• 2022-01-18 01:52:10 -0200 Thumb picture
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2022-01-06 14:40:03 -0200 Thumb picture

    Em comemoração aos 35 anos de Castlevania, a KONAMI anuncia...

    ...NFTs de Castlevania, claro! O que? Achou que era jogo novo?AHAHAHA!

    É isso galera, como eu venho dizendo e vem se concretizando cada vez mais rápido, agora é a vez da KONAMI entrar na onda dos NFT. Ela anunciou hoje que em comemoração aos 35 anos da franquia, a inauguração do Konami Memorial NFT, que nada mais são que 14 imagens (incluindo pôsters e material de divulgação no geral) dos primeiros jogos da série, para leilão em forma de NFT (e vai ter mais no futuro).

    A alegação deles é: "Permitir que os fãs adquiram uma coleção de cenas saídas diretamente de seus principais títulos e as 'preservem por diversos anos'." Ou seja, ganhar grana fácil com a franquia, já que eles deixaram claro que ao adquirir um desses NFT, o comprador não ganha nenhum direito de cópia ou de patente sobre os games associados, é só para farmar grana mesmo! O leilão vai ocorrer dia 12 de Janeiro no site do OpenSea, e se você tiver interessado (sei que está) não tem reebolso se não ficar satisfeito com a compra.

    Como recompensa pela compra, seu nickname vai ficar gravado para sempre no site oficial, mas claro, eles podem retirar se você fizer algo ofensivo com  nome da franquia, ou só tenha revendido o NFT. Cara... o que eu posso falar dessa notícia... Ah, cara deixa pra lá, só vou mandar a KONAMI pra aquele lugar mesmo, como dissem: "De onde não se espera nada de bom, é de onde não vai sair mesmo".

    Castlevania

    Platform: PC
    162 Players
    3 Check-ins

    19
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      thecriticgames · 16 days ago · 3 pontos

      Prefiro de graça na internet, empresa filha da puta porca do caralho.

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      thecriticgames · 16 days ago · 2 pontos

      Eu torço do fundo da minha alma, pra que esse sistema impirateavel de NFTs seja quebrado logo e as copias identicas com o mesmo numero e código irreconheciveis da original deem as caras fazendo as empresas tomarem no cu e desvalorizando quem gastar com isso.

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      luchta · 16 days ago · 1 ponto

      Maluco, os caras cresceram o olho rapido nesse negócio de NFTs! Ahaha!

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-12-27 23:49:14 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Castlevania: The Adventure Rebirth

    Zerado dia 27/12/21

    Caraca, o que eu não zerei em semanas estou zerando nos últimos dias. Legal! Não vou mentir que é mais ou menos de propósito: por um lado tenho aproveitado folgas para me adiantar nos jogos, por outro tenho dado preferência por experiências mais breves justamente para não deixar nada esperando, além do fato de eu já estar jogando um AAA daqueles bem longos a conta-gotas.

    Ontem quando liguei o Wii para fechar o Mega Man 10, vi Castlevania: The Adventure Rebirth na tela inicial do console. Tinha vontade de jogá-lo a bastante tempo, mas esse ano a cota dos Castlevanias já tinha dado. Terminei  dois do Game Boy, o de Mega Drive e daqui uns dias fará um ano que terminei o Harmony of Despair. Sem mencionar outros títulos semelhantes recentes.

    Mas poxa, não custa jogar um curtinho e um dos últimos 2D da franquia. Infelizmente todos os "metroidvanias" da série também já se foram.

    Abrindo o jogo, há um enredo sendo contado e tal. Em seguida fui mexer nas opções. Você pode aumentar ou diminuir o número de vidas e mudar o nível de dificuldade entre Easy, Normal e Hard.

    Deixei no Normal mesmo e comecei o jogo que é supostamente um remake do primeiro Castlevania de Game Boy, jogo esse que joguei bastante na pré-adolescência no meu GB Color!

