• mscampos MSCampos
    2019-09-23 15:23:10 -0300 Thumb picture

    Fantasia Definitiva

    Medium 3746926 featured image

    'What if everything you see is more than what you see — the person next to you is a warrior and the space that appears empty is a secret door to another world? What if something appears that shouldn't? You either dismiss it, or you accept that there is much more to the world than you think. Perhaps it is really a doorway, and if you choose to go inside, you'll find many unexpected things'.

    'E se há algo mais em tudo que você vê - a pessoa ao seu lado é uma guerreira e um espaço aparentemente vazio é uma porta para outro mundo? E se você vê algo quando não deveria? Você pode ignorar isso, ou aceitar que que há muito mais coisas no mundo do que você imagina. Talvez essa porta realmente exista, e se você optar por adentrá-la, irá encontrar muitas coisas inesperadas' (Tradução livre)


    Essa citação, proferida originalmente pelo lendário Shigeru Miyamoto, serviu de epígrafe em meu trabalho de conclusão de curso. Não, a faculdade que fiz não têm relação alguma com jogos ou tecnologia; muito pelo contrário, visto que optei por estudar Letras. Ainda assim, frente alguns olhares de desaprovação (e, felizmente, outros de incentivo), homenageei, nesta última etapa do curso, a longínqua paixão que tenho por videogames.

    Hoje, quando retomo a ideia, acredito que não poderia ser diferente. Afinal, há mais de 20 anos, esta arte, mídia, hobby, máquina de criação de assassinos em massa ou o que quer que você, leitor, considere os videogames, faz parte do meu cotidiano. Segundo os princípios da grande mente por trás da Nintendo, já lutei ao lado de muitos guerreiros - alguns nobres e bravos, outros nem tanto; já adentrei muitas portas secretas e explorei mundos outrora inimagináveis; acima de tudo, eu aceitei. Aceitei que, combatendo a banalidade dos dias, algumas pessoas tentam nos apresentar o inesperado. É claro que tal feito não é exclusividade dos games - muito antes de sua existência, a literatura, o cinema e demais artes já transportavam milhões de curiosos a outros mundos. Porém, o tempo, abstrato ou não, segue impiedoso, e nos força a fazer algumas escolhas. Por isso, hoje escrevo sobre os games, não sobre cinema - que me encanta com igual intensidade. Mas, afinal, por que os videogames?

    Mil novecentos e noventa e nove. Esse é o ano em que Final Fantasy VIII foi lançado. Antes de 1999, o gênero RPG definitivamente não era o meu favorito; antes disso, o legal mesmo era fazer disputas em jogos de luta, futebol e corrida. Não era por falta de incentivo, afinal muitos me falavam o quanto esses jogos esquisitos e com um quê de sonífero eram interessantes. Mentira, eu dizia: nada acontece, como pode ser divertido?

    Os tempos eram outros, aprender inglês era algo que ainda não me despertava muito interesse. Assim, resolvi encarar o tal Final Fantasy VIII em japonês mesmo. Já que é pra não entender muita coisa, que diferença faz? E fui. Oitenta horas, quatro trocas de discos e algumas espiadas em um guia daquelas antigas revistas depois, missão cumprida: fechei meu primeiro RPG.

    O objetivo aqui não é descrever e avaliar mecânicas de jogo, desenvolvimento de personagens e da narrativa, e demais elementos que compõem FFVIII. A questão, de fato, é abordar a experiência como um todo. Assim, mesmo que soe genérico, digo apenas que a saga de Squall em sua luta contra o mal iminente foi algo que me proporcionou, em primeiro lugar, um sentimento de descoberta, fruto da imensa quantidade de informações, habilidades, personagens e inimigos que o jogo me apresentava; após a descoberta, veio a relação de imersão com tudo aquilo. Depois de um tempo, era como se eu fizesse parte do mundo - havia um pouco de mim nos heróis, e um tanto deles em mim. Nos entremeios disso, o fantástico se tornava palpável, e discutir com amigos o quanto era frustrante não conseguir derrotar um cacto gigante no deserto me empolgava de tal maneira que parecia natural. Qualquer um que não fosse adepto dos games e escutasse uma dessas conversas, certamente, me taxaria de esquisito, e vi alguns olhares caírem sobre mim com um misto de pena e desprezo. Se ainda hoje, nos tempos em que heróis, bruxos e outros seres fantásticos dominam parte da cultura mundial, há um certo preconceito contra os gamers, posso lhe garantir que, há 15 anos, era muito pior. Todavia, nada disso me importava; em Final Fantasy VIII, eu havia encontrado algo que nem sabia estar buscando, e um pouco de mim mesmo passava a fazer mais sentido.

    Antecipo: é inútil dizer que FFVII é muito melhor, pois não o joguei. Tentei, mas por algum motivo, não consegui seguir em frente. Há uma auto-decepção nisso, junto com as outras omissões em minha trajetória gamer; todavia, deixemos isso para outro momento. Por enquanto afirmo, sem medo, que FFVIII é o meu favorito da série.

    Algum tempo depois, terminei novamente a saga de Squall, desta vez aproveitando para tentar aprender e fixar o pouco que sabia de inglês. Nessa nova investida, que durou 120 horas, o objetivo era completar 100% do game, algo que não repeti em nenhum outro. 

    Nada contra os complecionistas mas, por minhas mãos, somente FFVIII teve tal honra.

    Hoje, depois de tantos anos, lembro nitidamente do teste da SeeD no início no jogo, das lutas contra Ifrit e Ultima Weapon, das animações dos GFs, da música sensacional tocada nas lutas contra os chefes. Uma memória particularmente agradável refere-se ao glorioso Triple Triad, também conhecido como o melhor minigame de todos os tempos. Aquilo me fascinava, e sair mundo afora procurando pessoas com cartas raras me traz uma sensação que até hoje não se repetiu em outro jogo.

    Recordo-me também do final, do embaralho de cenas, Rinoa convidando Squall para dançar; Laguna, a festa, e a música ao fundo. Confesso que não lembro praticamente nada da história, mas isso é um ponto positivo. Explico: mesmo sem lembrar do enredo, me emocionei ao rever tal cena conforme escrevia este texto. Mesmo sem saber direito o porquê, o encontro final dos protagonistas permanece até hoje em minha memória. Passei tanto tempo naquele mundo que, talvez, tenha criado uma lembrança fantasiosa de tudo aquilo, que hoje se manifesta de maneira quase inconsciente, em um misto de imagens e sensações.

    Depois de FFVIII, tudo mudou. Vieram então Xenogears, Valkyrie Profile, Star Ocean 2, Final Fantasy Tactics. Recuperei alguns clássicos perdidos, como Chrono Trigger e Final Fantasy VI. Com eles, uma crescente paixão pelo gênero, que por sua vez me levou a conhecer os RPGs de mesa. Hoje, Dungeons e Dragons, em sua imensa complexidade e completude, é o meu mundo fantástico favorito.

    Mais do que oferecer horas de diversão, todas essas experiências ajudaram a definir os rumos de minha vida. Muitos podem considerar isso um exagero, mas, caso o façam, desculpem-me: vocês estão equivocados. Já não falo de videogames, de RPGs, ou qualquer outra forma de entretenimento. Falo agora de como a fantasia contribuiu para a formação de meu caráter e personalidade, de como alguns amigos que fiz e as consequências intrínsecas a qualquer amizade foram pautadas nessa paixão. Outros optaram por perceber as portas secretas à sua volta, e eu resolvi me aliar a eles.

