• 2020-12-03 22:45:09 -0200 Thumb picture

    Jogos de graça na Epic Games Store (3/12 - 10/12)

    Medium 748850 3309110367

    A Epic Games Store disponibilizou gratuitamente, a partir desta quinta-feira (3/12), o clássico indie Cave Story+.

    Desenvolvido pela Nicalis , Cave Story (2004) é um jogo de plataforma 2D no estilo metroidvania, com uma história original repleta de personalidade, mistério e diversão em ritmo acelerado. Em 2011, foi lançado uma versão atualizada chamada Cave Story+, com melhorias na parte gráfica do jogo.

    O jogo ficará de graça até o dia 10 de Dezembro. Os próximos jogos a entrarem de graça serão Pillars Of Eternety - Definitive Edition e Tyranny - Gold Edition.

    Cave Story+ (Plus)

    Platform: PC
    943 Players
    92 Check-ins

    3
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-03-17 13:24:09 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: 1001 Spikes

    Zerado dia 16/03/18

    Quer dizer que o Alvanista finalmente voltou ao ar? Hora de postar sobre um jogo que eu faço (fazia) a maior confusão com Spelunky e La-Mulana: 1001 Spikes!

    Esse é um daqueles jogos que eu vejo pra toda plataforma e que sempre esteve na fila pra jogar e dando uma olhada no "freeshop" do PS Vita com meus 8GB de memória no meu cartão de memória humildão, preencheu um espaço vazio que tinha na tela de início.

    Recentemente saiu uma atualização nos hacks do portátil e eu achei que seria uma boa zerar tudo o que tinha nele antes de tentar qualquer coisa e possivelmente perder tudo (o que foi um pensamento meio idiota já que não é necessário perder nada, como descobri depois).

    1001 Spikes é um jogo de plataforma sidescroller com visual 8-bits, muito similar a jogos de NES e GBC, ou seja, uma lindeza só! A Nicalis definitivamente nunca decepciona em relação a visuais.

    Seu objetivo em cada fase é simples: coletar uma chave e chegar a porta de saída. É tudo muito simples, mas a grande sacada é a dificuldade. Meu deus, QUE JOGO DIFÍCIL!

    Ele começa com estágios mais tranquilos e voltados a ensinar como a jogatina funciona. Você tem dois tipos de pulo: um mais rápido e horizontal com X e outro mais altos e vertical com o triângulo. Além disso, pode jogar facas com quadrado ou bola.

    Essas fases iniciais mostram como esses comandos serão usados, com plataformas em locais fechados ou altas, partes do cenários quebráveis com as facas, estátuas que atiram projéteis que você pode pular ou anular com um ataque e o que provavelmente será o seu maior assassino e que dá nome ao jogo: os espinhos!

    Enquanto você tenta avançar as quase sempre curtas fases, armadilhas ao estilo Indiano Jones farão de tudo pra te matar a quase todo momento. Um espinho que sai do chão, uma estátua mesclada as cores do cenário que te ataca de perto, uma plataforma que vai cair e muitas outras coisas.

    Você definitivamente vai morrer muito nesse jogo!

    Esse é um daqueles bem baseados em tentativa e erro e que nas primeiras tentativas algumas fases parecerão bem difíceis ou quase impossíveis, mas logo você pega o jeito e faz tudo na maior tranquilidade.

    É comum ficar preso em alguma parte tentando e morrendo sem parar, até você entender como funciona e progredir mais um pouco, para então morrer porque parou pra descansar depois do susto de finalmente passar de alguma coisa!

    O jogo é bem difícil pelo fato de que qualquer coisa de mata só com um hit, desde pedras, encostar num inimigo ou mesmo do lado de um espinho e que quando você perde, volta diretamente ao começo do estágio. Frustrante!

    Mas para compensar, você começa a aventura com 1001 vidas e ganha mais conforme termine cada um dos mundos. Todas as fases principais tem uma caveira de ouro escondida ou difícil de pegar e que caso você a pegue, ganhará uma vida extra e mesmo se morrer em seguida, poderá continuar ganhando vidas se continuar a pegando.

    Se uma fase estiver muito difícil, você pode escolher qualquer outra numa boa (e de qualquer mundo, já que o mapa de níveis é tipo o de Super Ghouls 'n Ghosts: uma linha  de fases passando por diversos cenários diferentes). Eu não cheguei a fazer isso por ser paciente. E porque normalmente quanto mais além, mais difícil.

    Continua complicado? Você pode sair da fase e trocar de nível tranquilamente. No Easy você ganha um checkpoint quando pegar a chave da fase (cheguei a usar o recurso em umas fases extras).

