• cyberwoo Diogo Batista
    2019-04-29 14:07:39 -0300 Thumb picture

    PREY | TRAIÇÕES, MEMÓRIAS PERDIDAS E UMA AVENTURA ESPACIAL FANTÁSTICA

    O jogo PREY chegou ao Xbox Game Pass no dia 11 de Março. Nós escrevemos sobre ele no lançamento, onde apresentamos um resumo das quase 20 horas de jogatina.

    Depois de revisitar o jogo, decidi publicar um artigo definitivo sobre o jogo PREY. então se você está curioso com o jogo, recomendo fortemente que confiram nosso review: https://www.arquivosdowoo.com.br/…/prey-traicoes-memorias-p…

    Curtam Arquivos do Woo

    Confiram os produtos de nossa lojinha virtual: https://www.galeriapix.com.br/lojinhadowoo

    Prey

    Platform: Xbox One
    40 Players
    15 Check-ins

    1
  • rafaelssn Rafael Nogueira
    2018-12-14 13:41:55 -0200 Thumb picture

    Os 5 melhores games de 2018, segundo eu mesmo!

    Faz tempo que não faço um @desafio, desde aquelas correntes nervosas que tava rolando deixando alguns até com raiva x-x

    Fui marcado pelo @douglascruz19 nesse desafio de final de ano, sobre os melhores que você já jogou esse ano, sem ser lançamento. Sem mais delongas, vamos lá!

    -------------------------------------------------------------------------------------

    5° Shantae and the Pirate's Curse

     Começando com um indie, o gênero plataforma me cativa desde pequeno quando joguei Alex Kidd pela primeira vez, sabendo da existência dessa franquia e desse jogo com os gráficos pixelados fizeram dessa franquia minha favorita no ramo indie sem mesmo nem ter jogado outros, simplesmente gostei demais dele é uma das surpresas boas desse ano.

    4° Gears of War 3

    O encerramento da trilogia do Marcus, um dos melhores jogos do 360, com certeza!

    A franquia inteira praticamente eu tive a chance de conhecer esse ano, com exceções do 1 remasterizado que veio com meu Xbox em 2016 e o 4 que eu ainda não joguei.

    GoW pode não ser tão épico quanto o 2, mas todo o clima de fim de jornada vale a pena somados a um final satisfatório pra trilogia.

    3° Tomb Raider Definitive Edition

    Apesar dos games irem melhorando a cada um lançado, esse ainda é meu favorito pelo carisma e pelas mudanças drásticas que fizeram na Lara, tornando ela mais humana. Uma história de origem mais interessante pra musa dos games, com certeza um dos melhores games de ação já feitos.

    Rise of the Tomb Raider segue o mesmo esquema e provavelmente Shadow of the Tomb Raider também (que eu ainda tenho que jogar).

    2° Hitman

    Outra surpresa pra mim esse ano, acho que é o jogo que mais joguei esse ano, nunca pensei que iria gostar tanto de um jogo stealth como esse (vide Metal Gear V que sou um fracasso).

    O game tem sua complicações, mas que dá pra virar com muito desempenho e estudo por parte do jogador, a variedade de matar os alvos e o mundo semi-aberto do jogo foram os fatores que mais me cativaram além da beleza dos gráficos e das cutscenes.

    Nem estou ansioso para o 2...

    1° BioShock

    Se tem um que é irrecusável de se por nessa lista é esse, um jogo que me surpreendeu muito esse ano.

    Em questões de jogabilidade ele não brilha muito, mas o enredo e a ambientação são os que mais te conquistam, junto com teorias filosóficas que até se aplicam a nossa realidade, coisa que fez a trilogia brilhar no mundo dos games.

    Eu até tive a chance de conhecer mais da trilogia, os três games estavam no Game Pass, mas saíram bem rápidos até, só tive a chance de conhecer o 1 (nem sabia que existia uma coletânea remasterizada do game).

    Menções honrosas!

