• jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-08 14:54:55 -0200 Thumb picture

    Gráficos Importam ( ! / ? )

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    Gráficos importam?

    O mundo muda, o ser humano se adapta, nos aventuramos cada vez mais nos mistérios da natureza e da existência, dando assim sentido a uma eterna e infinita busca pelo conhecimento, pelo novo, por uma verdade que sabemos que nunca alcançaremos. Neste caminho, a cada resposta que levantamos, um par de perguntas surgem para nos lembrar do quão pouco sabemos. Porém, algumas destas questões estão fadadas a assombrar a humanidade por toda a sua breve estadia.

    Após essa introdução completamente desnecessária e irrelevante, gostaria de convidá-los a uma das discussões mais antigas no curto tempo em que o vide-o game existe enquanto mídia:

    O debate sobre a importância dos gráficos nos jogos sempre reverbera na comunidade e se intensifica em conjunto com as comparações entre o cenário Indie e AAA. Diferentes prioridades despontam na produção de diferentes jogos.

    Talvez o argumento mais usado seja o da “opinião”. Dizer que a relevância da parte gráfica concerne apenas à preferência do jogador está correto, porém incorreto ao mesmo tempo. Busquemos adiante enfim compreender os argumentos mais utilizados sobre a importância deste fator e entender um pouco melhor a relação dos jogos com seus elementos visuais


    Definindo o conceito:

    Quando discutimos aqui a ideia de “gráficos”, podemos estabelecer como um sinônimo o “Visual”, ou seja, tudo aquilo que é de algum modo projetado na tela e como é feito isso. Deste modo, estamos falando da qualidade de textura e efeitos, a animação dos personagens e ambientação, o feedback visual do jogo, o HUD e muitos outros elementos diversos. Vamos agora, por meio de exemplos específicos debater cenários em que a importância do visual vai além da preferência.


    Benchmark - Cloak Engaged!

    Mas roda CRYSIS? A clássica pergunta que circulava a maioria dos ambientes da comunidade de PC Gaming. Crysis e suas sequências tornaram-se referência no mundo dos jogos não somente pelo seu gameplay e enredo mas justamente por demonstrar a capacidade e limites da computação gráfica do seu momento. Mesmo não sendo realmente otimizado da melhor forma possível, o jogo chamara a atenção por ser tanto uma ferramenta para testar performance dos computadores como sendo parâmetro de qualidade a ser batido.

    Animações faciais e corporais bem detalhadas, a vida animal e vegetal da ilha paradisíaca extremamente convincente, efeitos de iluminação, sombras e pós-processamento anos a frente do padrão da indústria fizeram com que Crysis seja algo a se admirar até os dias de hoje e digo sem medo que continua sendo mais convincente que muitos jogos da contemporaneidade.

    O realismo do jogo também indica a mais um aspecto: Imersão.

    Existem diferentes modos de se proporcionar a imersão do jogador. Esta pode ser alcançada por uma narrativa sólida, mecânicas intuitivas, controles bem planejados e de muitas outras formas, porém, quando se tem um time de arte e design tão competente em seu trabalho ou uma tecnologia de renderização tão avançada, fica realmente mais fácil.


    A Animação:

    Para os familiarizados com jogos de luta, este é um fator que tem grande peso na leitura do jogo. Um jogo de luta é sobre ler movimentos e reações do adversário tanto no real quanto no virtual. Para reconhecermos um golpe em um determinado momento, é necessário que o personagem desfira o ataque com claresa, ou seja, gestos visíveis e distintos que marque a animação de uma forma que possamos distingui-los durante o momento da luta.

    Exemplos disso são Mortal Kombat (2011) e Mortal Kombat X, sendo um o bom exemplo e o outro o ruim. O apelo ao realismo em MKX fez com que o time deixasse de lado uma importância maior à animação caricada dos movimentos fazendo com que seja mais difícil ter uma boa leitura da ação de alguns personagens em certo momento. Já em Mortal Kombat (2011), as cores mais vibrantes e reações mais exageradas delineiam perfeitamente as ações ao jogador de maneira muito mais direta.

    Ainda com o mesmo exemplo, é possível discutir a narrativa pela animação. Em MK (2011) A pose de um personagem é parte responsável pela construção de seu “caráter”, revela origens, estilo e mente. Sub Zero, com uma pose mais centrada, defensiva inerte aponta ao seu elemento definidor – o Gelo – enquanto a pose de Scorpion simboliza o “escorpião” com o braço arqueado por trás como um ferrão de maneira agressiva.

    Mortal Kombat X sofre bastante neste aspecto, em que muitos dos personagens tem instâncias de combate extremamente desengonçadas, estranhas e sem nenhum caráter. Monges shaolin mais cambaleantes que bêbados, Reis sem postura de poder e guerreiros completamente desbalanceados. Aos que entendem inglês, recomendo:


    Competitividade:

    Pequenos detalhes, grandes diferenças. Em jogos como Counter-Strike: Global Offensive, situações podem entregar a posição de um inimigo pela projeção de sua sombra. Em outros jogos como PUBG, o baixo nível da renderização de algumas vegetações em longas distâncias confunde jogadores ao se parecer com inimigos.

    Estes são dois exemplos claros em que a atenção à detalhes e qualidade dos gráficos pode tanto aprimorar a experiência, enriquecendo o gameplay ou diretamente atrapalhar a identificação de elementos fundamentais ao jogo.

    Outro exemplo está nos jogos de corrida. Aos que se interessam pelos simuladores, parte do desafio é aprender o traçado dos circuitos, os pontos de frenagem e aceleração, do reconhecimento de trechos e pontos de referência para não depender somente do mapa visual. A visibilidade das placas indicativas de curvas e de elementos às margens que podem servir como tais referências, assim como poder enxergar claramente os sinais como luz de freios e a fumaça do travamento de rodas dos adversários pode prevenir colisões e te presentear com a vitória.


    Identidade:

    Certos jogos são lembrados com muito carinho hoje justamente por sua identidade visual. Uns arriscam nas mecânicas, no enredo, na trilha sonora, outros arriscam inovar em novos modos de representar o mundo virtual pela tecnologia.

    Jogos como Borderlands, XIII e outros se aproveitam de uma tecnica chamada Cel Shading para simular um visual cartunesco em ambientes 3D, engrossando liinhas, saturando cores e solidificando sombras e gradientes. Essa é também uma das tecnicas mais usadas para transpor a estética dos quadrinhos e mangás para o virtual, justamente pelo efeito que proporcionam. Outro exemplo é Street Fighter III para Street Fighter IV, em que a animação em duas dimensões fora basicamente convertida para um 3D (também conhecido como 2.5D) na sequência.

    Metal Slug é também uma série extremamente aclamada não somente pelo seus gameplay mas pela riqueza e características de sua arte. Tudo, desde os veículos e armas, seguem uma temática coerente, a animação das ações dos personagens, suas poses, gestos, marcam profundamente a forma com que a experiência é concebida. O satirismo com a simbologia nazista no uniforme dos soldados é outro ponto a se chamar atenção.


     MENTE DESCONTÍNUA:

    Em alguns exemplos vistos, os gráficos não possuem tanto impacto na jogabilidade, no enredo ou em mais elementos. Mas aí que está a questão: o video game não é apenas gameplay, apenas enredo, uma coisa ou outra. O video game é tudo ao mesmo tempo – o Audiovisual Interativo! Todos os seus elementos têm sim determinada importância e acredito ser extremamente prejudicial nos prendermos num ínfimo debate sobre “qual é mais importante que o outro”. É preciso compreender o lugar de cada um dos seus elementos para a contribuição da experiência.

    Como “São Pirula” dizia, a mente descontínua é a que não se deixa compreender a relevância mútua de dois ou mais aspectos. “ou é inutil, ou é mais importante que tudo!”. O problema é que o mundo não funciona em binarismos simplistas. Diferentes pesos necessitam de diferentes medidas.

    É, contudo, fundamental lembrar que existe sim uma discussão sobre PRIORIDADES que se faz muito mais que válida. Digo a respeito de um foco exacerbado de recursos e atenção a um elemento e abnegação de outro, que é o caso de muitas AAA contemporâneas. O debate saudável não é se algo é ou deixa de ser relevante ou necessário, mas sim ATÉ QUE PONTO ESTES ELEMENTOS SÃO RELEVANTES E NECESSÁRIOS. E esta é uma discussão para outro momento.

