• douggycandido 'Douggy' Candido
    2018-05-13 22:40:31 -0300 Thumb picture

    Empolgado para o God of War? Então ouça este álbum

    SECRET OF THE RUNES DO THERION

    O Therion é uma banda que começou fazendo metal extremo e foi ficando cada vez mais sinfônica, a ponto de vários de seus discos terem muito pouco de metal. No entanto, esta acabou se tornando sua principal característica. Simplesmente não existem outras bandas como o Therion.

    O Secret of the Runes é um álbum conceitual lançado em 2001 e bastante único em sua concepção. Ele tem 11 músicas. A primeira delas, Ginungagap, retrata o início do universo de acordo com a mitologia nórdica. Cada uma das nove faixas seguintes é dedicada a um dos nove mundos e à runa que o representa.

    Na ordem, são Midgård, Asgård, Jotunheim, Schwarzalbenheim, Ljusalfheim, Muspelheim, Nifelheim, Vanaheim e Helheim. A última música se chama Secret of the Runes e é o epílogo da coisa toda.

    Eu particularmente gosto mais de Ljusalfheim

    Matéria retirada no site : whiplash.net

    God of War

    Platform: Playstation 4
    950 Players
    418 Check-ins

    18
  • 2017-02-20 16:52:36 -0300 Thumb picture

    [Álbuns] #5 - The Number Of The Beast (Iron Maiden)

    E o álbum de hoje é de uma das maiores instituições do heavy metal, uma das bandas mais queridas e com muitos fãs fervorosos aqui no Brasil, Iron Maiden.

    E entre os muitos discos excelentes dessa banda, decidi ir um pouco pelo óbvio e pegar o provavelmente mais famoso deles, que marcou o início de uma nova fase: The Number of the Beast.

    Sendo o terceiro álbum da banda, o primeiro com Bruce Dickinson e o último com Clive Burr, foi o primeiro a chegar ao primeiro lugar das paradas britânicas, vendendo 14 milhões de cópias  mundialmente.

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    Ficha Técnica

    Lançamento: 22 de março de 1982

    Gravação: Janeiro a fevereiro de 1982, no Battery Studios, Londres

    Gênero: Heavy metal

    Duração: 39:11

    Gravadora: EMI

    Produtor: Martin Birch

    Músicos:  Steve Harris – baixo, segunda voz,

                        Dave Murray – guitarra,

                        Clive Burr - bateria,

                        Adrian Smith – guitarra, segunda voz,

                        Bruce Dickinson – voz.

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    História

    No ano de 1981, o Maiden já era uma das principais bandas da Nova Onda do Metal Britânico (NWOBHM), com dois álbuns lançados, bem conhecidos no circuito europeu e com relativo sucesso no Japão e Estados Unidos. 

    Entretanto, o vocalista Paul Di'anno, que era visto como um punk dentro do meio metal, já mostrava sinais de desgaste devido às extensivas turnês e seu comportamento auto-destrutivo. Além disso, Steve Harris estava começando a ter novas ideias para a banda, que necessitariam de alguém com maior alcance vocal.

    Assim, Di'anno é demitido e Steve chama o vocalista da banda Samson, que já havia tocado várias vezes com o Maiden no circuito dos pubs ingleses, Bruce Dickinson.

    A performance operística de Dickinson o fez um ícone metal imediato, desafiando até Rob Halford, e ajudando a elevar a banda às alturas. Falando no Judas Priest, a sonoridade do Maiden foi fortemente influenciada pelo seu material do final dos anos 70, com ritmos agressivos, alternância entre as duplas guitarras e vocais poderosos de alto alcance.

    Com uma intensidade sonora que não comprometeu a excelente técnica dos músicos, o álbum é uma coletânea de canções icônicas, onde o nível de composição de Harris se torna ainda mais ambicioso, abandonando em grande parte a violência das ruas e partindo para temáticas históricas, de ficção científica e terror. Diferentemente do álbum anterior Killers, nenhuma música era alguma sobra pronta, dando à banda um verdadeiro novo começo.

    Sendo muito bem recebido na Europa, a situação foi diferente nos Estados Unidos, onde The Number of the Beast criou grande controvérsia com os conservadores por utilizar temáticas religiosas em algumas das composições e na arte da capa, gerando acusações de satanismo contra a banda. Entretanto, isso acabou funcionando como publicidade gratuita, alavancando ainda mais as vendas do álbum.