    Rime

    Jogo pra tirar lágrimas de qualquer um que jogar, confesso que comecei não botando muita fé nele, jogando só pra zerar logo, sem prestar atenção em suas belezas e principalmente, na sua trilha sonora... Que desperdício seria do meu home theater se isso tivesse acontecido.

    Rime é um jogo de interpretação que cativa muito o jogador pelo estilo gráfico e pela trilha sonora, contando uma história que todos possam passar depois que algo triste acontece.

    Forza Horizon 4

    Apesar do meu favorito ser o 2, esse não fica muito atrás não e é o único lançamento desse ano que pude incluir na lista.

    Ele tem seus problemas, mas ainda é um dos melhores jogos de corrida do ano, o tipo de jogo que te entretém por anos, vale uma menção por isso :-)

    Mad Max

    Outro jogo problemático e que custou muito caro pra empresa na época, mas que (curiosamente) conseguiu me divertir até falar chega na exploração do mapa.

    A Terra Desolada é muito bem representada no jogo, com vários pontos pra serem descobertos/tomados bem estilo Far Cry, a customização dos carros e as batalhas são as melhores coisas, só tem que pegar o jeito com o tempo. 

    -------------------------------------------------------------------------------------

    Tá aí, uma lista não lá muito impressionante, mas diante vários jogos esse ano eu não consegui lembrar de todos, corro até o risco de confundir com jogos que eu zerei anos passados.

    Valeu pelo desafio os envolvidos! Agora pros amiguinhos!

    @niveabarbosa @luchta @gradash

    Regras simples:

    Marcar a persona desafio.

    Falar sobre jogos que você zerou esse ano (não necessariamente desse ano).

    Marcar no mínimo 2 amigos.

    33
    • Micro picture
      gradash · 8 months ago · 3 pontos

      5 jogos que zerei este ano? KKKKKKKKK

      Então não dá de fazer a lista KKKKKKKKK
      Se pegar dos últimos 10 ANOS talvez kkkkkkkkk

      1 reply
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      luchta · 8 months ago · 2 pontos

      Estou com o @gradash... se terminei um jogo esse ano é muito, eu realmente não tive tempo para jogar, enquanto tive foi MOBAs, jogos de cartas e de luta, ou outro emulador ou jogo casual de android que nem terminei...

    • Micro picture
      roberto_monteiro · 8 months ago · 2 pontos

      Segunda menção honrosa de Rime, ele fica naquela categoria: Quase, mas não o suficiente!

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-12-10 17:30:03 -0200 Thumb picture

    DESAFIO 30 DIAS DE GAMES

    DIA 21 - JOGO COM O MELHOR ENREDO

    Não quero ser injusto e mencionar somente um, mas a SAGA SILENT HILL é mestra em desenvolver um bom enredo e prender o jogador até seus créditos finais...

    Games como BIOSHOCK, THE LAST OF US, MASS EFFECT, THE LAST GUARDIAN também merecem ser lembrados...

    DIA 22 - SEQUÊNCIA DUM GAME QUE TE DESAPONTOU...

    Bem...se vale sequências além do GAME1 para o GAME 2, devo dizer que após ter me maravilhado com RESIDENT EVIL 4, eu esperava muito mais do RESIDENT EVIL 5.

    Todos convidados à participar, cada dia acima, um post.

    Silent Hill: Downpour

    Platform: Playstation 3
    1091 Players
    50 Check-ins

    23
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      mastershadow · 8 months ago · 2 pontos

      kkkkk RE5 foi uma decepção total pra min, quando vi os zumbis de moto, quase chorei de desgosto jhaauhuhaahua

      7 replies
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2018-10-16 20:53:21 -0300 Thumb picture

    DESAFIO 30 DIA DE GAMES

    DIA 10 - MELHOR JOGABILIDADE: BIOSHOCK

    Há muitos games com boa jogabilidade, e um deles que me lembro é da série BIOSHOCK.

    É um 1st person shooter gostoso de jogar e fácil de aprender, onde os "triggers" do lado esquerdo do controle controlam os poderes/armas da mão esquerda do personagem e, logicamente, os "triggers" do lado direito controlam sua mão direita.