     As quase duzentas horas gastas em FFVIII me moldaram. Não ouso dizer que ele é o melhor jogo já feito, ou que conte uma história sem precedentes. Eu tenho certeza que não. Ainda assim, é o meu jogo. Faz parte da minha vida. Final Fantasy VIII me mostrou o caminho da fantasia - da necessária fantasia. E, a ele, serei sempre grato.

    Texto escrito originalmente em 2014. 

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      mastershadow · about 2 months ago · 3 pontos

      FFVIII é meu segundo favorito da série, pra min ele só perde pra FFVI.FFVIII é um jogoe fantástico, vc se envolve com o mundo e os personagens de maneira muito legal,zerei esse ano ainda novamente, pois comprei a versão original do PS1 pra coleção, algo que eu queria a muitos anos.

      1 reply
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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Adoro o FFVII.😍
      ...
      Bela intro (seu post) e bela representação acerca seu amor pelo VIII.💪🏻
      ...

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      artigos · about 2 months ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • vaojogar Vão Jogar!
    2019-06-14 16:12:14 -0300 Thumb picture

    Não se sinta decepcionado com a E3 2019

    A decepção de muitos com essa E3 mais uma vez diz mais a respeito de como lidamos com o hype do que com o evento em si. [link]

    Nos acompanhe também pelo Telegram, acesse https://t.me/vaojogar e inscreva-se!

    Final Fantasy VII Remake

    Platform: Playstation 4
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      andre_andricopoulos · 5 months ago · 2 pontos

      Mas... não só isso...o hype também criado pelos FDP da feira. Eles adoram hypar tudo (é tudo lindo e maravilhoso...aguardem... até o lançamento).
      ...
      O que mais me incomoda nas feiras é o blá blá blá.
      Nessa E3 2019 achei a Nintendo campeã.
      ..

      1 reply
  • mrsancini Geovane Sancini
    2019-04-23 14:25:07 -0300 Thumb picture

    Censura, Silêncio e Hipocrisia

    Medium 3717707 featured image

    Sabem, às vezes eu me pergunto: Por que eu gosto de videogames? A resposta pura e simples é: são divertidos, neles eu posso ser literalmente o que quiser. Uma caçadora de zumbis que usa espadas e biquinis pra fatiar mortos e vampiros (Onechanbara), um soldado numa guerra do oriente médio onde minhas escolhas e ações não importam (Spec-Ops: The Line), o Presidente dos Estados Unidos indo salvar o universo de uma raça alienígena tirana, portando um dildo roxo e usando superpoderes (Saints Row IV), uma fatia de pão (I am Bread), uma Ninja que mesmo sendo considerada fugitiva, vai lutar para salvar suas irmãs (Dead or Alive 6). As possibilidades são literalmente infinitas, pois há jogo com todo o tipo de temática para todo o tipo de gosto.

    Bom, se você ficou empolgado com a revelação de algumas das características tecnicas do próximo Playstation... Lamento dizer que seu leque de opções pode ficar bem limitado. Com a Sony revelando, segundo matéria do Wall Street Journal, que possui um setor específico dedicado a verificar o conteúdo de todos os jogos a serem lançados na plataforma e vetar tudo aquilo que não seguir determinadas normas, trocando em miúdos, censura.

    O principal problema disso, é que isso não afeta mais jogos lançados apenas no ocidente, como era de praxe desde a época do nintendinho, onde nudez era censurada e símbolos religiosos alterados. Mesmo roteiro dos jogos foi alterado em localizações ao longo do tempo. Agora, afeta mesmo os jogos lançados no Japão, assim como no resto do mundo. E, foi deixado bem claro que o alvo da censura eram os jogos japoneses, tais quais visual novels, ou jogos como Dead or Alive e Senran Kagura, a coisa cresceu ano passado a ponto de Kenichiro Takaki, criador e produtor de Senran Kagura, deixar a Marvelous após 13 anos.

    Os motivos alegados pela Sony foram basicamente: “pense nas crianças” e o #MeToo. EU NÃO ESTOU BRINCANDO. “Pense nas Crianças” é meio imbecil, porque desde Mortal Kombat, existe nos EUA um órgão dedicado a classificação etária dos jogos, a ESRB, assim como no Japão temos o CERO e na Europa tem o PEGI. Aqui no Brasil, se não estou enganado, o responável pela classificação de produtos culturais, como filmes, jogos e programas de TV, é feita pelo Ministério da Justiça. Isso é feito, para que o Juquinha, garoto de sete anos, filho do Seu Ademir, não jogue um jogo como o Mortal Kombat 11 onde é possível arrancar a cara de uma pessoa, jogo esse que possui classificação etária para MAIORES DE DEZOITO ANOS. Ninguém dá a mínima pra classificação etária, lógico, porque se ligassem, um time inteiro de futebol não teria comido minha mãe por causa de uma partida de Call of Duty.

    E o #MeToo, gostando ou não do movimento... NÃO TEM NADA A VER COM VIDEOGAMES. Ainda que o movimento tenha caído no ostracismo devido a hipocrisia das envolvidas nele (isso é um assunto que eu não quero discutir, agora), era um movimento justamente pra denunciar predadores sexuais em Hollywood, e até onde me lembro, Harvey Weinstein (tive que googlear pra saber se estava escrevendo o nome corretamente) nunca foi visto jogando Nekopara ou Senran Kagura.

    Enfim, ficou claro A QUEM a Sony quer agradar com essa medida, não? Só dar uma passada no Resetera (vulgo CÂNCER da humanidade) pra ver quem ficou feliz. Não quero discutir isso agora, provavelmente devo escrever algo sobre o Resetera um dia.

    Lembram que depois do atentado/tragédia em São Paulo, as pessoas de sempre (políticos, velha imprensa, gente desinformada) saíram acusando os jogos violentos de influenciarem, e mais uma vez tentarem colocar uma lei para proibir a distribução de jogos considerados violentos aqui no Brasil? Basicamente, censura. E o que foi visto? Pessoas e mais pessoas e páginas usando uma tag que por razões éticas, não usei em tweet ou discussão no facebook.

    Curiosamente, não vi posts no facebook, hashtags ou discussões a respeito disso nas páginas Brasileiras. Mas vi bastante gente especulando sobre o PS5 e isso e aquilo. A imprensa também está em silêncio, não vi youtubers, blogs comentando a respeito. Mas lembro que em muitos posts acerca de censuras da Sony em jogos como Senran Kagura, ou visual novels, ou mesmo Devil May Cry 5 (a bunda da Trish que recebeu visita do Raio de Luz), entre os comentários criticando a censura, sempre tinha a turma comentando: “a la o punheteiro”, “se eu quero ver mulher pelada vou no pornhub” “kkk punheteiro” “esse negócio do devil may cry é errado, mas esses jogo hentai tinha que acabar” “e o dead or alive que é só jogo de punheteiro?”.

    Isso revela duas coisas: Primeiro, que o sexo, ou sensualidade, ainda é um tabu. Vivemos no que diz ser um país avançado, que bla bla bla, tem que ter educação sexual nas escolas (o que concordo), liberal etc, mas a verdade é que continuamos tremendamente pudicos em relação a sexo, tudo é tratado como algo de outro mundo e a sensualidade é visto como algo feio, sujo, vil. Se você gosta de algo com um pouco de fanservice, já é taxado de tarado, depravado, etc.