    (Ahh Rock N Roll... Desde o Elvis causando polêmica rsrsrs)

    A banda alega que nenhum deles possui qualquer ligação com assunto, e a ideia da adoção da temática iniciou quando compuseram a faixa título do álbum (conto essa história logo ali em baixo), pensando que poderia ser algo engraçado, e não levado tão a sério.

    Apesar disso, dizem as lendas que diversos incidentes estranhos ocorreram durante a gravação, como luzes que acendiam e apagavam sem motivo aparente e um equipamento que se quebrou misteriosamente. Estes incidentes chegaram ao seu clímax quando o produtor Martin Birch bateu seu automóvel contra um ônibus com, se não me engano, seis freiras. O custo do conserto de seu carro foi de exatamente 666 libras esterlinas.

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    Capa

    A imagem da capa, assim como nos álbuns anteriores, foi feita pelo ilustrador Derek Riggs. O design original possuía uma coloração acinzentada (como a imagem no começo desse post), mas devido à um erro de prensagem, acabou sendo lançado com um fundo azul, deixando a imagem mais colorida.

    Uma curiosidade é que durante a turnê desse álbum o até então baterista da banda francesa Trust, Nicko McBrain, foi convidado para se fantasiar do demônio da capa e encenar junto com o Eddie no palco. No ano seguinte ele assumiria as baquetas da banda.

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    Músicas

    Antes de ir para o que interessa, só mais um pequeno detalhe.

    Segundo entrevistas, Bruce estava fortemente envolvido na composição de várias das faixas do álbum, especialmente "Children of the Damned", "The Prisoner" e "Run to the Hills". Porém, devido a assuntos contratuais com sua banda anterior, ele não poderia assinar nenhuma das novas músicas, fazendo com que ele apenas realizasse "contribuições morais", ajudando na construção das canções.

    Praticamente todos os créditos de composição vão para Steve Harris, com algumas parcerias dele com Adrian Smith e Clive Burr.

    1. Invaders (3:25)

    Uma acelerada música de abertura com a letra fazendo referência ao tempo das navegações vikings, já possui um pouco do estilo de baixo galopante que se intensificaria em músicas futuras.

    2. Children of the Damned (4:35)

    A mais melódica do disco, lenta porém pesada, nos moldes das canções mais suaves de Ronnie James Dio no Sabbath e Rainbow. A letra é inspirada no filme de ficção científica e terror de 1964 com o mesmo nome escrito por John Briley.

    3. The Prisoner (6:04)

    Bruce Dickinson teve a ideia inicial para essa música a partir da frase "I'm not a number, I'm a free man" tirada de uma série de TV britânica de mesmo nome, em que um ex-agente secreto é raptado e levado para uma estranha prisão. 

    Uma curiosidade é que o trecho inicial da música foi retirado diretamente do seriado, com o produtor tendo ligado para o criador Patrick McGoohan e pedido autorização para o uso.

    4. 22 Acacia Avenue (6:37)

    Uma das músicas que foge da temática geral do disco, é uma continuação da música "Charlotte The Harlot" do primeiro álbum. Segundo Adrian Smith, esse seria o endereço de Charlotte, uma garota de programa que supostamente vivia no número 22 da Avenida Acacia.

    5. The Number of the Beast (4:52)

    Escolhida para dar nome ao álbum, a história contada nessa faixa surgiu a partir de um pesadelo recorrente de Steve Harris. O início climático, com uma narração inicial e uma parte cantada finalizada por um grito antes de ir para a sessão mais acelerada, foi moldado pelo produtor Martin Birch, que segundo Bruce o fez gravar essa única parte por cerca de quatro horas seguidas

    Apesar da polêmica, a letra da música não cultua o diabo ou coisa do tipo, e sim conta uma história de terror assim como Sabbath sempre fez. Claro que eles imaginavam que havia a hipótese de dar alguma polêmica, especialmente nos EUA, mas eles obviamente não se preocuparam com isso.

    6. Run to the Hills (3:54)

    Sendo escolhida como single para ser lançada antes do álbum, foi o primeiro da banda a entrar no Top 10 Britânico. Um hino que narra os conflitos entre nativo-americanos e os invasores ingleses, possuindo um ritmo galopante comandado pelo baixo de Harris, algo que se tornaria característico da banda.

    7. Gangland (3:48)

    Um conto das ruas que não teve Harris na composição da letra, juntamente com 22 Acacia Avenue é uma exceção temática ao disco, trazendo as leves influências punk deixadas por Paul Di'anno.