    Eu já conhecia seus visuais, mas vale a pena mencionar que eles são muito bonitos, coloridos e animados. Infelizmente eu uso um cabo AV no meu Wii, o seu original, ao invés de um componente. Isso nunca me afetou muito na minha TV, que faz milagres, mas nesse jogo eu senti um pouco a necessidade de fazer o upgrade (complicado também pois o PS2 já ocupa essas entradas no meu televisor).

    A sensação é levemente de estar jogando algo de PS1, como uma sequência do Symphony of the Night, mas principalmente de nostalgia. Que saudades dessa época do Wii! Tinha me esquecido da boa sensação que era conhecer o console anos atrás!

    A jogabilidade é a mesma de muitos outros Castlevanias de fases: andar, pular, subir e descer escadas, destruir velas e monstros com seu chicote, coletar sub-armas como os clássicos machado, faca, cruz, água benta etc.

    Por outro lado é bem mais gostos e menos frustrante que os antigões. Você pode controlar o personagem a vontade no ar ao invés de, por exemplo, pular e esperar ele aterrissar no chão para retomar o controle. Isso faz uma grande diferença!

    Enquanto você anda pelas fases, diversos tipos de inimigos aparecem e geralmente te atacam conforme você se aproxima deles. Grande parte do desafio do jogo se resume a conhecer e aprender os padrões de movimento e ataque desses inimigos e saber como os vencer tomando o menor dano possível. Outro desafio é justamente conhecer as armadilhas das fases, como saber pular buracos, esperar o momento certo para passar por lanças que sobem e descem do chão etc.

    Todos os estágios tem rotas alternativas. Muitas vezes várias delas. Talvez uma seja mais fácil para você do que outra, mas infelizmente só conhecendo The Adventure Rebirth a fundo para saber, já que avançar nas telas impossibilita voltar e conhecer esses outros caminhos.

    O que aconteceu comigo foi de perder todas as vidas, ter que reiniciar a fase de seu início (há checkpoints para onde você volta quando perde uma vida) e acabar escolhendo outros caminhos só para ver. Também tentei sempre pegar os mais difíceis de serem alcançados sempre que podia, mas sem padrão de comparação, muitas vezes eu não via nada demais. As vezes encontrava vários itens também.

    Independente do caminho, o jogo é desafiador! Você perde muito HP ao ser atacado pelos inimigos e achar um único item que cura 50% da sua vida é um verdadeiro parto. Ou seja, não dependa disso. Eu mesmo chuto que devo ter encontrado uns 4 ou 5 em toda a campanha, e isso porque procurava atacar paredes na esperança de encontrar segredos com bastante frequência.

    No total são cinco fases mais uma do chefe final. Essas fases comuns seguem a mesma lógica: exploração, conhecer inimigos novos e mecânicas novas. No meio do estágio há sempre um miniboss e no final um chefe verdadeiro. As vezes um deles é difícil, as vezes ambos. As vezes ambos são fáceis. É bem aleatório.

    Com checkpoints em vários pontos estratégicos, tudo depende mais de quantas vidas você ainda tem disponível quando alcançar as salas de chefes. Achei a grande maioria bem previsível para evitar dano, então o meu conselho seria não se afobar enquanto você os conhece e experimenta atacar. Muitos deles te dão muito espaço para desviar dos golpes e observar ao invés daqueles clássicos que ficam tentando colar o tempo todo no jogador.

    Vale lembrar também que, assim como no Mega Man 10, depois que você dá Game Over, as próximas tentativas serão muito mais simples pois você se acostuma rápido com os cenários e inimigos, além de focar mais em avançar e coletar o que importa ao invés de ficar explorando e quebrando cada vela.

    Lembre-se que as vidas não são infinitas, mas os Continues são. Ou seja, você vai avançar! Sei que vários jogos clássicos da franquia seguem essa lógica de apenas voltar do início da fase ao perder todas as vidas, mas The Adventure Rebirth não chega a ser tão irritante e frustrante como a maioria dos anteriores.