    A segunda, é que a comunidade num geral é tremendamente hipócrita. Porque ela não é contra a censura. Ela é contra a censura apenas do que ela não gosta. Afinal, o “Tem que banir jogo violento porque influencia crianças” gera o “#ÇOMUSGAYMERNOMAÇACINU”, enquanto que o “Olha, a Sony tá censurando esse jogo aqui, e relatos desse, desse e desse terem sido censurados (todos eles, jogos de anime com fanservice variados)” gera o “Foda-se, não jogo esses jogos de punheteiro mesmo.”.

    A maioria das pessoas literalmente só quer jogar seus jogos em paz, não vejo problema nisso. E, apesar de eu falar sobre o silêncio, não vejo problema em a pessoa NÃO QUERER comentar sobre a censura da Sony. Nem todo mundo precisa dar opinão sobre tudo. Agora, você querer escrotizar quem se coloca contra, justamente porque é sobre algo que você não curte, é um tanto hipócrita.

    Digo, isso pode não te afetar agora, mas censura É SEMPRE algo errado, porque quando começa, não vai terminar ali. Uma hora cortam algo que você particularmente não liga (fanservice), reclamam e você zoa . Depois cortam outra coisa também não liga (sei lá, romances em jogos), mais gente reclama, mas você continua zoando. Aí finalmente vão censurar a violência nos jogos e agora você vai reclamar? Esse padrão aconteceu com Devil May Cry 5 na censura da bunda da Trish, depois de ter acontecido em jogos como Nekopara, algumas visual novels japonesas e Senran Kagura, poucos ligaram, mas chegou em Devil May Cry, um jogo de escopo imenso, a reclamação foi grande, a ponto da Capcom provavelmente ter apelado e conseguiu reverter a situação.

    E agora, com a Sony tornando a censura em suas plataformas algo oficial, é triste ver criadores de conteúdo calados em relação a isso, ao mesmo tempo em que criam expectativas em torno do próximo playstation. Entre decisões como essa, o Stadia com seu serviço apenas online e streaming, e a Microsoft com o Xbox One SAD que apela pra EXATAMENTE NINGUÉM (não sei se comentarei mais a respeito dele), saindo ainda mais caro que o Xbox One S atual aqui no Brasil, é estranhamente irônico que a Nintendo tenha comentado ao Wall Street Jornal, que não regula o conteúdo das third parties em sua plataformas, desde que estejam de acordo com a classificação indicativa da região em que o jogo será lançado.

    E também é irônico, que enquanto Dead or Alive 6 é considerado “ofensivo” as mulheres por mostrar mulheres bonitas e fanservice, mas Mortal Kombat 11, onde você pode literalmente arrancar a cara das mulheres, é altamente aguardado e não é considerado ofensivo.

    Finalizando, você tem o direito de gostar e não gostar do que quiser, mas no momento em que você ataca a censura a uma coisa, mas defende a censura a outra só porque você não gosta, isso te torna uma pessoa extremamente hipócrita, e invariavelmente vai invalidar quando a censura chegar a algo que você gosta. Se você não gosta de algo, respeite quem gosta, isso já é uma ajuda, quando a censura bate.

    Dead or Alive: Xtreme 3 Fortune

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      chiuauadospampas · 7 months ago · 4 pontos

      Estava lendo o texto via página inicial do Alva e até achei que era um post do @chimianopao que gosta destes jogos de Waifu.

      Zueiras a parte, acho que esse ponto que você comentou vai além do quanto a Censura de temas sexuais pode estar presente em jogos, aliás, se o problema fosse a sexualização, nenhuma novela da Globo poderia ser exibida, não é?

      O ponto é, até aonde esse tal de "de acordo com as diretrizes da Sony" se restringirá á conteúdos explícitos. Me refiro que talvez partes interessantes de jogos como um produto de arte, ou seja, a critica à algum ponto de alguma cultura, movimento, visão policita ou religiosa poderá ser barrado por não estar de acordo com a politica.

      Acho que algumas regras básicas de que tipo de conteúdo pode ser publicado na plataforma é um direito da empresa para zelar por sua imagem, porém, a linha entre isso e a censura é bem tênue.

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      noblenexus · 5 months ago · 3 pontos

      Estava debatendo isso com minha esposa a alguns dias, como as pessoas se ofendem absurdamente com sexo e nada com violência, censura é errado, colocar uma etiqueta indicativa na frente é o mais correto, compra quem quer, ninguém te obriga a jogar jogos hentai muito menos a comprar jogo que mostram meninas de bikini. Ótimo artigo

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      roberto_monteiro · 7 months ago · 2 pontos

      Gostei de todo seu posicionamento, concordo com toda essa coisa do silencio e da censura mais atrapalhar do que ajudar. MAS.
      Não vejo isso nem de perto atrapalhando o desenvolvimento de jogos para o PS5.
      Pode ser que algumas franquias sofram com isso? Certeza.
      Agora, que os leque de opções ficara bem limitado? Não vai não...

      2 replies
  • mrsancini Geovane Sancini
    2019-03-20 12:17:57 -0300 Thumb picture

    Stadia: Futuro ou Ruína dos Games?

    Medium 3710775 featured image

    (ou porra nenhuma como foi o Ouya?)

    Ontem, durante a Games Development Conference, a Google revelou o que companhia chama de “Futuro dos Jogos”, a sua plataforma para jogos, Stadia. Honestamente, não vou fazer um resumo do que foi a conferência, todo mundo na internet já fez isso. Mas sim vou levantar alguns pontos que me fazem ter não apenas um, mas TREZENTOS PÉS ATRÁS com a plataforma.

    #1 Você não tem o jogo DE VERDADE.


    Vou pegar um exemplo aqui. Você comprou Ninja Gaiden Sigma 2 pro seu Playstation 3, você coloca o disco no console hoje, e (se o disco não tiver sido arrastado por 500 metros no chão) após instalar os arquivos necessários, você vai conseguir jogar normalmente. Daqui a uns 10 anos, se seu PS3 não tiver morrido e o jogo estiver em bom estado, você vai colocar ele no seu PS3 e poder jogar novamente.

    Agora, digitalmente... Você comprou Scott Pilgrim vs. The World The Game pro Xbox 360 na época do lançamento. Você baixou o jogo, e jogou. Hoje em dia, eu não posso comprar esse mesmo jogo na Xbox Live, porque a licença da Ubisoft venceu, mas você que comprou o jogo, ainda pode baixar e jogar. E caso o jogo permaneça no seu HD, mesmo quando não puder mais baixar porque sei lá, daqui a 10 anos a Microsoft faliu, saiu do mercado, whatever, de modo que não dê mais pra baixar jogo algum. Você ainda vai poder jogar, se seu 360 estiver funcionando e o jogo instalado no HD.

    Já o caso do Stadia... Você comprou* Assassin's Creed Odyssey... Mas quem garante que daqui a 10 anos você ainda vai poder jogá-lo no serviço? A Google tem histórico de encerrar serviços num estalar de dedos. E como tudo é feito pelo Browser e você não baixa um byte de arquivo sequer, tudo o que te resta é um controle de 60 dólares e uma tela em branco, porque o jogo sumiu. Pra qualquer ser humano que é entusiasta da preservação da história dos games... Quantos jogos serão perdidos por conta do Stadia?

