• luchta Ewerton Ribeiro
    2019-11-12 04:34:36 -0200 Thumb picture

    Castlevania - Mediocre of Fate

    Uma analise do canal do Master Alucard, dessa vez do jogo Castlevania: Lords of Shadow - Mirror of Fate, que é o primeiro metroidvania 3D dessa serie, no universo alternativo da subfranquia LOS.

    Castlevania: Lords of Shadow – Mirror of Fate HD

    Platform: PC
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      jcelove · 2 days ago · 2 pontos

      O pessoal detona o mirror of fate mas eu achei bem divertido na época. Lembrava os metridvania classicos e o esquema de 3 protagonistas nao deixava ficar chato.
      Comecei meio q torcendo o nariz pra nova origem do alucard mas ate q curti o novelao da historia tbm.hehe

      3 replies
  • rodrigockp Rodrigo
    2019-11-02 21:19:36 -0200 Thumb picture

    Analise de um não analista: Nintendo Switch Lite!

    Medium 3754992 featured image

    Nintendo Switch Lite lançado em 20 de Setembro de 2019, o mais novo console da família Nintendo, veio justamente para compensar aqueles que só compravam o Switch para jogar como portátil já que ele por sua vez tem somente 275 gramas comparado com os 400 gramas do Switch original. Confesso que, isso dele ser mais leve que o original e ser somente um portátil foi o que me chamou mais a atenção, sou fã de consoles portáteis e esse, não é o mais leve de todos, comparando com o PS Vita, que tem 260 gramas, ele tem 15 gramas a mais, porém, acho que por questões de tamanho e de distribuição de botões o Switch acaba dando a impressão de ser mais leve, obviamente não é tão portátil assim, porém, cabe em um bolso tranquilamente sem fazer peso e deixando a sua calça cair. Não é indicado por causa dos analógicos, mas se não tiver opção, suas calças não vão cair enquanto você estiver na rua.

    FORA DA CAIXA:

    Além do manual, é basicamente isso que vem na caixa, Lite e carregador, desnecessariamente grande, tipo C, que por sua vez é o mesmo do Switch Original. Okay, talvez reclamar do carregador seja errado, levando em conta que Switch lite é um console mais barato ($100 dólares mais barato que o original) então obviamente não iriam criar um carregador só pra ele, não teria sentido, porém, pra um portátil, ele é grande, comparado com a fonte do Nintendo DS/3DS.

    DISTRIBUIÇÃO DOS BOTÕES E DESIGN:

    Segue o mesmo padrão de sempre da Nintendo, porém no lite, tem a diferença do D-pad que no original é em formato de botões separados de setinhas no estilo do controle do Nintendo 64 e a inclusão dos botões ZL e ZR que eram vistos só em consoles de mesa presentes agora pela primeira vez em um portátil, além do + e - substituindo os Start e select que era padrão em portáteis da Nintendo. No Lite também não tem a remoção dos joy-cons, obviamente, sendo assim removido uma das melhores funções do joy-con, o Rumble HD, que faz o controle vibrar de forma unica. Nessa versão, por ser mais compacta, foi removido também o "pézinho" que segurava o console para se jogar de duas pessoas. Sinceramente isso faz falta no lite, até porque, se você comprar um joy-con ou um pro controller vai funcionar nesse também, sim, o lite tem suporte aos controles da outra versão.


    DESEMPENHO:

    Sem ser muito técnico aqui pois não sou formado em eletrônica, posso dizer o básico que é um hardware levemente melhorado do original, simplesmente para aguentar a bateria mais forte, que no lite eles deixaram um pouco mais "parruda" para aguentar mais, o que, na pratica, não muda tanto, Zelda BoTW por exemplo, no switch original em modo portátil demora cerca de 3h para zerar a bateria do console, já no lite isso passou para umas 4h/4h30min. O que não faz uma enorme diferença, mas ajuda. Lembrando que esse tempo pode variar de acordo com o volume e com o brilho da tela do console. Uma outra diferença é que, o Lite só chega a 720p, o original em contra partida, consegue chegar a 1080p quando "dockado" já em modo portátil os dois fazem exatamente a mesma qualidade de imagem, porém, devido ao tamanho da tela de 5,5" o que é ótimo para um portátil comparado com 6,2" do original, o Lite passa a impressão de uma imagem mais polida, já que o Switch original tem 237ppi e o lite tem 267ppi. Seu armazenamento continua o mesmo do original, 32gb, o que, pros jogos atuais, não cabe nenhum basicamente, sendo necessário a compra de um cartão microSD. Questão de jogos, rodam todos na mesma qualidade e fluidez que o original em sua versão portátil, e, diferente de muita analise dizendo que jogos como "Just Dance", "1, 2 Switch" ou "Mario Party" são incompatíveis, não é bem assim, os jogos rodam normalmente nesse console também, pois, como já foi citado aqui você pode sim comprar os joy-cons a parte para joga-los, só não vai ficar muito fácil de ver nessa tela, mas são jogáveis e compatíveis sim! Único, que aparentemente não é compatível ainda é o Nintendo Labo.