    Por outro lado também não espere muita facilidade! Minha experiência com a série e jogos da época do SNES, por exemplo, definitivamente ajudam muito aqui, além da minha paciência em continuar tentando depois de alguns Game Overs. Mas volto a reiterar que não chega à dificuldade do primeiro Castlevania ou de um Rondo of Blood da vida.

    Uma coisa que achei que não facilitou muito também foi jogar apenas com o wiimote (não testei se esse título funcionaria com o nunchuk acoplado). Em alguns estágios finais que demandavam ação e reflexos mais rápidos, eu senti que o d-pad do controle poderia ser um pouco melhor. Talvez só esteja acostumado com controles diferentes, mas gostaria de testar naquele Pro Controller do Wii, se eu o tivesse.

    Resumindo: Castlevania: The Adventure Rebirth é muito legal e talvez a melhor experiência atual para quem quiser conhecer um jogo por fases da franquia, ao invés do consagrado "metroidvania", e isso vindo de alguém que também ama o IV. Porém, vale a pena lembrar que esse título continua sendo exclusivo de WiiWare. Vale também mencionar que senti estar jogando algo novo, não um remake e nem mesmo uma reimaginação. Inclusive me lembro de vários desafios do clássico que sequer ganharam versões aqui e até mesmo algumas mecânicas. Nada disso impede que a experiência seja divertida, embora não tenha muita novidade ou atrativos originais.

    De bom: visuais bacanas e animações sensacionais. Jogabilidade simples. Aventura na medida certa, sem ser muito curta ou muito longa. Possibilidade de trocar níveis de dificuldade antes de iniciar a campanha e até o número de vidas para até 9. O jogo explora diversos cenários e inimigos da franquia.

    De ruim: deve ser terminado numa única sentada e não há sequer um "quick save" ou Password. Achei que o personagem poderia tomar um pouco menos de dano, em muitas ocasiões, ou poderia ao menor ter um pouco mais de cura pelas fases. Odiei que o nível máximo do chicote (que solta bola de fogo) agora é por tempo e logo ele volta ao nível anterior.

    No geral, um bom jogo e colírio para os olhos, mas depois de tantos Castlevanias, senti que foi mais do mesmo e tenho esperanças do 2 e 3 (NES) sejam um pouco diferentes dessas fórmulas. Só não dá pra esperar uma versão atualizada do jogo de Game Boy, caso você goste dele por algum motivo (eu até gosto) pois é algo bem diferente, ao meu ver. Se você estiver atrás de jogar Castlevania e já cansou do IV, Bloodlines e Rondo of Blood, The Adventure Rebirth é o ideal. Muito bacana!

    Castlevania: The Adventure ReBirth

    Platform: Nintendo Wii
    169 Players
    9 Check-ins

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      santz · 25 days ago · 2 pontos

      Nem parece que é um jogo original de GameBoy.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-10-06 19:11:01 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Castlevania Legends

    Zerado dia 06/10/21

    Bom, eu não planejava jogar o terceiro Castlevania do Game Boy tão cedo, mas fiquei curioso depois de ter gostado do segundo e a sua sequência dividir opiniões internet afora. Além disso, estava querendo algo para terminar rápido e o seu estilo foi o mais chamativo.

    Curioso também notar que os jogos da série estão chegando ao fim para mim, e olha que são muitos! O que ainda está na lista? Castlevania II (que jogarei uma versão consertada por fãs pois o jogo veio para o ocidente completamente zoado) e Castlevania III de NES, Adventure Rebirth do WiiWare e versão do Nintendo do Kid Dracula. Na lista de incertezas (mas quase certo que jogarei) estão os de PS2 e os Lords of Shadow originais de PS360. Ou seja, tenho apenas 4 ou 5 jogos na série para a terminar, mas não devo os jogar tão cedo.

    Um título que está fora da lista por enquanto é o Chronicles, de PS1, que é algo como um remake ou coisa do tipo do primeirão. Não sei se vale a pena ou se animo.