    #2 Ram – O Chrome come bastante

    A Google alega que o Stadia roda perfeitamente 1080p 60 frames por segundo em qualquer máquina barata com acesso ao Chrome. Mas por mais prático e cômodo que o Chrome seja (eu uso o Browser há mais de 10 anos), é de um consenso geral que os processos do Chrome comem mais memória RAM do que a concorrência. Pode parecer idiota, mas tenho minhas dúvidas quanto a performance lisa do Stadia em máquinas realmente fracas. O que um americano chama de máquina fraca, é bem mais potente do que por exemplo, uma máquina fraca aqui no Brasil. Então, acho que podem haver problemas de performance dos jogos em máquinas fracas por conta da memória que o Chrome come. Sem contar que a plataforma tem outras features, e num momento de empolgação o navegador vai e trava.

    #3 Problemas de Internet


    E não estou falando apenas aqui do Brasil, onde vivemos a mercê das operadoras de telefonia (algumas inclusive se recusam a enviar a conta de telefone), mesmo países considerados de primeiro mundo possuem usuários com problema. E se sua conexão for instável, dê adeus a jogatina.

    #4 Pra todo mundo... Naquelas


    Literalmente uma continuação do Item 3. O lançamento foi previsto pra esse ano nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Europa (Só estranhei separarem Reino Unido da Europa, até porque ainda o Reino Unido ainda faz parte do continente europeu, só se separou da União Européia). Não apenas isso deixa a gente, mas como também muitos outros potenciais consumidores de fora do hype de lançamento. Eu duvido que a plataforma vá ter uma recepção boa no Japão, onde estão já acostumados a tríade Sony/Nintendo/Mobile e produtos ocidentais demais não costumam ter boa penetração lá (só ver o quão a Microsoft diminuiu o mercado lá do Xbox original até o One).

    E voltando aos locais, não foi revelado o quanto de internet o serviço vai exigir, principalmente porque é uma plataforma focada em Cloud Gaming e Streaming. Nem todo mundo tem uma internet parruda o suficiente pra aproveitar o que plataforma tem a oferecer. Logo, apenas quem tem grana para uma internet boa vai poder aproveitar o que o serviço tem, mas entra o segundo porém... Por quê alguém que já streama de seus consoles/pc's migraria pro Stadia? Sim, você tem acesso instantâneo aos jogos que adquiriu, mas não tem exatamente os jogos que adquiriu (Item 1).

    #5 Jade Raymond (Esse ítem entenda como uma piada pelos motivos citados abaixo)

    Não, não vai ser nenhum ataque a ela, ou mesmo crítica. Acho ela competente e tal. MAS, A MULHER É PÉ FRIA PRA CARALHO. Os últimos anos não foram bons pra ela. Ela trabalhou em Splinter Cell Blacklist, e depois disso a franquia ficou na geladeira. Produtora executiva de Watch_Dogs, o jogo foi um fiasco. Saiu da Ubisoft, ficou uns 3 anos na EA, o estúdio onde ela estava fechou, e os projetos de Star Wars que ela tinha foram cancelados. Espero que ela tenha tomado banho de sal grosso, antes de assumir o Stadia Games & Entretainment.

    Por fim... Eu não estou empolgado com o Stadia, porque é Cloud Gaming, mais os problemas que citei. Agora, se ele vai ser o futuro dos jogos? Duvido. Só sendo muito ingênuo pra acreditar nisso, e só vai ser a ruína dos jogos como conhecemos, se ele der MUITO CERTO, porque nisso, tentarão copiar e no futuro, quando a jogatina for em nuvem, não teremos mais a tangibilidade que temos com nossos consoles e portáteis. Então, acho que ele será um peido na história dos jogos, tal qual o Xperia Play, o Apple Pippin e o Ouya.

    *Alguns disseram que vai ser um serviço a la netflix. Não. A própria google citou que vai ter uma LOJA onde você adquire as licenças.

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      artigos · 8 months ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      xch_choram · 8 months ago · 1 ponto

      Esse 1 ponto realmente me deixa com o pé atraz :\

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      andre_andricopoulos · 8 months ago · 1 ponto

      Estou animado pra mais uma concorrente...
      Mas algo me diz que não será SUCESSO...

  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-08 14:54:55 -0200 Thumb picture

    Gráficos Importam ( ! / ? )

    Medium 3696401 featured image

    Gráficos importam?

    O mundo muda, o ser humano se adapta, nos aventuramos cada vez mais nos mistérios da natureza e da existência, dando assim sentido a uma eterna e infinita busca pelo conhecimento, pelo novo, por uma verdade que sabemos que nunca alcançaremos. Neste caminho, a cada resposta que levantamos, um par de perguntas surgem para nos lembrar do quão pouco sabemos. Porém, algumas destas questões estão fadadas a assombrar a humanidade por toda a sua breve estadia.

    Após essa introdução completamente desnecessária e irrelevante, gostaria de convidá-los a uma das discussões mais antigas no curto tempo em que o vide-o game existe enquanto mídia:

    O debate sobre a importância dos gráficos nos jogos sempre reverbera na comunidade e se intensifica em conjunto com as comparações entre o cenário Indie e AAA. Diferentes prioridades despontam na produção de diferentes jogos.

    Talvez o argumento mais usado seja o da “opinião”. Dizer que a relevância da parte gráfica concerne apenas à preferência do jogador está correto, porém incorreto ao mesmo tempo. Busquemos adiante enfim compreender os argumentos mais utilizados sobre a importância deste fator e entender um pouco melhor a relação dos jogos com seus elementos visuais


    Definindo o conceito:

    Quando discutimos aqui a ideia de “gráficos”, podemos estabelecer como um sinônimo o “Visual”, ou seja, tudo aquilo que é de algum modo projetado na tela e como é feito isso. Deste modo, estamos falando da qualidade de textura e efeitos, a animação dos personagens e ambientação, o feedback visual do jogo, o HUD e muitos outros elementos diversos. Vamos agora, por meio de exemplos específicos debater cenários em que a importância do visual vai além da preferência.


    Benchmark - Cloak Engaged!

    Mas roda CRYSIS? A clássica pergunta que circulava a maioria dos ambientes da comunidade de PC Gaming. Crysis e suas sequências tornaram-se referência no mundo dos jogos não somente pelo seu gameplay e enredo mas justamente por demonstrar a capacidade e limites da computação gráfica do seu momento. Mesmo não sendo realmente otimizado da melhor forma possível, o jogo chamara a atenção por ser tanto uma ferramenta para testar performance dos computadores como sendo parâmetro de qualidade a ser batido.

    Animações faciais e corporais bem detalhadas, a vida animal e vegetal da ilha paradisíaca extremamente convincente, efeitos de iluminação, sombras e pós-processamento anos a frente do padrão da indústria fizeram com que Crysis seja algo a se admirar até os dias de hoje e digo sem medo que continua sendo mais convincente que muitos jogos da contemporaneidade.

    O realismo do jogo também indica a mais um aspecto: Imersão.

    Existem diferentes modos de se proporcionar a imersão do jogador. Esta pode ser alcançada por uma narrativa sólida, mecânicas intuitivas, controles bem planejados e de muitas outras formas, porém, quando se tem um time de arte e design tão competente em seu trabalho ou uma tecnologia de renderização tão avançada, fica realmente mais fácil.


    A Animação:

    Para os familiarizados com jogos de luta, este é um fator que tem grande peso na leitura do jogo. Um jogo de luta é sobre ler movimentos e reações do adversário tanto no real quanto no virtual. Para reconhecermos um golpe em um determinado momento, é necessário que o personagem desfira o ataque com claresa, ou seja, gestos visíveis e distintos que marque a animação de uma forma que possamos distingui-los durante o momento da luta.

