• onai_onai Cristiano Santos
    2020-09-18 22:17:46 -0300 Thumb picture

    Trailer

    Várias vezes quero mostrar algum trailer aqui até perceber que o jogo não está cadastrado, no processo cadastro o mesmo e como a adição demora um bocado acabo me esquecendo do jogo em si. Emfim, eis mais um dungeon crawler crianças!

    Vaporum

    Platform: PC
    Players

    17
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-08-12 11:47:08 -0300 Thumb picture

    Intro

    O único Zelda que finalizei e isso se deu a muitos anos, quando eu ainda tinha um Super Nintendo e o Playstation era um sonho longínquo.

    The Legend of Zelda: A Link to the Past

    Platform: SNES
    11178 Players
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      denis_lisboadosreis · about 1 month ago · 2 pontos

      Também foi o meu único Zelda finalizado, mas por emulador muitos anos depois, e me surpreendeu além das expectativas.

  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-07-31 12:49:45 -0300 Thumb picture

    Black Betty & Castle Rock

    Estava aqui escutando a rádio RPGamers.Net quando me deparei com essa música do Rayman e logo nos primeiros acordes da guitarra me lembrei de outra música de uma banda dos anos 70, Ram Jam!

    Obviamente que não foi plágio e sim trata-se de uma versão cover mesmo. Hehe... Por sinal, nunca joguei nenhum Rayman.

    Rayman Legends

    Platform: PC
    482 Players
    65 Check-ins

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      rafaelssn · about 2 months ago · 1 ponto

      Parei de jogar esse faz um tempo, parei justamente nessa fase acho, muito massa mesmo.

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      sandrotoon · about 2 months ago · 1 ponto

      Melhor fase do jogo

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      ikke · about 2 months ago · 1 ponto

      Essa fase é muito boa.

  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-07-28 13:49:44 -0300 Thumb picture

    Imagens aleatórias de jogos aleatórios

    Rapaz, mas esse Warhammer tem de tudo mesmo, acabei de descobrir esse Action RPG! Acho que só falta agora um jogo de luta mesmo!

    Warhammer: Chaosbane

    Platform: PC
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      ikke · about 2 months ago · 1 ponto

      Esse eu achei beeem ruinzinho.

      1 reply
  • kahmundongo Karla Pinheiro
    2020-06-18 13:56:41 -0300 Thumb picture

    Um Dia/Um Game - Jogos Curtos, Porém Memoráveis

    Medium 3806966 featured image

    E se te restasse somente um dia para jogar qualquer coisa? Seja porque você vai ficar um tempo longe dos consoles devido alguma viagem, estudos ou por.. sei lá… o fim do mundo talvez? Er.. Nunca se sabe. De qualquer forma, você só pode escolher um game, mas entre tantos bons títulos disponíveis, seria muito provável que você começasse algum jogo mas não conseguisse terminá-lo, não usufruindo da experiência completa, entretanto, alguns games podem ser terminados em apenas um dia, alguns até em uma tarde, são games curtos porém com alguma história (ou intenção dela), para os aprofundar satisfatoriamente e com um bom uso da jogabilidade em prol da mesma.

    Pegue uns snacks, aquela água ou suco para matar a sede durante a jornada, se aconchegue bem no sofá e aproveite a experiência.

    Brothers: A Tale of Two Sons

    O game tem como subtítulo “Um Conto de Dois Filhos” não por acaso, nele jogamos com esses dois personagem e temos que nos reimaginar a cada instante, levando em conta com quem estamos jogando e o cenário em qual estamos no momento, pois se jogamos com o irmão mais velho somos mais fortes e hábeis para desafios físicos, já com o menor, nos tornamos mais úteis para puzzles, abrindo passagens para ambos ao se utilizar do nosso peso ou estatura. E o visual do game é realmente charmoso, apelando para um tom mais sóbrio e fantasioso.

