• supermarcosbros マルコス・アントニオ
    2018-12-15 13:20:14 -0200 Thumb picture
    23
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      ghostsnakin · 3 meses atrás · 3 pontos
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      gradash · 3 meses atrás · 2 pontos

      CACETE, que coisa mais LINDA! E eu achando que Guilty Gears XRD era o ápice...

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      rcukierti · 3 meses atrás · 2 pontos

      Adoro esse ritmo de hit com pausa estilo das antigas

  • 2018-03-18 19:41:17 -0300 Thumb picture

    ​Boxart japonesa de Happy Birthdays

    Medium 535115 3309110367

    Novo nome e versão de Birthday the Beginning que está para ser lançada em 29 de março no Nintendo Switch no Japão. Além do simulador Yasuhiro Wada, mais conhecido por Harvest Moon, continua na ativa com a produção de um novo simulador/RPG chamado Little Dragons Café.

    [@jvhazuki]

    Birthdays the Beginning

    Plataforma: Playstation 4
    2 Jogadores

    8
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-03-17 20:24:37 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Dragon Ball FighterZ

    Zerado dia 17/03/18

    Lembra quando anunciaram esse jogo? Todo mundo pirou! Lembro dos meus amigos falando disso em todo lugar, chamando o jogo de Dragon Ball Fighter Z, Dragon Ball Z Fighter e outros (inclusive está cadastrado errado aqui no Alvanista). A aparência do jogo, idêntica ao anime, com lutas super velozes. Um sonho!

    Não sou o maior fã de jogo de lutas, mas esse aqui era um jogo que eu tinha que ter pra chamar os amigos e jogar por horas. Amei a demo e fiz a pré-venda. Mal dá pra acreditar que esse jogo já saiu!

    Com ele em mãos, levei pra todo lugar, as vezes até com o console. Dragon Ball FighterZ chegou a ARRUINAR jogatinas. Sim, mais de uma vez. Planos de jogar board games ou outros videogames foram completamente esquecidos todas as vezes. Foram horas de diversão em todos os lugares e com todos os amigos, que me odeiam quando eu resolvo não levá-lo comigo pra gente fazer outras coisas e ficar menos na frente da TV.

    Que jogo, senhores!

    Todo o hype foi correspondido com um jogo lindo e rápido com lutas de 3 contra 3. Definitivamente, um passo a frente pro gênero de luta que precisávamos a tanto tempo.

    O gameplay é peça chave do jogo, pois é possível fazer combos com muita simplicidade e os combates acabam sendo muito bons mesmo para quem nunca o jogou antes ou pra quem é ruim em jogo de luta. Cada round é muito massa e bonito de se assistir, seja de novatos ou veteranos.

    Por outro lado, quem treina e entende dos comandos ainda se sobressai facilmente contra quem joga basicamente. São MUITOS comandos e possibilidades, no chão ou no ar, sendo que muitos dependem do timing certo ou servem como contra-ataque.

    Eu realmente não consigo imaginar nenhum outro jogo como esse, sempre divertido e muito bem balanceado, simples e técnico ao mesmo tempo.

    Pra quem jogou os últimos Guilty Gears, sabe como a Arc System Works fez um belo de um trabalho com os visuais. Nesse Dragon Ball, tudo foi elevado a um novo nível. As animações tanto durante as lutas como as das cutscenes da campanha são lindíssima, um 3D meio 2D muito natural, com personagens cheios de animações na face e linguagem corpórea com várias referências a cenas clássicas do série. Incrível mesmo! Tudo isso sem lag e sem parecer robótico.

    Some tudo isso a inúmeras cutscenes diferentes contando a longa estória e os muitos ataques e supports nas lutas e você vai perceber que esse jogo é diferente de tudo, quase como se fosse feito frame por frame como Cuphead.

    Após a época da Demo, quando joguei com o pessoal a primeira vez, acreditei que já entendesse o jogo 100% e que era muito fácil, ensinando a todos os amigos:

    -Quadrado, triângulo e bola são os ataques físicos básicos. Golpe fraco, médio e forte, respectivamente. A repetição dos dois primeiros faz um combo simples;

    -X atira o ataque de energia (tipo hadoukens) comum dos jogos da série;

    -R1 usa um ataque que o seu personagem dá um combo rápido e joga o inimigo pra cima, onde você pode continuar com outros golpes;

    -R2 faz com que seu personagem voe rapidamente em direção ao oponente e já dê o primeiro golpe do que pode se tornar um combo (um dos meus comandos favoritos, mas usar a todo momento com quem sabe jogar não é uma boa ideia, já que dá pra perceber quando a pessoa vai usar e você tem tempo de sobra de defender e contra-atacar);

    -L1 e L2, se apertados rapidamente, usam cada personagem da reserva como suporte. Segurando, você troca para aquele personagem;

    -Meia lua pra frente e R1 você faz o especial de 1 barra. Meia lua pra trás e R1, o especial de 3 barras, muito mais forte.