    8. Hallowed Be Thy Name (7:14)

    E para finalizar um hino, uma das favoritas de alguns membros da banda, Hallowed Be Thy Name entra inteiramente na definição de um épico. Narra a história de um prisioneiro prestes a ser enforcado refletindo sobre seus últimos momentos de vida, apresentando uma das letras mais filosóficas de Harris.

    Com um início bem climático que abre para sequências instrumentais memoráveis e uma profunda interpretação de Dickinson, consegue transitar suavemente entre as mudanças de tempo, e nas performances ao vivo costumava acelerar cada vez mais até o final. (Chegando perto do ridículo segundo Bruce rsrs)

    A versão remasterizada do disco lançada em 1998 ainda trouxe como extra a música Total Eclipse.

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    Então é isso.

    Um clássico do Iron Maiden para deixar sua semana mais metal, uma boa pedida para uma preparação mental antes do carnaval hahaha.

    Queria deixar como última recomendação o episódio da série de documentários Classic Albums que fala desse disco. Tirei várias coisas desse texto de lá, incluindo as imagens do Nicko e do Mustaine. Confere lá que tem algumas outras histórias e fatos bacanas.

    Dica: tem até no YouTube, o legendado em português está faltando uma parte mas acha inteiro em inglês.

    Abraços.

    28
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      volstag · about 2 years ago · 2 pontos

      Uma curiosidade interessante é que o nome verdadeiro do Bruce Dickinson é Paul também.

      2 replies
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      ogawara · about 2 years ago · 2 pontos

      Clássico!

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      diegomatias · about 2 years ago · 2 pontos

      Já tenho um álbum pra ouvir no caminho pro trabalho. Obrigado!

      1 reply
  • 2017-02-09 19:39:04 -0200 Thumb picture

    [Álbuns] #4 - Houses Of The Holy (Led Zeppelin)

    E o disco de hoje é o meu favorito da maior banda de rock n' roll de todos os tempos, Led Zeppelin com seu 5º álbum de estúdio, Houses of the Holy (o primeiro sem numeração rsrs).

    Desde seu lançamento o álbum foi certificado pela RIAA, nos Estados Unidos, como 11 Discos de Platina, por ter vendido uma quantidade superior a 11 milhões de cópias. Também foi classificado em 148° lugar na lista dos 500 melhores álbuns da revista Rolling Stone.

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    Ficha Técnica

    Lançamento: 28 de março de 1973

    Gravação: Janeiro a Agosto de 1972

    Gênero: Hard Rock, Blues Rock, Folk Rock e Rock Progressivo

    Duração: 40:58

    Gravadora: Atlantic Records

    Produtor: Jimmy Page

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    História

    O álbum foi gravado em vários lugares diferentes, sendo boa parte dele em uma antiga propriedade rural de Mick Jagger em Berkshre, utilizando o estúdio móvel dos Rolling Stones.

    Este foi o último álbum do Led Zeppelin lançado pela gravadora Atlantic Records antes de formarem sua própria gravadora, Swan Song Records, em 1974. Foi também o único álbum da banda a conter todas as letras completas impressas no encarte.

    Musicalmente falando, ele representa um ponto de virada para o Led Zeppelin, onde começaram a usar mais camadas e técnicas de produção para gravar suas canções, além de mais experimentações em diferentes estilos.

    Foi também durante a turnê desse disco que o Led gravou seu famoso álbum ao vivo e filme, The Song Remains The Same.

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    Capa

    A capa do álbum foi inspirada no final do livro "Childhood's End" de Arthur C. Clarke, e combina várias fotos tiradas na "Calçada dos Gigantes" na Irlanda do Norte.

    A capa foi criada pelo grupo de designers Hipgnosis, famoso por criar várias capas de rock excêntricas como boa parte das do Pink Floyd, várias do Genesis, UFO, ELO e do próprio Zeppelin.

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    Músicas

    E se tratando de provavelmente o álbum mais variado da banda, cada faixa merece uma atenção especial.

    1. The Song Remains The Same (5:29)

    "Any little song that you know / Everything that's small has to grow"

    E já começando com o "épico" do disco, uma porrada hard rock com elementos de progressivo, com um ritmo acelerado que diminui nas partes cantadas e depois volta. Com destaque para o solo do Jimmy Page próximo dos três minutos que é sensacional.

    A versão que coloquei primeiro é do famoso filme/show, de 1976, que recebeu o mesmo nome da música. Mas recomendo muito escutarem a versão de estúdio depois, que tem bem mais camadas instrumentais, incluindo duas linhas de guitarra e uma linha baixo sensacional.