    Prometendo a época uma jogabilidade um tanto incomum, ao nos fazer controlar durante todo o game, ambos os protagonistas ao mesmo tempo, Brothers, surpreende também entregando uma narrativa solida sobre perdas e amadurecimento durante o tempo que nos é oferecido por ele, entregando uma junção muito coesa e em determinado momento do jogo, genial, de como usar a jogabilidade proposta, em prol da sua história e do sentimento que se quer passar.

    Disponível para PC, Xbox 360 e One, Playstation 3 e 4, IOS, Android e Windows Phone.

    Trailer:

    Rime

    Pra quem gosta de direção de arte colorida e minimalista, Rime, se torna um prato cheio. O game é visualmente muito bonito, só devendo bastante na sua versão de Nintendo Switch onde não foi muito bem portado. E não é só de beleza que é feito Rime, em sua jornada cheia de exploração e puzzles, há espaço para uma interessante e tocante narrativa da qual é possível ir juntando as peças conforme nos aproximamos do seu fim, teorizando o que teria acontecido e sobre o que o game se trata.

    Rime tem em sua essência, beleza similar a seus visuais e design. Sua arte é minimalista, sua mensagem e história são minimalistas, mas como dizem, as vezes menos é mais e o jogo consegue trazer na delicadeza de pequenos grandes momentos, um bom exemplo desse feito.

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4 e Nintendo Switch.

    Trailer:

    Inside

    Também minimalista, porém mais sombrio e introspectivo. Tem uma história e atmosfera única, mantendo sempre a tensão e a sua curiosidade e se mostrando cada vez mais bizarro conforme se avança ao nos entregar diversos momentos mind blowing, deixando a seu cargo interpretar o que está sendo mostrado em tela. Somado a isso, o jogo possui ótimos efeitos sonoros e uma das melhores coisas animadas em games do tipo em sua reta final.

    Inside, consegue ser muito bonito dentro do que lhe é proposto, sendo bem brutal quando quer, tanto pelas suas animações muito bem polidas quanto pelo seu visual macabro. Algo que é de bom tom ressaltar, pois o game no geral não poupa nas mortes, que são até bem gráficas, podendo causar desconforto para aqueles que são mais sensíveis a isso, para todos os outros, apenas joguem!

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4 e Nintendo Switch.

    Trailer:

    What Remains of Edith Finch

    Ganhador da melhor narrativa no The Game Awards de 2017, What Remains of Edith Finch é um jogo de aventura em primeira pessoa, tendo a condução dos acontecimentos e a inserção dos textos em suas telas como um diferencial.

    O game é composto por mini histórias, cada uma contada de uma maneira diferente, tanto narrativamente quanto visualmente, cabendo alternar até a estética artística empregada, tendo o significado e a interpretação das coisas muitas vezes cabendo a você, pois cada história é abordada de um jeito. Podendo ser direto, lúdico, metafórico e até, poético.

    Atualmente disponível para PC, Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

    Trailer:

    Sayonara Wild Hearts

    Sayonara Wild Hearts, trás no cerne da sua belíssima direção artística, uma coletânea de referencias da cultura pop como Sailor Moon, F-Zero, Punch Out e tantas outras inspirações perceptíveis. O game tem a proposta de ser como um álbum de música Pop interativo, em que nós não só podemos escutá-lo como jogá-lo, sendo quase como se o nosso gameplay fosse a sua coreografia e com uma narrativa sutil, nos oferece a experiência de mergulhar no subconsciente para enfrentarmos o medo de lidar com a dor de se ter o coração partido.

    O jogo oferece uma mescla de mecânicas diferentes que mudam o tempo todo, para exigir novas habilidades logo em seguida, nunca ficando cansativo ou deixando diminuir seu ritmo. Somado a um excelente level design, que te faz experimentar diversos tipos de intensidades a todo instante. Sayonara Wild Hearts se torna um jogo neon psicodélico, mecanicamente eletrizante, artisticamente estonteante e surpreendentemente, tocante.

    Disponível para PC, Xbox One, Playstation 4, Nintendo Switch e IOS.