    Apesar da simplicidade toda, eu praticamente não perdia as batalhas e acabei sempre deixando eles jogar e aprender e ficava apenas assistindo. É notável que alguém com um pouco de costume já tinha grande vantagem. 

    Em outra ocasião, jogando com pessoas que tinham o jogo, levaram a demo a sério ou assistiam outros no Twitch, tive grandes dificuldades e dificilmente ganhei de qualquer um dos presentes.

    Essas dificuldades e facilidades são notáveis quando se joga online. Os novatos se mantém em combos simples e coisas que abrem muito a guarda. Pessoas com mais experiência são muito mais difíceis e dá um grande trabalho achar aberturas.

    Se você jogar o tutorial de batalhas, como deveria, vai perceber que o jogo tem muito mais combinações de botões e é super complexo. Tanta coisa que eu nem lembro. Jogando contra um amigo online, ele fazia coisas que eu nem sei como se faz, mas terminamos a partida em empate.

    Quando você abre o jogo, ele te põe em um dos lobby, onde muitas pessoas estão andando e fazendo que que quiserem com o avatar do personagem que escolheram.

    É nesse lobby que andamos e achamos partes da "cidade" referentes a lutas online, ranqueadas, lutas locais, loja para comprar cosméticos, podemos começar uma luta contra qualquer um a vista e a campanha, entre outros.

    A campanha é dividida em 3 partes, sendo que de início só a primeira está aberta, e a segunda será aberta quando essa for finalizada, e assim por diante. A estória é original, algo não muito comum em jogos da franquia, e basicamente envolve você se apossando do corpo dos personagens, clones de todo mundo (pra justificar você lutando tantas vezes contra as mesmas pessoas) e uma nova vilã: a Android 21, que tem um biotipo parecido com do Freeza, roubas as habilidades dos outros tipo o Cell e tem a pele como a do Boo, além de transformar os outros em doce.

    Resumindo: Dragon Ball FighterZ é, na minha opinião, o jogo mais interessante de luta de um player contra um player desde séculos. Simples pra casuais e complexo para quem quiser levar o jogo a sério. Uma fórmula que deu muito certo, e algo que eu nunca imaginaria. Visualmente, é de encher os olhos e vai fazer tudo o que veio antes parecer chato e incompleto.

    De bom: lindo e veloz, como nós sempre queríamos. Jogabilidade excelente para todo público e muito bem balanceado e estratégico. Efeitos de câmera durante a batalha pra lembrar que tudo ocorre em camadas com profundidade, e não um bocado de sprites juntos. Muitos modos offline e online farão o replay do jogo ser incrivelmente duradouro (inclusive novos personagens que virão). Referências e fidelidade a série de uma forma quase sem igual.

    De ruim: alguns amigos reclamaram que queriam que o jogo tivesse mais personagens no lançamento, ainda mais porque com lutas de 3x3 lutadores, logo todo mundo vai e começam a repetir. Ao mesmo tempo essas reclamações foram de jogadores mais casuais e que estão menos preocupados com o gameplay em si. Achei a campanha cansativa e bem repetitiva (necessária para abrir um personagem).

    No geral, DBF é o jogo definitivo de luta das minhas jogatinas, e acabou com a vontade que eu tinha de comprar Street Fighter V, King of Fighters XIV, Injustice 2, Tekken 7, Marvel VS Capcom e outros. Apesar de todos esses serem jogos muito bons, não vejo mais a necessidade de ter mais de um jogo do gênero. Além de tudo, vou ter prazer de começar a assistir seriamente campeonatos como EVO. Não pretendo treinar o jogo e ele vai ficar na prateleira, sendo um dos carros chefes das jogatinas com amigos!

    Dragon Ball Fighter Z

    Plataforma: Playstation 4
    196 Jogadores
    91 Check-ins

    26
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      vinicios_santana_3 · 1 ano atrás · 2 pontos

      Ótimo texto.
      Esperando meu irmão comprar para jogarmos juntos.

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      pedrotriforce · 1 ano atrás · 2 pontos

      Eu sempre jogo online, em vez de jogar algum outro jogo hahaha
      Acabei de chegar no Rank Kaioshin do Leste e olha que nem curto muito jogo de luta, mais me empenho bastante nesse jogo, e talvez até pegue o SFV, to no nível de estudar frames e treinar bastante os combos e combinações de personagens e talz, coisa que jamais pensei que iria fazer na vida XD

      1 resposta
  • deletado999999 Farei uma nova ou não.
    2017-10-03 12:23:30 -0300 Thumb picture
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2017-07-27 02:52:23 -0300 Thumb picture
    7
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      luchta · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      O jogo é um card game, tipo um Yu-Gi-Oh! só que com velhas mal desenhadas...

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      luchta · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      O que as ovelhinhas estão fazendo @_gustavo?

