• jimmyramalho Jimmy
    2019-08-06 19:25:27 -0300 Thumb picture

    MELHORES DE 2018 - [ATRASADO]

    Já estamos na metade de 2019 e até hoje eu não disse quais foram os 5 melhores jogos que zerei em 2018.

    O ranking está baseado nas notas gerais das minhas tabelas de zeramento.

    1° lugar

    Golden Axe - Mega Drive

    Nota: 10

    2° lugar

    Metal Slug X - Playstation 1

    Nota: 9,9

    3° lugar

    All-Star Slammin' D-Ball - Playstation 1

    Nota: 9,8

    4° lugar

    Chocobo Racing - Playstation 1

    Nota: 9,6

    5° lugar

    Contra - NES / Obscure: The Aftermath - PSP

    Nota: 9,5

    Golden Axe

    Platform: Genesis
    4862 Players
    48 Check-ins

    13
    • Micro picture
      cigana_sol · 4 months ago · 2 pontos

      Trocaria o chocobo pelo all star

      1 reply
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      santz · 4 months ago · 2 pontos

      Ué, eu podia jurar que o Chocobo Racing e o jogo ali de queimada tiveram 10.

      2 replies
  • tobycroft Toby Croft
    2019-07-30 16:41:18 -0300 Thumb picture

    Contra (Nes)

    Em 2633, dois Comandos da Marinha de Elite " Contra ", chamados Bill e Lance, são enviados em uma missão para neutralizar uma organização terrorista chamada Red Falcon que planeja tomar o mundo inteiro e cabe a este exército de dois homens colocar um acabar com essa loucura de uma vez por todas.

    Contra

    Platform: NES
    3116 Players
    32 Check-ins

    0
  • tobycroft Toby Croft
    2019-07-30 16:34:47 -0300 Thumb picture
    Post by tobycroft: <p>Contra III: Aliens Wars, é um jogo do console SN

    Contra III: Aliens Wars, é um jogo do console SNES, lançado em 1992 no Japão como Contra Spirits (魂斗羅スピリッツ, Kontora Supirittsu) é o terceiro jogo da série Contra da Konami. Foi portado para o Game Boy e Game Boy Advance e lançado para o Virtual Console do Wii em janeiro de 2007. Famoso game do console SNES.

    O jogo se passa no ano de 2636, dois anos depois dos acontecimentos de Super Contra. Os protagonistas Bill Rizer e Lance Bean são chamados mais uma vez, contra uma invasão alienígena. Aproveitando da tecnologia do Super NES, neste jogo os gráficos são melhorados em relação aos jogos anteriores. É considerado por muitos o melhor jogo da série Contra.

    O jogo está dividido em seis niveis, com um chefe no final de cada. Contra III: The Alien Wars mantém a tradição da série, alternando entre fases onde a visão é lateral (Side-scrolling) e outras onde a visão que se tem da tela é como se o jogador a estivesse sobrevoando. Há três níveis de dificuldade no jogo — fácil, normal, e díficil. Na versão japonesa do jogo, cada nível de dificuldade vencido mostra um final diferente, na versão americana o final só é mostrado após se vencer o jogo na dificuldade díficil.

    A trilha sonora instrumental do jogo, composta por Miki Higashino, Masanori Adachi e Tappy Iwase, também é muito celebrada pelos fãs da série Contra como uma das melhores já compostas para um jogo da franquia.

    Contra III: The Alien Wars

    Platform: SNES
    4211 Players
    31 Check-ins

    0
  • jimmyramalho Jimmy
    2019-06-21 20:32:12 -0300 Thumb picture

    Obra de Arte

    Jogo finalizado n° 5

    Contra é um jogo de ação/plataforma no estilo shoot em' up desenvolvido e publicado pela Konami, lançado originalmente para o Arcade. A versão caseira foi lançado para o Nintendo Entertainment System (NES) em 1988 e foi justamente essa versão que eu finalizei. Quem sabe um dia a versão de Arcade aparece aqui também.