    TRAILER:

    Todos convidados à participar do desafio abaixo. Cada dia, um tema e um respectivo post.

    BioShock: The Collection

    Platform: Playstation 4
    144 Players
    17 Check-ins

    33
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      reasel · 10 months ago · 2 pontos

      lembro de ter ficado doido qnd vi esse jogo no playtv, tinha um programa lá que passava vários jogos

      8 replies
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      mateusfv · 10 months ago · 2 pontos

      Um dos meus favoritos, um jogo com uma história muito melhor que qualquer um esperaria, bom gameplay, climatização foda e alguns mindfucks huashuasu

      1 reply
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      juray · 10 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é bom demais!

      1 reply
  • flaviadecarvalho Flávia de Carvalho
    2018-09-30 16:04:05 -0300 Thumb picture

    BioShock e/ou Deus Ex Human Revolution: pesquisa com vocês! :)

    Medium 589221 3309110367

    Atenção amigos do Rio de Janeiro!

    Como alguns de vocês já sabem, eu sou estudante de doutorado e pesquiso como os jogos falam de saúde. Mas jogo não acontece sozinho, né? Tem que ter alguém jogando para ter sentido. Por isso quero encontrar vocês para bater um papo sobre como viveram isso em BioShock e/ou em Deus Ex: Human Revolution.

    Mas calma, esse bate-papo não tem como objetivo medir conhecimento, nem habilidade para jogar nem fazer qualquer julgamento sobre ninguém. Não tem resposta errada! É para tentar entender a diversidade mesmo. Eu parto do pressuposto de que cada sessão de jogo é única e que os jogos AAA dão abertura para uma diversidade grande de estilos, interpretações, estratégias...

    Quem puder, também pode indicar outra pessoa!

    No final desse mês, estarei no SBGames em Foz do Iguaçu, se alguém que não é do Rio for, vai ser uma ótima oportunidade!

    A única limitação é que, por questões éticas, só posso falar com quem tem 18 anos ou mais :( 

    Criei um formulário aqui para vocês me passarem uma forma de contato e marcarmos um encontro em um lugar público:

    https://goo.gl/forms/GwvCFg68yQ5KQmoT2

    BioShock

    Platform: PC
    4596 Players
    358 Check-ins

    33
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      gus_sander · 11 months ago · 4 pontos

      Eu infelizmente não posso participar por motivos que o @filipessoa já citou ali em cima. Mas assim como a outra pesquisa, espero que tenha uma ótima experiência a respeito, muito sucesso nessa nova empreitada de projeto de pesquisa!!

      1 reply
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      filipessoa · 11 months ago · 2 pontos

      Repassando aqui. Infelizmente não poderei participar por não cumprir muitos requisitos pra essa pesquisa (eu só passo na questão da idade kkkk) e principalmente pela localização onde moro :-/ Mas não tenho dúvidas de que você conseguirá fazer uma pesquisa super produtiva com a galera daqui. Boa sorte!

      1 reply
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      flaviadecarvalho · 10 months ago · 2 pontos

      Olá! @rcukierti, @lordsearj, @leandro, @akirarobert, @edufigueiredos, @raxgmr2, @chrnotodd Gostariam de participar desta pesquisa? =)

      2 replies
  • rafaelssn Rafael Nogueira
    2018-08-20 15:29:47 -0300 Thumb picture
    Post by rafaelssn: <p>Por&nbsp;<a href="https://www.deviantart.com/jar

    Medium 578087 3309110367

    Por Jaruzel

    BioShock Ultimate Rapture Edition

    Platform: Playstation 3
    49 Players

    41
    • Micro picture
      juray · 12 months ago · 2 pontos

      Adoro Bioshock!