    Trailer:

    Todos os jogos acima, cada um à sua maneira, cumprem o requisito de ser fechado em si mesmo, oferecendo poucas, mas boas horas de jogatina, tanto em mecânicas quanto em narrativa, junto a um level design quase sempre bem equilibrado e de acordo com o tempo oferecido. Experiências únicas e completas, podendo ainda ficar na sua memória, por bastante tempo.

    Brothers: A Tale of Two Sons

    Platform: PC
    944 Players
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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Brothers e Rime...obras de arte ❤️

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      artigos · 3 months ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      arakisan · 3 months ago · 1 ponto

      Brothers: A Tale of Two Sons é um jogo dos que mais gostei de jogar. Sua simplicidade e gameplay condizem muito

  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-04-25 18:27:57 -0300 Thumb picture

    Imagens aleatórias de jogos aleatórios

    Basicamente gosto mais de jogos 2D do que 3D, apesar de que a junção de ambos também pode ser muito agradável. Agora esse pixel serrilhado feito pra passar a sensação de jogo antigo não me desce de jeito nenhum. Por mais que o jogo seja legal...

    Children of Morta

    Platform: PC
    15 Players
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    17
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      wiegraf_folles_ · 5 months ago · 3 pontos

      É, tem jogo que não simula tecnologia antiga.

      Tá a parada serrilhada derrepente vem um efeito de partícula que explodiria um PS1 da vida.

      1 reply
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      le · 5 months ago · 2 pontos

      Quando é benfeito pra emular sistemas antigos, tipo Risk of Rain, eu acho bem legal.

      Mas realmente não acho muito bom quando colocam gráficos simulando coisa antiga com efeitos mais recentes, tipo rotação de sprites, partículas, iluminação e tal.

  • 2020-04-10 06:58:39 -0300 Thumb picture
    jvhazuki checked-in to:
    Post by jvhazuki: <p>Comecei ontem e já estou no capítulo 7 e, meu de
    Blair Witch

    Platform: PC
    13 Players
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    Comecei ontem e já estou no capítulo 7 e, meu deus, tem umas partes que realmente me fizeram pular da cadeira e ficar nervoso. Essa ideia de horror/suspense em primeira pessoa é um conceito interessante e que me despertou atenção desde a finada demo do Silent Hills (P.T) que, infelizmente, não tornou-se um jogo completo -- e que infelizmente eu também não joguei, comprei o PS4 depois da demonstração ter sido retirada da PSN. 

    No início de Blair Witch eu fiquei perdido mas logo me situei quanto as mecânicas: prestar atenção no companheiro canino é mesmo imprescindível, sem contar que ele é também uma peça chave para as eventuais situações mais tensas e mortais. A parcela de puzzle presente até então não é complexa, mas a existência dela ainda assim é bacana pois engloba o mix de horror/adventure que tanto aprecio e vejo em títulos como Resident Evil e Silent Hill.

    Estava atrás de um jogo e gênero diferentes para conciliar com a jogatina de Xenoblade Chronicles 2 e essa aqui foi uma boa escolha. Tô jogando via Game Pass e para a minha surpresa e alegria (ou desespero) outro terror em primeira pessoa tá disponível no serviço desde ontem, Alien Isolation! Antes da minha assinatura terminar acho que vou aproveitar para jogá-lo também.

    Aliás começar a jogar isso aqui me deu vontade de assistir "A Bruxa de Blair" mais uma vez.

    13
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      andre_andricopoulos · 5 months ago · 2 pontos

      Foi único esse filme (A Bruxa de Blair)
      Eu né lembro de ter ficado "arrepiado".
      Final bem sinistro...
      ...
      Foi uma referência para futuros filmes mas...todos "sem alma"
      ...

      6 replies
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-03-02 13:50:23 -0300 Thumb picture

    Trailer

    Esse título só me lembrou a Taverna do Macaco Caolho, quem jogou RPG de livros deve conhecer a referência. É curioso como alguns jogos aparentemente interessantes são lançados e passam desapercebidos pela maioria dos jogadores, até por aqueles que apreciam o estilo em questão. No caso quem gosta de dungeon crawler creio que vá se interessar por esse jogo...

