• marcplayer MarcPlayer
    2018-12-26 13:13:38 -0200 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-12-22 01:14:53 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Doom

    Zerado dia 21/12/18

    Eita recesso de fim de ano! 20 dias pra descansar, por as ideias em dia, esquecer os problemas e jogar videogame. Época de festas, presentes, jogatinas marcadas e muita curtição. Bem que isso poderia durar pelo menos um mês!

    Sem Dragon Quest VII pra me atrasar, fui dar uma olhada na lista de pendências e acabei percebendo que iniciei alguns jogos nesses últimos tempos. Dei uma olhada em cada plataforma e me surpreendi: juntando jogos que joguei por um bom tempo (single e multiplayer), outros que iniciei a muito tempo e outros que tenho que devolver e afins, a lista resultou em cerca de 15 títulos! PQP!

    O jogo da vez foi Doom, no Switch.

    Eu tenho esse jogo há um bom tempo. Um amigo comprou e nem jogou e me passou por um bom valor. Joguei duas fases e enrolei bastante pra pagá-lo, então resolvi não continuar até pagar a dívida. Meses depois, aqui estou eu, finalmente podendo dar o meu veredito.

    Quem lembra de quando Doom (2016) foi anunciado? Foi uma grande surpresa pra mim ver um jogo tão sangrento, de matar monstros e explorar cenários hoje em dia, numa época em que a moda dos FPS é patriotismo americano, correr, se esconder, esperar o HP se regenerar, recarregar.

    Ver a id Software de volta de verdade e a todo gás é algo que merece ao menos a sua atenção. Além disso, as convenções da Bethesda lá pra 2015/6 focavam tanto nesse jogo, que ele só foi crescendo em mim.

    Meus contatos com jogos em que personagens andam a 70km/h se resumem a Doom, Doom 64, Hexen e Unreal Tournament (2004?) e eu nem era muito fã. Apesar de me prender bastante na TV, esses jogos me davam um motion sickness infeliz, que eu acreditava ser por conta do gore deles. Hoje em dia, tá tudo na lista pra ser terminado, e acabei começando logo pelo mais recente.

    Doom é um FPS diferente dos moldes atuais do gênero. O jogo te joga na fase e manda você chegar a certo lugar, mas sem pegar na sua mão (tem um mapa, mas não usei, e há uma marcação na tela, mas sem especificar a rota). Ao invés da linearidade cada vez mais comum em jogos atuais, esse jogo te dá uma liberdade de ir e vir e explorar bem louca e te recompensa com upgrades de armas, vida, escudo etc por encontrar as coisas.

    É tanta coisa em cada nível e você só vai saber disso quando terminar a fase e ver o que pegou e o que faltou. Muita coisa!

    Mas a essência Doom está na adrenalina de fazer tudo com muita velocidade e matar mil demônios diferentes com muitas armas e explosão num frenesi doido. Que satisfação! Aprenda a movimentação de cada tipo de inimigo e qual arma você achar melhor para eles.

    Enquanto você está tentando matar aquele monte de monstro, se atente a sua vida. Ela não se regenera! A munição acaba bem rápido também e uns capetões demoram pra morrer.

    É aí que entra a importância de explorar e fazer upgrades. Quanto mais fraco, mais difícil a aventura é e mesmo no normal e bem equipado, o desafio é bem grande, como deve ser. Satisfatório!

    Esse jogo introduz a mecânica chamada Glory Kill em que um inimigo brilha quanto está muito perto da morte e ao apertar o analógico próximo a eles, seu personagem defere uma espécie de Fatality do Mortal Kombat.

    Esses Glory Kill varias de demônio para demônio e de como você os aborda: por trás, pela frente, por cima...

    No meio da bagunça dos cenários, é comum focar nos Glory Kills para ganhar um pouco de vida para seu personagem.

    Pois é, Doom se resume bastante a arenas com spawn de inimigos, muitos tiros e sobrevivência, e andar pelos cenários em busca de onde usar aquele keycard ou que porta abriu depois que ativamos um mecanismo.

    Resumindo: Doom é um jogão de primeira, com muita imersão, inimigos super legais e diferentes, um nível de desafio bom e adrenalina. Algo como eu esperava que Duke Nukem Forever fosse.