  • jessicagdsantos Jessica Gonçalves Dos Santos
    2018-08-15 12:36:35 -0300 Thumb picture

    Aumentando a coleção

    Por esses novos jogos na minha biblioteca pessoal, é imperceptível o meu gosto por FPS, né? hahaha 

    É uma imensa alegria poder ter esses títulos originais em mãos, visto que me trazem boas memórias da infância jogando-os (com exceção do Bioshock que eu nunca joguei nenhum título rs). 

    O Black eu considero o melhor FPS do PS2, além de muito bonito graficamente. Só a movimentação que envelheceu mal, mas ainda é digno de ser zerado em qualquer época, principalmente pelos apaixonados pelo gênero. 

    O Medal of Honor do PS1 eu nunca zerei, mas jogava na casa de um primo, principalmente o modo versus kk a movimentação padrão dele é difícil de acostumar (sempre bom mudar nas configurações kk). Pretendo zerá-lo assim que possível. 

    MoH Vanguard é o meu favorito que, inclusive, representou um salto no estilo de jogo de tiro da franquia, apresentando o sistema de recover da vida e sprint por exemplo... O European Assault tem a melhor trilha sonora e missões bem legais. Só zerei ele definitivamente ano passado num save antigo meu no PS2. Isso porque, quando criança, eu nunca conseguia passar a última missão kk ela é muito difícil, real mesmo. O save ficou guardado até então.

    E claro que o controle do PS4 tinha que ser camuflado kkkk na realidade a camuflagem cinza é bem mais bonita, mas tá difícil achar esse pra vender novo a um preço justo. Vou ter que acabar comprando usado futuramente ç.ç Apesar disso, o verde ainda é muito bonito e por ser do modelo mais recente, possui a light bar no touchpad (deveriam ter feito isso desde o primeiro modelo, gênios da Sony), além de ser de um material melhor. 

    Abaixo as mídias de PS1 e PS2 abertas com seus manuais. O mais conservado, de modo geral, é o Black. 

    E aqui o comparativo dos piratas com os originais. Nem dá pra perceber qual é qual :v ahuahhauhahuaha

    That's all folks! 

    Black

    Platform: Playstation 2
    7912 Players
    66 Check-ins

    53
  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-10 13:40:17 -0300 Thumb picture

    Desafio: 30 Dias - Minha Vida nos Jogos

    Vou adaptar um pouco esse @desafio para meu cotidiano agitado, pra eu conseguir postar todos os dias hahahaha.

    Falarei um pouco de cada dia dele e tentarei seguir o máximo possível sem repetir os jogos.

    DAY 21 - GAME WITH THE BEST STORY: não tem como alguém não se impressionar com o enredo contado em Bioshock Infinite.
    Que game espetacular ♥ !
    Se você não jogou, JOGUE AGORA! Se você já jogou, sabe do que estou falando !!!

    DAY 1 - DAY 2 - DAY 3 - DAY 4 - DAY 5 - DAY 6 - DAY 7 - DAY 8 - DAY 9- DAY 10 - DAY 11 - DAY 12 - DAY 13 - DAY 14 - DAY 15 - DAY 16- DAY 17 -DAY 18 - DAY 19DAY 20

    BioShock Infinite

    Platform: Playstation 3
    2683 Players
    243 Check-ins

    21
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      gus_sander · about 1 year ago · 4 pontos

      Sou novice ainda no universo de Bioshock, mas sempre ouvi falar muito bem! Todos eles se passam no mesmo universo? Estou pra jogar o primeirão, se meu pc voltar a vida kkk

      6 replies
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      mateusfv · about 1 year ago · 3 pontos

      O Infinite é bacana mas o primeiro pra é de longe o melhor, o infinite no final começa a virar uma viagem do caramba uhsasahuu

      1 reply
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      mattfenrir · about 1 year ago · 3 pontos

      E os DLCs são incríveis!

      3 replies
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2018-06-19 22:27:00 -0300 Thumb picture

    CRITICANDO CLÁSSICOS: BIOSHOCK

    Medium 3641810 featured image

    Fala pessoal, estou começando a escrever uma série de artigos. se possível, deixe sugestões - tanto de jogos, e formatos - e críticas nos comentários! obrigado!!