    Exemplos disso são Mortal Kombat (2011) e Mortal Kombat X, sendo um o bom exemplo e o outro o ruim. O apelo ao realismo em MKX fez com que o time deixasse de lado uma importância maior à animação caricada dos movimentos fazendo com que seja mais difícil ter uma boa leitura da ação de alguns personagens em certo momento. Já em Mortal Kombat (2011), as cores mais vibrantes e reações mais exageradas delineiam perfeitamente as ações ao jogador de maneira muito mais direta.

    Ainda com o mesmo exemplo, é possível discutir a narrativa pela animação. Em MK (2011) A pose de um personagem é parte responsável pela construção de seu “caráter”, revela origens, estilo e mente. Sub Zero, com uma pose mais centrada, defensiva inerte aponta ao seu elemento definidor – o Gelo – enquanto a pose de Scorpion simboliza o “escorpião” com o braço arqueado por trás como um ferrão de maneira agressiva.

    Mortal Kombat X sofre bastante neste aspecto, em que muitos dos personagens tem instâncias de combate extremamente desengonçadas, estranhas e sem nenhum caráter. Monges shaolin mais cambaleantes que bêbados, Reis sem postura de poder e guerreiros completamente desbalanceados. Aos que entendem inglês, recomendo:


    Competitividade:

    Pequenos detalhes, grandes diferenças. Em jogos como Counter-Strike: Global Offensive, situações podem entregar a posição de um inimigo pela projeção de sua sombra. Em outros jogos como PUBG, o baixo nível da renderização de algumas vegetações em longas distâncias confunde jogadores ao se parecer com inimigos.

    Estes são dois exemplos claros em que a atenção à detalhes e qualidade dos gráficos pode tanto aprimorar a experiência, enriquecendo o gameplay ou diretamente atrapalhar a identificação de elementos fundamentais ao jogo.

    Outro exemplo está nos jogos de corrida. Aos que se interessam pelos simuladores, parte do desafio é aprender o traçado dos circuitos, os pontos de frenagem e aceleração, do reconhecimento de trechos e pontos de referência para não depender somente do mapa visual. A visibilidade das placas indicativas de curvas e de elementos às margens que podem servir como tais referências, assim como poder enxergar claramente os sinais como luz de freios e a fumaça do travamento de rodas dos adversários pode prevenir colisões e te presentear com a vitória.


    Identidade:

    Certos jogos são lembrados com muito carinho hoje justamente por sua identidade visual. Uns arriscam nas mecânicas, no enredo, na trilha sonora, outros arriscam inovar em novos modos de representar o mundo virtual pela tecnologia.

    Jogos como Borderlands, XIII e outros se aproveitam de uma tecnica chamada Cel Shading para simular um visual cartunesco em ambientes 3D, engrossando liinhas, saturando cores e solidificando sombras e gradientes. Essa é também uma das tecnicas mais usadas para transpor a estética dos quadrinhos e mangás para o virtual, justamente pelo efeito que proporcionam. Outro exemplo é Street Fighter III para Street Fighter IV, em que a animação em duas dimensões fora basicamente convertida para um 3D (também conhecido como 2.5D) na sequência.

    Metal Slug é também uma série extremamente aclamada não somente pelo seus gameplay mas pela riqueza e características de sua arte. Tudo, desde os veículos e armas, seguem uma temática coerente, a animação das ações dos personagens, suas poses, gestos, marcam profundamente a forma com que a experiência é concebida. O satirismo com a simbologia nazista no uniforme dos soldados é outro ponto a se chamar atenção.


     MENTE DESCONTÍNUA:

    Em alguns exemplos vistos, os gráficos não possuem tanto impacto na jogabilidade, no enredo ou em mais elementos. Mas aí que está a questão: o video game não é apenas gameplay, apenas enredo, uma coisa ou outra. O video game é tudo ao mesmo tempo – o Audiovisual Interativo! Todos os seus elementos têm sim determinada importância e acredito ser extremamente prejudicial nos prendermos num ínfimo debate sobre “qual é mais importante que o outro”. É preciso compreender o lugar de cada um dos seus elementos para a contribuição da experiência.

    Como “São Pirula” dizia, a mente descontínua é a que não se deixa compreender a relevância mútua de dois ou mais aspectos. “ou é inutil, ou é mais importante que tudo!”. O problema é que o mundo não funciona em binarismos simplistas. Diferentes pesos necessitam de diferentes medidas.

    É, contudo, fundamental lembrar que existe sim uma discussão sobre PRIORIDADES que se faz muito mais que válida. Digo a respeito de um foco exacerbado de recursos e atenção a um elemento e abnegação de outro, que é o caso de muitas AAA contemporâneas. O debate saudável não é se algo é ou deixa de ser relevante ou necessário, mas sim ATÉ QUE PONTO ESTES ELEMENTOS SÃO RELEVANTES E NECESSÁRIOS. E esta é uma discussão para outro momento.

    Metal Slug

    Platform: Neo Geo
    1913 Players
    12 Check-ins

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      santz · 10 months ago · 5 pontos

      Gráficos sempre importam. Nunca pode ser o grande definidor se um jogo é bom ou ruim, mas é um os pontos mais importantes dos jogos desde o começo dos tempos. A direção de arte e as animações são os que realmente geram gráficos belíssimos, mas todos os demais pontos devem ser levados em consideração. Jogos feios tem que brilhar muito nos outros quesitos para ter destaque.

      2 replies
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      artigos · 10 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      johnny_bress · 10 months ago · 3 pontos

      e é por isso que esta é a rede social de games mais foda de todas. a galera cria otimos conteudos;

      1 reply
  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2018-12-03 10:26:17 -0200 Thumb picture

    A difícil missão de zerar jogos muito grandes

    Escrevi um artigo/desabafo no Arkade sobre meu problema em zerar jogos muito grandes, e como é difícil conciliar essas jornadas enormes com a rotina da "vida adulta".

    Falo como alguém que ainda não conseguiu zerar Red Dead Redemption 2. Nem Horizon Zero Dawn. Nem Assassin’s Creed Origins (o Odyssey muito menos). Nem The Witcher 3. Nem Zelda Breath of the Wild, e por aí vai.

    Se você também sofre com isso, clica na imagem ali em cima (ou pode clicar aqui, tmb) e vem participar desse debate. ;)

    Red Dead Redemption 2

    Platform: Xbox One
    147 Players
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      shucrute · 12 months ago · 4 pontos

      Eu costumo me forçar a ficar só num jogo. Não jogo um jogo novo enquanto não terminar o que eu to jogando no momento. Não sou de platinar nem nada, terminando as missões principais e secundárias já me dou por satisfeito e passo pro próximo.

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      andre_andricopoulos · 12 months ago · 3 pontos

      Verdade...estou passando isso com MAD MAX...
      Tô vendo que já tenho praticamente 100h de jogo... "open world" é foda!
      VIDA ADULTA também...

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      raiden · 12 months ago · 3 pontos

      A minha solução pra isso foi sacrificar várias madrugadas.... Dormir pra que? ^^

      4 replies
  • vaojogar Vão Jogar!
    2018-11-12 21:38:34 -0200 Thumb picture

    CPMG3 - A adaptação para sobrevivência da Campus Party MG

    Mesmo com todas as dificuldades, a #CPMG3 termina com saldo positivo e expectativas otimistas para 2019.

    Nos acompanhe também pelo Telegram, acesse https://t.me/vaojogar e inscreva-se!