    RESUMO DA OPERA:

    Switch Lite é para aqueles que, assim como eu, amam jogar em portátil, mesmo o original tendo essa possibilidade, o peso de fato atrapalha, você começa a ter dor no pulso de segurar por tanto tempo, afinal você está segurando quase meio quilo na mão, por 3h seguidas. No final, vai da escolha do consumidor qual irá comprar, se prefere jogar na TV ou na hora do almoço no trabalho sem cansar o braço.

    PRÓS E CONTRAS:

    Pros:
    Inteiramente portátil; Cores vibrantes no console inteiro; leve e pratico; bateria mais forte.

    Contras:

    Não liga na tv; não tem joy-cons removíveis; tela muito reflexiva, não vem com uma dock simplesmente para carregar o portátil.

    Enfim, essa é uma analise por um jogador e usuário do produto, sem nenhuma ligação com retorno monetário ou com a empresa.

    Espero que gostem, e em breve irei trazer mais uma analise sobre acessórios para o Switch lite. É isso até a próxima!

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Platform: Nintendo Switch
    779 Players
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      rafael_mingato · 11 days ago · 3 pontos

      Mas que belezinha, muito bonito 🎮😬

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      artigos · 11 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      roberto_monteiro · 3 days ago · 1 ponto

      O Titulo deveria ser Nintendo Switch Lite: O Switch que não switcha!

  • farusantos Farley Santos
    2019-11-01 15:06:52 -0200 Thumb picture

    Análise: Death Stranding

    Death Stranding faz uma interpretação diferente de conceitos que conhecemos em um jogo único. Pode parecer meio trivial o foco em fazer entregas, no entanto há muito para ver e fazer por causa dos cenários elaborados, mundo vasto e das atividades variadas. Além disso, inúmeras ferramentas permitem diferentes abordagens na hora de superar as complicações que aparecem pelo caminho — a diversão é justamente encontrar maneiras de sair ileso de situações difíceis. Mesmo assim, certos tipos de missões reaparecem várias vezes pela aventura, o que traz sensação de repetição.

    Além disso, o jogo apresenta um universo intrincado e muito bem pensado, com ótimas cenas reforçadas pela parte técnica impecável. Apreciei, em especial, a sensação de melancolia e intimismo proporcionada pelos vastos cenários e pelo uso pontual de música. Já a trama é instigante e até mesmo um pouco confusa, mas nunca deixa de ser interessante. Destaque para os ótimos personagens, que passam realismo com a competente interpretação dos atores que inspiraram suas aparências.

    No fim, Death Stranding é uma experiência exótica e incrível. Claro, seu estilo ímpar pode ser estranho ou enfadonho para alguns, mas aqueles dispostos a experimentar algo diferente possivelmente vão apreciar bastante o jogo.

    Análise completa

    Death Stranding

    Platform: Playstation 4
    378 Players
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  • farusantos Farley Santos
    2019-10-28 16:01:25 -0200 Thumb picture

    Análise: MISTOVER

    MISTOVER mescla RPG e dungeon crawling em uma aventura interessante e brutal. Explorar calabouços repletos de perigos é complicado, no entanto a diversão é justamente sobreviver. Um dos destaques do jogo é seu sistema de batalha por turnos que combina elementos como posicionamento de personagens e habilidades de diferentes classes de heróis, o que traz várias possibilidades estratégicas. A temática de fim do mundo iminente é aplicada na direção de arte bela, mas sombria, na música soturna e nas várias mecânicas de jogo. Entretanto, a aventura carece de balanceamento e variedade: os mapas podem ficar repetitivos, o combate às vezes é difícil por motivos fora do controle do jogador e o sistema de Doomsday Clock é punitivo demais. Felizmente a desenvolvedora está fazendo ajustes constantemente e com o tempo a experiência deverá ficar mais agradável. No fim, MISTOVER é para aqueles que procuram desafio intenso.

    Análise completa

    MISTOVER

    Platform: PC
    3 Players
    3 Check-ins

    14
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-28 16:00:14 -0200 Thumb picture

    Análise: Indivisible

    Indivisible usa diferentes conceitos para criar uma aventura que mescla plataforma e RPG. É divertido superar os vários puzzles de navegação, assim como participar de batalhas ágeis focadas em combos. Além disso, o visual é excepcional e apresenta personagens desenhados à mão, boa variedade de cenários e muito estilo. No entanto, o jogo sofre com problemas estruturais, como história e personagens mal desenvolvidos, combate fácil que não exige estratégia, problemas de precisão nas partes de plataforma e mais. No fim, fica a sensação de que Indivisible podia ser muito mais, afinal muitos de seus aspectos são subdesenvolvidos. Quem procura uma aventura leve e descompromissada talvez aproveite o título, já os interessados em RPGs elaborados provavelmente se decepcionarão.