    Durante décadas de indústria, o Video game tem passado por inúmeras gerações, consolidado gêneros, criado modas e franquias que hoje em dia são globalmente reconhecidas. Neste processo, a forma com que entendemos os jogos mudou, ou melhor, expandiu-se, podendo ser uma ferramenta de aprendizado, um sinônimo de diversão, produto de competição ou simplesmente um meio de entretenimento interativo com “N” propostas.

    Mas uma coisa é certa: Boas ideias ainda são as responsáveis por movimentar e abalar esta comunidade. Alguns jogos tomam para si a maior parte da autoria de modificar consideravelmente como o Gamer entende o videogame propriamente dito e até mesmo pode ajudar a redefinir o que vem a ser o ato de “jogar”

    São destes jogos que falaremos nesta série de artigos daqui em diante, daqueles que tornaram-se clássicos e surpreenderam esse mundo de algum jeito. Os grandes clássicos geralmente são aqueles lembrados através de uma camada de nostalgia e sob um pedestal que acaba por sacralizá-lo, ou seja, torná-lo incriticável, “perfeito”, inaproximável.

    Mas e se parássemos mais uma vez para jogar e desta vez esclarecer que até mesmo os “gigantes tem fraquezas”? lembrando que o intuito aqui não é desmerecer as qualidades ou o jogo em si - ja que quem vos fala também os adora - mas sim dedicar um tempo para discutir o que está além das mil maravilhas que já foram ditas centenas de vezes por Deus e o mundo.

    BIOSHOCK

    Para iniciar a nossa jornada, escolhemos o meio do caminho: não tão antigo, nem tão moderno. Bioshock, FPS obra de Ken Levine - notório designer envolvido em franquias como Thief e System Shock - foi desenvolvido pela 2K Boston e publicado por 2K games em 2007. O mesmo ano foi palco de outros grandes lançamentos que serão discutidos futuramente como: Call of Duty 4; Modern Warfare, Portal, Halo 3, Crysis, Super Mario Galaxy, Team Fortress 2, Uncharted; Drake’s Fortune; Assassin’s Creed, ou seja, um ano e tanto os jogadores e entusiastas.

    Seu plot hoje é bastante conhecido. Você, um sobrevivente de um “acidente aéreo”, se vê em meio ao oceano após a queda e busca abrigo em um misterioso farol. Dentro deste, uma cápsula transporta o jogador para uma grandiosa e utópica cidade submersa denominada Rapture erguida por Andrew Ryan, um lugar onde os conceitos de país, da política convencional como conhecemos e até mesmo da ideia de Deus são rejeitados a favor da teórica valorização do indivíduo e do livre arbítrio.

    “I am Andrew Ryan, and I'm here to ask you a question.

    Is a man not entitled to the sweat of his brow?

    'No!' says the man in Washington, 'It belongs to the poor.'

    'No!' says the man in the Vatican, 'It belongs to God.'

    'No!' says the man in Moscow, 'It belongs to everyone.'

    I rejected those answers; instead, I chose something different.

    I chose the impossible. I chose... Rapture.

    A city where the artist would not fear the censor.

    Where the scientist would not be bound by petty morality.

    Where the great would not be constrained by the small!

    And with the sweat of your brow, Rapture can become your city as well.”

    O que cativa sobre o jogo a primeiro momento está especialmente em seu enredo e direção de arte. Como e porque o acidente acontece, o que é este lugar misterioso, o que este esconde e quem são os personagens que o jogador se depara - primeiramente pela comunicação em rádio - ao longo das primeiras horas? Ouvimos o famoso discurso de Ryan sobre o impossível, sobre Rapture como a solução ideal para a realização de si próprio e da valorização de seu esforço mas os primeiros contatos com o mundo em si revelam uma outra realidade.