    2. The Rain Song (7:39)

    "This is the springtime of my loving / The second season I am to know / You are the sunlight in my growing / So little warmth I've felt before"

    E depois dessa porrada, o disco vai para simplesmente UMA DAS COISAS MAIS LINDAS QUE EU JÁ OUVI EM TODA MINHA VIDA. Desde a introdução calma no violão, os vocais suaves do Robert Plant, ao solo onde a música explode com vários instrumentos de corda, todo o arranjo, essa música é simplesmente perfeita

    Uma outra versão excelente dessa música foi feita, acústica, em 1994 por Page e Plant.

    Toda vez que escuto me pergunto: Como esses caras, que na época estavam no auge do "sexo, drogas e rock n' roll", conseguiram fazer algo tão lindo?

    Enfim, continuando.

    3. Over The Hills And Far Away (4:51)

    "Many is a word that only leaves you guessing / Guessing about a thing / You really ought to know"

    Mais uma música com mais de um "momento", começando acústica com uma pegada bem folk e antes da metade partindo para aquele hard rock bem estilo Zeppelin.

    4. The Crunge (3:18)

    "Tell me baby what you want me to do! / You want me to love you, love some other man too? / Ain't gonna call me Mr. pitiful, no!"

    Quase que uma peça de disco music, uma música bem atípica com um compasso esquisito, uma guitarra 'funkeada', um baixo comandando a música, e outros instrumentos, que não consegui identificar na verdade, mas que criam um efeito curioso. Se não fosse a voz do Plant talvez nem daria para dizer que é uma música do Led Zeppelin.

    Parece uma música totalmente fora de contexto mas que, na minha opinião, funciona bem nesse álbum. Se estivesse em qualquer um dos anteriores provavelmente não daria certo.

    5. Dancing Days (3:43)

    "I said it's alright, you know it's alright/ I guess it's all in my heart"

    Apesar do nome, e diferentemente da anterior, essa música não tem nada de 'dance' e que, não, não tem nada a ver com aquela novela brasileira dos anos 80 hahaha

    Pode-se dizer que é até uma música meio repetitiva, principalmente comparada com as demais mais experimentais, mas não deixa de ser muito boa e cativante.

    6. D'Yer Mak'er (4:23)

    "But I still love you so, I can't let you go / I love you, oh baby, I love you"

    E quando eu disse que esse disco é cheio de experimentações com diferentes estilos musicais, eu não estava brincando, principalmente nessa e na próxima música. D'Yer Mak'er é, praticamente, um reggae, talvez um pouco mais pesado, principalmente devido à batida forte do Bonham, mas com vários elementos desse estilo claramente presentes.

    Uma curiosidade é que a expressão 'D'Yer Mak'er' vem de uma antiga piada que faz trocadilho sobre sua pronúncia no inglês britânico, que soa similar a "Jamaica", mas também pode ser confundido com "did you make her". 

    A primeira vez que eu ouvi essa música eu tive a forte impressão dela me ser bem familiar... Eu tenho quase certeza que alguém a regravou e foi essa versão que eu ouvi em algum momento da minha vida... Mas até hoje (felizmente) eu não descobri quem foi.

    7. No Quarter (7:03)

    "They choose the path where no one goes / They hold no quarter"

    Essa foi difícil de procurar uma definição. Pode-se dizer que o principal nela são os teclados, com um som que eu penso como "aquático", é difícil definir. Junto com a guitarra e os vocais meio sintetizados, meio cavernosos, criam um clima que eu definiria como uma "neblina", algo meio nebuloso. 

    Uma mistura de hard rock, com progressivo e psicodelia, que inclusive me fez dar uma definição um tanto quanto psicodélica para o som haha Mais uma figura meio atípica, que se estivesse em um dos álbuns anteriores talvez não funcionasse.

    8. The Ocean (4:31)

    "Singing about the good things and the sun that lights the day / I used to sing on the mountains, has the ocean lost it's way?"

    E o álbum termina com a música mais "tradicional" dele. Com uma base bem hard rock, um riff cativante, forte influência de blues e aquele vocal rasgado do Plant, a música poderia soar até normal demais para estar nesse disco, mas a sessão acapella na metade, e a virada de ritmo mais no final, demonstram que ela também possui leves toques experimentais. Um excelente encerramento.

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    Então é isso.