    Iniciando Castlevania Legends, a primeira coisa legal foi ver as CORES da tela título. Muito bonitas e tal. Fiquei bem animado até ver que o restante do jogo passa longe de ser colorido e o que ele faz é colocar cores diferentes de um estágio pro outro. Já é alguma coisa.

    Depois tive que escolher entre modo normal e modo "light".  Achei que fosse algo a ver com os visuais para a tela sem luz do portátil e que seriam diferentes modos de visualizar a tela e tal, mas aparentemente isso é na verdade a dificuldade da aventura. Bom, já adianto que Legends é super tranquilo e piedoso já no Normal, imagina nesse Easy...

    Há uma cutscene de abertura com um pouco de texto e uma imagem bem detalhada da protagonista, a Sonia Belmont.

    O jogo é bem parecido com os anteriores: travado, pegando upgrades pro chicote, matando inimigos, pulando plataformas para no fim da fase enfrentar um chefe.

    Obviamente o sprite masculino e fortão deu lugar à figura feminina e esbelta da protagonista. O gameplay é um pouco mais suave também e você se sente no controle, sendo inclusive possível mudar de direção enquanto estiver pulando ou caindo.

    Bem, no início estava legal, mas um pouco fácil demais. Há pouca variedade de inimigos e eles são fracotes e o chicote no nível 3 é capaz de atirar projéteis a cada ataque e mesmo eles sendo mais fracos que o toque do próprio chicote, facilitam muito em diversos momentos.

    Apesar de fácil, eu achei as primeiras fases bem longas e meio tediosas. Quase não há desafios de plataforma e o level design é bem simples e só te faz andar, andar, andar, pular um buraco, andar, matar um inimigo aqui e ali, andar...

    É curioso que Legends saiu após Symphony of the Night, então aparentemente tentaram aplicar um pouco do elemento "Metroidvania" nele, incluindo caminhos alternativos pelos cenários ao invés de eles serem apenas corredores lineares. Apesar da ideia ser legal, ela mal funciona.

    Quando eu estava numa sala com mais de uma saída, escolhia a que parecia mais interessante e muitas vezes nem via no que as outras davam. Em determinados momentos peguei caminhos diferentes do principal e o resultado? Nada! As vezes umas velas com mais corações ou coisa assim. Sabe aquela sensação de perda de tempo e de terem colocado isso sem a menor utilidade? De qualquer forma, estava curtindo pois mesmo os melhores jogos dessa franquia tem disso de chegar em caminhos sem saída.

    Falando em corações, eles aqui funcionam como sempre, ou mais ou menos isso. Não achei outros itens a serem coletados e nem sempre conseguia usar uma habilidade apertando pra cima e B, mas quando conseguia o efeito era aquele do relógio de bolso clássico, parando o tempo para os inimigos por uns instantes.

    A Sonia ainda tem uma habilidade legal mas bem roubada ao apertar A e B juntos que a deixa invencível e super rápida por cerca de 10 segundos. Use isso em todos os chefes e você não vai perder uma única luta!

    Sobre perder, apesar de o jogo ficar até monótono de tão fácil nas primeiras missões, ele chegou a apresentar novos inimigos e armadilhas com o tempo e eu cheguei a perder cada vez mais vidas e até dar Game Over!

    Felizmente perder uma vida te leva de volta ao último checkpoint alcançado, assim como no jogo anterior e não há a opção de ficar sem Continues e voltar para a tela título. Acabou todas as vidas? Você volta para o início da última seção.

    Não vou mentir que apesar do nível de desafio não ser muito alto em 80% da campanha, o jogo cansa um pouco para ser jogado numa única sentada. Nas duas últimas fases eu estava dando Game Over a todo momento (parte por conta do sono de ontem) e sem paciência de lidar com certas armadilhas, então deixei para terminar hoje. No meu caso um savestate bastou, mas Legends conta com sistema de password.

    Em sumo, você vai terminar esse jogo de uma forma ou outra.

    Ao terminar o chefe final de cada estágio você ganha um poder novo, como esse de parar o tempo, mas a maioria eu nem consegui ver o que fazia pois até esquecia deles e de mais essa facilidade.