    6
  • palomaref Paloma Cristini
    2018-09-05 15:16:43 -0300 Thumb picture

    6 Séries que viraram Games

    Medium 3668157 featured image

    Data original da postagem: 23/07/2015
    Site original de postagem: Co-op Geeks

    Gamer que é gamer realmente gosta de ficar horas jogando seus jogos favoritos, mas algum momento todos temos que descansar, certo?
    Muitos escolhem sair, ir ao cinema, ler, dormir, fazer quadradinho de 8 (oi?!) e vários outras coisas, mas um em particular, com certeza, está na rotina de muitos jogadores por aí: as série de TV; principalmente se você se considera um Geek.
    Os seriados são os novos vícios do público em geral, e estão constantemente reformulando a cultura pop junto dos games, e quando esses dois mundos se juntam em um só, a garantia de diversão e entretenimento é duplicada.
    A seguir, listaremos algumas das séries de TV que foram transportados para os games e que merecem o seu conhecimento!

    6 - Game of Thrones

    A série de livros mais aclamada no mundo que passou todo esse sucesso para sua série de TV, que também arriscou e tentou se dar bem também no mundo dos games, obtendo ótimos resultados. Aqui no Brasil conhecido como As Crônicas de Gelo e Fogo (ou também como Guerra dos Tronos), o seriado teve seu primeiro game lançado para PlayStation 3, Xbox 360 e PC. Intitulado como Game of Thrones, o game é baseado em alguns dos eventos presenciados nas primeiras temporadas do seriado, e utiliza o gênero RPG como base da jogabilidade.
    Após o sucesso, fora lançado um game em estilo 8-bits, bem curto, da série, somente para PC, sendo bem recepcionado por garantir uma extrema diversão.
    Mas o maior sucesso fora recebido pelo o game que está sendo lançado em formato episódico e traz relações com eventos dos livros e da série, mas de forma paralela, trazendo tramas originais: Game of Thrones: A Telltale Games Series. Disponível para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One, PC, iOS e Android. Confira o trailer do game:

    5 - CSI: Investigação Criminal

    A série de investigação mais famosa do mundo também dominou os consoles. Colocando os jogadores para experimentar como é ser um investigador forense, os games de CSI: Investigação Criminal te oferecem vários casos para serem resolvidos, e para isso será preciso, realmente, fazer o trabalho completo de um investigador: a procura e analise de pistas e evidencias em vários cenários, interrogatórios e, por último, claro, apontar o verdadeiro assassino. Tal seriado tem diversas versões e representantes a altura do sucesso para os consoles, para você escolher qual jogar. Confira o trailer de CSI: Deadly Intent, que é o preferido dos fãs da série:


    4 - Arquivo X

    Os alienígenas também saíram da TV e tiveram seu lugar no mundo dos games. Os jogadores, através disso, tem a oportunidade de controlar os famosos agentes do FBI Fox Murder e Dana Scully em alguns casos típicos do seriado Arquivo X. Tais jogos nos colocam em casos como desaparecimentos e mortes de vitimas relacionada aos fenômenos de extraterrestres, juntando resolução de puzzles e até combate com os inimigos do enredo da série.
    Arquivo X tem, somente, três games lançados, mas garante uma ótima imersão na série. The X-Files: Gamefoi o de maior sucesso, e é lembrado até hoje:


    3 - 24 Horas

    E não é que o famoso agente Jack Bauer também dominou a ação dos games e entrou para esse mundo, tendo seu próprio game?
    A famosa série de TV de ação 24 Horas proporciona uma ótima interação para seus expectadores através do seu único game lançado, para PlayStation 2, onde controlamos personagens conhecidos na série, principalmente o próprio agente Jack Bauer, em situações de perseguições alucinadas, tiroteios, interrogatórios, puzzles e tudo mais que um dia agitado na vida do agente pode oferecer.


    2 - The Walking Dead

    Com games já reconhecidos pela temática apocalíptica zumbi, como Resident Evil, Dead Rising e Left4Dead, o seriado The Walking Dead arriscou em estrear nos consoles. Resultado? Sucesso total!
    Com duas temporadas, um premio Game of The Year (jogo do ano) e mais uma temporada confirmada, o seriado, mesmo com o enredo diferente do que aquele mostrado na TV, veio para nos viciar ainda mais em todo esse mundo pós-apocalíptico tomado por zumbis.
    The Walking Dead: a Telltale Game Series já conta duas temporadas, sendo dividida em capítulos, ao estilo Click&Play, disponível para PlayStation 3, PlayStation 4, PlayStation Vita, Xbox 360, Xbox One, Android, iOS e PC.


    1 - South Park

    Parece que os meninos da pacata cidade de South Park cansaram de ficar somente na TV e expandiram suas “brincadeiras” para os games. O seriado animado, famoso por seu humor negro e conteúdo adulto, teve vários games lançados, tudo para experimentarmos o universo da zoeira diária e diversas situações bizarras criadas por Cartman e sua turma, fazendo com que a franquia de jogos seja um dos mais jogados do mundo.

    Várias outras series de TV também teve suas versões para o mundo gamer, como House M.D., Grey’s Anatomy, Glee, Lost, Battlestar Galactica... Tudo para proporcionar ainda mais a interação dos fãs em todo o enredo e personagens dos seriados, o que acaba dando mais que certo, já que ambos os mundos de entretenimento tem muitas coisas em comum e todo tipo de entretenimento adiciona mais e mais à cultura pop.

    24: The Game

    Platform: Playstation 2
    321 Players

    38
  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-28 13:56:54 -0300 Thumb picture

    FÉRIAS: Guia Turístico Gamer

    Medium 3665787 featured image

    Data original do artigo: 04/12/2015
    Site original da publicação: Co-op Geeks

    Atenção queridos turistas! Já sabem onde passar suas férias ou fazer um passeio num final de semana qualquer? Temos destinos cheios de aventuras, romances, princesas presas em torres, guerras épicas e alguns monstros aqui e acolá. Cheguem mais e saibam o que preparamos para vocês aproveitarem muito suas horas de lazer e tornar sua experiência inesquecível!
    Apresentamos a vocês nosso guia turístico, que levará vocês às mais variadas cidades fictícias dos games, fazendo um tour pelos destinos incríveis desse mundão virtual. Faça sua mochila, pegue sua garrafa d'água, coloque um chapéu e embarque conosco. Ah! Não esqueçam a toalha!


    Los Santos - GTA

    Los Santos é uma das cidades mais famosas do mundo, devido seus grandes pontos turísticos apresentados no game GTA V, como o Sinal de Vinewood, o Observatório de Verdant Bluffs e a Praia de Santa Marina. É uma das maiores cidades de San Andreas. Por ser uma cidade grande, seus altos índices de violência e comércio ilegal de drogas assustam os seus cidadãos. Contudo, sua economia vem crescendo muito, principalmente pelos grandes investimentos na cidade, e também, pelo variado comércio local.Possui lugares lindos, como as docas e os parques, ideais para passear com a família e, talvez, fazer um piquenique. É um lugar que inspira adrenalina e onde as pessoas adoram praticar esportes radicais, como paraquedismo, asa-delta, passeios de helicóptero, ciclismo, além de corridas e algumas maratonas. É comum ver em suas ruas, carros em alta velocidade fugindo da polícia e troca de tiros entre bandidos e policiais ou entre as gangues da cidade.