    Eu sei que esse texto ficou gigantesco e que eu quase escrevi um livro para cada música, mas é que não teve jeito. Cada faixa desse disco é tão única, tão bem gravada, tão diferente, que não tem como não dar atenção para elas.

    Além disso, esse é um álbum extremamente especial para mim, tanto que eu até tenho a capa dele pendurado na parede do meu quarto. (Confira na foto que eu postei do desafio cara limpa, aqui)

    Se você leu até aqui, comenta aí qual é para você o melhor disco do Led Zeppelin. Eu particularmente fico bem dividida entre esse, o II e o IV.

    Abraços.

    31
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      onai_onai · about 2 years ago · 2 pontos

      Foda! Foda! Foda demais! Esse aí foi o primeiro álbum do Led Zeppelim que escutei e também é meu preferido. Dancing Day's é também a música que mais gosto da banda, curiosamente Led Zeppelim é também a banda de rock que mais aprecio também, seguida de Legião Urbana. Quem regravou a D'yer Mak'er foi a Cláudia Leite, ainda quando ela era da banda Babado Novo, eu nem gostava e nem gosto mas tocava tanto por aí que era obrigado a escutar. Sorte sua não ter ouvido. Lembro que eu ficava puto quando estava ouvindo a versão original e vinha um maluco e falava: - Olha, a música do Babado Novo!

      1 reply
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      diegomatias · about 2 years ago · 2 pontos

      Acho que The Song Remains The Same é a faixa de abertura mais poderosa de todos os discos do Zeppelin. Esse álbum é sensacional e tem um fato curioso, infelizmente não sei onde eu li (deve ter sido na wikipedia): George Harrison chegou pro Page e falou "caras, a banda de vocês é sensacional mas vocês não tem nenhuma balada!" - não sei se ele ouviu o Led II, mas enfim.

      Em retribuição à sugestão do Harrison, Page compôs The Rain Song e a introdução dela usa os dois primeiros acordes de "Something" dos Beatles, composta por Harrison, um acorde maior, seguido do mesmo acorde com 7ª aumentada.

      Depois que eu soube dessa história, as duas faixas, do Zeppelin e dos Beatles ganharam uma ligação foda.

      1 reply
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      lgd · about 2 years ago · 2 pontos

      Pra mim, não o melhor, mas meu preferido é o IV junto ao Physical Graffiti. Ótimo texto.

      2 replies
  • 2017-01-29 18:28:20 -0200 Thumb picture

    [Álbuns] #3 - In Rock (Deep Purple)

    E para combinar com um domingo tranquilo, o disco de hoje é uma porrada, Deep Purple com In Rock.

    Deep Purple In Rock é o quarto álbum de estúdio lançado por essa banda britânica de hard rock, sendo o disco que marcou a estreia da segunda e mais bem sucedida formação da banda, conhecida como "Mark II".

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    Ficha Técnica

    Lançamento: Junho de 1970

    Gravação: Agosto de 1969 - Maio de 1970

    Gênero: Hard Rock

    Duração: 41:46

    Gravadora: Harvest (UK), Warner Bros. Records (US)

    Produção: Deep Purple, Roger Glover

                                                      ----------------\\---------------

    História

    A banda foi formada em 1968 pelo guitarrista Ritchie Blackmore e pelo tecladista Jon Lord, que chamaram o baterista Ian Paice, o baixista Nick Simper e o vocalista Rod Evans, e que tinha uma sonoridade mais próxima ao R&B dos anos 60.

    Entretanto tudo muda quando eles conhecem o Led Zeppelin, onde Blackmore se identifica com a sonoridade mais pesada e decide fazer algo parecido. Mas para isso, ele iria precisar de um vocalista com uma maior potência vocal, despedindo assim o vocalista e também o baixista, e chamando Ian fucking Gillan para os vocais e Roger Glover para o baixo.

    Antes do In Rock, eles ainda gravam um disco com a Royal Philharmonic Orchestra chamado Concerto for Group & Orchestra, feito inédito na época. 

    Mas só no ano seguinte, com o lançamento desse álbum, que os cinco músicos mostraram todo o estrondoso potencial em seus instrumentos, criando um som novo, único e influente.

                                                       ----------------\\---------------

    Capa

    A capa é uma releitura da famosa escultura do Monte Rushmore, localizada próxima a Keystone, Dakota do Sul, nos Estados Unidos. Ao invés dos quatro antigos presidentes americanos George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln, há os cinco membros da banda.