    As vezes juntava vários corações e não saía nada! As vezes morria  e perdia todos os corações e desistia.

    No final eu aprendi um que era um projétil grande e forte e que atravessava as paredes muito útil contra uns inimigos que demorava para morrer e que Legends insistia em colocar em espaços pequenos para lutar. Bem chato!

    O bacana é que é possível escolher qual poder usar ao apertar Select, abrindo assim um menu que até lembra um pouco os do Mega Man.

    Resumindo: Castlevania Legends é um bom jogo de plataforma de Game Boy, mas um Castlevania fraco, genérico e que não traz anda de relevante à série. Ainda assim fico dividido entre ele e o anterior, sendo que ambos tem seus altos e baixos. Entretanto reitero que o jogo geralmente não tem muito cara de Castlevania.

    De bom: nível de dificuldade tranquilo e fácil de terminar (melhor do que frustrante). Diversos poderes para serem usados. Ceninhas legais e diferentes do que a série fazia anteriormente no portátil. Sistema de password ajuda num jogo sem Save. Chefes até legais, ao contrário, por exemplo, do último boss do Belmont's Revenge. Cenários com alguma cor. Modo apelão da protagonista destrói a galera fácil.

    De ruim: poucos inimigos e todos bem bestas, com exceção dos morcegos que são muito chatos e comuns. Trilha sonora sem graça, à exceção de duas faixas clássicas da franquia. Final ruim, como os dos demais. Faltou maior descrição das habilidades e seus custos para uso. Sem replay. Jogo com timer (embora eu nem lembrasse dele)

    No geral, é difícil falar desse jogo. Ele é ok, mas depois de outros dois ele parece ser apenas mais do mesmo e até redundante. E puxa, olha os jogos da franquia que já existiam nessa época! Há Castlevanias melhores e títulos muito melhores (mas piores também) no Game Boy clássico. Ainda assim acho válido jogá-lo caso você queira conhecer a franquia no GB mas sem jogar todos. Para ser sincero, Castlevania no Game Boy é fraco demais e todos completamente passáveis. Quer portátil? Vá de GBA!

    Castlevania Legends

    Platform: Gameboy
    427 Players
    16 Check-ins

    18
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      luis_f · 4 months ago · 2 pontos

      Timer em Castlevania (e muitos outros jogos) acho absurdo, costumo rwmovê-lo com cheats, podendo apreciar melhor o game.

      2 replies
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      fgamesplayer65 · 3 months ago · 2 pontos

      Boa!

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      santz · 4 months ago · 1 ponto

      É fraco demais, não? Considerando que ele saiu praticamente no fim da vida do GameBoy, ele não entrega muita coisa, sendo que o Belmont's Revenge é muito melhor.

      1 reply
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-09-24 10:11:56 -0300 Thumb picture
    20
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      tecnologgamer · 4 months ago · 3 pontos

      KKKKONAMI

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      noyluiz · 4 months ago · 2 pontos

      Teve otário que pagou 90 em alguns de gameboy, nes e super nintendo

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      christciamn · 4 months ago · 1 ponto

      KKKKKKKKKKKKK

  • fla14 Flávio
    2021-09-20 00:44:11 -0300 Thumb picture

    Castlevania Symphony Of The Night de Android.

    Medium 792167 3309110367

    Zerei no PS1, agora no Celular. O jogo é bem otimizado, o meu aparelho não é tão bom e mesmo assim, consegui jogar tranquilamente sem qualquer travamento. Valeu muito a pena ter comprado esse.

    Castlevania: Symphony of the Night

    Platform: Android
    18 Players
    5 Check-ins

    9
  • gamernerd26 Rafael Prado Silva
    2021-09-04 20:45:46 -0300 Thumb picture

    Castlevania da Netflix. O fim da era de ouro!

    Medium 790090 3309110367

    Este é uma série que merece todo o respeito de um bom fã de Castlevania. Torço muito para termos produções deste nível mais vezes para assistir. Pena que acabou! Espero que voltem a fazer histórias assim #netflixvoltaaoouro.