    Metal Slug

    Plataforma: Neo Geo
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      santz · 14 dias atrás · 5 pontos

      Gráficos sempre importam. Nunca pode ser o grande definidor se um jogo é bom ou ruim, mas é um os pontos mais importantes dos jogos desde o começo dos tempos. A direção de arte e as animações são os que realmente geram gráficos belíssimos, mas todos os demais pontos devem ser levados em consideração. Jogos feios tem que brilhar muito nos outros quesitos para ter destaque.

      2 respostas
    • Micro picture
      artigos · 15 dias atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      johnny_bress · 8 dias atrás · 3 pontos

      e é por isso que esta é a rede social de games mais foda de todas. a galera cria otimos conteudos;

      1 resposta
  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2018-12-03 10:26:17 -0200 Thumb picture

    A difícil missão de zerar jogos muito grandes

    Escrevi um artigo/desabafo no Arkade sobre meu problema em zerar jogos muito grandes, e como é difícil conciliar essas jornadas enormes com a rotina da "vida adulta".

    Falo como alguém que ainda não conseguiu zerar Red Dead Redemption 2. Nem Horizon Zero Dawn. Nem Assassin’s Creed Origins (o Odyssey muito menos). Nem The Witcher 3. Nem Zelda Breath of the Wild, e por aí vai.

    Se você também sofre com isso, clica na imagem ali em cima (ou pode clicar aqui, tmb) e vem participar desse debate. ;)

    Red Dead Redemption 2

    Plataforma: Xbox One
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      shucrute · 2 meses atrás · 4 pontos

      Eu costumo me forçar a ficar só num jogo. Não jogo um jogo novo enquanto não terminar o que eu to jogando no momento. Não sou de platinar nem nada, terminando as missões principais e secundárias já me dou por satisfeito e passo pro próximo.

      9 respostas
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      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 3 pontos

      Verdade...estou passando isso com MAD MAX...
      Tô vendo que já tenho praticamente 100h de jogo... "open world" é foda!
      VIDA ADULTA também...

    • Micro picture
      raiden · 2 meses atrás · 3 pontos

      A minha solução pra isso foi sacrificar várias madrugadas.... Dormir pra que? ^^

      4 respostas
  • vaojogar Vão Jogar!
    2018-11-12 21:38:34 -0200 Thumb picture

    CPMG3 - A adaptação para sobrevivência da Campus Party MG

    Mesmo com todas as dificuldades, a #CPMG3 termina com saldo positivo e expectativas otimistas para 2019.

    Nos acompanhe também pelo Telegram, acesse https://t.me/vaojogar e inscreva-se!

    6
  • palomaref Paloma Cristini
    2018-09-05 15:16:43 -0300 Thumb picture

    6 Séries que viraram Games

    Medium 3668157 featured image

    Data original da postagem: 23/07/2015
    Site original de postagem: Co-op Geeks

    Gamer que é gamer realmente gosta de ficar horas jogando seus jogos favoritos, mas algum momento todos temos que descansar, certo?
    Muitos escolhem sair, ir ao cinema, ler, dormir, fazer quadradinho de 8 (oi?!) e vários outras coisas, mas um em particular, com certeza, está na rotina de muitos jogadores por aí: as série de TV; principalmente se você se considera um Geek.
    Os seriados são os novos vícios do público em geral, e estão constantemente reformulando a cultura pop junto dos games, e quando esses dois mundos se juntam em um só, a garantia de diversão e entretenimento é duplicada.
    A seguir, listaremos algumas das séries de TV que foram transportados para os games e que merecem o seu conhecimento!

    6 - Game of Thrones

    A série de livros mais aclamada no mundo que passou todo esse sucesso para sua série de TV, que também arriscou e tentou se dar bem também no mundo dos games, obtendo ótimos resultados. Aqui no Brasil conhecido como As Crônicas de Gelo e Fogo (ou também como Guerra dos Tronos), o seriado teve seu primeiro game lançado para PlayStation 3, Xbox 360 e PC. Intitulado como Game of Thrones, o game é baseado em alguns dos eventos presenciados nas primeiras temporadas do seriado, e utiliza o gênero RPG como base da jogabilidade.
    Após o sucesso, fora lançado um game em estilo 8-bits, bem curto, da série, somente para PC, sendo bem recepcionado por garantir uma extrema diversão.
    Mas o maior sucesso fora recebido pelo o game que está sendo lançado em formato episódico e traz relações com eventos dos livros e da série, mas de forma paralela, trazendo tramas originais: Game of Thrones: A Telltale Games Series. Disponível para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One, PC, iOS e Android. Confira o trailer do game:

    5 - CSI: Investigação Criminal

    A série de investigação mais famosa do mundo também dominou os consoles. Colocando os jogadores para experimentar como é ser um investigador forense, os games de CSI: Investigação Criminal te oferecem vários casos para serem resolvidos, e para isso será preciso, realmente, fazer o trabalho completo de um investigador: a procura e analise de pistas e evidencias em vários cenários, interrogatórios e, por último, claro, apontar o verdadeiro assassino. Tal seriado tem diversas versões e representantes a altura do sucesso para os consoles, para você escolher qual jogar. Confira o trailer de CSI: Deadly Intent, que é o preferido dos fãs da série:


    4 - Arquivo X

    Os alienígenas também saíram da TV e tiveram seu lugar no mundo dos games. Os jogadores, através disso, tem a oportunidade de controlar os famosos agentes do FBI Fox Murder e Dana Scully em alguns casos típicos do seriado Arquivo X. Tais jogos nos colocam em casos como desaparecimentos e mortes de vitimas relacionada aos fenômenos de extraterrestres, juntando resolução de puzzles e até combate com os inimigos do enredo da série.
    Arquivo X tem, somente, três games lançados, mas garante uma ótima imersão na série. The X-Files: Gamefoi o de maior sucesso, e é lembrado até hoje:


    3 - 24 Horas

    E não é que o famoso agente Jack Bauer também dominou a ação dos games e entrou para esse mundo, tendo seu próprio game?
    A famosa série de TV de ação 24 Horas proporciona uma ótima interação para seus expectadores através do seu único game lançado, para PlayStation 2, onde controlamos personagens conhecidos na série, principalmente o próprio agente Jack Bauer, em situações de perseguições alucinadas, tiroteios, interrogatórios, puzzles e tudo mais que um dia agitado na vida do agente pode oferecer.


    2 - The Walking Dead

    Com games já reconhecidos pela temática apocalíptica zumbi, como Resident Evil, Dead Rising e Left4Dead, o seriado The Walking Dead arriscou em estrear nos consoles. Resultado? Sucesso total!
    Com duas temporadas, um premio Game of The Year (jogo do ano) e mais uma temporada confirmada, o seriado, mesmo com o enredo diferente do que aquele mostrado na TV, veio para nos viciar ainda mais em todo esse mundo pós-apocalíptico tomado por zumbis.
    The Walking Dead: a Telltale Game Series já conta duas temporadas, sendo dividida em capítulos, ao estilo Click&Play, disponível para PlayStation 3, PlayStation 4, PlayStation Vita, Xbox 360, Xbox One, Android, iOS e PC.


    1 - South Park

    Parece que os meninos da pacata cidade de South Park cansaram de ficar somente na TV e expandiram suas “brincadeiras” para os games. O seriado animado, famoso por seu humor negro e conteúdo adulto, teve vários games lançados, tudo para experimentarmos o universo da zoeira diária e diversas situações bizarras criadas por Cartman e sua turma, fazendo com que a franquia de jogos seja um dos mais jogados do mundo.

    Várias outras series de TV também teve suas versões para o mundo gamer, como House M.D., Grey’s Anatomy, Glee, Lost, Battlestar Galactica... Tudo para proporcionar ainda mais a interação dos fãs em todo o enredo e personagens dos seriados, o que acaba dando mais que certo, já que ambos os mundos de entretenimento tem muitas coisas em comum e todo tipo de entretenimento adiciona mais e mais à cultura pop.