    Análise completa

    Indivisible

    Platform: PC
    40 Players
    15 Check-ins

    16
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-15 17:25:16 -0300 Thumb picture

    Análise: WARSAW

    WARSAW consegue transformar as complicações da guerra em um bom RPG. Controlar um grupo de insurgentes por uma Varsóvia em conflito é tenso e difícil, sendo forte a sensação de triunfo quando temos sucesso nas missões. O jogo apresenta boas mecânicas na forma de exploração em tempo real, batalhas estratégicas por turnos e administração de recursos. Além disso, a ambientação é certeira ao usar fatos históricos como inspiração para os personagens e eventos da campanha, sendo que o clima apoiado por ótimo visual e música. Faz sentido a experiência ser intensa por causa de se passar em uma situação de guerra complexa, contudo, algumas vezes, o jogo traz frustração com seus picos de dificuldade imprevisíveis ou elementos repetitivos — ajustes futuros devem amenizar esses problemas. No fim, WARSAW é uma experiência brutal capaz de evocar diferentes sentimentos e é recomendado para aqueles que procuram alto desafio.

    Análise completa

    WARSAW

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    6
  • 2019-10-13 05:12:25 -0300 Thumb picture

    DIGITAL FOUNDRY | ANALISE

    Astral Chain

    Turok 2

    Divinity Original Sin 2

    Sniper Elite 3

    DEMOS: Resident Evil 5 | Resident Evil 6

    Yooka-Laylee And Impossible Lair

    The legend of Zelda: Link's Awakening

    Overwatch

    Nintendo Switch Lite

    Nintendo Switch "Mariko" 

    1
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-04 17:36:37 -0300 Thumb picture

    Análise: Fight'N Rage

    Fight’N Rage empolga com sua jogabilidade acelerada, variada e muito divertida. É ótimo acabar com inúmeros oponentes por meio de combos elaborados no ar em um sistema de jogo repleto de nuances interessantes — é particularmente recompensador bater tanto em um monstro a ponto de ele explodir, literalmente. Situações complicadas e muitos inimigos agressivos tornam a dificuldade intensa, e a graça é justamente dominar as particularidades e sair vitorioso. Além disso, o jogo conta com muito conteúdo como modos extras, personagens adicionais e vários finais. No fim, Fight’N Rage moderniza os beat ‘em ups de forma incrível e isso o torna indispensável.

    Análise completa

    Fight'N Rage

    Platform: Nintendo Switch
    2 Players
    2 Check-ins

    16
  • andre_luiz André Luiz Alvares
    2019-10-01 21:21:07 -0300 Thumb picture

    Uma longa análise em vídeo que vale muito a pena ver

    The World Ends With You é um dos 2 jogos que zerei no emulador de DS, e é muito bom, mas essa análise mudou minha percepção sobre como o jogo aprofunda sua ótima mensagem de uma forma espetacular que eu não tinha percebido antes (até pq na época eu não lia inglês tão bem), e por isso vale a pena ver essa análise.

    Caso queira um "aperitivo" antes de decidir dedicar tanto tempo à uma análise, recomendo verem a parte 2, já que é um vídeo curto, mas que aborda muito bem o uso das mecânicas de jogo como metáfora pra mensagem que o jogo quer passar.

    The World Ends with You

    Platform: Nintendo DS
    1767 Players
    108 Check-ins

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      rax · about 1 month ago · 2 pontos

      compartilhei pra ver depois :3

  • farusantos Farley Santos
    2019-10-01 15:34:59 -0300 Thumb picture

    Análise: Cat Quest II

    Cat Quest II é um ótimo RPG de ação leve com suas mecânicas simples e mundo descomplicado. É divertido controlar uma dupla de heróis em uma jornada com combate ágil e direto e mundo extenso e repleto de atividades — tudo fica ainda mais legal no multiplayer cooperativo para dois jogadores. A ambientação é acertada e bem humorada com a presença de vários trocadilhos e belo visual 2D. O título se propõe a ser um RPG descomplicado, no entanto isso pode atrapalhar a experiência: sistemas simples demais e pouca variedade de conteúdo podem deixar a aventura cansativa e repetitiva. No fim, Cat Quest II diverte e é uma ótima opção para curtir com alguém mais jovem ou que não procura algo muito complexo.

    Análise completa

    Cat Quest II

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    9
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      costadelli · about 1 month ago · 1 ponto

      Quando será que sai pra ps4? Eu adorei e até platinei o primeiro...

      3 replies

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