    De bom: o jogo é lindo, mesmo no Switch e no modo portátil. Não ficou devendo nada. Jogabilidade veloz e alucinante. Grande quantidade de armas e liberdade. Tantos coletáveis e upgrades que farão você voltar em muitas das 13 fases em busca do que faltou. Modo online similar aos jogos da época, de deixar jogos mais populares, como Destiny 2, no chinelo. O jogo nunca apela para humor ou personagem fodão para parecer legal.

    De ruim: não existe mira de scope, o que faz sentido quando lembramos que é para ser como um jogo da época, mas é esquisito quando estamos acostumados a mirar com o gatilho da esquerda. Senti falta de mais chefes. Último chefe deixou a desejar depois de um jogaço desses. Fiquei em dúvida se minhas 10 horas de campanha foram curtas ou a quantidade necessária pra não ficar ruim.

    No geral, Doom (2016, 2017 no Switch) é sensacional. Uma experiência divertida e completa, muito além do que eu imaginava. Mais uma mistura da série com Metroid Prime e a essência diabólica do Diablo 2 do que o Halo que eu esperava. Recomendo demais, sobretudo se você jogou Quake e mesmo os Doom da época, aí é obrigatório!

    Doom

    Plataforma: Nintendo Switch
    44 Jogadores
    15 Check-ins

    27
    • Micro picture
      lipherus · 3 meses atrás · 2 pontos

      Parabéns! Você descreveu perfeitamente bem o que é Doom, tem que matar mil demônios na tela e os pirocoptero e talz rsrs

      2 respostas
    • Micro picture
      kleber7777 · 3 meses atrás · 2 pontos

      Um jogão mesmo. Como você bem descreveu.
      Quanto a duração, eu fico com a opinião de que ele tem o tempo ideal. E para quem ficou com necessidade de mais, existe um fator de replay bem alto. Além do modo de criação de mapa.
      Fiquei curioso: qual botão no Switch que executa o Glory Kill? No PS4 é o R3. E é perfeito para as execuções.

      1 resposta
    • Micro picture
      manoelnsn · 3 meses atrás · 2 pontos

      Esse eu quero jogar, mas vou pegar a versão PC, bem mais barata

      1 resposta
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2018-12-14 17:58:39 -0200 Thumb picture

    A violência e o video game nos anos 1990 - meu TCC em História :))))))

    É com muita, mas muita alegria mesmo que volto pro Alvanista hoje podendo dizer que finalmente tô formado e livre do TCC hahaha

    Mas porquê eu to falando disso aqui? Bom... para quem não me conhece - que é provavelmente todo mundo - acabei de me formar em História e produzi um trabalho final com uma temática que pode interessar ao pessoal daqui. o TEMA/TÍTULO é: 

    A violência e o vídeo game nos Estados Unidos: Diálogos entre mídias e o desenvolvimento tecnológico em Doom (1993), Mortal Kombat (1992) e Night Trap (1992).

    Num mais breve possível resumo, se trata de uma investigação a respeito da construção da violência no video game em que me amparei na audiência pública de 1993 que abordou o mesmo tema e gerou o hoje conhecido ESRB. Essencialmente, o que busquei fazer é fugir do que é quase sempre questionado, ou seja, "os efeitos dessa violência" e pesquisar sobre como essa violência passa a existir de início, o que a inspira e possibilita que esta tome corpo.

    Algumas das perguntas que levando e busquei oferecer uma das possíveis respostas são:

    - quem é compreendido como "público alvo" do video game no momento da investigação

    - como surge a associação entre o video game e o público infantil

    - qual a diferença de tratamento e mentalidade sobre o universo do Arcade e do console de mesa - e o porquê dessa.

    - quais são os diálogos entre a mídia interativa - palavra bonita pra não repetir video game outra vez - e as demais indústrias do momento que passavam por discussões similares no que diz respeito à violência (cinema, música, histórias em quadrinhos, televisão)

    - e por fim: qual o papel do desenvolvimento tecnológico computacional no possibilitar da existência de tipos específicos de violência nos jogos (como o realismo)

    Sim... é uma escrita acadêmica e ela busca levar em consideração o fato de que uns dos que vão ler - se alguém realmente ler kkkkk - possa não ter conhecimento de fato sobre "o que é o video game", mas me esforcei ao máximo para não tornar a leitura um "pé nos trem" haahahaah.