    O replay de 1001 Spikes se dá ainda pelo fato de que você tem mais uns 16 personagens pra abrir, cada um com mecânicas diferentes como flutuar, pulo duplo, grudar na parede, metralhadora etc. Alguns desses personagens são bem conhecidos, como a Curly de Cave Story e o Commander Video da série Bit Trip.

    Infelizmente cada personagem tem sua campanha independente, mesmo sendo as mesmas fases, aparentemente. Isso significa que você não pode trocar de personagem para passar de uma fase que você está tendo dificuldades.

     O jogo fica ainda mais completo com modos extras de jogo, uma loja pra comprar extras com o dinheiro ganho na campanha dos personagens secundários e, claro, as conquistas!

    Resumindo: 1001 Spikes é mais um dos poucos jogos da Nicalis que joguei, junto a Cave Story, Ikachan e um pouco de Binding of Isaac e na minha opinião, o melhor deles. É um jogo desafiador mas nada desonesto como um I Wanna Be The Guy da vida. A quantidade de conteúdo e o capricho com os visuais e música fizeram eu me questionar o porquê do jogo não ser mais famoso, mas isso é possivelmente por conta da dificuldade.

    De bom: trilha sonora nota 10. Visuais muito bacanas e lindíssimos na tela do Vita. O trabalho de pixel art aqui é excelente! Bastante conteúdo. Dificuldade mais alta que o habitual, mas com poucas "cheap deaths", sendo que quando você morre, a culpa é sua mesmo. Comandos muito bem responsivos, fator obrigatório para esse tipo de jogo. Enredo legal contado por belíssimas cutscenes.

    De ruim: difícil falar disso, mas se você detesta qualquer coisa além de casual, o jogo pode não te propiciar muita diversão. Essa mesma dificuldade implica que 1001 Spikes não é pra qualquer um (uma criança odiaria). Odiei como se você tentar atirar em uma faca de uma estátua de muito perto, ela ainda te mata, pois o projétil sai um pouco mais da frente da boca.

    No geral, a experiência foi excelente e muito compensadora. É um tipo de dificuldade não tão apelativa que me deixa muito interessado, e junto ao visual 8-bits, parece coisa da época mesmo. Recomendadíssimo!

    1001 Spikes

    Platform: Playstation Vita
    2 Players

    9
  • 2017-08-15 21:04:35 -0300 Thumb picture

    O Cave Story original ainda é gratuito

    Medium 463553 3309110367

    Às vezes podemos esquecer que antes de partir pro mainstream o trabalho original de Daisuke Amaya, que desenvolveu Cave Story só, foi lançado gratuitamente em 2004. E essa versão do PC ainda pode ser baixada no site oficial até hoje, com direito a tradução para português:

    ► http://www.cavestory.org/download/cave-story.php

    [@jvhazuki

    Cave Story+ (Plus)

    Platform: PC
    943 Players
    92 Check-ins

    30
  • 2017-01-31 23:25:10 -0200 Thumb picture

    Cave Story é outro que está de volta no Switch

    Medium 394599 3309110367

    O que será que Cave Story, aka Doukutsu Monogatari no Japão, irá trazer de novo dessa vez?

    ► Random Encounter no DaiBokém!

    [@jvhazuki]

    Cave Story+ (Plus)

    Platform: PC
    943 Players
    92 Check-ins

    10
  • 2016-11-12 14:54:52 -0200 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-03-25 22:59:16 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Ikachan

    Zerado dia 25/03/16

    Feriadão ON FIRE!

    Só faltam dois jogos pra me livrar de tudo que eu tive a péssima ideia de começar e jogar o início. Sim, o ideal pra mim é começar e levar até o fim e jogar no máximo 2 jogos por vez, que geralmente um é portátil e outro console/PC. Enfim, liguei o 3DS pra continuar um dos jogos mas vi Ikachan, jogo que já testei no 3DS de um amigo e até joguei o início no computador meses e meses atrás mas que desisti pois morri depois de fazer umas coisinhas e não sabia que o jogo me puniria voltando pra tela título (eu não salvei).

    Pra quem não sabe, Ikachan é um jogo bem diferente da mesma galera de Cave Story, com aqueles gráficos e tudo. Porém, apesar de ser um "metroidvania" com um mapa bem pequeno, ao invés de andar, você nada pelo mapa.

    Cada vez que você aperta "A", Ikachan sobe um pouco, e logo começa a descer. Segure para o lado desejado para que ele/ela vire naquela direção e comece a nadar num padrão quase que em "M". De início, o desafio é se acostumar com esses controles, ainda mais em corredores com espinhos no chão e teto, onde subir demais ou não subir a tempo significa tomar dano e perder uns corações. Claro que essa mecânica é bem básica e fácil e dificilmente é um problema durante toda a curta aventura, que não durou nem uma hora para ser terminada.