    24: The Game

    Plataforma: Playstation 2
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  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-28 13:56:54 -0300 Thumb picture

    FÉRIAS: Guia Turístico Gamer

    Medium 3665787 featured image

    Data original do artigo: 04/12/2015
    Site original da publicação: Co-op Geeks

    Atenção queridos turistas! Já sabem onde passar suas férias ou fazer um passeio num final de semana qualquer? Temos destinos cheios de aventuras, romances, princesas presas em torres, guerras épicas e alguns monstros aqui e acolá. Cheguem mais e saibam o que preparamos para vocês aproveitarem muito suas horas de lazer e tornar sua experiência inesquecível!
    Apresentamos a vocês nosso guia turístico, que levará vocês às mais variadas cidades fictícias dos games, fazendo um tour pelos destinos incríveis desse mundão virtual. Faça sua mochila, pegue sua garrafa d'água, coloque um chapéu e embarque conosco. Ah! Não esqueçam a toalha!


    Los Santos - GTA

    Los Santos é uma das cidades mais famosas do mundo, devido seus grandes pontos turísticos apresentados no game GTA V, como o Sinal de Vinewood, o Observatório de Verdant Bluffs e a Praia de Santa Marina. É uma das maiores cidades de San Andreas. Por ser uma cidade grande, seus altos índices de violência e comércio ilegal de drogas assustam os seus cidadãos. Contudo, sua economia vem crescendo muito, principalmente pelos grandes investimentos na cidade, e também, pelo variado comércio local.Possui lugares lindos, como as docas e os parques, ideais para passear com a família e, talvez, fazer um piquenique. É um lugar que inspira adrenalina e onde as pessoas adoram praticar esportes radicais, como paraquedismo, asa-delta, passeios de helicóptero, ciclismo, além de corridas e algumas maratonas. É comum ver em suas ruas, carros em alta velocidade fugindo da polícia e troca de tiros entre bandidos e policiais ou entre as gangues da cidade.


    Silent Hill

    É uma cidade turística e de passeio, isolada, cercada por grandes montanhas e por um grande lago chamado Toluca. É um lugar segmentado, envolto em névoa que, como em muitas cidades pequenas, é permeada por um antigo mal demoníaco e tem criaturas rondando suas ruas e prédios, que só podem ser vistos por pessoas "especiais". A cidade, continuamente, troca entre a nossa realidade e a decadência do "outro mundo", sempre criado pela mente perturbada de seus visitantes. Geralmente, atrai os visitantes que possuem alguma ligação preliminar com ela. A localização exata de Silent Hill é complexa, pois já foi encontrada próxima à Nova Inglaterra, Portland e também nos Estados Unidos, por isso, somente quem tem muita sorte (ou azar) consegue passar uma temporada por lá.

    Zanarkand - Final Fantasy X

    Presente no game Final Fantasy X, Zanarkand é uma ex-metrópole localizada à beira norte da Spira, construída há 1000 anos atrás, muito maior e mais avançada que as outras cidades, porém com poucos artefatos tecnológicos. É um lugar que consegue reunir várias tribos diferentes nos eventos de Blitzball, que é uma espécie de futebol jogado com esferas de água, e geralmente ocorrem no grande estádio da cidade. Um dos maiores times desse esporte é o Zanarkand Abes, e, por conta disso, a cidade constantemente realiza torneios incentivando seus moradores a praticar esportes.Algumas destruições acontecem de vez em quando, numa "espécie de maremoto", deixando pontos da cidade em ruínas, mas não ocorrem há alguns anos. Estas ruínas acabam tornando-se atrações turísticas, que são bastante visitadas, principalmente pelos moradores locais. O nome da cidade remete à um tipo de romance exótico, devido sua beleza rara.

    Dream Land - Kirby

    É o reino onde Kirby vive a maioria de suas aventuras em toda a sua franquia. Famoso por suas montanhas e florestas, Dream Land já chama a atenção por ser o local onde Kirby reside, e por vários outros locais também, como Float Island, MT. Dedede (onde o rei de Dream Land, King Dedede, reside), Ice Cream Island, Yogurt Yard, Fountain Dreams e muitos outros.

    Hyrule - The Legend of Zelda

    É o famoso reino responsável pelos cenários presentes nos games da franquia The Legend of Zelda. Como o nome já é alto referência ao estado monárquico de Hyrule, e até mesmo da religião presente no local, o reino impressiona os jogadores por seus maravilhosos campos, montanhas e vilas, sendo de principal visita o Hyrule Castle, Lake Hylia e Kakariko Village.

    Raccoon City - Resident Evil

    Sim, sim... Essa cidade que fora tomada por zumbis é o sonho de férias de muitos jogadores por aí! A cidade chama logo a atenção do jogador no primeiro game da série Resdent Evil, com as Montanhas Arklay, e nos games seguintes com os cenários na R.P.D. (Raccoon Police Department), Raccoon Clock Tower, Jack’s Bar e diversos outros locais típicos de cartão-postais.

    Gotham - Batman

    Presentes não só nas HQ’s mas também no mundo dos games, a famosa cidade protegida por Batman, localizada no Condado de Kane, no estado de Nova Jersey, fica em uma baía homônima que se abre a partir da foz do rio, também de mesmo nome, no Oceano Atlântico. É uma cidade que apresenta cada vez mais semelhanças com grandes cidades do mundo, onde existe altos índices de criminalidade, prostituição, violência e corrupção, e por conta disso, vários super-heróis já passaram algumas férias por lá, para "relaxar os músculos".
    É um lugar marcante pelo seu aspecto sombrio e cruel, com um lado obscuro, onde o perigo ronda em cada esquina. É extremamente recomendado que as saídas à noite sejam evitadas, devido ao aumento da violência nos últimos anos. Contudo, possui lugares belíssimos que devem ser visitados, como o Estádio dos Gotham Knights, o Aeroporto Internacional Archie Goodwin, o Parque Robinson e a Torre do Relógio.

    Lordran - Dark Souls

    Uma terra de anciões muito antigos, que fica localizada em uma região montanhosa, presente no game Dark Souls. Diz a lenda que é um lugar onde há muitos mortos-vivos em peregrinação, e como toda cidade grande, está repleta de perigos espalhados por todos os lados.
    Os curiosos que desejam se aventurar por estas terras encontrarão muitas florestas, cavernas e algumas ruínas e é provável que encontre problemas no caminho. Possui uma arquitetura interessante, e seu território lembra bastante uma grande roda, com um lindo castelo em seu centro. É um lugar onde seus visitantes frequentemente perdem a noção do tempo e acabam passando horas e horas andando por entre suas ruas e vielas.

    Los Perdidos - Dead Rising

    A cidade pós-apocalíptica da série Dead Rising, sendo conhecida por muitos, e até pela produtora do game, como a cidade mais obscura já criada por eles. Presente desde o Dead Rising 2, Los Perdidos é dividido em quarto distritos: Central City, Sunset Hills, Ingletom e South Almuda; e todos os lugares merecem receber nossa pequena visita (ou não...).

    Banoi - Dead Island

    Banoi, de Dead Island, é uma ilha paradisíaca muito bem localizada na costa da Nova Guiné e possui um resort tropical fantástico, ideal para se passar as férias de verão. É um lugar sempre badalado, cheio de festas incríveis e pessoas bonitas, palco dos melhores shows do cenário musical. O único problema é que, às vezes, acontecem incidentes envolvendo algum zumbi e o pânico geral se espalha, mas, sem esses incidentes e a quantidade de lixo que fica espalhado pelos cantos, o lugar é perfeito para se divertir com os amigos. Suas prais são limpas, com águas cristalinas e ambientes perfeitos para se passar um dia de sol. Também possui um lindo arquipélago que não pode ficar de fora do roteiro de nenhum mochileiro que se preze.

    Tristram - Diablo

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Presente na série Diablo, Tristram é uma cidade em ruínas e seu acesso é um tanto dificultado, pois é realizado através de um portal mágico, conjurado por pedras especiais que devem ser tocadas em uma determinada ordem. Esta cidade tem um grande monastério, acampamento para ladrões, um deserto para os mais exóticos, além de florestas tropicais que são ideais para se fazer trilhas e passeios em família. O único problema é que o lugar tem uma via expressa que faz ligação direta com o inferno, e por isso, é tomado por demônios e mortos-vivos seguidores de Diablo e de seus outros Males Fundamentais.