    Heroes of the Monkey Tavern

    Platform: PC
    1 Players

    10
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-02-05 15:55:33 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Broken Age

    Zerado dia 05/02/20

    Por algum motivo eu não incluí Broken Age na minha lista de pendências, visto que é um jogo que cheguei a jogar por um tempo na casa de um amigo há uns bons anos atrás. Na época eu nunca tinha ouvido falar nele e nem tinha ideia do que se tratava, mas ele já tinha terminado no PS4 (provavelmente foi um jogo dado na PS Plus) e a arte e como ele falou da experiência me deixaram curioso. Como imaginei ser uma aventura curta, resolvi jogar e ir até o final, mas logo quebrei a cara e pouco avancei na estória em pouco mais de uma hora.

    Broken Age (BA) é do gênero point 'n' click/adventure bem ao estilo de outros títulos antigos, como Day of the Tentacle, Fullthrottle, Monkey Island etc. Inclusive ele foi desenvolvido pela Double Fine de Tim Schafer, mesmo criador de Grim Fandango, fato que só vim saber muito tempo depois e depois de terminar o jogo do Manny Calavera.

    Um pouco mais amadurecido com o gênero depois de Grim Fandango, Torin's Passage, Maniac Mansion e diversos outros títulos similares da época do DS, como Hotel Dusk, a série Zero Escape, Professor Layton, Ace Attorney, Time Hollow, eu finalmente me sinto cada vez mais curioso em experimentar jogos parecidos. E BA definitivamente foi um dos que mais me deixou sedento para jogar.

    Primeiro que o que eu lembrava da minha curta experiência era de um point 'n' click mais casual, com visual bonito e moderno, como se a produtora estivesse querendo trazer o gênero para tempos modernos, coisa meio difícil de se fazer e popularizar hoje em dia. Segundo que o tal do Tim Schafer vinha cada vez mais ganhando o meu respeito, então logo eu já estava pesquisando sobre mais títulos do cara e colocando tudo na minha lista.

    Por outro lado, jogos do tipo exigem uma certa dedicação e eu estava com medo de ser um daqueles que você fica empacado em puzzles sem lógica e tem que se render a internet, coisa que eu detesto fazer (inclusive pelo fato de parar de jogar e começar a ler vários sites até achar).

    Bom, resolvi finalmente recomeçar o jogo depois de tanto tempo que o deixei aqui no notebook. Não lembrava de muita coisa, mas isso foi legal.

    No começo da aventura, você pode escolher com qual personagem jogar clicando em uma das metades da tela. Na esquerda, Vella, uma garota que vive uma vida simples num povoado assombrado por uma criatura que anualmente vem devorar donzelas que são escolhidas para serem dadas como oferendas. No lado direito, Shay, um garoto que vive numa nave espacial e que tem de tudo, inclusive a melhor tecnologia para lhe servir e o melhor tratamento possível, porém acaba caindo num tédio tremendo após tanto tempo fazendo a mesma coisa de forma artificial e robótica em meio a tantas simulações.

    Você pode escolher o que quiser e pode inclusive trocar de um pro outro a hora que desejar, mas o enredo só dá continuidade assim que você terminar ambos os contos.

    BA é dividido em três partes. Sendo que em cada parte você tem que jogar com os dois até o final para seguir para a próxima.

    A primeira parte meio que faz o óbvio: apresenta os personagens e os primeiros quebra-cabeças dentro do enredo. Você não só vai conhecer os protagonistas, como muitas outras pessoas e... coisas. Até aí o jogo é bem imersivo, tem diálogos bacanas e até umas partes um pouco fortes, como o monstro devorando as donzelas no conto da Vella e todo mundo achando normal. Já na da Shay, tudo é perfeitamente organizado e bonito.