    Quanto aos inimigos, é só esquivar até conseguir a primeira habilidade de matá-los com a ponta de sua cabeça (nadando por baixo deles). A mesma habilidade é usada para quebrar blocos.

    O jogo é bem linear, já que o mapa limita bastante o movimento ou pões obstáculos para serem revisitados mais tarde. Converse com as algas (NPCs) e facilmente saberá pra onde ir ou o que fazer, o que geralmente envolve falar com outro alguém ou seguir pela nova rota aberta e conseguir uma nova habilidade e em seguida, visitar aqueles obstáculos que você muito provavelmente ainda se lembra, pois o mapa é pequeno e você vai e volta por quase todas as poucas rotas a todo tempo.

    Matar inimigos e coletar os peixes resulta no ganho de experiência e assim, níveis, que geralmente adiciona mais corações a Ikachan e talvez aumente o dano. Terminei o jogo no level 5 e nem sei pra que isso. É muito rápido!

    Existem poucos NPCs, poucos inimigos, alguns diálogos e só umas três habilidades. Apenas uns dois dos personagens do mapa tem alguma diferença estética brusca. 

    Resumindo: Ikachan é um jogo muito legal, porém, super curto. Se eu soubesse que ele era extremamente pequeno, já teria o jogado antes. Provavelmente teria ficado puto em ter pagado um alto preço no eShop do 3DS. É um jogo de ficar nadando, batendo num inimigo aqui e ali e salvando de vez em quando. Não tem segredo nenhum.

    De bom: ambientação + trilha sonora muito legais. Dá um sentimento nostálgico da época do Game Boy Color sem igual. Animes da época e cultura japonesa da minha infância. Incrível! O efeito 3D é notal mil. Jogue no portátil da Nintendo, não no PC! SÉRIO! Gráficos e comandos simples. Bem carismático. Apenas um chefe, mas rola mais um ou outro que são quase isso e é tudo bem legal.

    De ruim: muito curto. Eu tava amando a coisa e do nada... acabou! É quase como um RPG que você está amando e ele acaba ao fazer apenas uma quest. É bem estranho isso. Te obriga a salvar ou caso contrário, perca todo seu progresso até a última vez que o fez. Praticamente só um chefe, poucos personagens diferentes e poucos personagens no geral. Mapa minúsculo. Fácil 98% do tempo.

    No geral? Jogue esse jogo, ainda mais se você curtiu Cave Story. E jogue no 3DS (mas não pague caro), ajustando o efeito 3D a sua visão. É um jogo muito charmoso!

    Ikachan

    Platform: Nintendo 3DS
    20 Players
    1 Check-in

    5
  • souzaclucas Lucas Souza
    2016-02-03 04:49:34 -0200 Thumb picture

    Out There Somewhere – Um indie brasileiro

    “Out There Somewhere não e um jogo normal, mas sim um jogo de plataforma com um toque desonesto e uma curva de dificuldade verdadeiramente chocante. É um jogo de plataformas em tudo, que na verdade não contem plataformas. Esse é o mais difícil, mas é maravilhosamente criativo por si só, e eu ainda não tenho certeza se posso recomendar o suficiente.” – Eurogamer

    https://boinacult.wordpress.com/2016/02/01/out-there-somewhere-um-indie-brasileiro/

    Out There Somewhere

    Platform: PC
    332 Players
    77 Check-ins

    0
  • 2015-09-18 03:58:46 -0300 Thumb picture
    5
    • Micro picture
      felipefabricio · over 5 years ago · 1 ponto

      Essa música... *-*

    • Micro picture
      pauloaxel · over 5 years ago · 1 ponto

      E essa frase... *-* uahhuauahhuauh faustão waifu

  • andre_luiz André Luiz Alvares
    2015-02-06 14:33:44 -0200 Thumb picture

    Desafio da área de trabalho

    (Eu nem sei quais são as regras do desafio, mas achei a ideia interessante e resolvi postar aqui também)

    Área de trabalho do Windows:


    Área de trabalho do Ubuntu (uso Dualboot agora)


    Antes desse post, eu ainda não tinha colocado um papel de parede no Ubuntu, então resolvi aproveitar e usar esse que eu já tinha usado uma vez no Windows

    (Ninguém me desafiou e também nem sei quem não fez o desafio)

    3
  • vargolino Guilherme Soares
    2015-01-29 12:21:48 -0200 Thumb picture

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