    A apresentação do jogo - que nos remete um pouco a Half-life pela forma - revela o fantástico design que resgata e resignifica o estilo da primeira metade do século XX norte americano no confeccionar da arquitetura da cidade, nos móveis, aparelhos e as vestimentas e músicas também acompanhando o mesmo padrão. A sensação de claustrofobia é presente a todo momento por se tratar de um ambiente confinado em corredores submarinos, pouco iluminados e abandonados - quando não completamente destruídos. O que impressiona aqui é a capacidade de contar a história não somente pela exposição de narrativa pelo diálogo e texto, mas pela forma com que o próprio cenário é produzido. Manchas de sangue revelam conflitos, a disposição dos móveis contam histórias e mostram quem eram os individuos que alí habitavam.

    A mistura do clima de survival horror com o FPS casam-se extremamente bem com a narrativa e como o jogo aborda a temática, além de contribuir significativamente com a imersão do jogador. Em nenhum momento temos a visão do nosso próprio personagem e, na maior parte do jogo, estamos no controle initerrupto deste - algo que se não fosse pelos loadings, também se aproximaria mais um pouco da escola Half-life de ser.

    Deixemos o restante para os que ainda querem jogar e… chega de falar a mesma coisa de sempre. Vamos para a parte que nos interessa aqui.

    O OUTRO LADO DA MOEDA.

    [todas as críticas são feitas levando em conta o ano de lançamento, a tecnologia disponível, os jogos pares e tendências do momento.]

    1 - U.I. e COMBATE.

    Bioshock é um jogo singleplayer com pouco mais de 10 horas de duração em sua campanha principal, que pode ser extendido ou reduzido dependendo do jogador. O jogo possui um boa diversidade de mecânicas para incrementar o gameplay para além do “atirar”, sendo essas escolhas morais, habilidades especiais e alguns puzzles.

    O combate em si não traz nada de excepcional à mesa, ainda que tente produzir novas possibilidades com as habilidades que o player adquire através dos plasmids, como telecinese, lançar fogo, congelar os alvos, eletrecutar e outros. Existem bons momentos em que os poderes se tornam mais eficientes de acordo com o cenário - como incendiar poças de óleo ou eletrecutar alvos que estão sobre água - mas, com na grande maioria das vezes, tais poderes são apenas complementos, podendo até mesmo ser pouco utilizados em prol de um aproach mais convencional pelas armas de fogo.

    Sobre seus inimigos, a variedade é presente, ao menos em termos estéticos. Cada um possui diálogos e background específicos que se diferenciam e compõe a narrativa. Nos momentos de conflito porém, essa variedade, mesmo sendo aparente em certos casos, não influenciam muito na forma com que o player precisa lidar com a situação. Como, em sua maioria, estes inimigos são programados para avançar no jogador sem muita variedade de comportamento, a tentativa de diversificação acaba por ser um pouco ofuscada. A movimentação “desengonçada” e o Hit-scan² das armas dos mesmos também dificultam um enfrentamento mais visualmente “bonito” e algo mais próximo do pseudo-realismo¹ que o jogo se dedica a fazer.

    Outra tentativa relativamente problemática de expandir as possibilidades de quem joga e de planejamento de extratégias é a quantidade de armas, munições e plasmids simultâneos. Como certos inimigos são mais facilmente dispensáveis com tipos específicos de ataque e, como o player carrega muitas ao mesmo tempo, é constante a necessidade de “pausar” o jogo ao entrar no menu de seleção de equipamentos em meio ao combate, quebrando o ritmo.

    Neste caso, a aproximação de uma filosofia de design mais minimalista - menos quantitativa, mais qualitativa - em que menos inimigos compusessem o quadro com mais diferenciações em questão de gameplay. A mecânica de escolha de munição também parece não ter muito sentido ao levar em conta o tipo de combate.

    ¹Pseudo-realismo: é o esforço criativo de incrementar elementos e mecânicas fantasiosas de forma a serem coerentes com o universo criado, aproximando-as de uma “possível realidade”, um mundo narrativamente verossímil e/ou possível em um tipo de universo ou situação paralela.