    No mais, críticas, sujestões, dúvidas ou qualquer outra coisa, só passar a call s2

    Quem se interessar, segue o link:

    https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/23329

    ou direto:

    https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/233...

    21
    • Micro picture
      msvalle · 3 meses atrás · 1 ponto

      Parabéns pela conquista! E uma abordagem bem interessante do tema.

    • Micro picture
      caramatur · 3 meses atrás · 1 ponto

      Muito interessante, parabéns pela graduação!

  • raiden Raiden
    2018-12-11 09:39:55 -0200 Thumb picture
  • alexandrebastoscr Alexandre Bastos - Colecionador Retrôgamer
    2018-11-14 22:10:30 -0200 Thumb picture
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2018-09-04 20:56:23 -0300 Thumb picture

    DOOM: ETERNAL - A Crítica mal compreendida

    Medium 3667958 featured image

    Recentemente, com a revelação do trailer e gameplay da futura sequência da consagrada série desenvolvida pela ID Software, DOOM ETERNAL, um tópico parecia vir a tona em alguns cantos da internet.

    De acordo com algumas críticas feitas ao jogo e aos desenvolvedores, o trailer exibia mensagens/piadas vistas como racistas, xenofóbicas e "desnecessárias". Para ser mais direto, estas são as frases proferidas na demonstração que pareceram desencadear a reação:

    1 - “Earth is the melting pot of the universe,”

    Em uma tradução direta, algo como "A terra é o grande caldeirão do universo"

    2 - “let’s make our friends feel welcome in their new home,”

    em português: "Vamos fazer nossos amigos [referenciando os demônios] se sentirem bem vindos em seu novo lar"

     “Remember, ‘demon’ can be an offensive term, refer to them as ‘mortally challenged.’”

    "Lembre-se, demônio pode ser um termo ofensivo, refira-se a eles como Mortalmente desafiado/desabilitado" algo semelhante à ideia de "deficiente auditivo X portador de necessidades especiais".

    Toda a controvérsia pode ser vista aqui:

    https://www.gamerevolution.com/features/418045-do...

    [ps: mais recentemente ainda, algumas notícias apontam à uma alimentação proposital da controvérsia como estratégia de divulgação do jogo. também não nos diz respeito neste momento]

    Segundo tais críticas, as frases fazem alusão à formas contemporâneas de se trabalhar a questão de preconceito e enfrentar problemas como racismo e a resistência e ódio à imigrantes. Essas novas expressões são geralmente atribuídas aos esforços da parcela militante comumente associada às políticas de esquerda e movimentos sociais.

    Não me darei o trabalho de tentar ridicularizar um ou outro envolvido na questão ou fazer uso da famosa expressão que repete a sílaba "mi" três vezes, pois ainda que acredite e critique tranquilamente a quantidade de excessos que tais sujeitos cometem e a desproporção de suas ações e reações a certos fatos, é preciso lembrar que, ao menos:

    1 - estes ainda não são a maioria

    2 - excessos e absurdos não são exclusividade destes

    3 - ao menos, a preocupação final diz respeito a um problema real, como foi dito sobre o racismo e xenofobia

    Porém o que me faz escrever este artigo é justamente o fato de que, ao levar em consideração ambos os jogos e toda a narrativa construída até o momento neste novo quadro da série, o que ficara mais claro é a força da internet de promover a todos a possibilidade de falar absolutamente qualquer coisa sobre tudo que sabemos ou não, especialmente aquilo que somos totalmente ignorantes sobre.

    No caso específico de tal crítica, esta erra ainda mais feio por não ter gastado tempo o suficiente para ENTENDER DEVIDAMENTE a construção do jogo, pois, como veremos, O PRÓPRIO JOGO realiza uma explícita crítica a certas apropriações destas expressões representadas. ENTÃO VAMOS AOS FATOS:

    Para entender o emprego das frases na demonstração, é preciso retornarmos ao jogo anterior. Doom (2016), um sucesso de vendas e de críticas foi tido como um retorno à forma dos FPS originais de anos atrás. variedade de armas e inimigos, velocidade exorbitante, sem a vida regenerável, projéteis ao invés do hitscan, muito espaço para o "mastering" das mecânicas do jogo e uma história que é possivelmente "deixada de segundo plano" - não por ser mal desenvolvida, mas pelo jogo permitir sem punições a total desatenção à mesma.