                                                             --------------\\---------------

    Músicas

    O disco já começa com um soco no ouvido, Speed King, uma das minhas favoritas, já emendando com outra música excelente, Bloodsucker. O lado A ainda termina com um grande clássico da banda, Child In Time, onde Gillan mostra seu alto alcance vocal e Jon Lord mostra sua influência por música clássica, arrasando nos teclados.

    1. Speed King (5:53)

    2. Bloodsucker (4:13)

    3. Child In Time (10:13) (Que coisa linda)

    "Sweet child in time you'll see the line / The line that's drawn between the good and the bad"

    Apesar de um pouco mais fraco (na minha opinião) que o lado A, o lado B tem outras quatro músicas ótimas: Flight of the Rat; Into the Fire, que é  minha favorita; Living Wreck com vocais mais melódicos; e terminando com Hard Lovin' Man.

    4. Flight Of The Rat (7:55)

    5. Into The Fire (3:29) (Tenho a impressão que todo mundo nesse vídeo está meio chapado kkkk)

    6. Living Wreck (4:32)

    7. Hard Lovin' Man (7:11)

    O disco foi relançado em 1995 e, além de versões alternativas e outtakes, têm um famoso single que foi lançado na mesma época do lançamento original, Black Night.

                                                    ----------------\\---------------

    Então é isso.

    Fiquem com esse clássico do hard rock, meu disco favorito de uma das três principais bandas que influenciaram o surgimento do heavy metal.

    Uma obra prima feita por cinco caras lembrados como mestres no que faziam (alguns ainda fazem). Extremamente recomendado!! Essencial.

    Rest In Peace mestre Jon Lord, um dos caras que mais me influenciaram a tocar teclado.

    Abraços.

    21
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      igor_park · about 2 years ago · 2 pontos

      Tá aí uma banda que merecia minha atenção, mas nunca parei para ouvir sério, eu até ouvi algumas músicas com David Coverdale e Gleen Hughes e viajei no som, eu amo melodias vocais, e curto demais bandas com mais de um vocalista e com melodias vocais fodas tipo Alice in Chains, essa fase do cantor original nunca ouvi nada ,só smoke on the water que você escuta até sem querer kkkk.

      3 replies
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      onai_onai · about 2 years ago · 2 pontos

      Uma das minhas bandas favoritas, mas ainda não cheguei a ouvir a discografia completa.

      3 replies
  • 2015-06-24 14:31:33 -0300 Thumb picture

    Shovel Knight - Arranged Tracks

    Medium 140553 3309110367

    Trilha sonora oficial, bem variada para todos os gostos.

    SuperSquare - No Sense Running [Dubstep]

    (Versão de "An underlying problem", fase do Mole Knight)

    Jake Kaufman - Hyper Camelot [Power Metal]

    (Versão de "Fighting with all of our might)

    postado por @alerochadel

    Shovel Knight

    Platform: PC
    427 Players
    146 Check-ins

    10
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      ederreloaded · almost 4 years ago · 1 ponto

      eu paguei pela ost e essa arranged desse game, muito legal o sistema de você pagar o quanto quiser... valoriza os músicos. Excelente soundtrack por sinal

      3 replies
  • douggycandido 'Douggy' Candido
    2014-11-30 13:05:04 -0200 Thumb picture
    1
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      onai_onai · over 4 years ago · 0 pontos

      Poxa, eu tinha esse álbum! Gostava demais dessa ilustração da capa!

  • residentevildatabase Resident Evil Database
    2014-08-22 16:00:43 -0300 Thumb picture
    Post by residentevildatabase: <p><img src="http://media.alvanista.com/uploads/tim

    Já ouviu o Resident Evil Tribute Album que lançamos em 2011, em parceria com a cantora sueca Aya Fortuna? <3
    http://bit.ly/TributeAlbumVol1REDb

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    9
  • residentevildatabase Resident Evil Database
    2014-06-24 21:06:04 -0300 Thumb picture
  • residentevildatabase Resident Evil Database
    2014-05-10 12:02:27 -0300 Thumb picture
  • kay Guilherme Gades
    2014-04-06 19:36:38 -0300 Thumb picture
    13
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      contadesativada · about 5 years ago · 0 pontos

      A minha pelo visto vai demorar... do jeito que ta só abrindo processo contra a Abril. :\

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      contadesativada · about 5 years ago · 0 pontos

      Parabéns pela coleção \o/

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      kay · about 5 years ago · 0 pontos

      Valeu! To quase fechando a do Uncharted e do GoW também :)

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