    Eu estava achando até fácil, apesar de ficar levemente preso aqui e ali. As possibilidades são poucas, a jogabilidade é simples, os visuais muito bonitos e eu estava preso ao enredo.

    Terminei a parte da Vella e fui pra do Shay, que me pareceu bem mais desafiadora pois sua nave é cheia de salas e atalhos, itens e nem sempre é muito óbvio o que fazer para progredir. Mas tava bem legal!

    O final da parte 1 basicamente é o grande conflito que faz a estória andar e como já era esperado, os personagens chegam a se cruzar brevemente.

    Uma coisa interessante é que as estórias deles acontecem ao mesmo tempo. Isso quer dizer que os inícios são simultâneos, assim como os meios e os finais. É muito importante você ter isso em mente para conectar como um pode estar afetando o outro ali no momento. Eu digo isso porque eu joguei uma até o final antes de começar a outra e não me liguei que certos acontecimentos estavam sendo causados por coisas que o outro fez, embora o jogo deixe isso bem óbvio.

    E no caso de você não perceber essas ligações, o enredo sempre dá uma explicadinha a mais.

    Começando a parte 2, BA começa a ficar mais tenso em relação a puzzles, quantidade de itens e em quem usá-los. É aí que a experiência fica mais próxima aos adventures antigos, sendo um pouco mais maçante e até meio sem lógica as vezes (o que me rendeu umas duas olhadinhas na internet para saber o que fazer).

    Pois é, enquanto a primeira parte durou relativamente pouco, a segunda te fazer ir e vir pelos mapas por um bom tempo, entregando itens ou usando-os aqui e ali para obter um novo, para então poder usar ali para obter algo novo.

    O bacana é que é fácil interagir com as coisas. Você pode clicar onde o cursor brilhar e esgotar todas as opções de falas com as pessoas ou ver o que o personagem tem a dizer sobre algum objeto, mas como sempre, as possibilidades são limitadas, então mesmo numa sala cheia de tranqueiras, poucas são as coisas que tem alguma importância e quase sempre é bem óbvio qual.

    Você pode ainda abrir seu inventário e arrastar um dos seus itens para cima de algo ou alguém e ver se funciona, como entregar aquilo que a pessoa tanto estava procurando. Ainda assim isso pode ficar meio complicado em algumas partes, principalmente quando você tem muitas coisas no inventário, muitos personagens e diversas partes de mapa para sair simplesmente experimentando aleatoriamente.

    Há ainda casos que você deve combinar dois itens do seu inventário para criar outro, mas isso é raro e achei tranquilo de deduzir, mesmo esquecendo que essa possibilidade existia.

    A parte 2 me levou vários dias para ser terminada e até deixei o jogo um pouco de lado nesse meio tempo. A parte do Shay mais uma vez me deu muitas possibilidades, expandiu um mapa e um dos personagens me deu a missão de coletar 4 objetos, sendo que eu poderia os fazer em qualquer ordem e a qualquer momento em 4 missões de traz e leva simultâneas. Em diversos momentos eu não sabia mais o que poderia interagir com o quê, o que eu já havia tentado ou se poderia mais depender da lógica (mas isso o jogo raramente deixou a desejar, lógica).

    O interessante é que as vezes você fica preso sem saber o que fazer, mas logo em seguida desencadeia um monte de eventos e a estória começa a avançar rapidamente.

    O legal também desse momento no jogo é que o conto fica muito intrigante e profundo e deixa de ser o que parece à primeira vista: um conto infantil.

    Outra coisa que impulsiona a parte 2 é que ela é basicamente já o final do jogo, então se você acabar, o que vem depois é bem tranquilo.

    Por um lado eu estava meio cansando da fórmula de BA, mas por outro eu estava realmente sentindo que estava jogando de verdade. Quer dizer, o primeiro ato foi bem tranquilo e até fácil e bobo, mas o segundo realmente estava me pondo ao teste e não estava sendo uma bagunça aleatória. Mesmo quando ficava preso, ao resolver o que tinha que ser feito, finalmente, eu sentia que fazia sentido (com exceção daquelas duas partes que tive que olhar na internet e fiquei com a impressão que nunca descobriria por mim mesmo).