    Enredo

    Contra se passa em um futuro distante do ano 2633 D.C., onde a malvada Red Falcon Organization estabeleceu uma base no arquipélago fictício de Galuga, perto da Nova Zelândia, em uma conspiração para acabar com a humanidade. Dois soldados, Bill Rizer e Lance Bean, da unidade Contra da Earth Marine Corp (um grupo de elite especializado em guerrilha), são enviados à ilha para destruir as forças inimigas e descobrir a verdadeira natureza da entidade alienígena que as controla.

    Jogabilidade

    Contra apresenta uma variedade de perspectivas de jogo, que incluem uma visão lateral padrão, uma visão pseudo-3D e um formato de tela fixa. Até duas pessoas podem jogar simultaneamente, com um jogador como Bill e o outro jogador como Lance. Quando um dos protagonistas salta, ele se curva em um salto mortal em vez de fazer um salto convencional como em outros jogos, além disso, o jogador tem a possibilidade de atirar em todas as 8 direções, inclusive para baixo. 

    A arma padrão do jogador é um rifle com munição ilimitada que pode ser atualizado para uma das quatro outras armas que podem ser obtidas destruindo os sensores da caixa de comprimidos e cápsulas de itens voadores que os contêm, ou derrotando os guardas vestidos de vermelho nas bases inimigas. Há também dois power-ups auxiliares que só aparecem em certas áreas quando o jogador está armado com sua arma padrão.

    Gráficos

    Os gráficos são incríveis, ainda mais pra mim que sou um amante dos pixels. O jogo de cores também é muito bonito, o NES conseguiu usar o máximo da sua palheta de cores e soube transformar o jogo em uma verdadeira obra de arte. Comparando com o Arcade, a versão de NES é muito mais bonito.

    Contra

    Platform: NES
    3116 Players
    32 Check-ins

    9
    • Micro picture
      onai_onai · 6 months ago · 2 pontos

      Jogão. Esse aí demorei um bocado até conseguir finalizar.

      1 reply
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      filipessoa · 6 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Um jogo pra poucos.

      1 reply
    • Micro picture
      santz · 5 months ago · 2 pontos

      Mano essa parte aí da screenshot é um parto, especialmente com 2 jogadores.

      1 reply
  • 2019-06-11 14:22:08 -0300 Thumb picture

    PQP a Konami broxa mais do que Ubisoft e a Bethesda juntas!

    Pra quem não entendeu, foi anunciado um novo contra, sim, nada de novo metal caça niquel gear ou alguma expansão merda para o duel links, um jogo completamente novo feito do zero, mas, sendo bem sincero, anos e anos de maquinas de panchiko, PES e duel klinks fizeram realmente mal a Konami (falando assim da até a impressão que eu me importo com ela, mas não, quero mais e que ela se f*da e seja vendida)

    Contra

    Platform: NES
    3116 Players
    32 Check-ins

    12
    • Micro picture
      kipocalia · 6 months ago · 2 pontos

      que desgraaaçaaa

  • jimmyramalho Jimmy
    2019-05-30 11:42:30 -0300 Thumb picture

    DESAFIO - 30 DIAS DE GAMES 2019

    DIA 27 - PRIMEIRO JOGO QUE JOGOU

    Meu primeiro videogame foi um Dynavision e consequentemente um dos primeiros jogos que joguei foi o Contra.

    Contra

    Platform: NES
    3116 Players
    32 Check-ins

    6
  • 2019-03-23 01:09:04 -0300 Thumb picture

    O Contra da Arc System Works!

    Finalmente consegui botar a mão no Hard Corps Uprising de PS3, que faz parte da série Contra da Konami da mesma forma que o Hard Corps de Mega Drive, mas que teve o nome alterado para que não ficasse tão evidente que o console da SEGA também estava recebendo um Contra, coisa que poderia enfurecer a Nintendo, empresa com a qual ela já tinha uma boa, velha e lucrativa relação. 

    Demorei pra pegar esse jogo porque ele não foi lançado na loja brasileira, então já que eu teria que comprar créditos em dólar ou em libras, resolvi esperar ele entrar em promoção pra poder pegar pelo menor preço possível. E foi o que acabou de acontecer quando o jogo entrou em promoção no Reino Unido.