    Bright Falls - Alan Wake

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    Apesar de Alan Wake ser aquele jogo macabro, Bright Falls é um lugar lindo e muito simpático. Possui uma grande floresta, fazendas e um parque maravilhoso, especialmente à noite. Recomenda-se que nunca se ande sozinho pelas ruas à noite, principalmente sem fontes de luz, como lanternas e isqueiros, devido à grande quantidade de ataques aos desavisados. Tem ótimos restaurantes, um farol, cabanas e é referência no tratamento de problemas psiquiátricos. Possui uma rádio local bem atual e sua história e cultura estão estampados nas placas pela cidade, o que facilita a vida do guia turístico e dos turistas perdidos. É um ótimo lugar para fazer coisas que você não irá lembrar depois, como escrever um livro, por exemplo.

    Limbo - DmC: Devil May Cry

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    A metrópole famosa por sua realidade paralela tomada por criaturas demoníacas, é um local de grande curiosidade dos jogadores, e responsável por maior parte dos cenários e conflitos de Dante em DmC: Devil May Cry. O principal ponto turístico de Limbo é a Devil’s Dalliance Nightclub.

    Rapture e Columbia - Bioshock

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    A franquia possui duas cidades fictícias que fizeram sucesso imediato: Rapture e Columbia. Rapture é a cidade debaixo d’água, onde o jogador passa a maior parte do primeiro game da série, e faz com que o jogador se depare com ambientes bem macabros e até mesmo engraçados. Já Columbia é o contrário: a cidade que fica nos céus. Suspensa por vários e gigantescas aeronaves, Columbia tem um sistema de movimentação pela cidade tão diferenciada que não é só isso que vai logo viciar os jogadores, mas sim os cenários maravilhosos em plena cidade flutuante, como o Hall of Heroes, First Lady’s Memorial, New Eden Square e muito mais.

    Sunset Valley - The Sims

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    E quem é que nunca desejou passear pelas vizinhanças da franquia The Sims? Uma das mais famosas é a Sunset Valley, de The Sims 3, que tem como principal atração o Parque Central, onde um passeio, um piquenique, pesca e uma boa conversa ao ar livre deixa qualquer Sims, e nós também, alegre. Outras vizinhanças famosas em The Sims são Bela Vista e Vila Verona, onde mistérios, desaparecimentos e as brigas das famílias mais poderosas do local chama a atenção de qualquer jogador.

    Sim, tem muitos lugares que nós, gamers, gostaríamos de visitar em uma viagem planejada, ainda mais as fictícias. A lista ficou grande sim, mas acreditem que ainda existem várias e várias cidades, mundos e reinos que faríamos questão de passar horas e horas visitando cada canto e apreciando os locais que fizeram parte, e ainda fazem, da nossa vida gamer.

    14
    • Micro picture
      mattfenrir · 5 meses atrás · 2 pontos

      Tem alguns lugares aí que eu não iria não kkkkkkkkk. A não ser que me garanta um arsenal.

      3 respostas
    • Micro picture
      kess · 5 meses atrás · 2 pontos

      Los Santos é só amor!

  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-16 08:05:47 -0300 Thumb picture

    Os Zumbis e a Cultura Pop

    Medium 3662034 featured image

    Data original do artigo: 01/05/2015
    Site original da postagem: Co-op Geeks

    Os zumbis, ou mortos-vivos, estão atualmente dominando a cultura pop. Seja em jogos, filmes, séries, quadrinhos, e até mesmo livros, os monstros caíram no gosto do púbico e são infinitas as possibilidades em que as criaturas são usadas. Mas você conhece a origem de tudo isso? Nesse artigo especial, você conhecerá um pouco mais, sobre os terríveis zumbis.

    Origem

    A origem do termo “zumbi” é incerta, mas acredita-se que se deriva de nzambi ou nzumbi, que significa “divindade” ou “espírito ancestral”, em dialeto africano. O berço dessa origem é no Haiti, lugar onde acontecem rituais de vodu, prática que tem fortes ligações com os zumbis. Durante essas cerimônias, as pessoas dançam, entram em transe e incorporam entidades chamadas Iodas, e comem animais sacrificados. Entre esses praticantes, há os Bokos (feiticeiros), que seriam capazes de ressuscitar cadáveres e torná-los seus escravos, trabalhadores sem vontade própria. Isso seria possível pela ajuda de um pó venenoso, que deixa a vítima catatônica (esse pó é feito com ossos humanos pulverizados, lagartos, a carcaça de um sapo venenoso e um verme aquático, mas o principal ingrediente para esse pó é o peixe baiacu. Todos são grelhados e depois triturados em um pilão). E é assim que os zumbis ganham vida, segundo a cultura haitiana!

    Nós gamers, estamos acostumados com outro tipo de histórias sobre a origem dos zumbis, contadas em jogos como Resident Evil, Left 4 Dead e Dead Rising etc; Através desses games, outra teoria é levantada e aceitada por várias pessoas para a explicação da existência de zumbis: Vírus! Uma epidemia por animais e/ou roedores urbanos poderia causar uma contaminação de centenas de pessoas e torná-las zumbis. Uma pessoa infectada, em 2 horas, terá dor de cabeça, febre e calafrios; Em 24 horas, entra em coma profundo, parecido com a morte, e seus sinais vitais diminuem gradativamente; Em 30 horas, a transformações é completa: o zumbi não responde a estímulos e só age em uma função básica: se alimentar de carne humana!
    Os zumbis não vivem para sempre, pois mesmo sendo essas aberrações todas, eles são cadáveres ambulantes e seus corpos ficam expostos, sendo fácil alvo de bactérias que causam a sua decomposição. O zumbi pode viver, no máximo, 1 ano. No início de sua transformação, a pele adquire manchas e feridas abertas, alimento ideal para as bactérias. Depois de um tempo, orelhas, nariz, dedos dos pés e das mãos apodrecem e caem. Passando mais tempo, os ossos ficam expostos, fazendo com que parte dos braços, alguns dentes e olhos sejam perdidos. Com o passar do tempo, eles não conseguem nem se manter em pé, causando, definitivamente, sua morte.


    Curiosidades

    - Zumbis sofrem de miopia grave, enxergando o mundo em preto e branco. Também não escutam muito bem, mas tem um olfato excelente, assim farejam suas vitimas a quilômetros de distancia;
    - Eles não respiram, assim não precisam de hemoglobina, explicando o fato deles obterem um sangue escuro e grosso. Sua respiração é feita por contrações musculares do corpo;
    - Toda a carne humana ingerida pelos zumbis vai para seu intestino, onde apodrecem e são expulsas, mas eles não precisam se alimentar para se manterem vivos, fazendo com que isso se torne apenas uma caça por mero prazer doentio.


    Infestando os games

    A cada dia que passa, mais jogos com o tema voltado para apocalipse zumbi são lançados. Além dos já citados Resident Evil, Left 4 Dead e Dead Rising, o game mais atual a colocar zumbis como inimigos, foi o aclamado e bem sucedido The Last of Us, que diferentemente da maioria dos games, a causa da infecção não é um vírus, ou experiência biológica, mas sim a ação de um fungo existente no mundo real, chamado cordyceps. O fungo domina o hospedeiro e o transforma em uma criatura hostil e sanguinária. Diversas mutações acontecem no decorrer do tempo de infecção. O parasita por fim, termina o ciclo de transformação deixando o infectado quase sem características humanas.

    Infectando de diversas formas

    A série em quadrinhos The Walking Dead, que ganhou uma série de TV e em seguida dois jogos de videogame, também é uma das responsáveis pela propagação do sucesso que os zumbis estão fazendo atualmente. Porém, nesse caso, o motivo da infecção não é revelado.

    Quanto tempo irá durar essa epidemia?
    Podemos ter certeza de que a moda zumbi permanecerá na cultura pop por um longo tempo, já que o contexto em que as criaturas podem ser inseridas é infinito e cheio de espaço para criação e adaptação. Como por exemplo, a subdivisão de gêneros onde zumbis podem aparecer em títulos de ação, terror, ou num conjunto de ambos. 

    Resident Evil 6

    Plataforma: Playstation 3
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      roberto_monteiro · 5 meses atrás · 2 pontos

      Muito legal!

      Eu acho incrivel como á uma liberdade para criar algo relacionado ao mundo zombie, se olharmos World War Z o infectado se transforma em questão de minutos, Outros, igual você citou, podem demorar dias.
      Em Walkin Dead todos já estão infectados, o que eu acho que nunca vi em outro lugar..