    Silent Hill

    É uma cidade turística e de passeio, isolada, cercada por grandes montanhas e por um grande lago chamado Toluca. É um lugar segmentado, envolto em névoa que, como em muitas cidades pequenas, é permeada por um antigo mal demoníaco e tem criaturas rondando suas ruas e prédios, que só podem ser vistos por pessoas "especiais". A cidade, continuamente, troca entre a nossa realidade e a decadência do "outro mundo", sempre criado pela mente perturbada de seus visitantes. Geralmente, atrai os visitantes que possuem alguma ligação preliminar com ela. A localização exata de Silent Hill é complexa, pois já foi encontrada próxima à Nova Inglaterra, Portland e também nos Estados Unidos, por isso, somente quem tem muita sorte (ou azar) consegue passar uma temporada por lá.

    Zanarkand - Final Fantasy X

    Presente no game Final Fantasy X, Zanarkand é uma ex-metrópole localizada à beira norte da Spira, construída há 1000 anos atrás, muito maior e mais avançada que as outras cidades, porém com poucos artefatos tecnológicos. É um lugar que consegue reunir várias tribos diferentes nos eventos de Blitzball, que é uma espécie de futebol jogado com esferas de água, e geralmente ocorrem no grande estádio da cidade. Um dos maiores times desse esporte é o Zanarkand Abes, e, por conta disso, a cidade constantemente realiza torneios incentivando seus moradores a praticar esportes.Algumas destruições acontecem de vez em quando, numa "espécie de maremoto", deixando pontos da cidade em ruínas, mas não ocorrem há alguns anos. Estas ruínas acabam tornando-se atrações turísticas, que são bastante visitadas, principalmente pelos moradores locais. O nome da cidade remete à um tipo de romance exótico, devido sua beleza rara.

    Dream Land - Kirby

    É o reino onde Kirby vive a maioria de suas aventuras em toda a sua franquia. Famoso por suas montanhas e florestas, Dream Land já chama a atenção por ser o local onde Kirby reside, e por vários outros locais também, como Float Island, MT. Dedede (onde o rei de Dream Land, King Dedede, reside), Ice Cream Island, Yogurt Yard, Fountain Dreams e muitos outros.

    Hyrule - The Legend of Zelda

    É o famoso reino responsável pelos cenários presentes nos games da franquia The Legend of Zelda. Como o nome já é alto referência ao estado monárquico de Hyrule, e até mesmo da religião presente no local, o reino impressiona os jogadores por seus maravilhosos campos, montanhas e vilas, sendo de principal visita o Hyrule Castle, Lake Hylia e Kakariko Village.

    Raccoon City - Resident Evil

    Sim, sim... Essa cidade que fora tomada por zumbis é o sonho de férias de muitos jogadores por aí! A cidade chama logo a atenção do jogador no primeiro game da série Resdent Evil, com as Montanhas Arklay, e nos games seguintes com os cenários na R.P.D. (Raccoon Police Department), Raccoon Clock Tower, Jack’s Bar e diversos outros locais típicos de cartão-postais.

    Gotham - Batman

    Presentes não só nas HQ’s mas também no mundo dos games, a famosa cidade protegida por Batman, localizada no Condado de Kane, no estado de Nova Jersey, fica em uma baía homônima que se abre a partir da foz do rio, também de mesmo nome, no Oceano Atlântico. É uma cidade que apresenta cada vez mais semelhanças com grandes cidades do mundo, onde existe altos índices de criminalidade, prostituição, violência e corrupção, e por conta disso, vários super-heróis já passaram algumas férias por lá, para "relaxar os músculos".
    É um lugar marcante pelo seu aspecto sombrio e cruel, com um lado obscuro, onde o perigo ronda em cada esquina. É extremamente recomendado que as saídas à noite sejam evitadas, devido ao aumento da violência nos últimos anos. Contudo, possui lugares belíssimos que devem ser visitados, como o Estádio dos Gotham Knights, o Aeroporto Internacional Archie Goodwin, o Parque Robinson e a Torre do Relógio.

    Lordran - Dark Souls

    Uma terra de anciões muito antigos, que fica localizada em uma região montanhosa, presente no game Dark Souls. Diz a lenda que é um lugar onde há muitos mortos-vivos em peregrinação, e como toda cidade grande, está repleta de perigos espalhados por todos os lados.
    Os curiosos que desejam se aventurar por estas terras encontrarão muitas florestas, cavernas e algumas ruínas e é provável que encontre problemas no caminho. Possui uma arquitetura interessante, e seu território lembra bastante uma grande roda, com um lindo castelo em seu centro. É um lugar onde seus visitantes frequentemente perdem a noção do tempo e acabam passando horas e horas andando por entre suas ruas e vielas.

    Los Perdidos - Dead Rising

    A cidade pós-apocalíptica da série Dead Rising, sendo conhecida por muitos, e até pela produtora do game, como a cidade mais obscura já criada por eles. Presente desde o Dead Rising 2, Los Perdidos é dividido em quarto distritos: Central City, Sunset Hills, Ingletom e South Almuda; e todos os lugares merecem receber nossa pequena visita (ou não...).

    Banoi - Dead Island

    Banoi, de Dead Island, é uma ilha paradisíaca muito bem localizada na costa da Nova Guiné e possui um resort tropical fantástico, ideal para se passar as férias de verão. É um lugar sempre badalado, cheio de festas incríveis e pessoas bonitas, palco dos melhores shows do cenário musical. O único problema é que, às vezes, acontecem incidentes envolvendo algum zumbi e o pânico geral se espalha, mas, sem esses incidentes e a quantidade de lixo que fica espalhado pelos cantos, o lugar é perfeito para se divertir com os amigos. Suas prais são limpas, com águas cristalinas e ambientes perfeitos para se passar um dia de sol. Também possui um lindo arquipélago que não pode ficar de fora do roteiro de nenhum mochileiro que se preze.

    Tristram - Diablo

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Presente na série Diablo, Tristram é uma cidade em ruínas e seu acesso é um tanto dificultado, pois é realizado através de um portal mágico, conjurado por pedras especiais que devem ser tocadas em uma determinada ordem. Esta cidade tem um grande monastério, acampamento para ladrões, um deserto para os mais exóticos, além de florestas tropicais que são ideais para se fazer trilhas e passeios em família. O único problema é que o lugar tem uma via expressa que faz ligação direta com o inferno, e por isso, é tomado por demônios e mortos-vivos seguidores de Diablo e de seus outros Males Fundamentais.

    Bright Falls - Alan Wake

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    Apesar de Alan Wake ser aquele jogo macabro, Bright Falls é um lugar lindo e muito simpático. Possui uma grande floresta, fazendas e um parque maravilhoso, especialmente à noite. Recomenda-se que nunca se ande sozinho pelas ruas à noite, principalmente sem fontes de luz, como lanternas e isqueiros, devido à grande quantidade de ataques aos desavisados. Tem ótimos restaurantes, um farol, cabanas e é referência no tratamento de problemas psiquiátricos. Possui uma rádio local bem atual e sua história e cultura estão estampados nas placas pela cidade, o que facilita a vida do guia turístico e dos turistas perdidos. É um ótimo lugar para fazer coisas que você não irá lembrar depois, como escrever um livro, por exemplo.

    Limbo - DmC: Devil May Cry

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    A metrópole famosa por sua realidade paralela tomada por criaturas demoníacas, é um local de grande curiosidade dos jogadores, e responsável por maior parte dos cenários e conflitos de Dante em DmC: Devil May Cry. O principal ponto turístico de Limbo é a Devil’s Dalliance Nightclub.