    O que esperar de um Contra feito pela Arc System? O jogo é tão bonito quanto difícil, os personagens tem um visual bem parecido com os da série Guilty Gear, e isso é ótimo. O jogo é frenético, mas poderia ser até melhor já que achei que a quantidade de obstáculos bloqueando o caminho quebram o clima de simplesmente correr e atirar desviando de disparos inimigos dos Contra clássicos e te obriga a ir mais devagar, saltando em busca de caminhos seguros e evitando inimigos e obstáculos.

    Ainda assim é um ótimo jogo, acredito que com um pouco mais de prática os obstáculos deixem de me incomodar tanto. Aproveito a oportunidade pra deixar a dica de onde conseguir crédito em libra, game.co.uk, você só vai precisar de um cartão internacional (no meu caso foi um Nubank que já funciona como Internacional normalmente). De quebra também peguei My name is Mayo e Slyde que são duas platinas praticamente dadas e também não tem na PSN BR.

    Hard Corps: Uprising

    Platform: Playstation 3
    372 Players
    6 Check-ins

    10
    • Micro picture
      le · 9 months ago · 1 ponto

      Mas o nome da versão japonesa de Hard Corps pro Mega também é Contra: The Hard Corps (tem só o "the" a mais que não tem a americana).

      2 replies
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2019-03-20 05:58:41 -0300 Thumb picture

    Konami anuncia coletâneas de aniversário de Castlevania, Contra e mais

    Para comemorar o 50º aniversário da empresa, a Konami irá lançar várias coletâneas chamadas de Anniversary Collections, as quais irão reunir diversos jogos da série Castlevania, Contra e outros títulos arcades da empresa.

    A primeira coletânea é chamada de Arcade Classics, e será lançado em 18 de abril por US$20. Incluirá jogos como Haunted Castle, A-Jax, Gradius, Gradius II, Salamander, Thunder Cross, Scramble e TwinBee. Um eBook bônus também será incluído com novas informações, entrevistas e esboços.

    Chegando no "Início do Inverno" será a Castlevania Anniversary Collection, que incluirá oito títulos, dos quais apenas quatro foram anunciados até agora. Os títulos anunciados até agora são Castlevania (NES), Castlevania III: Dracula's Curse (NES), Castlevania II: Belmont's Revenge (Game Boy) e Super Castlevania IV (SNES).

    A coletânea Contra Anniversary Collection também será lançada no "Início do Inverno", e também irá incluir oito jogos, com os quatro anunciados até agora sendo Contra (Arcade), Super Contra (Arcade), Super C (NES) e Contra III: The Alien Wars (SNES).

    Todos as três coletâneas estarão disponíveis digitalmente no Switch, PS4, Xbox One e Steam.

    Fonte: Gamevicio

    Castlevania

    Platform: NES
    2017 Players
    110 Check-ins

    18
    • Micro picture
      luchta · 9 months ago · 1 ponto

      Torço para que isso seja para testar a popularidade dessas franquias, e que com as vendas eles decidam fazer jogos novos, por que na moral, se não tiver nada de relevante (tipo novos recursos) nessa coletânea, melhor jogar no emulador mesmo. Eles rodam em qualquer torradeira hoje em dia.

    • Micro picture
      lukenakama · 9 months ago · 1 ponto

      Ai sim, não sei de fato como será o port, se será bom ou ruim, espero que não faça que nem a Capcom e foda tudo com o port.

    • Micro picture
      firerockbird · 9 months ago · 1 ponto

      lançar jogo antigo, beleza, agora lançar jogo novo que preste, nada!

  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2018-05-22 17:41:55 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-03-13 14:47:31 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Operation C

    Zerado dia 13/03/18

    Pois e, outro jogo zerado, mas isso por conta de uma coincidente combinação de jogos curtos + coisas que eu já estava zerando.

    Ontem eu estava feliz da vida jogando Prehistorik Man quando aconteceu um blackout aqui onde moro (vem acabando a luz com frequência por aqui ultimamente). Quando faltou a luz, eu imaginei que logo voltaria e não dei muita bola, até porque eu estava entretido no PSP, mas fiquei no escuro por umas 3 horas e meia, logo a partir do início da noite e pra melhorar as coisas mais ainda, o jogo do SNES travou e nada do que eu tentava dava certo. Tentei usar a internet móvel mas nem isso funcionou. Que dia incrível!