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      santz · mais de 1 ano atrás · 1 ponto

      Está me lembrando aquele jogo bizarro dos plugs de tomada.

      2 respostas
  • lendaryo Solivan Martins
    2017-07-27 00:36:25 -0300 Thumb picture
  • 2017-02-16 09:41:48 -0200 Thumb picture
  • 2016-09-18 01:39:01 -0300 Thumb picture

    Chase: Cold Case Investigations é pra lembrar que...

    Medium 341790 3309110367

    ... de certa forma a Cing não morreu

    Novo adventure a caminho do ocidente e dedicado a todos os fãs de Hotel Dusk, a imagem não me deixa mentir.

    ► Post completo no DaiBokém!

    [@jvhazuki]

    Hotel Dusk: Room 215

    Plataforma: Nintendo DS
    321 Jogadores
    39 Check-ins

    6
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      shadowofheart · mais de 2 anos atrás · 2 pontos

      Nossa, até a trilha sonora tá parecida com o Hotel Dusk, excelente! Quero muito, vou arranjar um 3DS emprestado pra jogar.

  • 2016-09-15 23:14:06 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-03-07 12:17:07 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Guilty Gear Xrd - Sign-

    Terminado dia 06/03/16

    Gosto muito de jogos de lutas em alta velocidade e cheias de combos e Guilty Gear sempre foi um dos meus prediletos nesses quesitos. A minha primeira experiência com a série foi no Dreamcast, que me dava vários calos no dedão ao tentar fazer os muitos combos naquele d-pad duro e pontudo. Cheguei a jogar outras versões no PC, DS e PS2 e quase nada nunca muda. Definitivamente a Arc System Works curte milkar a série. Mas também, o que fazer com a série e seus muitos jogos similares?

    Bom, esse pra mim foi o primeiro jogo com alguma diferença notável: modelos 3D. Apesar de pouco parecerem diferentes dos anteriores, se você olhar direito, são todos em três dimensões, fato que fica óbvio ao executar alguns golpes especiais (como jogar o oponente pra cima tentando um combo aéreo ou o clássico Destroyer, golpe especial que mata o oponente apenas ao acertar). A câmera também gira em volta do último golpe ao finalizar cada round, um efeito que lembra Matrix.

    Particularmente eu adorei isso de 3Ds que se parecem 2Ds e acho que franquias como Marvel VS Capcom ficariam bem melhores assim.

    Mantiveram 90% dos golpes e combos de jogos anteriores, o que é até legal, pois já saí destruindo com alguns personagens, como o Sol Badguy e Slayer. Ainda assim, adicionaram uma coisa aqui e ali nas listas de golpes e mudaram alguns efeitos. O Sol mesmo, agora tem um especial que o transforma e um demônio por um grande período de tempo e seus golpes ficam roubadíssimos. Algo de fácil execução, aliás.

    Já a I-No, a guitarrista de roupas vermelhas e chapéu de bruxa, teve os seus efeitos de golpes que eram bem "neon" mudados para algo como os efeitos que os aparelhos de som fazem na tela de equalização.

    O que eu odiei mesmo nesse jogo foram algumas mudanças nos visuais dos personagens. Alguns se mantiveram iguais, como a May. Enquanto outros ficaram mais modernos e legais, como o Potemkin e sua armadura que cobre todo o corpo. Porém, personagens como o Ky, Chipp e Axel ficaram super afeminados. É legal uma reformulação, mas esses mudaram demais e chegam a parecer mulheres.

    O jogo adicionou ainda cinco novos personagens: Ramlethal, Bedman, Sin, Leo e Elphelt. Gostei deles e etc, mas o preço foi alto: limaram uns outros dez dos jogos anteriores, como Testament, Johnny, Dizzy, Zappa e vários outros.

    Resumindo: Guilty Gear Xrd -Sign- é bem bacana e mantém a qualidade típica da série, sendo rápido, cheio de combos e especiais e vários personagens bem diferentes para escolher.

    De bom: jogo bonito e colorido. Sinto que toda a experiência que tive com a série foi mantida desde a primeira jogatina. Personagens novos. Outros modos de jogo para uma jogatina mais diferenciada, como missões, que ensinam bastante.

    De ruim: excluíram cerca de dez personagens clássicos (acho que só uns dois retornarão no novo jogo que sairá em breve). Nada muito novo fora a reformulação dos personagens e adição de outros. Modo arcade curtíssimo, o que me permitiu fechar com vários personagens. Existe um Story mode, mas é apenas um anime que junta todas as estórias superficiais do jogo e as liga com outras animações, muito bom pra assistir como filme.

    No geral é um jogo super legal pra curtir com os amigos, embora uma nova versão já esteja pra sair. E ainda continua me dando calos no dedão.

    GUILTY GEAR Xrd -SIGN-

    Plataforma: PC
    23 Jogadores
    8 Check-ins

    3

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