    Começando a última parte, os dois protagonistas tem que interagir um com o outro mais do que nunca, mesmo estando em lugares diferentes. De início eu demorei pra entender isso e tentei levar um deles até o final antes de trocar pro outro, mas depois de umas dicas do próprio jogo, percebi que deveria trocar constantemente até que seus objetivos se concluíssem e o final da aventura finalmente chegasse. Essa parte foi bem curta também e, se eu soubesse, poderia ter terminado o jogo antes.

    Resumindo: Broken Age é um excelente point 'n' click baseado nos jogos antigos do mesmo gênero, mas com uma cara mais moderna, principalmente em questão de visual e jogabilidade. Ainda assim, ele tem partes mais complexas e demandam um bom raciocínio, totalmente anulando o lado casual que eu esperava. Definitivamente um jogo para quem curte adventures e para quem quer conhecer o gênero mas tem o pé atrás. Infelizmente não sei quanto tempo durou a jogatina, mas foi pouco.

    De bom: visuais e animações lindíssimos. Jogabilidade simples. Progressão muito boa e com as possibilidades limitadas, você acaba avançando mais cedo ou mais tarde. Aventura na medida certa, sem enjoar ou se tornar maçante. Enredo interessante e que me prendeu do início ao fim. Incrível como existem tantas reações para o uso de cada objeto com cada pessoa, definitivamente um trabalho e tanto dos desenvolvedores ao invés de apenas usar respostas genéricas.

    De ruim: pouca variação de cenário e pessoas, o que limita também o jogo (mas isso também te deixa mais próximo de cada personagem e mais eficaz em saber com quem interagir). Achei o final fraco, sendo que eles resolvem os problemas que aconteceram na crise da estória, mas não tenho certeza se houve alguma mensagem adicional ou o que aconteceu com eles. A minha versão aparentemente não tinha português, então vale a pena pesquisar antes de comprar, pois sem a língua, não dá!

    No geral, gostei pacas da experiência e me arrependi um pouco de não ter pego no Switch ou Vita, pois teria jogado até mais rápido. Acho que o jogo se encaixa muito bem em vários moldes, como personagem carismáticos numa estória muito bem contada e cenários coloridos. Curto muito o gênero e amo Grim Fandango (até tatuei o Manny no braço), mas se alguém quisesse conhecer ou dar outra chance à adventures, eu recomendaria começar por Broken Age!

    Broken Age

    Platform: PC
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      hilquias · 8 months ago · 1 ponto

      eu joguei e zerei ele, achei o inicio do shay o mais legal, gostei da história até certo ponto, mas a parte da vella na maioria das vezes é chata, ela é um personagem legal, mas a história é chata

      3 replies
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-01-08 01:28:17 -0200 Thumb picture

    Trailer

    Vi no GOG e fui dar uma olhada. O sistema do jogo pode até ser interessante mas eu achei a movimentação dos personagens tão mal feita que perdi toda a vontade de jogar. É mais um daqueles jogos que o @le diria que os bonecos foram feitos em Flash, e parece que foram mesmo! É uma pena por que eu achei a arte até interessante...

    Niffelheim

    Platform: PC
    4 Players
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    23
    • Micro picture
      le · 9 months ago · 2 pontos

      Exatamente. A arte é bem diferente. Mas aí começa a se movimentar e mata tudo. Além de ser Flash, é Flash mal-animado (apesar de ser quase sinônimo - só não é porque tem algumas coisas animadas em Flash que são muito benfeitas e nem parecem Flash; ou seja, DÁ pra fazer algo legal).

      2 replies
    • Micro picture
      hyuga · 8 months ago · 1 ponto

      sistema de combate: ficar parado na frente do inimigo e esmagar o botão de atacar, quem atacar mais rápido vence!

      1 reply

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