    Castlevania III: Dracula's Curse

    Platform: Nintendo Wii
    67 Players
    14 Check-ins

    1
  • vaojogar Vão Jogar!
    2021-08-19 21:59:00 -0300 Thumb picture
    15
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      longnplay · 5 months ago · 2 pontos

      Achei a quarta temporada boa, mas tbm achei que fugiu muito da história original.

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      volstag · 5 months ago · 2 pontos

      Curti bastante o que apresentaram, melhor do que a temporada anterior inclusive.
      Mas em relação as musicas, apesar de tudo ser muito bonito e bem tocado, senti falta de uns clássicos interpretados como rolou principalmente na primeira temporada.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-08-16 23:04:48 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Chasm

    Zerado dia 16/08/21

    -Versão de Playstation Vita NÃO encontrada no Alvanista-

    Há uns anos atrás o Ps Vita já estava "morto", sem lançamentos interessantes (ou talvez qualquer lançamento) e uma fanbase decepcionada. Nessa época eu já tinha o meu e ainda estava jogando e conhecendo tudo o que ele tinha em seu catálogo, mesmo sem existir seu desbloqueio ainda.

    Lembro que já participava de um grupo ou outro dedicado ao portátil da Sony no Facebook e o pessoal começou a postar bastante sobre um jogo que sairia depois de tanto tempo, esse tal de Chasm. Muita gente surpresa que haveria um título novo naquela altura de sua vida útil, e esse jogo parecia ser muito bom.

    Eu, como sempre, não vi nada sobre Chasm, mas nunca esqueci dele principalmente pelo fato de que todos falavam muito bem assim que o mesmo foi lançado. Eu tinha certeza que o jogaria um dia.

    Tempos depois o jogo foi oferecido aos assinantes da PS Plus, o que me chamou atenção. Agora, além do alarde que Chasm havia causado em seu lançamento, eu tinha amigos falando bem dele e o recomendando.

    Pulando mais uns aninhos e o jogo foi lançado para Nintendo Switch. É, ficou bem claro que esse jogo era relevante e as críticas tão positivas aparentemente faziam sentido. Baixei aqui no meu PS Vita.

    Resolvi começar a aventura pelo mesmo motivo que tenho jogado outras coisas no Vita: liberar espaço. Tenho uma pendência gigante na minha jornada de jogador, mas que bizarramente pesa bastante na memória do portátil. Joguei o Dragon Quest Builders e não liberou espaço o bastante (faltou bem pouco). Fechei Iconoclasts e aí foi, mas sem o update da última versão e o Vita me obriga a baixá-lo. Precisando de cerca de 900mb só para a atualização, olhei os jogos instalados e fui no que mais me agradava/era curto o bastante.

    O spoiler maior é que, mesmo tendo terminado Chasm, ainda faltou muito espaço já que ele pesa apenas incríveis 63mb. Resultado: desinstalei uns 2 ou 3 jogos para conseguir baixar o tal update.

    Mas o que diabos é Chasm? Cara, é um jogo sensacional!

    Lembrava levemente do visual, mas ao iniciar a campanha me surpreendi com seus gráficos e animações que misturam o estilo retrô com o moderno, e de uma forma bem original e uma paleta de cores muito bonita, e isso vindo de alguém que acabou de terminar Iconoclasts e citou esse ponto como o mais alto do jogo!

    Me surpreendi ainda pelo fato de Chasm ser completamente traduzido para o português brasileiro. Que legal!

    A história começa num castelo onde um rei te convoca para uma missão e enquanto você vaga por lá, já vai pegando o jeito da movimentação, pulos e até ataques. Em seguida vamos para uma cidade desolada em que uma mina é a fonte de toda a maldade e sumiço da população.