    ²Hit-scan: quando o tiro do inimigo não “possui tragetória”, ou seja, atinge o alvo imediatamente ao sair da arma, ao contrário do esquema de projétil, em que o disparo é realizado e precisa percorrer fisicamente o trajeto para acertá-lo.

    2 - AUDIOLOGS e o PACING

    Uma das características de Bioshock do quesito exposição de narrativa é o uso de Audiologs - faixas de áudio gravadas - que são coletados ao longo do jogo e que contém diálogos de personagens específicos que revelam partes da trama, objetivos, histórias que compõe a ambientação do jogo e mais.

    Porém, ao se utilizar desse tipo de solução, é necessário pensar muito bem em que posições do cenário que estes estão disponíveis e se o “ouvir” do dispositivo não congestionará outros momentos do gameplay, e isto é algo que acontece.

    Em diversas ocasiões, os audios estão disponibilizados em locais muito próximos a zonas de combate - que só são descobertas quando o jogador as acessa. Por isso a atenção ao diálogo é comprometida pela necessidade de concentração nos inimigos, o que te obriga a reiniciar os audios quando possível ou então ouví-los sem explorar

    Estes momentos de livre exploração - e neste caso com a adição dos audios - podem ser chamados de “quiet-times”, o que significa o momento em que o jogo diminui o ritmo entre sessões de ação e combate para gerar mais antecipação entre uma e outra e não esgotando o jogador por excesso de turbulência.

    Tal fator é ainda mais problemático pois, pela estrutura dos mapas de Bioshock, das “fases” específicas que o player visita, é notável que são diversas as possibilidades reduzir o ritmo do jogo e proporcionar o player com certo sossego para apreciar a riqueza de detalhes do cenário e da arte.

    3 - DIFICULDADES COMPLEMENTARES

    É bem provavel que este seja o problema que mais desponta em grande parte dos jogos de modo geral. Jogue no modo Easy (“nobre”) e será um passeio - talvez sem graça - no parque. No intermediário, uma dificuldade aceitável, mas, para os mais veteranos do gênero FPS pode ser também muito pouco desafiadora.

    Já as dificuldades mais difíceis, ao invés de proporcionarem um desafio mais elaborado, ou seja, menos recursos, inteligência artificial aprimorada em termos de movimentação e estratégia, o caminho mais fácil é tomado: inimigos que resistem a uma quantidade inimaginável de dano e atacam proporcionando muito mais dano que de costume, transformando o desafio em frustração, o que leva à perda de imersão. O fator atenuante diz respeito ao já citado Hit-scan e da movimentação no combate, que é de certo modo desengonçada e imprevisível de forma um pouco negativa.

    O ideal seria que as dificuldades pré-planejadas fossem melhor espaçadas entre si e que as maiores dificuldades tomassem os caminhos mais complexos de desafios e mecânicas, exigindo de forma justa do jogador maior competência e planejamento da aproximação do combate. Pois, da forma com que o jogo apresenta o nível hard, a desafio maior é ter paciência para seguir até o final.

    CONCLUSÃO:

    Um ótimo jogo, iniciou uma ótima franquia e possui ótimas idéias. Bioshock é sem dúvida uma das principais referências de distopia nos video games. Mas como qualquer obra, possui também falhas que o impedem de ser, ao menos tecnicamente, “perfeito”.

    LINKS:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Ken_Levine_(game_dev...

    https://www.gamespot.com/reviews/bioshock-review/1...
    https://en.wikipedia.org/wiki/Hitscan

    https://store.steampowered.com/app/7670/BioShock/

    BioShock

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      artigos · about 1 year ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2018-06-08 11:34:28 -0300 Thumb picture

    Hype Games oferece descontos de até 78% nos jogos da 2K Games

    Site traz descontos de até 78% em junho, permitindo que PC gamers adquiram a preços baixos jogos da 2K como Bioshock Infinite, XCOM 2 e Civilization VI

    http://joystickterrivel.com.br/hype-games-oferece-...

    -----------------------------------------------------------------------------------------

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    Bioshock: The Collection

    Platform: PC
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