      Mas de fato, Zombies everywhere! haha

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      mattfenrir · 5 meses atrás · 2 pontos
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  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-02 16:12:22 -0300 Thumb picture

    A Evolução de Metal Gear

    Medium 3657827 featured image

    Data Original do artigo: 30/06/2014
    Site Original de postagem: Co-op Geeks


    Desde os primórdios até a nova geração de consoles, a franquia Metal Gear vem sendo o exemplo chave de um game estilo stealth, conseguindo evoluir junto com os consoles ao passar dos tempos, mas nunca perdendo sua essência: o enredo complexo e muito bem encaixado em cada game lançado. A produtora da franquia, Konami, também é uma das produtoras mais aclamadas nesse mercado, conhecida por seus inúmeros games de sucesso.
    Esse artigo resumirá um pouco sobre tudo da franquia de mais sucesso da empresa, e falar das suas evoluções, seja no enredo, na jogabilidade ou nos armamentos de cada game.

    Metal Gear

    A franquia começa com o game Metal Gear, lançado no ano de 1987 para MSX2. O enredo se baseia na infiltração do agente secreto Solid Snake na fortaleza de Outer Heaven, que carrega uma arma com poder nuclear capaz de mudar as guerras, denominada Metal Gear.

    O que chamava a atenção do game logo de inicio era a jogabilidade diferenciada para alguns games da época. O jogador começava a jogar sem arma alguma e tinha que avançar, pacientemente pelo cenário até conseguir algumas armas como metralhadoras, pistolas automáticas, explosivos e demais apetrechos necessários para alcançar o objetivo principal da missão, tudo isso sem chamar a atenção dos vários guardas espalhados pelo cenário, pois se o agente fosse visto, mais guardas apareceriam para tentar colocar um “game over” na tela.

    Metal Gear 2

    A sua sequencia, Metal Gear 2: Solid Snake, lançado em 1990 para MSX2, não evoluiu tanto quanto os demais games no sentido de armamento e jogabilidade, mas seu enredo, que agora se baseia em se infiltrar em Zanzibar Land, um território em alto conflito, para resgatar o Dr. Kio Marv e destruir uma nova ameaça nuclear, o Metal Gear D, promete um resultado bem promissor na história.

    Metal Gear Solid

    Partindo para a “geração do CD’s”, temos o Metal Gear Solid, lançado em 1998 para Playstation, que é um game reconhecido como o mais influente na história dos consoles por várias e várias listas feitas por diversos sites e revistas do mundo que são símbolo da cultura gamer.

    O enredo se resume, como sempre, na infiltração do agente Solid Snake em Shadow Moses, uma ilha situada no Alasca que está sendo usada por um grupo terrorista para o desenvolvimento e teste da nova ameaça nuclear, o Metal Gear Rex. Ao longo do enredo, descobrimos as verdades por trás da unidade em que Snake trabalhava, a FOX-HOUND, e até sobre seu passado.
    A evolução nesse game fica por conta do novo armamento e itens encontrados ao decorrer do gameplay, pois estão com maior facilidade de manuseio, maiores opções de um mesmo estilo de armas e itens novos que nos ajudam a avançar nos cenários com armadilhas e até a nos esconder e se infiltrar na base sem maiores problemas. A jogabilidade continua a mesma, somente melhorando a movimentação do personagem. Esse é o primeiro game da série a ter um modo de treino, permitindo a prática das novidades disponíveis.

    Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

    O game Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, lançado para Playstation 2 no ano de 2001, não traz muitas inovações na jogabilidade e no armamento. Na verdade, se assemelha muito com seu antecessor, mas a grande novidade está no enredo. Depois de três games da série serem protagonizados pelo agente Solid Snake, isso mudo assim que você termina o capítulo Tanker presente no game (conhecido mais como o prólogo da história do MGS2). O protagonista, agora, é o agente Raiden, que se infiltra na base Big Shell, tomada por dois grupos terroristas, os Sons of Liberty e Dead Cell. Enquanto eles ameaçam a vida do presidente dos Estados Unidos, mantido em cativeiro na base, e também em causar uma catástrofe ambiental na petrolífera, uma nova arma nuclear é fabricada em massa, o Metal Gear Ray. No desenrolar da história, nosso novo protagonista se vê cercado em uma grande farsa em sua missão e em todo seu passado.

    Metal Gear Solid 3: Snake Eater

    O game sucessor, Metal Gear Solid 3: Snake Eater, lançado também para Playstation 2, no ano de 2004, evoluiu tanto na jogabilidade e armamento, como no enredo.
    Situado em plena época da Guerra Fria, nosso novo protagonista Naked Snake é mandado para as florestas da União Soviética para resgatar um cientista chamado Sokolov, e tamém para exterminar uma ameaça nuclear, denominada Shagohod (pode ser chamado de Metal Gear também, mas esse foi somente um projeto).
    As mudanças começam a partir do enredo, pois agora estamos controlando mais um novo personagem hiper importante para a franquia, e vemos ao decorrer do jogo em como ele se torna o lendário agente Big Boss. Já as mudanças na jogabilidade e armamento ficaram, no começo, desesperador para muitos, mais ainda para os fãs da série. A mudança foi radical, pois até o modo em que o jogador recuperava a vida era mais realista, precisando caçar animais e até se curar de alguns ferimentos feitos por projéteis e bicadas de animais, tudo para não morrer de fome ou até envenenado. O sistema de armamento, agora, só te deixa disponível até seis tipos de armas e apetrechos no inventário de acesso rápido, pois agora você terá uma mochila que te limitará a levar tudo o que pega. Ou seja, realidade ao extremo para sobreviver em meio a uma floresta, mas ainda com a essência do stealth, pois agora é possível até uma combinação de camuflagem para melhor se esconder de seus inimigos. Um novo sistema de combate também foi acrescentado na série, o famoso CQC (Close Quarters Combat ou o combate corpo-a-corpo, como muitos falam), que facilitou ainda mais a parte da espionagem no jogo e deu uma nova interação dentro do game.

    Metal Gear Solid: Portable Ops

    A continuação de MGS3, o game Metal Gear Solid: Portable Ops, lançado para PSP no ano de 2006, marca a entrada oficial da franquia num portátil e suporte a um multiplayer online. O enredo se foca em Naked Snake, agora já com o codinome Big Boss, na America do Sul, lutando para a realização de algumas de suas próprias missões e projetos, já que o término da unidade em que trabalhava fora decretada, a FOX. O enredo evoluiu, pois faz com que voltemos na história da franquia e nos permite presenciar a criação de alguns elementos chave, como a unidade FOX-HOUND, Patriots e até mesmo a criação da fortaleza Outer Heaven.
    A jogabilidade muda novamente, sendo tomada totalmente pela ação, nos dando pouco momentos de stealth no jogo. Já o armamento continua o mesmo que seus antecessores, sendo apenas um pouco mais limitado em questão a opções para escolha de armas.

    Metal Gear Solid 4: Gun's of The Patriots

    Já na geração do Playstation 3, temos o Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots, lançado no ano de 2008, e mais uma vez, foi um game que revolucionou em todos os aspectos, se tornando o game mais influente da década.
    O enredo, agora, fica por conta do agente Solid Snake em seu estado avançado da idade, sendo assim dado pelo codinome Old Snake. Lutando contra uma doença que avança rapidamente e prejudica todo o seu organismo e estado atual, Snake volta a ativa para sua última missão, em salvar o mundo novamente das mãos de Liquid Snake, que agora toma lugar no corpo de um personagem muito conhecido na série, Revolver Ocelot, sendo assim chamado como Liquid Ocelot (sim, é complicado entender isso... rs ). Conforme o andar da história, voltamos um pouco na história de cada Metal Gear já lançado, afim de explicar a origem e como tudo aconteceu desde então.
    A jogabilidade do game continua a mesma vivenciada em MGS3, com algumas pequenas modificações, como no CQC, que foi remodelado, tornando um pouco mais trabalhoso o uso do mesmo, mas é considerado ainda mais eficaz que no MGS3. Outra modificação foi na camuflagem usada pelo personagem, tornando- a mais rápida e eficaz, ou seja, assim que o jogador encosta na parede ou em qualquer outro lugar, a camuflagem muda para a textura do mesmo (tecnologia chamada Octocamo). Alguns apetrechos usados pelo nosso agente como binóculos e radares fora substituído pelo Solid Eye, um aparelho que faz a função do binóculos, radares e visão noturna tudo num só aparelho.