    Na mina você encontrará diversos tipos de inimigos, salas, baús e ganhará seus primeiros níveis ao juntar experiência derrotando monstros. Aí ficou bem claro que Chasm é um Castlevania. Quer dizer, você pode chamar de metroidvania e estaria certo, mas esse jogo pega MUITOS elementos das melhores época do clássico da Konami: Symphony of the Night/GBA/DS. Já adianto que se você curte esses jogos, você TEM que jogar isso daqui.

    Digamos que Chasm está para esses Castlevanias como Cursed Castilla está para Ghouls 'n' Ghosts. Uma grande homenagem de altíssima qualidade. Lindo, funcional, divertido, interessante. Eu fiquei vidrado!

    Durante a minha exploração na caverna encontrei itens, armaduras, armas e até as primeiras pessoas. O jogo não deixa muita coisa clara e você aprende jogando, mas estava achando meu personagem muito fraco mesmo com todos os níveis que ganhei e o fato é que de vez em quando você deve voltar à cidade, comprar armadura, talvez uma espada e poções de cura.

    Sabe o que isso me lembra? Muita coisa, mas com destaque para o primeiro Diablo em que você tem uma cidade com NPCs importantes e negociações e uma masmorra que você deve descer.

    Apesar do level design ser meio repetitivo e pouco inspirado, já que os cenários são sempre meio que parecidos em cada área o tempo todo e a parte de plataforma geralmente não varia muito, o jogo é muito gostoso de jogar!

    Estava achando uns inimigos muito resistentes no início, mas daqui a pouco um deles, que levava 4 hits para morrer começa a tomar apenas 2, depois 1. Isso é muito legal até porque não é um jogo muito fácil nas primeiras horinhas e você acaba jogando com bastante cuidado, administrando seus itens de cura e tal. Depois, assim como Dark Souls (mas bem mais fácil), você se transforma quase num deus, pelo menos na primeira área.

    Essa coisa de área funciona como mapas diferentes, desbloqueados conforme você avança. Por exemplo, depois de explorar bem a mina, você chegará em um Boss principal em algum momento e ao derrotá-lo, conseguirá acesso à uma passagem para outra área, ainda mais profunda e um novo mapa, as Catacumbas nesse caso.

    Porém se você acha que basta sair correndo, está enganado.

    Primeiro que o mapa é gerado aleatoriamente a cada novo save, apesar de ainda conter as mesmas áreas e elementos (tipo Diablo 2). Segundo que os mapas são recheados de itens que ou te fortalecem bastante ou serão importantes em futuras áreas ou puzzles.

    Sem saber exatamente par aonde eu estou indo ou o que encontrarei, eu acabo explorando todas as salas e deixando mapa completinho a medida do possível, até porque todas as áreas tem lugares inacessíveis à primeira vista, e alguns até que você só poderá ir bem próximo ao final do jogo.

    Enfim, aproveite cada sala, aprenda e derrote os novos tipos de inimigos e preste atenção à detalhes no background que possam ser úteis em quebra-cabeças, o que não acontece com muita frequência.

    Chasm é inteligente poder deixar você fazer marcações no mapa e por abrir portais que servem como pontos de teletransporte entre eles, agilizando muito explorações futuras quando tivermos mais habilidades ou mesmo para dar uma rápida visita à cidade, interagir com NPCs que te deram sidequests, comprar itens ou salvar o jogo (pois pontos de salvamento são raros).

    Conforme você joga, o personagem se desenvolve muito bem. Eu fui de muito sofrimento e até Game Overs (que cruelmente te retornam ao último save, assim como nos Castlevanias) até um personagem fortíssimo que mal me importava em tomar dano graças aos meus muitos pontos de vida e, principalmente, às minhas armaduras. Masterizei bem os padrões dos inimigos e estava jogando bem rápido.

    Depois de conhecer as primeiras áreas e derrotar seus chefes e sub-chefes, Chasm começa a te fazer voltar às áreas anteriores, o que é bem legal agora que você é mais forte e ágil. Explorei bem as áreas novamente, indo onde não poderia ir antes e agora dava. Assim libertei mais alguns cidadãos de suas prisões e a cidade foi ficando cheia. Agora poderia comprar poções com um, comida com outro, armas e armaduras com esse, materiais para confecção de equipamentos com aquele etc.

