D estereoscópicos, os gráficos de Galaxy Force II receberam melhorias, suporte à widescreen (16:9) e os fãs dos arcades podem jogar o game no modo Arcade Gabinet.

    Demo: Nano Assault EX - gratuita

    Nano Assault já foi lançado fisicamente para o 3DS. Com o codinome EX, o título foi lançado no eShop do portátil este ano, trazendo inúmeras novidades e extras. Além do suporte ao Circle Pad Pro, há novos modos de jogo e opções. No título você controla uma nave microscópica para acabar como vírus Nanostray e salvar a humanidade. A demo ocupa blocos 579 do cartão SD e pode ser executada até 30 vezes. Nano Assault EX está com desconto permanente e custando R$ 18,99 na eShop nacional ou $9.99 na eShop americana.

    Demo: Aeterno Blade - gratuita

    Aeterno Blade é um jogo de ação 2D que será lançado para o 3DS em 14 de janeiro com inspirações em títulos como Castlevania e Muramasa: The Demon Blade (Wii). O jogo conta a história Freyja, que busca vingança contra um poderoso feiticeiro que destruiu sua pacata vila. Com a espada Aeterno em mãos, ela pode tilizar a habilidade de voltar no tempo para solucionar puzzles, corrigir erros antes de morrer e até para aumentar os combos de ataque em inimigos.

    Virtual Console: Double Dragon - R$ 8,99 (ou $4.99 na eShop americana)

    Além de estar disponível no eShop Wii U, Double Dragon também chegou na loja virtual do 3DS.

    Jump Trials Supreme - R$ 9,99 (ou $4.99 na eShop americana)

    Será que você consegue passar cada uma das mais de 100 fases em menos de dez segundos? Em Jump Trials Supreme, você precisa atingir a meta de cada fase utilizando saltos duplos, ventiladores, gangorras, molas e tudo a seu favor antes do término do tempo. O jogo traz ainda o Curse Attack Mode (superar dez fases seguidas em menos de 300 segundos), ranking online para comparar pontuações e suporte ao SpotPass para receber novos estágios.

    Life with Horses 3D - R$ 68,99 (ou $29.99 na eShop americana)

    Eis mais um jogo de cuidar de animais no eShop do 3DS. Você precisa cuidar de cavalos e potros, renovar o seu estábulo e passear com seus animais. O jogo traz suporte ao giroscópio do 3DS para treinar seus equinos e até StreetPass para trocar dados com outros jogadores que também possuem o título.

    My Style Studio: Hair Salon - R$ 11,90 (ou $4.99 na eShop americana)

    Seja um(a) cabeleireiro(a)! Lave, corte e use as ferramentas para decorar (ou acabar) com os cabelos de cinco diferentes personagens e use itens como chapéus, óculos e outros para dar o toque final.

    DSiWare (DSi) e eShop (3DS)

    Orion’s Odyssey - 500 DSi Points ou R$ 8,99 ($4.99 na eShop americana)

    Originalmente fundado como um projeto no Kickstarter, seu objetivo é utilizar as peças geométricas disponíveis para montar as figuras. São mais de 100 puzzles divididos em dez áreas temáticas com um enredo bem humorado.

    Fonte: nintendoblast

    Double Dragon

    Platform: Master System
    906 Players
    12 Check-ins

    20

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