    O armamento, dessa vez, traz fuzis e explosivos mais pesados, pois os inimigos enfrentados agora são todos robotizados, tornando-os mais resistentes, mas ainda com a disponibilidade de opções de armas para escolha durante o gameplay do jogador.

    Metal Gear Solid: Peace Walker

    Metal Gear Solid: Peace Walker, lançado em 2010 para PSP, foi o segundo da franquia para o portátil. Esse game é considerado, desde a época de seu lançamento, um importante passo para o projeto hoje conhecido como o Metal Gear Solid V, pois o enredo do projeto já começa a partir desse game. Sendo Big Boss o nosso protagonista novamente, o enredo se dá por enfrentar uma força militar na America do Sul que ameaça o mundo com armas nucleares (supostos Metal Gear’s, mas ainda em construção). A jogabilidade é semelhante ao do MGS Portable Ops, com pequenas mudanças para dar mais espaço para uma jogabilidade cooperativa, seja offline ou até mesmo online (melhorado nesse jogo). O armamento também é semelhante ao que fora visto no MGS Portable Ops, com limitações, obtendo mais fuzis e explosivos, por ser um game mais voltado a ação.

    Metal Gear Rising: Revengeance

    Voltando para a geração do Playstation 3, temos o Metal Gear Rising: Revengeance, lançado em 2013 também para Xbox 360 e PC’s. Até então, a franquia era exclusiva para a plataforma Playstation, mas isso muda com o lançamento desse game, trazendo inúmeras criticas do publico, positivas e negativas.
    A sua jogabilidade e enredo foi alvo imediato dos jogadores assim que o game foi lançado, pois a mudança foi muito mais radical do que os games anteriores, algo totalmente diferente do que estávamos acostumados a ver na franquia. O agente Raiden volta como protagonista e com o mesmo objetivo de sempre, exterminar a ameaça nuclear de um grupo terrorista, mas agora num mundo totalmente tomado por uma tecnologia hiper avançada, tornando todos os soldados em ciborgues. A jogabilidade dessa vez sai totalmente do modo stealth e entra para o estilo mais tradicional dos games atuais, o Hack ‘n’ Slash, ou seja, mais ação, brigas e confrontos abertos e menos espionagem. Os fuzis, explosivos, pistolas automáticas e apetrechos dão lugar para espadas, nos dando liberdade total no ataque e avanço nas batalhas como acharmos melhor.

    Metal Gear Solid V: Ground Zeroes

    Nessa nova geração dos consoles, a franquia já obtém seu representante. O game Metal Gear Solid V: Ground Zeroes foi lançado em março desse ano, para Playstation 3, Playstation 4, Xbox 360 e Xbox One e marca a entrada da franquia, com estilo, para os consoles atuais. Esse game já teve uma analise pelo Co-op Geeks e mostrou ser uma continuação bem importante para o projeto de criação do Metal Gear Solid V.
    O game é limitado em questão do armamento, mas satisfatório em questão de jogabilidade, que volta as origens do stealth.


    Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

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    O projeto maior de toda a franquia, Metal Gear Solid V, pode ter sua conclusão no game Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, que promete ser, mais uma vez, o game mais importante dessa geração. Com o lançamento previsto para 2015, para Playstation 3, Playstation 4, Xbox 360 e Xbox One, o game já mostra que será o mais realista de todos os outros já lançados, graças a nova engine usada pela Konami para seus futuros projetos. O enredo juntará o que foi visto em MGS: Peace Walker e MGS V: Ground Zeroes, e a jogabilidade será a mesma presenciada em Ground Zeroes.
    Ultimamente, várias informações sobre o game, ainda em desenvolvimento, estão sendo reveladas e mostra que o projeto está ficando com uma cara muito boa. Na E3 2014, um novo trailer foi exibido e mostrou uma parte chocante desse titulo. Vemos o protagonista Big Boss (que terá o codinome Venom Snake) com seu braço mecânico, mostrando a transformação de um personagem tão essencial na franquia. E para a surpresa de todos, no trailer aparece também um velho conhecido na série, Revolver Ocelot, que estará envolvido diretamente nos conflitos dentro do game.
    O game promete ser, realmente, um grande passo para se explorar ainda mais a realidade dentro dos videogames da atualidade, e se isso realmente acontecer, o limite entre cinema e games, algo comparado em quase todas as mídias de comunicação, será pouca, bem pouca!

    Spin Offs

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    Outros games da franquia foram lançados como complementos ou versões melhoradas de seus jogos, como a série Subsistance, que seria o segundo e o terceiro game da franquia lançados novamente, com adicional nos extras, jogabilidade, armas e itens. Games como Metal Gear Acid, Metal Gear Ghost Babel, Metal Gear: The Twin Snakes, entre outros, também são muito famosos pela franquia.

    Curiosidade

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    Uma curiosidade é a tecnologia usada em todos os games da franquia, sem exceção, para a comunicação dos nossos protagonistas com os demais personagens envolvidos na história de cada game, o nosso tão querido CODEC. Ele evolui junto com cada game lançado e é a característica marcante da franquia. Através dela, podemos saber sobre toda a drama contada na franquia, alem de conversas divertidas e, até mesmo, assustadoras, às vezes!

    A franquia Metal Gear realmente engloba muito mais do que fora resumido aqui, mas já podemos perceber o quão complexo esse universo pode ser, e também o quão importante a franquia foi, e é até hoje, para cada console lançado, sendo sempre o exemplo da evolução no que diz respeito a games bem desenvolvidos, bem sucedidos e bem estruturados.

    Metal Gear

    Plataforma: NES
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      heeroyuy · 6 meses atrás · 2 pontos

      Melhor metal gear 1,3 e 4
      o resto sem graça sem emoção

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      mattfenrir · 6 meses atrás · 2 pontos

      Tem que virar artigo destaque.

      1 resposta
    • Micro picture
      santz · 6 meses atrás · 2 pontos

      Estou jogando o primeiro, de MSX e de fato é um baita jogo, mas tenho que ficar procurando um guia toda hora.

      1 resposta
  • rshadowss Ricardo
    2018-07-16 19:53:58 -0300 Thumb picture

    QUAL SERÁ O FUTURO DE RESIDENT EVIL APÓS RE2 REMAKE?

    Medium 3652054 featured image

    Cá estou eu, fazendo mais um texto sobre Resident Evil, mas depois das ultimas informações sobre RE2 Remake, é difícil não ficar animado com o futuro da franquia, que eu espero que seja muito bom, e como sempre, darei a minha pequena opinião de como gostaria que fossem os futuros games.

    OBS: A Capcom não esta tratando o RE2 Remake como um Remake, o certo é dizer apenas RE2, mas vou usar o "remake" pra não confundir com o RE2 Original.

    O QUE FAZER ANTES DE FAZER O PRÓXIMO RE

    Aqui eu acho que esta a verdadeira "solução" da franquia, que seria sentar toda a equipe de RE e planejar bem os próximos games, pegar todas as pontas soltas até o RE7 e planejar um novo arco na franquia, eu digo isso porque o RE7 mesmo que apresente algumas pequenas ligações com os jogos anteriores, ele fica um tanto desconectado com o resto da franquia, o que me faz pensar que RE7 é um filler e que deixaram a historia para o próximo RE, e o game não apresenta nem ligações com a ultima animação, o RE Vendetta, e já nos apresenta a Umbrella Azul "do bem", que é a mesma Umbrella (que todo mundo sabe que vai voltar a ser a Umbrella de antes), retornou faz um tempinho (não me recordo quando, desculpa) e eu me pergunto onde estava a Umbrella Azul nos eventos anteriores de RE? Nenhum personagem se questionou sobre essa Umbrella?Nem mesmo o Chris?São coisas que poderiam ser respondidas tanto no RE7, como nas DLCs do RE7 ou no Vendetta, mas ninguém se deu o trabalho de colocar um arquivo no jogo ou uma fala simples no Vendetta, fazendo que os acontecimentos de RE7 não converse com o resto da franquia, e isso não é uma critica ao jogo, ou que isso torna o jogo ruim (infelizmente, eu tenho que explicar isso), tudo isso é culpa da Capcom que não sabe planejar as coisas antes de começar um game novo.