    Então pensei: "ah, porque não jogar alguma coisa rápida de Game Boy?"

    Segui a onda do Super C que fechei um dia desses e comecei Operation C (o que a Konami tinha na cabeça quando dava esses nomes?).

    Iniciando o jogo, é evidente a semelhança com Castlevania Adventures, desde os personagens, as animações e até as cores que o emulador põe (que o GBC também colocaria). É quase um mod do Castelo da tia Vânia.

    A diferença é que no jogo dos Belmont tudo é muito lento e meio bugado, e esse aqui é um legítimo Contra: rápido e difícil. O jogo não decepcionou em momento nenhum do início ao fim.

    São apenas 5 fases de run & gun, onde você anda e atira contra as constantes tropas de inimigos que aparecem pela tela. Um tiro e você está morto!

    Pela resolução do GB, o jogo é um pouco mais fácil, pois os projéteis são fáceis de ver e se esquivar. Pela pouca quantidade de botões do portátil, o jogo também é simples na questão jogabilidade, pois o d-pad serve para andar e mirar a direção de seus tiros, e os outros dois são para pular e atirar.

    São apenas cinco estágios, mas são até que grandinhos: cidade, fase com visão top-down, selva, lar de aliens e laboratórios. Nada muito original em questão temática, mas as fases são notavelmente únicas até onde conheço a série.

    A parte mais importante de sobreviver e destruir é coletar upgrades pra sua arma, que aparentemente ficaram limitados a dois aqui: Spread (tiros em área) e Fire (bolas de fogo com uma explosão em área no final). A novidade pra mim é o "H", que ao ser coletado aciona tiros teleguiados da sua arma (não testei com a Fire). Combine isso com a Spread e você terá a arma mais roubada de todos os tempos, que enche a tela de balas e seguem os pontos fracos dos oponente sem você precisar mirar. Você não vai querer vacilar e dar um pulo errado num buraco tendo essa combinação.

    A dificuldade é na escala do GB, com partes difíceis de sobreviver com tanto tiro na tela, vacilo por não calcular o tempo de esquiva e as vezes um hit detection ruim (quando o jogo acusa que você foi acertado só de passar perto do tiro).

    Os chefes mesmo dependem bastante de decorar seus padrões e como contra-atacar de posições seguras enquanto acabamos com seus grandes pontos de vida. Seu maior inimigo é sempre você (e a jogabilidade travada).

    Eu me vi morrendo mais para coisas toscas, como buracos, que dependem que você pule no ponto exato, mas na ponta das plataformas o personagem passa por dentro e pular um pouco antes faz com que você não alcance o outro lado. Cada pulo é um segundo que seu coração pára.

    Resumindo: Operation C é um excelente jogo original para o portátil da época e reforça como ele ganhava versões bacanas de jogos que vaziam sucesso em "consoles de mesa", como na série Donkey Kong Land, por exemplo. O jogo é curto, mas desafiador e assim que zerei já me vi jogando novamente haha.

    De bom: simples e funcional, com um framerate suave e comandos que respondem muito bem. Ótimo passatempo, mesmo depois de zerar. Eu acredito que se tivesse tido o jogo na época, teria zerado múltiplas vezes. Bem feito. Tanto que se percebe o trabalho de faze rum jogo original e funcional.

    De ruim: a dificuldade pode assustar alguns jogadores (na época não assustava) e o jogo te dá apenas duas vidas e perdendo-as, você volta ao início do estágio e perdendo dois continues, de volta ao início do jogo (é possível ganhar mais vidas através de pontuação). Esperava que o jogo tivesse segredos e modos alternativos pra variar um pouco, mas aparentemente é só isso mesmo. Poucos upgrades de armas.

    No geral, uma ótima experiência no portátil! Se você é fã da série, não pode deixar esse daqui passar batido. Hoje em dia o jogo fica impraticável para jogares novos pela dificuldade levemente acima do normal e ser apenas single player, mas tenho certeza que na época eu teria amado isso aqui! Muito bom!

    Operation C

    Platform: Gameboy
    50 Players
    3 Check-ins

    11

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