    [links para as fotos em maior resolução ao final. vejam, vale a pena :)]

    Porém, por mais que não fosse o tópico principal do jogo, a história ainda estava lá e nesta, uma das temáticas abordadas é o corporativismo, ou seja: Doom (2016) realiza uma sátira da linguagem corporativa a todo momento ao tentar "justificar absurdos" durante o jogo. Computadores Pré-programados para alertar sobre invasões demoníacas como algo normal, hologramas justificando os grandes feitos da extração de energia do inferno e como a exploração desta era uma grande prioridade, muitas vezes até maior que a própria vida dos trabalhadores da UAC - empresa representada no jogo como extratora da energia - e o próprio Samuel Hayden, antagonista calmamente referindo à catástrofe diabólica que dizimara toda vida na estação espacial em que o jogo se passa como um "RISCO QUE VALIA CORRER" mas que "PARECIA TER FUGIDO DO CONTROLE".

    O que se vê a todo momento é justamente a crítica dos desenvolvedores de como grandes corporações criam termos que camuflam verdades, escondem genocídios, catástrofes e atrocidades e desumanizam por completo todas as relações envolvidas.

    O desdobramento disso vem portanto na sequência do jogo anunciada EXPLORANDO AINDA MAIS A CRÍTICA. No trailer exibido, ao levar em consideração o CONTEXTO da obra citada aqui, o que se entende é portanto uma crítica à forma com que as mesmas corporações se apropriam das expressões de movimentos sociais e buscam capitalizar sob as mesmas, transformando questões de Luta social em material publicitário, midiático e comercial. 

    Assim como uma emissora de TV como a Globo consegue fornecer conteúdo que agrade públicos das esquerdas e direitas simultaneamente, pois se apropria do material que possui visibilidade para cada setor e produz algo específico para cada um LUCRANDO DE AMBOS, A UAC nada mais é que uma empresa "multiplanetária" que incorpora expressões cunhadas pelas mesmas lutas para JUSTIFICAR suas ações insanas ou deploráveis. A crítica é ainda mais óbvia por ser feita com expressões contemporâneas parcialmente modificadas para satirizar o presente em tal leitura de futuro feita pelo jogo.

    A mensagem que fica é: A incompetência e má vontade de OBSERVAR O CONTEXTO e ter a noção de um quadro um pouco maior que os poucos minutos apresentados são, geralmente, os verdadeiros culpados por reações confusas, exageradas ou desconexas, pois neste caso, é como "Criticar alguém que concorda com você por concordar com você". 

    Ainda que, compreendendo todo o contexto e discordando da validade do emprego das expressões, há mais uma coisa a se lembrar: obras fictícias tem o direito criativo de se apropriar da realidade, criticá-la, parodiá-la. Especialmente em casos como tal, em que nada ilegal ou moralmente errado tenha sido cometido - independente do que isso venha a significar, já que, assim como os sujeitos, ética e moral são coisas inconstantes - nosso papel como consumidores é, NO MAXIMO, discutir e NUNCA CENSURAR, PROIBIR. A discordância é um direito de todos assim como a liberdade criativa - quando dentro das leis - também é, ambas precisam coexistir e se respeitarem. 

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    Doom

    Plataforma: PC
    4851 Jogadores
    76 Check-ins

    14
  • 2018-08-27 11:51:29 -0300 Thumb picture

    Hype Games traz Doom e Fallout 4 por 19,76 e mais promoções

    Títulos estão com os preços mais baixos do país e outros jogos da Bethesda como Skyrim, The Evil Within II e Wolfenstein II, também estão com ótimo desconto

    http://joystickterrivel.com.br/hype-games-traz-doo...

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    Doom (2016)

    Plataforma: PC
    148 Jogadores
    140 Check-ins

    6
  • 2018-08-16 12:07:37 -0300 Thumb picture
  • 2018-08-10 15:19:24 -0300 Thumb picture
  • 2018-08-10 14:54:07 -0300 Thumb picture

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