    Rapture e Columbia - Bioshock

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    A franquia possui duas cidades fictícias que fizeram sucesso imediato: Rapture e Columbia. Rapture é a cidade debaixo d’água, onde o jogador passa a maior parte do primeiro game da série, e faz com que o jogador se depare com ambientes bem macabros e até mesmo engraçados. Já Columbia é o contrário: a cidade que fica nos céus. Suspensa por vários e gigantescas aeronaves, Columbia tem um sistema de movimentação pela cidade tão diferenciada que não é só isso que vai logo viciar os jogadores, mas sim os cenários maravilhosos em plena cidade flutuante, como o Hall of Heroes, First Lady’s Memorial, New Eden Square e muito mais.

    Sunset Valley - The Sims

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    E quem é que nunca desejou passear pelas vizinhanças da franquia The Sims? Uma das mais famosas é a Sunset Valley, de The Sims 3, que tem como principal atração o Parque Central, onde um passeio, um piquenique, pesca e uma boa conversa ao ar livre deixa qualquer Sims, e nós também, alegre. Outras vizinhanças famosas em The Sims são Bela Vista e Vila Verona, onde mistérios, desaparecimentos e as brigas das famílias mais poderosas do local chama a atenção de qualquer jogador.

    Sim, tem muitos lugares que nós, gamers, gostaríamos de visitar em uma viagem planejada, ainda mais as fictícias. A lista ficou grande sim, mas acreditem que ainda existem várias e várias cidades, mundos e reinos que faríamos questão de passar horas e horas visitando cada canto e apreciando os locais que fizeram parte, e ainda fazem, da nossa vida gamer.

    14
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      mattfenrir · about 1 year ago · 2 pontos

      Tem alguns lugares aí que eu não iria não kkkkkkkkk. A não ser que me garanta um arsenal.

      3 replies
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      kess · about 1 year ago · 2 pontos

      Los Santos é só amor!

  • palomaref Paloma Cristini
    2018-08-16 08:05:47 -0300 Thumb picture

    Os Zumbis e a Cultura Pop

    Medium 3662034 featured image

    Data original do artigo: 01/05/2015
    Site original da postagem: Co-op Geeks

    Os zumbis, ou mortos-vivos, estão atualmente dominando a cultura pop. Seja em jogos, filmes, séries, quadrinhos, e até mesmo livros, os monstros caíram no gosto do púbico e são infinitas as possibilidades em que as criaturas são usadas. Mas você conhece a origem de tudo isso? Nesse artigo especial, você conhecerá um pouco mais, sobre os terríveis zumbis.

    Origem

    A origem do termo “zumbi” é incerta, mas acredita-se que se deriva de nzambi ou nzumbi, que significa “divindade” ou “espírito ancestral”, em dialeto africano. O berço dessa origem é no Haiti, lugar onde acontecem rituais de vodu, prática que tem fortes ligações com os zumbis. Durante essas cerimônias, as pessoas dançam, entram em transe e incorporam entidades chamadas Iodas, e comem animais sacrificados. Entre esses praticantes, há os Bokos (feiticeiros), que seriam capazes de ressuscitar cadáveres e torná-los seus escravos, trabalhadores sem vontade própria. Isso seria possível pela ajuda de um pó venenoso, que deixa a vítima catatônica (esse pó é feito com ossos humanos pulverizados, lagartos, a carcaça de um sapo venenoso e um verme aquático, mas o principal ingrediente para esse pó é o peixe baiacu. Todos são grelhados e depois triturados em um pilão). E é assim que os zumbis ganham vida, segundo a cultura haitiana!

    Nós gamers, estamos acostumados com outro tipo de histórias sobre a origem dos zumbis, contadas em jogos como Resident Evil, Left 4 Dead e Dead Rising etc; Através desses games, outra teoria é levantada e aceitada por várias pessoas para a explicação da existência de zumbis: Vírus! Uma epidemia por animais e/ou roedores urbanos poderia causar uma contaminação de centenas de pessoas e torná-las zumbis. Uma pessoa infectada, em 2 horas, terá dor de cabeça, febre e calafrios; Em 24 horas, entra em coma profundo, parecido com a morte, e seus sinais vitais diminuem gradativamente; Em 30 horas, a transformações é completa: o zumbi não responde a estímulos e só age em uma função básica: se alimentar de carne humana!
    Os zumbis não vivem para sempre, pois mesmo sendo essas aberrações todas, eles são cadáveres ambulantes e seus corpos ficam expostos, sendo fácil alvo de bactérias que causam a sua decomposição. O zumbi pode viver, no máximo, 1 ano. No início de sua transformação, a pele adquire manchas e feridas abertas, alimento ideal para as bactérias. Depois de um tempo, orelhas, nariz, dedos dos pés e das mãos apodrecem e caem. Passando mais tempo, os ossos ficam expostos, fazendo com que parte dos braços, alguns dentes e olhos sejam perdidos. Com o passar do tempo, eles não conseguem nem se manter em pé, causando, definitivamente, sua morte.


    Curiosidades

    - Zumbis sofrem de miopia grave, enxergando o mundo em preto e branco. Também não escutam muito bem, mas tem um olfato excelente, assim farejam suas vitimas a quilômetros de distancia;
    - Eles não respiram, assim não precisam de hemoglobina, explicando o fato deles obterem um sangue escuro e grosso. Sua respiração é feita por contrações musculares do corpo;
    - Toda a carne humana ingerida pelos zumbis vai para seu intestino, onde apodrecem e são expulsas, mas eles não precisam se alimentar para se manterem vivos, fazendo com que isso se torne apenas uma caça por mero prazer doentio.


    Infestando os games

    A cada dia que passa, mais jogos com o tema voltado para apocalipse zumbi são lançados. Além dos já citados Resident Evil, Left 4 Dead e Dead Rising, o game mais atual a colocar zumbis como inimigos, foi o aclamado e bem sucedido The Last of Us, que diferentemente da maioria dos games, a causa da infecção não é um vírus, ou experiência biológica, mas sim a ação de um fungo existente no mundo real, chamado cordyceps. O fungo domina o hospedeiro e o transforma em uma criatura hostil e sanguinária. Diversas mutações acontecem no decorrer do tempo de infecção. O parasita por fim, termina o ciclo de transformação deixando o infectado quase sem características humanas.

    Infectando de diversas formas

    A série em quadrinhos The Walking Dead, que ganhou uma série de TV e em seguida dois jogos de videogame, também é uma das responsáveis pela propagação do sucesso que os zumbis estão fazendo atualmente. Porém, nesse caso, o motivo da infecção não é revelado.

    Quanto tempo irá durar essa epidemia?
    Podemos ter certeza de que a moda zumbi permanecerá na cultura pop por um longo tempo, já que o contexto em que as criaturas podem ser inseridas é infinito e cheio de espaço para criação e adaptação. Como por exemplo, a subdivisão de gêneros onde zumbis podem aparecer em títulos de ação, terror, ou num conjunto de ambos. 

    Resident Evil 6

    Platform: Playstation 3
    6424 Players
    437 Check-ins

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      roberto_monteiro · over 1 year ago · 2 pontos

      Muito legal!

      Eu acho incrivel como á uma liberdade para criar algo relacionado ao mundo zombie, se olharmos World War Z o infectado se transforma em questão de minutos, Outros, igual você citou, podem demorar dias.
      Em Walkin Dead todos já estão infectados, o que eu acho que nunca vi em outro lugar..

      Mas de fato, Zombies everywhere! haha

      1 reply
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      mattfenrir · over 1 year ago · 2 pontos
      1 reply

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