    Então nós temos as pontas soltas do Revelations, Revelations 2, RE6, e agora do RE7, nem vou incluir o The Stage ou Vendetta, e antes de dar o próximo passo na franquia, eles precisam planejar pelo menos um novo arco para os próximos games, tanto o numerado (acredito que o RE8 deva sair quase no fim dessa geração) quanto spin-off, porque não adianta só apresentar a ideia se essa ideia não será desenvolvida na franquia, como o Morgan e a FBC voltando no REv2, Alex Wesker/Natalia, a Família do RE6 (não curto a ideia da "Família" mas ela existe), Jake Muller, Raymond e Jessica, organizações terroristas como a Veltro, e no RE7 temos uma nova corporação, menção ao HCF, a Umbrella Azul, mesmo que a Capcom decida jogar no lixo tudo que vem antes do RE7, que tenha pelo menos a decência de continuar com o que apresentou no RE7, criar um novo arco que encaixe RE Numerado, RE Spin Off e RE Animação, pra não ter outro game solto na franquia.

    Em questão de gameplay, se forem TPS, acho que segue o estilo do RE2 Remake, uma coisa que eu sempre pedi nos Revelations era colocar o baú e o sistema de saves, tirar os check-points e os caixotes de itens, outra coisa importante são os inimigos, que antes existia uma explicação para existirem, os motivos das mutações, que no REV2 os inimigos só existem, um ou outro tem explicação, mas no RE7 eles deram explicação sobre os mofados, meia boca, mas deram, baú, save point e o gore estão tanto no RE7 quanto no RE2 Remake, e espero que continuem nos próximos. Não sei se a Capcom continuaria com esse lance de ter um desconhecido igual o Ethan como personagem principal, mas mostrando os personagens clássicos resgatando esses personagens, algo parecido com o que foi visto no RE7.

    E agora que a Umbrella voltou, e temos a informação que pessoas que trabalhavam na Umbrella Vermelha continuam na nova Umbrella, quero ver Christine Henry como uma das vilãs (já pensou um RE num castelo na França? Tão RE4 num REV), HUNK e Nicholai, e a Christine e o Hunk tem ligações.

    SÉRIE REVELATIONS

    "Abandonai toda a esperança vós que aqui entrais"

    Imagem só pra ilustrar, tá bom?

    Um dos próximos passos da franquia é o Revelations 3, que geralmente acontece entre o jogo X e o jogo Y, tentando preencher o espaço vazio deixado entre dois numerados, apesar de achar que não rola REV3 entre RE6 e RE7, eu ainda tenho esperanças de acontecer, e no clima do RE2/RE3/Outbreak, acontecendo um "outbreak" em qualquer cidade, levando em consideração que o REV teve bastante inspiração no RE1 e o REV2 teve inspiração no Code Veronica. REV2 tentou e não conseguiu superar o primeiro REV em questão de Survival Horror, principalmente na questão de jogabilidade (jogabilidade melhorou, mas diminuiu o SH, fora que a historia do REV2 não supera a do REV) e ambientação, duas coisas que a Capcom pode pegar inspiração no RE2 Remake, agora que a RE Engine será usada até mesmo em outras franquias da Capcom, da pra fazer coisas boas como já foi visto no RE2 Remake, e espero que venha muito gore, antes do REV2 ser lançado, prometeram cena de alguém atirando na própria cabeça, braço sendo decepado, ai chegou o jogo e...bom, censurado.

    Mesmo eu achando que não existe a possibilidade do jogo ser entre RE6 e RE7, nada impede da Capcom fazer nesse período, ou até mesmo em outras épocas, talvez algo parecido do REV que mostrou épocas diferentes na linha temporal, ou REV2 que teve diferença de meses entre a campanha da Claire e do Barry. Se a Capcom não seguir a linha Outbreak que eu gostaria muito, espero que siga a linha da versão descartada do RE7, que mostrava duas pessoas, possivelmente Chris e Jill num local destruído, com mascarás de gás, o que faria sentido caso fizesse ligação com o C-Virus ou o E-Virus, algo parecido com o TLoU, ou aproveitar aquela ideia descartada do Revelations que tinha o Chris e a Jill como "inimigos", agora que o Chris está de boa fazendo uma parceria com a Umbrella, #JillTrásOChrisDeVolta.

    O gameplay pode pegar inspiração no RE2 Remake, se existir dois personagens na mesma campanha, espero que mantenha a troca de personagens e que cada um tenha a suas habilidades para deixar diferente quando você joga com personagem X ou Y, igual RE0 e REV2, que deixem essa diferença em evidencia, eu melhoraria o stealth e a criação de itens, que continue aquela pegada de usar livros como inspiração, trazer personagens de volta ( saudades Ark, Jill, Rebecca, Jessica, Parker, Hunk, Ada, Moira, Helena, Jake, Sherry, Leon, Nicholai, Bruce, Fong Ling, Sheva, Josh o verdade Chris Redfield), ter aquelas referencias de sempre...

    Ah, nem vou citar que a "cor" dos Revelations representam os personagens e as roupas que eles usam nos jogos né? REV era mais azul, Jill sempre usa azul, REV2 vermelho, Claire e Barry sempre estão de vermelho...

    E por favor, uma historia tão boa quanto do primeiro Revelations.

    SPIN-OFFS (ORC, UMBRELLA CORPS, CHRONICLES,OUTBREAK,etc)

    O que não falta na franquia é spin-off, então porque não fazer mais uns?Depois de Umbrella Corps, acredito que nunca mais teremos um spin-off desses, eu não falo do ORC porque ele tem as suas qualidades e ainda vendeu bem, mas também não é algo que os fãs queiram, com o anuncio do Oculos VR, eu jurava que ia ter um Chronicles VR, só não esperava que fosse o RE7 que ia receber o VR, resta um Outbreak File 3 que a Capcom esta devendo, não comento o Survivor porque esse já morreu e ninguém lembra, mas o primeiro Survivor e o quarto (Dead Aim) são bons.

    Umbrella Corps parece que é um extra de algum jogo, possivelmente ele era um extra da sequencia do ORC que foi cancelado, e só de lembrar o que o Kawata falou (quem quer ação,vai jogar o UC, Kawata Lispector) na época do RE7, bate uma raiva, o game foi rejeitado pelos jogadores, só compra quem é fã mesmo, e esquecido pela Capcom, ainda não sei como não fecharam os servidores, por mais que eu goste da ideia da Capcom lançar um spin-off só desses mini-games juntos (Mercenaries, Raid, modo VS) UC é o contrario de tudo que eu quero, por conta dessa rejeição, acredito que não acontece outro "UC" da vida. Como falei, eu gosto de algumas coisas do ORC, até gostaria de ver uma continuação nesse "universo alternativo", mas hoje eu prefiro que façam uma nova IP porque existe boas ideias ali, mas não para um RE.

    Já o Outbreak e o Chronicles, Outbreak seria uma boa escolha, ainda mais que seguisse os últimos atentados bioterroristas, já cheguei a falar disso num artigo, Chronicles é algo que faria sentido já que agora temos um buraco enorme entre RE6 e RE7, mas acho que sofreria algumas alterações por conta do VR, talvez apenas ser um FPS e não um ‎Rail Shooter, que seria ótimo, pois eu detesto a sensação de que não estou jogando o Chronicles,, mas eu gostaria mesmo de um spin-off novo. Depois do RE7, tudo o que eu mais queria era que a Capcom fizesse um spin-off canônico focado na ação, algo parecido com o RE5 ou RE6 (na sua versão lite sem os exageros), mas quando eu digo ação, não quero dizer UC ou ORC, e sim RE5 e RE6, focado na BSAA ou DSO, mostrando os ataques bioterroristas por ai, dava pra trazer um pessoal de volta:

    BSAA: Jill, Parker, Barry, Quint, Sheva,Josh, Keith, Nadia, D.C, Sophie Home, Rebecca.

    DSO: Leon, Sherry, Helena.

    Até forçaria a barra e colocaria o Bruce na DSO, pensei no Ark também, mas quero ele no Revelations. E antes a Capcom fazer um spin-off assim do que outro ORC ou UC, se bem feito claro, a versão do RE7 que parecia com o RE6 foi descartada, já pega essas ideias faz logo esse spin-off Capcom, e inclui The Mercenaries nele.