    Agora você está indo de um teletransporte para outro como louco, conseguindo coisas boas ou nem tanto, itens de quests, completando seu bestiário e deixando tudo cada vez mais limpo na sua lista de afazeres pessoal.

    Uma coisa meio cruel é que o mapa só mostra, de pontos de interesse, portas que não foram acessadas e salas com itens não coletados (as vezes porque você não viu ou não tinha uma habilidade ou item para o alcançar). Mas em certos casos você pegou um item-chave em uma área e deve usá-lo num lugar anterior, mas não sabe onde é. 

    Felizmente geralmente são lugares fáceis de lembrar, como uma sala depois do boss e antes de ir para a próxima área, mas as vezes são lugares bem aleatoriamente posicionados e, ao checar o mapa, parecem salas comuns. Uma vez ou outra tive que recorrer à ajuda da internet para esse tipo de coisa, com destaque à sala que dá acesso ao final do jogo: uma sala comum num mapa da metade do jogo. Mas fora isso é tudo bem tranquilo, tanto que demorei pouco mais que 6 horas para fechar a aventura.

    Gosto muito também que Chasm, assim como Castlevania, disponibiliza uma grande gama de armas e equipamentos. As armas mesmo contam diversos tipos de ataques e velocidades. Uma pena que o personagem não mude a roupa basicona dele com os equipamentos...

    Resumindo: Chasm é uma incrível homenagem à época áurea de Castlevania em sua época metroidvania. Um jogo feito com muito carinho e cuidado e que não dá pra reclamar. Muito divertido e viciante sem parecer amador em momento nenhum. Se for comparar com outros indies do tipo, como Timespinner, isso aqui é uma verdadeira obra-prima. Excelente!

    De bom: visuais bonitos. Trilha sonora bem feita. Exploração divertida. Muita variedade de inimigos, armas e equipamentos no geral. Sidequests interessantes. Troféus justos e que aumentam bem a sua vida útil. Batalhas contra chefes divertidas. Várias áreas. Opção de marcar pontos de interesse no mapa. Mecânica de teletransporte agiliza muito o que você for fazer no jogo. Dificuldade muito boa. Gosto da sensação de evolução, não só do personagem, mas do jogo no geral, como a cidade, por exemplo.

    De ruim: o jogo de vez em nunca dá uma travadinha na imagem (mas a ação ainda acontece), como se você estivesse fazendo stream dele pro seu Vita (pode ser um problema exclusivo dessa versão). Alguns puzzles exigem atenção ao cenário e são meio esquisitos. Em alguns momentos eu não faço ideia do que fazer e parece que tudo foi explorado, sei que isso é comum no gênero mas aqui parece mais estranho do que nunca.

    No geral, essa foi uma baita de uma experiência boa e eu super recomendo para quem curte o gênero, de verdade. Corre pra jogar agora! Como eu passei tanto tempo sem conhecer Chasm? Uma ótima experiência depois do desastre que foi Iconoclasts pra mim. Jogaço! Super recomendo!

    Chasm

    Platform: Playstation 4
    14 Players
    13 Check-ins

    14
  • game_zone Dante Gaze
    2021-08-08 01:43:51 -0300 Thumb picture
    6
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      natansouza · 4 months ago · 1 ponto

      Que jogo... Nossa incrível, pena que na minha opinião ele acabou no ps1.... Daí em diante os novos jogos da franquia nunca consegui jogar, até tentei jogar alguns mas faltava algo... Alguma coisa sempre fazia desistir... E era sempre aquela sensação de que aquilo não era mais Castlevania.

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      game_zone · 4 months ago · 1 ponto

      sim um dos melhores, mas não o único, porem não podemos deixar de mencionar os castlevania do GAME BOY ADVANCE e NDS !! segue mesma pegada, são excelentes rpg's !! mas e gosto !!

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