    REMAKES

    O RE2 Remake fazendo sucesso e vendendo bem, é mais que obvio que novos remakes da franquia virão, que seria o RE3, eu ia curtir o Gun Survivor, mesmo se fosse algo menor que os outros(stand alone?), mas acredito que não ia parar nos numerados, acredito que ia existir chances até do Outbreak receber um remake, quem sabe né?

    Com essa onda de nostalgia em remakes, é bem provável que isso iria abrir uma porta até para jogos fora da franquia, como Dino Crisis, que já teve a possibilidade de ter um remake pela Capcom Vancouver, mas foi cancelado, a própria Capcom já disse que se os fãs quiserem, eles voltam com Dino Crisis, eu diria que a melhor maneira de voltar seria um remake, fica a dica ai Capcom. Por algum motivo, eu sempre acreditei nos remakes de DMC e Onimusha, e fazendo uma breve pesquisa, o Kamiya (criador do DMC) já falou que ia gostar de fazer um remake e que esta na hora dele ser feito, mas que não estava sendo feito.

    Uma coisa que eu ia curtir ver, era os cenários dos Chronicles refeitos com câmera fixa, tirando os cenários que já tem jogos dedicados a eles, e sim os cenários que não aparecem em outros jogos, mas é um desejo impossível de acontecer, assim como um game focado só na queda da Umbrella.

    DLCs

    Aqui é mais questão do RE7 do que o RE2, até o momento não foram e provavelmente não serão anunciadas DLCs de campanha no RE2. RE7 teve muitas DLCs, sendo as duas principais End of Zoe e Not a Hero, que não respondem as perguntas que o jogo principal deixou, no RE5 tivemos duas DLCs de historia, Lost in Nightmares e Desperate Escape, REV2 recebeu duas DLCs Little Miss e The Struggle, são quatro DLCs que tentam explicar alguns pontos da historia, como a Moira sobreviveu, como a Jill "morreu", o que aconteceu com a Natalia e a Jill em certo ponto dos jogos, são DLCs curtas mas são uteis, então fica aqui o meu desejo de que caso a Capcom faça DLCs em outros jogos, que pelo menos elas sejam boas e uteis.

    ======================================================

    Bom, é isso ai, desejo muito sucesso ao RE2 Remake, e desejo que os futuros games da franquia sejam muito bons, que venha remakes dentro e fora da franquia, muito gore, survival horror, action horror/dramatic horror, nada de Umbrella Corps e ORC, e mais logica nas historias. 

    Outros artigos:

    Como deveria ser um Resident Evil Outbreak na nova geração?

    Precisamos falar sobre o Resident Evil 2 Remake

    O Futuro de Resident Evil Revelations

    O que eu gostaria de ver em um Resident Evil

    Resident Evil 7 biohazard

    Plataforma: Playstation 4
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    • Micro picture
      ogawara · 6 meses atrás · 3 pontos

      Tem que ter remake do 3. E talvez até do Verônica.

      5 respostas
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      andre_andricopoulos · 6 meses atrás · 3 pontos

      @ogawara tirou as palavras de minha boca.
      Sim...o RE3 e VERÔNICA merecem REMAKE...

      10 respostas
    • Micro picture
      porlock · 6 meses atrás · 2 pontos

      tava indo bem até o: "tudo o que eu mais queria era que a Capcom fizesse um spin-off canônico focado na ação, algo parecido com o RE5 ou RE6"...
      mas eu te perdoo... kkkkkkkkkk

      brincadeiras a parte, mto bom o texto... não vejo a hora de por as mãos no re2 e ver o futuro da franquia.

      5 respostas
  • lendagames Lenda Games
    2018-06-27 20:52:25 -0300 Thumb picture

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    Vampyr

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  • edfalcao Ed Falcão
    2018-05-25 10:01:56 -0300 Thumb picture

    O Dia em que Eu Zerei Super Mario World

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    Esse é um Check-In especial, então decidi fazer um artigo.

    Eu acredito que joguei Super Mario World pela primeira vez há uns 15 anos, ou mais. Sabe aquelas memórias que você tem desde sempre, como "brincar" ou "assistir desenho"? "Jogar videogame" e "jogar Super Mario World" está entre as minhas.

    Apesar disso, eu nunca havia zerado. Nunca havia visto o navio fantasma, a Chocolate Island e o Yoshi amarelo, o que é estranho, porque eu praticamente vivo e respiro videogames desde que peguei meu primeiro Master System, antes de aprender a ler e escrever (apesar de nunca ter sido o melhor jogador do mundo). Videogames haviam me ensinado a falar inglês e eu nunca zerei Super Mario World, como isso é possível?

    Isso mudou recentemente, quando finalmente dei início a uma jogatina séria em Patrício (meu PSP, não me julgue). Realmente dei a atenção que toda fase merece, apreciei as mecânicas elaboradíssimas que aparecem numa fase e são abandonadas logo depois, nessa obra de arte que faz tanto com tão pouco. E fui seguindo, olhando detonados aqui e ali, mas sempre tentando e falhando antes.

    Quando cheguei na Chocolate Island 2, fiquei surpreso em não "avançar" quando terminei a fase e me senti uma criança, novamente, olhando revistas e ficando de boca aberta com o "cacete, é desse jeito que faz!" e com a genialidade de quem quer que tenha inventado essa fase. Quando cheguei no navio fantasma, um sorriso se abriu no meu rosto até a passagem pro Bowser Valley se abrir, enquanto pensava "eu finalmente tô conseguindo".

    E aí... eu dei meia-volta e fui procurar todas as passagens secretas que eu podia encontrar por conta própria. @ryou explodiu minha cabeça quando me contou como eu faria pra descobrir quais fases tinham passagem secreta e quais não tinham, e eu me senti trocando figurinhas com colegas de escola, fazendo Check-Ins aqui na Alva, contando onde eu estava em meu progresso.

    Ontem eu zerei.

    Consegui a passagem pela porta dos fundos do castelo e foi rápido pra cacete chegar no Bowser. De alguma forma, eu sabia que precisava jogar coisas nele (acho que as referências que SMW injetou na cultura pop são tão fortes que isso tá no subconsciente da gente) e não levou muitas tentativas pra derrotá-lo.

    Há uns 10 anos, antes das redes sociais, do Alva e do meu PSP, eu consegui um Super Nintendo emprestado e me sentei pensando "é hoje que eu zero esse jogo". Eu era ingênuo. Às 2h30min, meu pai mandou eu dormir e "não, você não pode deixar o videogame ligado pra continuar amanhã". A frustração foi tanta que por um bom tempo eu pensei que nunca iria conseguir fazer isso. Acho que foi depois desse dia que essa zerada passou a ter mais importância pra mim.

    Os créditos e as cenas finais foram cobertas pelo sorriso de satisfação que eu levava no rosto por finalmente ter conseguido zerar esse jogo. 

    Super Mario World, quer dizer, videogames em geral, são uma mídia mágica. SMW é realmente um "algo a mais" dentre os "algos a mais". Indico esse jogo a toda e qualquer pessoa que goste de videogames, porque, com certeza, a cronologia do s videogames existe em "Antes de Super Mario World" e "depois de Super Mario World."

    Super Mario World

    Plataforma: SNES
    26006 Jogadores
    354 Check-ins

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      kawens · 8 meses atrás · 2 pontos

      Que relato bacana. Nunca tinha pensado na experiência de jogar videogame comparando com assistir desenho animado, mas eu tive sorte de ter uma quantidade razoável de animações pra curtir quando moleque.

      1 resposta
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      volstag · 8 meses atrás · 2 pontos

      Parabéns!! mas recomendo que tente fazer tudo que for possível no jogo, encontrar a Star Toad e etc, e vender o Bowser entrando pela porta da frente, e de preferencia, ter jogado as 8 portas dentro do castelo né claro, isso da uma satisfação maior depois quando você finaliza e diz que não tem mais nada escondido no jogo que você não tenha passado.
      Também recomendo você a jogar a versão do Game Boy Advance, que inseriram pequenas diferenças nos sprites, e adicionaram voz ao Mario, mas não é nada super, vale pela curiosidade.

      2 respostas
    • Micro picture
      lordsearj · 8 meses atrás · 2 pontos

      Muito show. Os únicos Mario's que zerei foram o 1, 3 e 4 (world) e apesar de gostar mais do 3, o 4 foi mais impactante para o mundo dos games, sem. Dúvida.

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